Notas iniciais
Olá meninas ♥ Agradeço do fundo do coração os comentários anteriores, de fato foram muito inspiradores e seria maldade da minha parte não vir voando aqui toda feliz e contente para vos presentear com um novo capítulo. :) Eu sei que tem gente feliz com o plano das loucas dando errado, mas cuidado com essas são loucas de pedra, sim? Tudo se mantém em perigo para o casal mesmo assim, apesar de Christian ter maior olho aberto. haha Fantasmas amorosos apareçam dando um oi, será gentil da vossa parte e aos ativos agradeço o fato de estarem constantemente me deixando uma autora feliz escrevendo para vocês, pois esse capítulo é dedicado a todas vos, sem excepção. Sem delongas e porque depois deixo comentários mais para as notas finais, eis o capítulo 49 picante e cheio de "chamem os bombeiros" haha Boa leitura,

Segurando o queixo na pontinha dos seus dedos. Meu coração palpitante querendo escapulir pela minha boca.

— Mas cadê o piloto? — questiono ofegante movendo os olhos curiosos por todas as direções. — Ele está atrasado! — comento num sussurro atrevendo a olhar na minhas costas, mas ele me puxa mais para si, me grudando novamente ao seu corpo másculo.

— Não tem piloto! — afirma com maior das calmas e isso me deixa de olhos arregalados. — Calma, baby! — pede me olhando pidão, querendo rir que bem percebi em sua expressão. Mas o quê? Como ele pode rir com uma situação como essa? Estamos sem piloto e ele fica assim calmo? Bebeu, só pode. — Confia em mim?

Christian abre a porta do Charlie Tango mesmo ao seu lado, alça uma mão para que eu entregue a minha em pura confiança e subo o olhar à sua expressão calma e serena. Estaria eu vendo coisa demais nesse filme? Não, ele só pode estar de brincadeira se me vou enfiar dentro desse helicóptero sem um piloto.

— Amor descontraia! Está tensa demais! — argumenta sentindo meu corpo todo tenso. — O piloto teve um precalço e serei eu mesmo a pilotar o Charlie Tango! — diz com maior calma me vendo entrar na frente e subir entrando atrás para me ajudar a instalar, na verdade me amarrar com um tanto de arnês e cintos.

— É preciso isso tudo? — perguntei não tirando os olhos de cima dele, do que fazia, porque isso me estava excitando horrores no meu lugar. — E você sabe pilotar desde quando? O que mais não sei sobre você? Chris você sempre me presenteando com tantas novidades! É injusto, sabia? — faço logo um bico querendo cruzar os braços, mas meio que a tantas coisas se alastrando ao meu corpo fico me sentindo uma estranha presa. — Deve estar se divertindo por me ver assim, toda presa e vulnerável!

— Confesso que sim... — confirma o meu desvaneio. — Não imagina o quanto fica perfeita ai protestando refém da minha mercê! — fala em divertimento se virando de costas para mim e se sentar no seu lugar, instalar os mesmos cintos, uns oscultadores nos ouvidos e carregar em imensos botões fazendo luzinhas piscarem intensamente como pisca pisca de natal.

Fico olhando ele por uns instantes, depois me pego olhando para o exterior, principalmente para Taylor que não arredara pé do mesmo lugar nos observando atento e profissional. É nesse momento que Christian começa falando, mas não para mim, obviamente. Deduzi de imediato que se estaria comunicando com uma central de controle aéreo. Ele repetia a mesma coisa diversas vezes, igual nos filmes em que vi os pilotos de aviões sem comunicarem. Algo chato, porque é linguagem que não entendo e nem faço questão em decifrar. Logo ai o Charlie Tango começou a ganhar vida e movimento. Nesse instante me peguei olhando de imediato para baixo me sentindo a tremer com a sensação de pegar voo. As pás criavam um barulho ensurdecedor acima de nós de me fazer estremecer no lugar, mas fechar meus olhos uns segundos e a sensação de frizinho na barriga amenizar.

— Observe, baby! — ordena Chris com uma voz suave, mas me olhar algumas vezes com a mão no controle.

Os meus olhos abrem involuntariamente à sua voz e me pego olhando a cidade, uma vista maravilhosa de cima, pois tudo parece perfeito, reluzindo em tonalidades de purpura como a noite que cai para ver o luar reinando intenso e cheio de estrelas.

— É maravilhoso, amor! — digo deslumbrada com a vista.

