Notas iniciais
ESTE CAPITULO É INTEIRAMENTE HENTAI. ENTÃO SE NÃO GOSTA DESSE ESTILO ESPERE A PRÓXIMA ATUALIZAÇÃO.

COMO AUTOR EU NÃO ME RESPONSABILIZO NOS EFEITOS CORATERAIS... SE EMPOLGAR COM O CAPÍTULO. ENTÃO NÃO DIGA QUE NÃO AVISEI!!!!!!!!

Entediada. É a palavra mais cômoda para Ellen Cartman que está sentindo agora. Está sozinha em casa a noite e está tentando assisti algo na televisão a cabo, mas nessas horas não encontra nada para assistir. Desta vez sua mãe não saiu em trabalho, mas saiu com um recente namorado a qual faz dois meses de relacionamento. Engraçado que essa é a primeira vez que ver sua mãe ficar tanto tempo como um cara. Dês que ela não é mais ninfomaníaca, Liane Cartman tem sido bem controlada em questão de sexo.

Seu dia não foi muito animador, afinal teve que passar o dia inteiro da delegacia dando depoimento de seu seqüestro e sendo testemunha da confissão de seu seqüestrador ser um serial killer que há muito tempo a CIA estava caçando, é bastante desanimador. Também teve que submeter o enxame criminalístico para comprovar as agressões que sofreu de Scott.

Daí quando chega a casa para ter um carinho de mãe encontra um bilhete da mesma dizendo que caiu para um encontro e volta tarde. Mesmo quando Ellen era Eric já via diversas vezes esses bilhetes. Claro que antigamente sabia que ‘encontro’ se lia ‘dar o cu’. Ellen não duvida muito que sua mãe não mudou nada e está agora tirando o... atraso.

Resolveu tomar uma decisão: vai tomar um banho para logo dormir. Então se levanta do sofá, sobe para o seu quarto, tira sua roupa, coloca um roupão vermelho (sempre foi a sua cor favorita) curto que deixa suas pernas a mostras, pega uma toalha para secar o cabelo e se dirige para o banheiro. Como está sozinha em casa não se dar o trabalho de trancar a porta.

Começa a encher a banheira e quando termina já começa tirar o roupão, mas de repente a porta do banheiro se abre revelando um invasor loiro bem conhecido pela Ellen. Claro que se fosse outras ocasiões teria recebido seu namorado de braços abertos, mas invadir sua intimidade é algo que ela não tolera.

- Kinny que porra é essa? – disse Ellen zangada.

- Apenas uma visitinha noturna – disse Kenny fechando a porta do banheiro.

- Então me espero eu tomar banho – fechando mais o roupão.

- Até eu esperaria, mas sabe – Kenny se aproxima lentamente na garota – isso facilita as coisas.

- Que coisas? – Ellen cora.

Kenny não responde apenas aproxima de Ellen, puxa e a beija. Ela é pega de surpresa, mas se rende aos beijos de seu namorado. Incrível de pensar que estaria beijando seu melhor amigo agora. Se no passado alguém revelasse esse presente falaria o bom e melhor ‘foda-se’.

Só que concentrada no beijo não reparou quando Kenny pouco a pouco abriu seu roupão. Só se da conta disso quando o loiro finalizou o beijo e afastou assim revelando seu corpo nu.

- Kenny, o que está... – Ellen não termina já que Kenny coloca um dedo nos seus lábios a silenciando.

- Guarde suas palavras pra depois. De preferência quando tiver gemendo o meu nome.

- Não se atreva – Ellen da uns passos para trás.

- Já me atrevi – se aproxima mais.

- Você não pode... me força – encosta na parede.

- Eu não preciso – retira o roupão assim deixando sua namorada completamente nua.

- V-você... – tenta formular uma frase, mas nem olhar para o loiro está conseguindo de tão envergonhada.

- Ellen. Eu te amo – disse uma voz que fez Ellen estremecer toda.

- Kenny – assim quando vira o rosto Kenny a beija com toda vontade.

“Eu estou fudida” Ellen pensa, enquanto é beijada “pior que meu corpo não está cooperando muito para evitar isso”.

