Sombra do Passado e a Luz do Futuro
4 Que os jogos comecem
Notas iniciais
No shopping de South Park, mais precisamente na praça de alimentação estão os quatro lideres dos maiores grupos de jovens do ensino médio — vampiros, lobisomens, góticos e ruivos – acompanhados com os seus respectivos ‘braços direitos’. Butters está acompanhado com sua namorada, Jessica Belmont que é a segunda em comando nos lobisomens. Nos vampiros estão Damien e Pip. No lado dos góticos estão Henrietta e Tweek (que virou gótico em sua adolescência e namorado de Henrietta). E duas ruivas.
Todos esperavam a chegada de Ellen para discutirem como acabar com o crescimento dos hippies na parte jovem. O motivo da escolha da Ellen é por ser prima do Cartman (Eric conseguiu salvar a cidade de uma invasão hippies anos trás). Levou quarenta minutos para decidirem como acabar com o grupo chegando uma idéia simples: acaba com o trafico de maconha em South Park que acabará com os hippies.
Ellen aproveita de está no shopping para comprar roupas novas.
- Ellen – uma voz a chama. Quando a moça vira se depara com Kyle Broflovski.
- Ora, Ora... veja se não é o menino judeu – disse Ellen cruzando os braços – o que veio fazer aqui? Pexinxar alguma coisa para ter lucro?
Kyle se segura para não se irritar. Afinal não está falando com Butters, mas sim com uma das garotas mais bonitas que já conheceu na vida que único defeito que é ser anti-semita. Então se quer a conquistar (de preferência antes de Kenny faça isso) tem que abrir mão do seu orgulho.
- Judeu não nego que sou, mas não sou um menino – disse se aproximando de Ellen – respondendo a sua pergunta: vim apenas comprar um livro para meus estudos. É meio injusto disser que todos os judeus só buscam o lucro assim como todos que usam um pingente de um símbolo suástica é nazista.
Ellen sorri, gostou da resposta.
- Me responde uma pergunta: por que não gosta dos judeus?
- Um povo mesquinho que monopoliza a economia mundial e alega que ‘são um povo injustiçado’, mas sendo que eles mesmos aniquilaram muitos culturas e civilizações quando estavam no auge.
Kyle entende os argumentos da garota. Seu povo é considerado bastante astuto quando se trata de comercio que faz boa parte dos judeus serem bastante ricos e também nos períodos da história antiga, segundo a Bíblia Judaico-cristã, seu povo aniquilou muitos povos para ter a conquista de território. Não muito diferente de outras civilizações e cultura realizado o mesmo.
Poderia contra-argumentar, mas entraria em uma discussão e esse não é seu objetivo.
- Eu entendo seu ponto de vista, mas nem todos os judeus são ricos, eu não sou – estende a mão em direção da moça e faz sair uma rosa vermelha de papel – não quero nada que impeça de a gente ser amigos, se isso permite que eu seja seu amigo.
Kyle fala com tanta segurança e carinho junto com seu truque de mágica, que aprendeu em uma das temporadas no acampamento dos jovens judeus, consegue fazer algo que Ellen nunca esperava: ficar envergonhada por um judeu.
- Por que você quer ser meu amigo? – disse meio que insegura e tímida.
- Porque seria uma honra de ser amigo de uma mulher tão firme – Kyle pega a mão de Ellen e deixa a rosa de papel para ela – até para uma racista você é bonitinha – aproxima e da um beijo na bochecha na garota deixando mais vermelha ainda.
- Ta... bem... podemos ser amigos... – disse meia que insegura.
Kyle sorri.
- Ellen porque você esconde seu olho direito?
- Resposta é simples. Meu olho direito é bem sensível a luz solar que me deixa com alergia e também – levanta a mexa revelando um olho azul diferente do olho esquerdo que é castanho – ele tem uma cor diferente.
