Soul Rebel
30 It can be like old times
Notas iniciais
ItsTeamKidrauhl: Muito obrigada pela recomendação Shawty.
Tinha acabado de tomar banho e estava esparramada na cama do Justin tentando me controlar por pensar que hoje eu teria que contar para a mãe dele que no caso é minha sogra que me trata como filha, que eu estou pegando o filho dela... Aquela confusão mental estava me deixando mal. Virei-me na cama ficando de bruço e Justin saiu do banheiro enrolado em uma toalha.
- Já pensou se sua mãe tiver um ataque. – falei assustada.
- Chama a ambulância. – ele disse dando de ombros e falando com naturalidade.
- Como você pode estar assim... – gritei histérica
- Assim como, cacete? – ele disse abotoando a bermuda.
- Tão calmo, tão natural. – falei tendo um ataque e afundando minha cabeça nas almofadas.
- Eu tô de boa... Você que está fazendo drama. – ele disse sem camisa e bagunçando o cabelo com a mão em frente ao espelho.
- Ok... Então estou fazendo drama. – me virei e fiquei de braços cruzados.
- Sabe o que eu estava pensando? – ele disse mudando de assunto e eu apenas o olhei sem dizer nada e ele continuou. – Acho que vou colocar um poste aqui no quarto para você dançar pra mim como fez no motel e na festa do Marcony. – estava brava, mas não consegui segurar o riso. E na hora eu me lembrei de que...
- A Alexia estava na festa. – sentei na cama me lembrando disso.
- Na festa? – Justin perguntou confuso.
- É. – falei um pouco afobada.
- Impossível. – Justin disse secando o cabelo.
- Não é sério! – levantei da cama um pouco eufórica e falando rápido. – Justin ela estava no quarto com o Marcony e eles tipo eles estavam muito entrosados e sabe ela falou de você e ai... – minha cabeça doeu e eu não tive tempo nem pra respirar de tão rápido que eu falei.
- Você tá bem? – Justin me olhou confuso.
- Não. – conclui. – Mas Justin eu vi ela lá. Juro... – ele franziu o cenho pensou um pouco e aquilo me deixou um pouco nervosa, pois ele não dizia nada. – Ou? – estalei o dedo na frente do rosto dele. Ele me olhou fixo por um momento depois saiu andando pro closet. – Você ficou grilado?
- Não. – ele disse sereno demais. E aquilo não colou, eu sabia que ele tinha ficado grilado... Pra falar a verdade até eu estava grilada com a intimidade dela e do Marcony.
- Vou tomar vitamina. – falei saindo do assunto já que ele não me deu abertura pra falar sobre aquilo.
POV Justin.
Eu não estava acreditando no que a Caissy tinha me contado, pelo o que eu me lembro a Alexia odiava o Marcony tanto quanto eu e aquela história dela estar no mesmo quarto que ele... Aquilo me deixou com pulga atrás da orelha.
Deitei na cama para assistir um pouco de alguma coisa que me distraísse mais não consegui... Olhei meu celular em cima da mesinha e sim eu tinha que fazer aquilo. Enviei uma mensagem pra Alexia dizendo para me encontrar no casebre... Tinha que tirar aquela história limpo.
Coloquei um tênis e desci as escada correndo pensando em algo rápido para dizer para a Caissy porque se eu dissesse que estava indo me encontrar com a Alexia a casa ia cair.
- Vai sair? – Caissy perguntou vindo em minha direção com um pote de sorvete na mão, aquilo foi estranho, coisa de gente gulosa.
- Ryan me ligou e... A gente vai ver os compradores da obra. – disse mentindo, não gostava disso,mas era por uma boa causa.
- Hum. – ela colocou uma colher cheia de sorvete na boca.
- Eu vou estar em casa quando minha mãe chegar. – dei um beijo rápido nela e peguei a chave do carro.
Alexia não respondeu minha mensagem e se ela não fosse ao galpão eu não ligaria em ir até a casa do Brian tirar aquela história á limpo.
Cheguei ao galpão e nem sinal da Alexia, fiquei nervoso e o pior é que a filha da puta nem atendia as minhas ligações.
POV Caissy.
Justin não parecia que iria sair quando eu desci... Às vezes fico complexada com esse serviço dele, ainda bem que eu estava me envolvendo no esquema e talvez assim eu poderia ficar mais ao lado dele. Olhei o pote de sorvete e fiquei abismada eu tinha comido aquilo tudo sozinha não acreditei me senti uma obesa... Escutei risadas na sala e achei aquilo estranho, pois não estava esperando ninguém, gelei só de pensar que poderia ser a Pattie.
