Teu destino dúbio
Rubro como o sangue que derramaste
Empunha a haste de tua bandeira,
Maneira de se libertar da culpa.


O que tens agora, herói?
Dói lembrar da tua sina.
Uma mina de pesadelos sórdidos
Mórbidos como a frieza da morte.


Encara teu destino, soldado
Moldado pelo ódio alheio
Veio do inferno sujo de hipocrisia
Fantasia teu ideal derrotado.


Nada, nada repara teu tormento
Ao relento jura tuas preces
Mereces um descanso breve
Para então voltar a matar!


A sirene é teu canto de dormir
Ir e vir em um campo de morte
Terá sorte se a ti ela vier
E desfizer teu sofrimento torpe.

Notas finais
é isso
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