Star Wars: O Cúmulo da Força
2 O Ponto de Encontro
[Pov's Cullen]
O cheiro de cocô de Vornskr impregnava o lugar por completo. Minha primeira reação ao vir aqui, se me lembro bem, foi vomitar em cima de um homem; mais tarde descobrir que ele era um slicer e aprendi uma lição valioza: Não desrespeite um jedi, sua índole fica duvidosa. Não vendi nada por duas semanas! Mas essa é outra história.
Puxando o speeder pelo Ponto de Encontro, um Squib logo me perguntou o preço (tem muitos Squibs no Ponto sempre, mas este tinha o símbolo do sindicato Zygeriano de traficantes de escravos estampado no ombro de sua jaqueta, para você ver o tipo de gente que frequenta esses lugares); Ele pagou 1.700 créditos.
Já estava me preparando para sair dali quando presenciei uma cena rara: Um guardião jedi andando pelo Ponto de Encontro! Achei muito estranho, principalmente por ali venderem biocasulos em massa e o tal jedi não parecer se importar com as ofertas destes. Decidi segui-lo.
Depois de alguns poucos minutos, vi outro; uma consular jedi examinando um comerciante de Embaralhadores ABQ, e se retirando sem apreender nada. Depois, um sentinela revistando um vendedor de pistolas de captura, e saindo sem sequer dar um aviso ao Toydariano; algo que seria normal de se ver (um Toydariano enrolar um cavaleiro jedi) se não tivessem tantos protetores da paz galáctica reunidos justamente no dia em que decidi vir aqui.
Um bom tempo depois, a ação finalmente começa a acontecer. Me escondo atrás de uma caixa com alguns inibidores neurais e um belo par de botas repulsoras e assisto:
O guardião jedi prende o braço esquerdo de um homem ao seu com atadores de pulsos, e o sentinela pega um sabre de luz estranho em meio as granadas de composto que o algemado vendia. Liga a lâmina, e ela é vermelha.
Assustado, pego um inibidor neural na caixa à minha frente e me preparo para o caso de algo ruim acontecer. O Sith tinha uma mochila preta nas costas e um tubo que começava nela e seguia por todo o braço até uma volumosa luva em sua mão direita — a mão desalgemada — parecendo uma espécie de prótese; mas pelo visto, não era.
A consular jedi tirou o cristal sintético vermelho do sabre de luz do homem, guardando a arma e jogando o cristal na direção do guardião. Mas o sith foi mais rápido, e pegou a pedra no ar. Jogou seu braço esquerdo para o lado com força, fazendo o guardião ir contra a parede e bater a cabeça, ficando inconsciente; o sentinela empunhou seu sabre amarelo, e o criminoso colocou o cristal sintético dentro de sua mochila rapidamente. Antes que os dois jedi de pé pudessem reagir, um brilho vermelho correu pelo cano no braço do homem. Este estendeu a mão direita aberta para o sentinela e apontou para cima com o palmo; e inacreditavelmente, seu sabre de luz amarelo voou para longe.
Os feirantes, que até agora não interferiam ou sequer reagiam, correram todos. Pude ver uma consular jedi empunhar seu sabre verde e luminoso pela primeira vez na minha vida, antes de pegar as botas repulsoras e planar rápido para longe, com dificuldade mas em segurança.
Pelo espaço, o que foi aquilo?!
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