Notas iniciais
Olá pessoal! Mais um capítulo e com direito a um pequeno hentai. Boa leitura!

Hypnos analisava cada detalhe da jovem,sua beleza era realmente encantadora,mas a tristeza estava estampada em seu olhar.
— Espero que esteja gostando de estar aqui,a muitos anos que eu queria tê-la ao meu lado. — enquanto falava, ele colocava chá em uma xícara de porcelana com detalhes em dourado.
— Eu não deveria estar aqui. — Luna respondeu direta.
Hypnos pegou a xícara e entregou à ela, com um sorriso simpático ele disse:
— Entendo o que está sentindo,não foi trazida de uma forma amigável. — ele caminha até sua cadeira e se senta de frente à ela — Mas eu precisava tomar essa atitude mais drástica,já que Afrodite nunca colaborou.
— Ela me criou da melhor forma e sempre fez de tudo para que eu estivesse segura…no caso longe de você. — Em seguida ela coloca a xícara na mesa sem nem dar um gole na bebida.
— Vejo que nossa conversa será um pouco longa. Mas,não tem problema, quero conhece-la um pouco mais.

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Asmita estava com uma aparência cansada, desde que Luna foi levada,o cavaleiro não dormia direito e passava horas em meditação. Ninguém estranhou o comportamento dele,já era de costume o indiano não dar as caras.
Naquela manhã ele decidiu dar uma pausa e cuidar um pouco mais de si,tomou um bom banho e em seguida foi para a cozinha comer algo.
Em pé mesmo ao lado da mesa,ele comia um pedaço de pão e bebia um chá bem quente. De repente uma pessoa entra na casa de virgem e logo uma voz ecoa pelo ar.
— Senhor Asmita?
Asmita foi para próximo da escada e disse:
— Pode seguir Ester,já deixei avisado que não precisa se pronunciar. — Em seguida ele volta para dentro da cozinha.
Enquanto ia cortar mais um pedaço do pão, ele sentiu que a jovem estava subindo as escadas e isso o deixou um pouco irritado.
— Me desculpe senhor,mas Berna me pediu para limpar a casa hoje. — os olhos da jovem analisaram do cavaleiro de cima para baixo e seu tom de voz saiu diferente.
Ele estava apenas de toalha amarrada na cintura,cabelos úmidos colados no corpo e que belo corpo,pensou ela.
— Eu esqueci que Nina ainda não melhorou do tombo que levou. Tudo bem, fique a vontade,só peço que não faça muito barulho.
— Pode ficar tranquilo,senhor. — antes de dar as costas e sair, ela da mais uma boa olhada no cavaleiro.
Asmita percebe algo,mas se mantém concentrado em seus pensamentos.Queria dormir logo,seu corpo estava pedindo por descanso e quanto mais noites sem dormir ele ficasse,pior seria seu rendimento no dia a dia.

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El Cid caminhava até a arena,sua expressão trazia o cansaço estampado e o mau humor era nítido.Por onde passava as pessoas olhavam de um jeito curioso,faziam alguns dias que a ninfa não era vista pelo santuário e quanto mais o tempo passasse, mais curiosidade despertaria.
Ele ignorava a todos ao seu redor,porém surgiu alguém que com certeza ele daria atenção.
— Passei na sua casa mas você já havia saído. Como está? — a voz era de Sísifo.
— Péssimo,mas tenho que seguir com meus deveres.
— Ficar em casa o dia todo realmente não ajuda,precisa tentar ocupar a cabeça com outras coisas. — Sisifo não sabia mais o que dizer ao amigo,a situação era realmente difícil.
— Eu sei que não vai adiantar,mas agradeço seus conselhos e por ser um amigo tão leal,Sísifo. — um sorriso tímido se desenhou na face do espanhol, fazendo o outro entender e encerrar o assunto.

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Hypnos contava tudo que havia acontecido entre Eva e ele,não escondeu nada e nem mentiu. Luna o olhava com rancor e isso em nenhum momento incomodou o Deus do sono,quando começou a falar sobre Afrodite foi interrompido.
— Eu não admito que fale mal da Deusa Afrodite. Ela me criou com todo amor e jamais permitiu que acontecesse algo ruim ,se não deixou que ficasse comigo é porque já sabia que não seria bom.
— Aqui você teria sido criada de uma forma melhor e viveria como uma princesa, não como uma simples ninfa do santuário dela.
— Se não amou minha mãe, como poderia me amar?
— Filhos são diferentes,um dia será mãe é vai entender o que eu digo. — nessa hora Luna engoliu a seco e procurou manter-se firme.
— O que o senhor pretende?
— Quero que conheça o Palácio, que comece a se habituar ao seu novo lar. E tenho uma tarefa para você. — Hypnos toma o último gole do chá — Será companhia para Hades,não quero mais que Pandora fique muito próxima dele.
Luna arregala os olhos,não conseguia acreditar no que ele tinha acabado de falar. Nos últimos dias no santuário, Sasha havia dito que a reencarnação de Hades nessa vida, era seu irmão Alone. Ela viu a deusa chorar por causa dessa infeliz coincidência.
— Eu não posso aceitar isso… não pode me deixar próxima de um Deus tão perigoso. — rapidamente ela se levanta da cadeira e encara Hypnos.
— Fique calma. — ele se levanta e vai até ela — Eu jamais lhe daria tal tarefa se soubesse que a colocaria em risco.
— Eu servi como dama de companhia a Athena,uma deusa digna e bondosa… jamais serviria para um Deus cruel.
— Irá tocar harpa, flauta, cantar, tornar o dia a dia do nosso Deus mais agradável. Tenho certeza que ele irá gostar e com isso você começa a ter uma nova rotina. — ele segura as duas mãos da jovem e olha bem fundo em seus olhos — Não se preocupe,cuidarei bem de você.
Em seguida ele beija sua testa e com um simples gesto com a mão, ele convoca os 4 deuses do mundo dos sonhos.
Como sombras eles aparecem, estavam ajoelhados em forma de respeito à Hypnos.
— Esses são seus irmãos, Oneiros de sonho, Morfeu de modelador, Icelo de visão e Phantasos de retratista.
Luna observa cada um e o que mais lhe deu arrepios foi Icelo, ao olhar Phantasos ficou surpresa por ser uma mulher no meio deles.
— Oneiros é quem está responsável por você — nessa hora a ninfa olha assustada para o Hypnos — ele irá mostrar o castelo, apresentá-la ao exército e zelar por sua segurança.
Oneiros por sua vez lançou um olhar de cobiça para a jovem, deixando ela vermelha e com raiva. O que ela mais desejava era estar longe daquele homem,mas não seria tarefa fácil.
— Por enquanto está dispensada,amanhã irá começar sua tarefa. Espero que não me decepcione,Luna. — com um sorriso cínico ele se despede da jovem,em seguida Oneiros a leva para fora da sala.

