Notas iniciais
Olá meninas ♥ Agradeço os comentários anteriores e finalmente consegui responder a todas. Já não era sem tempo e mesmo as poucas fantasmas que apareceram, meninas um grande beijinho para vocês, pois mostraram que não é preciso ter medo. :) Orgulhosa de vocês, lindas. ♥ Eu sei que estão todas abaladas com esse capítulo anterior, não é para menos e porque pediram tanto, um novo capítulo cheio de tretas e emoção está indo direto para vocês saciarem a curiosidade. :) Volto a pedir a outras fantasmas para aparecerem, não mordo e fazem de mim uma autora orgulhosa se derem as caras. Antes que esqueça e porque recebi uma nova recomendação, dedico o capítulo a Gigi, porque ela foi um amor e adorei as suas palavras. Um grande beijinho a você, linda. ♥ Sem delongas e porque quero logo soltar a briga eis o capítulo 52. Espero que gostem e não esqueçam as notas finais. Boa leitura,

Pov. Anastacia

Dias se passam e a minha cabeça continua feita em água, os meus pensamentos sempre envoltos em Christian e na sua mensagem de sábado, já para não falar que continuara insistente durante os restantes dias tentando me contatar, mas que sempre o andei evitando e no pouco que permiti que falassemos não dei grandes certezas. No fundo eu tenho a certeza que ele não tem culpa, que é inocente e que me ama verdadeiramente.

Só que apesar de tudo preciso de espaço, tempo para mim. Só que agora não apenas Kate está sabendo do que aconteceu, já Mia, Violet e Elliot sabem e estão constantemente em cima de mim querendo forçosamente me animar, me fazer ver que Christian precisa de mim, que tal como eu está sofrendo e que devo compreensão.

Aproveito a pausa da hora de almoço e me pego observando o celular, passo os dedos sobre o ecrã e a foto do meu visor continua exatamente a mesma. A foto de nós dois naquele evento solidário e carrego no botão esquerdo para ligar para ele, mas quando atende, escuto a sua voz o arrependimento bate e desligo imediato sem coragem para tecer palavras. "DEVIA TER FALADO, ANA! LIGA DE NOVO, VAI!" o meu subconsciente aconselha desesperado por me ver novamente renovada. A minha deusa num luto desalmado colocando flores negras sobre a lápide do seu amor que morreu.

— Ana! — Violet me chama pousando a mão no meu ombro ao qual olho por cima e levo meus olhos de encontro ao seu rosto. — Ainda não ligou para ele? — assinto com a cabeça. — Do que está à espera? — desço os olhos dela novamente ao aparelho e primo no botão me monindo de coragem.

Violet me dá espaço e levo o celular ao ouvido na esperança que ele não atenda, mas tem um fato de que Christian atende sim e arrepio interinha com a sua voz. Oh sim, as saudades que sinto dela. Na verdade sinto falta de tudo para ser exata. E não pense ele está sendo fácil evitá-lo que não está.

— Ana por favor não desligue... — implora com uma voz envargada. — Sinto tanto sua falta, por favor aceita conversar? Eu posso encontrá-la onde quiser, só não me deixe na negação!

— Também sinto a sua falta, Chris... mas as coisas são tão complicadas... — sussurro quase que mais para mim essa última parte.

— Me deixe ajudá-la a descomplicá-las, meu amor! — pede com ternura na voz que me deixou embalada por uns segundos. — Só quero uma oportunidade para conversar, depois disso você decide o que quiser para você! Mas se for para me rejeitar de vez, vou ficar de consciência tranquila de que falei tudo o que queria, fiz o que podia.

"ACEITA FALAR COM ELE, DÊ UMA CHANCE A ESSE HOMEM QUE ESTÁ DESTRUIDO POR DENTRO" o meu subconsciente pede pidão não aguentando certamente ver nós dois nesta malvada situação. A minha deusa capaz de largar as flores e me olhar cheia de esperança. Pois tem um fato de onde há vida, há esperança.

— Tudo bem, podemos conversar! — digo certa. Ele suspira do outro lado.

— É melhor que nada! — concorda aceitando minha proposta. — Até!

