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16 Capítulo 12 - Estarei onde você estiver - Parte II
Notas iniciais
Capítulo 12 – Estarei onde você estiver — Parte II
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Bella Cullen
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Deixei meu corpo rolar na cama, apertando-me cada vez mais a Edward. Prendendo minhas mãos em seu pescoço, mantendo-o perto de mim, com medo de que fosse só um sonho e logo, ele simplesmente desaparecesse.
Eu estava tão feliz que ele estivesse aqui comigo.
Eu sabia que não era o correto, sabia que se Aro descobrisse nós teríamos problemas, e também estava absurdamente curiosa para saber como é que ele chegou aqui sem que ninguém soubesse... Mas, agora, não há nada que me faça querer pensar sobre nada disso. Não com Edward aqui, tão perto de mim, deslizando sua mão suavemente pela minha cintura enquanto seu nariz roça a lateral do meu rosto.
Prendi minhas mãos com ainda mais força em seu pescoço, como se ele estivesse a ponto de evaporar a qualquer minuto, o que eu evitaria com a minha própria vida, se fosse preciso.
- Ah meu deus! – Exclamei completamente maravilhada — Estou a ponto de explodir de tanta felicidade – completei mentalmente.
Ouvi Edward sorri, mas sua mão foi de encontro as minhas e suavemente ele as soltou de seu pescoço. Eu corei envergonha, provavelmente o estava machucando.
- Desculpe! – sussurrei escondendo meu rosto em seu peito. – Mas eu estava com tanta saudade.
Edward levantou meu rosto, me fazendo assim olhar para ele. Ele tinha o meu sorriso torto predileto, estampado em seu rosto, o que fez com que meu coração batesse ainda mais acelerado, se é que isso era possível. Eu não conseguia me lembrar de quando tinha sentido tudo isso ao mesmo tempo, era como se não nos víssemos há anos, como se tudo o que eu precisasse para viver fosse Edward – bom, isso era verdade, eu acho até que preciso mais de Edward para viver do que de ar, e claro para não enlouquecer também.
Essa constatação me atingiu como um balde de água fria. Edward estava, agora comigo, apenas para que eu não surtasse. Eu não poderia, mesmo, esperar algo diferente dele, não depois de ontem à noite...
Desviei o meu olhar e ligeiramente me afastei um pouco, deixando meu corpo cair de encontro o colchão e fechei meus olhos, tentando esconder a minha frustração.
- O que foi? – ele perguntou suavemente com a sua voz de veludo, me fazendo estremecer, ao mesmo tempo em que voltava a colar o seu corpo ao meu.
Eu não respondi. Não precisava despejar, também, a minha frustração nele.
Então, como se lesse os meus pensamentos, Edward chegou ainda mais perto e depositou um singelo beijo em cada um dos meus olhos, que permaneciam fechados.
- Eu também estava com tanta saudade. – ele diz contra o meu rosto, me causando arrepios.
Logo em seguida distribuiu beijos por todo o meu rosto, me fazendo sorrir.
- Eu não conseguiria ficar longe de você, por nem mais um dia.
Eu abri meus olhos e sorri pra ele.
- Obrigada! – disse. – Mas eu sei que só veio por que...
Música pro post – Life house, I miss you
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Edward colou seus lábios nos meus, me calando e me roubando todo o fôlego. Instintivamente minhas mãos foram até o seu cabelo, e à medida que Edward aprofundava o nosso beijo, uma de minhas mãos desceu até as suas costas e a outra foi de encontro à gola de sua camisa, puxando-o para mais perto de mim.
Ainda sem interromper o nosso beijo, mas com sua língua pedindo passagem – o que eu concedi prontamente — Edward se posicionou por cima de mim, me fazendo soltar um leve gemido contra os lábios dele.
"Ver você quando eu acordo
É um presente que eu não pensava que pudesse ser real..."
- Eu não vim, só por isso... – ele disse quando separou nossos lábios, ofegante. – Eu te amo, Bells! Ficar longe de você, por um minuto que seja, é uma tortura sem tamanho.
Eu voltei a beijá-lo, como se minha vida dependesse disso.
Senti as mãos de Edward passear pela lateral do meu corpo, me causando, além de arrepios, uma excitação sem tamanho. Meu corpo inteiro implorava por ele, pelo toque dele, pelo amor dele.
- Eu também te amo! – respondi quando levei meus lábios até o seu pescoço, procurando por ar, mas ainda sem deixar de beijá-lo.
"Saber que você sente o mesmo que eu sinto
É o triplo de um sonho utópico..."
Enlacei a cintura de Edward com minhas pernas, fazendo com que meu baixo ventre encontrasse a sua ereção. Sorri contra a pele dele, satisfeita por saber que ele, naquele momento, me queria tanto quando eu o queria.
