Solares
76 capítulo 76 Epílogo
Notas iniciais
BELLA..
4 Ano depois...
Hoje eu sabia onde eu tinha me metido, com quem eu estava convivendo, mas tomara Deus que toda essa imundice acabasse um dia e eu sabia que estava perto de acabar. Edward ele havia me prometido e eu acreditava plenamente nele. Nada podia ser da noite para o dia, mas dizendo ele desse ano não passava pelos acordos que fizeram. Havia se passado quatro anos depois do batizado da Marie e foram os melhores dias da minha vida ao lado do homem que eu amo.
Eu não podia negar que eu estava feliz com a chegada do nosso filho meses depois do batizado da Marie, sim ele era um menininho como a dona Ana previu em suas misteriosas cartas. Ele nasceu no dia 28 do mesmo mês de aniversário da tia Brenda, da irmã Marie e do pai. Engraçado é que não foi nada combinado e mais uma vez um presentinho para o papai dias depois de seu aniversário. Eu não fechei a fábrica como eu havia dito que faria, eu queria ter mais uns dois bebês porque Edward e eu decidimos assim. A família precisava crescer um pouco mais dizendo ele e então eu concordei.
—O que não se faz por amor? Eu o perguntei naquela época o olhando e sorrimos quando ele me pegou no colo e me deitou sobre a cama, ele estava doido para fazer amor comigo, mas ainda não podíamos por eu estar de resguardo do nosso filho.
Nosso filho era lindo e igualmente a Marie, ele era a cara do papai. Por isso eu resolvi colocar o nome de Edward Cullen jr, ele era perfeito e comprido. Diferente da Marie, ele nasceu com mais cabelo e eram lisinhos. A família inteira ficou ainda mais feliz.
O meu amor só soube do nome do filho no dia que o bebê nasceu e ficou tão feliz pela homenagem que fiz a ele e dessa forma eu selei ainda mais o nosso amor. De alguma forma eu precisava que ele entendesse ainda mais que era especial para mim.
—Ele é tão lindo bella. Disse Edward o segurando, pois o homenzinho da mamãe tinha vindo ao mundo de parto normal de manhã cedo.
Eu já estava recuperada de todos aqueles problemas do inicio da minha gravidez quando ele nasceu, a Esme foi muito zelosa comigo e o Edward nem se fala.
Alice festeira como sempre fez uma festinha de boas vindas ao neném e todos compareceram, inclusive os meus amigos de Solares e o Jake com sua linda noiva. Meu sorriso não saía do meu rosto, eu estava com minha família completa novamente e chorei os vendo ali se divertindo e tomando banho de piscina. Nada forçado, a leve rixa existia, mas aos poucos as barreiras estavam caindo. O meu homenzinho já era tão querido e Marie com o passar dos dias crescendo ficou um pouquinho ciumenta, chorava a toa querendo colo e Edward com paciência a consolava.
Vez ou outra eu pegava o meu noivo nos cantos porque vez ou outra ele tinha recaídas por tudo que me fez injustamente. Ele ficava triste e amuado ao me ver ali sempre sorrindo, atenciosa com os nossos filhos e companheira de verdade de seus pais. Esme se tornou a minha mãe postiça e isso o deixava triste por tudo que aprontou comigo. Ele podia sentir o amor verdadeiro que emanava de mim em relação a eles e nunca seria diferente depois de tudo que fizeram por mim. Hoje algumas de suas ações no passado causavam-me risos, sua teimosia e algumas de suas palavra como raposa, por exemplo.
