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37 Capítulo 27 - Mais uma vez, aqui, por você


Notas iniciais
Twilight e seus personagens não me pertencem, assim como o Romance aqui citado. Todos os créditos a Stephenie Meyer e Rosemary Roger. Mas, a Bella depressiva e o Edward hiper romântico e compreensivo sim... respeite isso.

Capítulo 27 – Mais uma vez, aqui, por você

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“…You were so scared
But no one would listen, cause no one else care…”

“... Você estava tão assustada
Mas ninguém iria escutar, pois ninguém mais se importava...”


Leave Out All The Rest — Linkin Park

http://www.youtube.com/watch?v=6GSTV5d98L0&feature=related

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Edward Cullen

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Eu sabia que o que eu estava fazendo era errado e que possivelmente Bella ficaria possessa quando descobrisse, mas eu não estava muito preocupado com a sua provável reação, no momento. Todas as minhas preocupações estavam centradas em descobrir onde ela estava. Afinal, ela havia simplesmente sumido do mapa.

É bem verdade que ela tinha me ligado no dia em que saiu do hospital, mas isso foi há dois dias, quase três se eu levar em consideração que já anoiteceu... Ela disse que voltaria a ligar, mas não o fez e eu simplesmente não agüentava mais.

Eu repassei nossa ultima conversa mais de mil vezes pela minha cabeça, mas como da primeira vez, não consegui chegar à conclusão alguma de onde ela poderia estar. A única coisa que ela havia deixado escapar era que estava em um lugar bonito, onde sempre desejou me levar. Imediatamente Paris me veio à mente, já que quando esteve lá, ela me disse que não teria graça alguma sem mim... Mas, um minuto mais tarde, recordei-me que eu tinha voado ao seu encontro nessa mesma ocasião e que de qualquer forma, o tempo que ela gastou entre deixar o hospital e me ligar era curto demais para uma viagem até Paris.

Sim. Eu estava lá no momento em que ela se preparava para deixar o hospital. Eu pensei em me aproximar e implorar para que ela não partisse. Mas, por fim, decidi que minha melhor opção seria seguir com os planos de levar nosso casamento a publico e esperar que com isso ela voltasse.

E Deus! Quando ela me ligou, eu me permiti imaginar, apenas por um momento, que era exatamente isso que iria acontecer. Que ela retornaria para mim e juntos enfrentaríamos o que quer que se colocasse a nossa frente.

Mas eu estava errado. E era por isso que eu estava, nesse momento, sentado em frente ao meu computador pessoal, acessando a nossa conta bancaria com a intenção de descobrir onde ela tinha usado seu cartão pela última vez.

Eu confesso que tinha feito o mesmo há dois dias, mas tudo o que descobri foi que ela comprou uma passagem aérea e alugou um carro. Não consegui descobrir nada além do nome das respectivas empresas. Diante do nome da empresa aérea, eu poderia chegar a conclusão que ela, agora, estava em qualquer lugar do mundo, mas a julgar pela empresa de aluguel de carros, minha busca se limitava a todo o território americano.

Eu poderia facilmente contratar um detetive particular ou tentar conseguir informações mais precisas junto à companhia aérea, mas eu não conhecia ninguém confiável a quem solicitar esse tipo de serviço e tudo o que eu menos desejava era que a imprensa descobrisse que eu nem ao menos sabia onde minha esposa estava, apenas alguns dias depois de falar abertamente sobre o nosso casamento.

No entanto, dois dias haviam se passado e ela provavelmente teria ido a algum restaurante ou, o que eu esperava ser ainda mais certo, ter se hospedado em algum hotel. Tudo o que eu precisava era descobrir o nome e então, uma rápida pesquisa na internet me deixaria saber onde ela estava.

Tamborilei meus dedos impacientemente enquanto esperava que a página inicial do banco fosse carregada. Fiz o login rapidamente e então cliquei no ícone que me direcionaria ao extrato. Não precisei de mais que alguns segundos para encontrar a informação que eu queria.

- The Pacific Inn Motel… — Sussurrei para mim mesmo enquanto digitava em uma página de pesquisa na internet.

- Merda! – Bati meus punhos com força contra a mesa, já me colocando de pé.

Alcancei meu celular e disquei o primeiro numero que me veio à mente. Eu não precisava de confirmação ou mesmo mais pesquisas na internet. O nome do pequeno hotel – onde muito provavelmente ela ainda estava hospedada — acompanhado de sua localização foi a primeira coisa que meus olhos encontraram e sendo bem honesto comigo mesmo, no fundo, era o que eu sempre soube que ela faria. Ainda assim, me vi dizendo nervosamente ao meu cunhado, no mesmo instante em que ele atendeu ao telefone.

- Por favor, me diga que eu li errado, que eu entendi errado ou qualquer outra coisa... E que o The Pacific Inn Motel fica em qualquer outro lugar menos em Forks.

