Spirit Bound
16 Acordos
Notas iniciais
Próximo capítulo será mais rápido, e como vocês podem imaginar "normal" se comparado a esse.
Enfim, não deixem de ler.
Para as gurias que ainda acessam o orkut, criei uma comunidade para as fanfics, deem uma passadinha la> http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=117433396
# Alice Cullen #
Eu não vou chorar. Não há necessidade alguma disso Alice. Fala sério, é só um filme.
“ – Claire meu amor, sinto muito, mas nosso amor é proibido.
- Thomas, não me deixe, eu faço tudo o que quiseres, mas não me deixe.
- Não mais Claire, eu estou de casamento marcado com Cecile Zoar.”
E então o filme termina com Thomas indo embora da casa de Claire, debaixo de chuva.
Mamãe surge na sala e olha para mim franzindo a testa.
- Por que choras?
- Esse filme...é muito triste.
Ela suspira e pega a capa do DVD.
- Vendo esses romances dramáticos de novo Alice? Quantas vezes tenho que te falar que isso não te faz bem?
- Mamãe, por favor, não me trate como criança, eu já tenho 22 anos!
- Mas você parece uma menininha Alice. Ande, limpe estas lágrimas e vá se arrumar. Temos um jantar na casa dos Burke.
- De novo? Cara, eles não se cansam de jantares e mais jantares?
- Alice por favor!
Eu bufei e levantei do sofá. Uma montanha de lenços de papel caiu no chão e eu já ia me abaixar para pegar, quando Dorothea surgiu e tratou de catar.
Eu entrei em meu quarto e me olhei no grande espelho que ocupava toda a parede atrás da cama. Eu estava terrível. Meus cabelos estavam bagunçados e meu rosto vermelho de tanto chorar. Malditos filmes de romance!
# Narrador – Rosalie Halle #
- Mamãe, quando eu vou conhecer a tia Bella?
- Ah querido, ontem a noite ela foi la em casa, mas você estava dormindo.
Ele franziu a testa e desceu do balanço, indo atrás do escorregador.
- Joshua, não vá pra muito longe! – Rose falou, vendo seu filho correr com passos tépidos até o brinquedo.
Ela sentou-se num banco que havia ali e ficou vendo seu filho divertir-se ao lado das outras crianças. Com sua pouca idade, ele já sabia falar e andava de forma desengonçada, mas andava. Graças a Deus, ainda não havia feito perguntas sobre o pai, talvez pelo fato de ainda não freqüentar alguma escolinha ou creche e não ter muito contato com as outras crianças. Mas Rose imaginava que futuramente isto ia acontecer e ficaria complicado explicar para seu filho, que o pai dele não fazia a menor idéia de sua existência, e que mesmo se ele soubesse, seria impossível ele acreditar na palavra dela.
Sentiu seu celular vibrar no bolso, e vendo quem era, o atendeu:
- Ora, ora...lembrou que eu existo? – brincou.
- Sem brincadeiras Rosalie, preciso te perguntar uma coisa.
- Vá em frente.
- Por telefone não. É...algo sério.
- Huum, quer que eu vá aí?
- Eu acabei de acordar, e meu apartamento está uma zona. Me diga onde estais e eu estarei aí dentro de alguns minutos.
- Ok, estou no parque Sta. Laurence. Conhece?
- Conheço sim, não sai daí. – e desligou.
Ela olhou novamente para o filho, e percebeu que não tinha problema algum Jasper saber sobre Josh. Ele jamais contaria algo a Emmet, mas havia o fato de estar de alguma forma ligado a Alice, que era irmã de Emmet.
[...]
- Oi. Você está com uma cara péssima. – Rosalie comentou, assim que Jasper sentou ao seu lado.
- Valeu pela sinceridade.
- De nada.
- Então...fazendo o que nesse parque cheio de crianças?
- Estou tomando conta do meu filho.
- Filho? E desde quando você tem filho?
