Notas iniciais
Olá minha gente!

Demorei mas voltei.

O meu tempo anda bem corrido, por isso tenho demorado bastante para postar.
Espero que gostem desse capitulo, está curtinho mas fiz com muito carinho(melosa não rs).

Boa leitura!

No meio da noite, El Cid acorda e ainda sonolento olha para o lado.

Milena dormia tranquilamente, para não despertá-la, ele se movimenta devagar e sai da cama.

Segue para a cozinha, estava com sede e precisava de um pouco de água.

Enquanto bebia, sentiu um abraço por trás, terminou em um gole só e depois de colocar a caneca na mesa ele se vira.

—Te acordei? – ele pergunta arrumando uma mecha do cabelo dela que estava no rosto.

—Não... apenas senti sua falta na cama. – responde toda manhosa acariciando o peitoral do espanhol.

—Estava com sede, mas foi bom ter acordado, preciso voltar para o santuário.

—Fica mais...eu preciso de companhia. – ela diz fazendo biquinho e olhar de coitadinha.

Mas, El Cid não iria se deixar levar. Sempre ela fazia essa cara e nem por isso ele concordava com suas vontades.

—Você sabe que eu tenho que ir. – responde afastando a morena e indo até o quarto.

Melina respira fundo e vai logo atrás, ela sentia que o cavaleiro estava mais estranho que o normal.

El Cid sentou-se na cama, enquanto colocava as botas, a morena veio por trás e o abraçou novamente, começou a beijar o pescoço e a passar a mão pelas costas largas dele.

O espanhol por sua vez resistia, já sabia que ela o seduziria e tentaria fazer com que ele permanecesse, mas tinha que admitir que era uma tarefa difícil.

Ela sabia muito bem como fazer um homem perder o controle.

Aos poucos a mão dela foi descendo indo de encontro com o membro dele e ao mesmo tempo sussurrava em seu ouvido tudo o que ainda queria fazer na cama.

—Desista, Melina.

—Vamos nos divertir um pouco mais...

Assim que arruma as botas ele se levanta e a deixa na cama sozinha.

Enquanto veste a blusa, a moça analisa cada movimento dele.

—Não quer me dizer o problema?

—Não tenho problema algum.

—Cid você está distante, sei que não é falar muito, mas hoje está pior.

—Só estou pensando na minha missão, partirei amanhã.

—Ficará muito tempo longe?

—Ainda não sei.

Assim que ficou pronto, ele segue até a cama e estende a mão para ela.

Melina dá a mão e em seguida e puxada para os braços do espanhol.

—Mereço um beijo de despedida, meu cavaleiro?

Sem dizer nada, ele a beija. Sua mão percorreu as costas dela até chegar ao bumbum, aonde finalizou dando um leve tapinha.

—Se cuida. – em seguida El Cid saiu.

A morena ficou ali ainda por alguns minutos, depois se levantou e foi trancar a porta.

Algo lhe dizia que a razão para ele estar daquele jeito, era outra mulher.

Como estava sozinha decidiu ir dormir, no dia seguinte teria que arrumar sua banca e trabalhar.

**********************

O dia nasceu lindo, o céu estava limpo e o sol brilhava forte.

Luna nem conseguiu dormir direito, tamanha era sua ansiedade.

Bem cedo já estava pronta, esperava apenas o chamado de sua amiga Sasha.

Andava de um lado para o outro no quarto, uma hora arrumava o cabelo, outra ajeitava o vestido.

Já tinha comido e enquanto fazia o desjejum Agata lhe fez companhia.

Enquanto arrumava o penteado pela milésima vez, ouviu batidas na porta.

Correu e ao abrir deu de cara com Manigold.

—Bom dia, senhorita.

—Bom dia.

—Vim busca-la...Athena deseja lhe ver. – ele diz com seu sorriso debochado.

Luna estranhou o fato do cavaleiro de câncer ir até lá. Mas, como eram ordens da Sasha, ela não questionou.

Fechou a porta e seguiu com ele até o salão do Grande Mestre.

Após alguns minutos, eles chegaram e ao entrar no salão, encontraram a Deusa e o Grande Mestre conversando.

—Tem certeza que quer mesmo levar o Manigold? – Sage questiona com uma expressão um pouco preocupada.

—Não se preocupe, Sage. Vai dar tudo certo. – ela responde tocando de leve o ombro dele.

—Não me acha uma boa companhia para Athena, mestre?

Nessa hora os dois olham para frente e percebem que Luna e Manigold estavam ali.

—Sabe muito bem o motivo da minha preocupação. – responde Sage o encarando com um olhar sério.

O canceriano por sua vez já havia entendido o que o mestre estava dizendo, mas não se abalou, sabia muito bem de suas responsabilidades.

—Bom dia! Dormiram bem? – pergunta Sasha animada.

—Sim. – os dois respondem ao mesmo tempo.