- O que vocês estão fazendo aqui? – perguntei olhando Ryan e Chris que estavam na sala rindo feitos palhaços.
— Cara vocês ainda estão fudendo? – Ryan disse me deixando sem graça.
- Não, mas... O Justin foi encontrar com você! E o que você está fazendo aqui? – falei confusa.
- Comigo? – Ryan disse não entendendo nada.
- É... com você Ryan. – Chris deu um soco de leve no braço dele.
- Ele nem me falou nada. – Chris deu um empurrão no Ryan, que na hora se tocou que o Justin tinha me enrolado. Eu achei aquilo muito estranho porque o Justin mentiria pra mim? – Ah é verdade... Ele está me esperando no casebre. – Ryan tentou consertar o que tinha feito.
- Hum. – falei tentando fingir que acreditei. Porque a mentira? O que ele estava fazendo de tão errado que teve que mentir?
POV Alexia
Meu celular estava tocando freneticamente... Justin não tinha desistido de falar comigo. Eu poderia ir até ele, mas eu ainda estava procurando saber o porquê da Cassidy estar na festa do Marcony e ainda escondida em baixo da cama.
Flashback on
Abri um pouco a porta do banheiro deixando apenas uma fresta aberta para poder escutar um pouco da conversa do Marcony... Quando eu vi algo se mexer em baixo da cama, fiquei tensa por um momento por não saber o que era, mas depois que vi não acreditei.
O que a Caissy estava fazendo ali? Fiquei espiando os movimentos dela pela frestinha da porta e ela estava tentando não ser notada... Estava acontecendo alguma coisa e eu não sabia o que era. Ela abriu a Janela e depois a pulou... Sai do banheiro chocada com o que vi. A gangue do Bieber estava em ação e eu não sabia de nada e nem estava por dentro de nada e o pior a piveta estava executando alguma coisa que eu não sabia.
Flashback off
Respirei fundo assim que desliguei a moto em frente o galpão, no mínimo aquele projeto de vadiazinha deve ter escutado minha conversa com o Marcony e contado para o Justin... Não sabia o que dizer, mas iria negar tudo até o ultimo segundo.
POV Justin
Escutei o motor da moto por perto e quando ela foi desligada. Depois de um tempo escutei passos rangendo no assoalho da varanda e a porta abriu lentamente.
- Recebi sua mensagem. – Alexia entrou um pouco arrogante.
- Que bom né, achei que teria de ir até a casa do seu irmão para conversa com você.
- Já estou aqui... Fala o que tu quer. – ela disse sendo muito arrogante e eu não estava gostando daquilo.
- Como foi à festa ontem? – perguntei com ironia.
- Boa. – ela disse dando de ombros e se sentando no sofá velho que tinha ali. – Me diverti a noite toda!
- O que você fez ontem à noite? – perguntei sendo mais completo e esperando uma resposta completa.
- O que é isso? Um interrogatório? – ela disse com um olhar sínico me deixando nervoso.
- Alexia... – rangi os dentes.
- Ai na boa, quando estiver a fim de fazer uma coisa legal além de falar da minha vida, me liga... – ela levantou do sofá indo embora. Atravessei a sala e peguei o braço dela com força.
- O que você estava fazendo na casa do Marcony? – falei próximo dela e ela arfou.
- Você falando assim eu fico até excitada... – ela me provocou.
- Alexia não estou com brincadeira. –apertei o braço dela com mais foça e ela riu.
- Está querendo me excitar?... Está conseguindo. – ela passou a língua nos lábios.
- Te dou dois segundos para me contar o que estava fazendo lá... – falei sendo firme.
- Se não você vai fazer o que? – ela me olhou no fundo dos olhos... Porra já estava ficando louco. – Você não vai fazer nada. – ela disse rindo e se soltando. – Porque nesse momento você está com um puta tesão e eu sei bem como te aliviar. – ela disse desabotoando minhas calças me deixando louco
- Alexia para... – tentei impedir, mas a vontade era maior que eu principalmente quando ela tomou meus lábios. Alexia sugava minha língua com vontade, não tinha pudor algum, nem me lembro de qual foi à última vez que fodi com ela, mas sinceramente, agora me lembro do motivo de gostar tanto dela. Ela tinha atitude, era ousada e sabia usar as palavras. Eu sabia que era errado o que estava fazendo, principalmente com Caissy, mas eu precisava sentir Alexia de novo, meu corpo precisava daquilo era mais que eu. Apertei sua cintura contra a minha e Alexia sorriu, me empurrando para a parede.
