Something Different

10 Descubro mais sobre o Sebastian.


Notas iniciais
Alguma coisinha ira aparece nesse capitulo, não sei se vocês vão fica surpresos mas acho que sim.
Espero que gostem e me diga o que acharam do capitulo.

Quando me acordei me recordei da noite e o dia que eu tinha passado ontem. Me virei na cama e percebi que o Jacob ainda continuava ali do meu lado, aquilo fez surgi um sorriso no meus lábios.

Deixar eu vê, hoje é sábado. E por incrível que pareça eu estava livre de trabalho hoje, mas não livre de castigo. Suspirei fundo.

– Bom dia. – O Jacob abri-o os olhos e ficou me encarando.

– Bom dia. – Sorri. Ele ia se aproxima de mim para beijo, mas afastei o rosto e pulei sobre ele saindo da cama.

– O que foi? – Perguntou ele virando o corpo e olhando para mim.

– Banheiro. – Disse procurando alguma coisa para coloca nos pés mas nada encontrei então fui descalça.

No banheiro eu escovei meus dentes e passei uma agua pelo rosto e dei uma arrumadinha nos meus cabelos que estava péssimos.

Quando sair do banheiro o Jacob ainda me olhava de um jeito esquisito.

– O que foi? Eu precisava escova os dentes primeiro. – Sorri e me aproximei dele para dá um beijo, ele me segurou pela cintura e me levou de volta para cama eu fiquei em cima dele ele não reclamou.

Quando terminamos o beijos me deu um ataque de risos que eu não consegui conter e o Jacob começou a rir junto comigo.

– Deixar eu ir, antes que sua mãe apareça ai e me mate. – O Jacob falou me colocando do outro lado da cama.

– Afê, droga! Bem que eu poderia mora sozinha. – Sorri e fiquei sentada na cama quando o Jacob saio. E foi naquela hora que eu percebi que ele estava sem camiseta, nada demais.

– Mas você não mora. – Ele se agachou a minha altura para me dá um beijo. Como eu queria pode passar um dia inteiro com o Jacob, sem nada para nos atrapalha e sem nada para atrapalhar a minha mente.

Sorri quando ele pulou pela janela. Só.

Troquei de roupa colocando um vestido preto. Não sei por que a ideia do vestido preto, mas ele estava jogado no guarda roupa e me deu uma vontade imensa. Me senti como a menina da capa do livro “Fallen”. O vestidos era médio ia ate o joelho, de saia rodada, era preto com um detalhe de fita na frente na região dos seios e de renda.

Quando desci para a sala me mãe me olhou espantada.

– Dê de quando você gosta desse vestido? – Perguntou ela de olhos arregalados.

– Sei lá ele estava no guarda roupa me deu vontade de vestir.

– O vestido de uma feiticeira que morreu na Guerra. – Sussurrou minha mãe pensando que eu não escutaria.

Era o vestido de um feiticeira, não podia ser mas irônico. Olhei para vestido, dane-se não vou tira nada.

– Mãe vou no parque. – Sorri já indo para porta na chance de ela não lembra que eu estava de castigo.

– Não, lembre-se você esta de castigo. – Falou ela se virando para mim.

Merda!

– Prometi para Mary. – Sorri. Apesar de eu não ter prometido nada á ninguém. Ir para parque com a Mary não faria mal algum.

Ela me olhou desconfiada mas assentiu com a cabeça.

– Mary!- Subi já gritando. Entrei dentro do quarto dela, ela estava sentada na cama.

– Oi? – Ela respondeu. – Por que você tá vestida assim? Vai algum enterro?

– Não, vou ao parque com você. Troque de roupa. – Fui em direção ao guarda-roupa dela e peguei uma meia calça colorida, bota, um vestidinho rosa e um casaco de frio verde claro.

Estava frio lá fora, mas eu nem sentia esse frio e por isso estava de vestido.

– Parque, eba!- Ela gritou e ficou pulando em cima da cama. Eu ajudei ela a coloca a roupa e saímos em direção ao parque.

– Cuidado.- Gritou a minha mãe.