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O que aconteceu? São palavras que Kyle Broflovski pensa quando se encontra de olhos fechados. Desnorteado é a palavra certa para descrever o que está sentindo agora. Como ele está? Onde ele está? E de que forma veio parar ali? São perguntas que passam na cabeça do judeu. Abre os olhos, mas estava tudo escuro. Tenta se mover, mas percebe que está acorrentado. Está deitado um tipo de cama e seus membros presos por correntes. Também percebe que está sem camisa e sem calças.

Agora a ficha caiu: está em um quarto escuro, sozinho, acorrentado e semi-nu. Um súbito medo passa para o ruivo e tenta se libertar com todo custo, mas não consegue romper as correntes. Por sorte está usando um tipo de algemas de coro ligado as correntes assim não machuca os seus pulsos. Por mais dessa situação ser aterrorizante, por mais que o terror sobre as trevas do ambiente poxa causar a um cativo, por mais que esteja em uma situação indefesa... aquilo está... excitante.

Kyle medita as ultimas lembranças. Foi para a casa da Karen para se apresentar para os pais, mas eles não estavam. Daí ele ficou beijando a sua namorada no sofá, por sorte os irmãos mais velhos da moça tinham saídos. Então tinha Karen só para ele, mas não tinha coragem de ir mais alem com a irmã caçula de Kenny. Enfim estava nos beijos muito quentes.... depois não se lembra o que aconteceu.

- Ora. Finalmente acordou – disse uma voz feminina que chama atenção do ruivo.

Umas luzes fracas se acendem revelando um tipo de quarto na sua frente consegue ver Karen. Que está usando lingerie, botas e boina pretas. A garota esta um chicote na mão.

- Kyle Broflovski. Você vai descobrir que é a minha propriedade –disse Karen com uma voz sapeca dando uma chicotada no ar.

O ruivo fica vermelho, mas não consegue conter... uma ereção.

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- Uau! – Ellen deixa escapar a exclamação de seus lábios quando o loiro sem camisa. A garota pensava que seu namorado era franzino, mas Kenny é mais forte do que aparenta, sua musculatura é bastante desenvolvida.

A garota não teve tempo de apreciar muito já que Kenny começa beijar seu pescoço, enquanto as mãos do loiro exploram seus seios.

- Oh Kenny – disse gemendo.

Kenny explora os seios de sua namorada primeiro sentindo a firmeza deles. Os apertas sentindo a maciez. Com polegar e o indicador brinca com os bicos dos seios, que já apresenta rigidez, fazendo movimentos circulares em torno da região, pressionando e puxando. Tudo isso enquanto chupa, beija e morde o pescoço, assim fazendo sua namorada gemer alto.

Ela coloca as mãos na nuca do rapaz e pressiona para baixo. Kenny entende o recado e da mais atenção para os seios dela agora saboreando com sua boca. Depois de gastar um tempo chupando os seios, Kenny se ergue e olha nos olhos de Ellen com aquele olhar cafajeste e sorriso malicioso e sem avisar vira Ellen fazendo que a mesma fique de costas para ele.

- Ué? Mas já?

- Não exatamente – disse sussurrando no ouvido dela fazendo a mesma estremecer – digamos que é um acerto de contas – disse abraçando a cintura e puxando para que sua namorada deixe o quadril mais exposto – como eu gosto dessa sua bunda – disse acariciando suavemente – mas sinto muito o que eu vou fazer... ou será que não?

- Kenny o que você...? – Ellen deixa um pequeno grito escapar quando a mão do loiro da um tapa bem dado na bunda da morena.

- Isso foi por todas as vezes que você me chamou de pobre no passado.

- Kenny... que historia é... ai – recebe outro tapa.

- Isso é pelo todas as vezes que você me usou no passado em seus planos.

- Agora chega, eu não... ah – recebe outro tapa.

- Isso é pelo tapa na cara que você me deu na cara certa vez.

- Que tapa na cara?

- Aquela vez que você ia preso por ter jogado uma pedra no Token você correu para minha casa e me bateu na cara quando disse não.

- Ah é! Apanhou como uma vadia – deixa uma risada escapar.

Kenny da outro tapa arrancando um gemido de dor e prazer de Ellen.

- Isso é por agora e isso – da outro tapa – isso é por ter saído de South Park.

