Notas iniciais
Olá meninas ♥ Obrigado por todos os comentários deixados nos capítulos anteriores, vocês realmente são leitoras brilhantes e deixam uma autora muito feliz. :) Esse capítulo trás a verdadeira destruição do plano de Elena em querer separar o casal e um presentinho para os que desejam que aquele outro plano B da vilã seja um fiasco... Sem delongas e porque quero que se divirtam comigo, o capítulo 57. É para todas vós esse capítulo e fantasmas continuem aparecendo, sim? Boa leitura,

— Não tem nada que possa conversar com o senhor na presença dessas duas pessoas! — ela se referia a mim e à Dra. Greene. — Terá que confiar na minha palavra e na do Dr. Robert! — salienta chocando contra as portas do elevador, agora fechadas.

— Ninguém aqui falou que é mentira o que ele tem mencionado da gravidez... — ergo a sobrancelha com o argumento dele.

Mas é ai que dou conta de que Christian estaria encenando tudo. Óbvio, ele quer enganá-la para que a Dra. Greene faça o teste. Sabia que o meu homem é realmente inteligente. "NÃO SE EXCITA, LEMBRE QUE O PLANO TEM QUE DAR CERTO" o meu subconsciente adverte me aquietando a empolgação.

— Então o que ela faz aqui? — pergunta cheia de si me dando uma raiva pura.

— A Dra. Greene veio examinar Anastacia! — a Dra. Greene assente em confirmação me piscando o olho assim que me olha. — Como vê, ninguém está aqui por você.

Leila não me pareceu muito confiante, já que me olha com uns olhos desconfiada, provavelmente não gosta de mim, mas quanto a isso estamos de igual para igual, já que tenho o mesmo sentimento em relação à sua presença repugnante e nojenta.

— Então podemos conversar em privado? — ela pede o tocando sem qualquer pudor.

Me seguro firme ao chão para não acabar com ela ali, já que isso iria arruinar a farsa que Christian está empenhado em levar até ao fim. Ele me olha por cima do ombro e assinto respirando fundo. A Dra. Greene me segura a mão me levando para o escritório.

— Confie nele! — afirma ela se sentando comigo e acariciar suavemente a minha mão tremula.

— Confio, mas ela não me inspira confiança alguma!

~*~

Pov. Christian

Sem Anastacia agora podia encenar com mais facilidade, pois sei que os que os olhos não vêem o coração não sente, essas palavras que fiquem claras não são minhas, mas da sra. Jones.

— Sente! — ordeno sendo o frio e seu antigo dominador.

Leila ainda me olha de lado, mas acaba cedendo como se temesse alguma repreensão se me viesse negando a ordem. Por isso agradeci mentalmente por ainda continuar com a sua conduta de obediente submissa.

— Não saia dai, vou pegar mais chá na cozinha! — digo pegando a bandeja.

Claro que o meu plano era outro, eu iria simplesmente colocar um pouco da droga que a faria ficar sonolenta, consequentemente a deixaria grogue ao ponto de perder qualquer sentido do que lhe faria depois. Então colocando uma pequena quantidade, adiciono o açúcar e mexo de forma a não deixar vestigios. Só então volto para a sala com a bandeja.

— O senhor não toma chá comigo? — ela pergunta assim que pouso a bandeja na mesa de centro.

— Leila você sabe que não tomo chá, então beba!

Ela encolhe os ombros pegando a xícara e toma um gole, sorrio brando com isso, pois tinha a certeza que tomaria tudo até ao fim. E assim Leila o faz, tomando o líquido todo.

— Melhor? — pergunto pousando as mãos sobre os meus joelhos. — Então podemos conversar! — ela assente recostando as costas no sofá. — Leila gostaria de avisá-la para o fato de não ter gostado de receber as tais mensagens ontem! — ela pende a nuca mostrando uma expressão impassivel. — Agradecia que terminasse de uma vez por todas a fantasia que criou em sua cabeça, porque independentemente do que pensa, sou muito apaixonado por minha mulher! Então não é com essa ilusão de esperar um filho meu que a nossa relação irá mudar.