O cheiro adocicado e floral nunca mais apareceu lá na mansão dos Cullens e nem aqui na casa da colina. Eu sabia que a Brenda estava em paz, era incrível como eu sentia isso e Edward evitava falar muito no nome dela. Vez ou outra ele comentava algo a respeito dela sorrindo, mas depois ele se calava. A ferida estava cicatrizando aos poucos e eu respeitava isso, era bem delicado por tudo que aconteceu. Só tinha uma pequena diferença agora, ao tocar no nome dela ele não ficava agressivo comigo como antes ficava, apenas permaneceu a sensação de impotência por não poder salvá-la. Aos poucos eu ia conversando com ele e ele de bom grado me escutava. Depois que eu havia contado dos acontecimentos e do cheiro que eu sentia, ele ficou mais tranquilo, mas tudo isso era saudades que ele sentia da irmã sempre companheira e amiga.
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Os dias se passaram voando ainda mais....
Eu vi os nossos filhos crescendo saudáveis. A Marie já estava com seus quatro aninhos e o Edwardzinho com três. A festinha de um ano deles foi tão linda e a da Marie foi da gatinha Marie e do Edward Jr foi dos carrinhos da Hot Wheels. Ficou lindo o salão de festa que alugamos e todos estavam presentes, incluindo os pais de jake e os da Ângela. Eles se tornaram presentes em nossas vidas e não sabendo de nada do que aconteceu, a mãe de jake se tornou uma grande amiga de Esme, sempre conversavam e ela gostava muito de mim.
Em uma tarde em nossa casa da colina, vi Edward sentado na espreguiçadeira e fui até ele, eu percebia quando ele ficava diferente. Sem contar que havíamos colocado proteção na piscina por causa das crianças e não tinha chance delas caírem. Me aproximei o olhando.
—Você é tão incrível meu amor, eu não a mereço às vezes sabe. Dizia ele sempre chorando e a Marie sempre ia o abraçar se estivesse perto de nós, ela era apegada ao pai e mesmo criança ela percebia as coisas.
—Estamos em uma nova fase Edward, por favor, e eu te amo tanto. Eu sempre afirmava isso o olhando nos olhos e ele compreendia da sua forma torta às vezes. –Não quero que as coisas ruins o assombrem dessa forma, estamos juntos e para sempre. Não acredita quando eu digo que te amo? Eu não fico olhando o passado e faça o mesmo! Briguei com ele, mas não no sentido de ficar de mal. –Isso tem que acabar! já se passaram anos meu amor.
—Você é o grande amor da minha vida. Dizia sempre ele acariciando o meu rosto e depois me beijava. –Não tenha dúvidas disso e eu acredito em você. É que..
—Não eu não tenho dúvidas que me ama. Falei o interrompendo. –Somos nós dois o nosso próprio sol e separados, não haverá mais alegria para mim. Você pode ver tudo que aconteceu comigo quando nos divorciamos e quando eu fiquei sozinha aqui na casa da colina grávida do Edwardzinho.
—Eu me lembro. Ele disse me olhando e a Marie o abraçando.
—Papai, paipai não chola. Dizia sempre ela com lágrimas nos olhos também e era cômico às vezes isso.
—Pode deixar filha. Dizia sempre ele dando beijinho de esquimó nela. –Papai te ama e ama o irmãzinho também.
—Mamãe o papai ta de catigo? Perguntou ela fazendo caras e bocas, ela vez ou outra ficava de castigo por ser arteira e chorava, por isso tinha perguntado se o pai estava de castigo.
—Não filha, papai não está chorando porque está de castigo, ele está emocionado porque ama a mamãe. Eu sempre dizia isso a ela. –Um dia você vai saber o que é isso, emoção e o amor.
—Ainda vai demorar bastante filha para isso acontecer. Dizia o Edward convicto a olhando, mas depois sorria quando eu o olhava.
—Isso não é verdade Edward.
—Amor, eu não quero imaginar outros mexendo na nossa filha por enquanto.
—Mas você também o fez com as outras e faz comigo. Eu dizia sorrindo e ele sorria, nisso a tristeza passava e voltávamos sempre ao normal.
Os olhinhos expressivos da Marie nos sondavam, ela era muito esperta e como prevenção nós havíamos colocado uma portinhola alta no alto da escada também e em baixo no começo da escada. Agora eram duas crianças e tínhamos medo deles se acidentarem, o que me levaria à loucura eu tinha certeza. Eles eram a razão da minha vida e eu me descobri sendo uma mãe coruja de verdade.
