Notas iniciais
Olá meninas ♥ Estou pulando de alegria porque ganhei uma nova recomendação da linda Lili Swan ♥. Amor amei as suas palavras, foram lindas e me deram tanto animo ao acordar que precisei de vir presenteá-la com novo capítulo. Eu dedico ele inteirinho a você. :) Agradeço também a todas as meninas que comentaram, vocês são lindas e maravilhosas e esse capítulo também é vosso. Sem delongas e porque tempo é dinheiro o capítulo 53 para vocês. Não esqueçam que quem ainda não leu "Herança do Amor" vá até lá num pulo, merece a pena ler. :) Boa leitura,

Pov. Christian

Só deus e eu é que sabem o quanto me sinto aliviado por ter Anastacia de volta na minha vida, pois meus dias foram muito angustiantes em sua ausência. Só que agora sinto que a nossa relação está mais forte e resistente que nunca, pois ela está do meu lado e sei que juntos podemos superar todos os desafios da vida. Apesar de ter um assunto muito importante para resolver com Elena depois, porque estou possesso com a sua investida cerrada com Ana e parabinizo a minha mulher por ter agido do jeito que agiu. Sei que muitas vezes a violência não leva ninguém a lugar algum, mas Elena fez por merecer e isso eu só posso ficar do lado de Anastacia. Pois só mostra o quanto ela consegue ser superior e não se agachar, só porque alguém quer pisar nela. Relativamente a isso, Ana me surpreende, por sua coragem e bravura. Ela é uma mulher extremamente forte, aquela que eu precisava na minha vida e que é a verdadeira causa de muitas vitórias.

— Para onde estamos indo? — pergunta ela quando a guio de braço dado calçada fora. — É sério que vai fazer mistério comigo? — faz um ar pidão que sorrio, pois fica extremamente linda assim.

Na verdade, para ser honesto sentia falta desse seu jeito tão emblemático, tão carateristico que se passassem 20 ou 30 anos, iria lembrar disso em qualquer lugar onde a visse.

— Já vai ver! — digo sem grandes delongas.

Aproximando da loja Tiffany & Co, onde mandara Taylor mais cedo antes da confusão. Entro com Ana que suspira olhando as jóias expostas na vitrine da loja, mas que trava o passo me olhando desconfiada, do real motivo da nossa vinda, o que não é mentira alguma que quero lhe dar um presente, porque namorados presenteiam as pessoas que amam.

Encolho os ombros e dou atenção à atendente que tece um sorriso rasgado para nós dois.

— Muito boa tarde! — vem cumprimentando ao aproximar da gente. — Em que posso ajudá-los? — pergunta muito simpática.

Ana franze a sobrancelha pois senti sua pontinha de ciúme. "Incrivelmente perfeita" penso ao vê-la desse jeitinho. Engraçado de como ela sempre cisma que todas as mulheres querem me comer, isso realmente me lembra muito um cara que conheci e que era meu personagem na vida real.

— Procuro uma aliança, a melhor, para oferecer a uma pessoa muito especial! — digo e os olhos da minha linda morena se voltam para mim desconfiados e brilhantes, muito brilhantes de uma tonalidade azul turqueza como as ondas do mar. Sorrio para ela puxando sua mãos aos meus lábios e a beijo com ternura.

Atendente face ao meu carinho se prontifica a pegar uma coleção de alianças banhadas em ouro branco. Dinheiro não é um problema para mim, nunca foi. O único problema é tê-lo todo e não saber em que gastar.

Então olho para Anastacia que agacha ligeiramente escolhendo a aliança que mais gosta. Tenho a certeza que qualquer uma que vá escolher, lhe ficará na perfeição. Até porque todas essas jóias foram criadas a pensar em um gosto sublime e simples como o seu.

— Não posso aceitar... — diz num sussurro afastando das peças de requinte elegantes.

— Pode sim, eu quero... — digo subindo seu queixo com a ponta dos meus dedos. — Você é minha namorada e eu quero lhe oferecer um presente! — ela suspira encolhendo os ombros e indica com o dedo qual havia gostado mais sem grandes protestos o que me deixou feliz. Afinal já superamos essa coisa toda.

A moça logo retira a aliança e me entraga na minha mão ao qual faço a gentileza de colocar no dedo de Anastacia, levar sua mão aos meus lábios a beijando docemente sobre os seus nós, a aliança e manter meus olhos erguidos ao seu olhar oscilante.

