Something Different
2 Não pode ser.
Notas iniciais
Bem espero que gostem do capitulo, eu gostei dele um pouco. Mas gostei por causa do momento... não vou falar kkkk.
O ocorrido com aquele certo feiticeiro ficou para trás. Eu não comentei com ninguém aquilo e também não queria ninguém pegando do meu pé em questão daquilo. Era simples, só bastava eu esquece.
– Posso dormi aqui? – Me assustei com a imagem da Mary de camisola na porta.
– Pode sim. – Sorri. Ela saio da porta e se acomodou na cama. Ultimamente a Mary vinha dormi na minha cama, isso tinha começando a acontecer quando meus pais começaram a briga. Eu não liguei muitos, todo casal briga. Mas a Mary estava começando acha que era algo serio.
A Pim já tinha ido pra casa dela, depois do que ocorreu na Itália. Eu fiquei de castigo e minha mãe meio que expulso ela daqui de uma forma educada, se é que existe.
Desliguei o notebook e fui me deitar. E os gritos começaram, meus pais gritando na sala. Eles poderiam pelo menos ter a decência de não fica gritando, que pensasse em mim e na Mary.
Senti a Mary chora, ela me abraçou mais forte.
– Liz...- Ela sussurrou meu nome.
– Vai fica tudo bem. Passa.- Abracei ela e comecei a mexer no cabelo dela, ate que ela parou de chora e dormi-o.
Era minha vez de dormi, precisava descansar. Amanhã teria aula e estaria de folga. Foi o dia que tirei para sair com o Jacob. Minha mãe não sabia disso e nem podia desconfiar, ela pensava que eu estaria trabalhando.
Adormeci.
Quando acordei no outro dia, a Mary já não estava mais na minha cama. Ela estava no chão, com o coberto dela. Ela estava deitada olhando pro teto, como se lá houvesse um céu de infinitas coisas e fosse bom de se admira.
– Hey. – Pulei da cama e fui ate ela. Me agachei e fiz cosquinhas na barriga dela.
– Para. – Falou ela entre risada. Era tão bom vê aquela menina rindo, que eu me peguei rindo junto.
Ela pulou em cima de mim e começou a fazer cocegas em mim.
– Aff, não vale. – Falei rindo que nem uma louca.
– Vale sim. – Ela parou e continuo em cima da minha barriga.
– Vamos anã. Tenho aula. – Ela se levantou eu me levantei junto. Ela saio do quarto.
Eu fui tomar um banho e logo tratei de procura uma roupa pra me vesti. Coloquei uma calça jeans normal, uma regata preta e uma blusa de frio leve. Já que felizmente hoje fazia uma pouco de sol.
Coisa rara.
Peguei minha bolsa e desci. Tomei um café da manhã rápido, e sair correndo pra escola. Tanto que esqueci meu celular em casa. Merda!
Quando cheguei na escola já estavam fechando o portão. Corri e o homem o deixou aberto. Sair correndo entre os corredores, eu tinha Inglês agora, pelo menos é o que acho.
Bati na porta e ouvi um "entre".
– Olá Srta. Bloond. – Falou a professora de inglês.
– Olá. – Sorri. E me apressei em senta em alguma cadeira qualquer.
– Isso que dá fica ate horas da noite no computador. – Falou a Brianna.
– Acontece. – Sorri e peguei meu caderno.
Ouvi um toc-toc na porta. Todas as cabeças se viram pra porta. A professora falou um "entre". E a pessoa entrou.
O lápis que estava na minha mão caio no chão.
Eu não acreditava naquilo. Por que toda pessoa que eu conheço do nada na rua, tem que vim para aqui, na mesma escola que eu estudo. Acho que vou mudar de cidade.
Sim, era o feiticeiro misterioso e um pouco louco, bem um pouco não, muito.
– Olá. Você é?- Perguntou a professora com uma expressão entediada.
– Sou Sebastian Cooper. – Ele sorriu e olhou diretamente para mim. – Mas que surpresa.
– Alguma coisa? – Perguntou a professora.
– Não. É só que encontrei uma amiga antiga minha. E bom saber que ela está aqui. – Ele continuo olhando para mim. Todos os olhares se viraram para onde ele estava olhando, eu.
– Você conhece um gato desses? – Perguntou Brianna me cutucando.
– Não queria conhecer.
– E seu. – Ele saio do lado da mesa da professora. E foi se aproximando de uma cadeira vazia que ficava a uma atrás de mim. Ele pegou o meu lápis que tinha caído no chão.
– Pode ficar. Realmente não o quero mais. – Respondi virando a cara e olhei fixamente para lousa.
– Como quiser, feiticeira. – A ultima palavra ele falou bem baixo e foi como se o vento o tivesse trazido ate a mim.
Eu o fuzilei com os olhos.
Eu não devo ter nascido para ter sorte.
Respirei fundo e tentei presta atenção na aula. Eu consegui em parte. Pois bem, a Brianna não deixou com o papo de Sebastian meu amigo e eu sendo mal educada com ele. E também tinha as fofocas que rolavam solta pela sala.
O povo que não tem mais o que fazer.
***
Eu estava com o Jacob, na beirada de um penhasco. Eu não acredito que ele me trouxe ate aqui, eu não acredito ainda que vou pula daqui.
Não era para eu pular, o Jacob não queria isso. Ele só tinha vindo aqui por alguma coisa que eu não me recordava. Mas eu acabei descindido que queria pular e bem ele não consegui-o me convencer de outra coisa.
– O negocio do feiticeiro. Como você sabe que ele é realmente feiticeiro? – Perguntou o Jacob sentado ao meu lado. Eu tinha contado pra ele sobre o ocorrido na rua. Eu tinha prometi esquece, mas bem ele apareceu na minha escola, não nada pra esquecer.
– Ele falou que eu tinha traído a nossa raça. Então ele é um feiticeiro.
– Ele pode ter te enganado. Vai que ele seja um vampiro.
– Acho que não. Ele não viu minha cicatriz. Mas vamos logo, eu quero pular daqui. Nunca vou senti tanta adrenalina. – Me levantei tirei a regata que eu estava usando e fiquei só de sutiã. Pelo menos eu usava um sutiã descente, era um preto com detalhe de rendas e uma laço rosa escuro na alça.
– Vai pular de roupa intima? – Perguntou o Jacob me olhando.
– Vou sim. Não quer que eu pule de roupa, né? – Eu tirei a calça jeans, e coloquei outros objetos no chão. – Pare de me olhar. – Falei me agachando.
– Ok. – Ele jogou as mão para trás e tirou a camisa. Uau!
Posso comentar uma coisinha? Esse garoto, tem um tanquinho que qualquer garoto pediu a Deus. Me aproximei dele e toquei a barriga dele, fiquei passando o dedo pra cima e pra baixo.
Ele riu um pouco de mim e me puxou para um beijo. Quando acabamos fomos pra perto da beirada do penhasco.
– Tem certeza que quer pular? – Perguntou ele me olhando serio.
– Está com medo? Claro que quero.
– Eu com medo? HAHA! – Ele riu e pulou.
Me deu um frio na barriga assim que eu pulei junto.
Estava ótimo. Eu realmente precisava esquecer meus problemas, afinal sou uma adolescente como outra qualquer.
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