...

O tempo de viagem até Seattle foi demorado demais para o bem da minha sanidade mental. Por mais que eu quisesse pensar em qualquer outra coisa, eu simplesmente não conseguia deixar de imaginar as inúmeras coisas que poderiam estar acontecendo em Forks nesse momento.

Eu estava mais do que irritado com Bella, eu estava possesso. Eu simplesmente não conseguia entender essa fixação em se entender com os pais, ou ver Jacob Black como uma vitima, quando ela tinha sido a vitima de toda a situação.

Não seria preciso ser um especialista para saber que Bella não seria bem vinda, exceto talvez pelo maldito Black, que certamente aproveitaria a oportunidade para manipulá-la, ou pior... E essa era a parte que estava me deixando louco. A hipótese de que, talvez, ele estivesse ao lado dela agora estava me torturando.

Sem que eu realmente pensasse no que estava fazendo, permiti que minha mão alcançasse meu telefone celular e disquei os números que já havia decorado de tanto fitar aquele maldito nome.

– Não ouse se aproximar dela... –Sibilei assim que a ligação foi atendida. – Eu juro, por Deus, se você voltar a encostar nela, eu mesmo vou me encarregar de arrancar cada um de seus imprestáveis dedos, um por um, com minhas próprias mãos.

– Edward Cullen... – Ele respondeu com a voz baixa, sem mostrar qualquer emoção.

É obvio que não precisávamos de apresentações.

-Eu acho que é Bella quem deve decidir se eu posso ou não me aproximar... – Ele concluiu com indiferença.

- Ela já deixou isso bem claro quando implorou para que você não a violentasse! – Esbravejei, fazendo com que Jasper que até então dirigia lentamente, encontasse o carro alugado no acostamento. – Não chegue perto da minha mulher ou eu sou capaz de...

- De quebrar a minha cara, arrancar os meus dedos, me matar... ou seja lá o que você deseja. Honestamente? Eu não me importo... não mais! Faça comigo o que desejar.

Antes que eu fosse capaz de retrucar ele já havia encerrado a ligação.

- Maldito! – Soquei o painel a minha frente e sentindo a necessidade de respirar fundo para que fosse capaz de voltar a pensar com o mínimo de clareza, deixei o conforto do carro e fechei os olhos ao sentir o vento gélido que assolava minha pele.

Eu jurei Bella e estar ao seu lado em qualquer ocasião, assim como prometi a mim mesmo jamais permitir que nada parecido acontecesse novamente a ela. Mas era quase impossível cumprir com minha promessa, quando ela praticamente se oferecia, como sacrifício aos lobos.

...

Muitos xingamentos e alguns cigarros depois, eu havia assumido a direção e fazia com que o carro atingisse sua velocidade máxima. Tinhamos, ainda, cerca de 3 horas de viagem e eu pretendia reduzir esse tempo o máximo possível.

Jasper estava ao meu lado e parecia tão imerso em pensamentos como eu. A diferença é que ele, de minutos em minutos, amaldiçoava a infeliz idéia de Bella em retornar a Forks.

- Eu juro Edward... – Ele começou, talvez pela centésima vez, desde que tínhamos pegado a estrada até Forks. -... Que se eu encontrá-la bem, eu mesmo vou colocá-la em meus joelhos... Maldita idéia!

Eu me mantive em silêncio, tentando, inutilmente, me concentrar na estrada a minha frente.

- Fale alguma coisa... Esse seu silêncio está quase me enlouquecendo. — Eu nunca estive tão irritado e decepcionado com alguém... – Respirei fundo e apertei, com força, o volante em minhas mãos. – Eu só quero acabar logo com isso... Levá-la de volta para LA em segurança e depois... Merda, Jasper! Eu nem sei o que eu quero fazer depois. Eu acho que chegamos a um ponto em que conversar não vai adiantar mais nada...

...

Eu havia ultrapassado todos os limites de velocidade e em alguns momentos eu quase havia perdido o controle do carro, mas isso permitiu que chegássemos ao bendito hotel bem antes do que seria esperado.

Eu estava grato por Jasper ter se mantido em silêncio pelo restante do caminho. Eu não saberia dizer se seu silencio era por conta do que eu tinha lhe dito, pela preocupação com Bella, ou pelo fato de eu estar quase nos matando em uma corrida que poderia ser considerada suicida.

Eu mal havida estacionado o carro alugado, quando Jasper abriu a porta do carona e praticamente correu em direção à entrada do hotel. Quando eu consegui alcançá-lo, o encontrei debruçado sobre o balcão, conversando com uma senhora que sorria alegremente para ele.

- E você saberia me dizer para onde ela pode ter ido? – Ouvi Jasper indagar a senhora.

