Sophie Estela e a Pedra Filosofal
4 Beco Diagonal
Alguns dias Depois
Sophia acordou, percebeu que não havia dormido nada e que estava muito cansada então ela percebeu de que não estava dormindo bem desde que e recebeu a visita do senhor Dumbledore ele falou realmente o que ela era uma Bruxa e que precisava ingressar num mundo completamente diferente do que ela vive, ela precisa também frequentar uma escola de bruxos chamada Hogwarts. Apesar de que Sophia no início ter aceitado ir para Hogwarts e de ela ser uma bruxa, ela ainda não conseguiu assimilar que de fato ela era uma bruxa e a sua cabeça está muito confusa e cheia de dúvidas.
Sophia olhou o relógio em cima da cômoda e deu um suspiro eram 4: 00 da manhã ela sabia que não conseguiria voltar a dormir então se levantou da cama por que não adiantava ficar de um lado para o outro na cama. Então Sophia foi ao banheiro, fez sua higiene pessoal logo em seguida tomou um banho morno, desligou o chuveiro, saiu do box, secou o corpo e o cabelo deixou ele solto e voltou para o quarto.
Já no quarto Sophia colocou uma roupa que havia escolhido na noite passada que era uma blusa Top Cropped com Amarração Feminino, um Short branco floral, colocou o chinelo pegou o iPod que estava em cima da cômoda ligou ele e colocou a música Stronger de Kelly Carkson Kelly Clarkson — Stronger (What Doesn't Kill You) | (Tradução/Legendado) no volume baixo para não acordar os pais então Sophia foi até a varanda aonde abriu a janela, acendeu a luz, sentou no sofá, ficou observando a paisagem e o amanhecer do sol ouvindo a música e Sophia ficou assim até umas 7:30 quando ela desligou o iPod, colocou o chinelo, desligou a luz da varanda e desceu para cozinha aonde seus pais já estavam preparando o café da manhã.
— Bom dia! — Sophia
— Bom dia filha! — Lívia
— E ai filhota — Nycolas — Dormiu bem ?
Sophia bocejando , se sentou, se serviu de café amargo e fez uma torrada antes de responder a pergunta do pai
— Estou um pouco cansada , não consigo dormir bem nesses dias — Sophia
—Por isso essa insônia isso é por causa do que aquele senhor falou — Nycolas
— Sim papai ainda não consigo assimilar o que ele falou sobre mim de tem eu sou. Apesar de fazer sentido, eu ainda não acredito no que ele falou. — Sophia — É tão surreal.
— É por isso que não consegue dormir? — Lívia
— Sim, mamãe é por isso. — Sophia
— Não pode continuar assim filha, tu precisa cuidar da sua saúde. — Lívia
— Eu sei mamãe mas é que acho que sou vou assimilar que de fato sou uma bruxa quando eu comprar os meus materiais ou quando eu embarcar no trem e chegar a esse castelo. — Sophia — Nossa vou estudar num castelo, ainda não acredito nisso.
— Tu sabe filha que queremos o teu bem e sempre estaremos com você ao seu lado. — Nycolas
— Eu sei papai — Sophia sorrindo — E pode deixar papai que vou cuidar da minha saúde.
Depois de conversar com os seus pais, Sophia bebeu café e comeu a torrada. Quando estava terminando de tomar o café a campainha tocou e a Sophia foi atender a porta. Ao abrir a porta Sophia levou um susto porque na frente dela havia um homem que era duas vezes mais alto do que um homem normal e pelo menos cinco vezes mais largo. Ele parecia grande e selvagem, mas Sophia tinha a impressão de que ele era amigável e simpático. Ele tinha uma barba cabelos negros longos e grossos, escondiam a maior parte d seu rosto, as mãos tinham o tamanho de uma lata de lixo pés calçados com botas de couro pareciam filhotes de golfinhos.
