Notas iniciais
Olá meninas ♥ Agradeço todos os comentários e já nem designo a desculpar por minha falta de respostas, mas ando atrapalhada com o tempo e todo o que uso é para escrever para vocês. Por isso espero que compreendam! Aliás agradeço também aos novos favoritos e aos novos acompanhantes da história. Sejam bem vindo, sim? E tal como avisei no capítulo anterior, esse será bem tenso... corações se preparem porque o show de "horrores" vai começar. Fantasmas peço que sejam presentes, deixar um comentário simples é melhor que achar que me desprezam, sim? Não é ninguém obrigado, longe de mim... mas ficarei agradecida. Boa leitura,

Pov. Christian
A reunião marcada de última hora com o grupo Chinês acabou quando já passavam das 18 horas, havia corrido melhor que o esperado e parece que o meu fraco mandarim surtiu algum efeito, pois nem tiveramos tempo suficiente para contratar um tradutor de línguas assim em última hora. Por outro lado agora que retomava a minha sala me via pensando no que Anastacia teria para me falar, que acabara por deixar na pendência ao despachá-la ao telefone. Bom só espero que ela não tenha levado a mal, mas tem horas que não dá mesmo para ficar de conversinha, apesar de adorar escutar sua voz.

— Sr. Grey o seu segurança o aguarda na sua sala! — indica Andrea e assinto.

Abrindo a porta encontro Taylor em sua postura muito formal me aguardando. Vou entrando, me instalando no meu lugar atrás da secretária e ele aproxima.

— Alguma novidade? — pergunto indo direto ao ponto, já que não sou de rodeios.

— Descobri uma coisa relativamente importante e que achei que devia alertá-lo o quanto antes! — informa com uma expressão bem séria.

— O que foi? — estreito o olhar.

— Consegui atraves dos meus contatos interceptar uma informação muito valiosa em relação à arma do crime. — pendo a nuca começando a ficar muito interessado nesse assunto. — A pessoa que consumou a compra foi muito cuidadosa ao usar um nome falso, mas descuidada ao ter abeduzido um número fiscal real... salvo seja o número que consta na compra é um contribuinte que pertence a uma pessoa que o senhor conhece relativamente bem.

Conheço a pessoa? Que merda não gosto quando Taylor vem com inigmas me deixa ainda mais intrigado e cheio de vontade de tirar toda a história a limpo. Mas pensando bem, pela forma como vem especulando, a única pessoa que me vem logo de caras ao pensamento é Elena. E depois começo a ficar com mais certezas quando lembro que Anastacia havia confimado ter se encontrado ela na mansão antes do disparo.

— Elena?

— Não, apesar da senhora Lincoln ter sido vista na festa atraves das imagens de vigilância!

— Então quem? — debruço o cotovelo sobre a secretária começando a ficar impaciente. — Quem mais eu conheço ao ponto de tentar matar a minha mulher? — a minha voz sai ligeiramente exaltada. — Desculpe Taylor...

— Tudo bem senhor... — balança a nuca passando uma mão nos cabelos caramelo. — A pessoa em questão é Jack Hyde, coordenador da editora SIP! Também conhecido chefe da srta. Steele!

Jack Hyde? O nome daquele canalha fica boiando na minha cabeça durante uns momentos. Mas o que me deixa ainda mais intrigado é porque ele queria matar Anastacia? Se sempre se revelara obcecado para tê-la para si. De toda a forma essa história não bate certo.

— Não faz sentido! — levanto afastando a cadeira por impulso. — Matar a própria assistente? Ele ia mesmo se arriscar tanto assim? — digo desacreditado com essa teoria. — Ainda por cima usar uma festa, invadir uma propriedade que desconhece só para isso? Não era mais simples apanhá-la desprevenida num lugar desconhecido?

— Sr. Grey tenho uma teoria muito forte e que o senhor pode entender!

Viro de costas encarando a panorâmica de Seattle, mas com o ouvido concentrado nas sua explicação que espero de fato que seja bem convincente.