- Desde que eu fiz sexo e engravidei...?
Ele riu e ela sorriu um pouco.
- Mas enfim, ta vendo aquele pingo de gente trajando tênis Adidas e casaco xadrez? Aquele é Joshua, meu filho.
- Eu nem te vi de barrigão Rose!
- Eu usei cinta, apertava horrores, mas escondeu a barriga. E lembra daquela viagem de dois meses que eu fiz pra Espanha?
- Não era viagem coisa nenhuma...- ele concluiu.
- Não. A barriga já estava grande demais, ninguém podia saber da minha gravidez e eu precisava ficar fora de radar para poder tê-lo.
- Certo, e já que você faz tanto mistério, eu presumo que jamais me revelará o nome do pai...
- É.
- Por que? Ele é algum mafioso russo? Membro do parlamento inglês? Algum sheik?
- Não Jazz, não é nada disso e por favor, não tente acertar. Mas você disse que queria falar comigo, do que se trata?
- Alice Cullen aparece no meu restaurante e nós conversamos...mas ela me pareceu tão estranha. E você a conhece Rose, e isso parece ser mais sério do que aparenta. Eu quero saber o que está acontecendo.
- Desculpe Jazz, mas eu não posso te contar. Isso não está em minhas mãos. Pergunte a Alice ou a Bella.
- Até Bella?
- Até ela. Eu sei sim, de muita coisa. Mas eu não posso falar.
# Narrador – Klaus Klazits #
- Então é verdade? – ele perguntou a Sam Black.
- Sim, é verdade. Jacob Black está recrutando todos os lobisomens para a grande guerra. E claro, você está incluindo.
- E se eu não quiser?
A idéia de rejeitar era tão absurda, que fez Sam rir, mas a expressão séria de Klaus, o fez calar e olhar diretamente para ele.
- Todos querem, é um sonho de muito tempo, tomar o poder.
- Não para mim. Jacob Black nunca me ofereceu nada, nunca veio atrás de mim e agora me procura para um favor como esse? Obrigado, mas eu rejeito a oferta. Estou vivendo muito bem entre os humanos.
- Você é uma decepção!
Mais tarde naquela noite, depois de tomar todos os copos de cerveja que seu corpo permitia. O destino de Klaus foi uma pensão antiga no subúrbio de Vienna, onde finalizava seu dia jogado na cama, com o corpo exalando álcool e a mente em outro lugar.
Klaus era um filho bastardo de um importante membro da tribo dos lobisomens, mas ele sempre fora criado por sua mãe, uma prostituta bêbada que habitava a Austria havia tempos, ela era de origem hispânica e em todas as noites, quando chegava em casa, ia até o quarto do filho e cantava musicas espanholas de uma forma bem desconexa. Já faziam três anos desde que a mulher se fora. Klaus continuava morando no mesmo lugar e ganhava a vida trabalhando numa oficina de desmanche. Nunca tivera a necessidade de conhecer o pai, e abominava todas as tentativas que os lobisomens tinham de levá-lo até a tribo.
Na manhã seguinte, acordou com sua cabeça doendo fortemente e indo para a cozinha, vislumbrou o bilhete debaixo da porta.
Rua Hans Groel, num.453. Bairro Ludarima.
Ele reconhecia este endereço, era o bordel onde sua mãe trabalhava, mas por que ele tinha de ir até la?
Deixou o bilhete de lado e foi tomar um banho para o trabalho.
[...]
- Aí está você! – ele escutou a voz e automaticamente travou na porta. – Ah bobinho, deixa disso, te conheço desde que usava fraldas e freqüentava o bordel com sua mãe.
Vendo que ele não fazia nada, a garota bufou e levantou-se do sofá, trancou a porta atrás dele e o arrastou ao sofá.
- Quem é você?
- Meu nome é Sabrinne, eu sou afilhada de sua mãe sabia? Dona Carla me batizou, eu sou filha de Anastasia, conhece?
