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42 Capítulo 3 - Parte II - Eu vou estar com você semp
Notas iniciais
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Eu precisei me utilizar de uma pequena licença poética nesse capítulo porque o verdadeiro horário e dia do programa citado não se encaixava no enredo, então tenham isso em mente enquanto leem, okay?
Capítulo 3 — Parte II — Eu vou estar com você sempre
Bella Cullen
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Domingo foi... Estranho. Quero dizer: Existia essa névoa constante de tensão. Quase como se estivéssemos a meio passo de termos um colapso. Ao menos, isso se aplicava aos dois adultos estressados enquanto uma criança alegre corria pela casa.
Eu estava tentando ser paciente porque eu sabia que o motivo do mau humor repentino de Edward era o fato de que em poucas horas ele teria que levar Ben de volta para Victoria, mas era um pouco difícil não levar para o lado pessoal, especialmente quando eu era o alvo de toda a sua irritabilidade.
- Você pode ser um pouco menos desastrada? – Ele gritou, quando eu tropecei em um dos muitos carrinhos espalhados pelo chão da sala e por pouco não cai em cima de Ben.
Respirei fundo, tentando conter as lágrimas que ameaçavam cair.
- Você pode ser um pouco menos ríspido comigo? – Retruquei em tom baixo e me odiando pelo tremor em minha voz.
Evitei olhar em sua direção, apenas no caso de acabar encontrando ainda mais animosidade em seu olhar.
- Me desculpe, querido. – Pedi abaixando ao lado de Ben e tirando os seus carrinhos do caminho.
Ele me deu um grande sorriso como resposta.
Eu também estava nervosa com o fato de ter que vê-lo ir embora. Tinha sido difícil conquistar a sua confiança durante o fim de semana e agora nós estaríamos afastados por 15 dias. Só Deus sabe a forma como ele vai reagir a minha presença na sua próxima visita.
O que Edward me disse na noite passada, não saia da minha cabeça. Victoria havia encontrado uma forma de minar a confiança que Ben tinha em mim e além do fato de que isso tornaria as coisas para ele próprio bem mais difícil quando Edward, finalmente, conseguisse a sua guarda – e eu me recusa a pensar que seria diferente. Eu também tinha medo do que essa falta de confiança podia fazer para Edward e eu. Ben era sua prioridade agora e se ele não me aceitasse, o que seria de nós?
Tolamente, eu havia imaginado que o fato de termos nos reconectado, fisicamente, na noite passada, faria as coisas mais fáceis para nós.
Obviamente, eu estava errada.
Quando uma lágrima traidora escorreu por meu rosto, eu rapidamente me coloquei de pé e me dirigi à cozinha. Eu tinha um almoço para preparar, de qualquer forma.
Era difícil viver sobre constante tensão e eu estava começando a achar que seria uma boa idéia marcar uma consulta extra com o Dr. Denali porque eu sentia que a qualquer momento eu iria quebrar e como me recusava a permitir que isso voltasse a acontecer na frente de Edward, eu não tinha outra escolha a não ser ouvir os conselhos do melhor psiquiatra de Los Angeles – ao menos essa era a indicação de Carlisle.
- Merda! – Xinguei baixinho quando, sem prestar atenção nenhuma no que estava fazendo, acabei deslizando a faca por minha mão.
Eu olhei para a palma da minha mão, sendo tingida de vermelho, sentindo o cheiro de ferrugem que me deixava tonta, sem conseguir me mexer.
- Deixe que eu cuido disso... – As mãos de Edward envolveram o meu pulso.
Eu assisti quando ele lavou a minha mão e pressionou um pano limpo sobre o corte para conter o sangramento.
- Obrigada! – Disse, me sentindo estranhamente tímida e desviei o olhar porque a vontade de chorar estava aparecendo, mais uma vez.
- Desculpe! – Ele sussurrou, levantando meu queixo com a ponta dos dedos, me obrigando olhá-lo. – Eu sinto muito! Eu só... Estou tão nervoso.
- Eu sei! – Respondi, voltando a desviar o olhar. – Está tudo bem.
- Não, Bella! – Ele voltou a falar, quando eu me virei, voltando a me ocupar com o preparo do almoço. – Olhe para mim... Por favor!
Me virei em sua direção e ergui minha cabeça, deixando que nossos olhares se encontrassem.