— Digamos que a sra. Lincoln tenha uma ligação com o sr. Hyde! — escuto o raciocínio atentamente. — Que como a senhora estava na festa lhe possa ter passado a informação adicional sobre os cantos da propriedade, já que é quem melhor conhece o espaço por uma vasta ligação à sua família no passado... — levo a mão à barba rala, passando ali os dedos. — ele pode ter sido sujeito de uma cobertura... recordo que houve um periodo de apagão na vigiliância por um cerca de meia hora e foi o tempo real para essa pessoa acessar a propriedade sem ser vista, nem ser detetada a sua arma de fogo passando assim despercebida na máquina detetora de metais.

— Mesmo assim Taylor não estou a perceber...

— Ainda não terminei senhor! — rendo erguendo as mãos não querendo tirar os minutos de estrelato de ninugém. — Como averigou o alvo podia parecer de fato que era a srta. Steele já que a arma foi mirada na diração dela, mas acredito que o alvo pudesse ser o senhor Grey!

— EU? Porquê?

— Pense comigo... — pede passando a contornar a minha secretária de forma a ficar de frente para mim. — O sr. Hyde estava confiante de que usar a srta. Steele como isca iria atrai-lo para a mira dele. Portanto, a ideia era o senhor atirar-se na frente dela no intuito de a proteger e acabar morto.

— Meu deus esse Jack é pior que imaginei e... — o meu medo cresce quando lembro de Anastacia. — Preciso de avisar Anastacia imediatamente!

— Creio que a srta. Steele corra perigo de vida neste preciso momento! — alerta ele.

Desesperado começando a temer pela vida a mulher que amo ligo para ela, mas a ligação cai em caixa postal. Volto a insistir uma outra vez e nada, Ana está sem me atender. Envio uma mensagem, talvez ela pudesse ler. Decido enviar um e-mail também por segurança, não fosse ela estar ocupada trabalhando que nem dá conta ao celular. Por outro lado queria confiar que ela por essa hora já estivesse de volta ao seu apartamento
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De: Christian Grey

Assunto: PERIGO

17 de Agosto de 2016 18:04

Para: Anastacia Steele

Anastacia atenda o celular, você está correndo um grande perigo! Se estiver na SIP sai imediatamente!

Jack é o culpado, foi quem atirou na noite da festa!

É UMA ORDEM!

Estou preocupado com você!

Christian Grey
CEO, Grey Interprises Holdings, Inc.
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Taylor ainda se mantinha estático aguardando alguma nova instrução, mas é um fato de que não podia continuar aqui quieto esperando Anastacia dar seu ar da graça falando que está tudo bem, porque ela não estava respondendo e isso estava me deixando louco. Muito louco porque desespero achando que aquele crápula pode colocar as mãos na minha mulher e lhe fazer mal.

— Taylor prepare o carro vamos para a SIP imediatamente! — ele assente saindo na fente.

Volto a tentar ligar para Anastacia, mas dessa vez o celular dá fora de área. Agora é que começo a temer, a entrar em pânico e não tem como eu ficar aqui mais um tempo esperando. Mas que merda. Jogo um pote de canetas contra o vidro que estilhaça inteirinho e saio disparado da minha sala batendo a porta com tanta força igual um furacão vivo. Andrea me observando encolhida no seu lugar, talvez temendo ser chamada atenção de forma rispida se me abordasse, o que desejo que não o faça estou furioso, estou fora de mim, estou aquele animal.

Somente bato nas portas do elevador exigindo que abrissem logo, a minha ansiedade está me matando lentamente. Estou quase cainda na escuridão, estou me perdendo, estou me desligando. EU MATO AQUELE CANALHA HOJE.

~*~

Pov. Anastacia

Já era para estar em casa à muito tempo, sendo que meu expediente havia terminado a mais de meia hora, só que a droga do computador havia embirrado de travar agora que precisava enviar um e-mail para avisar um autor. Logo hoje aque estou tão estressada, porque quero muito encontrar Christian e lhe contar que aceito o seu pedido de casamento, porque não aguento ficar nem mais um segundo o enrolando com isso.

Violet havia saido, a maioria das pessoas já haviam ido embora, creio que estou somente sozinha com essas paredes me encarando. Pois não voltei mais a ver Jack. Ainda bem, ele é tão desprezivel. Acho até bom que ele tenha ido embora mesmo e que esteja somente eu e a minha pilha de nervos em franja. É então que busco o meu celular para ver se Christian já teria me ligado, já que nem consigo fazer nada do computador por estar impossivel.

