Start again a new chance for Love
65 Capítulo 65
Notas iniciais
Pov. Christian
Não conheço mulher mais intensa que Anastacia. Ela é a única que me deixa assim, tão completamente louco, a pedir por mais e fodidamente excitado. Estava sendo díficil para mim não poder dar um verdadeiro momento de entrega como os nossos mais intensos, mas esse mesmo para um limitado, bem que fora cheio de excessos e confesso que o esforço que infrinji em mim valeu muito a pena. A dor que enguli, valeu muito a pena.
— Amor? — saio de um transe de pensamentos assim que olho direto nos olhos azuis e brilhantes de Ana.
— Sim? — pergunto pegando meu corpo com vinho recém servido.
— Tem a certeza que está bem? — ela pergunta preocupada.
Gosta do modo de como se preocupa comigo, por vezes é bom sentir que alguém se preocupa com a gente.
— Completamente! — assinto tomando um gole.
Ana não se perde por mais delongas e acabamos fazendo nossa refeição em maior tranquilidade, conversando e degustando. Quando o seu tempo começa apertando, ela levanta limpando seus lábios e faço um beicinho não querendo de maneira nenhuma que vá embora, mas sei que Anastacia jamais vai aceitar que não necessita de trabalhar, porque ela quer, ela necessita se sentir independente e aceito isso. Na verdade, tem um tempo que venho aceitando todos os seus traços, principalmente a sua personalidade forte, decidida e desafiante.
— Isso quer dizer que só nos voltamos a ver logo à noite, não?
— Sim, há... — ela já estava na porta quando se lembra de algo. — Hoje não é o dia em que a sua mãe falou que queria que fossemos lá em casa? — pergunta me deixando a pensar. — Não me diga que você esqueceu?! — faz uma expressão desiludida me estreitando o olhar.
— Desculpe, não lembrava mais... mas eu daqui a pouco ligo para ela e confirmo por mensagem com você, sim?
— Claro!
Confirma pronta para abrir a porta, mas dou um pigarro. Ana me vem logo olhando com os seus olhos claros. Por vezes parece tão inocente.
— O meu beijo?
Ela toca a superficie suave dos seus lábios e em passos lentos vem até mim, que a envolvo com o braço na cintura e a beijo com fervor, até ela me travar com um empurrão ligeiro que me faz rir.
— Agora sim, pode ir srta. Steele! — digo muito mais satisfeito.
Logo depois de Anastacia ter saido da minha sala, peço por gentileza a Andrea que leve o carrinho do almoço e que confirme a disponibilidade do Dr. Flynn para me atender, já que estava necessitando muito de me consultar com ele antes de ir para a sessão de fisioterapia no final da tarde. Assim sendo, decido ligar para a minha mãe, porque havia garantido à minha namorada que iria falar com dona Grace para confirmar de logo à noite. Apesar de desejar ficar mais um tempo a sós com Ana, mas pronto, gosto de ficar em familia, eles tem sido muito importantes nesta minha fase da minha vida.
Dona Grace logo atende sendo objetiva a minha ligação, por vezes creio que de todas as pessoas a minha mãe é quem melhor me conhece.
— Oi filho! — cumprimenta ela com maior amabilidade. — Como você está? Tem sentido dor?
Ok, vai começar o interrogatório da doutora Grey. Esta é a parte que dispenso.
— Mãe estou muito bem, não tem com que se preocupar, sim? — tranquilizo sem delongas. — Então logo à noite sempre tem o jantar? É verdade mesmo que o avô Grey vai vir?
Tem mais de 1 ano que não vejo o avô Grey, ele é um homem sempre tão ocupado e das poucas lembranças que tenho dele, sempre fora a pessoa que mais me incentivou a seguir o meu próprio caminho, meu próprio rumo e encanto por negócios, apesar de Elena ter dado o maior empurrão naquela altura.