— É linda! — elogia olhando a aliança com um sorriso. — Oh amor! — e me entrega um beijo inesperado quando me preparo para pegar o cartão dourado e pagar.

A minha boca acaba sendo invadida por sua como avalanche sem aviso querendo um dominio da situação e sorrio entre esse beijo deixando sua língua entrar dançante e avassalar tudo. Só sei que acabei retribuindo ao centrar minhas mãos na sua cintura e puxá-la para contra mim. O contato do seu corpo criou uma corrente extrema e a chama do meu desejo acendeu ativa.

— Oh Ana... — sussurro ainda de boca ocupada na sua. — Me deixe pagar... — peço quase que minudo da sua atração fatal. Ela acaba liberando, mas só porque não queria continuar dando show na frente de estranhos. Eu sei o quanto gosta de ser discreta.

Então faço o pagamento rapidamente e saindo com Anastacia pego um táxi, já que Taylor não estava por perto e vamos para direto para o Escala, onde teriamos mais privacidade para namorar e brindar ao nosso retorno e laços fortalecidos da relação. Ao entrar no hall do apartamento Taylor chega falando que Leila havia chegado e isso me faz bufar, revirar os olhos consequentemente. Pois havia sido muito claro com ela na última vez. Contudo, parece que tem vezes que ninguém ouve nada do que falo e isso me deixa perdido. Altamente perdido e perder as estribeiras.

— Desculpe Ana, não... — ela me interrompe passando os dedos carinhosa sobre os meus lábios.

— Está tudo bem, ela não me assusta mais! — diz calmamente aliviando a minha tensão.

Leila logo aparece em roupas mais intimas para se exibir na minha sala, algo que nunca me vira aprovando na frente de visitas e muito menos na frente de meus empregados. Algo que desaprovo totalmente e acho uma falta de respeito. Já para não falar que é completamente desiligante fazê-lo na minha frente mesmo quando já não sinto qualquer tipo de atração fisica por seu corpo.

— Leila isso não são maneiras de andar por um apartamento! Trate imediatamente de se trocar! — ordeno furioso com essa atitude. — E o que faz aqui? Já disse que nosso contato é somente por conta do bebé, não necessito de você por perto o tempo inteiro! — a última parte que sai num rosnado.

— Oh meu senhor só queria fazer um agrado para você... — ela vem confiante na minha direção com sua investida tal e afasto levantando a mão para que possa parar exatamente onde está.

O cheiro de bolo fumegante sai ativo da cozinha e as minhas narinas meio que se dilatam com esse aroma tão delicioso aos cozinhados da sra. Jones, que são realmente dignos de um rei. Leila por sua vez faz uma expressão estranha levando a mão à boca como quem fica com enjoo, fico apreensivo. Ana não sai do seu lugar como se estivesse testando tudo muito em silêncio.

— Não suporto esse cheiro! — afirma ela afastando um pouco.

— Engraçado! — Ana intromete passando na minha frente. — Enjoo é para grávida de gestação inicial, não foi você que veio falar que estava de 12 semanas? — ao escutar isso os meus olhos caiem em Leila semicerrando. Estaria ela ousando em me enganar?

Já para não falar que não gostei nem um pouco do tipo de atendimento que o Dr. Robert ofereceu, achei tudo tão estranho, mas não fiz caso. Sendo que prefiro agir sozinho, na calada e encontrar respostas para a minha desconfiança. Leila começa a sorrir irónica e aproxima de Anastacia o que me deixa em estado de alerta, pois não quero confusão, não na minha frente. Muito menos quando está envolvida uma criança no ventre que sei que pode ser alvo de um deslize grave.

— E o que você entende de gravidez se nunca esteve grávida, hein?

— Olhe lá e quem é que necessita de ficar grávida para entender dessas coisas, oh sua... — e puxo a minha morena pela cintura afastando da outra, antes que se pegassem brutalmente. — Me solta Chris, ela merece um tabefe na sua cara! — protesta e a faço ficar quieta apertando mais contra mim.

— Leila vá se trocar e trate de ir embora imeditamente! — ordeno apontando o dedo e levo Ana comigo para o meu escritório.

Uma vez fechando as portas atrás de mim, Ana caminha de braços cruzados até à gigante janela olhando para fora. Vou ao seu encontro incerto se a devo abraçar por trás, mas decido ficar quieto e simplesmente solto um pigarro para chamar sua atenção.