Aproximamos de onde está o Space Needle e Christian meio que dá uma volta de 180º à direita começando uma nova rota em direção a sul, para Portland. "ESTÁ TÃO BOBA, OLHE SÓ COMO ESSAS VISTAS SÃO MAGESTOSAS!" meu subconsciente parecia autenticamente deslumbrado, tanto quanto eu observando e comentando. "SE FOR UMA BOA MENINA VOA MAIS VEZES" aponta ele me fazendo sorrir de canto.

— O que foi? — a voz de Christian me desperta e me faz olhá-lo.

— Nada... — digo encolhendo os ombros e me mexer. — Isso é desconfortável, sabia? — reclamo com um careta convincente nos lábios.

— Já já estaremos pousando, sim? — diz ele voltando a se concentrar.

~*~

Fora uma viagem muito boa e tranquila, só que agora estou meio bamba andando na direção do restaurante que se não fossem as mãos de Christian para me deixarem direita creio que iria cair redonda no chão e criar maior micão.

— Se soubesse que ficaria desse jeito teria realizado isso mais cedo! — diz em divertimento assim que um garçom nos guia por gentileza até à melhor vista do restaurante.

— Sempre tão galã! — afirmo cínica e me instalo na cadeira sem cerimónias cortando todas as deixas de ostentar cavalheirismo. — Está dispensado dessas formalidades hoje! — aviso e ele ri ao puxar a cadeira para si, se sentando na minha frente.

A escolha do menu fica sensivelmente por sua conta de dando a simples deixa de acertar num vinho que fosse autêntico e de bom gosto. Na verdade, é de conhecimento quase público que sou um desastre com vinhos, para mim são todos bons, mas dessa vez eu reconhi um bem na lista e surpreendi o meu homem ao pedir um sancerre que o fez sorrir torto.

— Boa escolha, srta. Steele! — elogia.

— Eu sempre acerto e conhevamos que sou uma boa observadora! — falo convencida das minhas táticas sedutoras. — Quero só ver com o que me vai surpreender! — ele me sorri e alça a sua mão para pegar a minha que respondo com um chute na sua canela a baixo da mesa. — Quietinho desse lado! — ordeno e ele me arregala os olhos, confesso que me divertiu muito isso.

O jantar logo nos é servido com maior mistério, deixando para que nós mesmo pudemos deslumbrar do conteúdo sozinhos e eis que me vejo olhando para o prato quase que a crescer água na boca.

— Sério? — pergunto de forma retórica. — Você realmente é impressionante! — afirmo pegando meus talheres começar a degustar.

Após uma longa degustação com troca de conversas apimentadas, decido levantar para ir no toilette, afim de fazer um simples retoque no gloss ou simplesmente para uns sinceros segundos de mim mesma, sem sua presença masculina e perturbadora. No labavo, estava somente uma mulher ruiva se retocando na frente do espelho, passei quase que discretamente ao lado dela e ocupei a pia ao seu lado. Ela sorria enquanto fazia um retoque de rimel.

— Você é uma garota de sorte, sabia? — comenta e estreito o olhar não sabendo ao certo se esse comentário era para mim se para outra pessoa, porque no fundo podia até ser, pois as portas atrás de mim para os vasos sanitários parecem ocupadas. — Estou falando com você mesmo! — se afirma me olhando com as mãos concentradas na pedra fria.

— Oi? — respondo sem graça piscando os olhos. — Ham... obrigado, acho! — digo por fim, não sabendo que mais dizer.

Ela sai me deixando sozinha e suspiro em alívio. É óbvio que sabia o porquê desse comentário, pois Christian é famoso em toda a parte do mundo, afinal ele é uma figura importante e de prestígio, enquanto eu não passo de uma simples garota que é assistente de editora. "NÃO TEM NADA HAVER!" o meu subconsciente vem logo afastando ideias absurdas. "VOCÊ É A MULHER QUE ELE QUER, COM QUEM ELE ESTÁ JANTANDO NESSE EXATO MOMENTO! NÃO PENSA BOBEIRA, ANASTACIA".

Voltando para a sala vejo que Christian não estava mais no seu lugar e isso me deixa apreensiva, ligeiramente insegura sem perceber. Contudo, acabo o encontrado debruçado sobre a varanda apreciando de um deliciosa vista que me vejo ir para o abraçar pela cintura, porque gosto de ser invasiva e surpresa.

