Solares
33 Capítulo 33
Notas iniciais
BELLA.......
Final do capítulo anterior.
Um tempinho depois.
As pessoas continuavam dançando na pista estando bem animadas e eu as observava mordendo um pedaço do meu pão de mel com um coração de chocolate em cima.
—Hum! Eu fiz ao mastigá-lo e olhei para o doce.
—Está sujo aqui. Disse Edward tirando um resquício de chocolate do canto da minha boca e levou até a boca dele.
Fiquei o olhando e peguei o guardanapo para limpar a minha boca. Bebi um pouco de água e me deu vontade de ir ao banheiro outra vez. Eu daria o meu jeito dessa vez e não iria incomodar a Alice que nesse momento conversava com alguns primos dela. Pedi licença ao me levantar da cadeira e fui caminhando a passos largos, passei por várias mesas e entrei no corredor dos banheiros. Entrei no banheiro feminino e fui para a cabine maior, a mesma que eu havia ido antes e tentei dar o meu jeito, mas o vestido e a minha barriga não estavam facilitando, eu precisava de ajuda. Inconformada eu me ajeitei e saí da cabine, caminhei pelo banheiro e abri a porta do mesmo, mas tive uma surpresa ao ver Edward parado ali.
—O que faz aí parado?
—Não posso?
—Claro que sim. .......Está me vigiando?
—E se eu dissesse que sim?
—Não vejo o porquê e o salão está cercado de seguranças. Não pretendo fugir Edward.
—Há várias razões para se vigiar uma pessoa.
—Qual é o seu motivo então?
—Por que entrou e saiu no banheiro?
—Não consigo me aliviar sozinha, o vestido atrapalha e a minha barriga não ajuda.
—Por que não chamou a Alice ou a minha tia?
—Sua tia não, eu sei que ela não vai muito com a minha cara.
—Chamasse a Mary, não adianta esconder porque eu sei que as duas são cúmplices das suas arte manhas.
—Está enganado. Falei dando as costas para ele. –Mary é gentil comigo, o que é bem diferente de algumas pessoas.
—Pode jogar verde, eu não ligo mesmo. Sabe muito bem que você não é flor que se cheira.
—Pode voltar para o seu lugar Edward.
—Já que eu estou aqui, irei quebrar o seu galho.
—Não preciso. Até porque é um banheiro de damas apenas e homens não entram.
—Não estou vendo ninguém aqui, além do mais eu já vi tudo aí mesmo. Sei perfeitamente como é o seu corpo nu e eu descreveria cada curva se me pedisse. Já esqueceu que eu te falei que sou um homem observador?
—Não precisa, faço outra hora. Falei passando por ele e o mesmo me segurou.
—Pare de bobeira, pare de bancar a infantil. Se comporte como uma mulher madura e casada!
—Não gosto que me chame de criança Edward.
—Age como uma. É um milagre eu estou sendo prestativo até.
—Então guarde o seu lado prestativo pra você!
—Iremos ao banheiro agora. Disse ele me puxando e não tive chance de recusar.
Entramos no recinto e Edward trancou a porta. Imediatamente ele me levou para a mesma cabine que eu estive antes e ele mesmo fechou a porta.
—Como faremos? Perguntei um pouco chateada.
—Vou levantar o seu vestido e você desça a sua peça íntima.
—Tudo bem. Falei o olhando e achei uma bobeira o meu coração está disparado à toa.
Edward levantou o meu vestido e eu abaixei a minha calcinha, dei alguns passos para trás e me agachei com cuidado. Comecei a me aliviar dando graças a Deus e evitei olhá-lo, eu estava demorando e ainda faltava era líquido para sair do meu corpo.
Quando eu terminei, Edward me ofereceu o papel e me asseei com cuidado. Joguei o papel na lixeira e suspendi a minha calcinha, dei três passos para a frente e Edward largou o meu vestido. O ajeitei e saímos da cabine, lavei as minhas mãos e Edward foi abrir a porta do banheiro, por sorte não havia ninguém e saímos.
—Estou zangada demais para o agradecer.
—Guarde para você. Disse ele se afastando um pouco mais e voltamos.
Passamos pelas mesas e eu soube através da cerimônialista que já era a hora de eu jogar o buquê. Ela o entregou para mim sorrindo e fui caminhando escutando a farra das moças solteiras, isso me fez sorri pra valer e levantei o meu buquê fazendo figa nelas. Posicionei-me no meio da pista de dança e fingi que o jogaria, mas as enganei.
—Isso não vale. Falou uma delas alto sorrindo.
—Quem aí quer se casar? Perguntei sorrindo e todas elas responderam.
—Eeeuuu.
—Ok. Então se preparem, irei jogar.
Fingi jogar o buquê novamente e elas sorriram.
—Isso não vale Isabella. Falou uma delas o meu nome e para mim soou um pouco estranho por eu não ter intimidade ou conhecê-la, mas deixei isso pra lá. Soou natural e amigável.
—Juro que jogarei.
Levantei o meu braço, dei um impulso para o buquê ter velocidade e o soltei. A gritaria foi animada e eu ao olhar para trás, quem o havia pegado não foi nada mais que......Alice.
—Quem sabe não sou a próxima. Falou ela sorrindo e ajeitando o vestido dela.
—Você não existe Alice. Falei sorrindo pra valer.
—Consigo tudo que eu quero meu bem. Disse ela sorrindo faceira e balancei a minha cabeça que não.
—Então, parabéns pelo buquê.
—De nada. Disse ela o sacudindo. –Já está na hora de irem. Falou ela me puxando para o canto.
—Irem para onde Alice? Perguntei passando a mão em minha cabeça.
—Para casa. Os meus tios ficarão em minha casa e vocês terão a Mary e a Victória para ajudá-los.
—Podemos ir no final da festa. Sugeri.
—Deixa de ser boba. Logo a festa acabará, já são 3h da manhã.
—Isso tudo já?
—Sim e passou rápido. Mudando de assunto, eu sei que estragou o carro do meu primo e confesso que você é uma mulher corajosa Isabella. Ele vai morrer em uma grana por causa da pintura daquele carro.
—Ele mereceu.
—Admito que teve as suas razões, mas esse clima é ruim. Pode me entender?
—Nunca se passou pela a sua cabeça que eu acho o mesmo? Ele me provoca Alice e coloca as prostitutas dele lá em cima. Ele me esnoba sexualmente e você quer que eu fique calada? Sei que ele conta tudo para você.
—Se fosse tão ruim, ele não a procurava. Às vezes você é tão inocente, mas um dia acordará por si só.
—O que quer dizer com isso?
—Descubra você mesmo.
—Tudo bem Alice. Apesar de toda essa situação, eu agradeço pela festa tão pomposa e bonita que você organizou. Agradeço de coração pelo o esforço mesmo você sabendo quem eu sou. Falei secando uma lágrima que rolou e ela me abraçou.
—De nada, mas não fico feliz que você se envolva com outros homens mesmo você tendo as suas razões. Desculpe falar isso, mas eu prefiro ser sincera.
—Eu a compreendo por ele ser da sua família Alice.
—Agora você também é. Só tem a nós e todos temos defeitos. Só com o passar do tempo à dor irá aliviar.
—Sei muito bem disso.
—Fico feliz que gostou da festa.
—É eu gostei mesmo e até do meu cabelo que está em sua cor natural.
—Seus olhos parecem dois faróis de milha ainda mais agora. O contraste com o cabelo é imenso pela a sua pele ser clara demais. Está mesmo perfeita senhora Cullen. Após ela falar, sorri levemente.
—Sei disso. Minha mãe adorava a cor dos meus cabelos. Falei secando outra lágrima que rolou.
—Acredito. Agora vamos porque já está tudo preparado para a partida de vocês.
—Ok.
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Alice acenou com o dedo e Edward veio até nós.
—Já podem ir. Sabe que irão com o carro do meu tio por ser maior não sabe? Perguntou Alice olhando para o primo.
—Ele já me deu as chaves.
—Ótimo. Então é até outro dia. Falou Alice nos abraçando.
—Até outro dia Alice. Falei secando uma lágrima que rolou novamente.
—Briguem menos, por favor. Não são criancinhas mais.
—Alice....
—Não quero ouvir o ponto de vista de ninguém agora, irão se acusar e hoje não é o momento.
—Ok. Falou Edward inconformado, ele queria estar sempre no poder.
Fomos até a mesa da minha mais nova família e nos despedimos deles de forma calorosa. Lembrando-me de um detalhe, eu chamei Alice no canto.
—Não irei trocar de roupa antes de ir embora? Esse vestido tem milhares de botões Alice.
—Seu marido irá tirá-lo para você. São apenas botões Isabella. Está com medo de quê?
—Eu, com medo? Perguntei franzindo a minha testa. –Não delira Alice!
—Deixa de ser boba e agora ande, ele está te esperando.
—Ok. Falei olhando para trás e Edward me aguardava.
—Ah! Eu pedi para a cerimônialista colocar alguns doces para vocês levarem. Você comeu com tanta água na boca e sobraram muitos. Terei que pedir os nossos parentes para levarem, o Buffet não faz questão de nada e foi pago né.
—Tudo bem, eu e minha filha agradecemos.
—É a minha afilhada.
—Tudo bem Alice, eu sei disso.
Nós voltamos e Edward segurou na minha mão me olhando. Fomos recebendo os cumprimentos das pessoas, acenei para elas e fomos na direção da porta, ao sairmos uma chuva de arroz foi jogada sobre nós e sorri. Carlisle e Esme ficaram ao lado do carro que estava estacionado e nos aproximamos deles.
—Se comporte filho. Pediu Carlisle o olhando.
—Não estou fazendo nada Carlisle.
—Quando vocês voltarão para a mansão? Amanhã mesmo? Perguntei estando muito curiosa.
—Não se preocupe com isso agora filha. Falou Esme sorrindo. –Saiba que só os deixei ficarem sozinhos, porque eu preciso dar um voto de confiança para o meu filho, nem o Carlisle estava de acordo. Bem dizer já são pais e sejam educados um com o outro. Edward, não me desaponte filho.
—Sei disso mãe.
—Eu aguento Esme, pode deixar.
—Espero que aproveitem. Desejou ela.
—Falta pouco para o amanhecer. Bem dizer, eu irei passar o dia inteiro dormindo. Após eu falar, Esme e Carlisle sorriram. Já eu sorri sem entender nada.
—Será da sua forma querida. Agora vão.
Carlisle abriu a porta do carro e eu antes de entrar dei um abraço forte em Esme.
—Eu a amo como a minha mãe Esme, sabe disso. Obrigada pela festa.
—Eu também te amo filha. Disse ela me abraçando forte também e nos afastamos depois sorrindo.
—Tchau Carlisle. Falei o abraçando. –Cuide dela também e se cuida. Até depois.
—Sempre. Falou ele sorrindo. –Devemos cuidar do amor da nossa vida e até outra hora querida.
—Que fofo! Falei sorrindo e me afastei dele. –Tchau.
—Tchau. Falaram os dois e entrei no carro, me sentei no banco do carona com cuidado e Carlisle fechou a porta.
Ao ver tanto amor e carinho entre eles, minhas lágrimas rolaram. Eles acabavam de cumprimentar o filho e o mesmo veio se sentar ao meu lado estando no banco do motorista. Notando o meu real estado, ele me olhou.
—O que foi agora?
—Não é nada. Falei olhando para a janela, ninguém conseguiria me ver pelo vidro ser filmado.
—Nada e está chorando?
Não dei bola para ele e fiquei na minha, ele não ligando para o meu ato, ele ligou o carro. Sequei o meu rosto rápido e abri o vidro da janela, acenei para as pessoas e Edward acelerou. Coloquei o meu braço para dentro e os vidros foram fechados. Conforme o carro ia avançando em sentido o portão, as pessoas iam ficando para trás, sem contar que a pirua Blazer nos seguia com três seguranças.
Novamente as minhas lágrimas rolaram e eu as sequei, sem me importar, eu tirei o véu do meu cabelo de qualquer jeito estando um pouco chateada e o joguei no banco de trás. Ficou apenas o coque no alto da minha cabeça e Edward me olhou de relance por causa desse meu ato desnecessário. Encostei-me no banco e fiquei na minha olhando para a pista a nossa frente. Sequei a lágrima que rolou.
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20min depois.
Observei que o caminho que nós estávamos seguindo era bem diferente e fiquei muito confusa, olhei pra Edward e ele nada falou, apenas continuou dirigindo. Ele percebeu a minha estranheza e ficou na dele. Fui olhando a paisagem desconhecida por mim e coloquei a minha mão sobre a minha barriga, a bebê estava quietinha e devia estar dormindo. A curiosidade estava me matando e resolvi perguntar.
—Não estamos indo para a mansão, não é?
—Não. Disse ele me olhando por breves segundos e tornou a olhar para a pista. Até a sua forma de dirigir era elegante, eu reparava e tornei a olhar para a estrada.
—Poderíamos ter ido para a mansão mesmo, não acha?
—Alice foi quem organizou, reclame com ela. Disse ele chateado.
—Não quero ser estraga prazer Edward, mas......
—Por que não para de criticar? Pediu ele olhando para mim e tornou a olhar para a estrada visivelmente chateado. –Deveria se sentir privilegiada, mas você só sabe reclamar o tempo todo.
—Olha quem está falando!
— Não esquento se a minha companhia não lhe agrada e imagino até que você queria que aquele engomadinho estivesse aqui no meu lugar.
