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12 Capítulo 10 - Surpresa - Parte I


Notas iniciais
Twilight e seus personagens não me pertencem, assim como o Romance aqui citado. Todos os créditos a Stephenie Meyer e Rosemary Roger. Mas, a Bella depressiva e o Edward hiper romântico e compreensivo sim... respeite isso.

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CAPÍTULO 10 – SURPRESA – PARTE I

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Edward Cullen

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- Bells, acorda, meu amor. –falei baixinho no ouvido dela, mas ela nem se mexeu, me fazendo rir. – Vem, meu anjo, eu tenho uma surpresa. – falei um pouco mais alto e distribuindo beijos pelo rosto dela.

- Ainda tá escuro... – ela resmungou quando abriu os olhos.

- Eu sei, vem! – A peguei no colo e caminhei até a porta.

- Aonde vamos?

- Surpresa! – respondi alcançando a sala.

- Hey, eu não posso sair assim! – ela falou apontando pra si mesma.

- Por que não? Tá linda! – a coloquei no chão e corri pra pegar a bolsa que eu tinha separado com algumas coisas que íamos precisar.

- Eu nem tô vestida Edward. O que você está aprontando?

- Ta vestida sim, com a minha blusa. – respondi com um sorriso idiota nos lábios. – Aqui, coloque isso. – entreguei um sobretudo a ela, ela me olhou confusa, mas vestiu e aprendeu os cabelos com um nó improvisado.

- Ok, não vai me dizer onde vamos?

- Para nossa casa.

- São... humm 1:45 Am – ela falou fitando o relógio no meu pulso e me fazendo parar o que estava fazendo. – O que vamos fazer lá?

- Isso é surpresa. Mas só voltamos na sexta. – respondi ignorando o que sexta significaria. — Ainda é nossa lua de mel.

Bella sorriu lindamente pra mim.

- Tudo bem, só me dê uns minutos, vou precisar de algumas roupas e do meu celular.

- Nem pensar. – Falei prendendo-a num abraço. – Tudo o que você vai precisar está bem aqui na sua frente. Definitivamente você não vai precisar de roupas.

Peguei meu celular e disquei o numero de Kate, e como eu esperava, caiu na secretaria.

- Kate, Bella e eu estaremos fora por 3 dias... divirta-se com os Volturi. – falei ao telefone e desliguei.

- Edward, não podemos fazer isso...

- Claro que podemos. – interrompi e joguei o meu celular em cima do sofá, também não precisaríamos dele. – Eles não te avisaram de nada até sexta, certo?

Bella balançou a cabeça positivamente.

- Então, você está livre até sexta feira as 19:30h. – completei.

Bella gargalhou, mas prendeu seus braços em volta do meu pescoço. – Você é impossível sabia?

- Meu anjo, quando você viajar na sexta, não vai conseguir pensar em nada mais do que seu maridinho aqui. – falei dando um beijo estalado em seus lábios.

Bella Cullen

Faltavam exatos três dias pra minha viajem até Paris, e eu estava aliviada em saber que Jasper poderia me acompanhar, mas estava ainda mais irritada com o estúdio.

Passaram-se quase quatro dias depois do jantar onde Aro comunicou que as gravações em Paris começariam em uma semana e meu celular não parou de tocar um minuto se quer. Era prova de figurino, cabeleireiro, maquiadores, sempre uma desculpa para me manter ocupada e longe de Edward o maior tempo possível. Isso estava me corroendo.

Eu não sabia o que Edward estava planejando, mas pra ser bem honesta eu já estava feliz. Ele disse ao telefone três dias fora... E não estávamos levando os nossos celulares então ninguém poderia nos interromper.

Por três dias nós teríamos a nossa lua de mel.

- Edward, você sabe que os Volturi não vão gostar nada disso, né? – falei ainda sorrindo com a idéia de Aro me procurando como um louco e nem mesmo Kate saberia onde nos achar.

- Fodam-se os Volturi! – ele respondeu me puxando porta a fora. – Agora seremos só nós dois.

Quando paramos pra esperar o elevador. Eu comecei a gargalhar descontroladamente.

- Edward, você sabe que tem paparazzi lá fora, não sabe? Se nos virem saindo juntos, ainda mais assim – falei apontando pra mim. – Vai estar em todos os tablóides dentro de algumas horas.

Edward não respondeu nada, apenas me conduziu até a garagem do nosso apartamento.

Eu não sei por qual motivo, mas nos últimos dias sempre tinha algum fotógrafo na portaria do edifício e quando Edward passava pela por lá ou seu volvo apontava na garagem era uma tremenda confusão. Ou seja, era impossível sairmos juntos...

Eu tenho certeza que Aro tem alguma coisa a ver com isso, mas Edward disse que eu estava ficando paranóica demais. Que apesar de tudo o que ele estava aprontando, ele jamais plantaria boatos em tablóides, porque isso será prejudicial ao estúdio.