— Hum... — geme ele se virando instintivamente para mim e me agarrar sem pudor pela cintura criando uns vincos no vestido, que o fazem subir um pouco. — tão quente... — sopra para mim criando uma corrente arrepiante em minha pele ao passar seus lábios ao de leve nela, subindo pela lateral do meu pescoço e finalmente abrir um caminho perigoso até minha boca de novo. De novo a querendo devorar.

As minhas mãos sobem até aos seus cabelos rapidamente, deixando que os meus dedos se infiltrem neles e nossos corpos começam a balançar ao toque de uma balada calma tocada no interior do restaurante. Christian me guia num passo calmo, sem nunca largar sua boca da minha. Tomando meus lábios de um jeito cativo e ávido. Só sei que sua boca tinha um sabor tão delicioso aquele vinho, uma mistura de sabor e calor num único lugar.

— Meu deus, você é demais... — sussurro com dificuldade porque me ver privada de palavras inteiras sem contato de sua boca na minha que me bloqueia até o pensamento lógico. — Chris... — reclamo querendo respirar, ele simplesmente faz o oposto me sugando a língua para junto da sua me deixando esbaforida e rendida ao seu charme sedutor. — A-am-or... — gageijo meio que a ofegar e ele logo me libera a boca sorrindo com travessura e deixa um selinho rápido sobre meus lábios.

Só sei que sinto minhas bochechas queimarem em chamas de um inferno ardente, ele me deixou assim, sem conseguir me recompor, sem uma respiração adequada que agora que me vejo tomando ar novamente nesses pulmões quase secos de oxigénio.

— Melhor? — pergunta com um olhar sereno concentado em mim. Sua mão subindo descuidada por minha lateral, contornar discreta ali no vale do seio e subir vitoriosa ao meu rosto para segurar com dois dedos a maçãs do mesmo.

— Agora sim! — afirmo enchendo meu corpo de ar e empurrá-lo com ambas as palmas das mãos. — Bora lá dançar! — convido correndo para a pista de dança como uma adolescente e me deixo triunfar acesa e desinibida.

Christian me vendo dar show se junta rapidamente a mim me tomando em seus braços e juntos fazemos um número de criar falta de fôlego a todas as pessoas que nos observam de boca aberta. "ISSO MOSTRA QUEM É A QUEEN" o meu subconsciente grita vitorioso com a minha iniciativa. A minha deusa já ocupada dançando com um desconhecido.

— Uau! — diz ele pegando minha mão para que possa rodopiar em torno dele como uma dançarina profissional, mas me tomar novamente em seus braços com elegância e deixar me deslizar ligeiramente para baixo. E lá vem ele com sua boca me sorrindo entreaberta, seus olhos me encarando cheios de brilho e sua mãos viajando como exploradoras do além em meu corpo criando aquela corrente novamente em mim. — Essa noite só agora está começando, baby! — afirma numa sussurro onde só eu mesma poderia escutar.

— Oh sim... — mordo o lábio inferior matreira querendo de mais que a noite nunca acabe.

~*~

Os meus pés já doiam de tanto pisarem esse piso dançante em uma noite cheia de graça, que Christian acabou dando a ideia de ficarmos hospedado por uma noite em um hotel da cidade, mais precisamente no The Heathman Hotel. Como me sentia já a latejar dos pés pedi por gentileza que me levasse ao colo para o quarto, só que Christian me negou para pregar alguma partida, pois logo veio me pegando pelas costas, já quando não me sentia esperançosa. Confesso que adorei a investida e me deixou acesa que assim que me vi sozinha com ele no elevador, não me perdi muito em perliminares queria ele, só ele e que se lixem os pés que doiem.

Libertei dos meus sapatos, ainda me via em seu colo e simplesmente apertei a minhas coxas na volta do seu quadri, invadi sua boca com a minha e pude perceber que ele ficou ávido da mesma sede, pois logo me veio empurrando contra a parede da cabine.

— Hum... — gemo contra a sua boca realmente quente e saborosa de um toque sublime de vinho sancerre, abrindo caminho com a ajuda da sua língua atiçada e feroz por encontrar a minha e se entregarem ao prazer mais intenso.

As portas se abrem e ele me desencosta ando comigo no colo, não ligando a nada, nem aos simples detalhes. Ambos estavamos em chamas e queriamos logo cair numa forte onda de prazer. Então ele lá se desenvecelhou direitinho abrindo a porta do nosso quarto e me atirou à cama despindo seu palitó, seguido da camisa que abriu que nem um louco. Mordi o lábio inferior com essa visão gloriosa e deixei meus dedos correrem observando esse deus grego na minha frente. Quando sua camisa cai lado a lado ao seus pés vem trepando em cima da cama ao qual rebolo para o lado saindo do seu alcance que me vem fazendo uns olhos arregalados.

