Start again a new chance for Love
48 Capítulo 48
Notas iniciais
Pov. Christian
Dias haviam passado a voar, dias de inteira tortura, transa deliciosa, porque tem sido melhor ainda todas as vezes, para não falar da troca de e-mails ousados. Anastacia ainda me deve uma prometida massagem e quem sabe alguma aventura extra, porque estou louco para levá-la comigo a um belo passeio em pleno alto mar no meu catamarã, isto se ela ainda estiver com vontade de cumprir com o seu fetiche, o que me parece muito provável que acabe por se concretizar ainda esse final de semana.
— Senhor Grey! — escuto uma chamada de atenção e levanto os olhos do ecrã do Macbook para olhar Andrea ainda com um iPad cinza em suas mãos me encarando de olhos esbogalhados. — Ouviu alguma coisa do que falei? — pergunta com tom profissional e assinto com a cabeça, apesar de ser mentira e não ter escutado absolutamente nada do que sua boca falou.
— O que for importante deixe na secretária! O que não for cuido depois! — ela assente com a cabeça afastando.
Por vezes o trabalho é tanto que me perco numa desorientação sem fim, isto porque Ana adora enviar mensagens picantes em horas mesmo de ponta. Imaginem só que no inicio dessa manhã ela me veio enviando uma daquelas mensagens de deixar um homem fumegar dos olhos quando estou numa reunião com os dinamarqueses. Sorte que ninguém percebeu, se teve alguma alma que deu conta soube muito bem manter descrição. "Ana você ainda me vai arruinar" murmuro mentalmente puxando os papéis que Andrea havia deixado na secretária e dou o meu parecer e assino por baixo.
Quando o relógio bate nas 13:30 levanto da secretária no intuito de sair para almoçar, se ainda tivesse sorte fazer uma surpresa para Anastacia, já que estou com vontade de trocar uns beijos e uns carinhos, porque um homem não vive apenas de ameaças e promessas.
Ao abandonar o meu escritório passo pelo balcão avisando Andrea de que somente estaria disponivel apartir das quinze horas. Assim sendo aproximo de Taylor que se prontifica a carregar no botão para chamar o elevador. Eis que o meu celular começa vibrando no bolso interno do palitó e meus lábios formam involuntariamente um sorriso lascivo, mas meu desanimo é quando ao tirar o aparelho, percebo que a chamada é de Elliot. Então o atendo entrando no interior do elevador que abre as portas para mim.
— Lelliot! — cumprimento meu irmão me mantendo firme que nem rocha olhando os números cairem enquanto descemos.
— Mano você está com uns minutos para bater um papo? — ele pergunta me obrigando a franzir a sobrancelha. — Vai na volta ainda lhe pago o almoço... — sugere e me pego olhando Taylor que mantem o seu rosto impassivel.
— Mas você aprontou alguma coisa, foi? Traiu sua namorada e agora quer que eu lhe diga como fazer ela lhe perdoar? — tento deduzir, embora com Lelliot as hipóteses fossem uma num milhão. — Se for isso veio bater na porta errada... — mas ele me vem interrompendo.
— Cara você não pode me ouvir primeiro? Não esquenta, Grey! Almoçamos? — pergunta.
— Está bom, já entendi que o assunto é sério!
— Te espero no Canlis, pode ser?! — e desligo a ligação sem que pudesse simplesmente negar ou aceitar.
Assim sendo e porque agora fiquei mais intrigado ainda indico o endereço para que Taylor me leve. Ele simplesmente nem questiona, limita a fazer seu trabalho, cogitando algumas pequenas e curtas observações enquanto me instalo no banco traseiro do carro. Instantes depois me vejo sendo guiado para o interior da interestadual num trânsito comum. Hora de ponta em Seattle, esse caus não me assusta mais.
Como ia demorar para estar com ela decidi ligar para Ana, para saber se já estaria almoçando. Contudo, ela não me atende logo a ligação deixando a primeira tentativa cair em caixa postal. Então não insisto, talvez ela quando visse minha ligação me desse retorno. Assim sendo guardei o iPhone no bolso convenientemente e por sorte Taylor conseguiu um furo em meio a esse complicado aglormerado de carros em fila indiana. Ao chegar no Canlis encontrei o meu irmão na entrada me esperando. Mãos no quadril, pé chinelando no pavimento mais parece que vá furá-lo. Um tipico Grey nervoso.
