Notas iniciais
Olá galerinha! Voltei correndo eu sei, e não tinha como ficar indiferente a tantos pedidos, pois a treta é séria e esse cretino não pode sair por ai se achando livre de uma surra. Amei vossos comentários, vocês são brilhantes e por isso sem vos torturar ai o capítulo 30, mas porque só depois voltarei a postar na segunda ou na terça! É gente... então aproveitem! Sem preparem que ELENA BRUXA DO OESTE vai entrar a matar rsrs Boa leitura ♥

Pov. Christian

A manhã na Grey Enterprises Holdigns fora passada a fechar novos contratos lucrativos e assinaturas de compra. Contudo, apesar de manter o meu corpo no lugar, me sentir presente em uma reunião imensa, a minha cabeça estava em outro lugar completamente distante. Lá bem longe, a 10 horas de caminho. Os meus pensamentos mergulhados em Anastacia, na sua capacidade cativante de me manter distraido lembrando seus lábios nos meus, seu contato quente contra a minha pele, a sua risada contagiante, o seu sono tranquilo e a sua valente coragem em me fazer frente.

— Sr. Grey! — saio de um transe de pensamentos quando escuto meu sobrenome proferido por Andrea.

Andrea é a nova secretária que está substituindo Crystal que tirou uma licença para cuidar da filha que adoeceu recentemente. Os médicos não sabem falar o que a menina tem, mas que é uma doença rara e complicada de lidar.

— Diga Andrea! — estico os braços me sentindo tenso, realmente tenso e com nós de tensão em toda a extensão do meu corpo.

— E só para avisar que a sua reunião com os Dinamarqueses fica remarcada para a próxima quinta-feira, o jantar de negócios com da Sublime ficou marcado para essa noite, senhor!

Bato no alto da cabeça lembrando do jantar mensal que sempre é lançado pela empresa com quem tranquei sociedade a ano e meio, por justamente se tratar de uma causa beneficiente que decidi abraçar por incentivo de minha mãe. Achado que seria uma boa oportunidade em me mostrar mais interessado nas causas nobres e não apenas nos negócios relativamente rentáveis, que apesar de importantes, são fundamentais para esses povos que tenciono ajudar de paises menos desenvolvidos.

— É tudo? — pergunto e ela assente com a cabeça, um simples sim piscando os olhos de forma satisfatória para mim. — Pode ir então, Andrea! — ela sai de forma discreta da minha sala.

Novamente sozinho me pego olhando a tela do Macbook e vejo um retrato de Anastacia que guardei daquela busca louca e obsessiva. Ergo os dedos tocando a tela como se pudesse sentir a textura da sua pele com um simples toque, mas ela não estava aqui, ela estava lá, na editora da SIP. Os meus olhos descem ao horário e sorrio percebendo que havia saido e que logo estaria me ligando tal como havia prometido, então decidi igualmente fazer a minha pausa para o almoço.

Ao atravessar a porta do escritório Taylor me aguardava no lado de lá com sua postura ereta, calmo e observador controlado. Vou aproximando dele que se dirige para o elevador, mas antes de que as portas se possam abrir me olha com olhar sério.

— Sr. Grey devia ver essa nota que saiu nos tablóides essa manhã! — ele me entrega o tablet e encosto na parede abrindo a aba de informação.

CEO, Christian Grey Namorando?

Nessa última noite de domingo, o empresário de sucesso, Christian Grey (27), foi visto a desembarcar no aeroporto de Seattle. Mas não estava sozinho como seria de especular, encontrava-se acompanhado de uma mulher. Uma linda morena que se destacou por aparecerem publicamente quando é notificado por toda a imprensa mundial, a desconfiança da orientação sexual do milionário, como sendo gay. Christian Grey nunca fora visto acompanhado de nenhuma mulher antes, o que destacou muito euforismo por parte do sexo feminino e desespero. Agora revelada a heterosexual do empresário, as mulheres suspiram novamente, mas por invejarem o lugar distaque da mulher que ninguém sabe quem é, mas que a midia está alerta para descobrir. Será ela a namorada mistério?