Assim que desligo a ligação trato de voltar para interior da editora, mas acabo cruzando com Jack que me olha de um jeito que prefiro nem descrever, já que me causa náuseas e sigo para o meu lugar atrás da secretária. Contudo ele vem até mim, pousando suas mãos no tampo da secretária. Finjo que nem estou olhando, não quero ser perturbada e não, não vou entrar nos seus joguinhos imbecis.

— Nunca mais vi o seu namorado por esses lados... — comenta muito provavelmente em deboche. Claro, se tem alguém que deve estar se divertindo com isso é ele. — Estão brigados? — pergunta como se isso fosse da sua conta. — Será que posso ser um belo amigo e consolá-la essa noite?

— ME DEIXE EM PAZ! — acabo gritando com ele ao levantar bruscamente da minha cadeira e puxar minha bolsa tiracolo.

— Onde pensa que vai, seu expediente não terminou, Steele! — protesta ele.

Acontece que o ignoro saindo da editora sem paciência para os seus delirios insinuosos se acha que só por estar fora de Christian que lhe darei alguma chance. Mas é que nem em sonhos, isso jamais irá acontecer, porque eu não o suporto, ando acomulando cotas de aviso dentro de mim, acho que algum dia eu vou explodir e irei pedir demissão de uma vez por todas. Acabar com este maldito inferno que não merecia estar vivendo.

Continuo caminhando calçada fora ignorando as pessoas que chocam contra mim e sigo em frente, mantendo o meu foco no passo apressado e eis que o meu dia não podia ficar pior quando ao virar a esquina choco com uma mulher, mas não uma qualquer, a bruxa da Elena de frente. OH merda, só me faltava essa agora.

— Tenha cuidado por onde anda garota! — protesta ela irritada, mas suas feições se alteram ao me encarar com pormenor. — VOCÊ? — pergunta em deboche olhando de alto a baixo. — Com tantos lugares em Seattle tinha justo que cruzar com você, sua sem graça!

— Olha lá como fala comigo sua velha botox! — respondo de letra, não me dando ao cuidado de ser educada com ela, quando a odeio absolutamente. — Você deve estar feliz! — insinuo apontando o dedo na sua direção. — É, claro que está... olhe só para esse sorriso falsine! — aponto o dedo na frente dos seus olhos. Ela dá um passo atrás. — Você sabia que Christian vai ser pai, não é? Deve estar adorando me ver assim, separada dele, mas me deixe lhe dizer uma coisa... — ela pende a nuca para o lado, passando as mãos com anéis nos cabelos loiros oxigenados. — Você não vale nada! Não passa de uma velha solitária e que vai terminar sozinha! — atrevo a dizê-lo sem medos ao andar dois novos passos na sua direção. — Christian nunca vai olhar para você de outro jeito! Ele odeia você ao contrário de mim... então, aconteça o que acontecer, ele sempre me vai amar.

Elena começa a gargalhar de forma presunçosa e nojenta ao qual não me seguro mais segundo e enfio minha mão lhe dando um forte tapa sonoro de a fazer estremecer e rodar nos saltos altissímos, tombando ligeiramente sobre uma senhora que passa ao seu lado. Nesse momento ela me arregá-la os olhos, como se eu sentisse medo da sua pessoa. Pois não tenho medo de pessoas da terceira idade. As suas mãos concentradas no rosto que está tão corado, marcado dos meus dedos de mão pesada.

— SUA VADIA DE MERDA! — ela grita abrindo os olhos cheios de raiva querendo me atacar com um tapa que revido dando outros, pois estou com uma sede de surra. — EU TE MATO! — resmunga ela me empurrando, me atacando brava, mas não tanto quanto eu.

O resultado foi muito embaraçoso, algumas pessoas se juntam para assistir à surra que estou dando em Elena, aos cabelos que começo puxando sem conseguir parar, porque estou cheia de raiva, de uma raiva tal que preciso descontar em alguém, felizmente ela foi a primeira pessoa que me apareceu, então ela meio que mereceu essa merecida surra.

A velha me vem atacando e quando dou por mim estou em cima dela no chão a tapeando tão forte que me cego completamente esquecendo o lugar, as circunstancias de onde estou. Elena vira para um lado, vira para o outro com os estrondosos tapas que lhe enfio e somente cesso minha brutalidade quando um homem me pega pela cintura me fazendo espernear no ar tão raivosa querendo que me soltem para que possa revidar mais um pouco aos xingos odiosos dessa velha pedófila.

