Start again a new chance for Love
77 Capítulo 77
Notas iniciais
Pov. Anastacia
Não gosto quando Christian volta já pensando em trabalho, até parece que gosta mais de ficar gerindo a empresa do que aproveitar a minha companhia. "Enfim, homens" digo mentalmente ao sair com Taylor do carro e caminhar em silêncio para o elevador que nos levaria direto para a cobertura do Escala. Durante esse curto espaço de tempo fui tentando manter a mente ocupada e quando as portas finalmente abrem, saio encontrando sra. Jones com um sorriso jovial no rosto ao qual sorrio de volta.
— Como está srta. Steele? — ela cumprimenta. — Espero que tenham feito uma boa viagem!
— Vou bem, sra. Jones! — respondo adiantrando para a sala. — A viagem correu lindamente, mas já terminou. — concluo indo para o sofá enquanto ela assente pegando as malas com Taylor.
Sento no sofá e pego um jornal lendo assim mesmo na informalidade quando o meu celular começa tocando na bolsa de mão e rapidamente o retiro para ver quem estar ligando a essa hora. Quando vejo a tela piscar o nome da minha mãe franzo a sobrancelha e atendo a ligação.
— Oi mãe! — cumprimento ao levantar do sofá e caminhar desalinhada até ao gigante painel da linda cidade de Seattle. — Como vai a senhora?
— Oi minha querida! — a sua voz é animada o que me leva a pensar que dona Carla está aprontando alguma coisa. — Perfeitamente, meu amor.
Tantos elogios seguidos é algo que me deixa preocupada. Ai tem coisa, minha mãe está me escondendo algo e aposto que envolve minha relação com Chrisitan.
— O pai? — pergunto tentando desconversar.
— Ray está trabalho a essa hora, mas... eu preciso lhe contar uma coisa, amor. — ergo a sobrancelha. — A gente vai para Seattle no final de semana que vem, seu pai me pediu para fazer segredo, porque queria surpreender você, mas você me conhece, não dá para guardar essas coisas do meu bebé.
Começo a revirar os olhos, quantas vezes terei que lembrar a minha mãe que já tenho idade suficiente para me tratar como adulta? Há, só espero que quando conhecer meu noivo ela não fale essas coisas, pois Christian é bem capaz de fazer deboche da minha pessoa e já deu.
— Que bom, eu estou morrendo de saudades, mãe! — os meus olhos não deixam de brilhar com a noticia. — Mas faz assim, mostre para o papai que não estou sabendo de nada que arrumo um jeito de fingir. — digo sem ter a certeza se seria uma boa atriz.
— E lá você sabe mentir para o seu pai, filha? — entorto os cantos da boca lembrando das vezes que ousei mentir e não deu certo, pois ele descobriu rapidinho, já para não falar que as minhas bochechas vivem me denunciando.
— Há mãe, arrumo um jeito! Não se preocupa! — afirmo na confiança.
Nem que eu tenha que pedir umas lições de representação com Kate, já que ela vive usando máscara para algumas pessoas da sociedade hipócrita, ou com Mia que tem sempre os melhores argumentos, nunca descartando a real pureza de Violet em enganar alguém com seu charme. Estou rodeada de opções, é só escolher.
— Há já estava esquecendo, você ficou sabendo do casamento da sua amiga? Óbvio, ela vai casar com um familiar do seu namorado, não é? Ou posso dizer noivo, hein?
A minha cabeça retoma a nossa conversa de uns tempos atrás e sorrio de canto, pois ainda nem contara para ela sobre o progresso.
— Na verdade o noivo de Kate é irmão do meu também noivo! — admito sorrindo encaminho agora para o sofá.
Minha mãe começa com gritinhos no outro lado da linha e reviro os olhos a sua fantasia louca de sonhar com casamentos. E logo os planos se extendem totalmente.
— Mãe! — a repreendo vendo que está indo muito rápido. — Mal fiquei noiva e já está falando em marcar data de casamento? Ter filhos? — sento desponjada no sofá. — Eu sei que está louca para ser vovó, mas vamos lá com calma que ainda sou novinha! — atesto.