— Olá ! Sou Rubeo Hagrid mas pode me chamar só de Hagrid, sou grande amigo de Dumbledore e vou de acompanhar nas compras dos materiais. — Hagrid
— Oi Hagrid me chamo Sophia — Sophia — Pode entrar os meus pais estão na cozinha só vou até o meu quarto colocar um tênis e uma jaqueta já volto.
— Ok — Hagrid
Enquanto Hagrid ia até a cozinha aonde estavam os pais de Sophia estavam Sophia foi até o quarto onde colocou os tênis, pegou uma jaqueta, foi no banheiro e fez sua higiene pessoal, voltou para o quarto onde pegou a bolsa, colocou a carta dentro da bolsa, colocou um pouco de perfume, batom e saiu do quarto. Sophia encontrou os pais e o Hagrid que estavam na cozinha.
— Estou pronta, Hagrid, vamos ? — Sophia
— Vamos Sophia. — Hagrid
— Filha, aonde vocês vão ? — Lívia perguntando
— O Hagrid vai me acompanhar nas compras dos meus matérias escolares — Sophia
— Aqui filha, use esse dinheiro para comprar seus materiais. — Nycolas dando o dinheiro para a filha
— Obrigada papai — Sophia — Até mais tarde mamãe e papai
— Se cuidem — Lívia
— Pode deixar a srta. Smith, vou cuidar de sua filha. — Hagrid
Depois de colocar o dinheiro que tinha recebido dos pais Sophia se despediu deles e saiu com o Hagrid. Sophia logo se simpatizou com o Hagrid por que ele é bem legal e amigo. Ela fez bastante perguntas sobre o mundo bruxo, sobre Hogwarts e sempre Hagrid respondia todas as perguntas da Sophia de bom humor.
Sophia estava tão distraída em falar com o Hagrid que não percebeu que tinham parado e acabou se esbarrando com o Hagrid.
— É aqui — Hagrid parando — O Caldeirão Furado. É um lugar famoso
Era um barzinho sujo. Se o Hagrid não tivesse apontado Sophia jamais teria reparado que aquele bar existia. Já dentro do bar, apesar de ser um lugar famoso, era muito escuro e miserável. Havia umas velhas sentadas a um canto, bebendo pequenos cálices de xerez. Uma delas fumava um longo cachimbo. Um homenzinho de cartola conversava com o velho dono do bar, que era bem careca. O zunzum das conversas parou quando eles entraram. Todos pareciam conhecer o Hagrid, acenaram e sorriram para ele, Tom apanhou um copo, perguntando.
— O de sempre Hagrid — Tom
— Não posso ,Tom , estou a serviço de Hogwarts — Hagrid
— Olá garota — Tom — Qual o seu nome?
— Sophia Estela , pode me chamar só de Sophia — Sophia
— Está indo comprar seus materiais Sophia? — Tom
— Sim, senhor — Sophia
— Vai para Hogwarts — Tom
— Vou — Sophia disse toda animada
— Então boas compras e boa sorte — Tom
— Obrigada senhor . — Sophia
— Até mais Tom. — Hagrid
— Até Hagrid — Hagrid
Depois de se despedirem do Tom eles passaram pelo bar, saíram num pequeno pátio murado, onde não havia nada exceto por uma lata de lixo e um pouco de mato.
— Três para cima … dois para o lado … — murmurou Hagrid — Certo, chegue para trás Sophia
Hagrid bateu na parede três vezes com a ponta do guarda — chuva ( que na verdade era uma varinha). E o tijolo que tocou estremeceu, torceu -se. No meio apareceu um buraquinho que se foi alargando cada vez mais. Um segundo depois se viram diante de um arco bastante grande inclusive para o Hagrid, um arco que abriu para uma rua de pedra irregulares , serpeava e desaparecia de vista,
— Bem — vinda Sophia — Hagrid — Ao Beco Diagonal
Sophia estava em choque, surpresa e espantada. Atravessaram o arco e Sophia deu uma olhada por cima do ombro, viu o arco se encolher novamente e virou novamente uma parede sólida. O sol refulgia numa pilha de caldeirões à porta mais próxima. Caldeirões — Todos os tamanhos — Cobre, Latão, Estanho, Prata — Automexediço — Dobrável dizia um letreiro acima
— E, você vai precisar de um — Hagrid — ,mas, temos de trocar primeiro o dinheiro.