—Dois bebês lindos da mamãe. Eu sempre dizia a eles e a Mary sorria quando estava por perto.
Edwardzinho era assim que nós chamávamos o nosso pequeno, ele era bem chorão e deve ter puxado a mim e o pai, ele era bem manhoso e dengoso. Dizendo a minha sogra, ele sem dúvidas puxou o gênio do pai. Os olhos dele eram da cor do pai e mais uma vez apenas a cor do cabelo que puxou o da mamãe e a brancura.
A Mary era a minha companheira e permaneceu na casa da colina conosco, mas vez ou outra ia à mansão dos Cullens ajudar a outra arrumadeira. Elas revezavam por serem de confiança e Edward era neurótico com a segurança dos filhos. Sebastian permaneceu conosco e o Fausto também, eles eram os nossos seguranças.
Já os tios do Edward não se metiam mais na nossa vida, eles compreenderam que entre nós o amor venceu e que eu não era uma pessoa má para o sobrinho deles. Eu não os lambia, mas o respeito entre nós reinou e as crianças os adoravam. Engraçado é, mas viviam os mimando e na nossa casa já não tinha mais espaços para brinquedos. A tia de Edward havia dado uma casa enorme da Barbie para a Marie e ela passava o dia quase inteiro brincando ali, nada a tirava dali de dentro e às vezes só para tomar banho e dormir. A vida fluiu entre nós e eles iam sempre nos visitar por causa das crianças, era visível a adoração deles pelo os meus filhos e a Marie adorava a mãe de Alice, engraçado né, mas era assim. Eu não os tratava mal, era melhor manter a paz e eles colaboraram e muito também. Todas as piadas e indiretas havia acabado, eram outra pessoas eu podia dizer assim.
Sem contar que os meus amigos queridos de Solares nunca me abandonaram, estavam sempre perto de mim e a Juana irmã de Jacob não saia da minha casa com o namorado. Ela era uma amigona e estava sempre perto de mim, isso deixava a Alice bem enciumada e eu falava que a amava também. Sem contar que o noivado com o Dimitri ia de vento em polpa e logo eles iriam se casar.
Ângela se casou com o Thiago em dezembro no mesmo ano depois do batizado da Marie e nós da família Cullens fomos para New York celebrar. Eu e Edward a presenteamos com a lua de mel na Toscana, o que a deixou bem contente e muito feliz. Aos poucos eles estavam se entendendo, nada forçado. Minha amiga Ângela não era fácil, mas ela já tinha cedido e bastante hoje em dia. Éramos uma família e Alice ganhou sua confiança por ser muito simpática e extrovertida. Jacob se casou quando o Edwardzinho fez um ano e cinco meses, foi uma festa para ninguém colocar defeitos e nos divertimos bastante. O importante era os meus amigos estarem bem e eles pensavam o mesmo de mim em relação ao Edward.
Ele sem sombra de dúvida é o homem que foi predestinado a mim e minha cara metade. Sem dúvida agora eu percebo que ele é a minha alma gêmea. É engraçado como a vida nos prega peça e encontrei a minha alma gêmea de uma forma tão trágica e inesperada. No meio dos escombros, no meio do lamaçal eu diria e, acabei me sujando também por aceitá-lo em minha vida. Mas eu não ligava desde que estivéssemos juntos.
Eu não sabia e nem imaginava que encontraria a minha outra metade assim, mas, de uma forma ou de outra, eu o encontrei e agora eu estava recomeçando a nossa vida e morávamos com os nossos filhos na casa da colina. O certo a dizer era que nós estávamos recomeçando de uma forma positiva onde éramos mais unidos e as brigas foram deixadas para trás. Vez ou outra nós brigávamos por ciúmes e já estávamos casados.
—Mas qual casal não briga?