Kyle sorri. A garota está demonstrando uma certa confiança para demonstrar seu defeito genético. Por um momento Kyle achou familiar aquele olho azul.
- Bom tenho que ir. Prometi também comprar um jogo para o meu irmão mais novo – menti, porque na verdade queria uma desculpa para sair antes que sua timidez o domine.
- Então thau Kyle.
- Tchau Ellen.
Os dois se despedem seguindo seus respectivos caminhos. Kyle está confiante já que conseguiu conquistar uma confiança de Ellen sem se atrapalhar por causa da sua timidez. E para sua felicidade está passos a frente de Kenny. Ele desejaria que seu amigo loiro tivesse visto tudo.
Só que Broflovski não imagina que Kenny viu toda a cena. Ele estava em uma loja de DVD’s, saindo de uma sala especial de filmes com conteúdos... favorito do rapaz, que conscientemente ficou na frente onde Kyle e Ellen estavam conversando.
Sua reação foi surpresa. Não esperava que seu amigo, Kyle, tomasse uma atitude tão cedo, muito menos que continuasse com a idéia de conquistar Ellen, que é tão racista como Cartman. Sente uma pontada de ciúmes do seu intimo, porem logo vem a empolgação.
“Dois podem jogar esse jogo”
------------------------
Já é noite em South Park e na casa do Cartman’s Ellen está terminando de tomar banho. Está bastante animada já que seu plano vai neutralizar os hippies da cidade e uma pequena satisfação de ter Kyle a impressionado a qual ela não admite. A cidade está sendo melhor que esperava e sua aceitação social está sendo muito bem vista.
Antigamente Ellen tinha uma grande dificuldade em fazer amizades, graças à genética de sua família propicia a ser obesa. Aos 10 anos começou a praticar esportes para emagrecer, mas foi no Muay Tai, uma das artes marcial que mais se perde calorias, que conseguiu resultados satisfatórios. E também pessoais, afinal tem uma enorme satisfação quando nocauteia alguém no ringue e às vezes fora dele. Lembra que não tinha forças para lutar com alguém em uma briga e hoje sobra forças.
Sem contar que seu corpo se desenvolveu mais do imagina. Quando era gorda usava a mesma desculpa que Eric Cartman usava: que era culpa dos seus ossos grandes, mas quando finalmente emagreceu descobriu a única coisa grande dos seus ossos eram seus quadris. Não precisou de hormônios e cirurgias para seus seios crescerem. Apenas se manteve em uma dieta equilibrada e exercícios intensos no seu estilo de luta.
Ellen coloca uma toalha em volta do seu corpo e outra em volta do seu cabelo. Pegou a sua roupa e colocou no cesto de roupa suja, só tirando o absorvente de sua calcinha e jogando no lixo.
Está sozinha em casa já que sua mãe tia está fazendo plantão no hospital atendendo os dependentes químicos em estado. Anda para o seu quarto para colocar seus trajes de dormir. Uma calcinha rendada e uma camisola semitransparente preta. Não tinha ainda uma idéia de passar o tempo já que está sem sono. Mexer no computador, assistir televisão ou mesmo ‘brinca’ consigo mesma são as opções mais prováveis.
Ao entrar no seu quarto repara a presença de alguém sentado em uma cadeira.
- Quem é você? E o que está fazendo aqui? – disse com ameaça meio ficando, ou pelo menos tentando já que precisa segurar sua toalha, ficar em guarda.
O ser que está sentado está usando está usando uma mascara negra que cobre no nariz pra cima deixando os olhos expostos (só o suficiente para ver), um capuz roxo escuro sendo um ponto de interrogação verde em cima do capuz ligado a uma mola, tanto a calça como a camisa de mangas longas são quase colada no corpo em um tom tonalidades roxas quase preto dando a impressão que é de coro sendo que tem um ‘M’ estampado na camisa com letras verdes, botas, luvas de coro e um cinto de utilidade no estilo do Batman só de cor preta.