Sophia desejou ter oito olhos. Ela virava a cabeça para todo o lado enquanto caminhava pela rua, tentando ver tudo ao mesmo tempo: as lojas, as coisas às portas, as pessoas fazendo compras. Uma mulher gorducha do lado de fora de uma farmácia abanou a cabeça quando passaram por ela e disse:
— Fígado de dragão, dezessete sicles trinta gramas, eles endoidaram.
Um pio baixo e suave veio de uma loja escura com um letreiro onde se lia "Empório de Corujas — douradas, das torres, do campo, marrons e brancas”
Vários garotos mais ou menos da idade da Sophia espremeram os narizes contra a vitrine que tinha vassouras.
Havia lojas que vendiam vestes, lojas que vendiam telescópios e estranhos instrumentos de prata que Sophia nunca viu antes, janelas com pilhas de barris contendo baços de morcegos e olhos de enguias, pilhas mal equilibradas de livros de feitiços, penas de aves para escrever e rolos de pergaminhos, vidros de poções, globos de …
— Gringotes — anunciou Hagrid
Tinham chegado a até um edifício muito branco que se erguia acima das lojinhas e parado diante das portas de bronze polido, usando um uniforme vermelho e dourado havia…
—É um duende. — Hagrid disse baixinho enquanto subiam os degraus de pedra branca até o duende.
O duende era uma cabeça mais baixa do que a da Sophia. Tinha uma cara escura e inteligente, uma barba em ponta e Sophia reparou que o duende tinha as mãos e os pés muito compridos. O duende os cumprimentou com uma referência quando entraram. Em seguida deparamos com um segundo par de portas, desta vez de prata, onde havia gravado o seguinte:
Entrem estranhos mas prestem atenção
Ao que esperar o pecado da ambição,
Porque os que tiram e que não ganharam
Terá é que pagar muito caro,
Assim, se procuram sob o nosso chão
Um tesouro que nunca enterraram,
Ladrão, você foi avisado, cuidado,
pois vai encontrar mais do que procurou
Dois duendes se curvaram quando passamos pelas portas de prata e entramos em um grande salão de mármore. Havia mais de cem duendes sentados em banquinhos altos atrás de um longo balcão, escrevendo em grandes livros — caixas, pesando moedas em balanças de latão, examinando pedras preciosas com óculos de joalheiro. Havia ao redor do saguão portas demais para contar , e outros tantos duendes acompanharam as pessoas que entravam e saiam por elas. Sophia e Hagrid se dirigiram até o balcão. Trocaram o dinheiro que os pais de Sophia lhe deram e trocaram por dinheiro bruxo.
—As moedas de ouro são galeões. Dezessete sicles, de prata, fazem um galeão e vinte e nove nuques fazem um sicles, é bem simples. — Hagrid explicando as moedas para a Sophia
Depois que trocaram o dinheiro, despedir do duende e saíram de Gringotes.
— Entendi. — Sophia
— Sophia tá uma olhada na lista dos teus materiais. — Hagrid
— Ok Hagrid, vou dar uma olhada — Sophia
Sophia pegou a carta de dentro da bolsa e pegou a lista dos matérias de dentro dela. E leu em voz alta para o Hagrid ouvir.
Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts
Uniforme
Os estudantes do primeiro anos precisam de:
1. Três conjuntos de vestes comuns (pretas)
2. Um chapéu pontudo simples (preta) para uso diário
3.Um par de luvas protetoras (couro de dragão ou similar)
4.Uma capa de inverno (preta com fechos prateados)
As roupas dos alunos devem ter etiquetas com seu nome.