- Eu sinto muito, pela forma como tenho agido hoje.
- Tudo bem. – Sussurrei.
- Não está tudo bem. Eu não deveria ter falado com você daquela forma.
- É sério, Edward. Está tudo bem. Eu entendo. Você está nervoso... Precisa de uma válvula de escape.
- Você não é minha válvula de escape. – Ele me puxou para os seus braços, me apertando contra o seu peito. – Você é minha esposa e eu te amo.
- Eu também te amo! – Respirei fundo sentindo o seu cheiro me embriagar.
- Eu odeio ouvir aquele tom em sua voz ou ver esse olhar triste em seus olhos. Odeio mais ainda saber que é por minha culpa.
- Nós vamos ficar bem, não vamos?
- Sim. Nós vamos. – Ele garantiu. – Eu vou fazer com que isso aconteça.
...
As horas seguintes passaram rápido demais. E quando nos demos conta já era hora de Ben ir embora.
Quebrou meu coração vê-lo chorar e pedir a Edward para deixá-lo ficar.
E eu, finalmente, me permiti chorar – como precisava, quando eles saíram.
Ainda deixando as lágrimas fluírem, eu fiz o que não fazia há algum tempo. Procurei consolo em quem sempre tinha estado ao meu lado.
- Oi... – Sussurrei ao telefone, quando Alice me atendeu.
- Bella, o que houve? Você está chorando?
- Eu só... Tá sendo tão difícil, Alice. – Uma nova onda de lágrimas surgiu com força e eu me obriguei a respirar fundo.
- Eu sei... Só se lembre que tudo vai ficar bem. – Ela tentou me incentivar.
Alice não era a melhor com esse tipo de coisa, mas não foi por isso que eu tinha ligado. Eu só precisava ouvir a voz dela e sentir que ainda éramos tão amigas quanto sempre fomos.
- Eu sinto muito não ter sido uma boa amiga nos últimos tempos. – Disse sinceramente.
- Você não precisa se desculpar. Você tem lidado com muita coisa... Eu estou orgulhosa de você. Todos nós estamos.
- Eu vou ficar bem, eu tenho vocês.
- Isso, aí. É assim que se fala. – Eu podia ouvir o riso em sua voz.
Conversamos por muito tempo, como não fazíamos ultimamente. Ela comentou sobre a matéria que falava de Jacob e eu lhe disse que ainda não tínhamos novidades. Ela prometeu que estaria ao meu lado, sempre que eu precisasse e eu desmoronei mais uma vez.
- Oh, não. Sem mais choro, por favor. – Alice pediu suplicante. – Limpe esse rosto bonito e me fale sobre Ben.
- Ele é um amor! – Respondi fungando. – Ele se parece tanto comigo, Alice. E com Jasper. Não fisicamente, é claro, mas ele tem tanto de nós... A forma como nós éramos como crianças. Sempre sozinhos e com medo. Eu tenho medo por ele, o que isso tudo pode ser para ele. Jasper e eu, tínhamos um ao outro. Ele não tem ninguém em quem se apoiar.
- Isso não é verdade. Ele tem Edward e você.
- Eu estou com medo. Se tudo o que aconteceu comigo vier à tona... Isso pode prejudicar o processo de alguma forma? Eu já trouxe tantos problemas e tristezas para Edward... Não quero ser a responsável por ele perder a guarda do próprio filho.
- Bella, para de se martirizar. Você foi uma vitima das atrocidades daqueles monstros. Não vejo como isso pode, de alguma forma, ir contra vocês.
- Eu não sou a pessoa mais estabilizada do mundo, Alice. Eu já estive por um fio, tantas vezes.
- Eu soube que você está bem melhor...
- A terapia está ajudando. Dr. Denali tem me ajudado mais do que eu gostaria de admitir...
- Então, não coloque toda a sua melhora a perder... Se mantenha confiante.
Um pequeno sorriso se formou em meu rosto.
- Você é uma boa amiga. – Disse. – Minha melhor amiga.
- Pare com isso. Você vai me fazer chorar e borrar a minha maquiagem. E eu não tenho tempo para refazê-la... Jasper e eu estamos saindo em uma espécie de encontro hoje.
- Oh Alice! E eu aqui te prendendo no telefone. Me desculpe.
- Eu sempre tenho tempo para minha melhor amiga.