— Me desculpe a minha atitude de à pouco, mas ela me tira do sério! — lamenta ao qual aceno a cabeça não ligando mais para isso. Pois sei bem o que havia visto e Leila estava se excendendo nos limites.

— Não se preocupe! — tranquilizo aproximando um pouco mais e passar os meus braços na volta da sua cintura ao qual ela desce as mãos segurando as minhas. — Você acha que Leila possa estar me enganando? — questiono face à anterior desconfiança levada por Ana que me deixara a pensar.

Anastacia se vira ligeriamente para me encarar, os seus olhos cheios de desconfiança e pura preocupação. Eu sei que de todas as pessoas, Ana é quem eu mais confio e que sei que se ela jamais me enganaria.

— Você confia nela honestamente? — a sua pergunta me deixa a pensar.

Houve um tempo em que confiava plenamente em Leila, achava que apesar de obediente sempre cedendo aos meus inteiros pedidos em forma de ordem, não me pudesse enganar. Mas visto que revelara irresponsabilidade ao se descuidando quando ainda estavamos juntos, a minha confiança não se tornou mais a mesma. Então sim, posso dizer que não consigo ter uma plena confiança em alguém que deixei de conhecer.

— Não! — respondo. — Mas isso também não quer dizer que ela não esteja grávida de fato! — saliento. Ana assente completamente de acordo. — Então só vou descobrir a verdade quando o bebê nascer!

— Isso vai levar algum tempo! — diz ela afastando para um canto oposto. Fico quieto a seguindo com o olhar. — Christian ela tem um médico, certo? — assinto que sim, mas não sei onde ela quer chegar com esse pensamento até porque parece uma conspiração em tanto. — Você confia nesse homem de jaleco?

— Onde quer chegar com isso, amor? — pergunto erguendo ambas as sobrancelhas.

— À verdade! — afirma pousando as mãos no quadril, de expressão séria se parecendo uma excelente detetive. — Não acredito que aquela mulher que acabou de desfilar quase nua em sua sala esteja grávida de 12 semanas! — pendo a nuca arqueando ainda mais a sobrancelha. — Ela só pode estar enganando todo o mundo! — diz cheia de si, não medindo palavras. — Não sei, é somente a minha opinião e não quero sequer intrometer nesse assunto que nem respeito me diz!

— A partir do momento em que intrefere em nossa vida, diz sim! — declaro dando uns passos na sua direção e concentrar minhas mãos nas maçãs do seu rosto, meus polegares roçando sua pele com muita delicadeza. — Vou pedir a Taylor para investigar, se ela realmente estiver nos enganando eu trato de arrumar um jeito de fazê-la cair na nossa armadilha!

— Que armadilha?

Os meus pensamentos voam para as muitas possibilidades de descobrir uma verdade crua e nua. Por vezes o uso da brutalidade literalmente, podia ser uma boa escolha, mas Leila simplesmente não irá agachar ao meu status de seu antigo dominador, então não iria adiantar de nada arriscar a minha reputação e vê-la arruinada junto da midia. Leila fez questão em me alertar que o faria caso a contrariasse suas vontades, caso a submetesse a crueldade de abortar um filho. Outro fato que me ocorria era submetê-la a uma observação da Dra. Greene, mesmo contra sua vontade. Pois diferente daquele médico que até pode ser o melhor da sua área, eu não me sinto confiante. Então tenho que jogar pelo seguro. Usar toda as minhas monições e garantir fatos. Fatos de que não esteja a mentir para mim, que não esteja jogando sujo só para destruir a minha relação com Anastacia.

— Primeiro farei Taylor investigar! — digo. Só que ela não parece muito esclarecida. — Depois nem que eu submeta a alguma droga qualquer... calma Ana! Não é nada de mal, é um simples droga que a fará dormir por algum tempo e é exatamente ai que a Dra. Greene entra... — ela abre os olhos ainda se ambiantando ao meu churrilho de pensamentos. — Ela irá fazer um exame de sangue, depois é só mandar para o laboratório e esperar!

— Isso pode demorar quanto tempo? — parecia começando a gostar, algo me diz que Anastacia está ansiosa por desmascarar alguém.

— Umas horas para ser exato! — respondo. — Umas horas apenas para descobrir de quanto tempo está!

— E até lá o que faremos, hein? — minha morena vem questionando manhosa subindo sua coxa insinuosa sobre meu quadril que me permiti descer a mão e passeá-la por ali.