- Muito bem, me explique como vamos sair sem que ninguém nos veja e tire um milhão de fotos, quando tudo que estou vestindo é uma camisa sua com um, sobretudo por cima e chinelos? – perguntei arqueando uma sobrancelha assim que chegamos próximo aos nossos carros.

- Querida, eu já pensei em tudo. – Edward respondeu passando pelo volvo e caminhando em direção a uma Mercedes preta.

- Edward?

- Alugado meu amor... e enquanto você dormia, eu planejei tudo. Todos vão achar que ainda estou em casa dormindo. – ele falou sorrindo e abriu a porta do carro pra mim.

O carro era todo preto e com vidros fumê assim ninguém poderia nos ver, e não sendo um carro conhecido, provavelmente não chamaria muita atenção.

Logo que entrei no carro reparei que tinha muitos cobertores, edredons e almofadas jogados no banco de trás e algumas sacolas.

- Você bem que podia me dizer, o que vamos fazer, e como você planeja que ninguém nos procure.

- Eu prometi que você teria a lua de mel que merece, estou apenas cumprindo minha promessa.

- Desculpe. – disse segurando a mão dele, antes que ele ligasse o carro. – eu sei que estive ausente demais nos últimos dias... Não era o que eu queria... Eu...

Edward não permitiu que eu terminasse de falar, me calando com um beijo terno e cheio de compreensão.

A cada dia eu me sentia ainda mais grata por ter Edward ao meu lado e decidida a retribuir todo amor e cuidado que ele tinha comigo.

Eu sabia bem, que não estava sendo fácil pra Edward, mas ele fazia o seu melhor pra não demonstrar o seu descontentamento, e eu fingia acreditar que estava tudo bem, rezando pra que as gravações acabassem logo, e pudéssemos voltar a agir como um casal normal.

Edward ligou o carro e eu suspirei aliviada ao passarmos completamente despercebidos por dois fotógrafos que estavam próximos ao portão da garagem.

- Eu disse... – Edward falou sorrindo, ao notar o meu sorriso de satisfação.

Não exista nada que eu detestasse mais do que ter que me esconder, de mentir.

Eu me sentia tão suja, tão indigna de Edward, quando tinha que dizer as pessoas que era solteira, ou quando tinha que inventar uma desculpa pra minha aliança.

Isso me deixava tão frustrada. Edward chegou a sugerir que eu tirasse a aliança, mas eu me recusei veementemente.

A aliança de Edward jamais sairia do meu dedo.

Eu precisava de algo dele comigo.

Mas eu sabia que eu teria que arrumar um jeito de tê-la comigo e ainda assim, não deixar tão claro o seu significado quando a exposição, que os Volturi faziam questão de nos submeter, começasse.

Eu passei todo o caminho até a nossa casa absorvida pelos meus pensamentos.

Eu sabia com absoluta certeza que gravar esse filme não seria nem um pouco fácil pra mim, e eu realmente tenho medo, do inicio das filmagens.

Não as de Paris especificamente, por conhecer bem o roteiro, eu sei que são cenas, completamente dispensáveis de serem gravadas em Paris, mas claro que Aro jamais optaria por gravarmos em um estúdio aqui mesmo em LA, quando ele tinha a oportunidade perfeita de me afastar da cidade.

Mas logo nós teríamos que começar a gravar no Texas e aí começariam todas as cenas difíceis e que se eu for realmente honesta comigo mesma, cenas que eu não tenho a menor condição de protagonizar. E Edward não estaria lá comigo.

Todos esses pensamentos dominavam a minha mente, todos os dias, desde que os Volturi me comunicaram que eu deveria estar pronta para viajar na próxima sexta feira as 19:30h.

Edward fingiu não se importar com o fato de que Aro proibiu que ele também fosse o que não me surpreendeu nem um pouco, mas nós dois suspiramos realmente aliviados quando eu consegui autorização pra que Jasper me acompanhasse, assim como Kate garantiu que ela também iria.

Eu me senti mal por afastar Jazz de LA e de Alice, mas Alice garantiu que aproveitaria a semana que estaríamos fora pra ir até NY, tentar conseguir patrocínio pra sua nova coleção.

Jasper recusou qualquer participação no filme, mas Alice aceitou um pequeno papel, me deixando transbordando de felicidade, assim como Edward, as suas cenas só começariam a serem rodadas na segunda fase das filmagens.

Eu estremeci internamente só em lembrar quais seriam essas cenas.

Pelo menos Edward estaria nessas cenas comigo, seria mais fácil assim.

Na verdade, essa seria a única forma possível de eu entrar em um estúdio e gravá-las.