— Mas ela nunca lhe dará o que sempre lhe dei! — protesta e franzo o olho em repreensão pois não gosto da sua atitude. — O que ela tem que eu não tenho? Ela é morena, pálida, baixa assim como eu, não tem nada de diferente nela! — altiva um pouco a voz e levanto a mão para indicar que alivie o volume da sua voz, já que está no meu apartamento e aqui ninguém fala mais alto que eu. — Nós vamos ter um filho, Christian! Meu mestre, vamos ter um nosso próprio rebento, será que ainda não percebeu que temos uma conexão?

— Mas que conexão, Leila? — levanto repentimante não consigo me segurar por muito mais tempo.

— A nossa vida... — ela prepara para levantar, mas a sinto retrair um pouco, como se começasse a ficar zonza. — a nossa ligaç-ão... — e tomba para cima de mim ao qual a fico sustentando em meus braços.

Então a levo para o quarto superior, por respeito a Anastacia que jamais iria aceitar vê-la deitada sobre a cama onde nós dormimos e então já no primeiro andar trilho o corredor com Leila em meus braços até à porta do antigo quarto de submissa. Deito ela na cama dossel e volto a deixá-la para chamar a Dra. Greene.

— Ana? Dra. Greene? — chamo por elas ao correr as escadas até ao ré de chão.

Ambas logo surguem abrindo a porta do meu escritório. Anastacia na verdade vindo de braços cruzados e desconfiada.

— É sua vez, Doutora! — ela assente subindo as escadas para fazer seu trabalho.

Vou até a minha morena para abraçá-la pela cintura e olhá-la em seus olhos azuis cheios de preocupação. Anastacia simplesmente me aperta a ela e sinto o seu corpo tremelicar com um nervoso miudo. Afasto para olhá-la novamente.

— Amor vai dar certo, sim? — ela assente com a cabeça. Entrego um selinho breve em seus lábios.

Minutos depois a doutora vem descendo as escadas apressada pronta para seguir para o novo plano e acompanho até ao hall da entrada. Ana nos fica observando de braços cruzados e quando ela simplesmente vai embora volto para junto dela.

— Vai confrontá-la quando acordar? — pergunta.

— Sim, Ana. Chega de mentiras!

— E se ela negar, sabe que sempre tem essa possibilidade! Olhe, não me vou segurar! — avisa e rio com o seu humor negro. — Não ri, não tem graça! Tenho um ódio imenso dessa maldita!

— Amor relaxa, sua hora vai chegar! — tranquilizo, sabendo que seria inevitável Ana e Leila se pegarem em alguma discussão acesa. — Agora o que acha da gente namorar um pouco, hein? — sugiro dançando com ela, minhas mãos concentradas na sua cintura agora que a seguro contra mim.

— Com ela lá em cima podendo acordar a qualquer instante? Não, amor! — nega e faço um beicinho para tentar demovê-la do contrário. — Christian, não! — continua me negando.

— Vamos ficar assim agarradinhos, pode ser? — tento dar uma outra alternativa. — Dançar uma música silênciosa ou quer me escutar tocando piano?

Os olhos dela correm para a direção de onde o meu piano de cauda está pré-disposto. E quando me volta a encarar os seus olhos é como se ganhassem um novo brilho. Então a tratei de guiar ainda segura por minhas mãos até ele. Ana senta lado a lado a mim e abrindo a tampa do magnifico teclado tento inspirar em algum tema que não seja melancólico, já que a sua presença em minha vida é tudo, menos isso. Então pego num dos temas mais modestos de Chopin e começo a tocar Spring Waltz. As notas me saiem fluidas e sauves por meus dedos e balanço fechando os meus olhos para sentir a harmonia da música.

Me vejo viajando com as notas que dessa melodia saiem, era como se o mundo fosse diferente, só eu nele habitando, mas não sozinho, muito pelo contrário acompanhado de Anastacia. A minha dama de ferro, a minha mulher. Nesse mundo, existiam crianças nos rodeando, é creio que nossos filhos. Eramos uma familia feliz, sem crueldade, só nós.

