Soul Brother

1 1. Let Me Live


Notas iniciais
Eu corrigi umas três vezes este capítulo, mas obviamente haverão erros, então... não deixem passar! Me avisem se notarem alguma coisa! xD
Eu gosto do começo dessa história, escrevi há uns 3 meses este capítulo e acho que é o que eu mais gosto de ler. Há muitas descrições, mas acho que isso foi o que deixou o capítulo mais "rico" em detalhes. Espero que não se importem. ^^

Novembro, 1987


O corredor estava lotado, haviam pessoas andando agitadas por todos os lados, ninguém parava para conversar, aquele não era o horário de almoço, e mesmo se fosse eles não parariam para conversar. A vida em Londres é consideravelmente agitada, principalmente naquela terça-feira no setor de serviço social, depois do acidente no domingo, onde um ônibus colidiu com a vitrine de uma loja depois de desviar de um tumulto na porta de uma loja de CDs que ficava ao lado. Os passageiros e clientes não tiveram muito tempo para sair, depois que meia dúzia passou correndo, o ônibus causou um estouro e inflamou a fachada da loja com ele dentro. Várias pessoas morreram, a maioria trabalhadores voltando do serviço, e por este motivo, vários assistentes sociais estavam correndo pelo prédio atendendo as crianças e adolescentes órfãos ou realizando processos.


Um dos garotos órfão estava sentado num banco ao lado da sala 214 que permanecia com a porta fechada, ele era o próximo a ser atendido. Ele estava com os braços apoiados no joelho e a cabeça baixa, olhando para o chão. Estava exausto, não dormira a noite passada por causa do velório de sua mãe, e o assistente social decidira marcar justo no período da manhã para ele fazer a entrevista. Ele acabou sendo um dos poucos que teve de ir cedo realizar o processo de adoção já que morava apenas com a mãe e com o falecimento dela ele precisaria urgentemente arrumar um lugar para ficar. Ele não estava abalado, com a vida que a mãe levava ele surpreendeu-se de que ela tenha partido por causa de um acidente no ônibus e não largada numa sarjeta em coma alcoólico. Não que ele não a amasse, ele acreditava que em algum lugar dentro de si havia aquele amor que todo filho sente pelos pais, porem a ausência e alheação dela não o permitira sentir mais do que compaixão e uma leve lástima pela perda.


A porta da sala abriu e por ela saiu um homem com uma criança de mãos dadas, em seguida, uma voz ecoou do interior da sala.


–Derek Júpiter. –chamou uma voz masculina. O garoto ergueu a cabeça, pegou sua mochila e, ao se levantar, era possível notar que dentre os outros quatro adolescentes que também aguardavam, ele era o mais alto, aparentando ter idade próxima de uns vinte anos. Corpo forte e roupas largadas, cabelos castanhos e ondulados compridos caindo sobre um belo rosto. Ele caminhou para dentro da sala, fechou a porta e sentou-se diante de um homem de cabelos grisalhos que o espiava por cima dos óculos. –Derek Júpiter... você não tem dezessete anos.


–Tenho dezessete e cinco meses. –ele respondeu rispidamente.


–É provável, sou o assistente social Sr. McHaines. –disse o homem sem dar atenção à postura displicente de Derek ao relaxar o corpo na cadeira passando uma das pernas por cima da outra e cruzando os braços. –Gostaria de ver seus documentos antes de iniciar-


–Os documentos estavam na bolsa da minha mãe e queimaram no local, eu já informei à secretaria. –Derek respondeu impaciente.


–Por que a mãe de um garoto de dezessete anos precisaria carregar os documentos dele com ela? –ele perguntou de maneira intransigente.


–Eu não sei, por que não pergunta a ela? –desafiou Derek encarando-o.


–Não tolero brincadeiras, senhor Júpiter. –o homem falou num tom grave.


–Ela deve tê-los tomado de mim quando ameacei que iria embora de casa, está bem pra você? –o garoto respondeu abanando uma das mãos.


–Então você já tem um lugar pra morar?