— ME SOLTE, EU MATO ELA! ME SOLTE JÁ! — grito esperneando sem parar.

— Se acalme senhorita! — ordena o homem que nem identifico de imediato. — Alguém que chame ajuda, a mulher não parece nada bem! — ordena de novo para umas das pessoas que estão de celular na mão.

— ME COLOQUE NO CHÃO! — grito e a pessoa realmente pousa, mas me segura as mãos me levando para dentro de um carro que li "POLICIA". — Para onde me vai levar?

— Para a delegacia, senhorita! — explica me empurrando para o interior do banco traseiro.

— NÃO, ELA COMEÇOU! — protesto ainda não tomando real consciência do inferno que está acontecendo.

— Terá que explicar isso para a delegada! — avisa o policial entrando no seu lugar e partimos.

~*~

Pov. Narrador

Não muito longe de onde havia rolado a confusão, Taylor fazia as compras que o Senhor Grey havia ordenado, já que estava pensando em oferecer um presente a Ana em jeito de se redimir e talvez ela até voltasse com ele, as coisas ganhassem a normalidade merecida. Contudo, mesmo ali na frente da loja Tiffany & Co escuta uma gritaria fora do normal e observa um aglomerado de pessoas se juntando em torno de duas mulheres que se pegam no chão. Taylor fica apreensivo e tenta aproximar, mas não sem levantar grandes suspeitas, afinal sempre fora discreto e se surpreende ao dar conta de que eram Elena e Anastacia numa briga acesa, se pegando ferozes no chão. De fato Elena era quem estava em pior estado, cabelos desgrenhados, arranhada, cheia de marcas de tapas e sangrando.

— Tenho que avisar o Sr. Grey! — diz para si mesmo ao apalpar os bolsos do seu palitó procurando o aparelho de celular.

Mas cessa sua busca quando percebe que um policial leva Anastacia mesmo em protesto ao colo para o interior de uma viatura. Ele arregá-la os olhos e esquece o que o seu patrão havia ordenado e corre para o Audi R8 o mais rápido que consegue, pois tinha que avisá-lo.

Então dentro do carro liga em viva voz para ele, sabendo que iria correr mal, já que Christian não gosta de ser perturbando em horas de expediente, mas tem um fato de que o assunto é sério demais para deixar passar em branco. Contudo, atende.

— Grey!

— Senhor Grey! — fala o motorista. — Aconteceu um problema muito grave e a senhorita Steele foi levada para a delegacia!

Christian fica apreensivo no outro lado da linha e arregalando os olhos umas tantas vezes atrás da secretária que nada do que acabara de escutar lhe fazia sentido alguma na cabeça.

— O quê? — ele questiona incrédulo. — Taylor chame o meu advogado imediatamente e estou indo para a delegacia agora mesmo!

— Mas senhor não quer... — só que Christian se antecipa desligando a ligação deixando o motorista sem saida, somente rendido às regentes ordens.

~*~

Pov. Anastacia

— A senhorita vai ter que se acalmar! — ordena o policial assim que chegamos na delegacia e começo olhando tudo com azedume, pois em toda a minha vida numa havia pisado num lugar como esse.

Tudo isto só porque descontara minha raiva naquela velha botox que me me dá náuseas. Credo, odeio ela, odeio Leila e aquele maldito Jack. "CALMA, ANASTACIA!" o meu subconscinete tenta bancar a moral. Mas está complicado ficar calma quando estou num lugar horrivel. Me sentindo terrivelmente bem pelo que fiz, sem arrependimento.

— Identidade, por favor! — pede o outro homem que parece pronto para começar o resgisto de ocorrência.

Revirando os olhos pego o cartão da bolsa e deixo no cimo do balcão. Começo olhando à minha volta, havia tantos cartazes nessas paredes imundas que me senti uma criminosa num mundo cruel. "DA PRÓXIMA VEZ, TENTA MATÁ-LA, OK?" o meu subconsciente me faz rir ironicamente. A minha deusa na minha me dando uma força para sair dessa.

— A delegada vai recebê-la dentro de instantes! — avisa um outro policial que sai do escritório com letras a negrito na porta de vidro.