— Pode agora me dizer o que está aprontando? — pergunto ao aproximar dele pousando assim a mão sobre o seu ombro, enquanto entramos no restaurante. — Sua cara me indica preocupação e se vem para pedir dinheiro aviso que a nossa mãe me proibiu de emprestá-lo a você!
— Cara, sério que a nossa mãe fez isso? Claro... agora terei que ter papo sério com a Dra. Grey! — diz ele puxando a cadeira e sentar. — Não, não quero seu dinheiro, mano! — entrelaço as mãos, cotovelos apoiados na mesa o olhando. — Mano que me diz de eu pedir Kate em casamento? — a sua pergunta me bate como bola de basquetebol me deixando completamente lesado no chão. — Cara não faz essa cara, não!
— Elliot Grey querendo casar? Isso é uma piada? — tento conter ao riso, mas é quase complicado. E casamento nunca foi sua onda favorita de Elliot que é todo de curtir a vida. — Você bateu com a cabeça em algum lugar? Certamente que sim, num vaso sanitário provavelmente em alguma noite muito louca de baladas e álcool...
— É sério, mano! — a sua expressão é imutável. — Quero casar, estou realmente apaixonado por aquela minha loirinha!
— Mas casamento é uma coisa muito séria, não é brincadeira de casinha, Lelliot!
Por vezes é de meu dever alertar meus irmãos para certas e determinadas atitudes impulsivas. O casamento apesar de ser um passo muito importante para alguém, deve ser tomado com os pés fixos na terra, não com a cabeça a viajar a mil. E no caso é ficar preocupado, pois conheço meu irmão, sei que é atitude momentanea e depois tem sempre o risco de rolar arrependimento tardio. Já para não falar que ele namora a relativamente pouco tempo e isso é inicial fogo de artificio.
— Christian, por favor! — me repreende tomando um gole de vinho que o garçom discretamente nos havia servido. — Só preciso de uns conselhos e além disso, não quero massar os pais com essa coisa do casamento. — toma outro gole de vinho.
— E como vai sustentar sua vida? Sua namorada é jornalista, não ganha muito! — digo tentando adverti-lo para todos os pós e contras. — Você nem sequer tem emprego!
Elliot coça a nuca nesse instante, provavelmente porque lhe chamara atenção para um fato relativamente importante e que certamente conhecendo como o conheço, não havia sequer pensado. Claro que não, Elliot nunca pensa em nada, ele sempre agiu por impulso. De fato esse cara só tem cabeça para criar piolho ou pensar merda de noitadas e sexo. Nisso ele tem habilidade certa.
— Cara eu preciso de um emprego, os pais vão cortar mesada logo que eu case! — assinto com a cabeça achando isso óbvio. — Por acaso na sua empresa não tem lugar para mim, não? Posso sempre ser seu braço direto, esquerdo... — pendo a nuca para o lado franzindo os olhos tomando um gole de vinho, enquanto faço a gentileza de fazer o pedido discreto ao garçom. — Posso iniciar como estagiário... não tem problema! Por favor me tira desse mico!
— Lelliot as coisas não são assim, não! — chamo atenção. — Você não entende nada sobre mundo empresarial, nunca seria uma boa aposta para ser meu braço direito lá na GEH! Além que já tenho um braço direito, a Ros, a minha vice-presidente! — ele revira os olhos. — Além disso nosso pai não ia gostar de ficar sabendo que seu filho que é licenciado em direito foi justo trabalhar comigo!
— ISSO É NÃO?! — Elliot se excede um pouco. Cerro os lábios numa linha rigida. — Quer dizer... você sabe que nunca fui afim de direito! E nunca sonhei trabalhar com o papai... somente cursei direito para a vontade à nossa mãe e porque ela insistiu tanto que nem deu para negar... — entendo que dona Grace quando quer consegue ser imensamente persuasiva. — Vai ser um terror trabalhar com Dr. Carrick Grey!
— Deixe de dramas Lelliot! — alerto me recompondo na mesa assim que chega a bendita refeição. — Por favor cuide disso antes de fazer o pedido para a sua namorada, ou já viu como são as mulheres!
— Você fala como se já tivesse pedido alguém em casamento! — ataca pegando seus talheres para degustar a refeição.
— Não, nunca pedi! — confirmo. — Mas não vem ao caso agora, então trate de almoçar!
~*~
— Taylor me leve para SIP, por favor! — peço educado abrindo a porta traseira do Audi.
— Com certeza, senhor!