— Tão suave... — sussurra me fazendo abrir os olhos e olhá-la de olhos fechados sentindo a melodia.

Então sem parar de tocar a melodia que a está encantando, dou um beijo em sua bochecha levemente rosada e dous uns acordes mais aveludados e ritmados, até os sauvizar para de novo voltar com tudo ao cimo. É uma mistura de grave com agudo, alto com baixo. E assim finalizo a música.

— Bravo! — ela bate palmas sorrindo para mim, orgulhosa certamente. — Você toca ainda melhor que imaginei. Terá que tocar outras mais vezes para mim, amor.

— Todas as que desejar, sim?

~*~

Recebo uma ligação da Dra. Greene e atendo rapidamente, pois tanto eu quanto Ana estavamos ansiosos com esses resultados.

— Então doutora? — pergunto com o iPhone em viva voz para que a minha morena escute.

— Sr. Grey se confirma que a srta. Williams não está de fato grávida! — cerro o punho. — Muito menos que estaria de 12 semanas como me referiu anteriormente! — Ana me olha desconfiada.

— O quê? — tento saber.

— A srta. Williams simplesmente não está grávida, eu diria com toda a minha experiência profissional em Ginecologia, que tudo não passa de uma gravidez psicológica que muitas vezes pode gerar certos e determinados sintomas quase que verdadeiros! A própria pessoa chega acreditar nisso...

— Tem alguma chance de o exame estar errado, doutora? — ainda tento averiguar, não podia ter falhas.

Na verdade desejava que a Dra. Greene estivesse realmente certa, pois me sinto furioso com essa porcaria de farsa.

— Nenhuma! — confirma.

— Obrigado, Doutora! — e desligo a ligação.

Respiro fundo me levantando do sofá do escritório. Anastacia ainda se coloca na minha frente me impedindo de sair. Ela certamente estava com alguma carta na manga e queria realmente que desse um troco em Leila, mas sem exageros, apesar de estar bem irritado. Irritado, apenas não, super furioso.

Já que além de mentir, dizendo que estava de 12 semanas, quando na verdade tudo não passa de uma menitra, uma gravidez criada em sua cabeça. Além que já não temos qualquer contato a mais de 3 meses.

Saio com a minha namorada em direção ao primeiro andar, decididos a ajustar contas e acabar de vez com toda a farsa. Ao chegar no quatro encontro Leila acordando e mantenho parado no fundo dos pés da cama a encarando. Ana ao meu lado, mas não parada por muito tempo.

— Quando pensava contar a verdade, hein? — Ana se antecipa perguntando para Leila que parecia grogue por conta da droga administrada no chá. — Não minta, mais... já sabemos que não está porra nenhuma de 12 semanas! E muito menos que espera um filho de Christian!

— É sim, e... — olha para o braço incrédula. — Nãooooo! — grita irritada que detesto, pois não gosto quando me levantam a voz. — Você não tinha esse direito! — afirma ela levantando da cama para vir até mim. — Sai sua... sua... — mas Ana a corta.

— Sua quê? Hein?

Anastacia lhe faz frente mostrando peito feito e por um segundo pretendo intreferir, contudo Taylor aparece me chamando. O momento não era o mais propicio, mas pelo modo de como ele havia falado, parecia ser um assunto relativamente importante.

— Vamos para o meu escritório! — indico deixando Ana e Leila por sua conta em risco.

~*~

Pov. Anastacia

— Viu só ele nem se importa com você! — digo arremessando as mangas da minha camiseta. — Christian jamais será seu sua pirua de quinta! — e assento um tapa estalado no rosto de Leila que tomba para cima da cama. — Esse foi por ter insinuado que estava grávida do meu homem! — dou outro tapa que a faz virar o rosto para o lado do criado mudo ainda que xingando baixo. — E esse é por tentar me separar dele!

— SUA LOUCA! — Leila protesta me puxando para cima da cama que vou dando troco, lhe tapeando e puxando os cabelos sem qualquer pudor, pois estou com uma sede louca de vingança, por todas as razões possiveis, pois ela é desprezivel quanto Elena. — ELE NÃO VAI SER SEU POR MUITO MAIS TEMPO... AI SUA LOUCA! — mas as suas palavras só me deixam mais cega, tão cega que fecho a mão para lhe esmurrar, me pouco lixando para o resto, pois não tenho qualquer consideração por ela. — VOCÊ VAI ME MACHUCAR, SUA BRUTA, VAI MACHUCAR MEU FILHO!