Não gostava da sensação de ser dominado, então inverti nossas posições tomando seus lábios, enquanto minhas mãos levantavam sua blusa branca. Alexia era fria, era diferente de Caissy eu não tinha que ter cuidado com ela, ela era feroz parecia uma tigresa, mas mesmo assim gostosa. Alexia abaixou minhas calças e tirou a sua, pegando impulso em meus ombros e entrelaçando suas pernas em minha cintura. Eu estava duro, ela estava excitada, via isso pelos seus peitos enrijecidos.
Deixei com que o fogo que estava subindo por meu corpo, tomasse conta de mim, de meus sentidos e de minha razão. Rodopiei com Alexia até o lado oposto do casebre e a joguei com força sobre uma mesa velha. Não esperei sua reação. Rasguei sua calcinha e a penetrei com dois dedos. Alexia estava bem molhada, e gemia descontroladamente em cima da mesa.
Suas mãos estavam segurando a mesa, enquanto ela se contorcia sobre meus dedos, aquilo era insano era covardia com a minha boneca, mas o desejo estava falando mais alto que eu. Belisquei seu clitóris e ela gritou. Ela já estava prestes á gozar, quando tirei meus dedos de lá. Ela ficou brava, e me puxou pelos cabelos para si parecia que estávamos em uma batalha ela tinha muita agressividade e eu respondia com os mesmo gestos. Ela se sentou na mesa e me puxou com suas pernas, me colocando no meio das mesmas, tirou minha camisa com ferocidade, e arranhou todo meu tórax. Seus olhos pegavam fogo, seus dentes estavam pressionados um contra o outro. Alexia parecia o demônio naquele momento, mas eu estava pouco me fudendo, ela era gostosa, e agora eu precisava dela para me aliviar. Ela puxou meus ombros para si e tomou meus lábios. Nossas línguas eram apressadas, o beijo era com urgência, não tinha um sentimento explicito ali, a não ser o desejo.
- Vai Justin, faz o que você esta querendo há muito tempo me fode, me fode gostoso, como você sempre fez... – Alexia gemeu em meus ouvidos. Arrepiei-me todo ao escutar sua voz tão perto, e pedindo para fodê-la já não havia mais controle sobre o meu próprio corpo. Mordi o lábio inferior e ás pressas, tirei minha boxer, fazendo meu membro pular para fora pulsante. Alexia apertou-o e sorriu maliciosa. — Grande e grosso, como sempre... – disse arrastado, mas eu estava muito ocupado para achar graça no que ela dizia eu só queria me aliviar. – Vai Justin, me fode! – pediu em meio á gemidos perto do meu ouvido, ela passava sua mão por todo seu corpo, e aquilo estava me deixando ainda mais excitado. Apertei seus seios e ela gemeu alto. Aproximei seu corpo ao meu e penetrei-a com vontade. Fui tão forte, que Alexia gritou e deu um impulso para trás, a entocava com força, queria destruí-la, ela arranhava todo meu tronco, e mordi meu pescoço. Ficaria com alguns hematomas, afinal, aquela mulher era um bicho. Segurava em seu quadril e ela mantinha suas pernas enroscadas em minha cintura e suas mãos presas á mesa. A mesa rangia, eu estava ofegante já, mas Alexia, apenas parecia se deliciar com aquilo. – Vai Justin. Oh, mais rápido! Isso! Me arromba Justin, eu sei que você gosta disso! Awn Justin, eu vou... Mais rápido, eu estou... Awn! – ela não parava de gemer, então enrijeceu seu corpo, sua vagina mastigou meu pau e seu líquido escorreu por mim. Eu ainda não estava satisfeito. Bombardeei-a mais algumas vezes e depois gozei. Alexia me olhou maliciosa e pulou em meu colo. Minhas pernas estavam fracas, ou nem tanto, mas cambaleei com ossos corpos até uma parede e só parei quando minhas costas bateram no concreto.
Alexia pulou de meu colo e pegou em meu pau. Apertou com força, e eu gemi. Puta que pariu, isso é muito... Não consegui terminar meu raciocínio, Alexia fazia movimentos de vai e vem com a mão com rapidez e precisão, aquilo estava me deixando virado. Minhas veias engrossaram e meu corpo ficou tenso. – Vai Justin, goza pra mim! Eu vou lamber tudinho! – Alexia resmungou e eu tentei controlar minha respiração. Alexia deu um aperto forte em meu pau, e em seguida senti meu liquido escorrer por suas mãos. Ela passou a língua pela extensão de meu membro, lambendo o que havia ficado ali e subiu até mim lambendo os dedos. – Puta que pariu, como tu é gostoso homem! – gemeu colocando todo seu dedo na boca me encarando com tesão. Caralho, essa mulher é foda! Bati na bunda de Alexia assim que ela tirou os dedos da boca e ela me olhou safada. Vadia da porra!
