Sombra
5 Desventuras
Notas iniciais
Sem reviews :( de novo... gente se vcs não estão gostando é só falar que eu paro.. Me esforcei muito nesse capítulo, espero que gostem :)
Corro com a Meri ao encontro deles, a coisa tava realmente feia pro nosso lado e a desvantagem era grande, de lutadores profissionais ali só o Coelhão e o Norte, os outros faziam o que podiam... com aquelas coisas que davam bem mais medo que os cavalos do Breu...
– Jack! — Norte grita e estraçalha dois monstros ao mesmo tempo com suas espadas — Quero que leve os novatos com você! — E la se vai mais um monstro... vou ajudar congelando-os primeiro — São eles que o sombra quer! Norte é atacado por trás e vejo que o Coelhão também estava sem saída, corro até Norte pra tentar ajuda-lo – Não Jack! — Ele luta corpo a corpo com a sombra enquanto fala — Eu e o Coelho nos viramos, leve-os! agora!!Hesito uma vez mas acabo assentindo..– Merida! Soluço! Rapunzel! entrem no trenó! Agora! — Subo no trenó e tomo as redeas das renas... eu sempre quis pilotar, mas não assim.. não desse jeitoEles correm, as garotas entram mas soluço tropeça e vejo duas sombras correndo em sua direção.. Eu ainda vou me arrepender disso um dia.Corro e coloco soluço nos meus ombros, ele bateu a cabeça com força e parece estar meio inconciente. Só que eu não vi aquela sombra vindo por trás.. Levo uma surra e consigo jogar o soluço no trenó antes de voltar pra revidar, luto corpo a corpo com o monstro que insistia em bufar na minha cara. Que nojo. Ele fede a cadáver. – Vão sem mim! eu alcanço vocês depois! — esse monstro é pesado.. – Não Jack a gente não vai sem você! — Eu vi que a voz era de garota mas na hora do desespero não deu pra ver quem falou — Jack! cuidado! Acho que eu perdi.. sei lá não me lembro, só sei que eu apaguei e estou recobrando a consciência aos poucos, não quero abrir os olhos.. não quero ver o estrago na minha cara linda.. – Tá tudo bem, você vai ficar bem.. — Alguém mexe nos meus cabelos — Sabe... eu não deveria fazer isso, só não quero que se apavore.. Ela falava com uma calma na voz que me fez até acreditar que nós estavamos bem, que eu não tinha abandonado meus amigos em uma floresta sem localização precisa, e que o soluço não estava pilotando. Vamos morrer. – "Brilha, linda flor Teu poder venceu Trás de volta já, o que uma vez foi meu"Ela não para de mexer nos meus cabelos.. mas por que? por que ela não estremece com o toque? – "Cura o que se feriuSalva o que se perdeu Trás de volta já, o que uma vez foi meu" Acho que já deve estar amanhecendo.. um brilho dourado e intenço invade os meus olhos... mas eu ainda não tenho coragem de abri-los, não só por mim, mas por que não quero que ela pare – "Uma vez foi meu."Ela termina a música e toda a angústia física e emocional que eu estava sentindo passou – Tá tudo bem agora.. — Ela para com o carinho — Tenho que ir, mas não conte isso a ninguém...Sinto um beijo na minha bochecha esquerda e então estou sozinho outra vez, acho que essa voz bela e misteriosa foi um sonho, um sonho bom , por que quando eu abro os olhos eu só me lembro de ter dormido.Levando e vejo que a capa verde da Merida esta em cima de mim, nós já aterrizamos, se não me engano estamos no centro de uma montanha e um clarão vem de dentro de uma caverna. Vou me aproximando e noto que os três estão rindo juntos contado histórias uns aos outros ao redor de uma fogueira – ... E foi assim que eu QUASE matei meu primeiro dragão ! — Soluço faz pose de napoleão com um dos pés em uma rocha e as meninas estão rindo – Uau! depois eu sou a valente hahahaha — Merida cutuca a Punz com o cotovelo e as duas voltam a dar risada – Que bom ver que estão se divertindo.. e nem convidam os amigos, que feio — Eles finalmente me notam encostado na entrada da caverna. Merida corre e me abraça – Jack! ah por Odim, que bom que você acordou, o corte que fizeram na sua testa foi muito feio mas.. — Ela passa as mãos no meu rosto e o analiza com a testa franzida. — Parece que está muito melhor.. estranho, mas estou muito feliz! — Ela envolve os braços ao redor do meu pescoço. Rapunzel olha pro chão e da um sorriso.– Haha, sim estou melhor, mas acho que foi pelo sonho que eu tive.. — Merida me leva pra sentar com eles ao redor da fogueira – Sonho? você estava enconsciênte Jack! como conseguiu sonhar ? — Soluço pergunta enquanto atiçava o fogo com um graveto – Não sei.. Era tipo uma voz, uma bela voz, eu sonhei que essa voz cantava uma música pra mim e eu me sentia.. renovado sei lá — Olho para o nada e sorrio me lembrando — Mas foi um sonho bom que ajudou na minha recuperação milagrosa. Só um sonho. – Ah mas nesse tempo que você ficou apagado eu cantei várias músicas e até contei histórias pra você — Meria envolve um dos meus braços e começa a listar várias músicas, mas nenhuma era como a que cantaram pra mim... mas.. como era mesmo.. ah não sei, acho que sobre uma flor.. – Esperem um pouco aí — Levanto do chão da caverna e começo a andar de um lado para o outro — Quanto tempo eu fiquei apagado?