- Ela apenas fechou a conta e saiu menino Swan... – Eu pude ver Jasper trincar o maxilar a menção de seu sobrenome. – Disse-me que não voltaria mais... Eu estranhei o fato de ela ter se hospedado aqui... Mas, como seu pai está muito doente, imaginei que ela não desejava dar ainda mais trabalho a mãe de vocês... Mas ela não saiu do quarto nenhuma vez desde que chegou... Vocês estão com algum problema, meu filho?

- Ela pode ter voltado para casa... – Jasper disse se virando em minha direção, sem se dar ao trabalho de saciar a curiosidade da senhora que o havia atendido.

- Ou pior... – Eu disse com minhas mãos em punho.

– A senhora disse que ela não saiu do hotel desde que chegou... — Tentei fazer com que a minha voz saísse em seu tom normal, mas estava claro em sua expressão que ela podia ver nitidamente a minha angustia. – Tem certeza disso? Ela não procurou por ninguém na cidade?

- Ela esteve aqui o tempo todo, rapaz. Não saiu do quarto nem mesmo para comer algo... Ela chegou a noite e parecia bastante... cansada. Ela mal conversou comigo. Foi direto para o quarto e ficou lá até hoje pela manhã quando deixou o hotel... Eu cheguei a bater em sua porta, chamando-a para comer algo, depois da visita de Jacob... Mas ela...

- Jacob Black esteve aqui?

Eu mal conseguia me manter em pé, com todas as malditas imagens em minha mente... Eu não ouvi o que a senhora respondeu a Jasper, apenas o senti me puxando de volta em direção ao carro.

- Ela não atende ao celular... Edward! – Ele sacudiu-me e eu praticamente deslizei até o chão. — Deixe para se sentir mal depois que a encontrarmos.

- Por que ela tinha que vir até aqui?

- Preste atenção... – Ele me obrigou a olhar em seus olhos e deu leves batidas em minha cabeça, como se com isso ele fosse capaz de me fazer pensar corretamente. – Ele não fez nada a ela... As pessoas no hotel teriam ouvido algo. Eu perguntei e a senhora me disse que ele nem mesmo ficou por muito tempo... Talvez ela tenha chutado a bunda dele e o colado para fora.

- Eu não conheço esse maldito Black, mas não seria muito difícil para qualquer homem impedi-la de chutar a sua bunda... Ela é pequena e frágil, Jasper. Eu estou enlouquecendo, só de pensar o que pode ter acontecido naquele quarto.

- Você não está ajudando nada desse jeito. Eu vou rodar a cidade e talvez eu descubra onde ela está... E vou continuar a ligar para o celular dela até que ela atenda... Por que você não para de se afundar nessa poça de autoflagelação e me ajuda?

...

Eu acho que estava em piloto automático enquanto via Jasper dirigir pela pequena cidade de Forks até o hospital. Ele passou todo o curto espaço de tempo até lá, me dizendo que tinha certeza absoluta que Bella jamais deixaria a cidade antes de se certificar de que Charlie estava bem... Eu era obrigado a concordar com ele nesse caso, mas minhas esperanças de que ele a encontrasse ao lado do leito de seu pai eram inexistentes. Por isso me mantive dentro do carro, ligando, uma e outra vez, para ela. Em todas as chamadas ela simplesmente não atendia.

- Ela esteve aqui. – Foi a única coisa que Jasper disse ao retornar.

- E...? – Pedi receoso.

- Jacob também esteve aqui... Eles saíram como loucos do quarto de Charlie e parece que Bella teve a estúpida idéia de ir atrás dele.

- Merda! — Me vi socando o porta-luvas a minha frente.

- Eu não sei o que aconteceu naquele quarto de hospital... Mas não parece nada bom. Já que a enfermeira disse, que ela praticamente correu atrás dele até o estacionamento e como ele não parou para ouvi-la, ela arrancou com o carro atrás dele.

- Brilhante idéia! — Eu não saberia dizer se estava mais preocupado ou irritado. Será que ela não poderia ter parado um segundo e ter pensado no que estava fazendo? Ele poderia muito bem estar levando-a para uma armadilha.

Merda, Bella!

...

Nós estávamos rodando, provavelmente, há poucos minutos, mas para mim, parecia com uma eternidade, nós não tínhamos idéia de onde ela poderia ter ido e o celular continuava a chamar até que a ligação caísse.

- Eu vou tentar a casa dos Black... – Jasper disse entre os dentes.

- E a casa dos seus pais? – Perguntei tentando pensar com coerência.

- Eu também pensei nisso, mas... O que eles estariam fazendo lá?

- O que ela estaria fazendo em qualquer lugar com ele? Nada, nessa merda de situação, faz sentido.

- Está certo... Vamos tentar a casa dos meus pais e depois a casa dos Black e depois... Bom, depois eu não sei mais onde podemos ir.