É claro que eu nunca, comentei com ninguém sobre isso. Esse era o meu projeto, o meu sonho. E eu jamais desistiria dele, sem nem ao menos tentar, mas eu me sinto beirar o pânico em pensar em uma cena especifica e me xingo mentalmente por sequer pensar que aquele maldito dia, tenha sido de alguma forma influenciado por ela.

Não é uma suposição totalmente absurda e descartável, mas improvável. Porém são inegáveis as semelhanças.

- Você anda muito compenetrada nos últimos dias. – Edward falou depois de um longo tempo dirigindo em silêncio.

Com um rápido olhar pela janela do carro, reconheci o lugar. Já estávamos próximos ao nosso destino.

- Apenas pensando nas gravações... – respondi indiferente. – Você acha que sou mesma a atriz mais indicada pra esse papel? – Perguntei virando minha cabeça em sua direção e instintivamente minhas mãos acariciaram com mais fervor a sua nuca, como sempre fazíamos quando estávamos sozinhos em um carro. Eu pude sentir Edward relaxar ao meu toque e uma corrente elétrica se apossar do meu corpo.

- Eu tenho certeza absoluta Bells. Você pode interpretar esse papel de olhos fechados. – ele respondeu sorrindo. – Mas esqueça ele por três dias... Pode fazer isso, por mim? – perguntou levando a uma das mãos que estavam no volante até o meu joelho e o apertou levemente.

- Eu esqueço qualquer coisa, quando estou com você. – respondi totalmente incoerente e corada.

- Isso é bom!

Edward voltou sua mão até o volante, no momento em que fez a curva pra entrar no condomínio. Paramos na portaria e ele precisou abaixar os vidros e se identificar pra que pudéssemos entrar.

Eu me encolhi envergonhada ao notar o olhar de um dos seguranças em mim, talvez tentando me reconhecer.

- Isabella Cullen... – murmurei de cabeça baixa, pra que ele ligasse o nome à pessoa e apertei a barra do meu sobretudo, como se ele de alguma forma estivesse deixando meus pouquíssimos trajes a mostra.

- Boa noite Senhor E Sra. Cullen. – ele disse abrindo o portão pra que pudéssemos entrar.

Edward dirigiu rapidamente até a ultima casa do condomínio, a mais afastada e eu devo dizer, a mais bonita. Agora que eu já estava acostumada com a grandiosidade dela, eu me sentia realmente orgulhosa por ela ser nossa.

Nossa casa, nossa família, nossa vida.

Eu desci apressadamente do carro, assim que Edward estacionou e acionou o botão que fazia com que o portão da garagem se fechasse atrás de nós.

Mas Edward me alcançou e me levou de volta ao carro.

Colocou-me sentada novamente na poltrona do carona.

- Espere 30 minutos e me encontre na sala, de frente pra lareira. – ele falou fechando a porta e logo em seguida, abrindo a porta de trás e apanhando as muitas coisas espalhadas pelo banco.

- Pensei que íamos pro nosso espaço. – falei fazendo um biquinho.

Afinal onde mais ficaríamos por três dias? A casa toda não tinha nenhum móvel ou espaço pronto, alem da casa da piscina.

- Não essa noite. – ele respondeu piscando pra mim.

Eu precisei de muito esforço e paciência pra simplesmente não sair correndo atrás dele. Mas a felicidade por saber que ele estava naquele momento preparando uma surpresa pra mim deixava-me em êxtase.

Eu não sei se realmente tinha se passado 30 minutos que eu estava esperando, mas a ansiedade chegou a um nível que eu não puder mais suportar e simplesmente sai do carro indo em direção a sala onde Edward disse que estaria pedindo mentalmente que a surpresa já estivesse pronta.

Eu não queria estragar nada, mas não agüentava mais esperar.

- Eu não tinha um relógio então... – eu falei assim que entrei na sala, de cabeça baixa, tentando não olhar em volta. Se ele ainda precisasse de mais algum tempo, eu apenas fecharia os olhos e esperaria, mas eu definitivamente não ia voltar pro carro.

- Ahh Bells... Não é justo! 28 minutos não são 30. – ele me interrompeu rindo. – Mas eu ainda preciso de mais 5 minutos.

Eu cerrei meus olhos e coloquei as mãos no rosto, tampando completamente a minha visão.

- O que você esta fazendo? – ele me perguntou, sua voz estava um pouco distante, mas eu reconheci o seu tom divertido.

- Não vou olhar, até estar pronto, eu prometo! – respondi com a voz abafada pelas minhas mãos.

Ouvi Edward rir alto, mas ele não disse nada, então eu continuei com as mãos no rosto e depois de longos segundos, meus pés começaram a tamborilar o chão.

- Está quase... Não olhe hein... eu sei que você está trapaceando.

- Não tô, não! – retruquei balançando a cabeça negativamente.