Resolvi ignorar e uma lágrima rolou dos meus olhos, parecia que ele havia se ofendido com as minhas palavras, mas eu sabia que não devia ser isso. Ele não ligava para mim mesmo e me ofendia quando bem queria. Edward estava completamente enganado, sei que o jake gostava mesmo de mim, mas em nenhum momento eu o imaginei no lugar de Edward durante a festa de casamento e mais lágrimas rolaram.
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1h e 45min depois.
Seguimos por uma estradinha que me lembrava a dos Cullen, mas a diferença foi que subimos uma rampa e a vista era linda da praia lá em baixo. Olhei para trás e a pirua Blazer nos seguia mantendo uma distância mínima.
Paramos em frente a um portão imenso e o mesmo foi aberto a comando de Edward através de um controle. Meu coração já voava em meu peito em antecipação, eu não sabia qual seria a atitude dele e nós estávamos brigados apesar de toda a encenação durante o casamento. Eu não estava satisfeita com o que ele andava aprontando sabe lá quanto tempo e isso tudo porque ele vinha me procurar quando bem entendia. Eu simplesmente não concordo com esse tipo de coisa, principalmente ele me diminuir por causa das outras. Eram tantos fatores e a minha confusão piorava tudo. Reparei que a casa era enorme e que vista deslumbrante. Mais ao fundo no jardim havia uma casa e deduzi ser onde os empregados ficavam, inclusive os seguranças fora da hora de trabalho. A lua iluminava o mar e não havia outras residências ao redor, era só aquela. Os Cullens gostavam de privacidade, isso estava óbvio demais e paramos no interior da garagem, já os seguranças estacionaram a pirua Blazer e foram fazer a ronda no local. Todos armado, claro.
Edward desceu do carro primeiro e veio abrir a porta para mim, desci com cuidado do carro por causa do vestido e ele fechou a porta do automóvel com um baque. Fomos andando pelo quintal e Edward abriu a porta da mansão, estando do lado de fora já dava para eu ver a suntuosidade do lugar pelas paredes serem todas de vidro e observei na minha. Ele deu espaço para eu poder passar e fiquei olhando tudo em volta. O tom de marfim ou creme, não sei, imperava no local. A piscina do lado de fora era grande e a vista era mesmo deslumbrante. A sala era imensa, sofás suntuosos e uma orquídea branca enfeitava o local. Eu estava encantada e olhei para o Edward sem saber o que falar, ali devia ser mais uma das casas deles e me calei, se eu perguntasse, ele poderia questionar o motivo da minha curiosidade. Na certa acharia que eu já estava de olho nas coisas deles e fiquei olhando para a imensa piscina estando próxima do vidro e.....
—A cozinha fica no final do corredor e a porta da área de serviço fica dentro dela. Há um quarto para empregadas aqui em baixo, sendo que a porta dá para a área de serviço. Há um banheiro social a sua direita e o escritório fica próximo do mesmo. Os quartos são em cima e há outro banheiro social lá em cima também. Disse ele não me olhando.
—Ok. Falei o olhando, sendo que ele não fazia o mesmo.
—Vou pegar as nossas coisas lá no carro.
—Ta bom.
Edward saiu da casa e a fim de conhecer o lugar, eu fui para a minha direita conhecer o banheiro social primeiro. O local era bonito e bem organizado. Saí do recinto sentindo o cheirinho bom do lugar e caminhei pelo corredor, esse que era bem maior que o da outra mansão. Evitei ir conhecer o escritório, caso Edward me visse lá poderia pensar bobagem a meu respeito como pensou lá na fazenda e eu não queria isso. Abri a porta ao chegar no final do corredor e a cozinha era bem espaçosa. Diria que linda e o sonho de qualquer mulher. Era perfeita. Ela parecia àquelas cozinhas de casinha de boneca e reparei que era tudo novinho em folha, o cheirinho de novo era sem igual e eles não deviam frequentar aquela mansão com frequência. Enxerida, eu fui até a geladeira e a abri, a mesma estava abastecida e havia suco, queijos, besteirinhas e outras coisas a mais necessária para o dia-a-dia. Peguei uma garrafa de água e tomei um susto quando Edward entrou na cozinha e colocou uma caixa mediana sobre a mesa.
—Edward eu só estava pegando água para eu beber e.......
—Eu não falei nada. Disse ele olhando para mim. -Esses são os doces que Alice provavelmente falou com você.
—Hum! Ok.
Fui até a mesa e abri a caixa, havia vários deles ali dentro e peguei um pra eu comer, Edward fez o mesmo e fui pegar um copo, sendo que eu não sabia onde eles ficavam. Abri a porta do armário e eles não estavam ali naquela parte, havia mantimentos apenas. Fui para o outro lado e por sorte eu os achei, peguei um e fui passar água, até o copo estava novinho em folha. Enchi o mesmo de água e Edward continuava comendo os doces na dele, ele apenas me observava e vez ou outra eu fazia o mesmo com ele.
Edward estava pensativo ao comer e eu bebi dois copos de água por eu estar com muita sede, tornei a lavar o copo, depois eu o coloquei na pia pra secar por si só.
—Sua mala já está lá em cima.
—Tudo bem, eu irei subir. Está um pouco quente aqui.
—Não liguei o ar.
—Não precisa. Acho que é o vestido mesmo.
—Tire-o.
—Farei isso.
Sai da cozinha e caminhei devagar pelo corredor, subi a escada com cuidado e pela a última porta estar aberta, imaginei que o quarto o qual ficaríamos era aquele ali. Era bobagem eu estar me sentindo agitada e cheguei na porta do quarto, o lugar era deslumbrante e um luxo só. Achei a coisa mais linda. Puxado para o tom creme, amarelo e dourado. Tudo combinava. Os criados mudo, a cortina, a mesinha e a cadeira acolchoada. Parecia um quarto da realeza, eu pude perceber. Aquela mansão era valiosíssima e fechei os meus olhos.
Fui até a cama e a apalpei, ela era macia demais e fui até a janela, a vista era tão bonita e já estava começando a amanhecer bem lá ao longe no horizonte sobre o mar. Já para cá estava bem escuro ainda. Fechei a janela e em seguida eu fechei a cortina, fui até o banheiro e o mesmo estava todo no escuro. Escuro entre aspas porque a espaçosa banheira estava sendo iluminada por luzes em neon interna e havia velas decorativas de coração iluminando o local. Havia também uma garrafa de champanhe ali ao lado da banheira, isso despertou ainda mais o meu nervosismo e soube que aquilo era coisa de Alice, não era de outra pessoa pela imaginação dela ser fértil. O banheiro era mesmo incrível e cheirava a morangos, lembrava o meu xampu. Com isso fiquei o admirando por ser luxuoso e com um box imenso espelhado. A pia era grande e havia muitos objetos de uso pessoal ali.
—Alice é mesmo louca. Falei para mim mesma em voz alta estando completamente distraída no meio do banheiro.
—Eu também concordo. Falou Edward da porta e meu corpo se agitou levemente por causa do pequeno susto. -Esse tipo de coisa é pra pessoas que estão apaixonadas uma pela outra, mas aqui é o contrário. Você pensa o contrário, sei que gosta mesmo é do outro. Não adianta negar porque é verdade.
—O seu mal é que você gosta de falar por mim Edward. Você me atropela literalmente, mas não irei convencê-lo. Preciso tirar esse vestido.
—Faça o que quiser. Falou ele saindo da porta do banheiro e me deixou ali sozinha.
Após ele sair, eu fiquei tentando dar o meu jeito estando ali naquele escurinho. Por querer me livrar logo do vestido eu me esqueci de acender a luz.
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10min depois.
Não consegui tirar o meu vestido sozinha e fui para o quarto, encontrei Edward deitado na cama apenas de calça cumprida social preta e o restante de sua roupa estava sobre a cadeira em frente a cama. Quem o olhasse diria que ele estava dormindo e ao me notar no quarto, ele abriu os olhos estupidamente verdes e me olhou.
—Não consigo tirá-lo sozinha Edward. Tire-o................., Por favor,............. Para mim.
Ele se levantou me olhando intensamente e eu fui até ele, me virei de costas e devagar ele começou a desabotoar o vestido para mim. Seus dedos e o roçar de sua mão em minha pele me arrepiou todinha. Esse pequeno detalhe foi observado por ele e senti o dedo dele correr em meu braço por breves segundos. Movi-me incomodada por causa disso e ele continuou.
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Nesse momento ele já estava na metade, eram tantos botões a serem desabotoados e o atrito da mão dele em mim já estava despertando sensações que eu julgava proibidas em meu corpo. Fechei os meus olhos, entreabri os meus lábios e por fim ele chegou nos botões que ficavam sobre o meu traseiro, eu já estava com as minhas costas nua e com a minha calcinha já aparecendo. Por fim ele terminou e puxou o meu vestido sem eu esperar, o mesmo caiu no chão e pensei em trazê-lo de encontro o meu corpo, mas seria bobagem. Um pouco sem jeito eu dei um passo para o lado e peguei o vestido no chão, isso sem me virar e Edward ver os meus seios desnudos. O coloquei sobre a cadeira, sem me virar eu fui para o banheiro estando de meia calça, sapato de salto branco e calcinha da mesma cor. Acendi a luz e desmanchei o coque do meu cabelo perante o espelho, meus cabelos caíram em ondas e fiquei me olhando, os meus olhos reluziam realmente. Olhei para a minha aliança e levantei o meu olhar novamente, decidi tirar o meu sapato, depois foi à vez da minha calcinha e por último foi a meia que ia até a minha coxa.
Decidi que eu iria aproveitar aquela banheira mesmo que fosse sozinha e entrei estando completamente nua, a água estava morninha e me sentei. Para minha surpresa Edward entrou no banheiro, ele apagou a luz deixando o ambiente no escurinho e foi tomar banho no Box. Apenas às velas iluminavam o local e a luz interna da banheira também. Fiquei o observando, ele estava absorto demais em pensamento e tomava o banho dele devagar.
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Momentos depois ele saiu do Box estando completamente nu e entrou na banheira sem me pedir permissão, um pouco cara de pau como só ele era, ele pegou o champanhe e o estourou. Fiquei apenas o olhando calada. Ele encheu as duas taças e me entregou uma, sem ter reação alguma eu a peguei o olhando, mas não havia o que brindar.
—Iremos brindar o quê? Perguntei normalmente e continuei assim.
—O que você quiser.
—Não tenho nada em mente para brindar hoje. Falei o olhando séria.
—Já eu tenho muito que brindar. Disse ele sorrindo sacana. -Agora você é minha de verdade e Tim, Tim. Disse ele encostando a taça dele na minha e sorriu de forma sacana novamente. Ele não me levou a sério.
—Eu sou sua? Por acaso nunca ouviu falar que ninguém é de ninguém e somos do mundo Edward?
—Mas você não é do mundo. Disse ele vindo na minha direção e me mantive firme sentada no mesmo lugar. – Tome nota disso e não duvide de mim, seu tempo de solteira simplesmente acabou! A esse respeito eu faço questão de ser egoísta e nunca irei pedir desculpas por causa disso.
—Sou o seu brinquedinho, sua máquina de sexo, isso sim, por isso diz isso! Falei no momento que ele se sentou de frente para mim e evitei olhar para baixo.
—Brinquedo ou não, você é minha. Faça por onde merecer a minha confiança porque depois que eu a vi naquela boate se esfregando com o outro e mentindo a um longo tempo para mim, eu já não confiava em você, agora ficou bem pior! Você andando sozinha não me inspira um pingo de confiança Isabella. Não me inspira confiança alguma junto de suas mentiras para se livrar de mim.
—Mesmo assim você ainda me quer por perto. Outro em seu lugar já teria me descartado de vez e você não é obrigado a nada em relação a mim e a minha filha. Viro-me sozinha em relação à grana e tenho certeza que ela não passará fome, mulher bonita é difícil ficar sozinha e tem sempre quem a queira de verdade! Falei para provocá-lo e sei que fui um pouco convencida, mas ele merecia por sempre me diminuir. -Você tem de tudo, é rico e mulher é o que não falta e nem irá faltar para você. Pode levar a sua vida de antes se quiser, pois, eu levarei a minha como der.
—Você carrega o que também me pertence. Disse ele apontando para si próprio.
—A menina?
—Sabe muito bem que sim e não abrirei mão dela por que você quer!
—É só isso que importa não é mesmo?
—É só isso que importa para mim Isabella.
—Não pretendo tirar esse direito seu. Falei não o encarando –Fique aí e aproveite a droga da banheira sozinho!
—Não vai sair. Disse ele me segurando. –O champanhe é sem álcool e Alice foi quem comprou.
—Por ela sim eu bebo. Falei trazendo a taça até a minha boca e bebi tudo de uma vez o olhando. O sabor era bem suave e estava geladinha, deliciosa eu diria.
—Isso é falta de educação.
—Não quero ser educada com quem não é comigo!
—Você parece uma onça.
—Acho que raposa se enquadra melhor. Falei saindo da banheira com cuidado e ele sorriu.
Fui para o Box e tomei o meu banho tendo ele como plateia o tempo inteiro, ele sabia como fazer para implicar. Após eu terminar saí para me secar e vesti o roupão.
—Sua mala está no closet, sabe qual é.