–Bem, eu, não, -Derek começou desconsertado. –foi apenas uma ameaça momentânea, eu disse que iria para a casa de um amigo, mas ela deve ter acreditado mesmo.


–Este seu amigo é algum parente?


–Não, ele é um amigo de infância, eu estou pensando agora em ir morar com ele, mas a família dele não tem espaço pra outra pessoa lá então tenho que esperar o irmão dele ir para a faculdade e...


–Senhor Júpiter, o mais recomendado é que você seja encaminhado para a sua própria família.


–Acontece senhor McReckless...


–McHaines. – o homem o corrigiu austero mas Derek não deu atenção e continuou.


–...que a minha família não é daqui, eles são todos da America. Minha mãe saiu de lá antes de eu nascer e aqui ela engravidou do homem que ela dizia ser meu pai, mas ele nunca assumiu paternidade e ela nunca me disse o nome dele então eu não tenho como encontrá-lo aqui. O irmão da minha mãe é americano e eles trocam... trocavam cartas todas as semanas mas eu nem o conheço pessoalmente, por isso prefiro ficar aqui na casa do meu amigo.


–Bem, sendo assim, vou encaminhar o caso para o consulado e pedir transferência sua para a América e –o homem começou fingindo não ouvir a última parte e Derek franziu a testa irritado, olhando indignadamente para ele.


–Não pode, minha vida é aqui, eu não vou deixar a Europa! –ele proferiu zangado.


–Você é muito velho para ir para adoção e até completar dezoito anos não podemos permitir que more numa casa sem quarto pra você ou nas ruas, então se sua única família é dos Estados Unidos o único jeito é mandá-lo pra lá.


–Eu me recuso, senhor, não saio daqui antes de terminar minhas aulas de música! –ele se levantou apoiando as mãos na mesa de madeira do homem.


–Desculpe, mas onde o irmão da sua mãe mora?


– Newark, eu creio.


–Ótimo. Vou encaminhar o pedido. – o homem disse agrupando e batendo os papéis na mesa.


–O senhor não entendeu? Eu não quero ir para a América. –Derek frisou cada palavra. –Minha vida é aqui na Inglaterra, eu estou no meio de um projeto musical, faço aulas de canto, tenho uma banda, eu não posso.


–Garoto, você vai poder fazer tudo isso lá, e assim que se formar poderá voltar pra cá e tentar um emprego. Estamos em Novembro ainda, você poderá ir logo após o winter break apenas para terminar o Ensino Médio, e depois escolhe o que é o melhor pra você.


–O senhor está dizendo que é pra eu chegar lá no meio do ano letivo de uma escola e tentar fazer minha vida por lá sem conhecer ninguém, é isso?


–Mas você tem o seu tio...


–Que eu nem conheço! –Derek bufou elevando a voz. O homem tirou os óculos e massageou impacientemente a testa. Derek olhava para ele como se pudesse sugar dele todos os pensamentos relacionados aos EUA.


–Você é menor de idade, órfão, e pelo que vi no teu histórico escolar você não tem notas excelentes, a maioria está na média e o resto abaixo dela, não tem nenhum título esportivo, nem nada, você diz ter uma banda o que é bom, mas já temos muitos moradores de rua aqui dizendo que são artistas, não queremos mais jovens fazendo isso e nosso dever é evitar que...


–O seu dever é despachar a porcaria pra outros países, não é? –Derek disse enjoado –Acha que os Estados Unidos vai aceitar isso?


–Os três últimos garotos que saíram desta sala estão indo pra lá encontrar familiares distantes, um deles para o México. O que menos precisamos aqui é de jovens que não fazem nada além de tocar rock nas ruas em troca de moedas.


Derek não podia mais suportar toda aquela prepotência, estava ficando com um nó na garganta pela raiva que sentia. Preferiu pegar sua mochila e não discutir mais, foi em direção à porta, abrindo-a.


–Preciso da sua certidão de nascimento pelo menos, até quinta-feira para fazer o pedido. –o homem falou fazendo Derek parar antes de sair. –E esteja aqui para assinar os papéis, vamos hoje mesmo contatar seu tio.