- Kenny.

Outro tapa.

- Isso foi por ter fletado com Kyle. Isso por ter tido sua primeira vez com Butters e não comigo – da um tapa — E isso é pela minha satisfação social – da mais outro tapa.

Nunca Ellen foi tão subjugada assim como está sendo agora. Nem mesmo a sua mãe tem o costume de bater nela, mas por pior da dores e do ardor dos tapas que recebeu em sua bunda. Aquilo está sendo muito... excitante. Se Kenny continuar dando mais tapas bem provável que Ellen goze de prazer.

“Droga! Sou tão puta como a minha mãe” pensa Ellen.

- Sei que você está gostando – disse Kenny em um tom de convencido.

- Eu não estou não.

- Ta sim – seu corpo de denuncia.

- Porra.

- Enfim está na hora de fazer alguma coisa por mim – Kenny tira as calças e a cueca.

- ohmeudeus – Ellen quando via ver o corpo nu do seu namorado. Realmente está gostando de ver o loiro com o pênis pulsando por ela e sem contar uma satisfação de confirmar que seu namorado é loiro mesmo.

- Sabe Ellen dês quando te vi você não sabe como eu esperei esse momento – disse se aproximando.

- Eu sei meu loirinho – disse laçando o pescoço do loiro – trouxe camisinha?

- Com toda certeza.

- Ótimo! Por que a gente não continua no meu quarto? Lá é bem mais confortável – disse com uma voz cheia de segundas intenções.

- Será que minha namorada está se revelando atrevida?

- Você não sabe quanto Kenny como me deixou – disse beijando seu namorado.

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- Karen. É você? – disse Kyle não acreditando da audácia de sua namorada.

- Em carne, osso e... luxuria –disse indo no lado do ruivo e fazendo onde estava deitado ficando inclinado.

Kyle se espantar. Então aquilo não é uma cama comum, mas é um aparelho... exclusivo para os sadomasoquistas. Sorte que o aparelho tem um apoio nos pés no caso se inclinar demais.

- Karen. O que está fazendo?

- Não está obvio. Estou fazendo as coisas do meu jeito e realizando seus sonhos mais íntimos gato – disse alisando o rosto dele.

- Meus sonhos... íntimos? Karen. Eu tenho cara de masoquista?

- Sim tem – responde sem hesitar – e também sei que você gosta. Antes de finalmente te visitar eu via o que você faz consigo mesmo.

Kyle cora.

- Nunca pensei que você gostasse desse tipo de coisas, mas com o tempo fui me acostumando e gostando dessa idéia – disse com um tom de malicia.

- Karen. Eu não sei se é uma boa idéia.

- Sabe preciso de ensinar uma coisa, primeiro – da uma chicotada no tronco de Kyle – você vai me chamar de Mestra Karen, entendido? – disse Karen.

- Karen.

A garota da uma chicotada no rapaz.

- Karen. Não... pare...

- Eu não vou parar – disse dando outra chicotada e desta vez Kyle deixa escapar um gemido – sei que está gostando posso ver isso em uma parte do seu corpo que está... avantajada – Karen disse passando a mão em cima da cueca – nossa como está duro. Sinto que seu amiguinho está sufocado que tal ele respirar um pouco? – disse rasgando a cueca assim deixando livre o pênis do garoto onde Karen pode ver que foi circuncidado assim confirmando a religião do garoto.

- Karen... digo Mestra Karen... se continuar assim... eu não vou... resistir.

- Então não resista – Karen se distância pega uma vela e acende. Espera um pouco para que a cera da vela se derreta um pouco para assim derramar no judeu que agora geme de dor e prazer – apenas curta o momento como eu estou curtindo – disse pegando o chicote e batendo no judeu.

- Oh Mestra – disse Kyle gemendo.

- Sua mestra precisa de agrado agora – disse colocando inclinando o aparelho fazendo que seu namorado fique deitado novamente. Karen tira as botas e a calcinha. Depois quase se senta no rosto do rapaz – sua mestra te ordena que me chupe.

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- Oh Ellen – desta vez o Kenny que está gemendo pelos beijos, chupões, arranhões e mordidas que sua namorada está distribuindo no tronco do rapaz.