Abaixei-me sentando de qualquer jeito no chão, deixando minhas pernas cruzadas, numa posição indiana e abaixei ainda mais a minha cabeça.

Eu deveria estar realmente engraçada, porque Edward não parava de rir. – Leve o tempo que precisar, não é como se fosse tipo umas três AM e eu estivesse vestindo só uma camisa e muito curiosa por uma surpresa que nem sei qual é... – debochei soltando um risinho no final.

Eu fiquei mais alguns minutos assim, até que senti Edward se abaixar a minha frente e tocar as minhas mãos.

- Não é nada grandioso... – ele começou a falar no momento em que retirou as minhas mãos, eu continuei com os olhos fechados. – mas é significativo, pelo menos pra mim. – completou baixinho.

- Humm, meu estilo favorito de surpresa. – comentei tentando me levantar, mas ainda com os olhos fechados. – Já posso olhar? – perguntei ansiosa.

Senti Edward enlaçar minha cintura por trás e descansar seu queixo na minha cabeça.

- Pode...

Eu pisquei algumas vezes, tentando acostumar meus olhos com a pouca luminosidade que tínhamos na sala.

Assim que conseguir manter meus olhos abertos, esbocei sorriso imenso e tenho certeza que meus olhos brilharam.

Como na primeira vez em que estivemos nessa sala, existiam muitas velas espalhadas e acesas iluminando fracamente o ambiente, mas invés de apenas almofadas, Edward tinha providenciado uma espécie de cabana improvisada, com os edredons que ele trouxe de casa, mas não era qualquer coisa, era grande e tenho certeza muito confortável, intima e convidativa.

Parecia uma daquelas cabanas que fazemos quando criança pra brincar de acampamento, claro que muito mais bem feita e grandiosa, como tudo o que Edward faz.

O pensamento me fez sorrir ainda mais.

- Quando eu ainda morava em Londres, eu costuma fazer sempre isso, minha mãe sempre dizia que ela tinha medo que resolvesse morar de vez em uma das minhas cabanas improvisadas... – Edward comentou com entusiasmo. – Bom, eu gostaria de ter levar até Londres um dia, na casa onde eu cresci, tenho certeza que meu quarto ainda é o mesmo... Mesmo com Esme e Carlisle aqui, eles ainda mantiveram a casa, e eu confesso que às vezes sinto falta de lá... – Eu me virei encontrando o olhar nostálgico de Edward. -... Mas por hora isso vai ter que servir. – ele completou apontando com a cabeça pra decoração improvisada na nossa sala.

- Obrigada! – agradeci sincera e realmente fascinada.

Edward nunca deixaria de me surpreender.

- Você não sabe o quanto me faz feliz, em dividir suas lembranças comigo. – falei colando nossos lábios docemente.

Eu poderia passar horas, ouvindo Edward contar inúmeras vezes, como foi a sua infância e todas as dores de cabeça que ele causou a Esme ou como Carlisle sempre voltava pra pedir desculpas depois de ter brigado com ele, por alguma arte.

Talvez por eu nunca ter tido nada disso.

Claro que eu também tenho momentos bons para lembrar, e todos eles, sem exceção incluem Jasper. Nossa infância sempre foi apenas nós dois.

Charlie e Renée sempre estiveram muito ausentes ou ocupados demais com suas discussões e prioridades.

Jasper e eu aprendemos a nos cuidar muito cedo. Na verdade Jasper aprendeu a cuidar de si próprio e de mim muito cedo, e eu sempre tentei fingir muito bem que nada disso me fazia falta, apenas porque a única pessoa no mundo a quem eu jamais me perdoaria em magoar era meu irmão, mesmo que eu vivesse em função dele por toda a minha vida, eu jamais seria capaz de pagar tudo o que ele fez por mim. E agora, eu incluía Edward a minha lista.

- Estou ansiosa pelo dia em que Esme me mostre todas as fotos dos Cullen – falei animada.

Esme tinha prometido que mostraria todas as fotos de Edward desde que ele nasceu. E é claro que Carlisle me avisou que essa seria uma tarefa de no mínimo um dia inteiro, porque Esme sempre teve paixão por fotografia e ele já havia perdido a conta de quantos álbuns ela possuía, além é claro de todas as revistas que ela fazia questão de colecionar, depois que Edward alcançou a fama.

- Me lembre de ficar bem longe, nesse dia... – Edward respondeu desfazendo o nosso abraço – Nada mais constrangedor do que sua mãe mostrando a sua mulher fotos de quando se é bebê e fazendo questão de relembrar todos os apelidos mais fofos que se pode dar a um filho.

Eu sorri largamente pra isso. Certamente esse dia seria ainda melhor do que eu imaginava.

- Será que Esme me ensina a fotografar também? – perguntei seguindo Edward que caminhava lentamente até a nossa cabana. – eu gostaria de ter muitos álbuns da nossa família também... Para mostrar aos nossos filhos um dia.