- Vira de costas! — ordenei com a voz um pouco mandona e assim ela fez, sem nem questionar. – isso, boa menina! — disse rindo e ela se virou.
- Não, eu não sou uma boa menina, eu sou uma menina muito má. – ela sorriu fitando meus olhos. – Pode me bater, me algema, faz o que quiser comigo! Porque a final eu sou má e mereço. — ela sussurrou encostando seu corpo no meu. Sua vagina molhada roçou por minha coxa e eu gemi fraco. Caralho!
- Cala a boca e vira! – ordenei dando-lhe um tapa na cara, assim ela fez. Prendi seus braços acima da cabeça e ela inclinou sua bunda para mim.
- Oh, vai me foder por trás? – ela perguntou debochada.
- Cala a boca vadia, não quero escutar sua voz! – esbravejei dando um tapa estalado em sua bunda. Ficou as marcas de meus dedos ali, e provavelmente ficaria roxo, mas não estava nem ai, o problema é dela. Segurei meu pau com uma mão, enquanto a outra segurava a cintura de Alexia. Introduzi meu pau em sua bunda e Alexia gritou.
- porra Justin, vai logo, isso dói pra caralho! — resmungou, mas eu fingi não ouvir. Introduzi mais um pouco, ali era apertado pra caralho, assim que enfiei todo meu pau dentro da bunda de Alexia, ela gemeu. Comecei a entocar com força, mas com movimentos lentos, ela estava ficando louca. Levei minha mão que estava em sua cintura até sua vagina e comecei á estimulá-la, com certeza, aquilo estava deixando Alexia louca, ela se contorcia sob meus dedos. — Oh Justin! Isso... Awn, CARALHO! – Apertei seu seio sob minha mão livre e ela gemeu de novo.
-Porra, Justin, isso! — Alexia ainda gemia
- Eu já mandei calar a boca vadia! – disse dando-lhe uma bofetada na barriga. Ela gemeu em resposta. Entoquei-a mais algumas vezes e senti seu líquido escorrer por meus dedos. Sai de dentro dela e virei-a bruscamente para mim. – Lambe meus dedos! AGORA! – disse apetando à bochecha dela com força. Ela se soltou riu e pegou meus dedos, colocando-os sensualmente dentro de sua boca. Assim que ela acabou, pegue em seu pescoço e arremessei-a longe. Alexia caiu no chão, do outro lado do casebre e aquela cara de puta dela estava me irritando. Ela estava sentando, tentando levantar quando me aproximei e empurrei sua cabeça para baixo. – Fica ai! — ordenei e ela sorriu maliciosa, mas não me obedeceu se levantou ficando a me encarar de forma provocante.
- Ah Justin, seu pau parece tão apetitoso quanto eu me lembrava! – disse melosa. Ela me olhou superior e eu bufei aquilo era errado. Ela foi descendo devagar me arrepiando.
— Chupa logo, para de graça! — disse ríspido e assim ela fez. Começou a lamber toda a extensão do meu membro, dando sugadas profundas. – isso vadia, chupa direitinho! – disse debochado e ela aumentou a velocidade. Comecei a entocá-la com força. Ela estava gostando. Senti meu gozo escorrer por sua boca e ela engolir tudo de uma vez.
- Quentinho e delicioso. – riu maliciosa e eu a empurrei para longe de mim quando colou nossos corpos á procura de meus lábios. – Já cansou neném? – Alexia perguntou debochada e eu a fuzilei. – Vem aqui, você pode me observar, enquanto eu me toco, o que acha? – perguntou mordendo os lábios e me empurrou até uma cadeira próxima á mesa. Não disse nada, apenas a encarei superior e sentei na cadeira. Isso poderia ser divertido, eu estava parecendo cão no cil e ela puta sem dono, mas minhas transas com a Alexia sempre foram assim ela sempre foi masoquista e eu sempre gostei de ficar louco com esse jeito dela.! Ela subiu na mesa, encolhendo uma perna e trazendo-a para perto de seu corpo e a outra ela esticou, dando-me a visão privilegiada de sua buceta apetitosa. Alexia introduziu um dedo em sua vagina, sendo seguido de outros dois. Ela apoiou seu corpo sobre um braço e tombou a cabeça para trás enquanto se tocava. Meu pau começou á latejar, aquilo era bom e ela estava brincando comigo e eu caindo perfeitamente no jogo dela, ela sabia que sexo é o meu ponto fraco. Estava com um tesão filho da puta. Alexia ergueu um pouco os quadris, tentando chegar á mais um orgasmo, e logo em seguida, gemidos saltavam de sua boca, em resposta á seu alivio.