Ignoro as suas palavras, está tão óbvio que a ficha já caiu sobre o filho e Leila revira me taepando tão forte que quase tombo para fora da cama. Ai ela aproveita a ocasião para me fugir, só que tem uma coisa que nunca aceito, e é perder uma briga como essa.

— Volta aqui! — grito correndo para fora do quarto e a puxo pelos cabelos ao qual a faço cair de costas e a tento arrastar com alguma resistência. — Você vai aprender a não ser puta com o homem das outras.

— PUTA É VOCÊ! SUA CABRA! — resmunga ela me arranhando com as suas longas unhas e me fazer arquejar de dor, que me faz soltá-la. — É, PARECE QUE A CABRA É FRACA, NÃO? — ela dá uma gargalhada me encarando com a mão sobre o meu quadril doloroso. — OH QUE PENA! AFINAL VOCÊ NUNCA DARIA UMA BOA SUBMISSA, OLHE SÓ PARA O QUANTO É FRACA! VOCÊ NÃO SERVE PARA O GOSTO DELE, CHRISTIAN MERECE MELHOR!

Engulo um pouco o orgulho, ativo uma adrenalina anexa, tento ignorar a dor que sinto latejar forte em mim e me vou a ela, chocando minha cabeça na sua que a faz tombar grogue contra o chão.

— Então? Quem é a fraca, mesmo? — pergunto dando uns chutes na sua bunda. — VÁ LEVANTA! — ordeno gritante. — Levanta... — a puxo pelos cabelos e ela me segura o braços pronta a revidar.

Ela me prende entre as pernas me obrigando a permanecer no chão, só que o que ela não lembrou é que tinha as mãos livres e foi o suficiente para puxá-la para mim e morder a sua clavicula de forma que com a dor me soltasse. E de fato isso resultou, pois Leila rebolou agonizando no chão e pude rapidamente alcançar o alto da escada. No entanto, quando estou pronta para chamar Christian, Leila me segura pelo pé e desiquilibro quase caindo. A sorte é que me segurava no corrimão, se não já teria rebolado escada até baixo. Insatisfeita, levantou e veio para me empurrar, ela queria que eu me desiquilibrasse e caisse, mas não lhe podia dar esse gostinho.

— SABE QUAL É O PROBLEMA AQUI? — ela pergunta em acesso de loucura transbordando em seus olhos. — É VOCÊ, SUA PRESENÇA É UM SACO! E EM QUANTO RESPIRAR, ELE NUNCA VAI OLHAR PARA MIM!

— Nem mesmo que eu morra ele te vai olhar! — afirmo sem medo da sua ameaça implicita. — Tente o que quiser, lembre que irá apodrecer no inferno!

— NÃO, QUEM VAI PARA O INFERNO É VOCÊ!

Leila estava convicta de quem me atiraria do alto da escada, só que a empurro para que caia sobre o chão e aproximando dela, deixo um tapa estrondoso no rosto, agacho sobre o seu corpo e repito o mesmo procedimento igualzinho como fiz com Elena. Ela grita para que a solte e tenta algumas vez abduzir, mas em vão, porque estou tão furiosa com as suas atitudes que não iria parar. Contudo, quando acho que vou poder tapeá-la de novo um mão segura a minha. Levanto os olhos irritada por estar sendo impedida e encontro os olhos de Christian que fora muito silencioso em intrevir.

— Já chega! — ordena ele furioso.

— Não, eu ainda não terminei! — reclamo repuxando meu braço que ele não solta, simplesmente o segurando firme. — Christian me solte, eu vou matar ela! — ele me circunda a cintura igual o policial fez comigo na vez que desejei matar Elena na rua. — Me solta! Vou morder você se não soltar!

— Aguento a dor! — diz firme, sem humor. — Taylor leve a srta. Williams para fora daqui antes que eu perca a paciência!