- Alguma razão especial para o encontro?
Era bom falar sobre coisas cotidianas. Eu quase me sentia normal.
- É nosso aniversário.
- Oh meu Deus, Alice! Eu me esqueci completamente. Você me perdoa?
- Me dê um belo presente e passe algum tempo de qualidade comigo e tudo estará perdoado. – Ela comentou divertida.
- Combinado! Agora vá e divirta-se. Diga ao Jazz que estou orgulhosa por ele ter alguém tão especial quanto você em sua vida.
- Não me faça chorar, Isabella.
- Eu amo vocês! – Respondi sentindo minhas próprias lágrimas querendo voltar, mas dessa vez elas eram de felicidade por meu irmão. Ele merecia ser feliz.
...
Conversar com Alice me fez bem. Percebi que sentia falta de ter os meus amigos por perto.
Enquanto tomava um relaxante banho de banheira e tentava não me preocupar com o fato de Edward ainda não estar de volta, cheguei à conclusão que deveríamos convidá-los para jantar conosco. Com toda a confusão, em nossas vidas, nos últimos tempos, não tivemos a oportunidade de passar um tempo proveitoso com nossos amigos. Mas, agora que as coisas estavam, relativamente, mais calmas, eu gostaria de mudar isso.
Fui para cama, vestindo apenas uma das camisas de Edward e como não pretendia dormir antes que ele chegasse, liguei a TV tentando me distrair.
Quando ele adentrou o nosso quarto eu soube que as coisas não tinham saído muito bem. Seus ombros estavam curvados e seu olhar tão triste.
Ainda assim, perguntei:
- Como foi?
- Horrível!
Eu me levantei e o abracei o mais forte que consegui.
Ele retribui o meu abraço e eu o levei até a cama, o fazendo sentar.
- Você quer conversar sobre isso? – Indaguei, me ocupando em retirar os seus sapatos. Tentando encontrar uma forma de deixá-lo mais confortável.
- Eu preciso de você. – Ele sussurrou, me puxando para perto dele.
- Eu estou aqui. – Respondi, me acomodando ao seu lado, na cama.
As mãos de Edward se apossaram de minha cintura e ele me fez sentar em seu colo.
- Me faça esquecer as últimas horas. – Ele pediu contra o meu ouvido. – Me faça esquecer o que eu vi e ouvi... Me faça esquecer a minha impotência.
Eu senti, antes que vi, suas lágrimas molharem o meu pescoço.
Eu odiei o fato de vê-lo chorar e odiei mais ainda não ser capaz de fazer nada para livrá-lo do que quer que ele estivesse sentido.
- Como? – Pedi, secando as suas lágrimas. – Me diz como.
Suas mãos se infiltraram por baixo da camisa que eu vestia e apertaram minha pele, com mais força que o habitual, mas eu não me importei. Se isso era o que Edward precisava, era o que eu daria a ele.
- Faça amor comigo.
Seu toque era preciso, forte e provavelmente me deixaria com algumas marcas, mas seus movimentos eram lentos, sutis. Uma contradição. Tal como nossos corações naquele momento.
Afundei minhas unhas em sua pele.
- Eu vou estar com você sempre. – Prometi.
Ele respondeu, deslizando sua mão entre nossos corpos e me tocando da forma como só ele sabia.
- Diga o meu nome. – Ele pediu, enquanto me empurrava de encontro ao êxtase. – Olhe para mim e diga o meu nome.
Forcei meus olhos a permanecerem abertos e sussurrei o seu nome com devoção.
- Mais alto! Mais alto, Bella.
Suas investidas se tornaram mais urgentes, me obrigando a me agarrar a ele por medo de me perder na intensidade do orgasmo que me consumia.
Eu gritei o seu nome, inúmeras vezes. E como resposta ele me deu o meu sorriso torto predileto, ainda se movendo sobre mim, antes de cerrar os seus olhos e se perder em seu próprio êxtase.
- Eu te amo! – Sua voz rouca chegou aos meus ouvidos ainda nublados pela intensidade do que ele tinha acabado de me proporcionar.
- Eu sei. – Sussurrei de volta, apoiando minha cabeça em seu peito. – Eu também te amo!
...