Sem contar que para o nosso casamento eu havia resolvido esperar, eu disse ao Edward que não queria me casar com um barrigão de grávida. Eu queria seguir o tradicional e ele aceitou, nisso não agilizamos mais os papéis naquele ano do batizado da Marie.
Depois da chegada do nosso segundo filho fazer amor era rotina todas as noites após o resguardo, nada nos impedia porque tínhamos a Mary para nos auxiliar. Não ficamos afastados e sem tempo por causa das crianças, muito pelo o contrário porque dávamos o nosso jeito. Ele me amava como ninguém e cada dia mais nos apaixonava um pelo o outro.
Eu me lembro que quando a Marie completou três aninhos e meio a mãe de Edward começou a nos cobrar e nos casamos novamente. Esperamos bem para dar tempo do nosso filho ficar independente de peito e podermos curtir uma lua de mel a sós.
Quem fez o meu vestido foi a mesma estilista do meu primeiro casamento, era tão lindo quanto o primeiro vestido. Alice mais uma vez me surpreendeu na festa e os padrinhos foram o Emmett e a Rosalie. As crianças estavam lindas e o Edwardzinho estava de terninho, já a Marie estava de vestidinho rosa e estava uma gracinha. A daminha foi a priminha do Edward novamente e estava linda, dessa vez menos tímida por causa da Marie. A cerimônia foi para os mais chegados que era a nossa família e amigos próximos de nós. Eu podia me lembrar o quão melado o Edward estava comigo nesse dia e sempre me abraçando e me beijando. Eu me recordava..
Flash back on.
—Meus Deus! Desse jeito vai acabar tirando o batom da noiva Edward! Disse Alice o olhando e implicando com ele. –Por sorte o batom não sai. Continuou ela.
—Ahh eu estou apaixonado. Disse ele me abraçando e a Esme sorriu estando com o netinho no colo adormecido.
Já passava das 23:00 horas e o bolo já tinha sido cortado ainda pouco. Foi um momento maravilho e romântico que eu me lembraria para sempre. O fotografo tinha feito lindas fotos e muitos beijos que trocamos ficariam gravado para sempre em nosso álbum de casamento. Inclusive nós tiramos fotos com os nossos filhos e ficariam perfeitas. Tiramos fotos com a nossa família e amigos, esse sim tinha sido o casamento que eu sempre almejei para a minha vida. Sorri estando contente e não havia espaço para a tristeza, não mais.
—Bella filha curta a lua de mel e não se preocupe com as crianças. Falou Esme sorrindo e ninando o netinho.
—A Marie está bem levada. Falei a olhando. –Não deixe ela fazer manha Esme, está impossível e o pai faz tudo que ela quer.
—Minha netinha. Falou ela olhando para a Marie que brincava com as outras crianças e sorri estando o Carlisle tomando conta dela. -Está muito bonita de noiva filha. Disse ela me olhando.
—Eu adorei esse vestido rendado no estilo romântico e é bem eu mesmo. Esse penteado com florzinhas me deixou diferente e eu adorei tudo.
—Bella, está na hora de jogar o buquê. Falou Alice vindo até a mim sorrindo. –As moças querem se casar.
—Então está bem, vamos lá.
—Vamos porque está na hora de vocês partirem.
Caminhei pelo salão tendo o olhar do meu marido em mim, dona Ana sorria ao longe e eu a olhei também sorrindo. Vi a Ângela ali sorrindo ao lado da esposa de jake que estava grávida de um menininho e sorri para eles. Eu sorria para as meninas alvoroçadas e vi a Mary conversando com o Sebastian no cantinho, eu desconfiava que eles tivessem voltado, mas não me meti e apenas sorri. Estava tudo perfeito e no lugar certo eu pensava.
—Se é o buquê que vocês querem. Falei alto sorrindo. –Doli uma, doli duas, doli trêêêêssss. Falei jogando o buquê e olhei para trás vendo o alvoroço das meninas.-Juanaaaa!!! Falei sorrindo.