Edward fechou os olhos e um baixo gemido escapou por seus lábios me fazendo sorrir ainda mais, ao mesmo tempo em que meus beijos se tornavam mais molhados e urgentes em seu pescoço.
Ele prendeu meu cabelo em uma de suas mãos e antes mesmo que eu pudesse me dar conta, nós já estávamos nos beijando ardentemente. A língua de Edward encontrando a minha, me causava borboletas no estomago, eu já estava a ponto de esquecer qualquer motivo, por mais humilhante que fosse, o que o tenha trago aqui. O que importava, agora, era que ele estava aqui, comigo, por cima de mim, com suas mãos me dominando e acariciando e me levando a um estado de quase loucura.
Eu deixaria para lidar com minhas frustrações e medo mais tarde.
"Você faz algo comigo que eu não consigo explicar
Então, eu seria inconveniente se dissesse que sinto sua falta?"
Sentindo como se meu corpo estivesse a ponto de pegar fogo, deslizei minhas mãos pelos braços fortes de Edward, acariciando cada pedacinho, para logo em seguida, tomada por uma pressa descomunal, lutar contra a aproximação de nossos corpos para arrancar a camisa que ele vestia.
Percebendo a minha urgência, Edward interrompeu o nosso beijo e eu me vi fazendo um biquinho de insatisfação, o que fez Edward sorrir lindamente para mim enquanto retirava, ele mesmo, sua camisa e a jogava em um canto qualquer do quarto. Eu aproveitei o momento e chutei os meus tênis fazendo com que eles voassem pelo quarto. Edward voltou a sorrir pra mim, mas logo se inclinou sobre o meu corpo e beijou calorosamente o meu pescoço, de uma forma tão quente, mas tão quente, que algo me dizia que eu encontraria uma marca ali depois, não que eu estivesse preocupada com isso, agora.
"Eu vejo sua foto
Eu sinto seu cheiro no travesseiro vazio ao lado do meu..."
Foi impossível conter um gemido quando senti a língua de Edward passear por todo o meu pescoço e a combinação de sua mão abrindo, vagarosamente, o meu casaco, fez com que eu voltasse a gemer.
Céus, se eu continuar assim, vou acabar chamando a atenção de todo o hotel, quando Edward estiver dentro de mim.
- Mmmm Edward.
Só de pensar em tê-lo dentro de mim me deixou pulsante.
Edward parecia extremamente satisfeito com as minhas reações a suas caricias, tanto que resolveu me torturar fazendo tudo extremamente devagar. Mas eu não podia negar o quão delicioso foi o sentir beijar cada centímetro do meu corpo ao mesmo tempo em que se encarregava de retirar as minhas roupas: primeiro o meu casaco, depois minha blusa – o que me rendeu beijos deliciosos no meu colo – logo em seguida minha calça – o que trouxe de volta toda a minha urgência.
Por isso, quando ele nos rodou na cama, me colocando por cima dele e deslizou suas mãos tentando alcançar o fecho do meu sutian, eu decidi que já estava na hora de acelerarmos.
Então, foi a minha vez de fazer com que minha língua percorresse todo o seu abdômen. Uma de minhas mãos deslizava por seu peitoral, fazendo com que minhas unhas roçassem em seu peito o fazendo gemer — talvez eu também encontrasse algumas marcas ali mais tarde – enquanto a outra lutava contra o botão da calça de Edward.
Eu já estava perdendo a paciência, com a calça dele, quando resolvi descer um pouco mais os meus beijos... continuei a deslizar e arranhar todo o peitoral de Edward ao mesmo tempo em que beijei, por cima do jeans grosso de sua calça, a sua ereção, que nesse momento estava tão pulsante quanto a parte úmida entre as minhas pernas.
- Ohhh Bella...
O gemido de Edward me serviu de incentivo e rapidamente usei as minhas duas mãos para me ver livre daquela calça desnecessária.
A visão do membro, completamente duro, escondido apenas por uma boxer preta, foi o suficiente para enviar um arrepio poderoso por todo o meu corpo.
Eu queria tocá-lo, mais do que isso, eu queria tê-lo, inteiro dentro de mim. Mas antes eu queria dar o maior prazer possível a Edward.
Quando eu já estava voltando a me inclinar sobre ele, pronta para levar minha boca de encontro ao seu membro, Edward nos virou novamente na cama, tão rápido que eu soltei um gritinho de surpresa.
Ele voltou a ficar por cima de mim, e separou o máximo possível as minhas coxas, a principio sentir um certo desconforto, mas foi só sentir a ponta dos dedos de Edward tocar minha intimidade levemente, ainda por cima da minha calcinha, para me fazer esquecer tudo.