— Namoramos, meu amor! — returco unindo minha boca na sua e começar uma cheia de fogo de artificio banhado por duas linguas se atacando fortifuras sem medo de escaldar.

O passeio da minha mão acentua ao chegar na nádegas da sua bunda e a repuxei mais para mim e juntos enterramos no caloroso sofá servindo de suporte para a nossa entrega carnal. Anastacia logo começou ofegando em minha boca, subindo incontrolada as suas mãos por meu corpo e desesperada desapertar os botões da minha camisa chata e interrupta.

— Oh baby que saudades do seu corpo! — sussurro contra a sua pele arfando louco de desejo.

Quando termina a derradeira batalha de me libertar da camisa me levanto para soltar dela. Anastacia logo senta passando as pontas dos dedos sobre os lábios me observando e se delicia com a visão que lhe propociono do meu tronco desnudo. Os seus lábios se moldam de um jeito tal que os vejo serem repuxados por seus dentes que os mordiscam. Então, porque o meu lema é agradar essa mulher que é tudo para mim, me vou a ela que me revida com a pontaria dos seus saltos em minhas cicatrizes e percebo que deseja que eu lhe retire os sapatos, salvo seja um serviço completo.

Sorrio de canto e tiro um sapato de cada vez, beijando a planta do seu pé com toda a vontade e desejo desse mundo, ela começa a se contorcer em cima do sofá, se mexendo com deleito e posso perceber o quanto isso a excita, pois cria a mesma sensação deliciosa em mim. Subo os beijos por sua perna até ao joelho e ergo os olhos atentos a ela que me presenteia com um revirar de olhos, mãos pressionando os seios ainda presos dentro dessa blusa que podia arrancar em três tempos se o assim desejasse. Circundo minha língua na em torno do joelho e novamente subo meus beijos sobre a sua coxa parando ali na base da sua saia. Contudo sou bem mais esperto do que ela julga e mesmo que a minha boca não consiga continuar o desejoso trabalho de a deixar ofegando, minhas mãos o conseguem. E com esse pensamentos que bambaleio os meus dedos entrando dentro da saia em uma pura descoberta à sua intimidade.

— Hum... — geme contraindo um pouco o seu corpo e me sento de joelhos continuando a minha investida. — Oh sim, oh Chris...

Ana prende os cabelos com as mãos e infiltro os meus dedos contra o seu sexo ao qual arredo o fio da sua calcinha para o lado e fecho os olhos com a sensação de humidade com o qual ela está e brinco deliciosamente com o seu clitóris arrancando novos gemidos dela e meus para ser franco.

— Oh Ana, aperta um pouco que estou cheio de vontade de enterrá-los! — ordeno com uma voz suave, ligeiramente ofegante que não tem como controlar.

— ISSO! — urro penetrando dois dedos lentamente, mas logo movê-los com mais força, porque quero ver Ana revidar, seu corpo revidar para mim.

O corpo dela acaba me respondendo do jeito esperando, contraindo completamente aperando os meus dedos a cada novo e apressado movimento no interior da sua intimidade.

— Quero sentir...! — ordeno e ela meio que desce as mãos pelo corpo abrindo o botão e deslizar o ziper.

Então faço o contorno do resto do seu trabalho, puxando sua saia para baixo, ao qual vem levantando a bunda para se libertar dela e assim que possivel a atiro para um canto qualquer. O obstáculo seguinte era a calcinha que observei malicioso e a mordendo assim que encosto minha boca nessa renda branca. A puxo entre dentes para mim, Ana corada me observa gemendo e descendo as mãos ávidas por seu corpo, subindo o tecido da blusa azul clara e inicio uma exploração quente tilitando a ponta dos dedos sobre a macia pele.

— RASGUE! — faço o que ela me pede e a calcinha vira trapos. — Hum... saudades dessa língua... — sussurra manhosa, gemendo e me abrindo maior amplitude de pernas.

Face às suas provocações desinibidas tratei de enterrar minha língua em sua intimidade sem delongas, junto com o movimento de dois dedos que penetrei. A sensação me correu o corpo inteiro, me fazendo transbordar prazer e êxtase. Não apenas eu lhe dou prazer, ela me dá igual. E amo a ideia de dar prazer a uma mulher que me revida.

— Hum... molhada como gosto! Oh gostosa buceta! Oh MINHA BUCETA! — urro me deliciando tanto que isso me faz sentir uma descarga imensa de adrenalina que entendi como um orgasmo.