Vejo umas cadeiras vazias e sento, observando meus próprios pés, mas não por muito tempo, pois um som de sapatos chocar contra o chão insistentes ficam aproximados da minha audição e quando levanto o olhar para perceber quem estava chegando me deparo com Chrisitan de terno e gravata, olhar cravado em mim e um outro homem acompanhando ele. Levanto por impulso nesse momento e o olho séria, pois não estou com cabeça se ele vem para brigar comigo por me ver nessa situação.

— Ana! — só que me surpreende ao abraça-me contra ele. E o abraço de volta involuntariamente, o apertando forte contra mim como se precisasse disso à muito tempo. — O que houve? Porque veio para aqui? — pergunta subindo sua mão ao meu rosto, passear ali o polegar suavemente, seu olhar concentrado no meu e meus lábios entreabertos não sabendo o que falar.

— Senhor Grey! — o homem que o acampanha o chama e Christian meio que me libera um pouco. — A senhorita Steele será ouvida nesse momento! — diz ele e estremeço. — Acontece que ainda não existe uma acusação por parte da vitima, mas foi pega em flagrante e isso não é nada bom!

— Mas foi ela quem começou! — digo para me defender. — Elena me tira do sério! — adianto a causa do meu maior problema, que era também a razão da minha estada nesse maldito lugar. Christian arregala os olhos nesse momento. — Foi por causa dela que eu vim aqui parar... Elena me tirou do sério e eu não me contive, Chris!

Christian cerra o punho que percebo ao descer o meu olhar discretamente e fico com receio que dessa vez ele fique do lado dela, daquela velha nojenta e pedófila que eu não sei porque não acabei com ela. "Oh inferno" penso. A minha mão é puxada por sua a acabamos sozinhos num canto da delegacia. Chris me olha nos olhos, buscando uma verdade, um fundo de verdade para ser exata. Estremeço um pouco, sentia medo, confusão e receio que ele me fosse repreender por minha atitude impulsiva.

— Não acredito que ela continua importunando sua vida! — diz rangendo os dentes o que me deixa mais insegura ainda. — Tudo bem... — tranquiliza meu coração inquieto e suspiro de alívio. Suas mãos se concentram nos pontos altos dos meus ombros. — Vou tirá-la daqui e depois vai ficar tudo bem!

— Como assim vai ficar tudo bem? — questiono como se só eu fosse a única pessoa lúcida no meio dessa coisa toda.

— Você confia em mim? — por um segundo ainda fico com a dúvida, mas depois assinto que sim com a nuca, é óbvio que ainda confio nele.

— Sim! — confirmo e ele sorri aliviado me deixando um beijo no alto da cabeça me guiando novamente para o tal homem que deduzi com maior clareza que seria o advogado que me tiraria desse lugar.

~*~

Depois de ter falado para a delegada tudo o havia acontecido, o fundamento do real ocorrido, Christian insistiu para falar em particular com a mulher que até pareciam se conhecer muito bem já que eles quase tinham uma intimidade tão autonoma se comunicando. Ok, senti ciúmes sim, até porque não sei até que ponto aquela morena linda não foi submissa dele em outro período da sua vida. "SÉRIO ANASTACIA? ATÉ NESSA HORA VOCÊ VAI PENSAR MERDA? CARA ESQUECE O PASSADO DELE" o meu subconsciente diferente das outras vezes parecia desiludido e querendo o tempo inteiro colocar ordem em mim.

Quando ele sai vou até ele apressada esperando saber qual seria o veredito final e seu semblante sem mantém no mistério. "Oh merda odeio quando fico na dúvida" penso fazendo um bico". Isso me deixa roida por dentro, pois não suporto ficar morrendo de ansiedade por respostas. Sou fraca, não aguento muito tempo a pressão em meus ombros, preciso de alivio imediato.

— Então? Posso voltar para casa? — pergunto ansiosa. — Puxa Christian não me deixe nessa ansiedade, vai?

— Paguei sua fiança e você pode voltar para casa, sim! — suspiro de alivio ao saber que ia sair desse lugar horrível. — Jamais te deixaria aqui, meu amor! — diz acariciando meu rosto com o polegar ao qual me coloco em bicos de pé beijando.

Um beijo de saudade, paixão e amor, muito e absoluto amor. A sua língua abre caminho entrando em contato com a minha que o espera ansiosa. As minhas mãos descem e sobem insistentes por seus cabelos, abrindo um caminho intenso e os prendê-los ali. Oh sim, as saudades e falta que sinto dele, do seu contato, da sua proteção, do seu amor. Então abro os meus olhos, os dele estavam semicerrados finalizando nosso beijo quente e saudoso ao qual terminou somente a morder meu lábio inferior ligeiramente e puxá-lo para si.

