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33 A poeta bêbada.
Notas iniciais
No capitulo anterior:
– O que acha? bebendo vodca, eu amo. — Ela diz completamente embriagada. — Tenho que afogar minhas mágoas aqui, há jeito melhor? Não. -Ela pergunta ela mesma responde. Estava cambaleando e tonta, parecia não conseguir ficar em pé, era aterrorizante ver aquela cena de quinta.
– Vem cá vamos dar um banho em você, te arrumar, e comprar um Halls também. -Eu digo e levanto, ela se desprende de mim.
– Só mais uminha. — Ela diz com voz de bêbada, sem conseguir falar direito.
– Aria não vem comigo e com a Spencer, você já bebeu demais por hoje,na real excedeu muito o máximo que poderia beber. — Emily diz tentando puxar a namorada.
– Você não é minha mãe. — Aria diz.
– Sou sua namorada.
– Ainda você vai me deixar pela Ali que sei, eu não presto logo vai me chutar se não ficar com Ali, consegue outra. — Ela diz e chora um pouco.
– Eu te amo Aria.
– Mas vai se decepcionar comigo e me esquecer.
– Não vou. — Emily diz nitidamente abatida.
– Aria a culpa não é sua. -Eu digo. — Você não tem nada a ver com a tentiva de homícidio contra mim. — Eu choro um pouquinho.
– Porque tudo acontece comigo Spence, porque, o que fiz para merecer isso, me responde?- Seu choro agora era de raiva, raiva da vida.
– Eu sei muita coisa está acontecendo contigo ao mesmo tempo, contudo tambpém sei que vai superar, tenho certeza disso, pois está é Aria que eu conheço. — Ela me abraça e chora no meu ombro e diz a Emily. — Eu te amo Em, não me deixa.
– Eu também, nada de mal mais vai acontecer a você, pode esperar, eu vou tre proteger de tudo.
– Eu também — Eu digo.
– Muito obrigada a vocês, por serem minhas amigas e por uma de vocês ser a minha namorada. — Ela diz chorando e faz uma cena clássica das pessoas alcoolizadas e canta uma música que ninguém entende e que com partes cortadas. Exemplo a música diz, você é minha e sou apenas sua, ai a envodcada canta somente as palavras apenas sua, eu comecei a rir e levamos ela para tomar banho.
Fim do capitulo anterior.
[Spencer P.O.V on]
Dois dias se passaram, desde o dia que eu me deparei com aquela cena pífia, Aria veio até mim para me pedir ajudar, um conselho, ela queria muito saber lidar com todos esse problemas.
– Spence, eu preciso que você me diga o que fazer, como eu suporto tudo que isso, por favor me de uma luz. — Ela diz desesperada.
– Primeiro, bebendo não vai solucionar nada, fazendo isso só está deixando tudo maior, segundo, você sabe que sempre pode contar comigo, se necessitar de um abraço eu vou estar aqui por você, terceiro, eu sei o que o eu direi é muito clichê, porém falarei igualmente, tudo passa Aria. — Faço um carinho no ombro dela.
– E como eu parar de pensar na Ali com a Emily, elas tiveram uma conexão muito forte no passado. — Aria parece abatida.
– A palavra-chave é passado. — Eu digo ela dá um sorriso pequeno.
– Você sempre sabe o que dizer, por isso eu te adoro tanto Spencer, não te adoro não, te amo amiga. — Ela me abraça, fico feliz por ajuda-la.
– Eu também te amo amiga. — Nos despedimos e ela parece bem contente.
[Spencer P.O.V. off]
Duas semanas, se passaram desde o dia que Aria tinha sido encontrada totalmente embriagada, o namoro dela com a Emily estava indo de vento em polpa, tudo saía como planejado, elas estavam felizes, aparentemente nada poderia atrapalhar aquele romance, até que:
– Aria o que isso? — Emily encontra uma garrafa de whisky na bolsa de Aria, que não tem como explicar.
– Foi A, ele é o Ezra é claro que quer nos prejudicar, eu tenho certeza, não fui eu, eu juro Emily. — Ela diz, realmente a garrafa não era dela. Contudo ela bebeu duas vezes escondida da Emily dias antes.
– Eu não sei se acredito em você Aria, você sempre faz isso, tem um problema se afoga na bebida, isso é uma doença, você deve procurar alguma espécia de ajuda profissional, psicóloga, algo do tipo, quem sabe você não pode falar com a conselheira pedagógica do colégio.
– Eu to falando a verdade, não é meu, Foi A, eu estou livre disso Emily, não tenho problemas com bebidas, só tenho que me afastar por uns tempos e depois voltar a beber socialmente. — Aria diz pensando que sua namorada não confiava nela isso a deixava abalada e com vontade de despejar sua melancolia em uma garrafa cheia de alcóol, de qualquer tipo por mais barata que fosse.