Derek comprimiu o lábio e saiu da sala. Se eles queriam mandá-lo para a America, que seja, ele iria, mas faria de tudo para voltar a seu país de origem, terminaria o colegial lá sem desfazer as malas, sem fazer nenhum amigo. Seus amigos estavam aqui, na Inglaterra, Kane, Lorise, e seu melhor amigo, Ewan. Ele tinha que avisar Ewan sobre isso. Olhou nos bolsos e viu que ainda tinha algumas moedas para ir de ônibus até a casa dele.


Nenhum pôr do sol se comparava ao de Londres, que era a mesma coisa que não ver o sol se pondo, mas ainda assim, a cor amarelada refletida nas nuvens acalmava o coração do garoto, lá era o lugar dele, na terra da Rainha e do melhor rock que existia no mundo, nas cores vermelho, branco e... azul.



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–Papai está aqui, é melhor parar. –disse uma garotinha de cabelo negros e curtos ao abrir a porta de MDF do armário do irmão em meio ao som alto de bateria.


O garoto parou imediatamente e levantou-se de sua bateria, passando por várias caixas amontoadas e pisando em algumas roupas no chão, saindo daquele cubículo. Ao lado de fora, Ash fechou a porta do closet onde escondia sua bateria, e desceu as pequenas escadas que levava ao patamar inferior de seu quarto. Chegando lá ele se jogou na cama relaxando e preparou para desabotoar suas calças quando novamente a porta de seu quarto abriu e a garotinha apareceu.


–Ash, ele pediu pra você ir lá pra baixo. –ela falou e ele olhou de volta tenso.


–Será que ele ouviu a bateria? –perguntou o garoto preocupado.


–Não, eu vim aqui antes dele desligar o carro.


–Tudo bem, vou trocar de roupa e já estou descendo. –ele falou e a menina fechou a porta.


No meio da bagunça de seu quarto, Ash jogou as almofadas para o outro lado da cama na tentativa de encontrar uma camisa que não estivesse amassada e nem com a cara de uma caveira ou com uma banda. Ele procurou em todos os cantos e com dificuldade, já que seu quarto era bem grande e ele nunca guardava nada no lugar. Sem muito sucesso, ele decidiu virar ao contrário a camisa que estava usando para esconder o rosto de Ozzy Osbourne e a mancha de ketchup, e pegou uma jaqueta da escola e colocou por cima.


Descendo rapidamente a longa escada que dava para o hall de entrada, Ash parou de frente ao espelho e deu um jeito de seu cabelo ficar baixo, o que não adiantou muito com passadas de mãos rápidas e saliva, então ele usou seus óculos de grau para prender o penteado. Seu pai estava na sala de estar, perto da lareira, segurando vários papéis na mão. Quando Ash chegou perto dele e parou a sua frente, o homem sério falou sem olhar para ele:


–Eu comprei estes óculos para você usar na cabeça e não em cima dela. Vai riscar igual aos outros três.


–O último eu cai de patins, cabelo não risca óculos. –Ash contou, mas percebeu que seu pai iria se aborrecer se ele tocasse no assunto dos patins novamente, e colocou os óculos na frente dos olhos, deixando visível um pouco de seu cabelo bagunçado. Seu pai suspirou e começou.


–Sente ali, Ash –ele apontou uma poltrona. Aquela poltrona não indicava coisa boa, sempre que seu pai pedia para se sentar era porque uma bronca estava por vir – estamos no final do semestre, e sabe o que isso significa?


–Que 007 Marcado para Morrer já saiu do cinema? –ele arriscou, mas seu pai lançou lhe um olhar gelado.


–Não, que os boletins das escolas já saíram com todas as notas. –enquanto ele falava, Ash esboçou um “ouch” baixinho, torcendo o nariz. –E eu como um homem responsável fiz questão de ir até a reunião dos professores para saber porque o número de Fs foi maior do que no semestre passado.


–Pai, antes de tudo, você tem que entender...