– Uns dois dias... A Merida que teve que caçar uns esquilos com o arco, pra gente não morrer de fome — Soluço responde – Dois dias?! como assim?! a gente perdeu muito tempo pessoal, o Norte e o Coelhão foram abandonados lá! — dois dias ! dois dias! – O sandy mandou um recado com as areias do sono — Rapunzel finalmete fala e olha na minha direção — Parece que eles tem uma idéia de onde está o ou a sombra , nós temos que nos encontrar com eles no reino das fadas amanhã de manhã — Ela fala e volta a desenhar no chão com um graveto – Sim, e nós não vamos mais perder tempo, quero todos de pé amanhã bem cedo! — Digo ainda meio abalado – Acho tão lindo quanso você fica preocupado.. ops, desculpa — Merida desvia o olhar corada, Rapunzel e Soluço reviram os olhos – Acho melhor a gente ir dormir — Rapunzel fala e se deita no chão da caverna – Tem razão.. — Merida faz o mesmo – Esperem aí! — Todos olhamos pro soluço — Vocês não acham que a gente merece um nome, já que agora somos uma equipe? — Ele sorri e nós o encaramos — Ah! vamos la pessoal! que tal... Os justiceiros do dragão? eu aprovo! – Não... muito grande — Rapunzel faz um cara de negação e boceja – Uh! e que tal " Os valentes" ? — Merida sugere – Não.. — Todos murmuramos em unisomo e então eu tenho uma idéia – Os quatro grandes! — Todos fazem uma cara de aprovação – Gostei — Rapunzel fala e nós sorrimos um pro outro – Eu também! — Merida envolve o meu braço e eu desvio os olhos de Rapunzel – Ér.. eu ainda prefiro " Os justiceiros do dragão".. mas esse vai ter que servir — Soluço diz mas logo depois sorri também – Tudo bem " The big four" haha boa noite — Digo e me deito meio proximo da rapunzel Uns vinte minutos passam e eles já estão dormindo, mas eu me viro de um lado para o outro e não consigo pregar o olho. Me levanto e vou olhar as estrelas – 89, 90 .. — Rapunzel está sentada la fora, do lado dos seus 21 metros de cabelo – Contando as estrelas? — Me sento do lado dela – É.. eu acho que isso me acalma um pouco — Ela diz ainda olhando pro céu – Mas, você tem que dormir loirinha — Dou uma cutucada de leve nela com o ombro – Olha quem fala! — Nós rimos e então ela faz uma cara triste outra vez – O que foi? — A olho – É que... daqui a pouco milhares de luzes flutuantes vão invadir o céu , e eu sempre sonhei em ve-las de perto.. por que elas sempre são soltas no dia.. no dia.. — Ela esconde o rosto entre os joelhos – Dia do que? — Pergunto e coloco uma mexa de seu cabelo atrás da orelha. Estranho. Ela não estremece com o meu toque... – Do meu aniversário. Faço 18 hoje. — Ela volta a olhar pras estrelas 18. A mesma idade da minha transformação em Jack Frost. Me levanto e coloco ela em meus braços. – Jack! aonde a gente vai? — Ponho ela sentada no trenó e pego as rédeas – Vamos ver as luzes flutuantes — Ela da.. um sorriso.. SINCERO! UM SORRISO DE VERDADE! EU CONSEGUI! Nós voamos pelo céu no trenó do Norte, ela olhava tudo maravilhada, e nós chegamos no reino bem a tempo. Ela tinha razão. É lindo. Milhares de lanternas de papel são jogadas ao céu pra.. como é que ela disse.. Princesa perdida, e o cenário fica de tirar o fôlego. Ela encosta a cabeça no meu ombro e nós ficamos assistindo tudo dentro do trenó no litoral. Ao fim das luzes tudo vai ficando bem calmo e só resta um silêncio entre nós. – Feliz aniversário Punz — A envolvo com um de meus braços Mas. Antes que ela possa responder somos atacados novamente e carregados sem nenhum esforço pelos monstros das sombras. Eles nos levam de volta pra debaixo da cama quebrada onde vive o Breu. Mas não é o Breu que encontramos lá.
Notas finais
Gostaram desse? digam simmm :)
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