Soul Rebel

19 Eu amo você.


Notas iniciais
Gente vou viajar :(.
Ah vou demorar pra postar o próximo, to indo pro cú do mundo e lá nem tem computador a única coisa que vai meu salvar é o meu celular mimimimi. ( to aqui escondido da minha mãe porque era pra eu estar arrumando as malas kkk)
Galera quero muitos Reviews não vai dar pra agradecer porque to correndo aqui. Mas um próspero Ano Novo e tudo de bom para vocês.

– Eu sei muito bem o que pode acontecer comigo... Mas to pouco me fudendo, vamos fazer essa porra logo ou vocês estão esperando acontecer algo pior? – ele me ignorou completamente, os meninos estavam calados e as lágrimas rolavam descontroladas pelo meu rosto. – Já invadiram a minha casa, atiraram na Caissy vocês estão esperando algo pior? – balancei a cabeça indignada.

– Não! Você não pode fazer isso. – gritei em meios aos soluços.

– Antecipando o roubo ou deixando para data certa a gente corre risco do mesmo jeito. Então, estou pouco me fudendo para mim porque essa é a melhor saída.

– Justin. – sussurrei com os olhos marejados de água, as palavras me sumiram não conseguia mais argumentar.

– Se for por esse lado por mim tudo bem. – Ryan concordou e eu me senti mais vulnerável, ele já iria fazer isso e com consentimento seria ainda pior.

– Então eu to dentro. – Chaz concordou ele estava em silêncio junto com o Chris, mas depois tomaram partido das coisas.

– Eu também. – Chris disse e todos ficaram esperando a resposta do Brian. Meus pensamentos gritavam para o Brian não concordar, olhei no fundo dos olhos dele e ele me deu aquele olhar de piedade, abaixei a cabeça é eles iriam faze isso.

– Eu não concordo com isso. – Brian disse. – Mas se vocês vão entrar nessa não vou deixar vocês sozinhos. – os meninos meio que vibraram com a resposta do Brian.

– Justin não faz isso, por favor. – atravessei a sala e choquei meu corpo contra o dele o abraçando.

– Caissy. – ele ergueu o meu rosto me fazendo olhar dentro dos olhos dele. – Não vai acontecer nada, já fiz isso outras vezes e não aconteceu nada.

– Só que dessa vez é perigoso e você sabe disso.

– No perigo eu vivo desde que entrei nisso. – ele limpou minhas lágrimas com as costas das mãos. A sala estava em silêncio só tinha a minha presença e a dele os meninos tinham deixado nós as sós. – Seu braço ta sangrando. – ele sussurrou no meu ouvido, sei lá porque o meu curativo estava com sangue ia ter que trocar.

– Vou trocar. – falei com um soluço e ele me deu um beijo na testa.

Sentei na beira da cama e afundei meus punhos fechado no coxão. Sei que ele sabe se cuidar, que não precisa da ajuda de ninguém que já fez isso várias vezes, mas agora é diferente porque ele está indo com a cara e a coragem. Não, eu não vou ficar aqui chorando, peguei uma roupa coisa básica só o salto que estava um pouco extravagante. Fazer aquele curativo doeu pra caralho, coloquei um pano na boca para segurar o grito e a dor, não enrolei faixa nem nada fiz um curativo pequeno, mas eu coloquei muito álcool pra desinfetar e não sangrar mais aquilo foi à dor do cão.

Deixei os meus cabelos soltos assim iria fazer sombra nos olhos e esconder os olhos inchados. Encontrei o Justin no escritório a casa já estava vazia novamente os meninos já tinham ido embora.

– Não fica assim Anjo. – ele estava de costas carregando uma arma, mas sentiu minha presença quando eu entrei e me joguei no sofá.

– Não adianta falar nada que você não vai mudar sua opinião então. – dei de ombros.

– Tenho uma festinha pra gente depois que eu voltar. – ele colocou a arma em cima da mesa de vidro fumê onde tinha mais duas do mesmo porte.

– Onde? – tentei ser o mais alegre possível no tom da minha voz. Apoiei meus pés na mesinha de centro.

Ele me lançou um olhar misterioso. – Vou te levar em um motel.

Ri pelo nariz. – Qual a diferença em fazer sexo em casa ou em um motel? – estava muito desanimada.

– Ué você nunca foi a um. – ele disse rindo. – Então vou te mostrar qual é a diferença.

Bufei não estava com paciência para nada. – E se acontecer alguma coisa com você hoje? – entrei nesse assunto, mas parece que ele não se importava nem um pouco continuou indiferente.

– Não vai acontecer nada comigo. – ele respondeu sendo frio.

– Você se garante de mais. – falei segurando o choro.

– Talvez seja por isso que eu estou vivo até hoje. – me calei para segurar o choro. – Vem aqui. – ele estava parado atrás da mesa, me levantei com preguiça meu corpo estava pesado. – Talvez eu esteja fazendo isso e me arrependa depois. – ele pegou uma arma em cima da mesa e engatilhou. – Atira. – ele me estendeu a arma e os meus olhos arregalaram ele estava louco?

– Pra que isso? – perguntei assustada.

– Defesa. – ele me puxou pra perto dele, e guiando minhas mãos às posicionaram no revolver até soei frio nunca me imaginei segurando uma arma. Ele estava me ensinando a atirar.

– Justin acho melhor não. – sussurrei com a voz fraca, minhas mãos estavam na arma e as dele por cima me guiando.