Ele fez com que minhas pernas o enlaçassem novamente e prendeu meu corpo embaixo do seu.
- Tão molhada... – ele disse no meu ouvido. – para mim.
Céus!
Edward investiu contra mim, e eu quis xingar por ter um maldito pedaço de pano entre nós.
Ele atacou os meus lábios ferozmente e eu arqueei o meu corpo em sua direção, tentando ter um pouco mais de contato.
As mãos de Edward, agora, estavam apertando possessivamente as minhas coxas, de uma forma como ele nunca tinha feito e que eu estava adorando.
Eu continuei a empurrar contra ele, desesperada para tê-lo logo em mim.
Edward pareceu estar com tanta pressa quando eu, porque interrompeu nosso beijo e levou suas mãos até os meus seios, acariciando-os. Quando eu pensei que ele fosse voltar a me beijar, ele fixou seus olhos em meus seios e suas mãos que, tão rápido que eu nem soube até ter acontecido, rasgaram meu sutian ao meio.
Isso era algo novo para nós.
Definitivamente novo, mas extremamente sexy e perturbador ao mesmo tempo, ao menos para mim. Minha respiração ficou um pouco irregular e eu fechei meus olhos por um segundo.
Edward tocou novamente os meus seios, e apesar de possessivo o seu toque também era confortador. Como se ele estivesse me dizendo: "sou apenas eu."
Eu voltei a abrir os meus olhos e encontrei Edward ainda olhando fixamente para meus seios, que agora estavam em suas mãos.
- Perfeitos... – ele disse com a voz rouca. -... Perfeitos para mim!
Foi o suficiente para que eu roçasse, mais uma vez, minha intimidade em sua ereção, lutando pra dispersar todos os meus fantasmas.
Edward retirou suas mãos dos meus seios e as levou de volta até as minhas coxas, apertando-as com força, me impedindo de procurar por mais contato do que ele estava me oferecendo.
Eu pensei em protestar, mas antes que conseguisse pronunciar qualquer palavra, senti os lábios de Edward encontrarem o meu seio esquerdo. Tudo o que saiu de minha boca foi um alto e claro gemido.
- Meus! – ele disse contra a minha pele.
Eu não nunca tinha visto Edward agir com tanta possessão, mas eu estava adorando cada ato dele.
Minhas mãos foram até as suas costas e a cada sucção de Edward, eu sentia minhas unhas cravarem em sua pele.
Edward circulou o meu mamilo com a sua língua e eu praticamente desfaleci. Então, ele voltou com uma de suas mãos até o meu seio e levou seus lábios até o seio direito, dando a ele a mesma atenção que tinha concedido ao outro.
Meu coração batia tão forte que eu parecia estar à beira de um ataque cardíaco.
- A quem eles pertencem? – Edward perguntou mordiscando levemente o meu mamilo, enquanto sua mão apalpava meu outro seio.
Eu não consegui responder, porque junto a tudo isso ele resolveu pressionar seu membro contra minha intimidade. Eu tive a impressão que iria gozar assim mesmo, tamanha a umidade que eu senti entre as minhas pernas.
- Me diga Bella, a quem seus deliciosos seios pertencem? – ele voltou a perguntar, agora abocanhando por completo meu seio.
- Seus... – respondi sem fôlego. – Completamente seus.
Edward deu um último chupão em meu mamilo – o que me fez voltar a gemer – antes de sair de cima de mim e parar ajoelhado, me fitando intensamente. Ele abriu as minhas pernas, me deixando, mesmo ainda usando minha delicada, porém básica calcinha, completamente exposta a ele.
Eu podia sentir meu rosto pegar fogo. Certamente estava corada.
- Linda! – ele sussurrou deslizando suas mãos pelas minhas coxas, encontrando em seguida a lateral da minha calcinha.
Eu pensei por um minuto, tentando decifrar se ele se referia a minha ou a minha calcinha, mas antes que eu conseguisse chegar a alguma conclusão Edward já havia puxado-a com tanta força que eu não consegui ver se ela tinha se transformado em dois ou mais pequenos pedaços de pano.
Mais uma vez, fui pega de surpresa e apesar da incrível excitação que isso me causou. O grito – Edward! – que saiu por meus lábios era nada mais do que reflexo do quão assustada eu estava.
Eu podia sentir, e tenho certeza que Edward também, as minhas mãos tremerem e o ar em meus pulmões simplesmente desaparecer.
Eu pensei que ele ia parar e quando ele não parou, eu me senti beirar o pânico. Lagrimas desceram pelo meu rosto e eu me senti como se estivesse afogando, tomada pelas imagens que invadiam a minha mente.