— Nem pensar... — faço o apontamento me virando de costas, mas olhá-lo por cima do ombro. — Vem tirá-lo, vem? — gesticulo com o dedo chamativa, balançando a bunda de forma dançante para ele.

Óbvio que relativamente a esse convite ele vem sem pensar duas vezes me segurando pela ponta do ziper e deslizá-lo até ao fundo. A sua boca de imediato entra em contato com a minha pele me fazendo arfar, sentir aquela corrente crescente de adrenalina correndo em velocidade furiosa por minhas veias que latejam loucas ao seu toque. As suas mãos deslizam para os lados dos meu vestido abrindo um caminho para que ele possa escorregar em continuidade ao meu corpo. As suas mãos me exploram descendo suaves, sua boca sempre traçando um caminho excitante até à bunda. Sim, ele parou justo ai, para morder as bochechas, porque posso simplesmente sentir o pudor da sua boca, seus lábios e língua brincarem.

— Oh sim... Chris... — gemo mexendo minhas mãos sobre os meus seios ainda presos no sutiã que implorei que não estivesse mais perturbando estes meus seios apertados. — Me despe! — ordeno tentando imitar a sua voz, mas ele me ignora se concentrando em mexer com a ponta dos seus dedos o fio da minha calcinha. — Não precisa arrancar ela, apes-ar... — ia começando a falar quando ele infiltrou sua língua no rego da bunda e revirei os olhos me contraindo toda a linha do corpo.

— GOSTOSA! — dá um tapa delicioso na minha nádega direita que estremeço. — MINHA! — dá outro tapa agora na esquerda. — GOZA PARA MIM! — ordena enterrando a sua boca sem inibição no meu sexo, pois ele percebera direitinho como me livrar da calcinha sem destruição. — TÃO HÚMIDA, ISSO PARA MIM! — fala rouco, sua voz tão máscula, oh sim, eu amo essa voz, é tão intensa que me faz gozar rapidinho. — VEM, VEM, VEM... ABRE MAIS AS PERNAS! — ordena de novo ao qual cedo abrindo mais amplitude das minhas pernas para que possa absorver toda a minha lubrificação imediata.

Minha excitação se acende cada vez mais e acabo com alguma malabarismo me livrar da droga do sutiã o atirando não sei para onde e me toco, toco os meus seios, puxando meus mamilos sem pudor algum e gemo muito, tão alto que sinto até sua boca sugar e investir mais intensamente em minha intimidade. Sugando deliciosamente os lábios do meu clitóris os tornando secos, sem vida. Os meus dedos da mão livre acompanham a sua língua e boca ávida me masturbando em simultâneo, não lhe dando somente prazer a ele, mas a nós dois.

— QU-ER-RO VO-CÊEE! — falo com dificuldade o querendo tanto, queria o seu membro em meu sexo, queria senti-lo, apertá-lo o quanto possível e rebular nele quem nem um louca.

Então ele cedeu levantando do chão ao qual se ajoelhára e me vira para encará-lo agora de pé. O toco com minha mão em seu volume ereto abaixo da calça que dispo sem pudor. Christian ia preparado para se afastar de mim para buscar sua camisinha, mas o impedi me equilibrando ao seu corpo e com ajuda da minha mão forçar a entrada da cabeça do seu membro.

— Mas... — o silencio selando minha boca na sua e prendo minhas coxas em torno do seu quadril com alguma força me movendo nele lentamente ao qual me guia movendo calmamente e se sentar na cama comigo no seu colo. — Cavalga para mim! — ordena largando dos meus lábios carnudos para enterrar sua boca na base da minha clavícula. — OH ANA! CARALHO, OH SIM... — urra se movendo igualmente comigo, embora estivesse fazendo maior esforço aqui.

Os meus seios roçam no peito de Christian, como duas crianças loucas saltando à corda, suas mãos me pressam em modo descida lenta e apertam ali na bunda, uma de cada lado, apertando as bochechas entre seus dedos. Quico consequentemente a isso, rebolando deliciosamente em seu membro que o sinto investir louco na minha pequena intimidade, mais me parecem rasgar toda.

— Chrissssss... — gemo o seu nome o torturando com as minhas unhas que cravo louca em sua pele. Ele arqueia o corpo face a isso como resposta e me começa estocando mais violentamente.