— É sim, Christian! Seu avô anda muito em baixo com a notícia da morte do seu tio que decidou vir passar mais tempo com a gente, espero que não seja nenhum inconveniente, filho!
— De maneira nenhuma, mãe! — acalmo. — Você sabe o quanto adoro ele e será até bom, pois assim apresento de uma vez a minha noiva para ele!
— Noiva? — ela pergunta.
Podia até imaginar os seus olhos claros brilhando do outro lado se os pudesse ver nesse momento.
— Não é ainda, mas tenho a certeza que ela irá me dar uma resposta muito em breve, mãe! — digo confiante.
— Fico muito feliz por você, filho! Desejo tudo de bom para vocês e por isso precisamos de comemorar!
— Mãe! — repreendo não gostando de festejar alguma coisa que não foi consumada. — Melhor ir com calma... — apelo ao seu bom senso.
— Trate de não se esforçar, quero vocês às 20:00! — estreito os olhos. — Beijo, filho! Te amo muito.
E antes que pudesse dizer alguma coisa que seja em minha defesa, a minha mãe simplesmente me desliga a ligação. Sério, odeio quando me fazem isso. Mas no caso sei que foi propositado. "Dona Grace me paga" digo mentalmente saindo de trás da secretária e ajeitar o palitó para sair de encontro ao ciclo de coisas combinadas para essa tarde.
~*~
O Dr. Flynn estava de perna traçada me observando atento, enquanto faço o meu desafabo habitual. Estava expressando a minha dificuldade em aceitar a ausência de resposta de Anastacia em relação ao meu pedido de casamento, até que ele debruça sobre o próprio tronco e me olha com uma expressão indecifrável.
— Já pensou que pode ser um assunto que a deixa surpresa? Como disse a srta. Steele é uma mulher que o inflinge mudanças em si desde o primeiro momento em que se encontraram! — assinto. — Talvez ela não se sinta tão preparada para dar esse passo tão grande!
— Acha que ela não me ama tanto assim? — a minha insegurança fala mais alto.
— Ninguém está falando isso, Christian! — assegura muito calmamente. — Os sentimentos dela por si nem estão em causa! Talvez o casamento seja só uma barreira que ela tenha medo em enfrentar!
— E como posso mudá-la? — pergunto.
— Dando espaço e tempo! — aconselha. — E quanto ao assunto da segurança dela, aconselho vivamente a não pressioná-la! Não tem coisa pior que se pressionar uma pessoa aceitar algo que a incomoda!
— Vou fazer um esforço! — digo dando de ombros.
Depois da sessão com o meu terapeuta terminar, peço a Taylor que me leve para a clinica privada onde andava fazendo as minhas sessões. Quando chego cruzo na entrada com uma velha conhecida, uma também amiga e antiga namorada de Elliot, a Gia Matheo.
— Christian! — cumprimenta ela com um sorriso rasgado nos lábios.
— Olá Gia, como vai?
— Bem e você? Oi? O que houve com o seu braço? — pergunta arregalando os olhos em uma preocupação desnecessária.
— Foi um acidente, você não soube pelos tablóides? — ela nega com um aceno de cabeça. — Mas já está tudo bem...
Minto, quando na verdade ainda nem sabia quem era o culpado, apesar de só me vir um nome à cabeça. E esse nome é Elena Lincoln. Pois de todas as pessoas é quem melhor se beneficiaria com a morte invicta de Anastacia. Benificiaria no sentido literal da palavra, pois jamais ficaria com ela.
— Bom, fico feliz, então... — diz ela tocando no meu ombro e me beijar a bochecha em despedida. — Te vejo por ai! Adeus!
E começa correndo para o parque enquanto eu dou a entrada na clinica me dirigindo ao balcão de atendimento. E dai seguir para a terapia.