Edward não me disse o que tinha acontecido na casa de Victoria para que ele chegasse em casa tão arrasado e eu não o pressionei porque, de alguma forma, eu tinha sido capaz de livrá-lo do olhar derrotado com que ele tinha chegado e não pretendia vê-lo retroceder. Ele falaria quando desejasse.
- O que acha de um pouco de sorvete, enquanto assistimos TV? – Ele perguntou já se colocando de pé.
Eu pensei em mil e uma utilidades para o sorvete que ele se dispunha a buscar quando o olhei, sem constrangimento algum, vestindo apenas uma boxer preta.
- Você é insaciável! – Ele comentou sorrindo. – Você precisa de um banho gelado, Sra. Cullen?
Um sorriso imenso se formou em meu rosto. Há quanto tempo não o ouvia me chamar assim?
- Eu amo quando você me chama assim.
- Oh, é mesmo? – Ele prendeu sua mão em meus cabelos e aproximou seu rosto do meu. – Eu amo o fato de poder te chamar assim, Sra. Cullen.
Seus lábios atacaram os meus com intensidade.
- Agora se comporte. – Provocou ao me soltar.
Eu sorri. Era bom vê-lo assim. Seria ótimo terminar o domingo devorando sorvete na cama, com Edward, enquanto assistíamos a algum programa na televisão e quem sabe, mais tarde eu o convencesse a repetir o que tínhamos feito agora a pouco.
...
Estávamos ocupados, dando sorvete um na boca do outro, sem realmente prestar atenção no que passava na televisão.
Isso até eu ver que Late Night estava começando.
- Eu gosto desse programa. – Comentei, me sentando corretamente.
Edward soltou um risinho baixo.
- O que? – retruquei, aumentando o volume da televisão.
- Você gosta de Talk Show? Sério?
Assenti com um movimento de cabeça, sem dar importância ao tom jocoso de sua voz.
Nos acomodamos, próximos um do outro, enquanto assistimos o apresentador fazer algumas piadas — que nos fez rir e listar os seus convidados. Mas, no momento em que em que ele anunciou que um dos convidados era James Wood, eu senti o meu sorriso morrer.
Estávamos tendo um tempo agradável juntos e eu não queria que isso acabasse, então sugeri docemente:
- Nós podemos trocar de canal.
Apesar de Edward estar um tanto rígido ao meu lado, ele negou com um aceno de cabeça.
- Não. Podemos assistir... Além do mais, quero ver ele se livrar das prováveis insinuações. Aposto como vão falar de você. – Edward deslizou o braço por meu ombro, me puxando para mais perto. – E eu ainda não tive a satisfação de ver a reação de James ao nosso casamento.
Eu revirei meus olhos, mas não disse nada.
Foi estranho ver James, na televisão, depois desse tempo sem nem mesmo lembrar dele. Eu estive ocupada demais tentando me colocar nos eixos para me preocupar com alguém com quem nunca tive muita afinidade. Mas, ainda assim, me lembrava do quanto ele se dedicou ao filme e como ele conseguia fazer com que o set se tornasse um lugar divertido. Em outra ocasião, talvez pudéssemos ter nos tornado amigos. Isso se Edward não sentisse tanto ciúmes dele.
- Então James... – O apresentador começou. – Têm se falado muito de Bella Swan nos últimos tempos... – Aí estava o que Edward adivinhou que aconteceria. – Como você vê tudo isso? Você soube o que foi publicado essa semana?
Eu senti meu corpo paralisar. Eu sabia que as pessoas estavam comentando sobre isso, mas definitivamente não esperava ver algo sobre mim e Jacob na TV, muito menos ter que ouvir um ex-colega de elenco expressar sua opinião sobre algo que ele nem mesmo sabia se tinha acontecido ou não.
- Você não precisa assistir isso. – Edward disse, se apossando do controle remoto.
Mas, eu tinha sido tomada por uma curiosidade mórbida. De qualquer forma, precisava saber o quão ruim tinha sido o estrago. Então, segurei sua mão, com força.
- Honestamente? – James começou. – Eu acho que tudo o que aquela revista publicou é, na realidade, uma grande asneira. Eu trabalhei com Bella, vi, muitas vezes, a forma como ela interagia com o irmão, Jasper, e era simplesmente como... De verdade, como nunca vi antes. Eles se protegem e cuidam mutuamente. Então, para mim, é difícil acreditar que ela possa ter se envolvido, romanticamente, com um outro irmão – que ninguém sabia da existência até agora. – Ele fez uma pausa e suspirou. – Além do mais, eu preciso admitir, a forma como ela olhava para Edward, toda vez que ele estava por perto, não deixava duvidas por quem ela era apaixonada.
