Sorrisos Mortais

1 Enforcado Por Lágrimas


Notas iniciais
Yoo! ;) Minha amiga, a MayumiKimura, avisou nas notas iniciais da fanfic dela sobre a minha a um tempinho, desculpem eu demorar pra postar ^.^ foi a maior dificudade kkkkkk mas no final deu tudo certo rsrsrs. Bom, Nessa fic eu irei contar uma história que eu e minha grande amiga criamos. Nós éramos grandes fãs de anime e um dia decidimos criar nossos próprios personagens. Foi daí que surgiu o Kiyoto Yoshida e a Saki Kawamura. A Saki Kawamura vai demorar um pouco pra aparecer na fic, mas um dia ela chega kkkkk. Pessoal, o título de cada capítulo vai estar mostrando o nível do "Sorriso Mortal" do Kiyoto (Pode ser que aguns talvez não). A MayumiKimura postou uma fic sobre a Mayumi Kimura e o Karui Nakamura, considerados por nós o casal mais lindo que já criamos *.* apesar de termos criado uns 60 casais *.* . Eu decidi fazer uma fic sobre o Kiyoto Yoshida por que eu acho que a história ficaria bem diversa e sombria =3. Todos os dias, eu e a MayumiKimura estamos criando cenas com o Kiyoto, a Mayumi e o Karui. Assim, qualquer cena que incluirmos na vida deles, nós duas vamos estar avisando aqui nas notas iniciais das nossas fanfics, e, depois de algum tempo, podemos vir a incluir a cena na fanfic (Em uma parte dessa fanfic, vai ter o Karui e a Mayumi). Espero que gostem desta fanfic e peço que vocês comentem para mostrar que estão aqui. Eu não preciso de comentários para continuar a fic, mas me sentiria mais disposta a continuar caso vocês comentassem e assim seria mais produtiva, ou seja, estarei disposta a escrever, tendo capítulos melhores e mais trabalhados. Se não houverem comentarios na fic, eu posso ficar desanimada e para de postar ou fazer capítulos bostas kkkkkk não quero que isso aconteça, então, por favor, não sejam invisíveis rsrsrs. Bom, era isso que eu queria dizer. Escrevi muita coisa aqui nas notas iniciais por que é só a primeira, então eu tinha muito o que dizer, mas as próximas vão ser menores.

Por que vocês acham que eu sou o Serial Killer mais temido do Japão? Tudo começou quando minha mãe morreu, ou seja, logo que eu nasci. Minha mãe teve complicações na gravidez e no parto e não sobreviveu. Meu pai a amava muito, e colocava a culpa de sua morte em mim.

~FLASH BACK ON~

– SE VOCÊ NÃO TIVESSE NASCIDO, ELA AINDA ESTARIA VIVA!

~FLASH BACK OFF~

Ele dizia sempre coisas terríveis para mim e me batia. Ele usava facas, estilete, fogo, água fervendo, chicote, espadas, madeira, ferro, objetos diversos e até mesmo o meu e o próprio corpo para me torturar. Eu cresci ouvindo muito. Aos 5 anos me tornei um pirralho que fugia de casa a qualquer oportunidade, mas sempre que eu voltava para casa ou era levado para casa, eu apanhava muito mais. Eu tinha tudo o que um garoto comum tem, vídeo game, jogos violentos, notebook, celular. Eu passava o dia jogando jogos de tiro, assassinatos, roubo, coisas do tipo. Na sala da minha casa, haviam Katanas de enfeite penduradas na parede, haviam 6. Eu as amava, ou melhor, amava qualquer objeto cortante, de preferência, espadas. Eu era fissurado em fotos e vídeos de morte e meu passatempo era ouvir áudios de gritos. Eu desenhava bem, mas todos os meus desenhos eram de mutilações, assassinatos, coisas do tipo. Eu gostava que meus desenhos fossem realistas, por isso, fazia efeitos 3D, sombreados, inclusive me cortava com vidro e derramava meu sangue sobre pontos exatos do desenho. Na escola eu estudava, mas em qualquer oportunidade que eu tinha eu desenhava. Eu caia sempre entre as séries B e D, pois eu não me importava muito com notas, mas mesmo assim eu era obrigado a estudar de qualquer jeito (No Japão, as séries são divididas pelos alunos mais inteligentes até os com nota mais baixa). Eu passava a noite jogando vídeo game ou desenhando, sempre com minha espada preferida perto de mim. Eu cometi meu primeiro crime com 10 anos de idade, mas antes disso eu não matava, somente observava e imaginava todo o momento do crime.

~24 de março de 2005~

Eu tinha 7 anos de idade e estava quebrando brinquedos com uma faca velha. Ouvi sons de passos se aproximando do quarto onde eu estava. Pensei que fossem somente fruto da minha imaginação, como todos os sons que eu ouvia repentinamente. Logo a porta se abriu. Eu olhei normalmente, até que reparei que a porta havia se aberto de verdade.