—Amiga eu peguei o buquê. Falou ela sorrindo e de longe o seu namorado Roger sorria para ela balançando a cabeça que sim. Nisso o Fred e Caius caíram na pele dele o encarnando.
O Max estava tão elegante e ele estava com uma namorada fixa de verdade, fiquei feliz por ele e olhei para o meu noivo sorrindo. Os dois não se falavam ainda, mas se respeitavam e isso já era válido. Caminhei até o Edward e o olhei nos olhos.
—Podemos ir nos divertir se quiser.
—Não vejo à hora de sermos apenas nós dois por uns dias.
—Então serão dias? Perguntei surpresa.
—Claro que sim. Disse ele me olhando.
—Não me falou aonde iríamos.
—Por que é surpresa amor, está muito curiosa.
—Então ok.
Nos despedimos das pessoas e não troquei de roupa, uma chuva de arroz foi jogada sobre nós na saída e eu não conseguia parar de sorrir.
—Até a volta. Falaram os pais de Edward nos abraçando.
—Até. Falei sorrindo e os abracei.
Edward fez o mesmo com os pais e eu dei um beijinho na bochecha do meu bebê que estava adormecido. Depois beijei a testa da Marie que fazia gracinhas segurando um docinho, ela era encantadora e linda. Estava tão linda com suas bochechas rosadas.
—Mamãe vai passia?
—Sim meu amor.
—Eu também vou. Disse ela abraçando as minhas pernas e querendo chorar.
—A mamãe só vai ali e vai voltar, a vovó vai te mostrar a Barbie que está lá na casa dela. Você não quer ir com a vovó?
—Eu quelo a Babie mamãe.
—Então vá com a vovó e seja uma boa menininha.
—Ta bom. Disse ela indo até o avô que a pegou no colo, ela era inteligente e sabia que o colo da vovó estava ocupado.
—Aproveitem e vão em paz, as crianças ficarão bem.
—Tudo bem mãe. Falou Edward a abraçando e depois veio até a mim. –Pronta?
—Sim.
Eu e Edward nos acomodamos no banco de trás do meu carro e quem iria dirigir era o Sebastian. Uma hora depois chegamos a um hotel chique e nos hospedamos sendo bem recepcionados. O quarto estava cheio de pétalas de rosa vermelha, na banheira havia velas acesas em volta enfeitando e exalando um cheirinho bom de framboesas.
Voltei para o quarto e ele veio até a mim estando com os três primeiro botões da blusa aberto, eu podia ver o cordão de crucifixo de ouro que eu havia dado de presente a ele e esse não saiu mais de seu corpo. Sorri para ele e nos beijamos.
Tiramos as nossas roupas sorrindo, aliás, foi ele que tirou o meu vestido e começou a beijar o meu corpo inteiro. Pegando-me no colo, ele me levou até a cama e se deitou sobre mim.
—Eu quero muito entrar naquela banheira com você e beber a champanhe, mas eu te quero mais e podemos esperar. O que você acha?
—Vamos ter muito tempo. Após eu falar, o beijei com tanto amor que se ele fosse sorvete estaria derretendo.
Estava sendo incrível a forma que ele me tocava, ele me amava e eu podia sentir nesse momento ele invadindo o meu corpo. Gemi em sua boca e entrelaçando os nossos dedos, ele se movia em mim sem pressa.
—Eu te amo. Disse ele me beijando.
—Eu sei, eu sei. Falei de olhos fechados e suspirando.
Estava sendo uma loucura, suas investidas aumentaram arrancando gemidos da minha boca e nos virei na cama ficando por cima. Eu me movia contra ele de olhos fechados e fazer amor com ele era sempre muito bom.
Perdi a conta de quantas vezes fizemos amor ali na cama e faltando pouco para as 04:00 horas da manhã, fomos tomar banho de banheira e Edward abriu a champanhe.
—A nossa felicidade. Disse ele encostando a sua taça na minha.
—A nossa felicidade e a de nossos filhos. Completei.