Oh sim, Ana me faz gozar tão fácil, tão rápido. Ela me dá tanto tesão como nunca senti em toda a minha vida. Um tesão inebriante que nunca acaba. Acho que podia fodê-la uma noite inteira que nunca iria acabar meu tesão.

— Chris... oh assim é tão... ai que delicia... — geme e logo posso sentir as suas mãos moldarem os meus cabelos, os desalinhando, repuxando entre os finos dedos das suas mãos. Então trato de investir mais forte minha língua exercitando toda a minha força como se ela pudesse se transformar no meu pau duro, que de fato também está e tão duro que não sei quanto mais tempo aguenta preso dentro dessa cueca boxe baixo da calça social.

— MINHA MULHER, GOZA PARA MIM! — ordeno me excitando tanto que já estou com a mão livre subindo sem medos o seu quadril, abrindo um caminho justo entre o vale dos seus seios ainda presos os prendendo entre os meus dedos de forma gostosa e torturante, já que a ideia é beslicá-los, deixá-los durinhos para mim.

O corpo dela estremece, a sua humidade novamente fica humida e minha língua é banhada por seu liquido doce e amargo ao mesmo tempo, um toque de paixão e desejo que com a finalidade certa é a verdadeira tentação.

— Hmm... QUENTE, QUENTE... — urro lambendo os lábios da intimidade para que não escape nada a minha língua sedenta, os sugo com força.

Os meus olhos ficam brilhante com a tonalidade dos lábios do clitóris. Coradinhos, rosadinhos, mas a buceta igualmente na tonalidade que amo. Excitada e acesa de uma chama inebriante.

— QUERO VOCÊ! — ela geme mais alto não controlando a intensidade de como as suas palavras saiem da boca e me levanto de imediato.

Anastacia imita a mesma posição abandonando com fervura a blusa, expulsando o seu sutiã que me vi louco olhando o seu jeito meio selvagem e necessitado de mim. Mas eis que quando vou para soltar meu membro pulsante da calça, ela vem se ajoelhando e me pega de surpresa pressando as suas mãos de unhas cravadas no meu quadril e unir sua boca contra o tecido onde a minha ereção se faz valer da força, ganhando aquele volume anormal e teso de excitação me cora as bochechas a deixando arder, olhos semicerrados dificil de ficarem abertos por muito tempo.

— Tão duro, amor... — geme ela entre dentes tocando sua boca no tecido que flexiono para lhe dar maior amplitude de ereção.

As suas mãos são tão atrevidas que logo tratam de tatear o tecido, o abrindo para poder soltar o meu pau excitado. A sua boca logo o preenche lindamente, e tombo a cabeça para trás prendendo os seus cabelos entre meus dedos como o coque forte, os puxando para mim.

— ISSO, LINDA... COME TUDO! — urro semicerrando os olhos. As minhas pernas logo começando estremecendo, é como se Anastacia estivesse capacitada a me sugar forças com sua sensualidade. — CARALHO... OH BABY, OH AMOR! — obrigo os meus olhos abrirem e direciono a minha atenção ao que me faz. Ao jeito gostoso de como me puxa o pau com sua boca tão pequena.

Por sentir que logo iria falhar, dei uns curtos passos até à parede do escritório e me encostei nela, arqueando melhor meu corpo para que sua boca engolisse um pouco mais do que consegue. Acontece que ela foi sensivel à iniciativa e trato de penetrar meu pau totalmente em sua boca. O sugando e chupando gostoso. O lambendo, batucando com sua língua atrevida e afiada.

Simplesmente em resposta e porque não apenas ela tem direito a sentir prazer, ofereci umas estocadas em sua boca. Claro que isso fez com que ela se libertasse algumas vezes do meu membro, mas colocando direitinho em sua boca.

— OH SIM, OH... CARALHO PUTA MERDA! — urro usando palavras grutescas que ela não se importa, na verdade vem sempre com mais sede me arrancando outros urros mais rudes e selvagens. — OH MERDA, ISSO É TÃO DELICIOSO! — reviro os olhos com tamanha excitação. — DESSE JEITO ME FARÁ GOZAR, BABY!

Bato intensivamente a nuca contra a parede branca, estoco meu corpo na sua direção e quando Ana já está mordendo a pontinha me surpreende subindo e unir sua boca na minha, sua intimidade entrar em contato com o meu pau duro, aceso e louco, mas louco por explorar os canais mais apertados e intimos do seu sexo.