— Meu amor não posso ficar sem você, por favor! — sussurra contra os meus lábios. Mãos concentradas nos cantos do meu rosto, olhar concentrado no meu quase tão penetrante quanto o toque das suas mãos. — Leila já destriui demais nossa vida, não aguento nem mais nem um dia longe de você! — pisco os olhos o observando. — Eu te amo, Ana! Amo tanto que não aguento olhar para alguns lugares e não vê-la lá os preenchendo! Sinto falta do seu sorriso, do jeito gostoso de como gargalha simplesmente fácil e você é parte de mim, é de você que gosto e que quero que continue fazendo parte da minha vida!

— Chris... — começo por falar, mas ele silencia com o indicador.

— Eu te amo como numa amei uma outra mulher, amo muito mesmo! — diz e os meus olhos se enchem de lágrimas, mas não aquelas que caiem tristes e cheias de dor, essas eram de alegria, pela bonita declaração de amor, pois tirando a vez da minha fuga do Escala em que ele correu atrás de mim até ao estacionamento e a mensagem ele se abria para mim. — Estou desperado sem o seu amor! Sem você não sou aquele cara jovem que você acordou em mim de um coma profundo, não sou feliz e volto novamente a mergulhar na minha frieza, minha solidão.

Queria falar alguma coisa, queria dizer o quanto o amo também, mas ele meio que me bloqueia as palavras me puxando para fora desse lugar. Simplesmente me guiando de volta ao exterior. Pude novamente respirar ar puro e a harmonia se instalou dentro de mim. Uma harmonia tal que me fez ter as mesmas certezas que dias atrás. Eu amo ele, independentemente de como a nossa vida está bagunçada por conta do assunto Leila. Agora sei que não posso simplesmente largá-lo, não posso desistir do homem que amo, só porque alguma ameaça chega reinando nossa vida e me faz sentir fraca e insegura.

Não, chega de fugir ao que sinto, chega de fugir à vontade de ficar com o homem da minha vida, o homem que escolho para um dia casar, ter nossa familia e morrermos na velhice, porque é com ele que quero estar. E quando o mundo cruel ficar contra, vamos nos juntar, unir forças e superar, com a promessa de nunca mais nos separar. Porque já sofremos o suficiente nas mãos dos que nos querem mal.

— Christian, espere! — o puxo obrigando a parar de andar e ele me olha. Fico meia bamba na sua frente. — Eu também te amo e sei que tenho a certeza de uma coisa e desistir da gente não é uma delas! — ele ergue ambas as sobrancelhas certamente não estando à espera disso. — Então vamos enfrentar tudo juntos, não podemos baixar a cabeça, nos separar e dar essa vitória para quem nos quer mal! — ele sorri lascivo e vem me abraçando forte, que pude sentir a batida acelerada do seu coração sobre meu peito. Me obriguei a ficar de bico de pés, até sentir que os perdia do chão, ele me levanta e faz rodar no ar, em seus braços me suprimendo a força e vem destribuindo beijos pelo pescoço, rosto e lábios. Lábios esses que vim retribuindo em mordidas leves, sugando e beijando com volúpia.

Notas finais
Gostaram? O que acharam dessa Anastacia ponderando dar uma chance de Christian se explicar? Do modo frio de como enfrentou Jack? A briga com Elena? Alguém aqui querendo matar a velha botox? E esse reencontro na delegacia? Eu sei não é um lugar muito romantico, mas as declarações são satisfatórias? Alguém ai querendo festejar comigo a reconciliação do casal? Vá gente quero vossos comentários, muitos comentários sim? Assim volto mais rapidinho. Fantasminhas comentem, sim? Dou um beijinho a cada um que comentar e prometo voltar voando se todos contribuirem. COMENTEM ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ Recordo que uma recomendação faz uma autora bem feliz, voltar em modo voo... hm? Convenci alguém ai? Comentem, sim? Um big beijo a todos porque são uns amores :) P.S. recordando que tem nova fic "Herança do Amor" dêem uma olhada gente, comentem e favoritem e só não peço para recomendar já porque é cedo. Até ao próximo capítulo, Lucy.