Assim sendo, nem ditos 5 minutos estava ele me parando o carro junto ao parque com maior descrição e me deixei olhar para o exterior, o carocha de Ana no mesmo preciso lugar.
— Me espere aqui! — ordeno. Ele assente breve com a cabeça ao qual deslumbro pelo espelho assim que abro a porta.
Atravessando a estrada entro na editora e olho globalmente procurando por minha morena, mas surgue uma garota que deduzi ser Violet e me indica que ela já estaria voltando.
A certa altura Anastacia surgue no meu canto de visão e vejo espanto em seu rosto ao me ver no seu local de trabalho.
— O que faz por aqui? — pergunta com uma voz doce vindo ao meu encontro e me deixar um selinho simples nos lábios que deixei aumentar para um beijo, já que estou louco de saudades da sua boca. — Hum... — geme brevemente ao sentir a mordida deliciosa dos meus dentes em seu lábio inferior com sabor a café.
— Amor estava pensando em a gente ir jantar essa noite, cair numa dança até madrugada e amanhã ir passear em alto mar, o que acha?
Ela faz um ar instigador, até que ela sorri me abraçando pelo pescoço e aproxima seus lábios carnudos do meu ouvido criando um ventinho delicioso. Adoro sua boca próxima do meu ouvido, é tão vibrante.
— Só se for em outro lugar, estou cansada de usar sempre a mesma cidade, sempre os mesmos lugares... amor está na hora de inovar!
Designa muito cheia de planos, porque todas as suas sugestões são muito interessantes.
— Alguma cidade em preferência, baby? — questiono olhando olhos nos olhos balançando ligeiramente meu corpo que repete em sintonia o movimento dela. — Podemos ir para Portland! — sugiro.
— Mas fica muito longe daqui, iamos demorar muito tempo para fazer uma viagem de ida e volta, amor! — lembra de semblante preocupado.
— Quem disse, hum? — faço uma careta breve. — Não precisamos de pegar um carro, a gente pode ir no meu helicóptero mesmo! — profiro ainda com um sorriso nos lábios o que a deixou intrigada. Ela fica tão perfeita me olhando assim. — O que foi? Não gosta de voar? — pergunto roubando um selinho dos seus lábios corados de uma tonalidade avermelhada.
— Não tem nada haver com ter medo de alturas, amor... é só que não fazia a menor ideia que você tinha um... — interrompo.
— Charlie Tango! — esclareço.
— Isso... — sublinha piscando os olhos para mim. — Você sempre me vem surpreendendo, mas acha que é seguro? Sabe, tem sempre risco de a gente cair... confia em seu piloto? Se fosse você faria uma melhor seleção... — fico tão bobo a olhando se embaraçar sozinha que fica até pecado interrompê-la. — o que foi, Chris? Estou falando bobeira? É? Então... estou tentando ser cautelosa... pensei que... — a interrompo uma vez mais correndo assim mesmo o risco.
— Relaxe amor, o piloto é da minha inteira confiança! — indico sabendo perfeitamente que eu mesmo pilotaria o Charlie Tango. — Então a senhorita aceita a proposta? — pergunto ela ainda me faz uma careta pensativa uns segundos, mas logo o seu sorriso triunfa e percebo que havia aceito. — Ótimo, vou pedir a Taylor para mandar preparar tudo!
~*~
Pov. Narrador
Já de volta a Seattle, Elena acabava de chegar em sua mansão de luxo com Leila. Apesar de terem passado quase um mês New York depois de alguns sessões de insiminação in vitro que cairam no fracasso, pois o séman guardado não dera qualquer tipo de "frutos", Elena tentou arrumar rapidamente uma nova solução, pois o plano ia continuar exatamente igual ao planeado inicialmente.
Então, a vilã arrumou conhecido para para engravidar Leila a troco de dinheiro e umas duas semanas depois o médico amigo de Elena confirmou que Leila finalmente estava grávida. Porém, o sucesso acabou se desfazendo uma semana e meia depois, quando Leila tivera um aborto espontaneo. Isso começou a irritar a loira porque começava achar que Leila era uma inutil que nem um filho conseguia segurar no ventre. Contudo, elas ia recorrer à mentira, Elena tinha amigos que podiam arrumar um jeito de falsificar exames, relatórios e até ultrassom, só para dar credibilidade ao malvado plano. Então para todos os efeitos ela estava esperando um filho de Christian, e ele não precisava saber que era mentira.
