Something Different
8 Mas um estranho.
A primeira coisa que fiz ao chega em casa foi deita na minha cama. Eu precisava fica só e relaxada, precisava era limpa minha mente de todos os problemas. Mas eu tinha um a resolve, precisava saber o que aconteceu com o Jacob. Não era ele, aquele que falava comigo. Será que isso tinha a mão do Sebastian? Bem provável.
– Olá. – E de repente apareceu o Robert na minha frente .
– Olá.- Falei mel humor e virei a cara, a enfiando no travesseiro.
– Mas o que é isso? Você sair daqui com humor mais ou menos e volta péssima. O que foi que aconteceu? Conta. – Ele ficou mexendo nos meus ombros.
– Agora você resolveu se importa? Você é que mudar de humor muito rápido.
– Isso é o de menos. Terá alguma pergunta? Se não eu vou embora. – Falou ele parando de mexer em mim.
– Esse cara só pode ser bipolar. – Resmunguei. – Depois eu te pergunto. Preciso fica só e pensar.
– Vai ser impossível. – É por que eu adorei o joguinho que sua irmã tem, ele faz um barulho danado eu vou jogar.
– Tchau. – Resmunguei.
– Chata.
Mas ele tinha falado serio, o jogo realmente fazia o som dos infernos. Eu não iria fica naquela casa nem mais um segundo. Peguei minha bolsa e pulei a janela. A janela já tinha virado a porta da minha casa.
Eu fui andando pelas ruas ate encontra um cafeteria. Ela era simples, em cores marrons dês do marrom escuro ao mais claro. Tinha um cheiro de café bom.
Me sentei numa cadeira que dava para janela, apesar da vista não ser nada bonita. Só uma rua que passava carros de vez em quando.
– Olá. – Falou a garçonete.
– Olá, me de um cappuccino. – Sorri ela se foi.
O que poderia ter acontecido com o Jacob? Merda de pergunta que não quer sair da minha cabeça. Talvez ele surtou de vez e resolveu ter um ataque de ciúmes. Mas eu sabia que essa não era a resposta.
O sininho que havia em cima da porta avisou que chegava gente. Eu olhei para vê quem era, nada de interessante, só um grupos de amigos. O que achei esquisito, um grupo de amigo vem para cafeteria.
– Está aqui. – Falou a garçonete com o meu cappuccino.
– Obrigado. – Eu peguei a pequena xicara e ri com o que havia ali. Tinha um pequeno coração desenhado. Fofo.
Tomei um golo de café.
– Oi. – Me assustei com a voz masculino que tomou conta dos meus ouvidos.
Olhei para cima. E lá tinha um dos garotos que havia entrado junto com o grupo de amigos.
– Olá. – Sorri e voltei atenção para meu café.
– Uau! Já vi meninas mas educadas.
– Eu costumava ser. Ate vê que cada estranho que entra na minha vida deixa um estrago. – Voltei atenção para ele. Ele tinha um sorriso no rosto.
Era um garoto simples. Tinha a pele meio morena, cabelos escuros meio castanhos e arrepiados, olhos de um mel lindo. Ele meio alto, e usava umas roupas de marca.
– Elliot. E prometo não fazer estrago na sua vida. – Ele deu um sorriso de canto.
– Vai acaba acontecendo, mas já lhe conheci mesmo. Lizzie. – Sorri.
A conversa com o tal de Elliot foi banal. Ele ficou perguntando do que eu gostava o que gostava de fazer, ele meio que ria da forma como eu respondia.
– Acho melhor eu ir. – Sorri e me levantei da mesa. Já tinha pagado o cappuccino.
– Tchau. – Ele pegou a minha mão e passou algo pra ela.
Eu só fui vê o que tinha na minha mão lá fora. Era o numero de telefone. Ele me deu o telefone dele, ai meu Deus.
Fui andando ate a minha casa. Mas parei no meio do caminho quando ouvi uma voz, um grito. Eu já ate sabia de quem era.
Fui chegando mas perto da casa, era uma casa simples. Havia uma janela ali que estava sem cortina, eu me aproximei dela e fiquei espiando.
E me assustei com quem vi lá dentro.
Havia lá dentro o Sebastian e o Jacob. E o Jacob parecia está no estado de transe. Esquisito.
– Espiando o que? – Me assustei. Olhei para trás e lá estava o Elliot.
– O que faz aqui? – Perguntei incrédula.
– Nada.
– Você me segui-o? Isso não importa. Faz um favor, saia daqui e vá pra casa.
– E por que eu faria isso?
– Por favor. Vá logo. – Implorei, mas nada ele fez.
Ouvi o Sebastian murmura alguma coisa em outra língua. Feitiço.
Não me importei se o Elliot estava ali ou não. Arrombei a porta daquela casa e entrei com tudo.
– Mas olha que vejamos aqui. – Falou o Sebastian com um sorriso irônico.
– Ate que ponto você vai? Hipnotiza meu namorado.- Falei olhando seria pra ele. Apesar de está incrédula com tudo isso.
– Quero lhe vê só e triste. Quero fazer da sua vida um inferno, aberração.
– Você pode fazer o que quiser comigo. Mas chega, com quem eu amo você não vai toca mas nenhum dedo. – Eu conjurei uma rajada de agua que formou uma corrente, ela ficou parecendo uma espécie de mão e foi de encontro ao pescoço do Sebastian.
A agua apertou o pescoço dele. Mas não adiantou muito ele não caia no chão.
Mas vamos vê agora. Corri numa velocidade não humana ate a cozinha, peguei uma frigideira e bati com ela na cabeça do Sebastian o que fez ele cai mole no chão.
Agora funcionou.
Eu tentei desperta o Jacob do transe que ele estava, mas nada funcionava. Ate que ouvi a voz de uma pessoa que eu queria muito vê.
Era o Robert.
– Você sempre precisa de mim. – Ele deu um sorriso de canto e murmurou alguma coisa em outra língua. O que fez o Jacob acorda do transe.
– Que lugar é esse? – Ele perguntou meio desnorteado.
– Canto nenhum. – Respondi e dei um beijo rápido na boca dele.
Mas ouvi um barulho vindo do lado de fora. E me lembrei que o Elliot estava lá fora.
Corri para lado de fora e deixei o corpo do Jacob com o Robert.
– Eu disse, todo estranho que conheço faz um estrago na minha vida. Te contarei algumas coisa, mas poucas. – Sorri pare ele e dei minha mãe para ele pega. Mas ele continuava me olhando com um olhar de medo.
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