Solo Quedate En Silencio
2 Amor na prática ou teoria?
Aviso *Nessa fanfic, algumas partes são narradas pela Roberta, e outras pelo Diego*
Diego: Logo depois que aquela ruiva maluca foi embora, eu senti uma mão em meu ombro. Meu pai, mas meu pai não liga para mim desde que eu nasci, ele é candidato a presidente, e tem coisas mais importantes para fazer. -Meu filho... Eu tenho dúvidas se você é realmente um Bustamante. Como você deixou uma mulher te rebaixar? Imagina se o país descobre que o filho de Léon Bustamante não consegue controlar nem uma mulher? -Papai, não foi bem isso, ela só ficou nervosa na minha frente, só isso. -Pelo que eu vi não foi isso, qual é o nome dela? -Não sei. -Diego, eu vim aqui para te avisar que te espero hoje à noite na minha campanha. Não falte. E lá, só fale se perguntarem algo, minta se preciso, não se mecha. Nem faça nada que posso me envergonhar, como falar que toca violão. E principalmente, esteja lá às 19h. — Ele foi embora, e nem se quer me deu um abraço, mesmo fazendo dois meses que já não me via. -Diego, você vai mesmo? — Tomás, o meu melhor amigo me perguntou. -Ah Tomás, eu tenho que ir, você sabe como é o meu pai, se eu não for, eu morro! É capaz de ele colocar um segurança atrás de mim. -E aquelas meninas que tinhamos marcado de sair hoje? -Eita é, eu tinha me esquecido... Mas é só marcamos em outro dia. -Ah, para você é fácil, mas para mim não é! Por favor não me deixe sozinho nessa. Vamos Diego... Você é o meu melhor amigo. -Tomás, eu não posso, é o meu pai, se eu desobedecer, ele pode me mandar para outro país, sei lá, eu não duvido de nada que ele faça. -É só dessa vez, vamos... -Hm... Tá bom, mas só dessa vez! -Aê cara, valeu. Mas agora, vamos para a aula. — Quando chegamos lá, a ruivinha descontrolada estava no meu lugar. -Que é isso? Sai daí. — Falei, a puxando pelo braço. -Me larga, garoto. — Ela disse, me empurrando. -Pessoal, essa é a Roberta, aluna nova dessa turma. E Diego, pode se sentar, ela é a sua nova dupla nas aulas de filosofia. — A professora de filosofia falava, enquanto caminhava pela sala. — Nesse trimestre, nós vamos ter um grande projeto sobre um sentimento maravilhoso, fundamentel e lindo: o amor. E cada dupla vai montar o seu projeto. Hoje, de introdução eu quero um texto falando sobre o que é o amor, podem começar. -Vamos Diego, acabar logo com isso. — Roberta falou. -Por que tão grossa? -Por que tão idiota? -Eu perguntei primeiro. -E eu não sou obrigada a responder. Enfim, o amor para mim não é nada, vamos entregar a folha em branco. -Não, claro que não. Eu quero minha nota. -Então ok, o amor em definição é um sentimento importante, e que faz as pessoas quererem seguir em frente. -Não Roberta, não... O texto é para ser algo mais pessoal, e não assim. -Pessoal como? -Tipo, como você se sente... -Eu nunca senti isso Diego. -Vai dizer que você não sentiu nada quando me viu da primeira vez? -Hahaha Diego, por favor, você acha o que? Que as pessoas olham para você e se apaixonam? -Por que você sempre tem que contrariar tudo? -Eu só disse que eu não senti nada, só isso. — Ela virou de lado e eu a puxei pelo queixo, colocando o meu nariz encostado no seu. -Vai dizer que você não sentiu nada agora?! — Falei, olhando bem em seus olhos. -Por que? Você sentiu?
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