- Nossos? Isso seria mais de um... – Edward respondeu distraidamente.

- É apenas forma de falar. – dei de ombros.

- Bom, podemos começar a praticar agora mesmo, o que acha?

- Oww, podemos praticar apenas praticar... não estou certa que eu seria uma boa mãe. – falei me jogando nos lençóis e chamando Edward pra se deitar ao meu lado.

- Você será uma mãe perfeita. – sussurrou no meu ouvido, depois de deitar delicadamente por cima de mim.

- Acho que ainda é cedo pra falarmos sobre isso... – respondi com meu último pensamento coerente, já que as mãos de Edward começaram a deslizar pelo meu corpo me causando arrepios.

– 3 dias, né? – perguntei antes de voltar a colar nossos lábios, Edward apenas balançou a cabeça afirmativamente antes de me surpreender com um beijo urgente ao mesmo tempo em que suas mãos apertaram ainda mais a minha pele.

- Mmm, será que podemos ficar aqui os três dias? E por favor, apenas me ame durante todo o tempo em que estivermos aqui. – falei completamente sem ar, assim que seus lábios deixaram os meus e passou a tocar meu pescoço.

- Seu pedido é uma ordem. – ele respondeu ainda contra a minha pele.

E assim, passamos dois dias completamente fechados em nosso mundo particular, nossa própria bolha de felicidade. Edward teve o cuidado de levar consigo muitas besteiras, como queijo, vinho, biscoitos, chocolates e tudo o mais que nos matava a fome quando lembrávamos que precisávamos comer, o que certamente não foi com muita freqüência. Fomos à casa da piscina pouquíssimas vezes, apenas para tomarmos banho e em todas às vezes, Edward fez questão que usássemos o ofurô e Deus, como era bom sentir Edward dentro de mim assim.

No dia seguinte ao que chegamos Edward, me surpreendeu mais uma vez, me mostrando o violão que ele tinha trazido e eu nem mesmo tinha visto antes, ele tocou pra mim, muitas das minhas músicas prediletas, mas eu ainda não tinha conseguido que ele tocasse uma das suas musicas, mas eu estava longe de desistir, ainda tínhamos um dia.

Mas um dia só seria pouco, portanto eu estava preparada para apelar drasticamente.

- Eu acho que você não sabe o efeito que sua voz tem sobre mim... – eu disse com a minha melhor voz rouca, deslizando meus dedos pelo seu violão. Edward estava deitado ao meu lado e me olhou um pouco confuso. – Eu amo quando você canta pra mim... – continuei, agora deslizando minhas mãos pelo seu peitoral rígido.

Edward fechou os olhos e soltou um suspiro.

Percorri todo o seu corpo com o meu olhar, ainda mantendo minha mão inocentemente ora em seu tórax, ora em seus braços.

A visão de Edward deitado ao meu lado, vestindo nada mais do que sua boxer branca e já visivelmente pronto para mim, me deixou imediatamente pronta pra ele.

Céus quando eu me tornei essa assanhada?

Retirei as minhas mãos dele e Edward abriu os olhos me fitando com seus lindos olhos verdes completamente escuros agora.

- Sabe o que eu acabei de lembrar? – perguntei arqueando a sobrancelha, ele balançou a cabeça negando. – "Definitivamente você não vai precisar de roupas." – citei as suas palavras e levei uma das minhas mãos até os botões que prendiam a blusa que eu vestia, a mesma blusa de Edward, com a qual eu dormia todos os dias. – Você estava certíssimo. – abri completamente todos os botões e deslizei a camisa pelos meus braços, escondendo um pouco o meu rosto corado com meus cabelos.

- Bella... – ele gemeu levantando e vindo na minha direção.

Rapidamente alcancei o violão ao meu lado e o coloquei na frente do meu corpo.

Edward parou seus movimentos, ficando apoiado em seus cotovelos, ainda deitado de costas, me olhando com um misto de surpresa, desejo e confusão.

- Você quer Edward? – perguntei maliciosamente, sentindo o meu rosto vermelho.

- Você? – ele questionou confuso.

- Você me quer Edward? – voltei a perguntar e meu rosto queimou mais um pouco, e eu poderia jurar que todo o meu corpo nu também estava pegando fogo e não era apenas pela paixão que corria solta nas minhas veias.

- Meu Deus, Bella... Como eu te quero! -ele respondeu, pegando o violão e tentando tira-lo das minhas mãos. Fechei minhas mãos em volta do instrumento usando toda a minha força.

- Então toca pra mim. — pedi num fio de voz.

- Eu posso pensar em coisas melhores pra tocar nesse momento... – ele disse chegando perto de mim e me fazendo sentir sua respiração contra o meu rosto. – e não seria um violão.