Saí do banheiro o deixando ali e fui até o closet. Estranhei que havia roupas nossas ali, sapatos nossos também e inclusive de sair. Abri a minha mala e havia produtos para uso pessoal ali também, lingerie, camisolas e biquínis. Os lingeries eram bem sensuais eu reparava e as camisolas não havia uma que escondesse tudo, a maioria era transparente e soube que Alice estava envolvida nisso também. Ela exagerou na transparência, eu reparava ao pegar as peças. A maioria era depravada de tão transparente e escolhi a que menos mostrava nos seios, eu acho. Após vesti-la eu me olhei no espelho. Eu teria que escovar os meus dentes antes de dormir e fui para o banheiro, Edward relaxava na banheira ainda e acendi a luz. Ele abriu os olhos na mesma hora e ficou me olhando, eu o ignorei e peguei a escova e a pasta de dente que eram ambas novinhas em folha.
Estando de costas para ele, a minha imagem refletia no espelho e ele olhava para mim, isso me irritou e virei para olhá-lo. Resolvi deixar pra lá a falar algo. Escovei os meus dentes na paz, mas eu sentia o olhar dele me queimando a todo o momento e após eu terminar de escová-los, eu apaguei a luz e saí do banheiro.
Afastei a colcha e me deitei naquela maciez deliciosa, estava calor demais essa noite e o ar estava desligado. Procurei o controle e o achei sobre a mesinha, imediatamente eu me levantei e o peguei. Coloquei na temperatura amena e tornei a me deitar, cobri-me logo e fechei os meus olhos.
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5min depois.
Escutei passos no quarto e a coberta foi suspensa, abri os meus olhos e Edward se deitou ao meu lado estando completamente nu. Ele se ajeitou no travesseiro e não veio mexer comigo, desliguei o abajur e o quarto ficou escurinho, digo nem tanto porque o dia já estava raiando.
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Sentindo eu me mexer vez ou outra, Edward se aproximou de mim por trás e beijou o meu pescoço por diversas vezes cheio de ânsia. Fingi não ligar e continuei na minha, mas a minha perdição foi ele acariciar o meu seio esquerdo sob a camisola e me virou de frente para ele sem ter dificuldade ou luta da minha parte. O desejo também me consumia de forma violenta.
—Por que não dorme e me deixa em paz Edward? Perguntei enquanto ele beijava a minha orelha de forma erótica e suspirei baixinho.
—Por que eu a quero. Disse ele me olhando, era possível ver o brilho dos olhos dele por causa dos filetes de claridade que entravam através da cortina com blackout e ele veio me beijar, mas eu virei o meu rosto para o lado.
—Não! Falei baixinho.
—Pare de bobeira. Pediu ele vindo beijar os meus lábios e me beijou de forma tão suave que chegou a me arrepiar todinha novamente. Ficamos nos beijando e pelo desejo estar nos consumindo pra valer, ele gemeu baixinho durante o nosso beijo.
—Quero dormir. Falei afastando o meu rosto do dele e ao mesmo tempo sentindo o roçar dos dedos dele em meu traseiro sobre a camisola.
—Somos casados, haja como uma esposa de verdade agora.
—Não estou a fim. Falei me afastando dele e me deitei de barriga pra cima. –Quero dormir, eu estou exausta por bancar a atriz por várias horas e isso não combina comigo. Bom dia Edward e vá dormir você também.
—Não estou a fim de dormir.
—Aprenda que eu não sou esse tipo de mulher que o homem procura apenas para sexo quando ele bem quer! Falei normalmente. –Não sou esse tipo de mulher as quais você está acostumado a ter! Detesto que brinquem comigo!
—Estamos casados, agora é diferente Isabella. Somos marido e mulher.
—Pura fachada. Falei normalmente e sequei uma lágrima que rolou. –Pura fachada sua!
Edward se ajeitou no travesseiro visivelmente inconformado e dei as costas para ele, eu estava me sentindo realmente cansada, digo, excitada e me cobri melhor sentindo-me usada na minha visão. Essa era a realidade apesar de eu achar o nosso sexo...... de qualquer forma essa era a visão que eu tinha, ele me usava quando bem queria e eu acabava me entregando. Fechei os meus olhos e com muito custo me permiti relaxar.
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27min depois.
Estava impossível dormir, Edward se mexia muito na cama e acabou se levantando provocando um sacolejão no colchão por ser fofo demais. Ele saiu do quarto e fechou a porta causando um baque alto e permaneci na minha após isso. Tornei a me deitar de barriga pra cima e fechei os meus olhos, uma lágrima rolou dos meus olhos sem ter motivo algum e a sequei.
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1h depois.
Eu não estava conseguindo dormir por incrível que pareça e me levantei da cama. Descalça mesmo eu fui até a porta e a abri, olhei para o corredor e estava tudo quieto. Decidi sair do quarto e fui andando pelo corredor devagarzinho já que eu não sabia onde ele estava, cheguei perto da escada e o vi deitado de roupão no sofá dormindo. O roupão ele deve ter pegado em um dos quartos, pois ele estava nu antes.
Por ele estar dormindo, eu desci a escada vendo que ali havia proteções para os vidros também, sendo que essas eram de correr. Era impossível ver o lado de fora nesse momento e tornei a olhar para Edward.
Após descer a escada eu fui caminhando até o sofá e na televisão passava um filme qualquer, olhei para o controle na mão dele e o peguei, mas para o meu espanto ele estava acordado e o segurou com precisão impossibilitando-me de pegá-lo.
—Eu estou vendo.
—Você estava cochilando Edward.
— O que faz aqui em baixo?
—Eu não estava conseguindo dormir. Talvez seja a mudança de ambiente ou não sei. Falei olhando fixamente para ele.
—Volte para o quarto e tente dormir outra vez. Disse ele evitando me olhar agora. –Não deve ficar andando pela casa com esse tipo de trajes ou menos colocasse o robe. Veja como está tudo aparecendo. Disse ele apontando para os meus seios, mas não os olhava.
—Sei disso, mas não deixarei de andar com ela. Só há nós dois aqui e a casa está com as proteções.
—Não deve andar, há seguranças. Repetiu ele me olhando dessa vez.
—Você gosta de mandar em mim.
—Por ser a minha suposta esposa agora, você tem que impor mais respeito. Não vou admitir que aquilo que aconteceu no sábado volte a se repetir e eu seja motivos de piada!
—Já vai começar a fazer o papel de meu pai? Após eu perguntar, ele se sentou no sofá. –Você próprio foi o culpado por aquilo ter acontecido!
—Eu fui o culpado de você estar me traindo com o seu ex?
—Traindo? Traindo Edward?
—Isso mesmo! Falou ele um pouco mais alto.
—Não há o porquê você se sentir assim ou.......... eu. Falei não o encarando. –Na nossa situação não combina esse tipo de palavra!
—Temos um compromisso, pronto e acabou!
—Por causa da menina.
—Iremos subir agora. Falou ele se levantando e percebi que ele estava excitado, mas disfarçou e eu fingi não perceber.
—Não quero.
—Iremos subir agora!
—Vá você, eu não quero.
—Não comece com a frescura.
—Não estou. Falei normalmente e ele jogou o controle da tv sobre o sofá.
—Então fique, já eu prefiro subir. É o melhor a se fazer!
—Ok.
Edward ajeitou o roupão e subiu para o quarto, sem ter o que fazer, eu me deitei no sofá e troquei de canal, deixei em outro filme e fiquei assistindo.
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1h e ½ depois.
Eu já sentia o meu sono chegando e já devia estar bem claro. Desliguei a televisão e subi devagar a escada, ao entrar no quarto Edward dormia estando sob os edredons e o quarto estava bem gelado. Achando que estava demais eu diminuí a intensidade do ar e me deitei sem fazer com que a cama se movesse muito. Aquilo sim era um mega exagero de maciez. Movi-me bem devagar ao me acomodar no travesseiro e puxei o edredom, mas para a minha surpresa Edward se aproximou de mim e beijou próximo da minha orelha. Eu podia sentir o corpo dele colado no meu e fechei os meus olhos sentindo as suas caricias provocantes em minha orelha, Edward estava impossível hoje. Foi instantâneo o meu corpo entrar em ebulição e piorou quando ele colocou a mão no cós da minha calcinha e acariciou a minha pele ali sem avançar o sinal. Ele acariciava tão bem e eu no momento não tive forças para me afastar.
.
Ele continuou beijando o meu pescoço, a minha orelha e quando fez menção de querer aprofundar as coisas.
—Edward se comporte. Chamei a atenção dele com a voz melosa por causa do desejo no momento que ele me acariciou intimamente sob a calcinha. Ele correu os dedos com desenvoltura me levando a loucura e .. –Hum! Eu gemi baixinho e ele colou ainda mais o corpo dele no meu deixando-me saber o quanto ele queria transar. Eu estava mais que excitada e molhei o dedo dele.
—Não quero me comportar, sei que está fazendo jogo duro. Falou ele baixinho em meu ouvido me acariciando intensamente sem parar. –Sei que também quer o que eu tanto quero.
—Acha que sexo é tudo? Perguntei sentindo o dedo dele começando a me penetrar e Edward o tirou para poder voltar a me acariciar, eu sentia a quentura que estava o dedo dele, na verdade eu estava pegando fogo e o meu sexo já comichava com muita intensidade. Fui obrigada a apertar meus olhos para não gozar.
—No nosso caso sim.
—Não sou o seu brinquedo! Falei com raiva tirando a mão dele do meio das minhas pernas e ele me virou para ele.
—Qual é o seu problema? Perguntou ele me olhando intensamente.
—O meu problema é você Edward Cullen! O seu exagero, a sua postura, os seus maus hábitos, a sua cara de pau para comigo e a sua falta de sentimentos! Só isso.
—Mesmo assim ficaremos juntos! Disse ele vindo me beijar e virei o meu rosto.
—No mesmo teto sim e não fisicamente!
—Acha que vou me conformar?
—Mais vai ter que se acostumar seu mimado!
—Isso é o mesmo que me mandar ir procurar na rua.
—Você já fazia isso antes e não será o problema por já estar acostumado!
—Você é quem sabe. Disse ele se afastando de mim e se levantou da cama.
Edward foi para o banheiro e minutos depois eu escutei o chuveiro sendo ligado. Estranhei por ele já ter tomado banho e curiosas eu me levantei da cama devagar. Fui andando bem lentamente e parei para expiá-lo estando escondida na porta. Ele estava bem excitado pude reparar, do nada ele começou a se tocar e fiquei surpresa com isso. Aquela visão mexeu comigo e principalmente com o meu corpo, no meu intimo eu sabia que naquele momento eu o desejava fisicamente também. Ele gozou tão rápido e fechou os olhos durante o ato, era visível o prazer que ele estava sentindo e devia ser pela a outra pelo visto. Ele não faria aquela cara de extasiado por minha causa e sem eu querer, eu me movi estando distraída demais, nisso ele me viu de relance e sai rápido dali.
Deitei-me na cama rápido demais e me cobri, fechei os meus olhos correndo quando escutei passos no quarto. Eu sabia que ele se aproximava e o meu coração batia frenético em meu peito, a coberta foi levantada e ele se deitou vindo segurar em meu braço sem colocar força.
—Então deu para ficar me expiando? Não se faça de boba porque eu sei que está muito bem acordada!
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3min depois.
Permaneci em silêncio e de olhos fechado, eu não sabia o que fazer ou falar, eu fiquei sem jeito e em branco. Edward não obtendo respostas da minha parte, ele simplesmente se afastou e se acomodou melhor sob os edredons se mantendo bem afastado de mim. Ficamos um longe do outro e com o passar dos minutos o meu sono foi chegando outra vez. Acabei dormindo para o meu total alívio ou caso ele insistisse mais uma vez, eu não sabia se eu o resistiria.
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Às 17:28min da tarde.
Fui despertando aos poucos e abri os meus olhos, olhei para o lado e Edward não estava ali. Espreguicei-me bem lentamente e me levantei, fui para o banheiro escovar os meus dentes e pentear o meu cabelo. Demorei-me um pouco ali.
Ao sair do banheiro eu decidir ir até o closet e abri a minha mala, tirei dali um sutiã e um macacão de malha para eu vesti. Eu coloquei a roupa um pouco rápido e saí do closet estando já vestida, arrumei a cama e saí do quarto. Andei pelo corredor tranquilamente e desci a escada, vi que os vidros estavam sem as proteções e de dia a vista era ainda mais linda. O controle que pertencia às proteções estava sobre a mesa, reparei. Olhei para a piscina e Edward não estava por ali, vi dois seguranças andando pelo quintal e acenei por ter educação. Estava tudo quieto e resolvi ir para a cozinha, ao chegar lá ela também estava vazia e deduzi que ele não estava em casa.
—Onde será que ele se meteu? Perguntei para mim mesma.
Sentindo-me um pouco faminta, eu fui olhar na geladeira, depois olhei o forno e não havia comida pronta. Olhei nos armários e havia mantimentos ali, panelas novinhas em folha e de tudo que um lar precisa para poder funcionar. Fui olhar no freezer e havia muitos congelados, coisas gostosas a serem preparadas e tornei a fechar a porta pelo ar frio estar batendo em meu corpo. Eu não sabia o que preparar e decidi pegar um pedaço de torta que havia na geladeira para eu comer. Lembrei da minha vitamina e fui até o quarto pegá-la na mala.
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Já estando na cozinha novamente, eu preparei um suco de laranja e tomei o meu remédio com o suco após prepará-lo. Eu não tinha nada em mente no momento e decidir ir tomar banho de piscina. Lembrei-me dos seguranças e me preocupei se eles já haviam comido, fui até porta da sala e um deles ao me ver aproximar veio abrir a mesma para mim. Com esse ato do segurança, eu soube que Edward me trancou ali, mas evitei arrumar tumulto. Não havia necessidade disso.