— Essa conversa venho eu escutando desde à muito tempo, pois foi a mesma que falei para a sua avó e olhe só... estou aqui com os meus 42 anos e com uma filha criada! — suspiro.
Ela sempre arruma o melhor argumento. Na pior das hipoteses entrar numa briga com Carla Steele sempre será um risco bem elevado, pois ela nunca perde.
~*~
Depois de um banho revitalizante no maravilhoso banheiro de Christian, Anastacia subiu ao andar superior e foi no quatro de submissa e procurou entre essas tantas roupas ainda itiquetadas por um vestido formal para um jantar. Ana acaba escolhendo um escultural vestido azul escuro com um simples decote em forma de coração sobre os seios, mangas longas e bem estreitas de manter toda a forma delineada e o retira para fora para expô-lo na sua frente, agora diante de um espelho igualmente largo e retangular.
As covas do seu sorriso logo se alargam, é plena a satisfação que a cor e o estilo lhe provocam. O vestido era simples, bem requintado, não seria alvo de grandes chamadas de atenção por parte de outros homens, o que chega a ser tranquilizador, pois ter Christian Grey obssessivo por conta de olhares indiscretos chega a ser cansativo, já para não falar do alto risco de causar briga feia.
Em alguns momentos Anastacia já estava vestida dentro do belo vestido girando em torno dele ainda descalça observando as suas curvas bem aperfeiçoadas a baixo desse tecido admirável. A morena não podia estar mais satisfeita com o resultado visivel que foi logo tratado de arrumar uns sapatos semi abertos para calçar e o brilho do olhar só aumentou um pouco mais. Mesmo assim Ana sentia que faltava alguma coisa, alguma coisa para realçar esse lindo decote, alguma coisa que realçasse bem a tonalidade da sua pele pálida. Eis lembra de que uma gargantilha seria uma excelente opção, mas logo faz uma careta por perceber que estava no apartamento de Christian e não no seu para pegar a sua que o pai ofereçera em seu aniversário de 16 anos.
— Acho que vou sem... — digo para mim mesma libertando os cabelos bagunçados da toalha e começar a escová-los na frente da penteadeira.
— Srta. Steele! — alguém me chama e elevo o olhar retirando a minha concentração do espelho. — Sr. Grey o aguarda no andar inferior! — avisa sra. Jones com um sorriso jovial. — Mas espere... — ela vem entrando, pois acompanho com o reflexo no espelho. — Posso ajudá-la com os cabelos, sempre arrumava os das minhas sobrinhas.
— Muita gentileza, sra. Jones!
Ela pega na escova e vem escovando os cabelos com suavidade, chego mesmo a fechar os olhos por uns escassos segundos envolvida por esse toque tão massajante e quando os obro já ela vem traçando mecha sobre mecha e sorrio com o resultado evidente que vem provocando. Confesso que me sinto encantada com esse resultado.
— Não sabia que era tão talentosa... — comento baixo, ela ergue ambas as covas do sorriso.
— Faço o possível senhorita! — diz ela traçando uma última mecha e pegar nuns ganchos prendendo assim os cabelos. — Está pronta! — informa. — Está uma belíssima princesa! — elogia e não tem como não ficar corada com esse sincero elogio.
Ao descer encontro Christian de costas conversando com Taylor, pareciam bem concentrados em trocar linhas direitas que quando o meu salto tocou no último degrau soltei um ligeiro pigarro e ele vem virando lentamente para me olhar e logo o seu sorriso aflorou genuino.
— Srta. Steele se me permite está lindíssima! — Christian vem pegando a minha mão e a beija como um verdadeiro cavalheiro.
— Muito obrigado sr. Grey! Receber elogios como esse assim sabem sempre lindamente! — argumento enquanto me passa a guiar para o hall de entrada enquanto Taylor faz as honras chamando o elevador.
