Notas iniciais
Gente, desculpem a demora, é que as provas apareceram em horda e me atacaram e eu ainda estou em Pallet Town; kkkkkkkkkkk. #Capítulo_nooovo, na terceira pessoa. O CAPÍ TÁ DO JEITO QUE EU QUIS COM O TAMANHO EXATO. ALELUIA (8) 

O sol despertava no horizonte, seus raios solares abatiam contra as árvores e contra os Pokémons. As leves flores do jardim lançavam-se no vento, fazendo muitos alunos se encatarem com a chegada da primavera. Os Pokémons se encontravam nas rotas localizadas perto da academia, alguns nós lagos e outros mais acima das nuvens. O orvalho que se formou ontem a noite se desmanchava, as folhas que o vento soprara agora estavam espalhadas pela grama seca, algumas perto das cerejeiras, mais as folhas ainda continuavam com sua sua forte coloração.

Os raios do sol quente abatia nas janelas daquele setór, deixando claro que um novo dia havia começado, mais não era um dia chato e cansativo, aquilo era um sábado; os alunos poderiam sair e se divirtir, por enquanto que não dava a hora da educação física naquela gigantesca quadrão fechada.

Red já estava acordado e já se mantinha em pé, juntamente ao lado de sua equipe Pokémon. Seu Venusaur que ainda cochilava, o Pikachu que lhe pertencia treinava seus golpes de eletricidade nas árvores que não tinha gente, Poli treinava ao lado do Snorlax seus golpes baseados na força física. O dragão chamado de Aero voava pelos céus, observando de longe aquele local desaparecendo aos poucos, e por ultimo o Espeon de apelido Vee brincava nós pastos, cheirando as flores cosmos.

Com um pedaço, lá vinha Gold, com seu visual de sempre, correndo a procura de garotas. Apostando que com certeza elas cairiam em seu charme falso, poderia dizer; ele ainda tentava arrumar uma garota antes do baile, que demoraria muito ainda. Ainda de manhã e Silver já corria pelas florestas, a prócura de formar uma base, para ele e seus parceiros Pokémons. Crys estava apenas amontada em cima de seu Meganium, andando pela academia.

— Venusaur, venusaur. — Venusaur tentava convencer seu dono a voltar para a pokébola e dormir até quando podia.

— Nada disso se é o que eu estou pensando, por que não vai dormir perto daquele cerejeira? Posso lhe observar daqui. — perguntou Red.

Saur fez uma cara de desgosto e por cima ainda lhe deu a língua, Red fez o mesmo movimento. Como não tinha mais ninguém que fizesse mudar o garoto de ideia, saiu correndo, aguentando seu peso, tentando acompanhar Crystal e sua Meganium.

— Hã? — percebeu que alguém lhe seguia. — Ah, é você Saur! Quer nós acompanhar? Irei dar um lanche para o Mega. — ela sorriu. Venusar apenas ficou de olhos brilhantes e afirmou que sim com a cabeça pesada.

Gold tentava puxar conversar com as garotas perto de onde estava, soltando-lhes canções de amor e dificilmente criando poemas para elas. Elas riam da atitude dele, e ele gostava muito que fosse tratado de palhaço fora do circo.

— Gold!

— Que foi, Sil?

— Já disse para não me chamar desse jeito...— fez uma pausa. — Necessito de sua ajuda, e não aceito um “não”.

— Tá legal. — ele ajeitou seu cabelo, o deixando de um penteado exclusivo para o tipo de seu cabelo. — Até mais, gaxtinhas. — soltava beijinhos para elas, mas no decorrer do movimento, Silver o puxou pelo colarinho.

No caminho, não escutava mais nada além dos passos dos dois treinadores, mas o panaca do Gold quebrou o silêncio com suas estúpidas ideias.

— Arrumou uma garota para o baile?

— Irá demorar muito ainda.

— Claro nê cara? Você não quer arrumar pois lhe confudirão você com uma garota, por causa de seu cabelo ruivo e gigante.

Silver lhe deu um soco no estômago.

— Se quiser continuar falando comigo, é só calar a boca.

Gold ainda ria e ainda andava, com dificuldade.