~*~
Quando cheguei no Escala encontrei Gail arrumando os travesseiros na sala e a primeira coisa que perguntei foi por Anastacia ao qual ela apontou para a direção do quarto. De imediato corri para lá afim de encontrá-la e nada. Ana não estava no quarto, só que uma fumaça saia do lado do banheiro e percebi que a minha morena estaria no banho. Então decidi sentar e esperá-la sair. Ana logo aparece com a toalha enrolada no corpo cantarolando algo divertido e desconexo, seu corpo humido e gotejando pequenas gotinhas de água caindo no chão e toma um susto ao me ver sentado na beira da cama a encarando que até a sua toalha cai no chão. Oh visão maravilhosa. Até os meus olhos sorriram.
— Uau! — é tudo o que consigo dizer ao vê-la tão vulnerável na minha frente e fresquinha.
— Bem que podia ter avisado! — e ainda por cima fica brava. — Como foi na terapia? Esqueceu de me enviar mensagem, não é? Se não fosse Mia me avisar podia esperar sentada... sr. Grey!
E bato na testa lembrando de que havia esquecido completamente de avisá-la. Droga para a minha agenda. Droga para essa cabeça que anda mais no mundo da lua que na terra.
— Amor me desculpe não foi de propósito! — tento me desculpar. — E já que fala em terapia tenho ótimas noticias para você!
Os olhos de Ana se iluminam na minha direção, ela chega mesmo aproximar de mim, sentar na beira da cama do meu lado.
— Dentro de 3 dias vou poder tirar esses pontos e voltarei a ter a minha vida normal!
— Sério?
— Sim!
— Que bom, fico muito feliz! — o seu sorriso se rasga mais um pouco e me oferece um beijo inesperado nos lábios. Um bem molhado. — Agora vou me arrumar, porque não quero fazer ninguém me esperar e você do que está esperando ai? Banho!
— Mas eu preciso de ajuda, lembra?
Isso de bancar o doentinho tem me dado um jeito danado, sempre muito bom poder ter os seus cuidados comigo quase a tempo integral. Ana é perfeita em tudo.
Assim que ela me ajuda com o banho, que ambos estamos prontos, arrumados e cheirosos, é quando Taylor nos guia para descer até ao térreo preparando o audi para sairmos. Ana me sorri dando um selinho nesse momento e fico reticente sobre o que estaria passando em sua cabeça nesse momento. Mas é ai que as palavras do Dr. Flynn me voltam a 200% na minha cabeça me fazendo acalmar o espirito ansioso. Tem um fato de que cada minuto que passa, cada segundo na companhia de Anastacia fico com mais vontade ainda de questioná-la sobre o porque ainda não me ter dado uma resposta relativamente a meu pedido de casamento, porém tenho que aprender a esperar. "ESPERA CHRISTIAN" digo mentalmente no intuito de acreditar nisso.
— Christian?! Christian! — sinto que estão balançando o meu braço e saio de um transe de pensamentos dando conta da realidade e olho ela, nos seus olhos azuis brilhantes e lindos, tão identicos a safiras delicamente esculpidas. — Vamos? — assinto que sim com a nuca saindo do elevador de portas abertas.
Taylor abre a porta para que possamos nos instalar no banco traseiro e deixo Ana seguir na frente, se instalando incialmente, só então eu. O meu motorista fecha a porta e rapidamente assegura o seu lugar na frente do volante abrindo um caminho imenso circulando na estrada. A minha mão trepa sobre a coxa da minha morena, ela parecia tão distraida, que nesse momento logo me olhou sorrindo. Então me devolve a mão a segurando na minha, pressionar os seus dedos magros nos meus e direciona o seu rosto contra o meu.
— Te amo, Christian! — sussurra contra os meus lábios, passa o seu polegar da mão livre na minha bochecha ao qual viro um pouco a face a beijando e depois a beijo nos seus lábios com vontade.