O caminho para o restaurante correu muito bem, Christian passou algumas vezes a elogiar e veio comentando também em trocas paralelas de que Elliot lhe contara da gravidez de Kate, nesse momento nem consegui não rir, porque ele não me estava contando surpresa alguma, e de fato já sabia da história fazia tempo.
— Você está dizendo que sabia disso esse tempo todo e não me contou? — ele faz uma careta desapontado por ter sido excluido.
— Amor é coisa de mulheres, sabe que a gente também gosta de manter segredos e depois aposto que se ficasse sabendo ia contar logo para o seu irmão. — ele vem negando com um aceno de cabeça. — Não minta, Christian Grey, eu te conheço! — tento intimidá-lo com o meu olhar, e Christian somente me rouba um beijo de me deixar desconcertante.
Assim que Taylor para o carro na frente do edifico do Space Neddle, Christian oferece para abrir a porta para mim e saio me deixando guiar por ele. Dali nos fomos guiando para elevador que sobe num abrir e piscar de olhos e ao chegar no restaurante giratório encontro o casal na mesa. Kate nos acenando com um sorriso rasgado. Elliot logo levanta para nos cumprimentar e corro para bater uma ligeira fofoca com a minha amiga.
— Mulheres! — comenta Elliot em risos ao acenar ao garçom.
— Então quer isso dizer que fui mesmo o último a saber a novidade? — Christian vem perguntando ao alçar o guardanapo sobre o colo enquanto me recomponho com Kate.
— Você foi o último sim, mas a Ana soube primeiro, quer dizer primeiro mesmo foi Violet... desculpe amor... — responde Kate fazendo olhinhos a Lelliot.
— Vamos pedir o jantar? — intrepelo querendo interromper essa complicada situação.
— Sim, estou varada de fome mesmo! — anúncia minha amiga e rio.
Christian acaba fazendo as honras ao escolher menu peixe para todos, apesar de Kate não ficar lá muito satisfeita, mas acaba se deliciando melhor que o esperado. Elliot ainda começa fazendo perguntas sobre as férias na herdade dos Trevelyan e deixo o meu noivo mesmo contar.
— Sério que a Amber gostosa e o tio Antony estão cá? — pergunta Elliot e logo geme quando a noiva o pontapeia abaixo da mesa. — Ai amor era mesmo preciso isso? — ele faz careta. Kate se fecha.
O meu olhar vai concentrado ao que Christian iria responder, creio que nunca fiquei tão apreensiva por suas palavras como agora.
— É ela esteve, mas... — ele engole em seco quando vê minha concentração toda em seu rosto. — Ana não gostou dela nem um pouco. — e começa rindo.
— Podera, deve ser uma oferecida, err... — comenta Kate tomando um gole de suco e brindo tendo alguém que me compreende.
— O que é isso, ela é uma pessoa legal, vocês tem que conhecer ela, sério! — Elliot é quem argumenta.
— Dispenso! — digo com desdém. — Que tal pular para o fato de que você terá que mudar fraldas daqui a um tempo??? — mudo de assunto.
~*~
Logo depois que o jantar terminou pedi para Christian para irmos para o meu apartamento, porque queria mais privacidade e menos luxo. Ele nem questionou o porquê desse meu pedido, mas simplesmente acabou cedendo sem grandes relutâncias. Chegando no apartamento liguei a música e fui pegar duas taças de vinho na cozinha enquanto ele ficou na sala afrouxando a gravata que me vi deliciando ao saborear o vinho da minha taça ao regressar.
Entreguei a taça para ele e o empurrei para que se sentasse no sofá, só que ele logo se colocou de pé me olhando profundamente, com uma lúxuria incalculável. Eu gosto simplesmente desse jeito intimo que me olha, é a sensação mais poderosa que presencio e me faz viajar tanto, pois sinto que o seu olhar é tão forte o suficiente para me despir.