—Boa tarde senhora Cullen. Saudou-me ele e a forma que ele me chamou, me fez sentir estranha.
—Boa tarde. Eu só desejo saber se vocês já almoçaram, acabei acordando tarde e não há nada pronto.
—Não se preocupe, fausto e eu já almoçamos.
—Então menos mal. Cadê o seu patrão?
—Faz tempo que ele saiu.
—Sabe para onde ele foi?
—Não sabemos.
—Ok. Falei normalmente, mas deduzindo que ele mentiu para mim. Na certa a mando do patrão.
Entrei novamente e o segurança fechou a porta. Tendo em mente que eu iria para a piscina eu tornei a ir para o quarto e me troquei. Coloquei um biquíni vermelho com estampas de flores em amarelo, Alice tinha mesmo bom gosto.
Desci estando vestida com o roupão e abri a porta que dava para a piscina que era de correr igual era as das proteções, pelo menos ela não estava trancada. Os vidros eram bem resistentes e senti o ventinho se chocar em minha pele, por ser o final da tarde logo escureceria, mas estava calor e dava para eu aproveitar bem. Olhei tudo em volta e a natureza era mesmo perfeita, sem pensar muito eu desfiz o laço em meu roupão e coloquei o mesmo sobre a cadeira que havia ali. Fui caminhando na direção da escada da piscina e fui descendo devagarzinho os degraus, por notar que aquela parte era rasa eu fiquei só ali.
Mergulhei por diversas vezes e senti a minha filha mexendo pela primeira vez no dia, ela estava bem preguiçosa e sorri, mas lembrando que eu estava ali sozinha bateu-me uma tristeza a qual nem eu mesma reconhecia. Era tão forte o que eu sentia, que me debrucei sobre o parapeito da piscina e fiquei ali pensando, pensando sem saber o que fazer da minha própria vida. Eu não sabia para onde Edward estava ou se estava com alguma mulher, só sei que isso despertou muita raiva em mim e tentei aliviar esse estado de espírito apreciando a água, mas por incrível que pareça estava sendo bem difícil. Novamente as lágrimas estavam vindo e me recriminei por isso, eu não me importava e não deveria me importar. Na verdade, eu não devia me importar e sequei as minhas lágrimas que não se cansavam de rolar. O xinguei por me fazer mal mesmo não estando presente e molhei o meu rosto a fim de eliminá-las de vez.
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Às 19h da noite.
Eu ainda estava na piscina quando escutei barulho de carro, senti que algo dentro de mim se cresceu e soube ser raiva dele. Eu iria tentar me controlar para evitar brigas como Mary me aconselhou e comecei a mergulhar, na verdade eu estava aproveitando como eu podia e continuei assim.
Minutos depois quando eu emergi, eu vi Edward entrando pela porta da sala. Ele estava todo arrumado segurando a chave do carro e o celular, ele estava bem elegante. Fiquei o observando sem piscar e ao me ver na piscina, ele ficou me olhando. Cortei o nosso contato visual e ele subiu indo provavelmente para o quarto. Inconformada eu saí da piscina e peguei o meu roupão sobre a cadeira usando um pouco da violência. O vesti e entrei dentro de casa, subi a escada pisando duro e caminhei a passos largos para o quarto o qual estávamos ocupando, Edward não estava por ali e percebi que ele estava no banheiro por causa do chuveiro que estava ligado. Tentei abrir a porta, mas a mesma estava trancada.
—EDWARD! O chamei alto batendo na porta e nada. –EDWARD! E nada outra vez. –NÃO SE FAÇA DE BOBO, ABRE A PORCARIA DA PORTA! E nada dele abrir, ele estava de pirraça e fui me sentar na cama inconformada. Dessa vez eu não deixei a minha lágrima rolar e fiquei o aguardando.
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20min depois.
Escutei a chave sendo girada na porta do banheiro e cruzei os meus braços não estando nada satisfeita. A porta foi aberta e Edward saiu de lá vestindo apenas o roupão como se nada tivesse acontecido. Ele olhou para mim e iria para o closet se eu não tivesse o interrompido....
—Fingiu que não me ouviu? Perguntei me levantando e fiquei frente a frente com ele, eu estava bem zangada agora.
—Você fez o mesmo mais cedo! Ou não se lembra? Após ele perguntar eu não soube o que responder.
—Me deixou trancada aqui por que Edward?
—Por não confiar nem um pingo em você!
—Irei ficar sempre trancada agora?
—Estou cansado para falar a respeito disso nesse momento.
—Está cansado por que foi procurar a outra, depois fica de história para o meu lado! Eu te odeio Edward!
—É recíproco, agora me deixa em paz!
—Não, eu não irei deixá-lo em paz! Não com você saindo e eu tendo que ficar aqui presa ENQUANDO VOCÊ SE ESFREGA NAS OUTRAS VAGABUNDAS PORQUE É ISSO QUE ELAS SÃO PARA MIM! Pelo menos se o jake estivesse no seu lugar, sei o quanto eu estaria feliz nesse momento, mas você não é capaz. Só sabe ficar falando que eu sou isso, que eu não vou aquilo. Fica se gabando com a minha desgraça O TEMPO TODO!
—A é mesmo? Perguntou ele me segurando. –Quem foi que dificultou as coisas desde que chegamos aqui hein? Quem foi que se esqueceu de cumprir com o seu papel agora? Fui eu que me esqueci, FOI?
—E isso é motivo para você sair e me trancar aqui Edward? Havia dois seguranças e eu não seria capaz de burlá-los. Tirou-me o Sebastian de propósito E FICA FELIZ AO ME VER TRANCAFIADA!
—Você quem provocou isso!
—Quer o quê, que eu perca a minha juventude enquanto você se esbalda com as outras? Sou um ser humano ou já se esqueceu?
—Pode falar o que quiser! Disse ele se afastando de mim.
—Não tem esse direito. Falei o segurando e o apertei por estar sentindo muita raiva, minha real vontade era de socá-lo. –Não pode me deixar aqui trancada e sozinha nessa casa! Eu quero voltar e ficar com a sua mãe. Falei começando a chorar.
—Não iremos voltar. Disse ele seguro do que falava.
—Pra quê continuarmos aqui? Falei o socando por diversas vezes e ele não ligou.
—Se arrume, iremos sair.
—Para onde? Perguntei secando as minhas lágrimas.
—Para um motel, lá será mais divertido. Disse ele me olhando fixamente.
—Não irei com você pra lá, esquece! Falei me afastando dele e ele me segurou.
—Se arrume. Disse ele sério e me soltou. –Não iremos para um motel.
—Onde então?
—Se arrume e verá!
—Não é uma boa ideia, não depois de você ter ido ver a outra ou até mesmo terem transado.
—Droga Isabella, eu não estava com outra mulher! Está satisfeita? Perguntou ele alterado e olhando nos meus olhos, eu percebi que ele me falava à verdade.
—Não estava com outra mulher? Perguntei normalmente.
—Não vou repetir, eu já te falei. Disse ele se afastando e entrou no closet.
Fui me sentar na cama me sentindo uma completa idiota e soquei o colchão com raiva de mim mesma. Inconformada eu fui para o banheiro e tirei o meu biquíni, eu teria que tomar banho para tirar o cloro de piscina do corpo para depois me arrumar.
Entrei no Box e liguei o chuveiro, deixei a água cair em minha cabeça e peguei o xampu que eu costumava usar na prateleira de vidro ali dentro mesmo do Box. Esfreguei o meu couro cabeludo com calma e me ensaboei, Edward entrou no banheiro todo arrumado e ficava me olhando vez ou outra ao pentear o seu cabelo.
Enxaguei-me por completo e desliguei o chuveiro, saí do Box tendo ele ali me comendo com o olhar e imediatamente eu envolvi o meu corpo com a toalha. Curiosa eu perguntei.
—O que foi?
—Não posso olhar?
—Feito bobo não!
—Feito bobo? Perguntou ele se aproximando, mas do nada ele parou. –Não Sou bobo.
—Olha Edward, eu estou exausta por causa das brigas. Irei me arrumar e não posso ficar me aborrecendo.
—Não demore.
Passei por ele e fui direto para o closet. Lá eu passei hidratante em todo o meu corpo, coloquei brincos e me adornei com tudo que tinha direito. Maquiei-me, passei batom vermelho e deixei o meu cabelo molhado. Fui escolher o que vestir e calçar, eu acho que eu ficaria bom. O vestido preto justinho de manga que ia até abaixo do cotovelo era lindo. O mesmo era um pouco curto, lembrei-me de Alice. No tecido havia bolinhas que mais parecia brilho em um falso branco para prata. O sapato preto fechado com tiras era lindo e novidade para mim já que era tudo novo. Era perfeito eu o admirava embasbacada. Após me arrumar eu fui até a minha mala e peguei o meu perfume, perfumei-me e dei por encerrada a minha produção. Ao sair do closet Edward não estava no quarto, resolvi sair do mesmo e caminhei pelo corredor a passos largos. Ao chegar na escada que olhei para baixo, Edward estava em pé olhando para a paisagem e comecei a descer devagar. Notando a minha presença ele olhou para trás e ficou me olhando descer.
—Eu não sei aonde nós iremos e se eu estiver arrumada demais, diga para eu ir me trocar.
—Não precisa. Disse ele me olhando de cima em baixo. –Só acho que está um pouco curto e o decote est.....
—Não delira Edward! A roupa está perfeita.
Passei por ele e saí da mansão, eu sabia que ele me seguia e trancou a porta após sair. O Aston Martim dele estava estacionado ali perto e estranhei por não ser o carro do Carlisle, na certa ele foi buscar o carro dele lá na outra mansão e devolver o do pai. Um dos seguranças veio abrir a porta do automóvel para mim e entrei, o agradeci e o mesmo fechou a porta para mim. Edward entrou no carro e o ligou, evitei olhá-lo por estar me sentindo uma pateta e encostei-me melhor no banco. Senti a minha filha mexendo e acariciei o montinho que se formou em minha barriga no momento que Edward saia da mansão. Dois seguranças nos seguiam e três ficaram tomando conta da casa. Descemos a ladeira e Edward dirigia com calma, não demorou muito chegamos na avenida principal.
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Eu ia observando tudo e o nosso destino não tardou chegar, era um restaurante bem grã-fino. Um dos empregados do lugar veio abrir a porta para eu sair e Edward após sair do carro, ele entregou a chave do automóvel para esse mesmo rapaz. Meu marido segurou em minha mão e olhei na mesma hora para as mesmas, mas não falei nada e o segui. Fomos bem recepcionados e fomos guiados para uma ala privada. Lá era onde só o garçom era quem nos via porque era tudo tampado. A luz de velas era que iluminava o local, devia ser para comemorações e achei bem diferente, diria que muito chique até. Reparei que o sofá era de veludo vermelho bem confortável, pude reparar ao me sentar e Edward se sentou ao meu lado. A mesa era de madeira entalhada com dourado nos pés da mesma e a toalha era de renda toda trabalhada nas pontas de dourado. A vela nos castiçais iluminava e o ar condicionado da cabine bloqueava o calor delas pelo local ser fechado.
—Está aqui o menu e após escolherem é só apertar esse botão. Disse ele apontando para o mesmo que ficava na parede ao nosso lado.
—Tudo bem. Disse Edward de forma gentil o olhando.
—Espero que apreciem.
—Iremos sim. Falei sorrindo de forma amável para o rapaz e Edward me olhou.
—Eu e minha esposa iremos escolher. Disse Edward olhando para o rapaz e tornou a olhar para mim.
—Fiquem à vontade e com licença. Disse o homem de forma gentil.
—Tem toda. Falei sorrindo e o homem saiu da cabine.
—Pode escolher. Sugeriu-me Edward.
Ele olhava o menu e eu fiz o mesmo por haver dois dele. Era tanta coisa chique que havia ali e olhei para Edward sem saber o que pedir. Eu deixava essa tarefa sempre para o jake e tinha vezes que eu também escolhia, mas era a primeira vez jantando sozinha com Edward.
—Já escolheu?
—Estou olhando. Disse ele interrompendo a leitura para poder me olhar. –Você ainda não?
—Estou escolhendo ainda.
—Posso pedir para nós dois se quiser.
—Por mim tudo bem.
—Há sugestões de entrada, prato principal e sobremesa.
—Conhece esse lugar?
—Alice foi quem sugeriu e reservou dias antes. Dizendo ela aqui é bem conhecido, parece que ela gosta daqui e vem com as amigas quando pode.
—Hum!
Edward continuou lendo e eu olhei as bebidas, eu tomaria um drink de morango. Após escolher Edward apertou o botão, não demorou muito o garçom abriu a cabine e Edward informou o que iríamos comer. Vitela ao porto e compota de frutas secas seria o nosso jantar. Ele perguntou se havia uma marca de champanhe no estabelecimento e explicou que a mesma era sem álcool, o homem dizendo ter ele sorriu e pediu uma garrafa. Preferi deixar o drink de morando de lado e aguardaria o nosso pedido chegar.
Por Edward estar sentado bem ao meu lado, o cheirinho dele me atiçava. Sua veste bem escolhida o deixava ainda mais bonito e eu o olhava vez ou outra, apesar de ser malvado ele era sem dúvida lindo. Sem ter nada em mente, a minha aliança de casamento foi a minha distração, eu a rodava em torno do meu dedo e isso chamou a atenção dele.
—Não iremos viver como dois estranhos Isabella. Disse ele do nada e parei de rodar a minha aliança de casamento na mesma hora para poder olhá-lo.