Percebo que ao tirar o aparelho da bolsa ele havia descarregado a bateria e mordo o lábio temendo o deixar preocupado.

— DROGA, DROGA! — resmungo baixo e levanto para ir pegar café, preciso de uma boa dose de cafeina ou vou surtar.

O meu estômago de novo a roncar, a lembrar que preciso de ingerir alimento que nem comi com toda a conversa do almoço. Chego na sala de pausa e debruço sobre a máquina para tirar café, só que fico com a impressão de ter visto um vulto correndo na sombra e fico com receio. Havia escurecido substancialmente no lado de fora, deixando as ruas consequentemente mais desestas de pessoas e chovia muito para meu espanto. Olho para trás e não vejo ninguém.

Vou até à porta e a fecho, receando que alguém entre e me pegue desprevenida agora que me vejo sozinha nesse lugar tornando quase que assustador. Só que quando volto para a sala de pausa vejo que o copo do meu café não estava mais no mesmo lugar e fico intrigada. Olho em volta começando a não gostar dessa brincadeira de mau gosto.

— Está ai alguém? — um arrepio atravessssa na minha espinha. — Apareça não tem graça!

É então que sinto que me agarram pela cintura, tapam a minha boca para abafar os meus gritos. Tento debater para me soltar desses braços resistentes. Dou chutes com dificuldade e lá consigo acertar uma unhada na pessoa que geme de dor me libertando por uns escassos segundos. Tempo suficiente para ver quem era esse alguém me querendo assustar e revelar em meio à luz o rosto de Jack. "OH NÃO" o meu subconsciente grita.

— ASSANHADA! — diz ele furioso.

Jack vem vindo para mim com um olhar nojento ao qual vou dando passos sem perceber que logo estaria sem saida, porque colo na parede ficando encurralada.

— Então srta. Steele? — pergunta ele aproximando seu nariz da minha pele.

Esquivo o rosto para um lado, ele apodera a sua mão sobre a minha camisa, passando a tocar mesmo acima dela sobre os seios. Arfo sentindo nojo dele. Tento me libertar debatendo fortemente, mas ele é tão forte que acaba me bloqueando ainda mais. Pressionando seu corpo no meu só para que sinta a sua ereção. Que nojo, ele está duro.

— Hoje você será minha... — diz ele seguro de si enrolando meu cabelo em suas mãos e me arrastar à força para o interior do seu escritório.

Ainda tentei me soltar dele umas outras vezes, morder seus dedos que insistem em abafar a minha boca para que não grite, mas ele parecia mesmo decidido acabar com a minha dignidade. "OH CHRISTIAN POR FAVOR ME SALVA" digo mentalmente deixando lágrimas cairem do meu rosto em desespero.

— Estás a chorar minha puta? — pergunta ele me atirando para a sua cadeira com brusquidão. — Quando o teu namoradinho me ferrou feio não chorou, não é? — acusa aproximando mais de mim com o seu olhar nojento. — Ai de você que grite, eu juro que enfio uma bala na sua cabeça dessa vez!

— Foi...foi...foii voc-ê? — a minha voz sai falha.

— OH ela ainda tem voz... — fala ele em risos. — Claro que fui, era para o seu namoradinho estar morto agora, mas vou fazer uma coisa melhor... assim ele jamais voltará a tocar numa mulher como você. PORQUE VOCÊ É MINHA!

— NÂOOOOOOOOOO!!!! — grito em plenos pulmões quando ele ousa me tocar.

Por favor alguém me ajude digo mentalmente chorando ainda.

— Já disse para ficares calada sua puta! — ordena rasgando minha blusa e deixar meu sutiã à vista. — humm... esperei tanto por esse dia, Anastacia... — ele afasta um pouco abrindo a fivela da sua calça.

— NÃOOOOO! — empurro com os pés, em cambaleia um pouco para o lado.

Certamente que está anestesiado pelo álcool, pois de outro jeito, ele estaria estático seguro a esse chão. Jack não gostando do que fiz e me enfia a mão no rosto me fazendo quase cair nesse chão, ainda mais quando estou fraca sem alimento algum no estômago.