— Hoje quero fazer um coisa diferente com você amor... — diz ele junto ao meu ouvido assim que me toca com as as suas mãos por meu quadril abaixo. — Desejo dominar você um pouco, será que me permite um pouco de submissão, baby? — ele vem descendo a boca por minha pele sensível e arfo sem ou menos perceber. — Quero excitá-la com contatos diferentes, estimulá-la a algo novo, você está pronta? — semicerro os olhos erguendo a cabeça com a sensação quente do contorno da sua boca em uma nova subida pela mandibula de encontro aos meus lábios aveludados por desejo que me toma.
— S-Sim... — uma vez mais as palavras me falham ao sair da boca.
Ele sorri de canto com o meu concentimento e vem me pressando ao seu corpo, pressando de forma invasiva as suas mãos nas minhas nádegas e me mover comandada por seu passo na direção do quarto. Algumas vezes, Christian vem mordendo os meus lábios com um desejo ardente, me atacando com a sua língua que vem enroscando na minha de forma envolvente e é como uma dança quente e revigorante que me faz ofegar e querer mais, muito mais.
As minhas mãos sobem à altura dos seus ombros firmes e musculosos, me deixando totalmente perdida na perdição que esse homem é. Prendo os meus braços na volta do seu pescoço para me sentir segura. Ele por sua vez vem subindo e descendo as mãos continuamente ate que sinto um ranger de uma porta, é ai que percebo que estavmos entrando em meu quarto. Roço de forma provocadora a minha perna contra as suas e rebolo junto ao seu volume para poder ganhar melhor percepção do quanto está excitado, do quanto o deixo bem teso.
Christian logo me vem encurralando entre uma barra da cama e as suas pernas. Solto a sua boca por uns segundos, mas ele me vem tomando os lábios com um desejo ardente e os mordisca em divertimento. Quando sinto que é o momento de revidar liberto as minhas mãos da volta do pescoço e as desço casualmente por seus ombros, mas ele me surpreende me empurrando com força para cima da cama. Os meus olhos se arregalam com essa execução e tento me elevar com apoio dos meus cotovelos. Chirstian afrouxa a gravata novamente a retirando da volta do pescoço, mas passá-la a esticar diante os meus olhos confusos.
— O que pensa que vai fazer com essa gravata? — pergunto de forma penosa receando que me fosse prender. — Não vai prender, pois não?
— Shiiio! — manda calar ao circundar a cama. — É só prazer, amor! Você vai ver só! — a sua voz máscula, tão sombria me deixa ainda mais arrepiada e terrivelmente molhadinha.
"Fodasse eu gozei, não acredito" digo mentalmente ao vê-lo pegar meus pulsos e amarra-los na cama tal e qual a vez que o amarrei e o meu corpo começa reagindo ao espasmar louco, me traindo em todos os sentidos quando devia se manter quieto e lúcido.
— O que me vai fazer? Não gosto de surpresas! — resmungo formado um bico que deduzi que seria o suficiente para demovê-lo dessa fantasia da sua cabeça, mas Christian simplesmente me amarrou os pulsos sem créditos, os deixando presos na barra da cama.
— Você já vai ver, admito que é uma fantasia que tem muito tempo que desejo realizar com você, é uma experiência de prazer nova, amor. — mordo o lábio inferior com a visão dele se despindo agora que se ajeita de pé no fundo dos meus pés ainda calçados.
— E posso saber como tenciona fazê-lo se estou vestida? — e rio convicta de que ele havia esquecido esse detalhe, mas ele sorri presunçoso ao libertar a sua camisa em um canto qualquer do chão e subir a cama ainda com a sua calça social vestida.
— Você gosta desse vestido? — ele pergunta e estranho olhando para o tecido.
— Gosto, sim! — digo.
— Lamento, mas terá muitos outros como presente! — afirma o rasgando sem pudor e os meus olhos se arregalam mais ainda, bem como a minha boca que forma um "O" largo e estrondoso.
— O que você fez?????? — a minha voz sai em tom de escandalo.
