Sophia
2 Caçadores

—Sophia me espera. -Disse Fred.
Fred é um vampiro recém transformado por mim. Quando a gente morde um humano ou o transforma, ele passa a ser nosso, o Fred é meu vampiro, está sobre meus cuidados, eu o treino todos os dias.
—Ele está fugindo Fred. -Eu.
Estamos atrás de um caçador.
—É a sua vez. Ele parou, aproveite o momento. Faça o que te ensinei. -Eu.
—Estou com medo Sophia. -Ele.
—Faça o que estou mandando. Agora! -Falei já brava.
Ele silenciosamente foi em direção de seu alvo. Mas ele pisou em um galho, no qual chamou a atenção do homem.
O homem olhou diretamente para Fred e o acerta com uma flecha. De trás da moita dei um pulo em sua frente. Ele conseguiu escapar e corre, vou atrás e consigo agarra-lo e quebro sua duas pernas. Ainda vivo levo para Fred.
—É assim que deve caçar. Morde. -Eu.
—Eu não quero. -Ele.
—Então morra. -Eu.
Ele olhou para mim, aproximei o pescoço em sua boca. Logo seus olhos vermelhos famintos e seus dentes surgiram. Ele morde.
—Sinta o gosto. Aprecie. São esses que querem te matar. -Eu.
Deixei meus dentes sai. Mordi o outro lado e logo o homem ficou pálido e morreu.
—Volte para casa. -Eu.
—O que você vai fazer? -Ele.
—Mostrar quem somos. -Eu.
Peguei o corpo caído no chão e levei para sua vila, deixarei ele como recado. Pela janela de um bar de caçadores o joguei e gritei, sem que me visem.
—Isso vai acontecer com o próximo que continuar a caçar a minha espécie.
Escutei todos gritar.
—Vádia.
Entrei na mata e fui para meu clã.
—Fiquei sabendo o que fez Sophia. -Lorde Blue.
—Só foi um recado meu lorde. -Eu.
—Sophia, eu não permitirei mais que ande sozinho, é perigoso. Eu sei que você que que eles parem de nos caçar, mas não pode ser assim, sozinha. -Lorde.
—Eu sei me cuidar sozinha.-Eu.
—Me obedeça Sophia. Eu sou o seu Lorde. -Disse me mostrando os dentes.
Estremeci, e acatei o pedido. E fui atrás de Fred. Ele não deveria ter dito que que fui na vila.
Andei pelo vilarejo em sua procura, o único lugar que ele gosta de ficar é no bar. Entrando no bar todos os vampiros olharam para mim. Fred você contou a todos o que eu fiz.
—Voltem a fazer o que estavam fazendo e parem de olhar para mim, ou eu farei o mesmo que fiz com o humano. Vocês já devem está sabendo. Agora me falem onde está o meu vampiro?!. -Eu.
Rapidamente todos apontaram em direção ao Fred. É incrível como segue minhas ordens.
Fred está tomando o maldito Blood, é uma bebida de sangue. Ele já estava tremendo ao me ver aproximar.
—Ai está você. Temos que conversar. -Eu.
—Diga. -Ele.
—Você tem que para de ter medo de caçador. Desapegue de sua humanidade e se apague a sua espécie. E pare de beber esse maldito blood. Você é meu vampiro e tem que me obedecer. Te tornarei o mais forte, mas pra isso tem que seguir minhas ordens, você não pode contar o que fazemos ao lorde, e tudo que você fizer, deverá da explicações somente a mim. Se contar alguma coisa ao lorde, eu não terei problemas em te matar. -Eu.
—Tudo bem Sophia. -Ele
Quando me levantei para ir embora, algum maldito ousou passar a mão na minha bunda. Meu olho rapidamente ficou vermelho. Isso porque fiquei com raiva.
—O que a protegida do Lorde faz nesse bar. -Disse um vampiro barbudo.
Como ousa me desaforar.
—Vai se arrepender do que fez. -Eu
Eu o empurrei com força em cima da mesa, que ela quebrou. E lhe dei uma porrada em seu rosto.
—Lembre que a protegida do Lorde sabe Lutar. -Eu.
Sai de cima dele. Escuto daqui Lady Mérida me chamar.
—Vamos Fred, a Lady me chama.
—Como sabe? -Ele.
—Temos boa audição. Em breve lhe ensinarei usa-las.
* Chegando ao castelo
—Minha lady me chamou? -Eu.
—Sim Sophia. -Lady
—Estou aqui. -Eu.
—Meu marido lhe deu uma bronca não foi mesmo. Senti a fúria dele.
—Não ligue se ele foi grosso. Só queremos te proteger, te amamos desde que lhe acolhemos. Prometa-me que nunca mais fará isso. -Lady.
—Sim.
—Mandarei Arnold junto com você quando for caçar. -Lady.
—Esta bem.
Arnold. Eu não gosto dele, e agora vai ser meu babá.
Sinto um frio passar pelo meu corpo. Fred! Ele está morrendo, consigo senti-lo. Está sofrendo, consigo sentir sua dor.
Sai correndo, ele está fora do alcance do castelo. O que esse maldito foi fazer longe de mim. Ele está perto, senti.
Dois caçadores. Fred no chão cheio de sangue.
—Fred!
—Olha olha. Quem nos da a honra? -Disse um deles.
—Isso não importa. -Eu.
Olhei para Fred, ele com muito esforço olha para mim. Malditos não sabe com quem se meteram. Deixei a raiva tomar conta. sem dó ataquei. Agarro o pescoço e lhe arranco a orelha, e com um único golpe lhe tiro a cabeça. Agora o outro quebrei apenas um braço.
—Você! Volte conte aos seus malditos colegas o que aconteceu aqui, e diga que me chamo Sophia e matarei um por um. Temos uma regra, caçamos quem nos caça.
Ele saiu correndo tremendo. Vou até Fred e ele fala.
—Eu só queria que sentisse orgulho de mim, talvez um outro aprendiz seria melhor. Queria mostrar que sei caçar.
Fiquei brava, mas deixei passar. O levei para minha casa escondido de todos. Não sei se ele vai sobreviver.
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