Pouco a pouco desci até chegar à virilha do rapaz onde arranha suas coxas e distribui beijos na região. Finalmente fica no órgão do rapaz e começa primeiro a lamber as bolas do rapaz e chupá-las. Agora Kenny entender porque Cartman no passado estava tão obcecado em Kyle chupar suas bolas: porque alguém chupando suas bolas é bom demais, pensa o rapaz. Lambendo o pênis para chegar à região da ‘cabeça’ onde finalmente faz um boquete no seu namorado.

“Ela é boa” pensa Kenny enquanto geme e tem seu pênis chupado. Um diferencial que Ellen está fazendo é massagear o saco escrotal de seu namorado. Quando Kenny estava prestes a gozar Ellen puxa suavemente o saco escrotal dando uma sensação de gozo única para o rapaz como se saísse o sêmen aos poucos.

- Uau foi demais – disse Kenny surpreso, mas Ellen... está saboreando... o orgasmo de Kenny – gostou de saborear a ‘A gosminha cremosa do Kenny’? – pergunta brincando.

Ellen nada responda, apenas beija rápido seu namorado. Porem ela estava ainda com parte do sêmen da boca.

- Porra Ellen – disse cuspindo no lado.

- Bem respondendo a sua pergunta: sim é bom sua ‘gosma’. Tão bom que resolvi compartilhar – disse em um tom inocente.

“Nunca trolle sua namorada depois que ela fez um boquete em você” pensa Kenny guardando essa informação para toda vida.

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Desta vez Karen que estava deitada. Kyle já estava livre de seu cativeiro, mas estava já dominado pelo desejo. A única atitude racional foi ter colocado uma camisinha. Mesmo que o sexo estava sendo estilo masoquista existe outro fator que freia um pouco: ambos são virgens. Para... resolver esse problema o sexo tem que ser mais... cuidadoso.

Desta vez a garota encontra de pernas abertas, enquanto pouco a pouco Kyle se acomoda para iniciar a penetração. A cabeça do órgão já encontra já de frente da ‘entrada’ da moça que encontra muito excitada. O casal se olha para confirmar o ato que está preste a se consumir.

A penetração é lenta já que ambos não estão acostumados. Karen abraça seu namorado com força sentindo pela primeira vez o ruivo dentro dela. O hímen finalmente é comprido e no caso de Karen acontece um pequeno sangramento simbolizando o fim de sua virgindade e também do rapaz. A dor é sentida, mas a vontade de amar é mais forte.

Não tarda muito para que Karen se acostume com Kyle dentro dela e o judeu se acostume se movimentar. Logo os dois começam um sexo frenético onde só o orgasmo de ambos vai parar os dois. Desta vez Kyle impõe sua vontade assim sendo chamado de “Mestre Kyle”.

Os gemidos são fortes e intensos e têm que agradecer que o quarto abafe todos eles. Logo enfim os dois chegam aos orgasmos juntos. Kyle sai de dentro de Karen para tirar a camisa e enrolar. Depois dessa breve tarefa abraça sua namorada assim ficando deitado com ela e a beijando suavemente.

A única pergunta que o ruivo tem é como foi parar aqui. Logo Karen vai responder que no momento de distração usou clorofórmio para adomecer seu namorado. O quarto que o casal se encontra é um quarto especial de sua mãe e seu pai adotivo usam para suas brincadeiras. Claro que o casal mais velho mantem isso em segredo, mas Karen foi a unica que descobriu a existencia dele como tambem conseguiu a cópia da chave. Assim finalmente seria mulher do seu ruivo querido e tem uma satisfação enorme de saber que tirou o ‘cabaço’ de seu namorado.

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Chega de brincadeiras. O casal quer mais ação. Então Ellen levanta as pernas e apóia seus dois pés no ombro do loiro, enquanto que Kenny a pega na cintura e a penetra com força segurando os quadris dela.

- Nossa que buceta deliciosa Ellen.

- Cale a boca e me coma de uma vez – disse gemendo.

Sem questionar Kenny obedece a ordem e inicia os movimentos selvagens em sua namorada. Os dois gemem altos que mais se assemelham dois lobos no cio.

- Isso mais rápido – disse Ellen.

