Sorria Jorge

1 Capítulo Único


Notas iniciais
Oi gente. Espero que gostem.

Em um dos quartos da tão famosa Toca, encontrava-se um homem ruivo, alto e forte. Já havia messes que ele não sorria o que, se tratando de quem era, não era absolutamente nada comum.

Jorge Weasley estava deitado em sua cama chorando, algo que nos últimos tempos havia se tornado rotina.

Como podia? Seu gemio morto? Simplesmente não poderia ser verdade. Ele ainda tinha a esperança de que iria acordar e ver o irmão na cama ao lado. Desde o maldito dois de maio não se olhara no espelho, a ideia de ver em seu rosto o mesmo que via em seu irmão não lhe era justa.

Depois de muito se virar em sua cama ele finalmente pega no sono.

Estava em sua loja a Gemialidades Weasley, na porta da loja na verdade. Um pouco confuso ele entra na loja e ao contrario do lado de fora, que estava totalmente deserto, dentro da loja estava uma bagunça de clientes de uma lado para o outro rindo e se divertindo com os produtos que Fred e Jorge criaram. Ao contrario do Jorge pensava, a cena lhe causou alegria e não dor e tristeza, pela primeira vez desde a morte de Fred, Jorge sorria.

—Foi isso que sempre sonhamos- Uma voz extremamente parecida com a sua fala em suas costas.

—FRED- Jorge se vira e abraça o irmão que responde ao abraço da mesma forma. E sem que os dois percebam escorem lagrimas de seus olhos.

—Meu irmão... Como isso é possível?- Jorge pergunta ainda abraçando o gemio.

—Em nossos sonhos, maninho, tudo é possível! Mas eu vim aqui hoje para lhe dar um puxão de orelha.

—Como?- Pergunta o outro confuso e se soltando do logo abraço.

—Jorge, nós nunca fomos um poço de carinho um com o outro, mas você sabe que era a pessoa que eu mais amava meu irmão. Ver você fazer isso com sua vida não é nem um pouco fácil. Se quer fazer algo por mim, simplesmente viva sorrindo, como sempre fez. Volte a ser o verdadeiro Jorge, o feliz. O mesmo Jorge que junto a mim fez essa loja sair do sonho para virar realidade. Volte a ser o meu irmão.

Antes que ele pode-se responder o irmão ele acordou. Acordou sorrindo, e desde aquele sonho não tirava mais o sorriso do rosto. Pois ele sabia que quando sorria faria o irmão sorrir também.

E pelo irmão, ele faria o impossível em estalar de dedos! Sempre

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