— Se instale diretinho e descanse o suficiente! — diz Elena olhando Leila com superioridade, a rapariga mal se recuperara do aborto. — Lembre que amanhã nosso plano entra em marcha e nem pense em falhar comigo, entendido? — ela assente com a cabeça passando as mãos sobre a barriga inexistente ainda com uma lágrima rasa no canto do olho. — Logo você estará nas mãos do Grey e ninguém vai atrapalhar nosso plano!
— Mas e se ele simplesmente não acreditar? Elena tem sempre esse risco! — Leila não parecia muito convencida com os planos da vilã. — E se ele simplesmente vier querendo acompanhar tudo de perto... vai exigir um médico da sua confiança... a tal Dra. Greene! Eu conheço o meu senhor! E ai ele pode descobrir que não estou grávida coisa alguma e vai ser pior. É bem capaz de me espancar!
Elena revira os olhos perante tanto drama de Leila.
— Garota vê se acalma! — ordena a loira já sem paciência. — Lembre que independentemente do que ele quiser fazer, você vai me mantendo a par de tudo! — relembra. — Além disso você quer aquela lá fora da vida dele, ou não? — Leila assente positivo, o que faz Elena sorrir em vitória. — Então cumpra sua parte do plano! Deixe que cuido da farsada maternidade! — indica passando na frente da morena deitada no sofá igual lontra. — Lorena! — a loira chama por sua empregada que surgue correndo na sala com receio da patroa. — Prepare o quarto de hóspedes! — a mulher assente ficando estática para as ordens de Elena. — PODE IR CRIATURA! — grita impaciente.
Elena por vezes é realmente cruel com os empregados, mas é óbvio que simplesmente os trata dessa forma por achá-los despreziveis e fáceis de passar o pé e escolachar com o seu salto de sapato de grife.
— Era mesmo necessário gritar com essa pobre mulher? — Leila intromete, mas é logo silenciada pelo olhar furioso da outra. — Não está quem falou! — se rende.
— Relembrando para que não fiquem dúvidas... se ele perguntar de quanto tempo está, você irá responder que está de exatas 12 semanas, sim?
— Mas ele vai perceber que é mentira! — diz em defesa. — Elena é só olhar para mim...
— Cale a boca, Leila! — ordena a loira. — Você terá que ser credível em dizer que sua barriga não irá crescer muito! — a morena não se convence. — Lembre dos milhões, do seu próprio negócio de luxo... — Leila se indireita começando a sorrir com a ideia. — Melhor agora?
— Só mais uma coisa? — ela interpela. — E quanto ao bebê? Temos que pensar que como não estou grávida, a barriga não irá crescer...
— Digamos que tenho uns planos para que esse bebé inexistente e como é óbvio, ele nem nunca iria chegar a nascer e isso inclui um acidente que será por culpa de Anastacia... Aposto que Christian jamais ira perdá-la por ter morto seu filho! — e começa a gargalhar maléfica.
~*~
Pov. Anastacia
Estava me sentindo bem ansiosa para saborear essa surpresa agradável. No fundo curiosa para conhecer a sensação de voar num helicóptero. Oh meu deus ainda nem acredito que vou estar voando com ele, olhar a cidade de cima a mil pés.
A minha deusa começa pulando divertida na frente do espelho se arrumando para sair a matar numa noite cheia de glamour.
Tive sorte, porque antes de voltar para o apartamento dei um pulo no shopping e consegui com facilidade comprar umas peças intimas novas, algo muito sexy que sei que deixará ele muito louco, as querendo arrancar com os dentes, mas que já as comprara a pensar um pouco na pecularidade acesa com roupas.
A calcinha era de fio, preta com um coração no centro e tinha uns laços laterais que me faria soltar dela rapidinho. Ele só teria que puxar as fitas e voilá, sexo à vista e prontinho para ele. Também comprei um vestido cintadinho, claro e discreto, mas que iria realçar na perfeição minhas curvas e bunda de um jeito que lhe desse vontade de tapear em atrevimento.
O meu banho já estava tomado, ainda cuidei de arrumar os cabelos rapidamente tentando os deixar desleixados sobre os ombros. Tratei de vestir na frente do espelho, dando um beijo no meu próprio ombro aromático a aroma de coco empragnado na minha pele que o faria certamente morder num frenezim imparável.
Como o vestido tinha mangas em três quatros, peguei um casaco fino para o caso da noite ficar fresca demais, pois nunca se sabe o que esperar desse clima inconstante.