Sem quebrar a posição Kenny se aproxima mais ficando de quatro fazendo que Ellen o abrace com suas pernas. Dessa posição o rapaz pode acelerar ainda mais.

- Quer mais? Então toma. Sei que você gosta – disse o Kenny.

- Sim mais.

Não tarda para os dois gozarem juntos. O que impede do rapaz gozar dentro da moça é que o mesmo está usando camisinha. Claro que sua namorada não é um transexual, mas sim uma autêntica mulher que é capaz de engravidar. Não seria interessante Kenny ter um filho com Ellen nessa altura do campeonato.

Kenny sai dentro para tirar a camisinha.

- Está pronta para mais um ‘round’? – Kenny pergunta maliciosamente.

- Você agüenta mais?

- Posso iniciar com umas brincadeiras para conseguir minha ereção de volta. Só que desta vez quero comer seu cu. Sei que você gosta de tomar nesse lugar.

- Eu não gosto – disse com cara emburrada.

- Então me olha nos olhos e diz não.

Ellen tenta falar, mas tenta. Ela só tentou se masturbar quando descobriu sua real condição uns cinco meses depois, após ter feito a cirurgia corretiva. Mesmo já recuperada na operação Ellen tinha ainda um certo receio de masturbar com sua genitália, então começou a se masturbar com seu ânus. Resultado disso que Ellen Cartman passou ser mais disposta... ao sexo anal.

- Ta bem, mas me prepare antes disso – disse Ellen ficando de quatro.

- Já ouviu falar do ‘beijo negro’?

- ‘Beijo negro’? Tipo beijar um afro-descendente como Token?

- Não é um terno sexual para se revele estimular o anus com a língua.

- Você não está pensando em...?

- Estou.

- Não se atreva... ah – Ellen sente a língua do seu namorado no seu ânus.

Com a boca e língua Kenny prepara a cavidade para receber o seu pênis que já duro. Enquanto está com boca ocupada sentindo o sabor... peculiar, ele coloca outra camisinha. Pronto de novo sem aviso prévio Kenny penetra o ânus Ellen fazendo ela gemer alto..

Novamente os dois encontram freneticamente em movimentos intensos.

- Nossa que rabo gostoso que você tem – disse Kenny.

- Cale a boca e me bata.

Como foi ordenado Kenny da um tapa na bunda de Ellen assim arrancando um gemido alto dela. Ela rebola e joga seu traseiro na virinha do rapaz. Logo novamente os dois entram em orgasmos juntos. Por fim Ellen se deita de barriga para baixo já bastante cansada. Kenny se levanta e vai ao banheiro para lavar a boca e pegar suas roupas. Logo retorna e se deita.

- Vem Ellen. Se acomode em mim.

Ela não diz nada só se aproxima do seu namorado que mantém nu encostando a cabeça no peitoral dele. Assim o loiro se cobre.

- Na próxima vez que for vim me avisa – disse Ellen.

- Eu gosto de fazer surpresas.

- Quero ver a sua cara quando a sua irmã apresentar o namorado dela.

- Bem, isso não quero pensar – disse Kenny ficando emburrado.

- Seu bobo.

- Sou sim. Sou bobo por você.

Os dois dormem juntos abraçados.

Horas depois Liane chega em casa. Como Ellen imaginou sua mãe estava na casa do seu namorado tendo muitas rodadas de sexo. Foi direto para o banheiro para tomar um banho, mas encontra a banheira cheia e algumas... evidências... peculiar...

Por curiosidade vai para o quarto de sua filha e abre o quarto e ver ela dormindo junto com o seu namorado.

- Essa é a minha garota – disse fechando a porta e voltando para o banheiro.

CONTINUA

Notas finais
Enfim não tinha intenções de iniciar logo um capitulo hentai, mas uma certa fã me induziu que acelerasse o hentai da fic. O próximo capitulo vai ser humor (que seria esse).

Enfim fazer um agradecimento especial ao Guilherme DiCarmello que recomendou a fic e a todos que estão apoiando a escrita dessa fic. Se gostaram dessa fic recomendo duas fics de South Park que criei: Dimensão Negativa e Adeus, meu amigo.

Até a próxima!!!!!!!!