—Tim, Tim. Disse ele e sorrimos.
Flash back off.
Sem acreditar naquela manhã da nossa lua de mel nós fomos para o Caribe, ele disse que queria passear comigo e que me mostraria o mundo como eu merecia. Ele realmente me surpreendendo naquela viagem. Foram dias incríveis que passamos lá, passeamos, nadamos juntinhos estando eu com o colete salva vidas porque eu não sabia nadar. Havia um Iate luxuoso que ele alugou só para nós e perdi as contas de quantas vezes nós fizemos amor lá dentro a luz da lua. Tiramos tantas fotos e Edward me deu um colar lindo durante o nosso primeiro jantar a luz de velas. A brisa suave do Caribe nesse dia se chocava em minha pele e fazia balançar o meu vestido a todo o momento. O colar que ele me deu era de ouro com um bonequinho e uma bonequinha do mesmo material e cheio de safiras verdes. Dizendo ele os bonequinhos representavam os nossos preciosos filhos.
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Já neste exato momento, eu sentia o meu coração pra lá de aquecido depois da dura tempestade que enfrentei. O pesadelo que se transformou no meu melhor sonho e no dele também. Nada se comparava a intensidade que ele depositava o seu amor em mim. Edward Cullen hoje ele era o meu paraíso e o meu amigo confidente, ele não fazia nada sem me perguntar primeiro. O nosso amor venceu todas as barreiras que nos fazia separar e nós venceríamos outras mais.
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+ 3 anos se passaram......
Atualmente...
—É mamãe, parece que temos uma meninona aqui no forninho do amor. Falou o doutor rolando o aparelho na minha crescente barriga.
—Sério? Perguntei contente.
—Sim e perfeitamente dá para ver.
—Parece que agora sim eu poderei homenageá-la com o nome da sua irmã. O que você acha? Perguntei ao Edward que me olhava sorrindo.
—Perfeito. Falou ele com lágrimas brotando em seus olhos agora.
—Nossa pequena Brenda. Falei contente.
—Sempre será lembrada.
—É sim. Afirmei sorrindo.
Desci da maca e agradeci o doutor, fui para o banheiro me vestir e me limpar tendo Edward ali segurando a minha bolsa. Caminhamos pela clinica de mãos dadas, já as crianças estava no carro com o Sebastian. Eles o adoravam e o respeitavam mais que nós até. Sebastian era muito atencioso com eles e tinha muito cuidado para não deixar eles verem a arma. Eram dois curiosos e eu sabia muito bem disso.
Saímos da clinica e fomos para o nosso novo lar estando bem contentes. Foi uma festa só das crianças ao chegarmos no apartamento três horas e meia depois, costumávamos passar alguns finais de semana lá e calhou da ultra ser hoje na sexta feira que antecedia o nosso passeio. Estávamos famintos e preparei algo para nós com a ajuda do Edward.
Almoçamos um bifinho suculento com batata frita, as crianças adoravam e comemos bem após eu ingerir a minha vitamina. Tinha arroz, feijão, salada e as crianças não tinha frescuras para comer. Sem contar que vez ou outra eles vinham colocar a mão na minha barriga, estavam curiosos.
Passamos a tarde caminhando pela praia, eles adoravam o mar e o pai sempre brincava com eles. Edward era tão carinhoso com os nossos filhos e eu me orgulhava dele.
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Às 19:20 da noite.
Ligamos para a Esme e o Carlisle para contar a novidade. Era vídeo chamada do meu celular e aguardamos eles atender.
—Oi Esme boa noite. Falei sorrindo. –O Carlisle está aí?
—Está aqui do meu lado filha, boa noite.
—Oi bella. Disse ele acenando e as crianças vieram para o meu lado.
—Vovó. Falou a Marie sorrindo.
—Oi meu amor. Disse Esme sempre carinhosa.
—Vovô. Falou o Edwardzinho e sorrimos.