- Eu sou o herói de South Park, meu nome é Mysterion.
- Ta legal, eu sou a Rainha da Inglaterra, agora saía no meu quarto antes que eu foda com sua vida.
Mysterion se levanta lentamente e cruza os braços.
- Não se apresse, ainda não chegou a hora de eu tirar a toalha – disse em um tom de malicia.
Ellen cora.
- ORA SEU... – é interrompido quando rapidamente quando o herói se aproxima rapidamente e coloca seus dedos no lábios da moça.
- Calma não te vim fazer mal. Eu não mordo, apenas se você queria.
- O que quer de mim? – disse em forma de um sussurro.
- Apenas quero sair com você agora para um passeio noturno na cidade.
- Olha aqui se você pensa que eu vou sair com um pervertido que entra no meu quarto só para desesperadamente ter um encontro com minha maravilhosa pessoa, está muito enganado.
- Como eu disse ainda não chegou a hora de tirar a toalha. Vou ficar até aqui até quando se decidir em se arrumar e sair comigo.
- Pode ficar mofando a noite inteira, então – disse bufando.
- Será que é um convite para eu tirar sua toalha?
- Olha aqui... saía daqui... antes... que eu chame a policia... – disse bufando.
- Tente. Mas pra mim está mais que me tentando para eu tirar sua toalha.
Ellen cora mais ainda.
- Se eu sair com você pode me deixar em paz?
- Se esse for seu desejo eu o farei.
- Me espere lá embaixo – disse com uma cara emburrada.
- Eu aguardarei – Mysterion sai do quarto (desta vez pela porta).
Demora uns vinte minutos para Ellen está pronta. Colocou suas roupas intimas, uma meia grande xadrez grossa, uma saia escocesa feminina, uma blusa rosa, um blazer vermelho e uma boina vermelha.
- Está linda – disse Mysterion deixando Ellen vermelha.
- Então vamos? – disse Mysterion oferecendo o braço.
Ellen com contragosto pega o braço do rapaz.
A viagem na cidade foi variada. Mysterion mostrou diversos pontos da cidade, tendo cuidado para não a leva para um local onde Ellen não se sinta segura, e conversando com a moça. Aos poucos a moça se solta e ganha confiança do seu invasor. O frio é um fator que o herói calculou bem já que a moça meio que busca conchego no corpo do herói. Enfim o encontro dura uma hora.
- Chegamos linda donzela. Está sã e salva na sua casa.
- Até para alguém que se veste de super-herói, você é bem cavalheiro.
- Então quer que te deixe em paz?
- Na verdade eu tenho outros planos – disse em um tom misterioso e de repente uma lamina sai do sua manga – como por exemplo a minha vingança – disse em um tom maliciosa.
- Como... – o herói se assusta, mas Ellen o faz calar aproximando a lamina no pescoço dele.
Langley tinha uma carta na manga se o misterioso ‘herói’ fosse um ‘vilão’. Ela conseguiu um dispositivo semelhante usado no jogo Assassin's Creed, uma lamina oculta para defesa própria. Claro que agora ela tem... outros propósitos em mente.
- Muita gente pensa que sou uma garotinha em defesa, mas eu sei me defender – disse em uma forma inocente.
- Se pretende me matar vai em frente. Isso não vai funcionar – disse Mysterion.
- Matar não – disse passando a lamina no botão que fecha o capuz – tenho planos mais... interessantes – o herói repara o olhar faminta da garota.
Ellen corta o feixe do capuz que por conseqüência cai revelando a cabeleira loira de Mysterion.
- o que você... – a garota coloca os dedos nos lábios do herói.
- Não se preocupe eu não mordo – sussurra nos ouvidos dele o fazendo arrepiar. Ellen desliza os lábios no pescoço do rapaz – a menos que eu decida.