Assim que termino de ler a noticia rio, porque a midia realmente faz furor por detalhes sem grande importância, apesar de presar alguma privacidade e gosto mais ainda quando a minha vida se mantém em segredo, longe daquelas objectivas intrínsecas e holofotes curiosos. Mas agora o segredo deixou de fazer sentido e não sei como Anastacia vai reagir quando souber, minha mãe ou simplesmente meu pai que vão cair em cima de mim querendo saber quem ela é e porque nunca mencionei que estava saindo com alguém.

— Quer que faça alguma coisa? — pergunta Taylor segurando de volta o tablet que entrego para suas mãos.

— Não! — digo de forma branda e sem receio. Não é mentira que tenho alguém na minha vida. E quanto mais cedo souberem melhor, mais cedo me deixam em paz. — Vamos Taylor! — indico quando ele carrega para chamar o elevador.

Eis que no momento exato em que as portas abrem para que possa entrar, Elena surgue me olhando feio e estreito logo o olhar não gostando de sua expressão de quem vindo tirar satisfação quando não lhe devo absolutamente.

— O que faz aqui? — pergunto ríspido não gostando nem um pouco da sua presença inesperada.

— Mostrar essa droga de noticia! — joga o jornal contra o meu peito de forma agressiva que me deixa ainda mais irritado. — Não sabia que tinha descido tão baixo ao se deixar expor dessa maneira para a midia! — reclama fazendo minimo escândalo na recepção, com minha secretária olhando. Isso me tece um raiva enorme dentro de mim, pois tem coisa que não tolero é que seja quem for levante a voz para falar comigo no meu local de trabalho. — Esse não é o Christian que conheci! — diz cheia de si em desaforo.

— Já falei que não gosto de escandâlos na minha empresa, então me faça o favor de sair! — falo em tom sério, baixo e ríspido sem perder a desenvoltura na frente dos meus empregados. — Ou então se estiver disponivel a conversar de forma civilizada venha comigo na minha sala, mas sem xingos, Elena!

Elena revira os olhos batendo perna na minha frente batendo bruscamente seu ombro contra o meu braço que me faz mover ligeriamente. Taylor me olha querendo intrevir, mas ergo a mão simplesmente como sinónimo de "está tudo bem eu resolvo" e rodo nos meus sapatos indo para a minha sala para colocar uns pontos, antes que perca a paciência. Entrando na sala, fecho as portas atrás de mim com olhar sério cravado na minha velha amiga, mas somente velha amizade, pois ela está perdendo credibilidade e meu respeito com essas atitudes tão absurdas para cima de mim como se tivessemos algum tipo de relação onde devemos respeito um para o outro.

— Me explique Christian! — exige, como se lhe devesse alguma coisa do que sou como homem.

— Não tenho nada para lhe explicar, Elena! — afirmo guardando as mãos nos bolsos do terno azul escuro. — E sinceramente quem lhe devia exigir explicações nesse momento até devia ser eu. — ela franze a sobrancelha me olhando totalmente cínica. — Sim Elena e escusa de me olhar assim, Taylor me avisou da sua procura em meu apartamento e fique sabendo que não gostei minimamente e que agora mais claro que nunca, quero seu afastamento definitivo da minha vida! — ela começa a gargalhar com gosto, isso a mim não me perturba, somente faz manter a mesma posição séria. — Ria o quanto quiser, não tenho qualquer gosto em tirar-lhe isso! — digo lhe oferecendo as costas ao me juntar à longa parede de vidro com a melhor vista da cidade. — Aviso desde já que a nossa sociedade está oficialmente arruinada! Me recuso a me manter sócio de alguém que deixei de confiar!

— COMO ASSIM DEIXOU DE CONFIAR? COMO OUSA SE MOSTRAR TÃO CRETINO QUANDO LHE DEI TUDO O QUE TEM HOJE?

Começa a gritar comigo, isso me faz franzir os olhos a olhar com um expressão de raiva, pois odeio mulher que me grita, principalmente aquela que perdeu a razão à muito tempo e se afirma como vitima que comigo não cola nem um pouco.

