Sonhos Bizarros:
1 Primeiros de muitos.
Notas iniciais
* Todo capitulo será diferente, então leia aquele que você quiser. ok?
Espero que gostem ^^
Não vou dizer que sou a primeira a ter uma ideia como está. Uma ideia bizarra de contar meus sonhos bizarros, sonhos que tenho toda noite, sonhos no qual fico pensando por dias até esquecer, se eu conseguir esquecer. E na verdade quase sempre não entendo esses sonhos loucos e às vezes pesadelos. Mas quem nunca teve um pesadelo? Ou um sonho no qual está caindo? Ou até mesmo comendo algo? Ou se afogando? Ou beijando um cara legal? Hen? Fala sério já até sonhei que abraçava minha diva Jorja Fox e em outra noite que corria atrás da Bella grávida, de crepúsculo, ao lado de Edward Cullen e sinceramente, parávamos em uma grande casa cheia de pessoas que tinham acabado de chegar de uma viagem de igreja, apesar de ter dois caras nus jogando vídeo game, que coisa não?!
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Dizem que quanto mais cansados estamos, mais criativo é o nosso sonho... Odeio essa parte...
A tarde está tão clara como qualquer outro dia de verão. Eu, Minhoco, Sam e Drica, estávamos na varanda do segundo andar em nossa humilde residência, olhando o grande céu azul sem suas finas camadas de nuvens.
Drica encosta-se à parede enquanto olha o céu. Sam e Minhoco conversam algo que seja lá o que for é bem engraçado porque eles não param de rir, enquanto eu estou de pé apoiada no parapeito olhando o imenso coqueiro que atrapalha a minha visão pra rua.
- Olha aquilo ali. – olho para o lado achando estranho, porque há um minuto Minhoco e Sam estavam sentados conversando e agora eles estão grudados no parapeito olhando intensamente para a direção ao grande morro. Mas quando olho também para onde ele está apontando fico assustada e aquela angustia me apavora, porque não é a primeira vez que vejo uma coisa como esta.
- O que é aquilo? – Sam pergunta dando alguns passos para trás.
- Meu Deus, vamos entrar. – quase sussurro, sem tirar os olhos do céu.
Coisas voavam pelo céu, tudo quanto é tipo de destruição caminhava pelo céu.
Navios, tanques de guerra, foguetes, aviões e tudo o mais.
- Não parece ser um ataque terrorista! – Sam falou olhando os elementos voarem em nossa direção, ficando cada vez mais próximos.
- Claro que não é. Não temos tecnologia pra fazer tanques de guerra voar. – falei quase num berro, sentindo que eu morreria a qualquer momento.
- Pode ser alienígenas. – Minhoco me olhou rapidamente, seus olhos sendo verdadeiros ao máximo.
- Pode ser. – Sam respondeu, seu cabelo curto voando em seu rosto claro.
Ficamos olhando petrificados aqueles objetos chegando mais perto a cada momento, até que o barulho deles caindo ficou estrondoso e um míssil se aproximava em alta velocidade, caindo em cima do carro da nossa vizinha. Soltei um grito de medo.
- Droga! – Minhoco também gritou – Porque não caiu em cima do nosso carro? – ele franziu a testa.
- Você acha que o governo vai te dar um novo carro? – Sam o encarou enfurecida – Isso é obra de E.T.
Eles estavam discutindo em uma hora dessas? Não acredito. Eles são podem estar loucos.
Olhei para o céu, onde não havia mais nenhum objeto sobrevoando a área, então voltei a olhar o míssil que deixou o carro em ruínas.
- É só isso? – perguntei mais para mim mesma – Ele não faz nada?
Foi só eu perguntar e a bunda do míssil pegou fogo, fazendo o bico dele ficar em direção para o céu e subir.
- Vou pegar o lençol. – entrei em casa, indo até o meu quarto às pressas e pegando um cobertor e logo voltando pra varanda, mas quando abri a porta algo aconteceu.
Um barulho alto ecoou por todo o canto, o míssil explodiu. Cacos de vidros foram jogados pra tudo quando é lado. Todo o lado esquerdo de meu corpo tinha caco de vidro, Sam soltou um berro e quando a olhei seu olho sangrava. Minhoco a abraçou e ele também tinha caco de vidro em algumas partes do corpo. Uma lágrima saiu de meus olhos, senti meus lábios pesados, tateei ele, sentindo algo pontudo e grande agarrado nele, chorando fechei os olhos e puxei o enorme caco de vidro de meus lábios, sentindo uma terrível dor.
Drica não parava de rir. Sua perna estava sangrando, mas ela não parava de rir. Que inferno. Que graça ela está achando?
- Vamos sair daqui. – Minhoco gritou quando viu um avião gigante fazer algumas manobras estranhas que nunca achei possível um avião fazer.
Desci as escadas correndo achando que os vizinhos poderiam achar que a culpa era minha e da minha família por tudo estar acontecendo. Foi quando o gigante avião estacionou no meu quintal. “Ótimo, os vizinhos vão nos matar.” Fiquei apavorada, um E.T iria me matar ou um agente do governo.
- Oi Minhoco.- a porta no grande avião se abriu mostrando Vivi e um homem na cabine com roupas de couro bem engraçadas. Tive de rir.
Minhoco e Sam estavam ao meu lado, ainda feridos, mas felizes.
- Viemos buscar vocês. – Vivi, minha prima, gritou feliz demais pro meu gosto, mas fazer o que? Fiquei feliz por ela e sua nave estranha aparecerem para nos levar a um lugar seguro.
- Entrem. – falei empurrando Minhoco com Sam.
- Kary você terá de ficar. – Vivi disse com um toque de tristeza no rosto – Até você voltar com uma... ... ....
Nas melhores partes é que o sonho acaba. Meu celular tocou!
Humor: Curiosa.
Notas finais
Obrigada as pessoas que começarão a acompanhar minha historinha.
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