Ao chegar ao térreo o celular fica tocando e o tiro para fora dando uma olhada e era Mia, então decido atender enquanto me encaminho para o carocha abrindo assim a porta e entrar.
— Oi Mia! — cumprimento puxando a porta e batê-la forte demais. — Como vai? — pergunto pousando o celular no colo, já que o colocara em viva voz para dirigir mais à vontade.
— Aninha! — cumprimenta. — Vou lindamente e você? Meu irmão anda se portando direito? — pergunta em risos no outro lado acompanhada de som baixo de tv. — CREDO! Que barulho foi esse? — ela reclama assim que escuta o barulho do meu carocha roncando. — Você pegou alguma trem, mulher?
— Estou ótima... indo me encontrar com o seu irmão nesse momento! — digo entrando com a ré e manobrar para sair do parque de estacionamento com maior cuidado para não marcar o mercedes de Kate. — Esse barulho é o meu carocha... Ethan não lhe contou, não? — rio divertida rodando o volante com alguma força.
— Não acredito que o meu irmão não fez a gentileza de pegar a donzela! — a voz de Mia era de desapontamento. — Sabe, Ethan não me conta nada... esse aqui é pior que muita mulher, só serve para fazer fofoca! — diz em deboche e escuto Ethan protestar direto com ela.
— Tem a quem sair, sabe? — insinuo comparando a Kate. — Vou precisar desligar, a gente se fala depois, ok? — aviso me desviando em um atalho mais ou menos escuro, mas que me encurtaria algum tempo de viagem. — Vocês tenham juízo! — aviso em risadas bobas me distraindo um pouco com o som da conversa paralela deles.
— Bye, baby! Abusem um pouco, sim?
Quando desligo a ligação desço os olhos ao celular e quase me despenho contra o cachorro que desvio o carocha para o lado. Minha sorte é que não vinha nenhum carro na via lateral, se não estaria ferrada e nem vou abrir minha boca para contar esse incidente para Christian, pois é bem capaz de vir brigar comigo por conta de usar celular enquanto estou dirgindo ou vir infernizar que o meu carocha não é seguro.
Chegando no Escala rapidamente saio dando uma breve corrida em cima dos meus saltos médios e pego um elevador, mas minha surpresa vem assim que ao entrar encontro Taylor.
— Boa, srta. Steele! O senhor Grey pediu para vir esperá-la aqui, porque vou levá-la até ao heliporto no alto desse edificio! — cumprimenta e passa indicar de forma detalhada o seu serviço.
— Boa noite, Taylor!
Enquanto o elevador sobe se instala um silêncio momentaneo o que me leva a pensar nesse instante. Primeiro, ele nunca fala e depois parece tão obediente, cheio de regras.
Tento quebrar o silêncio nesse momento abrindo minha boca que logo a fecho, quando as portas simplesmente se abrem e a vista que deslumbro é de Christian Grey, lindo e fantástico ao lado do seu Charlie Tango, com o nome da sua empresa gravado em letras grandes ao estilo "times new roman". Só sei que me vi espantada olhando, nem me lembrei em dar ordem às minhas pernas para me mover, a minha respiração travou e era como se o mundo estivesse em trase para mim.
— Srta Steele! — Taylor me chama e saio obrigatoriamente desse transe me guiando com ele até Christian.
— Em um palavra digo que está... — me olha de alto a baixo. — deslumbrante! — elogia Christian.
E vem aproximando mais de mim, depositando suas mãos na base da minha cintura, aproximar a sua boca na minha e envolvê-la numa beijo calmo, que aumenta para um bem urguente e fazer ofegar no interior da sua boca sem conseguir controlar. Pois sua língua está louca envolvendo a minha numa dança tão sensual e quente de fazer toda a respiração cessar.
Rapidamente me vejo de biquinho de pés, porque ele me deixar quase com uma vontade louca de trepar paredes por me tomar desse jeito inesperado.
Quando nosso beija cessa, isto porque meus pulmões já estão numa gritaria impossivel de ficar indiferente, fica me olhando de olhos bem abertos, meus olhos concentrados no cinza profundo e brilhante dos seus. Nunca reparara muito nesse detalhe, mas hoje em especial, eles estavam mais escuros que o habitual. Certamente por estarmos ao luar, não sei. Tem tanta coisa que não se explica, simplesmente se sente.
— Preparada para voar?
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