– Você tá pensando em voltar a tomar alguma coisa, como quer eu admita a sua versão. — Emily diz irritada.
– Socialmente, não ficar ai jogada pelo cantos como se fosse uma mendiga qualquer. — Aria olha nos olhos de sua namorada.
– Eu vou ficar de olhos bem abertos, não quero saber de você daquele modo novamente. — Emily fala bem séria.
– Prometo que não vou repetir.
– Tudo bem, agora eu tenho que ir amor.
Ao chegar em casa, Emily recebe uma SMS em seu celular, ela abre tem arquivos de foto em anexo e ela abre.
Ao ver o que tem a foto Emily fica possessa, era Aria pegando uma Vodca da adega de seu pai e bebendo, nas fotos apareciam a letra A. ela pegou o carro e foi direto para casa da namorada.Ao chegar lá Emily forte na porta com fúria, até que Aria atende, Emily mostra a fotografia e pede explicações.
– Aria pode me explicar o que isso?
– Eu, eu, eu.. não posso. — Ela tenta , mas não consegue.
– Você bebeu e pior mentiu na minha cara, disse que não ia beber mais, e que aquela era última vez.
– Mas foi só um pouquinho. — Ela diz tentando um pretexto.
– Mentindo de novo, isso parece um pouquinho.- Emily mostra a última foto. Na foto aparecia Aria aparecia com a garrafa pela metade no quarto dela. — Eu não faço idéia de como seu pai não deduzia nada.
– Eu bebi a metade e depois e a outra metade fiz um doce e disse que tinha colocado tudo no doce. — Aria diz constrangida. — Mas eu tava triste, eu vi fotos suas com Alison, me veio mil coisas a cabeça.
– Para de se desculpar, você tem que tentar resolver isso.
– Eu não vou falar com ninguém sobre isso.
– Eu só não termino o namoro agora, porque você tá doente. — Emily sai irritadissíma e Aria chora muito.
Aria tenta escapar de suas mágoas ficando ébria de novo. Pega o dinheiro que havia em seu bolso e compra uma garrafa de gim, vai para sua casa liga aproveita que ninguém está em casa e coloca uma música “ Welcome to my life — Simple Plan” pega um copo e devagarzinho senta no sofá coloca o Gim no copo e traga.
–Essa fase do Simple Plan é ótima, porque será que eles mudaram tanto. — Fala sozinha.
– Aria tá ai? — Pergunta Mike, que não escuta a resposta e vai embora. — Se estiver diz ao papai que eu vou uma festa e já volto.
Emily arrependida de ter pego um pouco pesado com Aria, vai à casa do seu amor, pedir desculpas por ter sido tão dura com ela. Primeiro tenta ligar para o celular da Aria a fim de avisar que está indo até sua casa, mas Aria não atende o telefone e acaba caindo na caixa postal e então vai do mesmo jeito. Ao chegar lá:
– Aria, o que você tá fazendo? — Emily pergunta apavorada ao ver Aria naquele estado, não existia muita diferença entre como estava agora, ou como a encontram há algumas semanas.
– Eu nada,ué. — Fala na maior cara dura.
– Você está péssima.
– Péssima está você, vai namorar aquela azinha,eu sei que você quer, vai dar uns beijo na boquinha da Ali.
– Eu não, quem disse que eu tenho vontade de beijar ela.
– Diz que não tem, que nunca passou na sua cabeça isso.
– Não.
– Mentira. — Aria diz e quebra o copo o jogando na parede.
– O que você acha que sou? uma vagabunda qualquer.
– Estaria errada se suposse isso de você.
– Eu não acreditando no que estou ouvindo agora. — Para Emily era difícil fiar-se que Aria tinha essa concepção dela.
– Considero totalmente plausível o que a pouco indaguei, estou manguaçada e continuo a falar bonito.
– Aria como pode me humilhar assim e manter tranquila sem remorso algum, eu que tanto te amo?
– Sai daqui você só me tortura, causa atribulações, a dolência que faz segurar esse copo foi iniciada por você, porque você nunca disse que a esqueceu, me conta, é a motivação de toda minha exulceração.
– Aria para de ser grossa. — Emily saí e Aria dando por si sobre a besteira que acabara de cometer.
[Hanna P.O.V on]
Hoje, fiquei em casa mesmo com a Spencer, ela andava preocupada coma Aria, e também gastava muito do seu tempo bolando um plano para provar que Exra Fitz era o mentor dos crimes cometidos contra ela e Ali, estava disposta a assumir qualquer risco por isso. Ela carecia que eu tirasse ela um pouco desa realidade, minha missão era dar um jeito para ela conseguir focar em qualquer coisa que não tivesse conexão Aria ou Mr. Fitz. Resolvi pegar uns filmes para nós.
– Oi Han.
– Oi Spence.
– Então o que faremos?
– Assistir um filme, conversar um pouco, dar uns amassos, essas coisas de casais. — Levo ela até o meu quarto.
