Sorria

3 Capítulo 3 - Olá "papai"...


Notas iniciais
igualmente o segundo cap eu transcrevi uma parte e escrevi outra, já o prox cap eu irei escrevê-lo inteiro

Quando cheguei em casa depois da consulta corri direto para o meu quarto, tinha que pensar em algo para me livrar de meu pai, e eu penso bem melhor ouvindo música.

20 minutos depois...

Eu finalmente achei o plano perfeito e nada vai atrapalhar.

– Nicholas arrume suas coisas amanhã de manhã você vai pra casa de seu pai. – disse minha mãe na frente do meu quarto.

– ok, mãe... E mãe, pode me dar um pedaço de bolo? – ela sorriu, com certeza sorriu, sua voz ficara diferente. Animada, ela adoro quando eu peço bolo já que mal consigo comer.

Na manhã seguinte...

São 6:00 e eu não consegui dormir, o plano ficou rodeando minha mente e eu consegui aprimora-lo. Queria ter mais tempo, mas já estou a caminho do aeroporto, não que precisemos é apenas um ponto de encontro.

Vinte minutos de carro sem trânsito e ainda não chegamos! Já disse que odeio viagens? Não? Pois bem, ODEIO viagens! Viagens são as coisas mais desprezíveis depois de consultas com aquela psicóloga, eu apenas odeio passar com ela, odeio do mesmo jeito que odeio viagens, sejam essas viagens de carro ou de avião, ou de moto, ou de qualquer outro meio de transporte que você possa imaginar.

Apenas prefiro ficar em casa, e eu também odeio o meu pai, então eu meio que estou fazendo uma coisa que odeio para ver uma pessoa que eu odeio...

– Isso tem alguma lógica? – murmurei baixinho

– Oi querido? Desculpe-me não te ouvi direito – disse minha mãe olhando para mim.

– Não, eu só pensei alto. – virei o rosto para a janela do carro e estava começando a chover, então eu encostei minha cabeça da janela e peguei no sono.

“Comme indie j'ai cherché le graal, La jeunesse éternelle, Le botox dans les veines, J'arrête de fumer et de boire, Chaque dimanche, chaque semaine, J'ai rechuté hier.” Enquanto eu dormia a musica “Le Graal” da banda “KYO” ficou tocando no repetir, e o maldito refrão ficou em minha mente!

Vinte minutos depois eu acordei.

– Bom dia dorminhoco! — Acordei com minha mãe me puxando pra fora do carro dela. ­– Seu pai já chegou.

– Bom dia mãe... Deixa que eu pego as minhas coisas – disse levantando e abrindo o porta-malas.

É lógico que eu ia pegar as minhas coisas, está mais pesado que não sei lá o que por causa dos materiais que usarei para o plano, tem uma câmera, um tripé, facas e... HEY! EU NÃO QUERO QUE NEM O MEU SUBCONSCIENTE FIQUE SABENDO!

Enquanto eu fui pegando as minhas coisas fitei todo o estacionamento do aeroporto procurando sua pickup azul, quando finalmente encontrei já estava em direção ao tal carro, eu joguei as coisas na caçamba da pickup e entrei sem se quer olhar pra ele

– Olá querido, que saudades de você! — disse ele bem animado

– Olha, mas que coisa, eu não tenho nenhuma saudade de você, nem vontade de ficar perto de você, imundo... - ele recuou no banco e começou a dirigir, eu comecei a fita-lo

Ele é um homem grande, loiro de olhos azuis, corpo atlético, é ex musico, este é o meu pai, o pedófilo pervertido que batia na minha mãe e me abusa desde que se separou dela.

Seus dias acabam aqui...

Notas finais
gostou?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.