— Sinta o seu gosto, amor! — geme ela contra a minha boca, o que me fez arquear as covas do sorriso e simplesmente retribuindo expandindo minha língua em uma procura acesa por a sua e revidarem a uma troca justa de sabor e êxtase.

Mas se a minha boca está ocupada com uma sede ávida, meu corpo já está em chamas penetrando o de Anastacia que me faz apertá-la tão forte junto a mim. Mas tão forte que até suas coxas me apertam e a prenso de tal forma que preciso de guiá-la até ao cima da minha secretária de trabalho. Atirando com tudo o que está em cima, não me preocupando mais com nada, só em lhe dar o justo prazer.

Então quando a sento literalmente sobre o tampo da secretária, Ana vem entrelaçando melhor as suas pernas em torno do meu quadril e simplesmente a começo estocando com muita força, criando uma sensação intensa de vácuo interior. O seu corpo me responde espasmando, o meu o acaba acompanhando já que é inevitável, quando é tão intensa.

— DEITA AMOR, DEITA! — ordeno com uma voz grave, rouca e ela me cede, oferecendo uma visão digna, magestosa do seu corpo que fico com a vontade imediata de morder inteiro de tão perfeito, delicioso e tão meu que é. — QUICA PARA MIM! — volto a ordenar e Ana vem esquicando, rebolando de uma forma dançante que me fez estocá-la uma, duas e três vezes seguidas. — GEME PARA MIM, AMOR!

— OH CHRIS, EU SOU SUA MULHER!

— QUERO MAIS! — exigo deixando meu pau afundar mais ainda na sua intimidade, sem qualquer espaço de separação.

— SUA MULHER, SÓ SUA E UNICAMENTE SUA! — geme tão alto e tão extasiada que as suas mãos viajam bambas por seu corpo, apertando os seios que comecei puxando pelo mamilo o deixando mais durinho e extensivel como gosto.

— OH ANA... — urro sentindo uma quebra interior, uma sensação muito forte de adrenalina correr minhas veias. — MINHA ANASTACIA...! — estoco bravo e o meu membro começa a ficar contraido em sua intimidade, o sinto apertar, mas ainda assim não movo mais devagar, eu tinha que aguentar. — CARALHO, ISSO, OH SIM... APERTA ELE, AMOR! — puxo o seu corpo que me foge por conta das investidas ferozes e a estoco novamente. Aperto agora o outro seio, puxando aquele mamilo para deixá-lo tão semelhante ao esquerdo e duramente belo onde queria cair chupando com minha boca. — VONTADE DE MORDER SEUS LINDOS SEIOS!

— Morde eles, vai... morde todinhos. — implora corada, soando por tudo o quanto é lugar e uma única coisa importante transbordando desejo inevitável. — O mais importante, me fode gostoso...

Puxo uma outra vez o seu corpo, porque está me escorregando tão fácil e ela se obriga a apoiar em seus cotovelos me dando maior facilidade em sugar seus mamilos em minha boca. Sentir aquele gostinho delicioso da sua pele e brincar, brincar muito seus biquinhos.

Assim sendo, Ana cuidou de rebolar deliciosamente seu corpo a baixo do meu e ainda investi com mais uma estoca ou outra, oferecendo a merecia violência que me vem pedindo, até meu corpo começar a espasmar com maior intensidade, sentir aquele puxão carateristico a baixo do umbigo e me deixar gozar no interior dela que sei que iria amar e simplesmente gemi, gemi seu nome.

— OH ANASTACIA...

— CHRISTIAN... — ela geme meu nome no mesmo momento.

E sinto o ápice máximo me atigir com uma frontalidade que só tenho capacidade para segurá-la contra mim e cairmos no sofá próximo da gente para nos acalmar. Acalmar as batidas aceleradas desse coração furioso.

Notas finais
Gostaram? E que tal o presente de reconciliação? O que tem a dizer dessa Anastacia que está pronta a enfrentar Leila arracando verdades? E Christian especulativo sobre um plano? E esse hot no escritório? Comentem meninas, quero saber o que acharam, sim? Fantasminhas, apareçam eu sou um amor e dou bonús se aparecerem... hein? Negociamos? haha COMENTEM ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ Lembro que se forem bem recetivos nos comentários voltarei voando... mas uma recomendação me faz voltar a 200%, e ai convenci? P.S. dêem uma olhada em "Herança do Amor" atualizei. ♥ Até ao próximo capítulo, Lucy.