Eu estremeci, mas recuei um pouco e mantive o violão entre nós.

- Bella, eu não vou conseguir tocar, com você assim tão exposta a mim e ainda assim tão deliciosamente corada.

- Então não terá o que quer. – disse tentando soar firme, mas minha voz falhou pateticamente.

Como se eu fosse capaz de resistir a Edward.

Edward sorriu pra mim, entendendo claramente o meu conflito interior.

- Qual música? – ele perguntou fechando os olhos.

Aparentemente ele resolveu entrar na brincadeira. Obrigada a todos os deuses por isso, porque definitivamente eu não conseguiria simplesmente insistir no jogo "você me dá o que eu quero e então fazemos o melhor sexo de todos", não quando eu estava praticamente entrando em colapso por ele.

- Uma das suas... – respondi desgrudando o violão do meu corpo.

Edward abriu os olhos e eles estavam ainda mais negros.

- Isso é chantagem sabia? – sua voz estava rouca e ainda mais sexy do que normalmente é.

A umidade entre as minhas pernas, já estava começando a me incomodar, eu precisa de Edward em mim.

- Tudo bem. – ele decretou finalmente quando eu não consegui responder nada.

Eu sorri timidamente pra ele e entreguei o violão, no momento em que nada mais tampava o meu corpo nu, eu me encolhi envergonhada e puxei um lençol tentando me cobrir.

- O que pensa que está fazendo? – Edward perguntou enquanto eu me deitava e me cobria totalmente. – Uma vez eu te disse: "Não comece o que você não vai terminar." Você começou amor, agora vai ter que terminar. – ele falou duramente, puxando o lençol que cobria o meu corpo. – Humm, bem melhor assim... – falou com os olhos presos nos meus seios e seus dedos tocaram levemente minha umidade, me fazendo soltar um gemido baixo.

- Toque... – sussurrei me contorcendo.

- Estou tocando. – ele respondeu maliciosamente e com seu típico sorriso torto estampado em seu rosto.

- Céus! – meu corpo arqueou involuntariamente em direção a mão de Edward. – to... toque.. o.. vi... Céus ,o violão Edward. – consegui completar ofegante.

Musica pro post- John Mayer -Your Body Is A Wonderland

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Escutei a melodia de uma nova musica e me concentrei em olhar diretamente pra Edward, tentando esquecer completamente o fato de que estava completamente nua na sua frente enquanto ele tocava pra mim.

We got the afternoon
You got this room for two
One thing I've left to do
Discover me
Discovering you

Temos a tarde toda
você reservou este quarto para dois
só tenho uma coisa a fazer
é me descobrir
descobrindo você

Edward começou a cantar, fazendo com que sua voz me hipnotizasse ao mesmo tempo em que seu olhar percorria displicentemente todo o meu corpo.

One mile to every inch of
Your skin like porcelain
One pair of candy lips and
Your bubblegum tongue

uma milha para cada polegada
da sua pele, que parece porcelana
seus lábios doces como uma bala
e sua língua de chiclete

- Você escreveu essa pra mim? – interrompi timidamente.

- Só pra você. – ele respondeu dirigindo seu olhar de encontro ao meu. – no dia seguinte a você ter aceitado ser minha.

Sorri largamente pra ele. Edward retribuiu o meu sorriso.

- Continue...

Cause if you want love
We'll make it
Swim in a deep sea
Of blankets
Take all your big plans
And break 'em
This is bound to be awhile

se você quiser amor
nós faremos
num mar profundo
de cobertores
Reúna os seus grandes planos
E desfaça-os
Isso vai demorar um tempo

Edward e eu sorrimos juntos com as suas palavras, ele não poderia ter escolhido musica melhor pra esse momento.

Your body is a wonderland
Your body is a wonderland (I'll use my hands)
Your body is a wonderland

Seu corpo é um paraíso
Seu corpo é um paraíso (eu usarei minhas mãos)
Seu corpo é um paraíso

O olhar quente de Edward voltou a percorrer o meu corpo, me deixando ao mesmo tempo, extremamente constrangida e excitada.

Imaginar as mãos de Edward tocando todo o meu corpo, só estava me deixando ainda mais úmida e ansiosa.

Something 'bout the way the hair falls in your face
I love the shape you take when crawling towards the
pillowcase
You tell me where to go and
Though I might leave to find it
I'll never let your head hit the bed
Without my hand behind it

Tem algo no jeito que o cabelo que cai sobre o seu rosto
adoro vê-la engatinhar em direção ao travesseiro
diga-me aonde devo ir e,
mesmo que eu saia para ir lá
nunca vou deixar sua cabeça encostar na cama
sem minha mão para apará-la

Minhas mãos agarram ferozmente os lençóis ao meu redor e Edward me fitava cada vez mais intensamente.