Livros
Os alunos devem comprar um exemplar de cada um dos seguintes:
Livro padrão de feitiços (1ª série) de Miranda Goshawk
História da Magia de Batilda Bagshot
Teoria da magia de Adalberto Waffling
Guia de transfiguração para iniciantes de Emerico Switch
Mil ervas e fungos mágicos de Fílida Spore
Bebidas e poções mágicas de Arsênio Jigger
Animais fantásticos e seus habitat de Newton Scamander
As forças das trevas: Um guia de autoproteção de Quintino Trimble
Outros Equipamentos
1 varinha mágica
1 caldeirão (estanho, tamanho padrão 2)
1 conjuntos de frascos
1 telescópio
1 balança de latão
Os alunos podem ainda trazer uma coruja OU um gato OU um sapo
LEMBRAMOS AOS PAIS QUE OS ALUNOS DO PRIMEIRO ANO NÃO PODEM USAR VASSOURAS PESSOAIS
— Então pronta para as compras, Sophia? — Hagrid
— Sim estou pronta Hagrid. — Sophia guardando o envelope da lista dos materiais dentro do envelope junto com a outra carta e guardou na bolsa
Depois de ler em voz alta a lista dos materiais para o Hagrid, Sophia e o Hagrid foram comprar o uniforme da Sophia numa loja chamada na Madame Malkin — Roupas para Todas as Ocasiões. Em seguida foram a loja de livros chamada Floreios e Borrões e Sophia amou a loja, queria comprar todos os livros da loja, por que ela adorava ler e aprender coisas novas com os livros, mas só comprou os livro que ela precisava levar para Hogwarts , mais alguns livros para ela aprender sobre o mundo bruxo e logo depois foram a uma loja que vendia Caldeirões e foi onde a Sophia comprou uma balança bem bonita para pesar os ingredientes e por último nessa loja ela comprou um telescópio desmontável de latão. Visitaram a farmácia que era bem fascinante para compensar seu cheiro horrível, uma mistura de ovo estragado e repolho podre. E foi onde Sophia comprou um conjunto de ingredientes básicos para preparar poções. Em seguida foram para a loja Empório de Corujas onde havia várias corujas, gatos e sapos e foi onde que Sophia comprou a sua coruja Suindara linda que tinha um rosto em formato de coração e era muito linda a nomeei de Nymeria.
A última loja que foram era estreita e feiosa. Letras de ouro descascadas sobre a porta diziam Olivaras: Artesãos de Varinhas de Qualidade desde 382 a.C. Havia uma única varinha sobre almofada púrpura desbotada, na vitrine empoeirada.
Um sininho tocou em algum lugar no fundo da loja quando entraram. Era uma lojinha mínima, vazia exceto por uma única cadeira alta e estreita onde o Hagrid se sentou.
— Boa tarde — disse uma voz suave.
Sophia se assustou e o Hagrid deve ter se assustado também, porque se ouviu um rangido alto e ele se levantou rapidamente da cadeira alta e estreita.
Havia um velho parado diante da gente, os olhos grandes e muito claros brilhando como duas luas na penumbra da loja.
— Oi! Me chamo Sophia — Sophia falou meio receosa
— Veio comprar sua varinha, srta. Smith ? — Olivaras
— Sim, senhor — Sophia falou
— Bem, srta. Smith vamos ver. Qual o braço da varinha? — Olivaras perguntou tirando uma fita métrica com números prateados do bolso.
— Sou destra. — Sophia falou
— Estique o braço. Isso — Olivaras mediu a Sophia do ombro ao dedo, depois do pulso ao cotovelo, do ombro ao chão, do joelho à axila e ao redor da cabeça.