Taylor segura Leila e a leva, mesmo que essa nojenta vá rindo da minha cara e rebato querendo a surrar, mas Christian me aperta fazendo ficar quieta.

— Me solta! — ordeno furiosa com a sua intervenção nada em boa hora. — ME SOLTE! — grito.

— Se acalme! — ordena me virando para encarar os seus olhos acesos e sérios. — Eu sei que está com raiva dela, eu também! — diz ele nunca tirando o seu olhar dos meus olhos indignados. — Mas você tem que se acalmar, amor! Veja o seu estado! Olhe como o seu coração está agitado, isso não é legal!

— Por favor, não me diga que está preocupado com o meu coração agora! — falo rude. — Sabe que mais? Eu dei uma boa surra nela, sim! Me deliciei com isso e daria mais se não me tivesse impedido! — digo cheia de mim, confiante de que havia feito a coisa mais acertada. — E se apanhar por aqui, juro que acabo com a raça daquela nojenta de quinta!

— Tão brava... — a voz de Christian muda, consequentemente o seu humor igualmente, já que me parece debochando.

— Nem vem! — tiro os seus braços de mim e vou descendo os degraus da escada ainda chateada.

Christian não fica quieto, pois escuto os seus passos atrás de mim descendo apressadamente a escada para me alcançar, mas viro instintivamente para o encarar e ele para de onde está.

— O que faremos com Elena? Melhor, por mim daria uma surra até ela cair morta, mas — ele me corta.

— Para já não faremos nada... — diz e faço um ar incrédulo. — Digamos que nesse momento Elena está numa clinica tentando recuperar o pouco que lhe resta... já que está condenada a morrer pelo que realmete mais presa nessa vida... a sua beleza! — não tem como eu não sorrir com isso. — Mas assim que se ela voltar aprontar mais alguma coisa, juro que ai eu vou agir! E ai não será você, serei eu acabar com ela de uma vez por todas!

Balanço a cabeça não gostando muito da ideia de ficar de fora, mas só o fato de ter a noticia de que aquela velha pedófila está num hospital me deixa feliz e sambando na sua cara de botox desfeita. Pois ela teve o que mereceu e ninguém garante que não tenha uma visita minha só para zombar.

~*~

Pov. Narrador

A surra de Anastacia havia sido pesada demais que Leila ainda estava arquejando de dor, mal se conseguindo sequer mexer em condições. Ela só estava bem xingando, alegando que um dia a mataria por ter sido uma desgraçada. Contudo, quando chegava no hotel o seu celular começou tocando e a morena meio que irritada acabou atendendo sem olhar quem estaria perturbando nessa hora tão errada.

— Alô! Espero que seja importante, pois meu dia está ruim! — diz ela em maus modos.

— Srta. Williams? Aqui fala um dos mais fieis amigos de Elena Lincoln, Marc Stuart! — ela ergue a sobrancelha começando a curva o lábio em agrado. — Estou ligando para marcar o nosso encontro, tenho tudo pronto, só necessito que assine os documentos que comprovam de que realmente recebeu a transação e propriedade em seu nome!

— Fico honrada em saber que Elena sabe honrar os seus compromissos com brevidade! — afirma sorrindo presunçosa, com outros planos para ferrar a maldita loira. — Me encontre aqui mesmo, estou no hotel hospedada! Estarei enviando o endereço por SMS. — acrescenta encerrando a ligação.

O seu sorriso se forma com as mil e uma ideias que tinha na cabeça sobre como gastar o milhão de dólares que Elena lhe pagara.

— Que pena, creio que alguém terá um ataque quando perceber que saiu perdendo! — a morena murmura rindo sozinha.

Notas finais
Gostaram? O que as meninas tem a dizer dessa surra? Dessa verdade arrancada de Leila? E do golpe final de Leila? Alguém aqui está pensando o mesmo que eu? Será que Leila vai mesmo golpear a Elena? haha Deixem vossa opinião, pois estou ansiosa para saber vossa opinião. COMENTEM ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ Até ao próximo capítulo, Lucy.