Ele ignora a minhas palavras continuando a rasgar todo o resto do tecido até não sobrar nada. Agora tinha a lingerie livre na sua vista a confesso que senti um leve arrepio correndo meu corpo desde a planta do pé aos meus cabelos. O rosto estava queimando, meus olhos se abrindo e fechando continuamente. Minha intimidade estremecendo lentamente, tendo um orgasmo seguido do outro, tudo porque o toque dele é inebriante e tóxico.
A sua boca logo caiu em cheio no vale dos seios e as suas mãos amestradas subiram e desceram formando circulos no meu corpo. Remexi a baixo dele vulnerável não gostando da ideia de não ter como tocá-lo.
— hm... — um gemido abafado sai da minha boca e tento me controlar horrores para não ceder, mas é quase inevitável, estava desejando ele mais que tudo.
Travando repentimante os beijos que ia destribuindo a cima da copa do sutiã, Christian me ergue o olhar que vejo com dificuldade em acompanhar, já que a minha cabeça está baixa demais. Ele sai de cima de mim, mas para junto aos meus pés ao qual vai pegando um de cada vez, descalçando o sapato semi aberto e começa a destribuição de beijos conflituosos pela canela, subindo ligeiramente à perna e dai começar um trilha corajosa que fez meu corpo todo reagir numa combustão radical. Começo logo a ofegar, forçando os pulsos a se libertarem, porque é injusto não poder revidar do jeito que gosto, dando luta, que ele não está permitindo.
— Quieta! Lembra submissão! — reviro os olhos para a sua declaração.
Christian continua um pouco mais, parando já quando está na base da minha coxa, a beijando com volupía que contraiu todo o meu corpo formando um arco nessa cama. Os seus olhos estavam realmente brilhantes, escuros e numa lúxuria imensa que senti o seu dominador saindo de uma toca afunilada. Rasga a minha calcinha a transformando em trapos e arfo, gemo e de novo volto a arfar ofegante, me deixando invadir por outro jato de adrenalina viciante.
— Minha linda, tão perfeita... está tão corada como gosto... — ele sussurra urrando junto à pele intima, sinto o cheiro daqui.
— Me fode! — peço querendo terminar com essa tortura. — Me solte! — imploro.
— Ainda nem comecei baby!
A sua voz sai em tom cantante e começa a destribuir novos beijos pela base da barriga, contornando o umbigo com a sua língua e de novo os seus dentes vem repuxando a renda do sutiã que as suas mãos forçam abertura bruta que rompe deixando duas copas laças lado a lado ao meu corpo.
— Mas hoje está destruidor? — questiono tentando bancar a séria, mas ele me faz estremecer ao penetrar um dedo silenciador em minha intimidade.
— Sinta, não fale! — ordena e faço uma careta reprovadora.
No entanto, quando acho que vai revidar mais um pouco penetrando continuamente o seu dedo, ele simplesmente o retira e levanta da cama indo ao casaco pegar algo do bolso que fico na esperança de ver o que é. Ao se virar vem com uma venda na mão e o meu olhar estreita cheio de perguntas na sua direção.
— Não é suficiente estar presa?
— Amor é tudo parte da fantasia! — desconversa sorrindo ao enfiar a venda nos meus olhos e ficar tudo terrivelmente escuro.
Boa nunca amei enxergar tão bem como agora que me vejo privada nesta cegueira instigadora.
— Volto já, não se mexa muito, pode machucar! — instrui.
Uns possiveis 2 minutos logo aparece, o som dos seus passos o denuncia, bem como alguma coisa que causa barulho em suas mãos. Um saco, mas com o quê?
Alguma coisa fria entra em contato com a minha pele e estremeço em reação, chego mesmo a rebater os braços, bater pernas, pois a sensação, é quase que cortante. Algo que pude identificar como gelo, exatamente gelo pois é frio como a neve. Oh não, aquilo me fez arrepiar desde a pontinha do pé, aos meus cabelos. A minha pele logo fica em toque de galinha de tão arrepiada. Mas ao mesmo tempo que sentia essa sensação fresca, vinha logo outra quente. Essa cegamente pude perceber pela forma macia de como alisava meu abdomen. "Seus lábios" penso revirando os olhos a baixo da venda e contrair toda a linha do meu corpo, principalmente naquela região, onde me via sendo plenamente estimulada, onde a sensação era mais pontual.