Se essa musica não acabasse logo eu teria o meu clímax apenas assistindo Edward cantar sensualmente pra mim.

Como eu pude imaginar que conseguiria levar essa brincadeira até o fim?

- Toque... — — Edward sussurrou ainda dedilhando algumas notas.

Eu o olhei sem entender o que ele pedia.

- Se toque pra mim... – ele sussurrou e eu vi claramente suas mãos apertarem mais forte o violão.

Sem que meu cérebro tivesse chance de compreender completamente o pedido dele, uma de minhas mãos foi automaticamente de encontro a minha carne pulsante e completamente encharcada.

Edward sorriu aprovando o meu gesto e continuou a tocar.

Deus, o que eu estava fazendo? Quando me tornei essa depravada?

You want love?
We'll make it
Swim in a deep sea
Of blankets
Take all your big plans
And break 'em
This is bound to be awhile

Você quer amor?
nós faremos
num mar profundo
de cobertores
Reúna os seus grandes planos
E desfaça-os
Isso vai demorar um tempo

Your body is a wonderland
Your body is a wonderland (I'll use my hands)
Your body is a wonderland

Seu corpo é um paraíso
Seu corpo é um paraíso (eu usarei minhas mãos)
Seu corpo é um paraíso

Eu esqueci qualquer pensamento, quando ouvi Edward voltar a cantar, e sua voz estava rouca e tremida, o que deixava claro o quanto estava sendo difícil pra ele se segurar e não me tocar ele mesmo.

Minha outra mão foi de encontro aos meus seios fazendo com que Edward soltasse um gemido agoniado fechando os olhos.

Damn baby
You frustrate me
I know you're mine all mine all mine
But you look so good it hurts sometimes

Caramba, baby
você me frustra
sei que você é toda minha, toda minha
mas você é tão bonita que chega a doer às vezes

Edward pronunciou as palavras com a voz completamente arrastada.

- Mmm Edward... — gemi sem conseguir me conter.

Na mesma hora em que meu gemido saiu por meus lábios, Edward soltou o violão sem se preocupar em como o estava largando e engatinhou por cima de mim, tirando minhas mãos e prendendo a que estava em meus seios a cima de minha cabeça e levou a outra mão até a sua boca, me fazendo gemer um pouco mais alto, ou vê-lo fechar os olhos no momento em que lambeu maliciosamente os meus dedos.

Your body is a wonderland
Your body is a wonderland (I'll use my hands)
Your body is a wonderland
Your body is a wonderland

Seu corpo é um paraíso
Seu corpo é um paraíso (eu usarei minhas mãos)
Seu corpo é um paraíso
Seu corpo é um paraíso

Ele voltou a sussurrar depois que seus dedos me tocarem intimamente.

Edward me tocava ora delicadamente e ora ferozmente, mantendo meu corpo completamente a seu dispor, limitando meus movimentos com o peso do seu corpo e ainda prendendo agora as minhas duas mãos.

- Você gosta assim? – ele perguntou me penetrando com dois dedos de uma vez só, sem qualquer aviso.

Eu obviamente não conseguir responder nada além de lamuriar e gemer constantemente o seu nome.

- Acho que isso é um sim. – ele sussurrou contra a minha pele, antes de abocanhar por completo o meu seio, o mordiscando totalmente por alguns momentos.

Seus dedos começaram a se mover mais rapidamente, e eu não era mais capaz nem de lembrar o meu próprio nome.

Edward continuava a sugar intensamente meus seios e a mover cada vez mais rápido e forte seus dedos dentro de mim, arqueando-os quanto os colocava por completo em volta da minha carne pulsante.

Eu continuava completamente entregue e a disposição dele, pra que ele fizesse tudo o que quisesse, na verdade, eu queria, queria muito que ele fizesse mais, muito mais.

Quanto Edward sentiu meus músculos se contraírem, num claro sinal de que meu clímax estava prestes a transbordar, ele retirou seus dedos de mim, me fazendo gemer de frustração. – Ainda não. — Ele levou seus dedos até a minha boca, me fazendo colocá-los todos dentro, eu não pensei duas vezes, antes de passar minha língua em volta deles, fazendo Edward gemer o meu nome.

Com a mão livre Edward abaixou rapidamente a sua boxer até a altura de seus joelhos e tirando seus dedos da minha boca, ele se levantou,tirou a boxer a jogando em qualquer canto.

- Você jogou todo o meu controle fora Isabella. – ele falou sério abrindo as minhas pernas.

Eu fechei meus olhos em antecipação.

Edward se posicionou, deixando seu membro roçar na minha entrada, e apertando fortemente as minhas coxas.

- Você é deliciosa!

- Por favor, Edward... eu preciso... eu quero...

Sem mais demora, Edward me penetrou em um único movimento, me fazendo gemer mais alto do que eu jamais gemi.