Uns precisos 10 minutos depois, Taylor começa galgando o acesso à mansão Grey e Anastacia de cabeça deitada no meu ombro desperta o seu instinto se soltando do cinto, mas a travo. Ela me olha cheia de interrogações, mas simplesmente sorrio gostando de ser do contra.
— Estou ótimo, e dessa vez sou eu que vou cuidar de você, srta. Steele! — digo abrindo a porta e sair.
— Como é? — ela pergunta mordendo o lábio inferior.
Dou a volta ao Audi pelo lado traseiro e abro a porta dela. Estendo a mão para que me guie, só que Anastacia me olha desconfiada.
— O que você está aprontando, hein? Não me fala que arrumou uma orquestra para me surpreender, sim?
— Não dá ideias, amor! — aconselho, pois sou louco demais para por vezes aprovar isso e realizar de fato. — Vamos tem uma pessoa que desejo que conheça muito! — revelo a guiando comigo, enquanto Taylor cuida de arrumar o carro.
— Uma pessoa? Mas quem? — o seu instinto curioso se ativa.
Gosto tanto quando ela fica assim, curiosa e ativamente sedutora, porque Anastacia não sabe, mas ela é incrivelmente irresistivel ao ficar tímida como agora. Eu sei, ela sempre toma essa atitude, tal como na primeira vez que veio nessa mansão para conhecer os meus pais. Essa mulher realmente é surpreendente.
A uns metros mais à frente começo escutando vozes, eram gargalhadas desinibidas e pude reconhecer na perfeição quem seriam essas pessoas. Então entrelacei melhor os meus dedos nos de Anastacia e chegamos no alpendre iluminado por candeeiros ilustres de pé do século XIX, rústicos e com muito toque clássico. O meu avô logo vira a sua atenção para mim assim que dou as caras. Ele parecia muito bem acompanhado do seu habitual e fiel companheiro whisky.
— Finalmente chega o meu neto do coração mais amável! — fala ele pousando o cálice quase sem líquido. — Vejo que vem muito bem acompanhado, mas que bela mulher! — olho para Ana e ela começa corando.
Oh incrivel como ela por mais tempo que vá passando só cora ainda mais. Tão interessante.
— Avô deixe lhe apresentar a minha namorada quase noiva, Anastacia Steele! — e dou um empurrão leve no fundo das costas de Ana para que ela ganhe autonomia.
— Olá, senhor Grey! — cumprimenta ela muito tímida e meu avô toma a sua mão a beijando com muito charme. Ana fica ainda mais corada que nunca que antes.
— Por favor me trate por Thomas! — pede sorrindo. — Deixe a formalidade para o meu neto que por acaso ostenta muito bem o sobrenome! — e sorrio com o orgulho que o meu avô deposita em mim. — Carrick olhe só para esse casal, parece ou não como você e Grace à uns anos atrás?
Minha mãe aparece com Dorotheya vindo muito cúmplices, aposto que planeando alguma coisa, é certo. Alfred serve aperitivos e uma outra voz chama minha atenção me fazendo olhar por cima do ombro e ver Mia chegando de mão dada ao namorado, Ethan.
— Olá família! Olá vovô! — ela abraça o nosso avô o deixando perdido a batendo levemente nas costas. — Saudades do senhor! — diz ela e ele começa rindo.
— Mas onde está Elliot que ainda não o vi? — dedico perguntar por estar achando tudo demasiado calmo.
— Seu irmão deve estar chegando! — avisa meu pai.
~*~
Logo depois que Elliot finalmente chega, a minha mãe manda servir o jantar na sala de jantares e todos estão acomodados à mesa em conversa pararela, até que Lelliot levanta batendo a faca na taça de cristal. Ana me olha desconfiada e encolho os ombros não fazendo a menor ideia do que ele podia estar aprontando dessa vez.