A ninfa estava ansiosa demais e passava isso através de seu rosto e as mãos que não paravam quietas.

—Quem é o outro cavaleiro? – Luna pergunta , enquanto enrolava uma mecha do cabelo.

—Em breve você verá. – Sasha responde, deixando Manigold curioso.

Os minutos passavam e o tal cavaleiro não aparecia, Manigold estava impaciente e a ninfa parecia que tinha uma coceira insuportável, já que não parava de andar de um lado para o outro.

—Athena, tenho certeza que ele perdeu a hora. – Sage diz discretamente para ela, não queria que os dois o ouvissem.

—Ele parece criança mesmo, mas sei que não vai me decepcionar.

Depois dessas palavras ele decidiu se calar, sabia muito bem da competência de todos os cavaleiros de ouro. Mas, isso não queria dizer que não possuíam defeitos.

Logo ouviram as portas se abrirem, eis que surge o tão esperado cavaleiro.

—Esperei tanto para aparecer isso? – pergunta o canceriano fazendo uma cara de tédio.

—Bom dia para você, revoltado. – Kárdia diz enquanto mostrava um sorriso largo e provocador.

Sasha estava feliz, agora que estavam todos reunidos, poderiam partir logo para o santuário de Afrodite.

—Agora que estamos todos reunidos, preciso apenas passar o que será feito.

Todos os presentes ouviram o que a deusa tinha para falar, a visita seria breve, passariam o dia lá e a noite retornariam.

O real motivo não foi esclarecido, Sasha apenas disse que estava com saudades da irmã e que Luna aproveitaria para visitar as outras ninfas.

Kárdia sabia um pouco sobre a situação, mas Manigold ouviu apenas essa versão.

Para ele não interessava saber o porque daquilo, mas queria chegar logo para conhecer o local e as belas criaturas que vivem lá.

Após tudo explicado, Sasha pega seu báculo e diz:

—Vou tele transportar todos nós para lá. Estão prontos?

Todos afirmaram e fizeram uma roda ao redor dela.

Sasha se concentrou e logo uma luz forte tomou conta do salão.

Sage tapou os olhos por causa da claridade e em seguida ouviu a deusa dizer “até logo Grande Mestre”.

Quando tudo voltou ao normal, ele se viu sozinho. Agora era só torcer para que tudo desse certo e todos retornassem bem.

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Ao abrir os olhos, os quatro foram contemplados com a bela visão do jardim de Afrodite.

Era enorme e bem florido, o local transmitia paz e tranquilidade.

Kárdia e Manigold ficaram impressionados, já Luna estava tão feliz que dava para ver claramente em seu rosto.

—Sejam bem-vindos! – disse uma jovem ao se aproximar do grupo.

—Obrigada, é você quem irá nos levar até Afrodite? – questiona Sasha, enquanto os dois cavaleiros analisam bem a moça a sua frente.

—Sim, por favor venham comigo. – em seguida ela começa a caminhar e é acompanhada pelo grupo.

Não andaram muito, logo avistaram um caramanchão. Foram guiados até lá e assim que entraram a ninfa disse:

—A deusa Afrodite pediu para que esperem aqui, ela não demora. Fiquem a vontade.

Todos agradeceram e se acomodaram nas confortáveis poltronas, em seguida vieram 3 ninfas para servir vinho e suco.

Sorridentes e muito elegantes, elas entraram e começaram a servir um por um.

—Gostaria de vinho ou suco, senhor? – pergunta uma delas para Manigold.

O santo de câncer a comeu com os olhos e para não extrapolar em suas palavras, preferiu apenas escolher o vinho.

Como estava na frente de Athena, tinha que se comportar.

Kárdia seguiu o exemplo do colega e manteve a compostura, Sasha até estranhou, pois estava mais acostumada com o lado brincalhão do escorpiano.

—Será que ela demora a chegar? – pergunta Manigold, quebrando o silêncio no local.

Em seguida, uma presença se aproxima, todos se levantam e olham para trás.

—Fico feliz em ver que chegaram bem. – diz Afrodite entrando no caramanchão.

—Minha irmã, obrigada por nos receber. – Sasha agradece e logo vai abraça-la.

—Eu que agradeço a visita, esperava por seu retorno já fazia alguns anos.

—Dois para ser mais exata, não é mesmo? — diz a jovem enquanto arrancava um breve sorriso de Afrodite.

Logo ela olhou para os três que estavam quietos e os cumprimentou também.

A partir daquele momento o dia realmente começou e muitas coisas ainda estão por vir.

Notas finais
Gostaram?

Desde já agradeço os comentários e o carinho de vocês. Incluindo os anônimos :D

Aqui está a imagem do caramanchão do jardim de Afrodite

http://virginiaguimaraes.files.wordpress.com/2011/06/outdoorrooms-3-500x375.jpg

Beijokas até mais!