— Abaixe essa voz comigo! Está na minha empresa e aqui não admito esse tipo de vexame!

— NÃO TEM ESSE DIREITO! — vem se agarrar a mim, se ajoelhando. Mantenho a minha postura de superioridade, não me vou render nem que beije o chão. — ESSA MULHER ESTÁ ARRUINANDO TUDO! NOSSA AMIZADE, NOSSA RELAÇÃO! — fico calado a olhando. Sinceramente o único sentimento que me passa na cabeça em relação a Elena é de pura pena. Afinal ela não passa de uma mulher solitária. — CHRSITIAN, MEU MENINO!

— Chega! — ordeno já meu excedendo e me liberto das mãos insistentes de Elena. — Vá embora e nunca mais apareça! Aviso que se tentar alguma coisa que seja eu acabo com a sua vida!

— Vai me mandar matar? É isso? Agora virou sanguinário por aquela vadia que quer dar o golpe em você? Ou será que não entendeu que é isso que ela quer? DAR O GOLPE NA SUA VIDA, TIRAR TUDO O QUE TEM!

— FORAAA! — me excedo ao berrar com ela. Andrea logo surgue na porta tremendo — Andrea faça a gentileza de acompanhar essa senhora até à saida! — a minha secretária assente entrando.

— Conheço o caminho, obrigado! — Elena esperneia um pouco recusando aproximação de Andrea e me olha por cima do ombro. — Isso não vai ficar assim, Christian! Eu vou arruinar a sua vida, me aguarde!

— Está me ameaçando? — pergunto com um sorriso travesso nos lábios, porque depois de tudo o que passei essa manhã me sinto realmente divertido.

— Entenda como quiser, só aproveite o tempo que tem para viver o seu "fairy tale", porque seus dias estão contados meu menino... — e dá uma gargalhada insinuosa ao sair.

Me pego olhando Andrea sair e fechar a porta, fico completamente possesso querendo quebrar tudo, porque não suporto ser ameaçado, não suporto me sentir que posso estar na mão de alguém. Quando esse alguém é Elena e pode arruinar tudo da minha vida se quiser ir muito longe. Mas não vou deixar que se aproxime de Anastacia, não vou permitir que arruine o quer que seja, só por se acha nesse direito. Me tirando a única maior razão que me deixa assim completo e bem.

Batem na porta e me vejo de cabeça baixada, palmas das mãos espalmadas na secretária, olhos semicerrados.

— Senhor! — Taylor chama relutante em entrar, já que não havia dado permissão.

— Posso lhe ser útil? — ao escutar a pergunta ergo a nuca e suavizo o semblante.

— Não, Taylor! — returco. — Pode ir! — ele assente saindo.

~*~

Uns relativos vinte minutos depois de tomar uma água para clarear as minhas ideias, peço a Andrea pelo comunicador para pedir comida chinesa, já que não iria sair do meu escritório. Em seguida de olhos postos nos arranha-céus, Anastacia volta a reinar no meu pensamento e decido ligar para ela, mas quando vou pronto a pegar o iPhone do palitó, ele começa a vibrar como coicidência de telepatia ocasional. Tiro o aparelho e vejo que é realmente ela, atendo sem a querer fazer esperá-la.

— Hey baby! — cumprimento. — Você não pode ser boa pessoa, porque estava indo justamente ligar para você.

— Olá, Chris! — cumprimenta de volta. — Jura? — ela pergunta com uma voz divertida, mas não tão divertida quanto as outras vezes e estranhei isso, havia alguma coisa e errado na sua voz, uma mínima tensão que pude subtilmente perceber. — Me desculpe a demora, mas me fiquei conversando com Violet e já imagina como é... — sorrio afroxando ligeiramente a gravata cinza.

— Claro que sim... — em seguida passo a mão livre sobre os cabelos acobreados os desalinhando ligeiramente. — Ana, está tudo bem? — decido perguntar, antes que a conversa se enrole e me esqueça.

— Está, porquê a pergunta? — ela estranha do outro lado. Podia até imaginar sua sobrancelha erguida, seu lábio curvando ligeiro, seu olhar curioso. — quer dizer... — mas logo se instala uma insegurança que me faz desconfiar mais.