–Não me interrompa! –ele falou com a voz dura e Ash abaixou a cabeça –Três idas à diretoria em Outubro por desordem e por trancar o grupo de teatro na sala; dois professores me disseram que você matou todas as aulas deles sexta-feira e o time de ginástica disse que você não apareceu por lá o ano todo.


–Os garotos de lá foram maus comigo... –ele murmurou com a cabeça baixa mas seu pai não lhe deu ouvidos.


–Eu pago uma das melhores e mais cara escola particular dessa cidade e você ousa a se comportar dessa maneira? –o tom de voz dele estava ficando mais alto quando ele apertou com força os papéis de sua mão. -E quanto às aulas de violino? O que você fez com elas?


Ash não podia contar para seu pai que havia negociado com o dono da escola para mudar em segredo suas aulas de violino para as aulas de bateria.


–Eu... eu estou indo, todas as terças, quartas e quintas. –mentiu ele. –Pergunta pra Jude e pra mamãe, elas me veem saindo.


–Eu também vejo você saindo para ir à escola mas estes papéis –ele ergueu os papeis amassados –dizem outra coisa. –Ash entrelaçou os dedos da mão sem conseguir olhar para seu pai. –Você nunca vai entrar em Harvard desse jeito, em nenhuma faculdade, nem com todo o dinheiro do mundo!


–Mas eu nunca disse que quero estudar em Harvard. –Ash se sujeitou a dar este palpite.


–Não seja idiota, todos querem estudar em Harvard. Você está vendo aquele diploma ali na parede? –ele apontou para um papel dourado dentro de um quadro cristalino. –Ele não está ali por acaso, na verdade, todas estas paredes ao redor dele e esta casa existem graças a ele.


Ash olhou curioso.


–Mas, o senhor não se formou em construção civil. – Ash disse o senhor Tyler cerrou os dentes.


–Não comece com estas brincadeiras e estupidez. Eu estou querendo dizer que eu só cheguei a ser chefe executivo na empresa de telecomunicações onde trabalho por causa de muito estudo e um diploma em Harvard. Você acha que com estas notas você chegará aonde?


–Talvez Harvard não seja para mim, talvez eu esteja destinado a estudar outra coisa, como música por exemplo.


–Você terá que ralar muito para ser um violinista de sucesso. –o homem falou desacreditado.


–Não precisa ser musica clássica, muitas banda americanas fazem muito sucesso pelo mundo. –ele disse inseguro, arrependendo de ter falado demais sobre seus sonhos.


–Não me diga que estou desperdiçando dezessete anos de investimento nos seus estudos para você sair dessa casa para montar uma banda! –o homem bufou com a testa ruborizada.


–Eu nunca pedi para estudar numa escola particular, eu não tenho talento pra isso. –Ash falou de maneira petulante.


–Ótimo, se é assim que você quer, você vai para a escola do estado agora, e depois que se formar vou mandá-lo para o Canadá, estudar no mesmo internato que eu estudei na minha adolescência, ficará lá até mudar este seu comportamento atrevido e de lá você vai direto pra Boston e por Deus você vai pra lá com uma vaga em Harvard, você querendo ou não! –o homem bradou encolerizado, os olhos fulminantes diretamente em Ash. O garoto encolheu na cadeira, assustado, os óculos escorregando pelo nariz devido ao suor de sua testa. Ele respirou sem fôlego depois que seu pai saiu da sala, seus dedos agarraram o tecido da poltrona, segurando com todas as forças para não chorar diante da sua irmã que espiava quietamente pela beirada da porta. Quando ela chegou perto dele, ele engoliu um seco e soltou a respiração.


–Eu não quero que você vá para o Canadá.


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–Um brinde à Bernard Pitt Jr., o meu futuro sócio! –um homem corpulento erguia uma taça contentemente em frente à vários outros homens, abraçando um garoto um pouco menor que ele e mais encorpado. –Bem, assim que ele fizer dezoito anos. –acrescentou o homem e todos riram, inclusive o garoto. –Filhão, quero te entregar isso. –o homem disse puxando o menino para um canto e entregou a ele uma caixa embalada por um papel de presente. O garoto pegou com suas mãos pesadas e rasgou a embalagem, ao retirar a tampa ele se deparou um tecido bege e puxou-o de lá, revelando ser a mesma vestimenta que os outros homens estavam usando. –Seu primeiro uniforme, filho! –o homem abraçou-o fortemente.