– O que você está fazendo??? Eu dou duro no trabalho pra te sustentar e comprar esses brinquedos que você tanto pede, pra no final você os destruir??? -- Disse meu pai ao entrar no quarto e ver o que eu estava fazendo. Ele aproximou-se arrancando a faca e o brinquedo da minha mão.

"Tô vendo que hoje vou apanhar..." Pensei. Ele arranjava algum motivo para me bater sempre, esse era o meu maior medo. Um simples erro já era motivo para ele me espancar.

Meu pai me segurou pela minha camisa e se dirigiu até a janela do meu quarto, que não possuía grades (A casa de Kiyoto tinha 2 andares). Ele ameaçou me jogar de lá apenas em palavras. Eu supliquei por perdão, dizendo que aquilo não iria se repetir {Total mentira} e então, meu pai apontou todos os meus erros passados. Eu fechei meus olhos pensando que estaria fodido. Ele somente me soltou e me deu um tapa forte no rosto. Eu me afastei pressionando minha mão sobre o meu rosto onde ele havia batido e saí correndo do quarto.

– Moleque demônio! Se fugir vai ser pior! Dessa vez eu te jogo da janela mesmo! -- Dizia ele ao correr atrás de mim, já fechando sua mão para me bater.

Eu abri a porta e fui correndo em direção ao portão de casa, mas antes mesmo que eu chegasse lá, meu pai me segurou pelo cabelo e foi me arrastando de volta para o meu quarto. Lá ele acorrentou as minhas mãos no pé da minha cama, apanhou um de seus cintos e me bateu com ele várias vezes na barriga e nas costas. Eu não parava de gritar, no meu pensamento havia total depressão.

"Por que eu tive que nascer? Eu queria estar com a minha mãe... Por que ela não está comigo? Eu tentei ser um bom garoto para não apanhar, mamãe... Eu tentei..."

Uma lágrima solitária escapou de um dos meus olhos enquanto eu gritava de dor.

"Mamãe, como você pôde amar esse velho? Você não vê o que ele faz com o seu filho? Tenha piedade e me tire das mãos dele, mamãe! Eu peço para ele não me bater, mas ele não me ouve... Você quer que eu morra? Eu estou sozinho... Meu pai me odeia, você me deixou, não tenho amigos... Todos me acham estranho... Por que me acham estranho? Eu quero morrer. Queria ser um garoto comum, mas como não posso, a solução seria morrer... Eu odeio todos!"

Alguns minutos depois, ele parou de me bater e me soltou. Eu me levantei devagar sem desviar o olhar dele com medo.

– Vai para o quintal! -- Disse ele.

– Você vai me-...?

– Vai para o quintal! -- Me interrompeu aumentando o tom. Simplesmente odeio quando ele me interrompe!

Eu somente fui. Ao chegar lá, ele me segurou pelo cabelo e foi indo até os fundos da casa, onde havia uma piscina. Fiquei assustado, não gostava de ir lá, pois sempre me dava mal. Chegamos na beira da piscina e ele me soltou e me empurrou na direção da água. Eu tinha somente 7 anos, por isso não sabia nadar, além da piscina ser muito funda. Aquele velho maldito ficou observando meu desespero, apenas sorria, até que meu corpo afundou. Nessa hora, ele mergulhou e me socou no nariz lá no fundo da piscina, arrancando sangue. Eu desmaiei alguns segundos depois e então ele me levou para fora d'água. Literalmente me largou jogado no chão e foi para dentro de casa.

Estava tudo muito escuro. Havia uma leve brisa em meu corpo e senti que estava sendo segurado. Estava bom aquele calmo momento. Abri meus olhos devagar, via tudo muito embaçado. Podia ver a cidade não muito longe e pessoas olhando para mim. Os sons estavam muito distantes, mas logo foram voltando ao normal.

– O que este homem está fazendo? -- Ouvi dizerem. — Coitadinho... Que crueldade! -- Não sabia exatamente sobre o que diziam. — Está se movendo! Está vivo!!! -- Gritavam.

Olhei para todos que me observavam e logo após isso olhei para quem estava me segurando.

– Se você não morrer agora, vai morrer espancado!

Continua...

Notas finais
Gostaram, pessoal? Este capítulo foi pequeno, mas os próximos serão mais extensos, com certeza. Espero que tenha ficado bom e que vocês gostem! Não esqueçam de comentar o que acharam, ok? Comentários, críticas, elogios, conselhos, aceito qualquer coisa, pq sei que as opiniões de vocês vão me ajudar a melhorar muito! ;) Obrigado por lerem!!