– Mira em um foco. – ele disse firme, respirei fundo e mirei a janela. – Tem certeza que é lá que você quer acertar? – ele falou bem perto do meu ouvido, e eu balancei a cabeça dizendo que sim. – Então atira. – minhas mãos tremeram um pouco e eu atirei o barulho e o impacto é impressionante eu não acetei onde queria, Justin se afastou de mim. – De novo. – ele falou em um tom mandão e novamente mirei a janela, e acertei. – Descarrega o revolver. – ele ordenou e eu fiz descarreguei o revolver na janela, isso é uma coisa louca meus olhos ficaram pretos e quando eu vi eu apertava o gatilho, mas não saia nada.

Soltei o ar de forma exagerada. – Nunca desconte o ódio que tem enquanto atira, sempre mantenha a calma. – ele pegou a arma das minhas mãos. – Essa daqui é sua.

– Eu não preciso de uma arma.

– Uma hora você vai precisar. – ele carregou a arma que eu usei.

Tinha um rádio em cima da mesa e ele bipou e depois escutamos a voz do Ryan. – Ae Drew já estamos todos aqui cadê você cara? – Justin pegou rádio e apertou um botão.

– Já estamos indo. – ele falou no rádio e depois colocou em cima da mesa.

– Estamos? – falei confusa.

– Você vai ter que ficar no galpão com o Chaz. – ele tirou o quadro da parede e apertou um botão e a estante andou para o lado o que é isso mansão Adams? Atrás da estante tinha acho que uma sala secreta, ele apertou o botão colocando umas senhas e abriu a porta de uma sala. Eu só estava observando, ele pegou uma roupa preta uma mala e uns equipamentos tudo isso foi colocado na mala.

– Pra que isso? – perguntei curiosa.

– Vou precisar disso tudo. – ele disse cortando o assunto e fechando tudo e o escritório voltou a ser o que era nunca imaginei ter aquela sala ali se me contassem eu não acreditaria. Respirei fundo e segui-o enquanto se dirigia até o carro. Ele colocou a mala no banco de trás do carro e eu sentei no meu lugar e coloquei o sinto.

– Devia ter tomado outro remédio. – pensei alto, meu braço começou a latejar.

– Você fez o curativo? – Justin acelerava e o ponteiro subia.

– Humhum. – ficamos em silêncio. Me perdi nos pensamentos e quando vi já estávamos no galpão. Justin pegou a mala e saiu na frente e eu fui atrás.

Entrei no galpão e o Chris e o Brian estavam vestido com uma roupa toda preta, a blusa era de mangas compridas estavam de luvas e tinham um capuz na mão. Justin entrou em uma sala com aquela mala e o Brian veio pra perto de mim.

– Não fica assim. – ele disse e eu cruzei os braços abraçando os meus cotovelos.

– E eu tenho que ficar como? – falei cabisbaixa

– Você tem que ser confiante. Pensamento positivo garota. – ele me puxou para um abraço.

– Brian. – me afastei um pouco para olhar o seu rosto. – Cuida dele para mim não deixa nada acontecer com ele.

– Caissy o Bieber é o vaso mais ruim que já vi na vida, aquele lá não quebra. – ele me fez soltar um sorriso fraco.

– Já está na hora? – perguntei quando o Justin saiu da sala vestido igual ao Chris e o Brian.

– Quase. – Brian disse o Justin não me olhava o olhar dele fugia de mim toda vez que eu o olhava. Ele estava no fundo do galpão passando um fio no seu corpo acho que era uma escuta o Ryan estava ajudando ele.

– Vai ficar assim então. – Ryan se aproximou e todos se juntaram em volta da mesa para escutar as instruções eu estava um pouco longe, mas estava escutando tudo. – Justin, Brian e Chris entram no prédio. Chaz você vai ficar aqui com a Caissy e vai mandar instruções pela escuta para o Justin sobre o prédio, ele vai estar com um rastreador e você vai falar cada passo que ele tiver que dar. – Chaz balançou a cabeça concordando e entendendo tudo o que tinha que fazer. – Vocês três já sabem a senha, depois que pegarem todo o dinheiro do cofre voltem pelo mesmo lugar que foram e lance os malotes ao norte do prédio eu vou estar lá com o caminhão de lixo para recolher tudo. Os carros de fuga estarão na rua principal cada um já sabem o seu. Depois nos encontramos aqui. Temos duas horas e meia para estarmos todos aqui. – Ryan dava as ordens e eles iam concordando, aquilo era de mais eu estava com muito medo do que poderia acontecer. Quando ele terminou de dizer todo mundo começou a se agilizar a minha barriga começoua a revirar estava quase tremendo.

– Boa sorte para vocês. – Brian colocou o Capuz deixando de fora só os olhos e a boca.

– Boa sorte. – Chris colocou o seu capuz e saiu do galpão sendo seguido pelo Ryan e o Brian.

– Caissy. – Justin veio até mim. – Se o bocó ali não der conta da sua segurança, mete bala em tudo o que você achar ameaçador. — eleme entregou a arma e eu coloquei em cima da mesa.

– Vai se ferrar Bieber eu posso muito bem cuidar da sua mulher. – o Chaz sentou no computador arrumando os equipamentos.

– Pode contar no relógio que daqui a duas horas eu volto para você. – ele falou pra mim em um tom que só eu pude ouvir. Ele me mostrou o sorriso mais lindo que ele tinha e me deu um selinho demorado, eu agarrei o pescoço dele com força.

– Não demora. – sussurrei no ouvido dele.

– Vai ser rapidinho. – ele se soltou de mim colocou o capuz e eu só tinha a visão dos olhos e da boca linda dele. Não sabia se veria ele de novo a final como Ryan disse aquilo era uma missão suicida, não sabia se ia ter ele de volta comigo.

– Eu amo você. – mexi a boca sem deixar sair nem um som, ele riu balançou a cabeça e depois sumiu na porta todo vestido de preto com um capuz que cobria quase todo o seu rosto.


CONTINUA...

Notas finais
PS: esse capítulo foi o que eu mais gostei de fazer.