O meu corpo vibra com sua intensidade e tento revidar, dançando em seu quadril, enterrando as unhas dos meus pés nos lençóis dessa cama tão preparada para nós dois. O meu corpo entra em espasmos, se contraindo totalmente. O de Christian acaba agindo do mesmo jeito, mas nem assim ele atreve abrandar o seu ritmo alucinante. Pois me vem dando estocadas valentes de me fazerem pular em pau de um jeito gostoso e viciante. Logo procuro por sua boca, pois necessito dela urgentemente, ela é tudo o que preciso.

— Anaaaaaaa... — ele geme meu nome entre dentes e enlaço meus braços na volta do seu pescoço, me obrigando a tombar sobre ele. Seu membro continuamente na minha intimidade enterrando, minha língua enterrando igualmente em sua boca arrancando os nossos melhores gemidos.

Em pouco tempo a resposta do merecido orgasmo acaba chegando, me estrecendo, deixando meu corpo num baque de fraqueza e logo entendo que ele se sentia igualmente fraco como eu, pois acabara de gozar, jurrando o seu sémen no interior do meu corpo, sem pedido de lincença. Oh sim, foi delicioso sentir o seu gozo dentro de mim. Só que eu quero mais.

~*~

Pov. Narrador

Leila estava passando creme na suas pernas torneadas quando começou a pensar em Christian e suas fantasias sexuais. Na verdade a morena apesar de não muito obstante sobre se o plano com Elena daria certo, ela tinha a certeza de uma coisa, ainda continuava com um desejo muito forte por seu antigo dominador. A morena simplesmente se joga para cima da cama em seguida e começa viajando suas mãos sobre a sua pele imaginando o toque das grandes e fortes mãos de Christian e estremece abrindo e fechando a sua boca em abafados gemidos, quando do nada levanta e encara o espelho com um puro ódio.

— Odeio a ideia de que ele esteja fazendo isso lá com a outra! — resmunga entre dentes. — Christian Grey é meu, escutou? — ela fala para o reflexo na sua frente. — MEU! MEU MEU E MEU!

— O que vem a ser isso? — Elena entra de rompante no quarto. — Você ficou louca de vez, menina?

A morena rola os olhos desfilando na sua lingerie de última coleção da Victoria Secret e virando de bunda para Elena pega o creme a ignorando.

— Estou falando com você! — a loira puxa o braço de Leila que forma uma careta nos lábios.

— Me solte, estou com raiva! — afirma ela se libertando de forma brusca. — Raiva daquela lá! — isso deixa Elena feliz. — Não quero eles juntos, não mesmo!

— Ótimo, essa raiva vai ajudá-la a separá-los! Leila, você vai ter seu mestre de volta!

— É, ele vai ser meu! — a morena concentra nessas palavras.

— Falta pouco, amanhã você entra em ação e não se esqueça vá dormir cedo! Nada de olheiras, quero você ativa para o nosso plano!

Notas finais
Gostaram? Alguém ai ainda vivo? Por favor não me digam que tenho que chamar o bombeiro, ok? haha Então que me dizem desse jantar, dança e noite quente? Sei que algumas meninas vão ficar pensativas sobre o fato do casal não ter usado proteção na transa, mas a resposta sai no próximo capítulo, ok? É que Anastacia tem uma pequena revelação do seu passado que vai ser muito curiosa e embora não pareça me inspirei em mim (sim caso da vida real, pois sofri anorexia alvo do bulling, mas idem...). E quanto a essa súbita raiva de Leila? Acham que é fogo de artificio do momento ou chegada a hora ela vai amarelar? Vocês conhecem Christian, né? Próximo capítulo está carregado de surpresas! Por isso gente, comentem ai, vai! Participem, pois estão todos convidados. Até os fantasmas e já são 142 pessoas que acompanham a história. Vá lá gente não mordo e não sou malvada como Elena, sou um amor como Anastacia, atrevida igual Christian, maluca como Kate, por vezes aeria igual Elliot, mas cheia e inspirações como Mia. ♥ Então mereço? Me surpreendam com os vossos comentários, pois até os mais simples valem a pena, sim? Pensem nisso. COMENTEM ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ Sabem, eu ia amar ter uma recomendação, faz muita falta, já para não falar que me faz voar igual flash. Fica a dica. :) Beijão para todas as lindas do big heart ♥ Até ao próximo capítulo e lembrem, teremos muitas surpresas!