...

Eu nunca tinha estado em Forks antes, muito menos na casa dos pais de Bella, mas no momento em que entramos na rua da mesma, eu soube qual casa era... Era impossível não saber, tendo dois carros de policia e uma ambulância parados ali, como a zombar da minha cara e dizer: “Você chegou tarde demais!”

Essa foi a minha vez de sair do carro antes mesmo que ele estivesse estacionado. Eu tentei alcançar a entrada da casa, mas fui impedido por dois policiais que tentavam me segurar, enquanto diziam que eu não podia entrar em uma cena de crime.

Crime?!

Eu juro, Bella, se você estiver bem... Nós vamos ter uma grande e, talvez, irreparável briga.

- O que aconteceu? – Ouvi a voz de Jasper ao meu lado, mas eu continuava com os olhos fixos a porta de entrada que estava parcialmente aberta, rezando internamente para que ela saísse de lá de dentro e se jogasse nos meus braços.

– O que é que está acontecendo aqui? Merda! É a casa dos meus pais...

- Vocês não podem entrar... – O policial voltou a dizer, mas antes que Jasper voltasse a insistir ele completou. – Jasper, é melhor que vocês esperem aqui... Não acho que você gostaria de ver o que temos lá dentro.

Ele não poderia ter dito nada pior do que isso. Por que eu não me importaria de ver qualquer coisa, desde que não fosse Bella feriada ou pior...

- A minha irmã está aqui? Eu estava bastante consciente de que Jasper continuava a discutir com os policiais, mas minha atenção tinha sido totalmente direcionada para um socorrista que tinha acabado de sair da casa, correndo em direção a ambulância, ele tinha suas mãos sujas de sangue e se aproximou dos policias que tentavam nos manter do lado de fora. Ele fez um sinal negativo com a sua cabeça e eu senti minha própria cabeça zunir.

- Se a minha mulher está aqui, vocês não vão me impedir de entrar... – Eu praticamente gritei e talvez eu tenha buscado forças onde não existia, já que consegui me livrar do aperto do policial em meus braços e antes que ele pudesse tentar me parar eu já estava adentrando a casa.

Os meus olhos foram diretamente para ela e, um suspiro de alivio deixou meus lábios. Ela estava sentada ao chão, como que petrificada, seu corpo balançando para frente e para trás, enquanto mais um socorrista tentava fazê-la se levantar.

Eu já tinha visto isso antes e era óbvio que ela estava em choque, mas ainda assim, eu me sentia grato por não existir nenhum ferimento aparente.

Seus olhos estavam fixos no chão a sua frente. Eu não estava certo de que ela conseguia enxergar o que quer que estivesse fitando, já que o fluxo de lágrimas escorrendo por seus rosto, provavelmente estava nublando sua visão. Eu acompanhei seu olhar e me deparei com um corpo deitado de costa no chão e uma grande poça de sangue ao seu redor.

Eu não precisava conhecer a pessoa sem vida no chão para saber que se tratava de Jacob Black. E bom, eu não dava a mínima importância para o fato de ele estar morto, nesse momento.

Eu alcancei Bella rapidamente e me ajoelhei a sua frente.

- Querida, nós temos que tirá-la daqui... – O socorrista dizia próximo ao ouvido dela. – Por favor, não nos obrigue a sedá-la.

Eu levei minhas mãos ao rosto dela e a obriguei a desviar o olhar até mim.

- Bella? – Chamei com meus próprios olhos cravados nos dela. – Está tudo bem agora... Eu estou aqui... Você está me ouvindo? Eu estou aqui Bella, com você.

Os seus olhos continuavam desfocados e ela não disse nenhuma palavra, mas seu corpo veio de encontro ao meu, quando ela começou a soluçar baixinho. Eu a abracei o mais forte que pude enquanto sussurrava em seu ouvido que tudo ficaria bem.

- Eu a levo para fora... – Disse me esforçando para ficar de pé, com Bella em meus braços.

...

CONTINUA...

Notas finais
Olá meus amores,
Primeiramente, eu quero pedir desculpas pela formatação tosca do capítulo. Em minha defesa, eu estou há mais de 2 horas tentando postar e nada... Então, cheguei a conclusão que é melhor ler dessa forma do que não ler, não é?
Bom, eu preciso agradecer as meninas que comentaram... vocês são fantásticas!
Eu não gosto de dar puxão de orelha por conta de comentários e tal, mas é bem triste e desanimador, para mim, como autora, ver que a fic tem mais de 200 leitores e nem 30 comentam... Mas, fazer o que, né?
Bom, sobre a fic, mais 2 capítulos e chegamos ao fim da fase Jacob. Daí teremos, então, uma pausa.
Espero vê-las nos próximos capítulos.
xoxo