—Como assim? Perguntei me fazendo de boba.
—Você já é uma mulher, sabe do que eu estou falando. Disse ele me olhando com seus olhos verdes de forma intensa.
—Ah! Você fala de sexo?
—Você entendeu perfeitamente.
—É bem estranho falarmos a respeito disso, você tem quando decide ter. Pega-me na marra quando tem vontade.
—Pelo o que eu me lembre, mais cedo eu não a forcei e nem na sexta feira que passou. Sei que gosta quando acontece entre nós, eu a sinto.......
—É o dever do homem não obriga a mulher, isso se chama estupro. Falei o interrompendo, mas não fui indelicada.
—Não a obriguei a nada por esses dias.
—O que quer que eu pense por não me obrigar mais?
—Que aja como a minha esposa.
—Você por acaso agirá como o meu marido? Na nossa situação, isso é complicado demais.
—Você complica, eu complico e assumo, mas você me dá várias razões Isabella.
—Tenha em mente que não é só eu a causadora das brigas! Sabe disso!
—Que seja, mas não irei aceitar essa situação por muito tempo. Você querendo aceitar esse fato ou não, você agora é a minha mulher.
—Não sou a única mulher que você tem. O sexo que eu ofereço é sem graça ou insosso demais para você, não devia se importar. Piora por eu estar com o meu corpo mudado ou deformado na sua concepção torta a meu respeito. Estou grávida. Meu sexo meia boca não o agrada.
—Mesmo assim, é seu dever.
—Quanto machismo Edward Cullen!
—Quanta bobeira senhora Cullen. Disse ele para me provocar. –Estando grávida ou não, lembre-se disso.
Nossos pedidos chegaram interrompendo a nossa conversa. A comida estava com uma cara ótima, eu nunca a comi antes, mas parecia suculenta. O champanhe no balde de gelo estava estupidamente gelado, o garçom nos deixou a só e fechou a porta da cabine. Edward pegou o champanhe e a estourou, derramando um pouco da garrafa ele colocou nas duas taças e me entregou uma delas.
Talvez para não haver atritos, ele apenas encostou a taça dele na minha e bebemos um pouco do champanhe, estava maravilhosa e começamos a comer. O sabor estava muito bom e no capricho, a compota de frutas secas deu um toque especial no prato e estava uma delícia a combinação de doce com salgado. Nada em exagero e o sabor casaram bem.
Eu comia devagar e bebia o champanhe da mesma forma, vez ou outra eu o sentia me olhando e eu não ligava por às vezes fazer o mesmo. Talvez dando uma loucura nele, Edward se aproximou de mim e me beijou com loucura. Eu tive que colocar o garfo e a faca de qualquer jeito no prato que continha comida ainda para poder beijá-lo. Sua mão direita corria pela as minhas costas e foi subindo devagar me causando arrepios, ele a colocou em minha cabeça e os fios de meu cabelo ficaram entre os dedos dele. Eu estava sem reação por ter sido pega de surpresa e ele passou os beijos para o meu pescoço, ele me beijava ali de forma suave e senti o bico dos meus seios endurecerem pra valer. Suspirei quando ele tornou a me beijar e eu precisava me afastar, eu implorava por ar e um pouco de juízo.
—Edward. Falei ofegante. –É melhor comermos ou esfriará.
Ele ficou me olhando, mas depois começou a comer novamente, ele era bem cara de pau e parecia não ligar para os atos repentinos dele. Eu podia sentir o sabor da boca dele na minha ainda, eu diria que o champanhe deu um toque especial e o desejo já me consumia devastadoramente. Havia dias que eu estava sem ter relações e eu não mentiria ao dizer que sexo não estava me fazendo falta. Depois que eu o provei pela primeira vez na minha festa de aniversário, eu simplesmente me viciei. Eu o olhei e ele fazia o mesmo, mas nada falamos e continuamos a comer. Faltava pouco para acabarmos e Edward resolveu pedir mais comida para nós dois. Quando os pratos chegaram, nós continuamos a comer. Estava uma delícia aquela também e nos deliciamos.
.
.
Finalmente terminamos e ficamos apreciando o champanhe, sem ter muito papo, eu disse o que me veio à cabeça.
—A comida estava muito boa.
—Também achei. Disse ele me olhando de uma forma diferente e colocou a taça de champanhe na boca continuando a me olhar.
—Esse champanhe é bem saboroso.
—Gostou?
—Uhum.
—É a hora da sobremesa.
—O que vai querer?
—Por haver muitas deliciosas, eu vou me conter com apenas uma.
—Eu vou querer uma taça gourmand.
—Com framboesas ou morango? Perguntou ele colocando a taça de champanhe vazia sobre a mesa.
—Com framboesas congeladas, dá um toque especial.
—Concordo. Disse ele me olhando e fugi do olhar dele. –Irei comer com você.
—Mas....
—Algum problema? Perguntou ele me olhando fixamente, mas não era um olhar de recriminação.
—Não, nenhum. Falei passando a mão em minha nuca e depois em meu cabelo.
Edward apertou o botão e assim que o garçom chegou, ele fez o pedido e pediu para capricharem. Fiquei o olhando perdida em pensamentos em relação ao comportamento dele e eu diria que ele era mesmo bipolar.
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Minutos depois.
A sobremesa chegou e Edward se aproximou mais de mim, incomodada com a aproximação dele eu me afastei e ele tornou a se aproximar de mim.
—Podemos comer juntos, mas não grudados Edward. Observei sem ser grosseira com ele.
—Minha presença a incomoda?
—Não. Menti para não brigarmos. –Podemos ficar normalmente.
—Não consigo ser um homem normal.
—Não me importo de comermos juntos, mas você implica demais comigo.
—Beijar alguém ou até mesmo se aproximar não é implicar.
—No nosso caso sim e você sabe disso.
—Não concordo com você, agora vamos comer.
—É melhor mesmo.
Peguei uma colher e Edward pegou a outra, começamos a comer estando calados e aquilo estava mesmo bom. A camada de creme de mascarpone estava divina e nos deliciamos mais uma vez. Ele ficou me olhando quando eu passei a minha língua em meus lábios de forma vagarosa e parou de me olhar quando eu o flagrei.
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Momentos depois.
Edward chamou o garçom e pagou a conta com o cartão, vi que deu uma nota, mas fiquei quieta na minha. O homem entregou a notinha a ele e o agradeceu.
—Quem agradece somos nós e diga ao chefe que o sabor estava uma loucura de bom. Excelente!
—Pode deixar senhora. Disse o rapaz sorrindo para mim e nos acompanhou até a saída. –Tenham uma boa noite.
—Teremos. Disse Edward o olhando e envolveu a minha cintura.
Aguardamos o carro dele chegar e quando o mesmo foi trazido pelo manobrista, nós entramos. Logo os seguranças se manifestaram e nos seguiram no trajeto de volta. Permanecemos calados e eu pensativa demais.
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Chegamos na mansão e Edward abriu o portão, fomos para a garagem e ele estacionou o carro sem haver dificuldade por ter bastante espaço. O segurança estacionou a pirua Blazer mais ao fundo e saímos do veículo, fui andando na frente acariciando a minha barriga e Edward me acompanhou. Ele abriu a porta e entramos após nos despedirmos dos seguranças com uma boa noite. Edward apertou o controle e as proteções dos vidros correram sobre o trilho, éramos nós dois agora somente.
—Vou tomar um banho antes de dormir. Falei subindo a escada, eu meio que fugia dele e desapareci ao chegar no segundo andar.
Abri a porta do quarto e fui direto para o banheiro. Encostei a porta e comecei a tirar a minha roupa, após tirá-la toda eu entrei no Box. Liguei o chuveiro e evitei molhar o meu cabelo, eu lavava apenas o meu corpo. Retirei toda a maquiagem do meu rosto e me enxaguei por completo.
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............................................................(No mesmo instante)
Madrugada de segunda feira, 10 de março.
1h da manhã.
Saí para me secar e vesti o roupão. Escovei os meus dentes e após escová-los eu penteei o meu cabelo. O meu coração estava acelerado sem o meu consentimento e na verdade ele batia acelerado por estar chegando à hora de dormir, pois eu notei o quanto ele estava mexendo comigo ultimamente. Sem ter mais o que fazer ali no banheiro, eu resolvi sair e encontrei com Edward no closet escolhendo qual boxer vestir. Reparei que ele estava de banho tomado e estava com a toalha presa na cintura. Suas costas estava levemente molhada e seu peito malhado também, nisso escorreu uma carreirinha d’ água chamando a minha atenção. Com certeza ele havia tomado banho em outro banheiro e ele foi bem rápido, mas nós não estávamos sujos mesmo. Peguei uma camisola e uma calcinha para eu vestir, fui para o banheiro e me vesti lá. Após me vestir eu mataria a Alice por ter colocado só peças um pouco indecentes no bom sentido para eu vestir. Eu devia estar louca por vesti-la, mas não liguei. Ele conhecia o meu corpo mesmo. A camisola era de tecido transparentíssimo preta e indecente, tudo daria para ele ver perfeitamente. A calcinha era de renda e transparente na parte frontal, eu a reparava. Confesso que fiquei um pouco envergonhada sem ter motivos, mas à noite de hoje não foi normal e isso mexeu comigo. Tomei coragem e saí do banheiro, Edward já estava deitado e ficou me olhando sem disfarçar. Ele me comia com o olhar para ser sincera, pois eu também o olhava e decidi desviar a minha atenção por me sentir inquieta. Conforme eu me movia, os meus seios sacolejavam de leve e suspendi o edredom para poder me deitar. Edward ligou o ar e eu desliguei o abajur que ficava ao meu lado. Permaneceu aceso somente o abajur que ficava ao lado dele e me ajeitei melhor no travesseiro sob o olhar dele.
Escutei o seu suspiro e ele se moveu na cama, mas eu ao olhá-lo, ele estava deitado de lado e olhava para mim. Às vezes não, a maioria das vezes Edward era um pouco cara de pau e eu lembrando das palavras de Alice em tentar “manter a paz”, eu fiz o que me veio à cabeça.
—Boa noite Edward.
—Digo o mesmo. Disse ele me olhando e seu olhar caiu para os meus lábios, involuntariamente eu mordi o meu lábio inferior de leve e fechei os meus olhos para tentar dormir.
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Às 02:16min da manhã.
Eu não conseguia dormir e abri os meus olhos, Edward se movia bastante na cama por estar acordado também e isso provocava sacolejos em meu corpo por causa da maciez exagerada da cama. Acho que exageraram ao comprarem aquele colchão, ou eram molas que havia demais nele.
Deitei-me de barriga pra cima e olhei para o lado, Edward estava deitado de lado dando as costas para mim. Eu soube o porque eu não estava conseguindo dormir e lamentei ser por me sentir excitada ao extremo, essa gravidez não me fez bem nesse quesito sexual. Eu estava desejosa demais e resolvi levar a minha mão até o meu sexo, eu estava tão molhada e isso afetou a minha calcinha também. Eu sabia como se fazia por não ser boba e me acariciei bem devagar, cheguei a suspirar bem baixinho e aumentei as carícias por estar começando a ficar bom demais, nisso a cama sacolejou com o meu movimento e Edward se virou para olhar para mim. Não aguentando mais eu me aproximei dele para o seu total espanto e o beijei cheia de tesão, era isso o que eu sentia em doses altíssimas no momento. Nos beijamos cheios de vontade e faltávamos quase um comer o outro. Ao nos afastarmos implorando por ar.
—É melhor ir dormir. Disse ele me olhando, mas a sua voz afetada pelo desejo dizia o contrário do que ele estava me sugerindo.
—É melhor ficar quieto. Falei levantando a coberta e vi que ele estava apenas de boxer preta.
Fiz com que ele se deitasse de barriga pra cima e sem hesitar ele ficou imediatamente. Eu rapidamente fiquei sobre ele e sem demora começamos a nos beijar novamente. Eu parecia uma tarada e no cio daqueles brabos, já Edward acariciava todo o meu corpo sem parar. Suas mãos corriam suavemente em minha pele, tanto que chegou a me arrepiar todinha. Beijei o peito dele e tornei a subir com os meus beijos, fiquei acariciando a orelha dele de forma erótica com a minha língua e ele gemeu bem baixinho. Comecei a chupá-lo de forma provocante no pescoço, na nuca e por me sentir desesperada eu sarrava de leve nele. Sem eu esperar eu senti que ele apertava a minha cintura por estar achando o que eu estava fazendo bom demais e intensifiquei o nosso atrito. Eu sentia o meu sexo comichando intensamente ao senti-lo tão enorme e excitado sob mim.
Desci com os meus beijos e fui parar em seu abdômen todo definido, chupei cada gominho ali e desci com os meus beijos novamente. Para provocá-lo eu o mordi sobre a boxer de leve e ele se moveu na cama com o meu ato, foi bem na cabeça de seu sexo e ali era um lugar bem sensível, soou erótico demais. Tirei a boxer fora e o sexo dele estava mais que duro, aquela visão me encheu ainda mais de prazer e o abocanhei sem remorso. Eu não estava me reconhecendo essa noite. Edward era extremamente limpo, cheiroso e eu o sugava devagar e intercalava com movimentos mais intensos. Ele gemia demonstrando o quanto estava gostando e segurou em meu cabelo. Ele dava leves impulsos com o quadril e eu relaxava a minha garganta para poder recebê-lo bem, estava muito bom e ele me afastou um pouco rápido. Acho que ele gozaria naquele momento se eu continuasse. Edward me fez deitar de barriga pra cima e se deitou ao meu lado, começamos a nos beijar e eu sentia as caricias dele em meu sexo estupidamente excitado. Eu gemia nos lábios dele e movia o meu quadril pedindo por muito mais daquilo que ele estava fazendo de forma perfeita em mim. Cheguei a ajudá-lo colocando a minha mão sobre a dele e ele não ligou.