Mysterion esperava tudo, mas não uma mordida no seu pescoço acompanhado de um forte (e delicioso) chupão. O herói morde os próprios lábios com força para não deixar um gemido sair de sua boca. Ainda no chupão no pescoço Ellen desvia as suas unhas nas costas de Mysterion literalmente o levando a loucura.
Era demais para ele. Já queria possuir Ellen nos seus braços. Ia fazer isso. E até tentou. Quando tentou Ellen colocando novamente a lamina no seu pescoço.
- Ainda não – sorri perversamente – ainda não chegou a hora de ‘tirar a toalha’ – disse imitando o tom do herói – foi um encontro agradável. Na próxima vez me convide pra sair com mais criatividade – disse depositando um beijo na bochecha do loiro que perigosamente perto dos lábios – até mais Kenny – disse se afastando e guardando a lamina.
Mysterion tem um choque em saber que sua identidade foi descoberta.
- Ei Ellen. Como sabe que era eu? – disse Kenny confuso.
- Toda mulher gosta de um mistério porque adora revelar-los – disse em uma forma sapeca – até outro dia Kenny – Ellen entra na sua casa.
Kenny fica pasmo como Ellen o descobriu, mas não deixa de ficar bem... apaixonado. Realmente Ellen Langley é uma mulher inesquecível e perigosa. Inesquecível pela combinação de beleza e personalidade e perigosa porque ela é capaz de roubar seu coração se já não o fez isso.
Se Ellen já mostrou uma previa de como seria... os momentos de namoros. Imagine... no momento mais de intimidade.
Kenny pega o seu capuz e usa um acessório para prender sua roupa. Estaria feliz e voltaria pra casa, mas tem outra missão em mente. Saber o paradeiro de Eric Cartman. E o local melhor para começar é no hospital onde tem os prontuários do rapaz.
Mysterion se distancia uma quatro quadras de distância até parar subitamente e dizer:
- Quem esteja me seguindo é melhor aparecer agora – disse Mysterion em uma voz intimidadora, mas parece que não suficiente já que o misterioso perseguidor rir.
- Está muito grandinho para brincar de herói – disse uma voz igualmente intimidante.
- E você de espião. Apareça para que eu te veja.
- Cuidado seus desejos podem realizar.
No meio da escuridão aparece alguém fantasiado de super-herói. Essa pessoa é maior que Kenny e do tamanho de Stan. Da pra ver que o ser é bem musculoso, mas isso não que mais assusta Mysterion, mas sim a fantasia do ser.
Sua mascara tampa todo rosto que é um misto da mascara ninja com característica de uma cabeça animal bastante familiar. Sua roupa totalmente cinza exceto um branco no peitoral com a letra “C” estampado no peito. Um cinto de utilidades semelhante a do Kenny, mas dourado. Botas pretas, armaduras que cobrem a perna, os braços e os ombros. Uma longa capa vermelha. Garras de metal nos dedos.
Sem duvida as mudanças do uniforme é bem nítida, mas ainda é bastante reconhecível. Ele é o Guaxinim.
- Não pode ser – Mysterion diz pra si mesmo.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Oito anos atrás – em algum lugar
Fazia meses que tinha saído de South Park. Fazia tempos que tinha abandonado a todos. Queria fugir dos meus problemas. Queria fugir de todos. Queria fugir dessa vida. Mas onde que quer eu vá... não existe escapatória. Sou Eric Cartman faz meses que encontro no meu próprio mundo tentando ao máximo esquecer meus problemas. Esquecer de minhas dores. Esquecer de minhas existências.
Por que a vida não é fácil pra mim?
Por que eu não posso ser... normal?
Não basta de eu ser gordo?
Será que minha natureza sempre vai conspirar contra mim?
Há muito tempo aceitei a idéia de não ter pai.
Há muito tempo aceitei o fato de não ser nada atraente para as garotas. Não me esqueço do dia quando fingir está com uma doença na mente e quando sem querer revelei que tinha desejos para Patty Nelson quando fingir ter Síndrome de Tourette a sua cara de nojo só de escutar que a queria beijar-la...