Enquanto media o Sr. Olivaras disse:
— Toda varinha Olivaras tem o miolo feito de uma poderosa substância mágica, Srta Smith. Usamos pêlos de unicórnio, pernas de cauda de fênix e cordas de coração de dragão. Não há duas varinhas Olivaras iguais, como não há unicórnios, dragões nem fênix iguais. E é claro, o senhor jamais conseguirá resultados tão bons com a varinha de outro bruxo — Olivaras
Sophia percebeu que a fita métrica, que media entre as narinas, estava medindo sozinha. O Sr. Olivaras andava rapidamente em volta das prateleiras, descendo caixas.
— Já chega — Olivaras falou, e a métrica afrouxou e caiu formando um montinho no chão e o sr. Olivaras me passou uma espécie de graveto, o que presume ser uma varinha. — Olivaras — Experimente essa srta. Smith. Bordo e pena de fênix. Dezoito centímetros . Bem elástica.
Sophia pegou a varinha e fez alguns movimentos com ela, mas logo em seguida o sr. Olivaras a tirou da sua mão. Depois de experimentar mais algumas varinhas que não deram certo até que finalmente ela conseguiu a sua varinha que era de uma varinha de ébano e fibra de coração de dragão 32 centímetros, flexível. A madeira de Ébano costuma ser para todos os tipos de magia combativa, bem como para todos os feitiços de transformação. O núcleo era de corda de coração de dragão. Ela pegou a varinha e teve uma sensação de calor nos dedos Então Sophia ergueu a varinha acima da cabeça, baixou ela cortando o ar empoeirado com um zunido e, uma corrente de faíscas douradas e vermelhas saíram da ponta da varinha como fogos de artifícios, atirando fagulhas luminosas que dançavam nas paredes.
Hagrid gritou entusiasmado e bateu palmas e o senhor Olivaras exclamou:
— Bravo! Muito bem srta. Smith agora essa é a sua varinha e lembrem — se a srta. Smith foi a varinha que de escolheu e não ao contrário. — Olivaras
O sr. Olivaras guardou a varinha numa caixa e explicou para a Sophia como se cuidava bem de uma varinha, em seguida ela pagou o sr. Olivaras sete sicles pela varinha e Sophia e o Hagrid se despediram do sr. Olivaras e saíram da loja.
O sol do fim de tarde quase chegou ao horizonte quando Sophia e Hagrid refizeram o caminho para sair do Beco Diagonal, atravessaram a parede sólida e passando novamente pelo Caldeirão Furado, agora vazio. Enquanto o Hagrid acompanhava Sophia no caminho de volta para casa ela não parava de conversar sobre como estava ansiosa, feliz e animada para ir a Hogwarts ela estava tão distraída que Sophia não percebeu que tinham chegado na casa de Sophia.
— Está entregue Sophia — Hagrid
— Obrigada pela companhia e pelo passeio Hagrid gostei muito — Sophia
—Também gostei muito do passeio e de sua companhia Sophia — Hagrid
— Posso de visita em Hogwarts, Hagrid? — Sophia
— Claro, Sophia eu vou adorar — Hagrid — Já ia me esquecendo no dia 1 de setembro vai aparecer um auror chamado Rafael ele é amigo de Dumbledore e vai de acompanhar na hora do embarque para Hogwarts.
— Obrigada pelo aviso Hagrid — Sophia — Até 1 de setembro
— Até Sophia — Hagrid me dando um abraço gostoso e Sophia o abraçou de volta
Depois de despedir do Hagrid, Sophia entrou em casa, guardou as coisas na sala e foi se encontrar com os pais que estavam arrumando a mesa do jantar. Então Sophia se sentou na mesa enquanto jantava ela contava para os pais sobre o passeio que teve com o Hagrid após isso Sophia ajudou os pais na cozinha e em seguida seus pais a ajudaram a levar as coisa que ela havia comprado para o quarto e chegando no quarto Nycolas e Lívia se despediram da filha.
Sophia arrumou as suas coisas, fechou a janela do quarto, foi ao banheiro e fez sua higiene pessoal, colocou a camisola, apagou as luzes do quarto e se deitou na cama onde dormiu num sonho sem sonhos.
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