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!—Eu vou, eu vou, oohh!!! Falei baixinho e Edward tirou a mão de mim.
—Não agora. Falou ele em meu ouvido e suspirei.
Pela camisola ser transparente, Edward começou a sugar os meus seios sobre o tecido fino e eu trazia a cabeça dele de encontro a mim. A língua dele era tudo. Sem ter paciência eu o afastei e fiquei com os meus joelhos apoiados na cama, tirei a minha camisola e Edward vendo o que eu iria fazer a seguir, ele se apressou em tirar a minha calcinha e veio me beijar. Ficamos ambos nus de joelhos na cama, ele mais uma vez me deitou e abriu bem as minhas pernas, após isso ele me tocou lá com a pontinha do dedo indicador. Sua leve carícia em meu ponto máximo de prazer me enlouqueceu e gemi repetidas vezes baixinho, acho que nem ele estava esperando essa minha reação e eu estava pra lá de sensível. Eu estava louca para gozar e ele estava me sacaneando. Na verdade, ele estava tardando o nosso prazer total.
Edward beijou o vão dos meus seios e intensificou as caricias que ele fazia com o dedo em meu sexo, eu já estava a ponto de explodir quando ele parou e levou a mão úmida até os meus seios. Sem eu esperar ele provou o meu sabor através deles e lambeu o bico dos meus seios de forma erótica. Ensopada ainda era pouco por desejá-lo tanto e acabei recobrando o meu juízo ao olhá-lo tão viril em minha frente. Tentei me levantar da cama estando com as minhas pernas bambas, mas ele não deixou e me beijou novamente. Esse tipo de beijo era proibido ao olho público e pude sentir o coração dele acelerado igual o meu estava. Nossas línguas se encontravam e se esfregava uma na outra de forma sensual, tanto que senti o meu sexo ficar ainda mais úmido por causa disso.
—Isso é............bom. Falei mole, mole e devagarzinho.
Puxando-me para o meio da cama, Edward abriu as minhas pernas e foi descendo o beijo pelo o meu corpo. Ele passou pelo os meus seios, pelo vão deles, depois passou pela a minha barriga e se demorou um pouco ali com as carícias. Sem eu esperar ele continuou descendo com os beijos e foi ficar cara a cara com o meu sexo. Ele começou a me dar prazer de uma forma deliciosa com a boca e a língua. O meu prazer aumentava cada vez mais e eu a todo o momento sentia a língua dele correndo em mim para depois me chupar com intensidade por inúmeras vezes. Ele pintou e bordou comigo no sexo oral, estava mesmo demais e por pouco eu não tive um ataque cardíaco por gemer de forma dengosa repetidas vezes.
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5min depois.
Ele ainda me chupava e não se cansava, isso sempre em meu ponto máximo de prazer e eu já tremia por causa do orgasmo que já estava chegando de forma avassaladora, mas ele sempre me privava do prazer total e faltava pouco para eu estuprá-lo. Meus gemidos eram baixos por causa dos seguranças a nossa volta e eu tentava controlá-los a todo o momento. Para não dar uma de fria eu me movi na boca dele de forma erótica e ele olhou para mim, mas eu estava tão longe ou fora de mim que não liguei e rolava os meus olhos por causa do tesão. Eu sentia que iria gozar de forma intensa e segurei na cabeça dele, por fim os meus gemidos se tornaram ainda mais constantes por estar perto demais e Edward se afastou me olhando.
—Por que está fazendo isso comigo? Perguntei abrindo os meus olhos e respirava aos arquejos.
—Calma.
—Não quero calma agora........ hummm!!! Fiz sentindo as sensações correndo a mil em meu corpo e abri os meus olhos o olhando.
Sem parar de me olhar, ele fez com que eu ficasse de quatro e beijou as minhas costas. Depois ele beijou todo o meu sexo nessa mesma posição e ficou de jeito para poder me penetrar. Pude sentir o sexo dele fazendo força para dentro de mim, mas por estarmos a tantos dias sem termos relações, não estava fácil por ele ser grande demais para mim. Acabei gemendo em desconforto com a insistência dele e ele se deitou de barriga pra cima na mesma hora. Aquele era um convite mudo e me sentei sobre ele. A penetração foi vagarosa mesmo eu estando estupidamente excitada e ele gemeu conforme eu ia fazendo um vai e vem bem vagaroso. Cada vez que eu ia me movendo, ele ia me invadindo mais e mais profundamente. O avanço era gradual, mas talvez por estar desejoso demais, ele deu um impulso contra o meu corpo me roubando um gemido alto. Acho que isso foi demais para ele e acabou gozando de forma louca me molhando toda. Ele gemia e se movia constantemente, eu fazia o mesmo me sentindo completamente molhada e louca por mais. Estava delicioso, muito delicioso a propósito e eu só pensava em me mover mais e mais para alcançar o meu prazer total. Meus gemidos eram proibidos de serem ouvidos, quem os ouvisse ficaria envergonhado no meu lugar, mas nem liguei por não conseguir me controlar mais. Pela intensidade do prazer que eu estava sentindo, com loucura eu me movia e acabei gozando estando mais que trêmula.
—ohhhhhh. Eu gemia repetidas vezes de olhos fechado.
Edward se sentou na cama comigo nunca parando de me mover e me beijou trazendo o meu corpo de encontro ao dele repetidas vezes. Ele segurava em meu traseiro de forma precisa e pela intensidade do prazer que eu ainda sentia, eu puxava levemente o cabelo dele e...
—Hummm! Eu gemi descontrolada e beijei o pescoço dele, também cheguei a mordê-lo de leve e nessa hora ele foi mais intenso ao trazer o meu corpo de encontro ao dele.
Nós nunca que parávamos e continuamos nos movendo juntos com beijos suaves sendo trocados. Nossos gemidos se mesclavam entre os nossos lábios e momentos depois nós gozamos novamente e juntos dessa vez. Estávamos bem suados e não ligamos para esse detalhe. Edward correu os dedos pela a minha pele suada e me beijou muito lentamente. Nossos corações voavam em nosso peito e puxei de leve o cabelo dele mais uma vez ao beijá-lo. Continuamos no vai e vem e Edward me colocou de quatro, se encaixando em mim, ele me penetrou. Gemi alto por causa da invasão e ele me estocava cheio de tesão, estávamos escorregadios demais e o barulho dos nossos sexos se roçando era abrasador. Edward acariciou as minhas costas com os lábios e fez o mesmo em meus seios com a sua mão, mas nunca parando de impulsionar o seu corpo contra o meu. Segurei no travesseiro sentindo que faltava pouco para eu gozar novamente e ele me tocou lá para me estimular ainda mais, isso foi a minha perdição e gozei junto com ele. Meus gemidos saiam baixinhos e os dele também. Aos pouquinhos ele foi parando com os movimentos e fechei os meus olhos, eu estava com vergonha agora e devagar eu desconectei o nosso sexo ao afastar o meu quadril. Deitei-me de barriga pra cima para poder me recuperar e ele se deitou de lado na cama me olhando. Ficamos calados e fugi a todo o momento do olhar dele, esse que me queimava a todo o instante e parecia surpreso. Acho que ele nunca tinha me visto me rebelar dessa forma e talvez ficou chocado com a minha performance um pouco selvagem. Eu estava bem ofegante e sentindo o meu corpo pegando fogo, o meu sexo nem se fala. Eu ainda queria mais.
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Depois de muito tempo estando ambos calados, eu o olhei e ele já fazia o mesmo por um tempo.
—Não está com sono? Perguntei sem ter nada melhor para falar.
—Quase. Disse ele correndo o olhar pelo o meu corpo grávido e tornou a me olhar nos olhos.
—Então durma. Falei me cobrindo, eu estava sem forças para poder levantar e o ar estava congelando no momento, sendo que antes eu nem senti esse pequeno detalhe. Acho que era o fogo que consumiu o meu corpo intensamente.
—Faça o mesmo. Disse ele se cobrindo também e se aproximou um pouco mais de mim.
Acabei bocejando por me sentir sonolenta e ajeitei o meu cabelo que estavam revoltos no travesseiro. Afastei-me dele para poder apagar a luz do abajur que ficava no lado que Edward dormia e foi possível apagá-lo por estarmos em lugares invertidos. O quarto ficou todo no escuro. Deitei-me de lado estando com a minha cabeça apoiada no travesseiro dele e Edward colou o corpo dele no meu estando em meu travesseiro. O senti excitado novamente e sem me importar, eu levantei a minha perna direita e ele entendeu o que era para ele fazer, na mesma hora ele me ajeitou com delicadeza e me penetrou numa estocada só. Ele chegou no meu limite num piscar de olhos e me movi em reflexo a isso.
—Oh! Gemi baixinho. Ele virou o meu rosto na direção dele para poder me beijar bem lentamente e entrelaçamos os nossos dedos da nossa mão direita.
Ele se movia de forma vagarosa e horas ele ia um pouco mais rápido roubando-me suspiros agoniados, mas não de dor e sim de muito prazer.
—É mesmo minha e nunca duvide disso. Disse ele baixinho em meu ouvido com a mão apoiada em minha barriga agora.
Abri os meus olhos enxergando a escuridão, preferi não falar nada e sentia o sexo dele invadindo cada vez mais o meu. Por eu ser apertada demais, o atrito era intenso e ele não se cansava nunca de me invadir cada vez mais gostoso. Cheguei a rebolar um pouco e ele gemeu em meus lábios. Ficamos nesse vai e vem por longos e longos minutos. Ele estava prolongando o nosso prazer e na medida que ele sentia que iríamos gozar, ele simplesmente diminuía o ritmo e forçava o corpo dele contra o meu ficando quietinho e parado dentro de mim. Ambos sentia a contração do sexo do outro e no que ele fazia isso, a minha vontade de gozar triplicava e ele tinha que sair de dentro de mim estando eu gemendo de forma louca. Era visível que eu gozaria e ele sacava e se retirava de mim.
Era delicioso quando ele saia de tudo e tornava a entra em mim, eu via estrelas e me movimentava junto com ele. Um tempo depois sem conseguirmos esperar mais é que ele aumentou os movimentos e gozamos feitos loucos. Eu estava mole, mole de tanto gozar e me lembrei de um fato muito importante, mas deixei pra lá e tocaria no assunto uma outra hora.
Minha força se esvaiu de tanto gozar, eu fui nocauteada pelo prazer. Minhas pálpebras já estavam pesando demais e permanecemos nessa mesma posição, só sei que eu dormi e acho que ele também sem desconectar o nosso sexo.
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14:23min da tarde.
Despertei do nada e estranhei por estar deitada de lado sobre o peito dele. Espreguicei-me com vontade e senti o meu sexo protestar por estar um pouco sensível, isso me fez lembrar de tudo que aconteceu durante a madrugada. Olhei para cima e Edward ainda dormia profundamente, ao sentir-me extremamente pegajosa eu me arrependi de não ter tomado um banho antes de dormir, mas fui ao nocaute depois de tudo que fizemos. Levantei com cuidado da cama estando completamente nua e o ar me incomodou, tive que ir apressada para o banheiro e não pensei duas vezes para poder entrar no Box.
Liguei o chuveiro e deixei a água cair em minha cabeça, peguei o sabonete e fui me esfregando bem, principalmente o meio de minhas pernas que exigia bastante atenção. Após me ensaboar bem, eu coloquei uma boa quantidade de xampu na palma de minha mão e esfreguei a minha cabeça com vontade. Fiz bastante espuma e me enxaguei por completo. Repeti a dose de xampu e tornei a esfregar a minha cabeça, não demorei muito para retirar toda a espuma novamente e saí para me secar. Peguei a toalha e me sequei devagar.
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Escovei o meu dente, eu passei creme em meu cabelo e o penteei. Olhei-me no espelho e me recordei dos nossos momentos, eu diria que foi a melhor noite que tivemos até hoje. Foi intenso, prazeroso e a vontade era de ambos sem ter pressão psicológica. Eu sentia o quanto era errado, mas não pude evitar por também ter o desejado loucamente e deveria ser coisas provocadas da gravidez. Sequei as lágrimas que rolou de meus olhos e resolvi sair do banheiro, eu havia atropelado muitas coisas, principalmente ter acordado nua no meio dos braços dele.
Ao passar pelo quarto, Edward ainda dormia, sendo que agora de bruços e fui para o closet. Coloquei um vestido de alças e vesti uma calcinha preta com rendas dourada. Calcei uma rasteirinha e saí do closet, peguei a camisola que estava no chão do quarto e a calcinha também, ambas peças eu havia colocado para dormir ontem. Fui até o banheiro colocá-las no cesto de roupa suja e depois saí do quarto deixando Edward ainda dormindo. Desci a escada devagar e fui para a cozinha, resolvi ir conhecer a área de serviço e notei que a mesma era imensa. Havia uma porta ali mais ao canto e devia ser o quarto para as empregadas.
