Sonhos podem ser reais

3 Não é mais um sonho.


Notas iniciais
Espero que gostem.

Amanheceu, acordei, e me arrumei para ir ao "inferno". Eu ainda estava meio assutado com o sonho que eu tive pela madrugada.

O sinal tocou, era o intervalo. Corri para o biblioteca, e comecei a procurar livros que falavam sobre pesadelos que pareciam ser reais, ou que falavam sobre insônia e esses outros problemas. Consegui saber um pouco mais sobre esse mundo, mas não foi o suficiente para entender o que aquela voz quis dizer, ao falar a frase: "Eu ainda vou te encontrar".

Depois de ter chegado em casa e preparado o meu jantar, fui para o meu quarto trocar de roupa, e algo sussurrou no meu ouvido: "Me tire daqui, quero te fazer feliz, quero te ajudar". Aquilo me arrepiou dos pés a cabeça, e fez com que eu desmaiasse, fiquei por horas desmaiado (conta a minha tia), ela percebeu que eu não havia dado um pio, e nem se quer ter ido ao banheiro, ou a cozinha. Foi quando ela resolveu ir ao meu quarto, me dar mais broncas, só que dessa vez, ela teve uma surpresa, me viu deitado no chão do quarto, e de repente, falou:

— SOCORRO, CHAMEM A AMBULÂNCIA! IMIGA DESMAIOU! -Gritou aos berros- . Acordei com a vista embaçada, haviam 3 pessoas a minha frente, minha tia, meu tio e o médico. Eu estava no hospital. Logo de cara me perguntaram:

— Porque desmaiou? -Me perguntaram desesperados-

— Eu não sei bem realmente, eu estava no quarto, e minhas vistas se escureceramrapidamente, quando abri os olhos, já estava aqui.

— Então se foi só isso, devemos ir para casa -Falou me tio, apressado- .Levantei da cama que havia dentro da sala do doutor, acompanhado pela minha tia, enquanto meu tio estava abrindo as portas. Quando entrei, foi logo dizendo:

— Que você nunca mais traga problemas assim de novo Imiga! Não sou obrigado a te trazer para o hospital! -Falou, enquanto, minha tia só ouvia com atenção-

— Não obriguei ninguém a me levar aqui, que me deixassem no chão se fosse assim.

— Não ouse a me retrucar garoto, quem cuidou de você, que deu comida e roupas novas, fomos nós! Então cale a boca, e quando chegarmos em casa, não quero mais ver essa sua cara pálida, e nem seus cortes que me causaram vergonha de tão profundos.

— Não ouse falar dos meus cortes, eles tem um propósito, e a maioria deles, foram por culpa de vocês! — O silêncio tomou conta daquele automóvel -

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.