— Um minuto da vossa atenção família! — pede ele e todos os olhares vão direto para ele. — Obrigado! — agradece descendo a taça e a faca. — Quero antes demais agradecer a todos a vossa presença, apesar de estar faltando o avô e avó Trevelyan, mas tenho a certeza que em outra altura os revejo. — os meus olhos vão para a minha mãe que fica ligeiramente emotiva. — Estou pedindo esse minuto de atenção de vocês, porque... — Kate olha para Elliot de mão sobre o peito, pois meu irmão desce uma mão mexendo no bolso. — estou cansado de esperar para fazer esse pedido e sei que amo muito a minha namorada, por isso... — a boca dela se abre. Olho para o lado e Anastacia está tão espantada olhando, na verdade varrendo os olhos por outros rostos, é espanto a duplicar. — Katherine Kavanagh você aceita casar comigo? — a pergunta sai acompanhada de abertura de uma caixa de veludo vermelha com aliança de ouro branco.
Se faz um silêncio incomodo, que torna todo o momento ainda mais tenso. Mia já pula na cadeira querendo um sim, claro, ela adora festas.
— Fala que sim, fala... — Mia pede toda empolgada.
— Claro que sim! Eu aceito casar com você meu amor! — responde ela se levantando e o beija.
Explode uma salva de palmas e vivas ao casal que acaba de ficar noivo. Elliot tira aliança da caixa e a enlaça no dedo anelar da sua amada.
— Parabéns, casal! — parabiniza o meu avô orgulhoso.
— Proponho um brinde ao mais recente casal de noivos da família Grey! — propõe meu pai levantando a taça.
~*~
Terminado o jantar aproveito que as mulheres estão ocupadas discutindo os detalhes de uma susposta festa de casamento e chamo meu pai para me acompanhar no seu escritório, pois gostaria de conversar com ele. Carrick logo vem atrás de mim, de certo acompanhado do seu cálice. Tal pai, tal filho.
— O que foi filho? — pergunta ao fechar as portas movediças do escritório nos deixando em privado.
— Já tem novidades em relação ao teste da balistica? Algum culpado reformulado?
Ele contorna a secretária grande de mogno se sentando na cadeira estufada de executivo de couro negro. Pousa o cálice no cimo, as mãos se apoiam por conveniência na secretária e me olha.
— A arma de fogo usada foi um revólver de calibre 38! — esclarece. — É uma arma comum, não tem qualquer tipo de registo, o que me leva a pensar que possa ter sido adquirida no mercado negro.
— Mas a mansão nessa noite estava cheia de seguranças disfarçados, pai! — relembro não entendendo como isso podia ter passado tão despercebido quando a segurança havia sido apertada. — Existia um detetor de metais logo na entrada, somente os empregados de segurança estavam autorizados a usar armas!
Esta história está muito mal contada, alguma coisa está falhando.
— Não sei, filho! Mas tem uma informação que o chefe da segurança me passou essa manhã!
— O quê, pai?
— Welch mencionou que o sistema de segurança e vigilância perdeu o funcionamento por meia hora. Mais precisamente entre 23:00 e as 23:30!
— Tempo necessário para alguém entrar sem ser percebido e fugir! — assinto achando isso um fato lógico. — Quem fez isso conhecia muito bem os cantos mais precisos da mansão, a menos... — e passo os dedos sobre a barba rala pensativo.
— A menos... — meu pai tenta me acompanhar no raciocínio.
— Que alguém tenha ajudado essa pessoa, lhe dado informação suficiente sobre os cantos mais similares dessa propriedade! É a única explicação que encontro, pai!
— Você faz ideia de quem?
— Tenho um palpite, mas não quero denunciá-lo por hora... — guardo a ideia para mim. Eu mesmo tinha que ir fundo com essa investigação. — Pai! — ele parecia já relaxando quando me escuta e olha direto para mim que já estou ajeitando o palitó para encontrar Ana. — Me mantenha informado, quero saber de mais... tenho a certeza que logo vamos descobrir tudo! E vamos encontrar esse culpado o fazendo pagar caro!
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