Tornei a fechar a porta e fui até a geladeira decidir o que preparar. Já estava bem tarde para se tomar café da manhã e era a hora do almoço. Fui até o freezer e peguei um congelado que era uma torta de champignon com frango. Preferi prepará-lo no forno a pôr no microondas, ficava borrachudo e não era a mesma coisa. Procurei o escorredor de arroz e o achei, fui até a outra parte do armário pegar os grãos no pote e coloquei uma boa quantidade no escorredor. O lavei bem e reservei. Peguei o alho após ter procurado bastante e peguei uma panela, o soquei bem e adicionei o óleo. Coloquei um pouco de sal e fui até o fogão acender o fogo, depois que eu o refoguei, eu o deixei cozinhando e fui para a próxima etapa.
Preparei uma salada verde bem rica em vitamina e estava de bom tamanho.
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Momentos depois.
O arroz ficou pronto e estava soltinho, fui olhar a torta no forno e a mesma já estava no ponto, faltou pouco para ela não queimar. Por conter refrigerante na geladeira, eu não iria prepara um suco e aproveitei para fazer uma salada de fruta para a sobremesa. Algo básico.
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30min depois.
Eu limpava a bagunça que eu fiz na cozinha quando Edward entrou. Olhei para ele e o mesmo veio até a mim me dar um selinho, não acreditando no que estava acontecendo, eu retribuí pasma o olhando. Ele sempre me esnobava após o sexo e pelo visto hoje foi diferente. Talvez ele não estava bem.
—É, É a comida está pronta. Falei gaguejando um pouco e me afastei dele. –Preferi fazer a comida logo de uma vez e não sei se os seus seguranças já comeram. Falei indo ficar perto da pia, eu fugia dele.
—Os seguranças têm a casa lá trás e tem de tudo lá para eles, eles se viram bem e não se preocupe.
—Pensei que eles dependiam de nós igual lá na outra mansão.
—Alice preparou tudo e não quis deixá-la escrava do fogão.
—Estou vendo que Alice pinta e borda com você.
—Mais ou menos, não dou mole como você bem sabe ou ela se apossa.
—Sei. Falei indo para perto do fogão quando ele tornou a se aproximar de mim. –Vou para o quarto trocar o lençol, sei que é preciso trocá-lo.
—Tudo bem.
Saí rápido da cozinha com o meu coração batendo a mil e subi a escada. Andei um pouco rápido até o quarto e tirei o lençol da cama, realmente era preciso trocá-lo. Fui até o closet na parte de roupa de cama e peguei outro lençol limpo, coloquei o mesmo rápido na cama e arrumei a mesma num piscar de olhos. Eram tantos detalhes.
Peguei as roupas que estavam no cesto de roupa suja no banheiro e juntei com o lençol, saí do quarto levando os mesmos e desci a escada com cuidado, vi que Edward bebia um copo de whisky assistindo televisão e passei direto para a cozinha. Fui até a área e coloquei as roupas na máquina, inclusive o lençol com resíduos de sexo praticado.
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Fui para a sala e me aproximei pouca coisa de Edward.
—Vai querer comer agora?
—Tanto faz. Disse ele me olhando e tornou a olhar para a televisão, depois bebeu mais um pouco do whisky.
—Vou colocar a comida então.
—Tudo bem.
Saí da sala e o deixei ali, preparei tudo e arrumei a mesa da sala também. Preparei os nossos pratos e os levei para a sala, peguei o refrigerante e tudo que precisaríamos.
Ao retornar para a sala, Edward se sentou junto de mim. Começamos a comer e estava tudo muito bom, Edward comia na dele e eu também. Estava bom demais para falarmos e continuamos a comer, pelo menos ele não criticou pondo defeitos na minha comida.
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Terminamos de almoçar e comemos a salada de fruta regada de leite condensado e creme de leite. Estava bom.
—Vai querer mais? Perguntei no momento que eu limpava a minha boca com o paninho.
—Estou satisfeito.
—Ok.
Levantei da cadeira e comecei a levar as coisas para a cozinha, Edward também levou e as colocou na pia. Não havia muito que lavar e coloquei a louça limpa no escorredor após limpá-las. Estando tudo arrumado, eu fui para a sala pegar o controle para poder abrir um pouco uma das proteções, eu queria olhar o mar. Ao sair na área da piscina, eu fiquei admirando a vista, mas imagens da noite que tive com Edward me vieram à cabeça novamente para me perturbar e eu estava mesmo fora de mim. Acho que a minha vontade era tanta, que parecia que eu estava o estuprando, mas ele bem que gostou por retribuir na mesma altura. Pude sentir isso em cada poro do meu corpo, o sexo foi o melhor da minha vida e olha que com o jake não era ruim também, mas apesar dos pesares, com o Edward era bem melhor. Não sei se era a pegada intensa a ponto de me excitar daqui para ali, se era a forma precisa ao invadir o meu corpo com desenvoltura, se era o beijo, eu não sabia dizer. Só sei que a noite que tivemos vai ficar marcada.
Fechei os meus olhos por breves segundos e tornei a abri-los, acho que eu estava sonhando, só pode. Edward não agia assim antes ou poderia ser mais um plano da parte dele, ele era manipulador e bipolar.
Olhei para trás e ele estava sentado no sofá, tornei a olhar para a frente e me lembrei da minha vitamina. Não pensei muito e entrei, subi a escada e fui até o closet pegá-la em minha mala. Resolvi descer a caixa para me facilitar futuramente e a tomei com um pouco de água. Sem ter o que fazer, eu fui me deitar no sofá e olhei para o Edward que estava sentado no outro.
Ficamos assistindo televisão e por mais que eu tenha dormido bastante, começou a me dar sono. Pelo o sofá não ser um lugar apropriado para se dormir, eu subir para o quarto. Não mexi na cama e me deitei sem desarrumá-la, fechei os meus olhos e permaneci assim.
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8min depois.
Escutei passos e abri os meus olhos, era Edward ali e veio se deitar ao meu lado.
—Não quis ficar lá em baixo? Perguntei começando a me preocupar.
—Não.
—Por que não?
—Aqui é mais confortável e estou com dores nas minhas costas, você me violou. Disse ele olhando para mim.
—Sinal que está ficando velho e fraco.
—Sabe que não é assim. Disse ele vindo me beijar e me afastei.
—É melhor descansar e me deixar fazer o mesmo. Falei normalmente.
—Por que está fugindo? Perguntou ele me olhando fixamente.
—Não estou.
—Não me engana Isabella. Sabe que está sim.
—Não estou fugindo. Menti. –Só preciso descansar um pouco.
—Tudo bem.
Ele ficou na dele e eu na minha. Senti a minha filha mexer e fiquei acariciando a minha barriga perdida em pensamentos. Edward estava estranho e eu precisava me resguardar, eu não acreditava nele depois de tudo que aconteceu, acho que estávamos quites por causa de sábado retrasado. Ao lembrar de algo que eu julgava importante, eu resolvi perguntar.
—Edward.
—O que foi? Perguntou ele se deitando de lado para poder me olhar.
—Ainda continua fumando baseado? Saiba que eu não devo e nem quero me meter na sua vida, mas nunca foi o meu sonho ter um marido viciado em algo ilícito. Desculpe-me ser sincera, mas seria um desgosto imenso caso a sua mãe ou o seu pai descobrisse. Antes de você me sequestrar, eu soube que o jake fazia o mesmo, mas ele parou de fazer isso um tempo depois que desmanchamos e ele quase perdeu a vida no racha por estar doidão. O que você viu sábado entre eu e ele não foi nada, eu e ele somos amigos e acabou rolando por eu ter chutado o balde naquela noite. Havia mil e uma razões para eu fazer o que fiz e não me arrependo em relação ao seu carro.
—Não quero falar a respeito disso.
—Disso o que? Do baseado ou do jake?
—Dos dois.
—Pelo visto você não gosta de se abrir.
—Com a pessoa certa sim. Não quero falar a respeito da minha vida no momento.
—Não vou forçá-lo. Falei me virando para o outro lado e foi impossível a minha lágrima não rolar por causa da resposta dele. Isso me feriu demais mesmo desconhecendo as reais causa e sem conseguir me segurar, os meus soluços vieram.
—O que foi? Perguntou ele me virando para ele e o olhei.
—Você é um estúpido! Falei um pouco alterada. -Eu aqui falando normalmente e você me dá um fora desses sem haver necessidade? Nunca que iremos nos dar bem Edward Cullen, nunca! Alice e a sua mãe estão enganadas quanto a isso, já a sua tia tem toda a razão!
—Não gosto quando você fala a respeito dele. Disse ele me olhando de forma intensa. –Não gosto dele Isabella!
—Ele não fez nada para você Edward! Que culpa tem ele se antes de você se infiltrar na minha vida eu e ele éramos namorados? O que eu e ele vivemos foi bem legal, jake era o meu namorado, meu melhor amigo e nos dávamos super bem. Sendo que acabou e você não tem motivos para se importar com isso!
—Como acabou se eu vi vocês se beijando? Fui um tolo por me deixar levar essa noite, por isso eu a evitei durante esses dias!
—Eu e o jake não temos mais nada e mesmo assim você tem as suas mulheres e vem mexer em mim. Quem pensa que é para falar isso se você fica com as outras? O beijei naquele sábado mesmo porque eu estava com raiva de você e não era para menos! Você sempre me esnoba e coloca as suas prostitutas em primeiro lugar, por isso eu fiz aquilo no seu carro. Foi bem merecido! Eu deixei bem claro para o jake que eu estava comprometida com alguém, mas nunca toquei no seu nome ou de alguém da sua família ou até mesmo falar onde eu estava vivendo. Mesmo você merecendo, eu poderia denunciá-lo por toda a tortura que eu fui submetida e viver em cárcere privado, mas por pena dos seus pais, eu não fui capaz! Pode ficar no seu mundinho Edward Cullen, pois eu ficarei no meu. Por mais que o sexo foi prazeroso, você o terá bem melhor com as outras. Você sempre me diminui e nunca que vai ser diferente! Eu o odeio, o odeio!
Levantei-me e ele me impossibilitou de me afastar ao me segurar.
—Onde está indo? Perguntou ele de forma calma.
—Ficar longe de você, pois é o melhor a se fazer!
—Impossível!
—Te agrada ver o meu sofrimento, não é? Não me esqueci que você já deixou isso claro!
—Eu não queria ser grosso ainda pouco. Disse ele segurando o meu braço ainda e o olhei. –Digo a pessoa certa porque eu tenho a Alice e ela é como uma irmã para mim.
—Mas foi!
—Eu sei, mas me transformo sempre que você fala do outro. Até você ofende as minhas ex, então estamos quites.
—Não é de hoje que você me ofende Edward, com ex ou sem ex.
—Não quero falar a respeito disso, ou iremos brigar para sempre.
—Deixa pra lá. Falei tornando a me deitar e puxei o meu braço a fim de livrá-lo da mão dele.
—Não sou um viciado como você pensa, é só de vez em quando.
—Não aceito de vez em quando e você depois vem tocar em mim! Não lido bem com essas coisas ilícitas e não serei obrigada a lidar.
—Eu.....
Fechei os meus olhos estando pensativa demais e novas lágrimas brotaram em meus olhos. Hoje sim eu me arrependia de não ter fugido a tempo de me salvar. Olhei para a aliança em meu dedo e fechei a minha mão, eu estava atada a ele e sabia que ele não me deixaria em paz nunca mais ou seria até ele se enjoar da brincadeira. Ele falava a meu respeito com sentimento de posse e pela forma possessiva não era normal.
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Minutos depois.
Eu estava me sentindo exausta mentalmente e acabei dormindo pra valer.
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Às 18:30min.
Acordei sentindo um peso em minha cintura e era o braço de Edward, ele estava dormindo. Ao me mexer ele acordou e acendeu o abajur, depois ficou me olhando.
—Acabou dormindo. Falei o olhando.
—Você também.
—É.
—Não se preocupe com a janta, eu irei fazer um lanche. Se você quiser comer, faça o que quiser.
—Não irei jantar Edward, um lanche está de bom tamanho para mim também.
—Ok.
Sem eu esperar, Edward veio até a mim e me beijou. Droga, o nosso beijo era mais que calmo e ele se afastou quando eu me movi, ajeitei-me no travesseiro e ele veio me beijar novamente, quando dei por mim o meu vestido já estava sendo suspenso e a minha calcinha foi retirada por ele num passe de mágica. Eu estava perdida, deduzi o olhando. Edward abriu as minhas pernas e começou a me dar prazer com a boca de uma forma viciante. Eu gemia baixinho pelo prazer estar aumentando cada vez mais e acabei explodindo na boca dele minutinhos depois gemendo baixinho. Ele era mesmo bom para a minha perdição. Eu estava ofegante quando ele tornou a me beijar e pude sentir o meu gosto na boca dele. Eu sentia o comichar do meu sexo pelo orgasmo recente e o fiz se sentar na cama, mas Edward tirou o short do pijama e a boxer dele ao notar que seria essa a minha intenção. Ele estava pra lá de excitado, observei. Sentei-me sobre ele sem pensar muito e a penetração foi mais que lenta, eu me sentia dolorida por ter praticado bastante na noite passada, mas não liguei por estar querendo também. Movi-me devagar e Edward deixou por minha conta a princípio, quando dei conta, nós já estávamos nos movendo juntos. Gemíamos um na boca do outro e Edward me trazia de encontro a ele com calma por causa da minha barriga, a penetração assim era bem profunda e o sentia indo até o meu limite a todo o momento.
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Acabamos gozamos rápido demais e paramos com os movimentos, mas o nosso beijo continuou por estar bom demais. Sempre que eu tentava me afastar, ele me beijava ainda mais.
3min depois.