—Já sabemos o sexo do nosso terceiro filho. Disse Edward.
—E aí, me conte logo! Disse a Esme empolgada.
—É uma menina. Falei sorrindo e Edward sorriu.
—Estou ferrado mãe, acho que vou ter que no futuro aumentar a equipe de segurança.
—Exagerado. Falei sorrindo.
—Que felicidade filha, mas ficaríamos contentes se fosse outro rapaizinho também.
—Eu sei que sim.
—Mas eu quero que o nome dela seja Brenda. O Edward adorou a ideia.
—Nós também filha, obrigado. Disse ela muito emocionada agora e quem começou a chorar foi a Marie.
—Vovóóó. Disse ela olhando para a avó com lágrimas rolando.
—Minha filha é tão sentimental, não sei o que fazer. Falei a olhando. –Filha a vovó está contente pela sua irmãzinha que logo irá chegar.
—É sim meu amor. Falou Edward e o nosso filho olhava para a irmã sem saber o que fazer.
—A nossa família está crescendo. Falei os olhando.
—Nossos netinhos. Disse Esme secando as lágrimas.
—É sim.
Depois disso ficamos conversando e as crianças se empolgaram, fazia bagunça e queriam pular no sofá.
—Desce daí Edwardzinho! Falou o meu marido e o olhei estando ao telefone ainda com a Esme.
—Papai a Marie ta fazendo também. Reclamou o pequeno.
—Desce os dois já daí!
—Nossa filha, eles são levados. Falou Esme sorrindo.
—Eu sei e como são. Mary tadinha passa um aperto com eles e falo para ela brigar. Que bom que dei folga para ela hoje e é merecido.
—É sim. Falou Esme sorrindo.
— Bem, boa noite e espero que vocês tenham ficado contentes Esme.
—Claro que sim, Alice vai pirar pode espera.
—Eu sei. Até Esme.
—Até filha e eu amo vocês.
—Nós também mãe. Falou Edward.
—Tchau vovó, tchau vovô. Falaram as crianças.
—Tchau meus lindos, vovó e vovô ama vocês. Disse Esme carinhosa.
—Até, beijo.
—Outro filha.
Encerrei a ligação e o olhei, sorrindo ele selou os nossos lábios.
—Eles amaram.
—Eu sabia que seria assim. Afirmou ele.
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Às 21:30 da noite.
As crianças elas dormiam tarde e estavam brincando ainda há essa hora, era sempre assim porque eles nos esperavam para irem dormir. Após nós termos lanchado os deliciosos hambúrgueres do Duque, eu fui olhar o mar. Dali eu escutava os gritinhos fino das crianças na sala ao brincar e sorri. O som do mar era relaxante ali.
—Não está se sentindo cansada? Perguntou ele me abraçando por trás no momento que as crianças vieram atrás de nós, elas eram o nosso grude.
—Pouca coisa.
—Está de quatro meses e sua barriga já está bem grandinha. Disse ele a acariciando cheio de ternura e eu sorri.
—Por sorte essa gravidez está bem tranquila, mas sinto-me cansada da longa viagem até aqui. Estou feliz de qualquer forma.
—Vamos colocar os pequenos para dormir e descansar então.
—Sabe, eu te amo tanto, mas tanto e sempre irei te amar. Falei me virando para olhá-lo nos olhos e o abracei. Nós estávamos na imensa varanda do apartamento que ele me deu de presente em frente o Mar de Solares. Minha amada Solares estava de volta em minha vida, ali também me fazia feliz.
—Eu com certeza sempre irei te amar muito mais. Falou ele sorrindo lindamente estando os nossos filhos brincando ali a nossa volta.
Eu estava tão emociona com a vida que eu tinha hoje em dia e me sentindo muito amada por ele em todos os sentidos. Ele me completava, ele era a minha alegria e sabendo que estávamos livres das imundices finalmente, isso enchia a minha vida ainda mais de alegria.
E assim prevaleceu até os últimos dias da minha vida...
FIM.
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