— Você vai aprender que não deve substimar o seu chefe!

Ele segura pelos meus cabelos, os puxando com força. Me infringindo tanta dor que me faz gritar outras vezes em agonia. Ele me obriga a ficar deitada, ele já está baixando a calça, a cueca boxe. Oh não, que nojo. E vem todo cheio de vontade me puxar a saia, ao qual tento impedir com as mãos, mas ele é tão resistente, não me dá nem como vencer essa luta.

— QUIETA PUTA! — ordena e não me fico, ajusto meu corpo de tal modo e aciono toda a força que tenha para chutá-lo.

Óbvio que Jack tomba, dessa vez redondo no chão e me dá tempo e espaço para esquivar do seu escritório. Estava desesperada para fugir, queria fugir mesmo desse inferno. Ele estava xingando lá no chão, mas não por muito tempo, pois o vejo vir ainda mais irado que antes e me vem agarrando pela cintura, me arrastando com uma força bruta para uma outra sala que deduzi ser a sala de arquivos. Então me atira para uma secretária de trabalho à força. Me fazendo chocar direto na superfice plana e ficar com dor, dor agunizante.

—SOCORRO!!!! SOCORRO!!! — grito antes que ele me abafe com a mão me envolva o braço na cintura e entre com a mão minha intimidade.

Quando sinto que não vou ter forças para lutar, por sentir meu corpo desfalecer um pouco mais, eis que escuto um som estrondoso de uma porta ser arrombada. Jack tenta forçosamente abrir o ziper da minha saia, afim de livrar dela e poder consumar o ato violento que tanto deseja. Só conseguia chorar, nem mais forças tinhas para me soltar desse monstro nojento.

— SEU FILHO DA PUTA LARGA A MINHA MULHER!

Fico com a impressão de estar escutando a voz de Christian, mas não tenho mais a certeza se é realidade ou se já estarei tão anestesiada pela fraqueza que sinto. Escuto barulho, sinto cheiro de sangue, mais barulho, mas tudo ficar cada vez mais confuso.

— ANASTACIA! — chamam por mim, mas é como se não estivessem, porque não estou conseguindo reagir. — AMOR? AMOR? FALA COMIGO! — alguém me toma em seus braços, me segura no colo e arrasta desse lugar. — Taylor leve Anastacia eu termino isso aqui!

Sinto ser movida para outros braços, também eles bem resistentes aos anteriores. Estou descontrolada chorando, sem conseguir parar, estou me sentindo estranha. Vazia e chorando simplesmente sem parar de novo.

— Srta. Steele? — alguém chama reviro os olhos vendo tudo ficar baço. — Srta? Se sente bem? — voltam a fala comigo, mas é como se não o fizessem não estou nesse mundo. — Fale comigo! — pede essa voz.

— Senhor Grey???? — alguém grita.

— O que foi Taylor?

— A srta. Steele não está nada bem!

Me deitam sobre alguma coisa macia, estremeço um pouco sentindo frio, calor e continua tudo igualmente baço até que perco a noção de onde estou, começando a ver tudo escuro e sem fim.

~*~

Pov. Christian

Fiquei completamente cego ao ver o que aquele cretino estava fazendo com a minha mulher, ele estava realmente tentando abusar dela e foi uma sorte aparecer naquele momento, tendo evitado o que temi que acontecesse. Anastacia estava banhada por lágrimas, nada bem que pedi com urgência para que Taylor a levasse dali, ela precisava de cuidados, a sentia a desfalecer cada vez mais. Temia pela sua saúde, parecia tão frágil, tão fraca.

Assim que vi novamente sozinho com o verme do Jack o surrei tanto, mas tanto, que só via sangue, mais sangue à minha frente cobrindo seu miserável rosto. Creio que os meus últimos avisos não devam ter surtido muito efeito, mas eu o relembro a não voltar jamais a tocar numa mulher que jamais será sua. Pois dessa vez eu garanto que o mato, ou se ele não morrer, irá ficar pior que nunca e irá desejar sobretudo a morte o quanto antes. Com um pé na terra e outro no inferno.