- Falando em Edward... – O apresentador deu um sorrisinho para James. – Muito se falou sobre você e ela e então, logo após o filme ser lançado ficamos sabendo que ela, na realidade, era casada com Edward Cullen — que até então era considerado, junto com você, um dos solteirões do momento. O que acontecia de verdade?
-Oh isso. – James respondeu com uma certa dose de desdém. – Nós nunca dissemos que estávamos juntos... Mesmo porque não estávamos, isso é obvio, não? Era tudo uma grande piada. Os tablóides diziam que estávamos juntos e eu achava divertido a forma como Bella ficava irritada com isso, então, simplesmente deixava a fofoca rolar.
- Eu quase acredito na nele, quando ele fala assim... – Edward murmurou.
Eu tinha parado de prestar atenção, no momento em que percebi o sentido por trás do que ele respondeu a primeira pergunta.
- Ele me defendeu? – Retruquei surpresa. – Por quê?
- Eu não sei por quê. – Edward respondeu. – Mas, sou obrigado a admitir, que foi muito gentil da parte dele.
- Então, você é Team Bella Swan? – O apresentador perguntou a James, provocativamente.
- Totalmente. – Ele respondeu sem pestanejar. – Não tinha como ser diferente. Ela é incrível como atriz , absurdamente talentosa e “maravilhosa” nem chega perto de defini-la como pessoa. Eu realmente, gostaria muito, que as pessoas parassem de criar fofocas e a deixassem em paz um pouco.
- Bom, ele acaba de subir, um pouco, no meu conceito. – Edward comentou.
- Eu estava esperando que ele fizesse alguma piada... Ou que fortalecesse o coro contra mim. Não que ele me defendesse abertamente.
- O que você quer dizer com fortalecesse o coro contra você? – Edward perguntou me fazendo ficar de frente para ele.
Como resposta contei a ele sobre os olhares e cochichos das pessoas na loja de departamento ontem.
- Não dê importância a isso... – Ele retrucou aborrecido. – Essas pessoas não te conhecem, não sabem quem você é ou por tudo o que você já passou... A opinião delas não tem que ter importância para você.
- Não tem. – Garanti. E era verdade. – Eu só me importo com a sua opinião, com a opinião de nossos amigos... Dos seus pais. Das pessoas que sempre estiveram ao meu lado. Das pessoas que amo.
- Basta saber que nós nunca pensaríamos qualquer coisa parecida com isso, sobre você, porque nós sabemos quem você realmente é.
- Obrigada! – O envolvi com meus braços, me apertando contra ele. – Você é especialista quando o assunto é me animar.
- Essa é a minha função.
Nossa troca amorosa foi interrompida pelo som do celular de Edward.
Eu me joguei na cama, e tampei minha cabeça com o travesseiro, não desejando ouvir.
Uma noite sem telefonemas capazes de nos desestabilizar. Seria pedir demais?
- Bella? – Edward retirou o travesseiro sobre minha cabeça. – Era Kate.
Rapidamente me sentei.
- Ela conseguiu alguma coisa?
Ele assentiu.
- Ela sabe quem é?
Edward voltou a balançar sua cabeça em concordância e, evitando se concentrar em mim, desligou o seu telefone e o colocou sobre a mesinha de cabeceira.
- E quem é? – Perguntei aflita. – Me diz, Edward, quem é?
Ele se acomodou melhor na cama e me puxou para o seu colo antes de responder:
- Eu sinto muito, Baby! – Ele sussurrou, acariciando meu rosto. – É a sua mãe.
CONTINUA...
Notas finais
esse veio rápido, né? Bom, eu gostaria de dizer que o próximo virá tão rápido quanto esse, mas estamos nos aproximando das festas de fim de ano e eu realmente não sei se vou ter tempo para escrever.
Caso eu não apareça por aqui antes das festa, eu gostaria de desejar um Feliz Natal e um ano novo maravilhoso para todas vocês! 2011 foi fantástico ao lado de vocês e espero que 2012 seja ainda melhor.
Obrigada por todos os reviews!
Me deixem saber o que acharam, okay?
xoxo
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