— Está sentindo, baby?
Arqueio mais um pouco o corpo, o querendo revirar, porque era uma sensação muito deliciosa e me fazia querer gozar, gozar de verdade. Gozar continuamente sem parar.
— Oh sim... — deixei um gemido escapar por entre meus lábios de forma tão incontrolada. — Oh é tão... tão... delicioso.
Vou morrer de tanta vontade, isto é tortura, porque quero o tanto. Ai Christian vem logo apagar essa chama que se não vou arder nesse inferno infinito. Christian continua descendo sua boca continuamente até ao umbigo e o circunda ali com o gelo. Arrepio um pouco mais, me mexendo de forma tão gostosa, mas ele segura firme nas laterais do meu quadril, evitando meus movimentos bruscos. "Não chega eu não ver?" reclamo mentalmente. "Vá lá, tira essa venda..." imploro desejosa. Ele novamente sobe sua boca, as mãos consequentemente também. Isso me faz cair em outra largada de um gemido. Um gemido tão delicioso. Algumas vezes tento tento olhar por de baixo da venda, mas era completamente impossivel, pois me moldava os olhos de forma tão apertadinha, sem margem para claridades.
— Christian quero tanto... — resmungo tentando mover meu corpo, mas novamente ele o prende em suas mãos fortes e resistentes.
— Ainda não... — sussurra contra o meu mamilo.
A sua boca agora era totalmente quente, sem a pedra de gelo que criara todo aquele arrepio em minha pele. Ele estava mordiscando meu mamilo. Confesso que isso me criou uma corrente de adrenalina muito excitante e novamente me vi gemendo, quase libertando um outro gozo.
— Não quero que goze, Anastacia! — ordena.
"Como é?" questiono mentalmente abrindo bem os olhos, mesmo que ele não os viesse. A sua respiração contra a minha pele era ofegante, rouca e completamente torturosa. Nunca me exigiu isso e agora simplesmente quer?
"ELE ESTÁ TENTANDO SER DOMINADOR, LEMBRA? VOCÊ SUBMISSA" o meu subconsciente vem avisando.
— Não vou aguentar... — sussurro arqueando a nuca me contorcendo a baixo do seu corpo. — Por favor... — imploro pidona.
Ao invés de receber uma resposta positiva, ele somente puxa meu mamilo em sua boca. O deixando duro, teso e mais extensivel. "Oh delicia" penso revirando interiormente.
— VOU TE COMER, ANASTACIA! — fala com uma voz mais rouca ao descer um pouco mais, já que vai deixando um rasto de beijos na pele da minha barriga.
Ele me puxa o quadril contra si, chego a sentir o contato arfante da sua respiração na minha intimidade arrepiada e molhada, continuamente molhadinha por conta das suas investidas deliciosas. Solto um gemido sem controle, me corterço um pouco à conta do seu contato visivel. O meu corpo responde ao seu movimento de forma muito rápida, pois tendo a sensação do toque discreto dos seus dedos sobre a borda da sua intimidade a faz rolar numa ambalanche sem controle, consequentemente a deixando terrivelmete molhada.
— Deliciosa!
Uma depressão na cama dá a percepção de que havia saido de cima, só que quando menos espero um repuxar intenso acontece, ele segura com firmeza o meu quadril auxiliado mão na esquerda, mão na direita e me puxa para ele, contra ele de novo. Queria tanto que ele terminasse de vez com essa tortura, viesse tomando a minha intimidade em sua boca. mas eis que o meu desejo se concretiza e arfo gemendo enloquente ao ter Christian me devorando a minha intimidade. O meu corpo responde involuntariamente contraindo. Inviste a sua língua experiente contra os lábios do meu clitóris, os sugando de forma fervorosa. As suas mãos continuamente apertando as minhas coxas com um pouco de força.
— Oh sim... sim... mais.... — ela geme.