–Obrigada, pai, muito legal. –o menino tentou dizer em meias palavras, sufocado pelo abraço de seu pai, enquanto lançava um olhar pouco animado para o macacão longo.


–Daqui oito meses você estará aqui conosco, trabalhando na empresa junto com seu pai e o pessoal, isso não é ótimo? –o homem feliz cotovelou o menino no estômago.


–Claro, vou adorar trabalhar com você, pai.


–Ah, imagine, você não vai trabalhar comigo no primeiro ano, por isso te dei este uniforme, você vai começar debaixo, carregando as caixas da transportadora e se demonstrar capacidade subirá de cargo merecidamente até assumir o escritório junto comigo. –o homem parecia mais empolgado do que o garoto. –Olhe, sua mãe chegou. –os dois se viraram para a esquerda e se depararam com uma mulher robusta entrando na sala, acompanhada de mais três crianças agarradas nela.


–Oh, meu Burger ganhou o primeiro uniforme! Você vai ficar igualzinho ao seu pai com ele. –e ela deu um beijo nas bochechas grandes dele.


–Mãe, eu quero uma roupa dessa também. –falou um garotinho gorducho puxando a blusa da mãe.


–Ah, seu moleque, você vai ganhar quando também vier trabalhar conosco. –o pai deu um cafuné na cabeça do menino. –Vamos lá que acho que o pessoal tomou todo o champagne, temos que abrir mais outro, vem, vamos, Burger. –ele foi animado até o grupo de amigos que estavam envolta de uma mesa farta de comida.


Burger permaneceu onde estava, olhando fixamente para o céu noturno de Newark, onde uma lua crescente pairava iluminando uma boa parte do cenário da cidade. O garoto estava entusiasmado da premissa de um dia se tornar chefe de uma empresa como a do pai, que, ainda de porte médio, tinha grandes chances de crescer mais, e chefiar algo assim é ter um futuro garantido a cima de todos os problemas de ter que escolher algo o que fazer. Mas, isso seria algo ideal para quem não tem ideias do que quer fazer profissionalmente nem possui sonhos altos, mas Burger tinha um sonho, o de trabalhar com musica. Ele passava a maior parte do dia dele ouvindo seus discos de vinis no quarto que em dividia com o irmão mais velho. Ele imaginava a si mesmo tocando rock diante de uma multidão ensandecida, quebrando o próprio instrumento como faziam os grandes rockeiros e com garotas bonitas com decotes enormes arremessando suas calcinhas no palco. Entretanto, ele possuía um baixo velho que ganhou com 14 anos quando seu primo não quis mais, e desde essa época ele arranhava algumas notas, mas nunca fizera aula, e nunca obteve um convite para tocar numa banda, talvez porque ele fazia parte do time de futebol americano da escola e ninguém achasse que ele fizesse o tipo de instrumentista, e por isso ele não tinha coragem de dizer aos pais qual era realmente seu sonho, pois ele tinha mais futuro trabalhando na empresa e tudo que ele mais queria era deixar sua família orgulhosa, mesmo que para isso sacrificasse seu sonho.



Próximo capítulo: Derek vai finalmente conhecer os seus futuros parceiros de banda e ter que aguentar a zoação de alguns colegas, não necessariamente nessa ordem.


Notas finais
Não sofro por reviews, nunca acho que minhas fics vão bater o records de comentários e não vou ficar insistindo pra vocês deixarem um recado a cada capítulo, masss... gosto de ouvir a opinião do pessoal, e muita coisa eu corrijo ou acrescento na história por conta disso, e acho que isso faz com que a história não seja só minha, mas também de quem comenta e colabora, por isso, se você gostou e quiser saber mais ou acrescentar algo, comente, não para me encher de reviews e me tornar a autora mais feliz, mas sim porque você se interessou e quer dar sua contribuição. ;)
xoxo ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.