— Por nada, só a sinto meio tensa... — deduzo inicialmente, não engulindo muito essa minha dedução barata, pois assim que escuto as suas palavras finais minha incerteza se renvoa. — Ana o que aconteceu? Você sabe que pode falar comigo! — a incito.

É um fato de que tem algo perturbando Anastacia, algo que a deixou ligeiramente tensa e confusa ao mesmo tempo, não estaria desse jeito. Consigo percebê-lo fácil pela voz. Ela não é fácil de me enganar, somente escondendo o que pensa e isso é somente a única coisa que mais me tortura.

— Não coisa que se deva falar por chamada, além que estou com receio de como você pode simplesmente reagir! — suspira pesado logo de seguida. — Mas já era de calcular o paraiso é bom, mas não dura para sempre. — sorrio fraco com sua afirmação, ainda a fervilhar com o que teria para me contar.

É um fato de que fico inquieto, não gosto de imaginar que tem alguma coisa perturbando ela e que simplesmente fique desse lado na ignorância.

— Tudo bem, encontro com você depois para falar acerca disso! — sugiro não querendo ficar na ignorância por tempo demais. — Então isso quer dizer que não viu a nota que saiu no The Times essa manhã sobre nós.... — e mordo o cantinho da boca.

Anastacia faz um pouco de silêncio, dando aquela impressão de que afastou o aparelho do ouvido para questionar alguém, até escutá-la novamente dado um pigarro ligeiro.

— Não sei de nota alguma, do que falava exatamente? — ela fica curiosa. Uma curiosidade deliciosa, é certo.

— Que você e eu somos casal de namorados!

Ressalvo as palavras do tablóde de informação online, apesar de ter saido em formato de papel também. Provavelmente que ela viria a essa hora. E acontece que Ana começa a rir, mas de um jeito que me faz rir igualmente sem inibição alguma. Ok, ela não se importou, isso é bom. Pelo menos não me vai atacar por se ver exposta, o que é um ponto positivo para mim, já que não me importo de me afirmar para o mundo como um homem de uma mulher só. Porque é Anastacia quem eu quero na minha vida, mais mulher alguma. E todas as pessoas que tentaram envenanar minhas palavras serão severamente castigadas. Se tem coisa que não admito é que me difamem, difamem meu nome.

— Casal de namorados? — ela repete em risos. — E a gente está namorando? — pergunta com uma voz manhosa de me fazer debruçar sobre a secretária.

— O que você acha? — decido trocar a batata quente para as suas mãos.

— Não sei o que a gente tem! O que sei, é que é gostoso e que quero que dure para sempre!

— Eu também, baby! — digo rodando na cadeira.

— Então até mais tarde! — despede ela.

— Até... — e desligo a ligação me concentrando no Macbook ao me voltar a virar novamente.

~*~

Terminando a revisão de umas papeladas burocráticas, pedi a Andrea que as enviasse o quanto antes para a empresa Holandesa ao qual tencionava traçar sociedade. Assim sendo quando dou uma olhada rápida no relógio vejo que está marcando as precisas 17 horas e decido encerrar meu dia para ir encontrar Ana, pois certamente que ainda estaria na SIP. Ao atravessar minha porta Taylor apareceu pronto a cumprir suas tarefas e o silêncio somente quebrou para que eu indicasse a orientação de onde tencionava ir. Taylor cumpriu sua tarefa me deixando na frente da editora e me vi ajeitando o palitó ao sair. Entrei e vi umas quantas pessoas paradas junto à máquina de café numa sala ao lado e perguntei por Ana, me indicaram a entrada à direita e tem um fato de que fora um perfeito idiota em não ter olhado logo, pois a teria visto se viesse com olhos de ver.

Aproximo discretamente da sua secretária afim de porporcionar uma potêncial surpresa, mas uma outra mulher, me denunciou com um grito sonoro atrás das costas.

— CHRISTIAN GREY! — e os olhos de Ana subitamente levantaram na minha direção. Oh sim, os meus olhos mar azul que mergulho de cabeça e esqueço de retomar a surperficie.

