Spectrum
19 Capítulo 18 – Há quanto tempo.
Notas iniciais
Meus queridos leitores, aos que ainda não viram meu perfil ou os que não pude mandar MP porque acabei me perdendo q, não vou mais atualizar Spectrum por aqui. Os próximos capítulos estarão disponíveis apenas no meu livejournal.
Esse capítulo está postado pela metade, para terminar de lê-lo, basta acessar: http://conceived-dream.livejournal.com/13829.html#cutid1
OS PRÓXIMOS CAPÍTULOS SERÃO POSTADOS APENAS NO LIVEJOURNAL!
Desculpem o caps, mas é pra vocês prestarem atenção :~
Minhas próximas fics serão postadas por lá também, espero poder contar com vocês.
Minhas fics aqui postadas, serão repostadas no meu livejournal também.
http://conceived-dream.livejournal.com/
Espero que vocês não me abandonem q
Meu último post do Nyah se encerra aqui.
Até o LJ.
Conceived Dream - 17/09/2012
(Reita’s POV)
Depois daquela noite que conversei com Uruha, gostaria de poder dizer que as coisas fluíram muito bem e que a cada dia que passava, estava me sentindo melhor, mais confiante e menos apegado ao “passado”. Queria poder dizer que Kouyou encarou isso de uma forma boa e que não tivemos grandes problemas, que tudo seguiu normalmente desde que ele me disse o que realmente sentia.
Queria?
É, queria.
Mas como estamos na cruel realidade, nada disso realmente aconteceu. Depois daquele final de semana, as semanas que se seguiram foram complicadas. Uruha estava pior do que eu quando usava minha máscara de indiferença. Era muito mais perturbador, já que na minha opinião – e na opinião dos outros também –, ver seu sorriso sendo forçado e seu semblante em uma falsa felicidade era muito pior do que encarar um mau humor.
Ele estava se privando de muitas coisas por minha causa, acho que esse foi o melhor “castigo” que eu poderia ter recebido por ter sido alguém tão egoísta por todo aquele tempo.
E parecia que quanto mais eu tentava superar tudo isso, mais difícil ficava. Engraçado que por tanto tempo eu quis permanecer desse jeito enquanto me sentia atraído por Uruha, e agora eu queria superar tudo pra poder finalmente ficar com ele.
Era como se Kami-sama dissesse: “Não queria continuar preso nessa dor? Pois então fique”.
Não tinha o direito de reclamar, também não estava ajudando.
Não quando fico melancólico, tiro um dia de folga, e passo a manhã e a tarde inteira pensando nisso no meio do parque que sempre vinha com Ruki.
Era um lugar muito tranquilo e bom pra se pensar e passar o dia, algumas pessoas vêm apenas para ler um livro de forma mais agradável ou somente para fugir da correria do centro de Tóquio. Não era bem um parque, estava mais pra um bosque ou uma pequena reserva, onde só se vê o verde e só se ouve o barulho do vento.
Pensei que poderia relaxar, mas só estava me sentindo pior e me afundando mais em lembranças.
Muito bem, Reita. Mais uma vez tomando sempre a decisão errada.
- Akira-kun?
Eu conheço essa voz aveludada... Me virei para encarar quem havia me chamado e reconheci de primeira aquela senhora baixinha com poucos fios grisalhos entre seu cabelo de um castanho profundo. Há tempos não a via, mas sei que a reconheceria em qualquer situação, afinal, já fomos quase da mesma família.
- Como vai, Matsumoto-san? – Levantei-me e cumprimentei a senhora que era tão baixinha quanto seu filho.
(......)
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