Já era mais de oito horas e não havia sinal de Gold e Silver. Sapphire surgiu na frente de Crystal e os Pokémons, Crys tomou um baita susto e caiu em cima de Mega. Sapphire estava com sua roupa totalmente errada; boné amarelo ao contrário, pingente ao contrário, shorts ao contrário, e seu casaco ao contrário.

— Garota! Você bateu a cabeça em algum lugar?

— Crys, o que foi contigo? Tô esquisita?

— Suas vestimentas estão ao contrário.

— Vestimentas?

— Sua roupa e acessórios.

A garota notou, e afirmou com a cabeça.

— Eu me troco aqui mesmo.

What?

Em segundos, Sapphire já estava arrumada corretamente, isso era de impressionar até o diretor do local, acho que nem ele havia visto uma pessoa se trocar tão rápido quanto a Sapph, mais afinal, as duas sairam andando pela rota, Venusaur havia voltado para a cerejeira, mais as duas iam acompanhadas de Meganium e o Donphan, pertencentes as garotas.

—Sem querer ser impromentida. — isso mesmo, ela confudia as palavras. — Mas você não acha que pegou muito pesado com o Gold?

— Se diz, intrometida. E claro que não, o que ele me fez passar na frente dos alunos do maternal. — ela bufou. — Aquele lá é um “galinha pegador metido a besta”. — resmungava, deixando Sapph com uma gota escorrendo pelos cabelos.

(Flackback; dia do momento mais vergonhoso da Crys)

Crys acabara de acordar, realmente passou toda a noite estudando para fazer uma peça, pela ironia do destino, teria que fazer em equipe com Gold. Ele que fez tudo, provindeciou os fantoches, as plaquinhas com as falas e tudo mais. Ela apenas partiu para o banheiro depressa, tomou um banho, e fez tudo o que deveria fazer.

Desceu do seu quarto e se dirigiu a cozinha daquele orfanato, apenas liberou sua equipe para que as crianças pudessem brincar, algumas já estavam a seguindo, tudo por uma promessa; trabalhar com Gold para fazer um teatro Pokémon. Ela já estava com as roupas dos Pokémons dela e do garoto.

— Crystalzinha, e o teatro? — perguntava o menor.

— Claro Patrick, já está a caminho, falta só o Gold. Espere por ele, tá okay?

— Unhum. — confirmava.

A jovem apenas chamou os Pokémons para um lugar isolado, e lá mesmo os vestiu; seu Mega iria fazer o papel do rei, Archy faria o papel de rival do principe Exbotaro, Xatee e a Parasee seriam as guardas do castelo Pokémon, já o seus mascotes Pokémons, Bonne seria o guarda profissional já a Chumee seria a sedutora Pokémon.

Ouvia um barulho do outro lado, aquilo era o garoto de olhos dourados, Gold para ser exato. Ele lançou seus Pokémons para fora da Pokébola e eles pareciam confusos com o lugar e pelo que estavam vestindo.

— Ótimo Gold, do jeito que planejei.

— Agora me dê um selinho. — ele ainda possuia aquele sorriso de macaco.

— É beijinho e é na bochecha, seu tarado. E olhe que você tem que cumprir o prometido.

***

— E lá vinha ele, o sábio Polibo, ele vestia-se com uma tunica branca e seu cassetete do lado como sempre, ele tinha atravessado os mais dificieis mares e agora estava localizado no local da legendária batalha de Azura. — Gold falava e Polibo fazia os movimentos.

— De onde vem tanto frio? — Crystal imitava a fala de Polibo.

— Ei, parado aí. — Aibo pulava na frente do aquático, em posição de luta com luvas de boxe gigantes o suficiente para caber em suas duas caudas, já Gold fazia a fala do personagem.

— Deixe ele em paz, o nobre lutador Aibo. — Mega pulava na frente do Politoed, já lançando uma navalha no Aibo.

— Nada. disso, rei Mega. — Aibo acertou a navalha com um soco, a fazendo voltar para o Meganium que deitava se fazendo de desmaiado.

As criançinhas ficaram com dó da morte do rei Meganium, que agora estava falecendo, com seu QI em ótimo nivél, Crys apenas voltou sua Meganium para a pokébola, fazendo um efeito brilhoso que as crianças não entenderam o por que daquilo.

— Não, papai. — O enorme Pokémon se fazia que estava chorando. — Segura essa.