— Christian? — ela fala com surpresa mordendo o lábio inferior involuntariamente. — Mas que horas são...? — pergunta voltando com atenção à tela do computador e me olhar em seguida. — Meu horário de saida é apenas às 17:30! — afirma.

— Podemos tomar um café, não lhe quero roubar muito tempo! — digo arrumando as mãos nos bolsos da calça ainda a encarando. — Até porque além de vir conversar com você, vinha também para fazer uma proposta para essa noite! — ela ergue a cova do sorriso provavelmente com mil e uma ideias.

— Que proposta? — Ana começa a empurrar a cadeira lentamente até ficar totalmente de pé na minha frente. Olhos brilhantes.

— Conversamos? — sei que não é educado responder a uma pergunta com um contra-pergunta.

Ela revira os olhos nesse instante cedendo e me cede o braço ao qual a guio para fora, queria tomar um café com ela num lugar mais recatado, sem grandes atenções, só que depois do que saiu na midia é quase impossivel.

— Fica de olho... — alerta ela certamente para Violet ao qual me sorri.

Agora sentados um na frente do outro numa lanchonete não muito distante da SIP, me concentro com o olhar em Anastacia que move os dedos tremula sobre o tampo da mesa, provavelmente não sabendo por onde começar a falar.

— Lembra das flores que falei que havia recebido essa manhã? — pergunta me fazendo lembrar nesse instante da curta confusão que existira inicialmente por achar que haviam sido minha obra e assinto que sim. — Eu já sei quem as enviou e antes que fique bravo comigo, eu as joguei no lixo! — a minha sobrancelha começa arqueando, meus punhos se cerrando automaticamente, porque algo me diz que vou ficar furioso.

— Ana... — minha voz sai um pouco grave, nunca na tentativa de assustar, mas me sinto obviamente tenso.

— Chris, por favor... — ela vem implorando pousando as suas mãos nas minhas e respirando fundo concentro o meu olhar em seus lábios, no que teriam para dizer. — Foi o meu chefe... e ele... — me levanto de forma brusca da cadeira, a fazendo tombar sem tempo para continuar escutando mais alguma coisa, que ela vem logo intrevindo. — Espere... — implora de novo, agora se colocando na minha frente. — se insinuou para mim, me convidou para jantar, mesmo sabendo que tenho namorado, mas eu neguei, eu não... — só que antes que ela pudesse terminar seu esclarecimento já eu estava saindo da lanchonete.

Ainda a escutei correndo atrás de mim protestando alguma coisa que decidi não entender, pois minha cabeça está fervendo, fervendo tanto que se alguém não me segurar eu mato esse cretino da merda. O coloco no cemitério em três tempos, pois ninguém, mas absolutamente ninguém se mete com a minha mulher.

Entro na SIP e Violet vem ao meu encontro com sorrisos e animada, mas pergunto somente uma única coisa ao qual ela com receio, talvez por me ver sem humor indica apontando o dedo para o escritório de Jack.

— CHRIS! — Ana ainda grita com medo me vindo segurar a mão, mas nem cesso o passo ao seu gesto.

— Calma, Ana... — escuto Violet aconselhar e os passos da minha morena se cessam atrás de mim. — Deixe que eles se entendam e quer saber... ele merece a surra que vai levar! — sorrio de canto com esse fato, pois não me ia deixar ficar quieto.

Então bato na porta do merdas de Jack Hyde, ele abre na maior normalidade, sem sequer imaginar o que lhe esperaria no lado de cá e só tenho tempo de fechar punho, semicerrar os olhos e enfiar o murro certeiro na sua cara nojenta de o fazer estatelar direitinho e zonzo, pois usei toda a minha raiva sem pensar duas vezes, na verdade fiquei cego. Cego sim, muito cego.

— OHHHH!

Notas finais
Gostaram? O que tem a dizer sobre essas duas tretas? COMENTEM FAVORITEM RECOMENDEM se a história merecer. Voltarei segunda ou terça com maior um novo capítulo, até lá opiniem. Até ♥