Mas Edward, apenas se deitou ao meu lado e quando eu fechei minhas pernas, ele voltou a abri-las, levando um dedo até a minha intimidade, que pra minha surpresa, continuava tão molhada quanto antes, apesar de eu estar me sentindo apavorada.
Meu corpo inteiro tremia. Uma resposta idiota a tudo o que se passava na minha mente. Eu queria expulsar todas aquelas imagens, porque por trás delas eu conseguia enxergar o meu Edward.
- Shiii – ele disse no meu ouvido. – Minha. Você é minha!
Apesar das palavras de posse, sua voz era tão doce e gentil que me fez amolecer.
Edward beijou as minhas lágrimas, me fazendo relaxar e antes mesmo que eu soubesse que o pânico já tinha passado, senti um dedo de Edward me penetrar me fazendo arquear na cama.
- Oh, céus!
Ele voltou a beijar todo o meu corpo, nunca deixando de mover seu dedo dentro de mim. Eu prendi minhas mãos em seu cabelo e puxei seu rosto de encontro ao meu, fazendo com que nossos lábios se encontrassem. O beijei loucamente e gemi contra os lábios dele no momento em que senti Edward me penetrar com mais um dedo. Minhas paredes se fecharam contra os dedos de Edward e eu não precisei de mais do que alguns segundos para chegar ao ápice gemendo o nome de Edward enlouquecidamente.
Deus, como ele consegue ser tão perfeito?
Mas eu ainda queria, precisava de mais, e ao que me parecia, Edward também, já que ele me deu tempo apenas de regularizar a minha respiração enquanto retirava a sua boxer. Eu não precisava de mais do que isso, não ao ver o membro de Edward completamente ereto roçar a minha entrada.
- Ahhh Edward – gemi já sentindo a umidade voltar a tomar conta da minha intimidade.
- Céus, Bella... – ela gemeu assim que me penetrou. – tão apertada. – ele investiu contra mim e eu voltei a gemer cada vez mais alto. – Caramba baby, assim você vai me enlouquecer...
Eu apenas passei minhas pernas em volta de sua cintura, permitindo que Edward fosse cada vez mais fundo.
Eu não conseguiria descrever a sensação de ouvir Edward gemer, ora graciosa e docemente meu nome e ora grunhir de prazer.
- Mais amor... – eu pedi ao sentir o quanto eu já estava pulsando novamente. – Mmm, por favor, Edward, mais.
- Ahh Bells... – ele enterrou sua cabeça no vão entre os meus seios. – você está me mordendo amor... – ele gemeu contra minha pele e eu me senti pulsar ainda mais. – assim eu...
- Vem. – pedi em um gemido.
Não precisei repetir porque no segundo seguinte Edward já investia fortemente contra mim e não foi preciso mais do que 4 ou 5 estocadas para sentir ele se libertar dentro de mim, o que fez com que eu voltasse a alcançar o meu êxtase imediatamente.
Nós desmoronamos na cama, completamente suados.
Música pro post — Ronan Keating- When You Say Nothing At All
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Eu tinha certeza que mantinha um sorriso mais que idiota no rosto, mas o que me fez sorrir ainda mais foi ver que Edward sorria lindamente pra mim.
"É incrível como você consegue falar direto ao meu coração
Sem dizer uma palavra, você consegue iluminar a escuridão..."
Ele me puxou para mais perto e eu enrosquei minhas pernas na dele e repousei minha cabeça em um de seus braços virando meu rosto em direção ao dele, vendo o seu sorriso torto se tornar cada vez maior e cada vez mais hipnotizante.
"O sorriso em seu rosto
me faz saber que você precisa de mim..."
Ficamos ali, por longos minutos, apenas olhando nos olhos um do outro, sem dizer absolutamente nada, e era mesmo desnecessário usar palavras. O olhar de Edward me dizia tudo o que eu precisava saber: o quanto ele me amava.
"Existe uma verdade em seus olhos
dizendo que você nunca me deixará..."
Alguma coisa na forma com que Edward começou a acariciar o meu rosto, sempre olhando dentro dos meus olhos, me fez ter, ainda mais, certeza que não importaria o quanto eu beire o pânico ou menos que eu entre em pânico, ele sempre ia estar ali, ao meu lado, me trazendo de volta e me mostrando que nada, nem ninguém no mundo, seria capaz de me separar dele.
"O toque de sua mão diz
que você vai me pegar sempre que eu cair...
Você diz o melhor quando você diz nada"
- Apenas porque eu te amo! – Ele disse suavemente, antes que eu fechasse meus olhos e sorrisse satisfeita por ter o homem perfeito ao meu lado.
- Apenas porque eu te amo! – Repeti.
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CONTINUA...
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