– Parece interessante. — Ela respondendo subindo as escadas. — Amor, que filme escolheu?
– Clube da luta, por alguma razão misteriosa, você venera ou venerava esse filme. — Eu não estava exagerando.
– Acho que sei mais como é o filme, mas se eu verdadeiramente apreciava de tal forma como está expressando, provavelmente não será complicado para mim asssitir ele e reverenciar o seu conteúdo.
– Que esteja certa.
– Lendo a sinopse, parece estimável, quase certeza que inventei essa palavra. — Os comentários eram genais, a crítica o louvava.
– Tudo bem me convenceu.
– Quem me conveceu foram os crítico suas fases são um tanto uanto contundantes sobre ele.
Vimos o filme inteiro, durante todos os mintuos SPencer fica parada o admirando, eu fico muito radiante, divertia-se. É satisfatório, ver ela esparecendo de todas as coisas que a perturbam.
– Adorei o filme. — Ela diz risonha.
– Eu também. -Me sinto brilhante, prazeirosa por proporcionar isso a ela.
– Lisonjeada por se incomodar tanto com o atordoa, é exultante que alguém me queria tão bem. -Um colorida preenchia aquele lugar.
– Como você descobriu que eu preparei isso somente para deixar você assim. — Digo surpresa.
– Eu conheço você como ninguém conhece por dentro.
– Fala coisas bonitas. — Eu digo, pela primeira vez em dias a Spencer está bem-humorada, e isso para mim é o paraíso.
– Você é lépida, é uma pessoa que transmite a comprazimento, ou seja, risos. “Nos teus mais doces lábio ficam os meus livres do pecado”. — Ela disse e meu olhar se perdia no dela, as, não resisti a beijei.
– Citou algum grande autor?
– William Shakespeare.
– Qual livro?
–Romeu e Julieta.Li ontem isso, eu amei, acho que tem algo que liga eu a essa epígrafe, quisá o livro completo inspira o nosso relacionamento.
– Hastings Capuleto.
– Marin Monteqeuio.
– Hanna você é basicamente a pessoa que me move, que permitir a mim anda e isso é meu mesmo.
– Quando não tem nada mais que comova mim, lá vem minha namorada e me fala tão linda declaração.- Falo sensibilizada.
– Sou boa nisso.
– Tem outro discuro ou Shakspeare para eu ouvir?
– “A vida nada mais é do que uma sombra que passa, um pobre histrião que se pavoneia e se agita uma hora em cena e, depois, nada mais se ouve dela.”, MacBeth.
– Quero mais. — digo a dando outro beijo.
– “Morrer — Dormir — Dormir — Talvez sonhar.”, Hamlet. -Ela diz, fico fascinada, ela sabe de tanto.
– Deslumbrante.
– Deslumbrante é sua beleza, Expldoroso o seu ser.
– Spencer Hastings?
– Sim. — Beijo sem querer largar nunca mais.
[Hanna P.O.V. off]
Aria manda flores para Emily, que sente vontade de despeja-las no lixo, e não faz pelas flores, quando ela entra em sua casa, Aria está a esperando, de cara fechada Emily não se estava a vontade. Contrita pelas palavras que dissera antes, Aria tem mais uma carta na manga para ser digna de perdão, confiava muito que conseguiria a reconciliação dessa vez, ela a apresenta.
– Aria flores não vão mudar nada.
– Por isso eu trouxe isso.
– Isso é um violão, eu não sei tocar.
– Eu sei que não, mas eu sei. — Aria começar a tocar e cantar.
“ Emily, é o nome do amor,
Emily, entrou e tudo mudou,
Emily, Te causo muita dor,
Emily Creio que Ali já passou.”
– Emily, eu sei que não deseja ficar com Ali, é que ela é tão, tão magnífica, atraente, talvez a palavra correta seja interessante ou encantadora, melhor sedutora é isso, e eu sou uma baixinha sem graça, possuo tão poucos atrativos, sou uma garota que não não tem nada de especial, ume pobre coitada,tenho muito medo de te perder, porque você iria me escolher? — Aria diz
– Nunca mais repita isso, não se subestime, você é muito mais interessante do que reputa, nem imagina ser poder de sedução, e eu suspeito que se fosse menos apaixonante que Ali, as pessoas te trocariam por ela, não o inverso.
– Você é tão maravilhosa. — Eu digo e ela me beija, presumo que ela aceitou a minha tentativa de redenção.
– Você estava certa sobre uma coisa, eu não disse que esqueci a Alison. — Emily diz respirando fundo.
– E…
– Eu não esqueci a Ali.
– Eu sabia. — Diz Aria cabisbaixa.
– Calma não me deixou terminar, eu não esqueci a Ali, mas eu não sinto mais nada por ela, eu tenho recordações bom e ruins com ela, nunca olvidei como ela me tratou quando revelei minha paixão. — Nos beijamos.
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