Ohh como isso era bom!

Minhas mãos foram ate o seu cabelo e eu os agarrei com força.

Edward não se moveu, apenas apertava cada vez mais forte a minha coxa.

- Merda Bella, eu não quero assustá-la, mas você me tira toda a sanidade.

Eu respondi levando meu quadril de encontro ao dele, tentando inutilmente sentir mais de Edward.

Uma de suas mãos foi de encontro a minha nuca e seus dedos se perderam nos meus cachos embaraçados.

Ele me olhou atentamente e começou a estocar forte e decididamente.

- Você ainda não sabe, mas é assim que você gosta. – ele falou contra os meus lábios, me torturante com a aproximação da sua boca da minha.

Sim, eu gosto. E eu queria mais.

Edward passou a me mover cada vez mais rápido e minhas mãos desceram até suas costas e a apertaram com força, no momento em que eu senti meu coração apertar.

- Não, não, não! – eu repetia mentalmente. – não tenha um surto agora, não! – eu me repreendia, sentindo todo o meu corpo ficar tenso.

Edward continuou com o mesmo ritmo, mas sua mão foi de encontro ao meu rosto, só então eu percebi que estava chorando.

- Meu nome, diga o meu nome... – ele pediu suavemente no meu ouvido, sua voz doce e repleta de compreensão contrastando bruscamente com os seus movimentos por cima de mim. – Diga o meu nome, meu amor... quem está aqui com você? Quem está fazendo exatamente o que você gosta?

- Edward. – eu respondi com um soluço, mas o som do nome dele me acalmou imediatamente. – Edward, Edward... – eu repeti mais firme e senti meu corpo voltar a relaxar e aceitar os movimentos dele. – Mmm Edward... – eu repeti em um gemido dessa vez.

- Sim, eu. Apenas eu, meu amor.

- Você, apenas você. Ohh Edward!

Minhas pernas circularam sua cintura, dando a ele mais liberdade de movimentos e eu pude sentir Edward ir ainda mais fundo.

Eu tinha a leve consciência que eu estava gemendo como nunca, e certamente como a mais indecorosa das mulheres naquele momento. Mas eu não me importava principalmente depois que percebi que todos os meus gemidos obteriam gemidos e lamurias de Edward como resposta.

Edward continuou a me penetrar deliciosamente forte e rápido ao mesmo tempo que murmurava algo em meu ouvido, apenas pra que eu em momento nenhum me esquecesse de que era Edward ali.

Meu corpo todo arqueou e senti meu baixo ventre se contrair, minhas mãos agarram mais ferozmente os cabelos de Edward no momento em que meu êxtase me dominou, ainda ofegante senti Edward se mover mais duas ou três vezes contra mim, mantendo o mesmo ritmo, e no momento em que eu achei que ele se libertaria dentro de mim, ele retirou seu membro e se colocou de joelhos próximo aos meus seios, eu pude sentir seu liquido quente tocar minha pele, imediatamente acendendo todo o meu corpo novamente.

Edward beijou a minha testa suada e se deitou ao meu lado, estendendo sua mão em direção a camisa que eu usava e delicadamente me limpou.

- Oww isso foi... – eu comecei a falar.

- Amor – ele completou me fazendo olhar em sua direção.

Certamente essa não era a palavra que eu escolheria.

Talvez: intenso, quente, feroz, indecoroso, até mesmo indecente, mas amor seria a ultima palavra que passaria pela minha cabeça.

- Mesmo que seja intenso, quente, novo... – ele voltou a falar, agora passando seus braços em volta do meu corpo ainda nu. – ou até mesmo da forma mais suja que agente possa imaginar, se quisermos. Ainda sim, entre nós dois sempre será amor.

Notas finais
Hey, minhas queridas,

Então, eu tenho horror a cobrar review ou indicações, mas é tão triste, quando tu vai na página da fic é ver que tem mais de 50 leitoras cadastrados e nem 5 dessas comentam...

Eu sei que nem todo mundo tem tempo ou gosta de escrever aqueles comentários imensos... mas se vocês comentarem, nem que seja usando só uma palavrinha, vai me fazer imensamente feliz e com isso, eu certamente terei ainda mais inspiração para continuar a fic. E, bom, não custa nada.

Vamos fazer assim... eu tenho até o capítulo 27 escrito (e isso é mais ou menos a metade da fic...) E eu tinha prometido aqui, que postaria um capítulo novo, todo dia, até chegar mais ou menos no capítulo 20... mas que tudo dependia dos comentários...

Então, se tiver comentários hoje, amanhã tem capítulo novo. Se não tiver comentário, eu volto a postar semanalmente... porque daí eu sei que todo mundo teve tempo para ler o capítulo novo. Okay?

É isso, espero que tenham gostado do capítulo.