Exbotaro lançou-se contra o Aibo e lhe acertou com um soco, o fazendo ficar tonto e cair na grama seca do jardim do orfanato, mais o Politoed ainda o derrotou com com uma rajada de água lançada de sua boca, o deixando derrotado. Gold apena lançou a pokébola sem que eles não o vissem.

Todos os pokés atores apenas chegaram no local, menos Meganium e o Ambipom, eles pegaram o Typhlosion e o abraçaram e as fêmeas o beijava, assim os treinadores liberaram os outros dois e ele apenas correram em volta do forte Pokémon de fogo, parecia que faziam posições para uma foto.

Uma mulher pegou uma câmera;

— Sorriam.

Crys e Gold ficaram nas laterais perto dos Pokémons e sentaram, e com um flash, dava para saber que a foto havia sido tirada. Mas ocorreu um bug, Gold pulou na direção de Crys, os derrubando, um sobre o outro e o sadadinho ainda a prendia com dois braços, a foto foi tirada, mas a garota ainda atrás de livrar aquele canalha de cima dela.

(Flackback; dia do momento mais vergonhoso da Crys) OFF

Crys parecia envergonhada após contar para a amiga, claro que ela não era de fofocar para a escola toda ou até dar lições na jovem. Mais aquilo era algo que se faça? E mais um com uma modesta garota com uma vida humilde e sem safadeza?

O Donphan da Sapphire parecia estar enjoado durante o passeio, de cinco em cinco minutos ele parava para descansar, toda a eufória dele agora ia de água a baixo, apesar de quase vomitar por cima dos sapatos da dona;

— Phado?

— Donphan, donphan,donphan!

— Ah, entendi. — ela entendeu o recado. — Toma isso aqui.

Sapph puxou do bolso do seu casaco, um remédio de cor alaranjada e que lia-se em palavras estranhas; parecia grego. Mais ela entendia o que significava.

— Qual a tradução do nome desse remédio?

— Crys, se eu me lembro; esse é significa “remédio estrangeiro”, acho que você me entende.

— E entendo muitoo bem.

Gold corria pelos pastos com Silver, eles pareciam estar fugindo de assasinos. Várias flechas flamejantes eram atiradas a fim de os acertar. Gold tentava fazer uma inundação com seu Politoed e o Feraligart do Silver, mais sabia que atingiria alguns Pokémons.

— E agora Sil?

— Já disse para não me chamar assim. — resmungou.

— Certo então, já sei; Vamos lá Polibo;

Gold puxou a pokébola de seu bolso e a passou em sua camisa, lhe dando um pouco de brilho intenso e a atirou para cima; libertando o sapo verde, Politoed era o nome daquele Pokémon.

— Pronto Silver?

— Pelo que?

Surf, Polibo.

Imediatamente Gold se lançou contra Silver, ambos caiam pelo caminho abaixo, rolando e se machucavam pelos galhos que os acertavam, mas por sorte, Polibo usou o golpe a pedido de Gold e com cuidado, só acertou provalvemente os oponentes.

— Ora seu idiota.

— Fala sério, se não fosse por causa do Polibo, nós já estariamos mortos.

Silver se calou, e ambos subiam o caminho de volta;

***

Gold já havia partido para a academia, mais Silver ainda ficou por aqueles arredores, buscando a esperança de ainda ver o rastro dos inimigos. Ele também ouvia choro e girtos dolorosos, ele então corria em sua velocidade extrema a procura de quem fazia tais movimentos.

As árvores se abriam nós caminhos, ele corria mais depressa ainda e até que tropeçou em algo que parecia cordas fortes, mais aquilo era teias, teias de um Ariados selvagem.

— Quem tá aí? — gritou.

— Silver. — gritou a voz. — Me ajuda.

— Am? — olhou para trás.

— Lyra!?

Ele viu a garota amarrada nas teias do Ariados. Ela tinha cabelo dividido em duas partes, e com um chapéu branco com uma lanço delicado, de cor branca. Ela parecia indefesa, sua Maril estava derrotado e parecia praticamente sem nenhuma esperança da sua salvação.

Olhando para cima, Silver viu diversos Ariados , quantos eram? Cem? Duzentos? Ele estava confuso demais.

— Ai meu Deus.

Notas finais
Sem data para o capítulo 03. Desculpem T-T