- Conheço, a puta mais comentada da cidade. – ele disse sarcástico e Sabrinne riu.
- Bom...eu puxei a minha mãe.
- Então quer dizer que você também...?
- Olha, não me julgues deste modo. Meu emprego não é pior que o seu. Não sou eu que vendo peças de carros roubados.
- Eu quero saber o que faz aqui?
- Você não foi até la, como diz o bilhete que eu enfiei debaixo de sua porta esta manhã, então eu tive que vir até você.
- O que você quer?
Ela sorriu e cruzou as pernas, permitindo que ele visse a cinta-liga através da saia curta que ela usava.
- Estou aqui as ordens de mamãe. Um cliente dela quer um favor, e eu acho que você é a pessoa certa.
- Escute, eu não estou disponível. Eu já tenho um emprego e estou confortável nele.
- Hey, você pode ganhar uma bolada.
- Volto a repetir. Não estou disponível.
Sabrinne revirou os olhos e sentou no colo de Klaus, olhando-o bem nos olhos.
- Escute, eu preciso da sua ajuda. Não é nada demais, na verdade, é um serviço bem bacana e você vai ganhar bastante.
- E o que você ganha com isso?
- Status.
- Status?
- Siiiiim, eu ganho status. O nome do homem é Neil Burke, ele é tipo assim, poderosão e quer um guarda-costas e uma dama de companhia confiável para a filha dele, que parece ser uma fujona.
- E como um vendedor de peças de carro roubadas e uma prostitutas são confiáveis?
- Não importa nossos empregos, se o novo vai ser legal. Vamos, por favor, eu não posso aceitar o emprego sem ter arranjado alguém para ser o guarda-costas.
- Desculpe, mas cuidar de pirralha não é comigo.
- Ela não é pirralha! Ela tem 17 anos. Vai, por favor. – ela disse fazendo biquinho e olhando com olhos suplicantes.
# Narrador – Stella Burke #
Sentada na sala de visitas, Stella permanecia calada, enquanto seu pai falava com o novo segurança e a dama de companhia. Ela queria fugir, gritar, correr e esperniar. Odiava a vida de prisioneira que levava, e não entendia ainda o propósito de tudo isso. Aparentemente, seu pai planejava arduamente com que ela se tornasse a esposa do príncipe Edward Cullen e subisse o trono com ele, mas ela não via sentido algum, quando parecia obvio que a humana seria sua escolha. Pelo que Gaspar lhe contara, Burke planejava colocar razão na cabeça do príncipe, e fazer ele ver que sua filha era a melhor escolha.
O homem que seria seu guarda-costas era alto, moreno e de cabelos um tanto compridos, caídos na altura do pescoço, ele parecia ser um pouco musculoso e tinha profundos olhos negros. E ainda, não parecia ser muito mais velho que ela, a garota ao lado dele, tinha um corpo esguio e era loira com mechas rosas nas pontas, ela não fazia idéia de como seu pai aprovava isso. Na ultima vez, ela tentou por um vestido na altura do joelho e ele quase a matara de tapas, chamando-a de meretriz.
Stella não queria se casar com Edward, mas ela sabia que se os planos de seu pai não fossem cumpridos, o destino dela seria terrivelmente pior.
Notas finais
Klaus> http://2.bp.blogspot.com/-PFAkDojI-8w/Tg5l6nAL3VI/AAAAAAAAARw/A25AoIM_FAI/s1600/tyler-blackburn_caleb-rivers-450x337.jpg
Sabrinne> http://www.ailtonmedeiros.com.br/wp-content/uploads/2008/06/kristen.jpg
Stella > http://3.bp.blogspot.com/_1DMwl-cLrPQ/TToQ_tYILoI/AAAAAAAAA2w/YHenMacP4ys/s1600/Selena%252BGomez%252Bselenagomez.jpg
Enfim, comentem!!!!!!!! Beijos da Mah
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