— ELA É TÃO PUTA... TÃO GOSTOSA, MAS PUTA, SABE?! — fala ele rindo todo ensanguentado sem qualquer noção do risco que corre alegando tais afirmações de Anastacia na minha frente.

E o soco com força no rosto, outra vez e mais outra até sentir que ele vai apagar, ou que está próximo de apagar. O começo a chutar em vários pontos do corpo, ele se conterce criando a forma de uma bola ao se proteger dos meus ataques violentos. Taylor logo aparece me chamando com emergência alegando que Anastacia não estaria nada bem, e fico louco, continuamente mais louco por sentir que ela está nesse estado por conta desse maldito cretino. Que só merece uma única coisa nesse mundo em que vive. A morte. Uma morte lenta, agunizante e absolutamente violenta.

— Senhor é melhor parar! — aconselha Taylor. — Ele está quase inconsciente!

— Não! — nego puxando o colarinho desse imbecil e o socar com mais força o obrigando a tombar forte no chão. — Esse merdas ainda não vai escapar impune! — digo cheio de raiva.

— Senhor! — Taylor me chama de novo. — É melhor... — assegura me puxando como seu eu fosse um adolescente socando um colega no colégio em mais uma briga feia. — Eu acabo com o resto! — assegura arremessando as mangas da camisa, o seu palitó dobrado sobre a secretária. — Chamei Sawyer, ele o levará sr. Grey!

Com alguma relutância ergo as mãos no ar, as vias cheias de sangue, minha roupa toda manchada com o sangue desse nojento. Fui até ao lavabo só para as lavar e dai sigo para o carro, Sawyer já lá estava velando por Anastacia, a cobrindo com uma manta para não deixá-la exposta demais, já que chove sem parar a essa hora e está um frio de cortar a respiração.

— Vamos para o Escala, Sawyer!

Desde logo ocupo meu lugar no banco traseiro, apoiando a nuca da minha morena no meu colo. Durante o caminho que se procegue para o meu apartamento, Ana permanece todo esse tempo apagada. Acaricio o seu rosto com as costas da mão, a observando e fico com medo de como possa estar seu psicológico depois do que aconteceu. Assim que Sawyer para o carro no estacionamento saio tentando levar Ana, mas lembro que estava ainda meio limitado, o meu braço. Oh merda.

— Sawyer preciso de ajuda! — peço e ele logo se prontifica a me dar uma ajuda puxando ela para fora e transportá-la para o elevador no colo.

Subimos até à cobertura, os meus olhos sempre concentrados em Ana e lembro de ligar para a minha mãe, pois de todas as pessoas era a única que podia chamar no momento, apesar de precisar de dar uma explicação depois, mas não quero ver a minha mulher exposta com um desconhecido. Assim as portas do elevador abrem indico a direção do meu quarto. Gail logo aparece com expressão preocupada no rosto e vou a ela só para passar instruções.

— Sra. Jones prepare chá, temo que Anastacia vá precisar de tomar líquidos assim que acordar! — ela assente indo para a cozinha.

Sigo para o quarto de aparelho no ouvido, já ligando para a minha mãe que me atende rapidamente se mostrando sempre eficiente e disponivel às minhas ligações.

— Christian querido! — cumprimenta sempre com amabilidade na sua voz.

— Mãe está em casa? — pergunto. — Preciso que venha com urgência aqui no Escala aconteceu uma coisa muito séria e preciso que observe Anastacia, ela não está nada bem! — peço adentrando o quarto e o segurança sai nos dando privacidade.

— Claro, vou voando para ai, filho! Mas o que aconteceu?

A minha mãe tenta saber, mas não ia entrar em detalhes numa ligação. É um assunto delicado demias para ser tratado dessa forma. Além que tem coisas demais para serem explicadas.

— Mãe depois, sim? Venha rápido!

Notas finais
Gostaram? O que tem a dizer sobre esse capítulo de horrores? Sobre o que houve com a nossa Aninha? Sobre Christian descobrir quem é de fato o atirador daquela noite? Além ai ainda sobrevive a esse capítulo? Comentem meninas, quero saber o que estão pensando, o que acharam. Fantasmas também, sim? COMENTE ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ P.S. logo tem herança do amor, sim? Até ao próximo capítulo, Lucy.