Ela se contorceu. Levantei da cadeira, puxando-a para mais perto da mesa e com pressa e forçando, a abri as pernas de Alexia me encaixando entre elas. Alexia gemeu e me puxou pelos cabelos, tentando tomar meus lábios. Não deixei, ao invés disso, puxei-a para sentar em meu colo. Alexia entendeu o recado e começou á quicar em meu pau enquanto eu brincava com seus seios. Eles pulavam conforme seus movimentos, e eu admirava-os hora ou outra. Eu já estava ofegando novamente, e Alexia parecia um pouco cansada, mas nem por isso parecia se entrgar. Ela quicava e rebolava em meu pau com vontade me deixando virado. Apertei em sua cintura e gememos em coro quando chegamos ao ápice. Empurrei Alexia de meu colo e fui caminhando até o sofá, minhas roupas estavam espalhadas por todo aquele casebre, mas não estava a fim de recolhê-las agora. Peguei apenas minha boxer e me joguei num sofá ali perto.
Essa talvez tenha sido uma das transas mais louca que já fiz, eu estava exausto, mas agora, estava me sentindo um pouco culpado agora que eu já tinha recuperado a consciência o arrependimento me tomava e em minha mento os olhos da minha princesa passavam em flashes me torturando, não deveria ter feito isso com Caissy... Alexia estava ao meu lado, com suas costas encostas no braço do sofá. Sua respiração também estava descompassada, mas apesar de toda a culpa que eu sinto, não tem como negar, Alexia ainda fode gostoso e ela já sabem o meu ponto fraco e me levou para o abismo.
Pov Caissy.
Reservei o jantar em um restaurante magnifico com a ajuda da Guadalupe. Fiquei perambulando pela casa, mas... Eu não conseguia entender o porquê da mentira, será que aconteceu alguma coisa importante e o Justin não quis me contar, aquilo realmente estava me deixando preocupada.
Estava sentada na sala fitando o ambiente quando passei os olhos na chave do meu carro em cima da mesinha... Não faria mal nenhum se eu aparecesse no casebre para ver como anda as coisas e o que realmente aconteceu. Subi correndo coloquei uma calça, uma jaqueta e um salto. Nem prestei a atenção na minha roupa, não faria mal nenhum eu ir até lá, era só um pulinho para checar como estava às coisas e minha desculpa seria que estava com saudade do meu bebe. Peguei minha bolsa e as chaves do carro e sai.
Ainda estava com um pouco medo de dirigir, mas se eu não praticasse meu medo não sairia nunca. Liguei o carro e me benzi antes de sair da garagem. Controlei bastante meu pé e não dirigi em alta velocidade a final eu não estava tão bem pra isso. Chegar naquele casebre foi um pouco complicado, mas eu consegui! Tomara que o Justin não fique bravo de me ver aqui... Ele vai ficar pianinho porque mentiu pra mim e à uma hora dessas o Ryan já deve ter contado pra ele, me olhei no espelho e passei um batom.
Desci do carro e caminhei lentamente até o casebre, quando cheguei à varanda pisei devagar e com cuidado, o Brian e o Justin não acreditariam que eu estava ali e dirigindo sozinha... Há mas eles sentiram muito orgulho da garotinha aqui, sorri sozinha com meus pensamentos e empurrei a porta de vagar, estava olhando para os meus pés de cabeça baixa quando escutei vozes e... Levantei minha cabeça tirando uma mecha de cabelo que tinha ficado em minha boca, pisquei duas vezes tentando entender aquilo.
Justin estava deitado de boxer no sofá, enquanto Alexia sentada do outo lado de calcinha e sutiã... Acho que meu coração parou por uns segundos porque eu realmente não estava me localizando.
- Caissy? – Justin disse assustado. E Alexia também se assustou acho que eles não esperavam por essa. – O que você está fazendo aqui? – as palavras estavam presas em minha garganta, ou melhor, eu não sabia o que dizer eu não tive sentimento, não tive reação para explicar aquilo... Doeu, doeu muito ver aquilo...
Continua...
Notas finais
Bjos da kim e da Nati... Vejo vcs sábado que vem.
Amo vcs Anjos.
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