Notas iniciais
Olá pessoal! Mil desculpas pelo meu sumiço, ando com a vida meio bagunçada e ta difícil escrever. Esse ano comecei a faculdade e isso está me tirando todo o tempo livre. Mas, não vou abandonar a fic. Posso demorar mas continuarei. Agradeço todos que acompanham e obrigada pelos comentários. Vocês fazem com que eu me inspire mais e mais. Agora sem mais conversa...boa leitura!

Quando chegou a porta dos aposentos da deusa, Degel se anunciou, em seguida a porta se abriu.

Sasha o olhou assustada, deu passagem para o cavaleiro, que foi até o amigo que se encontrava deitado no chão.

Ele se abaixou e colocou a mão na testa dele para checar a temperatura.

Estava alta, como já havia passado por aquilo várias vezes, o aquariano estava tranquilo.

Tranquilidade que deixava Sasha mais nervosa, desde que ele entrou a jovem não disse uma palavra, mas estava ansiosa para saber se daria certo a ajuda.

—Degel, é muito grave? – ela perguntou segurando as mãos, enquanto o via pegar o escorpiano no colo.

—Não precisa se preocupar senhorita, nada que não possa ser resolvido. – ele respondeu indo em direção a porta do quarto.

—Para aonde vai?

—Vou leva-lo comigo para outro cômodo, preciso deixa-lo deitado enquanto faço o procedimento.

—Pode usar minha cama, quanto mais rápido melhor, não acha?

Degel apenas concordou, realmente seria melhor, mas essa decisão deveria ser dela.

Ele jamais pediria algo assim para ela, apesar de saber que a deusa era bondosa, não queria abusar.

Em seguida colocou Kárdia na cama, ajeitou sua cabeça em um dos travesseiros, o escorpiano respirava com dificuldade.

Degel parou ao seu lado e fechou os olhos, em seguida colocou a mão direita no peito de Kárdia, bem no local do coração.

Com sua concentração, ele controlava seu cosmo, isso fazia com que a temperatura fosse ideal para esfriar o coração do amigo.

Caso ele excedesse, ao invés de ajudar ele poderia matar o escorpiano.

Ali do lado, estava Sasha, aflita e esperançosa de que essa ajuda trouxesse Kárdia de volta ao normal.

Enquanto eles estavam no quarto, Luna encerrava sua visita a Asmita.

—Bem, nossa conversa está ótima, mas infelizmente tenho que voltar as minhas tarefas. – diz o virginiano.

—Claro – responde Luna, se levantando em seguida – Sasha logo deve acabar com suas tarefas e me procurar também.

No momento em que ela se levantou, Asmita não conseguiu prestar atenção em suas palavras.

Sua atenção foi toda voltada ao decote do vestido da jovem, que assim que ela se inclinou para frente, acabou mostrando um pouco a mais.

—Irei acompanha-la até a saída. – disse em seguida cedendo o braço para acompanha-la.

Luna desceu as escadas da casa junto dele, logo chegaram a saída.

—Muito obrigada pelo convite, Asmita.

—Não precisa agradecer e quando quiser só precisa aparecer.

Luna apenas sorriu e ele tomou sua mão e depositou um beijo.

—Até a próxima, senhorita.

Em seguida a ninfa seguiu seu caminho, assim que ela se afastou, o cavaleiro respirou fundo e pensou o quanto seria difícil ser só amigo da dela.

Uma mulher como ela, seria muito difícil de não se apaixonar.

Ele balançou a cabeça, na intenção de afastar esses pensamentos, logo entrou em sua casa e foi para sua meditação.

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Sasha agora estava mais tranquila, Degel estava conseguindo recuperar Kárdia.

Aos poucos a respiração dele normalizou e a temperatura havia abaixado.

Assim que o aquariano terminou e retirou a mão do peito dele, Kárdia abriu seus olhos lentamente.

A primeira pessoa que viu foi seu amigo, que o olhava com uma certa preocupação, e a segunda foi Sasha, que o recebeu com um imenso sorriso.

Sempre que saia de um estado como esse, ele ficava com o corpo mole e suas idéias demoravam a se acertar.

—Está se sentindo melhor? – pergunta a deusa, sentando-se ao seu lado.

Ele apenas fez que sim com a cabeça.

—Você desmaiou e precisei chamar o Degel, para ajudar e evitar que o pior acontecesse. – ela diz enquanto checava sua temperatura.

Nessa hora, ele recorda o que havia feito antes de desmaiar.

Seus olhos procuram o dela, mas ao se encontrarem, ela desvia e sem graça acaba se levantando rapidamente.

Degel logo percebe que algo aconteceu entre eles antes do desmaio, mas isso não era de sua conta.

—Acho melhor eu leva-lo embora, Athena. – diz o aquariano, chamando a atenção dos dois.

—Eu concordo. Será melhor que descanse em sua casa. – ela responde, enquanto olha com desconfiança para ele.

Apesar da preocupação, ela podia esquecer o ocorrido.

Aquela atitude dele foi estranha, eram amigos e de repente estavam aos beijos.

Sasha estava confusa, ainda mais porque Kárdia tinha fama de mulherengo, isso ela sabia muito bem.

—Vamos Degel. – diz Kárdia se levantando com a ajuda do amigo.

Ele percebeu a forma como a italiana o olhava, sabia que sua atitude foi precipitada e não seria ali e nem naquela hora, que uma conversa aconteceria.

—Obrigado por me ajudar, Athena. – ele diz enquanto passa por ela.

—Não precisa agradecer.

Em seguida eles se retiram do quarto, Degel dava apenas um apoio para ele, Kárdia era forte e logo caminharia só.

—O que estava fazendo no quarto de Athena? – perguntou o aquariano, aproveitando que estavam sozinhos.

—Depois te conto. – foi apenas isso que o escorpiano respondeu.

Logo o amigo percebeu que coisa boa não viria, enquanto ele era tranquilo e pensava mil vezes antes de fazer algo arriscado, Kárdia nem sequer pensava.

Seu temor, era que ele tivesse tomado uma atitude imprudente e isso viesse a lhe complicar mais tarde.

Sem mais conversa, eles seguiram em silêncio para suas casas.

Notas finais
E ai gostaram? O capítulo foi curtinho, mas prometo caprichar mais. Desculpem qualquer erro,estou voltando aos poucos :) Beijos e até mais!