Há muito tempo aceitei que não tenho... amigos. Sei que ando muito com Stan, Kenny, Butters e até Kyle, mas apenas eles me suportam. Duvido muito se eu tratasse melhor eu seria... retribuído. Prefiro melhor machucar as outras pessoas do que ser machucado. Claro que estava tentado a mudar, mas o conhecimento da minha atual deformidade estragaria tudo.
Sei que eles vieram me visitar quando estava em depressão, mas se eles... souberem da minha real situação... eles ainda queria ser meus amigos?
Imagino que não. Não importa para onde eu vá não terei escapatória.
Por fim eu tomei uma decisão: não quero mais viver.
Eu distante de toda civilização e com uma pistola decidido a cometer suicido. Por fim adotei o caminho dos covardes. Meu único arrependimento é de não ter sido um bom filho para Liane, minha mãe.
Já imagino que minha alma vai para o inferno. Não fui uma pessoa boa nesse mundo. E mesmo que fosse sei que a Bíblia fala que a pessoa que comete suicídio já vai para o inferno. Para mim não me importo. Já conheci o Satan e sei que ele é bem longe daquele ser que o mundo imagina. Talvez a minha motivação quando morrer vai ser conquistar o inferno.
Enfim aperto gatilho... tudo já fica escuro. Enfim seria o fim da minha existência na terra. Não mais encararia as pessoas que já conheci. Levaria para o tumulo meu... pior segredo. Mas o destino gosta de fuder com minha vida.
Abro os olhos e vejo que me encontro deitado na minha cama.
- QUE DROGA – grito de raiva.
Sei que dei fim a minha vida, mas ainda estou vivo, por mais contraditório que possa ser. Talvez a única vantagem que minha memória esta mais viva na minha cabeça e consigo me lembrar da morte de Kenny, ou melhor, de todas as mortes.
Eu acreditei quando Kenny me contou que era imortal. Que quando morria ele aparecia, na maioria das vezes, deitado na sua própria cama e ninguém lembrava de suas mortes. Descobrir duas coisas: que é verdade e que também sou imortal.
Só queria saber o porquê. Até que minha própria mente me responde lembrando que em uma ocasião que Kenny morreu nas mãos de uma Succubus. Tinha pegado a cabeça dele e levado ao oftalmologista para fazer o transplante de córneas. Claro que no dia seguinte não me lembrei que tinha feito isso já que Kenny estava vivo, mas os olhos deles já estavam em mim.
Enfim, literalmente o destino ‘fudeu com o meu cú’. Enfim ignorar os problemas não vai adiantar de nada. Me isolar como depressivo também não. E até me matar também menos. Então só me resta uma opção: ser melhor de todos.
O velho Eric Cartman morreu, bem vindo o novo Eric Cartman.
CONTINUA
Notas finais
Já do Kenny tive inspiração pela fic Angel of Shadow de Nyan Cassey (para não dizer que copiei a idéia hahahahhahahahahha).
Enfim no sempre no final coloquei uma parte que mostra o passado dos personagens em primeira pessoa. Essa foi a minha primeira vez que trabalhei usando Eric Cartman. O objetivo dessas parte é a justificação de suas mudanças no presente.
Jessica Belmont não é uma personagem original, mas era apareceu no cartoon.Era é uma das atendentes em Raisins (aquela lanchonete de garotas atendentes), sendo mais especifico é aquela de cabelos pretos que chegou a conversar com os pais de Butters. Como não tinham revelado o nome dela então tive que criar.
Para quem não se sabem (ou não se lembram) quem foi o Guaxinim, ele foi o ago ego (se não me engano na escrita) de Cartman.
Enfim quero agradecer a todos que estão lendo a fic. Para vocês, muito obrigado.
Espero que gostem desse capitulo.
Fale com o autor