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Asmita estava deitado em sua cama, respiração ofegante e corpo suado. Em seu sonho o clima era bem quente, Luna estava em seus braços e ele acariciava cada parte do corpo dela.
Ouvia ela gemer baixinho em seu ouvido,cada vez que apalpava mais forte seus seio ou coxas,a ninfa se remexia sensualmente em baixo do seu corpo.
Quando ia beija-la mais uma vez,um barulho acabou o tirando daquele sonho tão perfeito.Franziu a testa e ao levantar a cabeça se deu conta de que era apenas um sonho.
Rapidamente levantou e foi até a porta para ver o que havia causado aquele barulho,ao abrir a porta ele deu de cara com Ester.A moça ia explicar que havia derrubado um balde,mas ao olhar o cavaleiro, ela perdeu a voz.
— O que houve? — Asmita pergunta
— A… eu apenas derrubei o balde…me desculpe — a frase saiu cortada e a voz dela trêmula.
— Eu precisava apenas de um pouco de silêncio... — Asmita respira fundo tentando se acalmar.
— Tem certeza que é somente isso que o senhor precisa? — dessa vez a voz de Ester sai firme e em tom malicioso.
— Acha que preciso de algo mais?
— Me desculpe o atrevimento, mas seu corpo já deu a resposta,senhor. — um sorriso se desenhou no belo rosto dela.
Asmita então percebeu que estava ereto e isso devido ao sonho que estava tendo a poucos minutos atrás.O fato da serva ter percebido esse detalhe o deixou mais excitado.
— O que eu preciso não posso ter no momento, então o silêncio já me basta. — ele queria encerrar o assunto logo.
— Posso resolver seu problema e ir embora em seguida,deixando o alívio e o silêncio. — Ester arriscou se aproximar,chegou com a boca bem próxima da boca do indiano.
Asmita sentiu o hálito quente dela, a essa altura seu membro já estava latejando, mas não queria se render.
Ela por sua vez,estava em chamas, a muito tempo não tinha relações.Kárdia a dispensou e desde então estava sozinha,não queria dormir com qualquer um.
— Prometo que não irá se arrepender. — com a mão ela acaricia levemente o braço dele,causando um arrepio em ambos.
— Você é muito atrevida. — dessa vez ele passa seu braço pela cintura dela, puxando a mulher para próximo do seu corpo.
— Pelo jeito gostou do meu atrevime… — ela não completa a frase, Asmita a beija com desejo.
Rapidamente a puxa para dentro do quarto,com o pé empurra a porta e fecha.
A mão dele entrou por entre os cabelos negros dela,ela por sua vez agarrou com uma das mãos o membro dele e fez leves movimentos,deixando o indiano mais enlouquecido.
Eles se afastam por um minuto,a respiração está ofegante e Ester aproveita a pausa para tirar o vestido que usava.
— Quer tirar meu vestido ou posso me desfazer dele sozinha?
— Vire de costas e venha até mim.
Ela obedeceu,assim que se aproximou ,ela sentiu beijos quentes e molhados em seu pescoço, enquanto isso ele ia desabotoando o vestido.
— Nem acredito que irei me deitar com o cavaleiro mais belo do santuário. — com os olhos fechados ela se entregava as carícias.
Logo o vestido estava no chão e os dois na cama.Asmita sugava os grandes seios como se fosse a última coisa que fosse fazer na vida,estava feroz e não conseguia conter seu desejo.
Ester estava adorando,não imaginava que o cavaleiro seria tão fogoso.
Ela se afasta um pouco e se abaixa,abocanhou o pênis e começou a sugar com vontade,ele foi a delírio com oral que estava recebendo.
Ela era experiente, safada e sabia como agradar um homem,naquele momento nem mesmo ele se reconhecia.O tesão era tanto que ele não conseguiu evitar essa situação, se estivesse em seu estado normal,isso jamais aconteceria.
Ele a puxou com carinho pelos cabelos e deu mais um beijo ardente,sua mão logo procurou pela parte mais quente dela e assim que encontrou,não economizou carícias.
Após algumas preliminares, ele a penetrou, os gemidos dela eram altos e isso o deixou mais inspirado a continuar.
Asmita era uma espetáculo, Ester mantinha seus olhos vidrados em cada parte do corpo do loiro. Seus braços fortes,seu peitoral bem definido e seu pênis era perfeito, grosso e grande.
Estava amando como tudo estava acontecendo, era para ser uma simples tarefa,mas acabou sendo uma prazerosa diversão.

Notas finais
Gostaram? Obrigada por acompanhar e até o próximo!