– Você não esta com frio? – Perguntou a Mary para mim, mas eu nem respondi a pergunta dela e sim me concentrei na pessoa que vinha na nossa direção.

– Olá garotinha. – Era o Sebastian ele estava distante da gente mas olhou para Mary e deu um sorriso para ela.

– Não fale com estranhos, Mary. – Falei olhando para ela e colocando ela atrás de mim.

– Estranho? Lizzie você me conhece. – Falou ele com cinismo na voz.

– Infelizmente. E se você pode fazer a gentileza de se retira daqui, agradeço.

– O parque é publico. – Ele se aproximou mas ainda e tocou na cabeça da Mary que estava olhando para ele. Ele ficou ali brincando com os cabelos da Mary.

– Minha irmã e não toque um dedo nela. – Falei pausadamente entre dentes.

– Agora você dirá em quem posso toca e quem eu não posso. – Ele olhou nos meus olhos e puxou o braço da Mary e a minha irmã saio atrás de mim e agora estava nas mãos dele.

A raiva subiu pelo meu corpo. Eu lancei contra o Sebastian uma rajada de águas o que fez ele ir pra bem longe e solta a minha irmã.

– Fica aqui Mary e não saia daqui. – Falei pra ela e fui em direção ao Sebastian.

Ele se levantou do chão e me olhou com raiva.

– Eu falei pra não toca um dedo nela. Não vou deixar você toca um dedo nas pessoas que amo. – Gritei.

– Por favor me poupe ne Lizze, você não teria coragem de matar uma pessoa. Você é pura demais para isso, apesar de que vampiros não são nem um pouco puros.

Ele segurou o os meus dois braços com força o que fez eu fica a centímetros dele e pude senti a respiração dele no meu rosto.

– Você é medrosa demais. – Ele falou olhando dentro dos meus olhos. – Mas sabe que você me lembra uma pessoa, uma garota que eu amava. Ela era assim como você devota ao bem e de uma coragem mas ao mesmo tempo um medo que alguém morresse nos seus braços. E os vampiros o ser que você se tornou matou ela. Por que?

De repente aquela aproximação e aquelas palavras me fez lembra de uma garota. Uma menina bem jovem de cabelos negros, a pele branca, olhos negros com a noite e um sorriso brincando em seus lábios. Eu não sabia o que estava acontecendo comigo, talvez o Sebastian só estivesse me enfeitiçando, mas parecia real.

Fechei os olhos e vi a mesma menina beijando o Sebastian, no caso um Sebastian mas novo. E foi quando eu senti uma coisa quente próximo ao meus lábios, abri o olhos com tudo e me afastei rapidamente do Sebastian.

– O que você é? Me chama de aberração e quer me vê morta, mas depois quer me beija e fica falando de vidas passadas. Quem é você? O que você tem? Por que viveu tanto tempo? – Perguntei ainda atordoada.

– Você é tão burra assim? As pistas que já lhe dei daria uma resposta.

Fechei os olhos e uma lembrança me veio a mente. A mesma menina morta nos braços do Sebastian, ela tinha no pescoço dois furos uma mordida de vampiro. A lembrança foi ganhando mas nitidez eu pode vê a boca do Sebastian suja de sangue.

Quando abri os olhos o Sebastian estava de novo a centímetros de mim e agora ele não estava tentando me beija e sim com os lábios quase no meu pescoço.

– É por isso que me chama de aberração, você só que culpar alguém pelo o que você é. Você só está se auto-chigando, mas é muito cheio de si para isso e eu que sou condenada. Você é pior que eu, pelos não matei quem eu amava. – Eu me afastei dele novamente.

– NUNCA MAIS REPITA ISSO!- Gritou ele contra mim. – Agora sim você acaba de assina sua sentença de morte, você não durara ate amanhã, pequena Lizzie. Morrera na frente de todos aqueles que você ama. – Ele sumi-o de repente.

Eu não acreditava naquilo. Ele era um vampiro eu poderia ser a menina que ele amava em outra reencarnação.

Isso piorava cada vez mais.