Vem penetrando de forma mais rápida, investindo intenso e logo a minha intimidade contrai, logo iria gozar, mas ele não quer, eu preciso aguentar.
— QUERO TANTO... — gemo implorando com piedade afundando a minha cabeça nessa cama.
— Ainda não, amor.
Queria provocá-lo, queria turturá-lo. Desobedecer ao seu pedido que mais me pareceu uma ordem. Mais pela maneira de como ele está me fazendo libertar em êxtase. Estou me sentindo numa queimação interior. Não vou aguentar. Eu tenho que libertar de alguma maneira.
— Por favor... — imploro novamente. Alguma vez ele tem que ceder.
Christian responde tomando meu quadril entre suas mãos, logo sinto seu membro duro entrar com tudo dentro da minha intimidade. Confesso a primeira sensação é de que vou rasgar totalmente, mas depois aquilo que fica, é de preenchimento. Uma satisfação inesplicável. "oh sim, eu quero-o tanto, repetidas vezes" digo mentalmente ao morder a porra do lábio de forma provocadora e passar a língua nele para umedecê-lo. Não é só ele tem pode provocar.
— Que buceta deliciosa, baby! — rio com escuto o jeito como ele descreve minha intimidade. — PORRA ANASTACIA! — ele urra meu nome, isso cria uma onda de satisfação em meu ego.
Estou lhe dando prazer. Estou conseguindo entregar mais prazer. Porém, correspondo ao seu pedido, fazendo exatamente aquilo que sei que Christian quer. Quico o meu corpo, mesmo que me sinta com alguma dificuldade, já que ele me comada ficando por cima. Ele corresponde dando estocadas fortes e persistentes.
Reviro os olhos face a isso e gemo, continuamente gemo alto. Está arrancando os meus gemidos mais extensos das minhas entrenhas. Só que agora queria sua boca na minha, poder consumir os seus urros e entregar meus gemidos para ele.
— Quero sua boca! — peço pidona me sentindo a corar, em chamas e louca para me libertar.
Ele abranda as escadas me deixando em insaciada por breves escassos momentos, mas só para tomar minha boca, mordiscando o meu lábio inferior de forma instigadora.
— MEU PAU ESTÁ APERTADINHO NESSA BUCETA GOSTOSA! — sussurra contra a minha boca, onde posso sentir o gosto da minha própria umidade. Salgada e deliciosa, pois leva um toque de Christian Grey. — Tão molhadinha! Tão apertadinha! — sussurra largando meus lábios para levar sua boca de encontro ao meu pescoço criando uma onda de arrepios aliciantes enquanto destribui beijos molhados ali.
— Preciso gozar! — digo me sentindo em meu limite de dor, queimação e êxtase.
Sobe suas mãos tirando a venda que cobre meus olhos e o olho nos seus alivio, pois por um momento senti que iria continuar na vontade de o ver, ver o estado em que o deixo sempre que lhe porporciono tal prazer. Poder assim encontrar lúxuria, prazer e sadismo descritos no seu olhar. De forma inesperada dá uma estocada firme, isso me faz estremecer involuntariamente. Sorrio a isso, então repete novamente. Continuo sorrindo em provocação, revirando meus olhos de um jeito que sei que ele não tolera.
— É uma mulher fodida, saiba! — passo a língua em seus lábios. — E ainda por cima minha!
Christian logo vem contudo, me estocando novamente com uma força bruta, uma violência necessária que imploro, por ver verdadeiramente aliciante.
— Pode gozar! — cede aos meus muitos pedido dessa vez.
A minha libertação logo acontece de um jeito tão poderoso e intenso que me vejo perder tanta adrenalina. Christian logo se vem igualmente gozando, novamente dentro de mim, pois podia sentir seu membro duro e apertadinho. Ai chego no clímax perdendo forças e resistência, pois excedera os meus limites ao máximo ao tentar dar tudo de mim a ele, do jeito que gosta e que represento. Christian soltou seu membro de dentro de mim, caindo ao meu lado, parecia cansado, mas não tanto quanto eu.
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