Afastei o meu rosto do dele e ficamos nos olhando com o nosso sexo ainda conectados. Ele terminou de tirar o meu vestido e beijou os meus seios com calma. Levantei a minha cabeça para ele poder explorar o meu pescoço e ele o fez lentamente acariciando os meus seios, depois foi à vez das minhas costas com as suas mãos.
Comecei a me movimentar novamente e ele me acompanhou após se deitar a meu comando. Fechei os meus olhos e continuei me movendo, na medida que o prazer ia crescendo dentro de mim, eu fui acelerando os meus movimentos e rebolei bastante em busca do prazer. Edward já gemia com frequência e soube que não demorava muito para ele, nem para mim. Ele me fez sair de cima dele e me deitou de lado, por eu estar escorregadia a penetração foi rápida e ele começou a invadir o meu corpo um pouco mais rápido. Segurei no lençol e não se passaram dois segundos, o prazer explodiu em meu corpo. Meu gemido era de puro deleite e foi demais. Edward estocou com um pouco mais de vontade e gozou segurando em minha cintura, para ele também foi prazeroso e não parávamos de nos mover enquanto a onda de prazer circulava em nosso corpo.
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3min depois.
Nos deitamos de barriga pra cima estando ambos ofegantes. A onda do prazer ainda nos consumia e me virei de lado, ele me olhava e eu não sabia nem o que pensar, muito menos o que falar no momento. Levantei da cama e fui para o banheiro me lavar, era o melhor a ser feito. Olhando-me nua no espelho, eu não sabia o que pensar. Eu estava me deixando levar e não, não era correto por tudo que aconteceu. Eu não iria chorar por ser tarde e já havia rolado. Eu estava bem confusa em relação ao comportamento dele, mas faltava algo. Acho que ele estava agindo dessa forma por estarmos casados e teríamos que nos aturar daqui para a frente. Eu não sabia como agir, dias antes as ofensas eram bem dolorosas e mudar da noite para o dia soava estranho demais para mim. Eu não sabia qual era o jogo dele da vez. Eu não sabia.
Fui para o Box e liguei o chuveiro, peguei o sabonete e comecei a me lavar. Eu estava me sentindo pegajosa e me ensaboei bem para tirar todos os resíduos sexuais do meu corpo. Enxaguei-me e deixei a água cair em meu rosto por vários minutos, enquanto isso eu fui pensando e dançaria conforme a música que ele ia tocando. Eu não podia agir de forma impensada ou eu ficaria presa por muito tempo, Edward era um homem decidido e eu não poderia facilitar. Apesar de ser loucura, eu precisava saber a respeito de jake. Ele era um amigão e fiquei com dó dele, Edward foi horrível com ele e.......... comigo. Meus sentimentos estavam tão embaralhados e eu estava me sentindo uma traidora em consideração ao jake. Eu precisava saber como ele estava, de repente ele nem queria mais saber de mim com toda aquela cena. Edward meio que o assustou e bem ou mal eu já estava acostumada. Despertei com um susto por Edward estar entrando no Box e veio ficar em minha frente, seu olhar corria pelo o meu rosto e ele também ficou sob o jato do chuveiro. Meus seios subiam e desciam um pouco mais acelerado por causa da presença dele ali, se fosse em outra ocasião, o certo por ser o meu marido eu o abraçaria e o traria mais para perto de mim, mas não. Estávamos tendo sexo, mas não era normal por eu saber que estávamos apenas nos tolerando. Sem eu esperar, eu olhei para o lado ao sentir às lágrimas querendo vir e decidi sair do Box o mais rápido possível, mas sem ser grosseira ao me retirar. Estava sendo difícil para mim esse comportamento dele e eu não estava sabendo lidar bem com isso por já estar acostumada com o seu jeito tosco. Óbvio que eu não gostava do jeito bruto de ser dele, mas estava sendo complicado para mim o Edward de ontem e de hoje.
Envolvi o meu corpo com a toalha e escovei os meus dentes, não quis demorar ao escová-los e saí do banheiro. Estando no quarto eu olhei para a cama e a mesma estava levemente bagunçada, evitei me demorar ali e fui para o closet escolher o que vestir, pois o vestidinho que eu estava só cheirava a ele.
Coloquei um vestido comportado e cumprido, o mesmo ia até o meu tornozelo e todo florido. Ajeitei o meu cabelo e desci para o primeiro andar deixando Edward ainda no banho.
Lembrei da roupa que eu havia posto na máquina de lavar e fui até a área retirá-las da máquina. Olhei para a porta que daria no quintal e a chave estava no trinco, antes ela não estava ali. Sem pensar duas vezes, eu a abri e fui estender as roupas na corda. O lugar era incrível ali atrás e a graminha era verdinha, os postes iluminavam o quintal pela noite já estar reinando e o ar estava abafado. Ventava bastante ali em cima e logo o lençol e as roupas secariam.
Vi um segurança circulando por ali e o saudei com uma boa noite, logo entrei e deixei a porta da cozinha aberta. Eu prepararia uns sanduíches para nós e comecei a pegar tudo que eu precisaria na geladeira. Inclusive lavei algumas folhinhas de alface, cortei alguns tomates e os temperei com um pouco de azeite e sal. O sanduíche ficaria muito bom e fui montando colocando bastante queijo e outros frios. Por ter visto um grill mais cedo que funcionava com sanduicheira também, eu fui até o armário e a peguei, coloquei dois sanduíches nela e a liguei.
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Momentos depois todos sanduíches que eu havia preparado ficaram prontos e preparei um suco para nós, eu evitaria o refrigerante à noite e arrumei a mesa da sala para podermos lanchar. Por Edward não ter descido ainda, eu resolvi subir para chamá-lo e parei na porta do quarto o encontrando deitado assistindo televisão.
—Edward já está pronto o lanche.
—Vou descer.
—Tudo bem.
Dei a meia volta e fui caminhando devagar, desci a escada e fui me acomodar a mesa. Edward logo desceu e se sentou de frente para mim.
—Fiz algo básico, mas se quiser há outras coisas na geladeira.
—Está bom o que você fez.
—Está mesmo com uma cara boa. Falei pegando um sanduíche.
Comecei a comer e Edward fez o mesmo, fiquei observando as reações do rosto dele e devia estar bom em seu conceito. O queijo estava bem derretido e as fatias de peito de peru deu um toque especial. Bebi um pouco do suco e continuei comendo, senti o bebê mexendo e me lembrei da minha vitamina. Levantei da mesa rapidinho e fui até a cozinha tomar o remédio.
Tornei a me sentar à mesa e finalizei o meu primeiro sanduíche, Edward já estava no segundo e faltava pouco para ele acabar. Ele foi rápido.
Parti o outro sanduíche ao meio e comi somente a metade dele, eu já estava satisfeita e Edward comeu os que sobraram. Terminei de beber o meu suco e esperei ele terminar de comer.
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9min depois.
Arrumei a mesa após terminarmos e lavei a louça, eu estava me sentindo satisfeita e tranquei a porta da cozinha com a chave. Fui para a sala e Edward assistia televisão deitado no sofá. Fiz o mesmo no outro sofá e ficamos assistindo à novela, era a que eu sempre assistia e a mãe dele também. Na certa eles deviam estar preocupados, eles sabiam que o nosso convívio não era dos melhores.
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Às 22:30min da noite.
Levantei do sofá e fui até a cozinha beber um pouco de água, ao olhar para a caixa de doces eu fui até ela e peguei dois bombons para eu comer. Peguei outros e me deliciei, bebi mais um copo de água e depois de lavá-lo eu saí da cozinha. Fui para a sala, mas decidi subir para escovar os meus dentes e depois me deitar.
Deixei Edward assistindo um programa policial e subi a escada devagar, fui para o quarto e chegando lá eu fui para o banheiro. Aliviei-me primeiro e depois me asseei bem, escovei os meus dentes e fui me deitar.
Liguei a televisão já estando sob os edredons e liguei o ar, coloquei os dois controles no criado mudo ao meu lado e me ajeitei melhor.
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Um tempo depois Edward subiu e foi escovar os dentes dele, ao sair do banheiro ele estava apenas de Box cinza e veio se deitar ao meu lado. Ele levantou a coberta e me olhou, viu que eu estava de vestido e nada falou a princípio. Eu preferi me deitar assim, as camisolas que Alice comprou para eu vestir era de alguém que deixava claro que queria sexo e apelativas demais. Eram todas transparentes e sei que Edward me procuraria caso eu as vestisse para dormir. Quebrando o silêncio....
—Por que vai dormir de vestido? Perguntou ele me olhando.
—Eu, eu, eu fiquei com preguiça para trocar de roupa e estou confortável assim.
—Não está ruim, mas eu prefiro a camisola. Gosto que a minha mulher durma de camisola.
—Sua prima extrapolou, são todas transparentes demais.
—Quem irá ver é somente eu, não vejo problema algum.
—Você só pode estar com algum problema Edward. Falei me deitando de lado e dei as costas para ele. Edward se aproximou de mim e me afastei na mesma hora. –Se comporte e vamos dormir.
—Não estou fazendo nada demais. Disse ele correndo a mão em minha coxa.
—Não estou a fim nesse momento.
—Não estou forçando a barra Isabella por causa da minha mão. Disse ele indo se deitar no lugar dele e dei graças a Deus. –A propósito nós iremos sair amanhã.
—Que horas? Perguntei sem me virar para olhá-lo.
—Às 9h da manhã.
—Aonde iremos?
—Coloque biquíni.
—Não me respondeu.
—Você é muito curiosa. Após ele falar, eu me virei para olhá-lo.
—Iremos à praia?
—Estamos em lua de mel, é normal passear.
—Não somos um casal normal e você sabe disso.
—Você faz questão de lembrar.
—Você não fica atrás! O que há e qual o plano da vez hein Edward?
—Não há plano algum e você sempre complica tudo! Acho melhor irmos dormir mesmo.
—Queria sexo não é mesmo?
—Estaria mentindo se eu dissesse que não, mas como eu falo o que penso, não posso fazer nada se isso lhe deixa contrariada!
—Seu grosso! Vai dormir mesmo e poupe-me dessa tortura.
—Tortura? Não me venha com essa conversa fiada porque não cola! Foi você quem me atacou primeiro se lembra?
—Me lembro, mas não me arrependo.
—Eu sempre soube que você é do tipo safada e costumo não me enganar.
—Então fica longe do meu sexo meia boca!
—É melhor mesmo! Disse ele se levantando da cama e saiu do quarto batendo a porta com raiva.
Após ele sair eu chorei feito criança, eu reconheci que engrossei do nada. Sequei o meu rosto inúmeras vezes e as lágrimas nunca que paravam de rolar. Não me privei de chorar e os meus soluços eram constantes.
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Madrugada de terça feira, 11 de março.
01:40min da manhã.
Eu ainda soluçava quando a porta do quarto foi aberta e não fiz questão de esconder o meu real estado. Edward se deitou ao meu lado e apagou a luz do abajur. O quarto ficou no escuro e eu continuei no meu mundinho particular.
Às vezes ele se movia e tive que acender a luz do abajur ao meu lado, eu precisava ir soar o meu nariz e me levantei da cama. Fui andando devagar, quando eu cheguei no banheiro lavei o meu rosto e assoei o meu nariz com vontade. Tornei a lavar o meu rosto e o sequei com a toalha, ao me olhar no espelho eu vi que o meu rosto estava seriamente afetado por causa do choro. Meus olhos estavam vermelhos e em torno da minha vista estava inchado. Resolvi apagar a luz do banheiro e saí do mesmo, passei direto e fui até a porta do quarto, a abri e saí fechando-a em seguida. A luz do corredor estava acesa e desci a escada devagar, eu iria até a cozinha beber um pouco de água.
Bebi dois copos bem cheios e procurei me acalmar, não era possível eu pensava. Eu não iria me afogar nos doces e decidi que o melhor seria subir e tentar finalmente relaxar. Apaguei a luz da cozinha e subi, entrei no quarto e a luz do abajur ainda estava acesa, Edward estava de olhos fechados. Na certa tentando dormir ou já dormia na verdade, eu não sabia. Deitei-me na cama com cuidado e me cobri pelo ar está gelando bem, apaguei a luz e me permiti relaxar.
—Não se esqueça, iremos sair logo mais. Falou ele do nada.
—Não me esqueci.
Após eu falar fechei os meus olhos e ele permaneceu na dele, eu acabei dormindo um tempo depois.
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Às 8h da manhã.
—Isabella acorde. Chamou-me Edward.
—Hum?
—São 8h da manhã e iremos sair daqui a pouco.
—Só mais um pouco Edward, estou cansada.
—Vou te dar mais dez minutos então.
—Ok. Falei fechando os meus olhos novamente.
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15min depois.
—Isabella, agora é hora de levantar.
—Tudo bem. Falei me levantando.
Fui para o banheiro e escovei os meus dentes, eu não iria tomar banho por estar limpa. Após escová-los eu fui me aliviar e me asseie logo a seguir. Lavei as minhas mãos e vi Edward arrumando a cama.
—Eu faço. Ofereci-me.
—Prefiro que faça o café, não sou muito prático na cozinha e estava esperando você para prepará-lo.
—Vou só colocar o biquíni e uma roupa apresentável rápido.
—Tudo bem.
Fui para o closet e vesti um biquíni preto, era muito bonito com detalhes em vermelho. Coloquei uma saída de praia vermelha e calcei uma rasteirinha com detalhes vermelho em miçanga. Combinou.
Eu não sabia aonde nós iríamos retornei ao banheiro, penteei o meu cabelo e passei lápis de olho, finalizei com um gloss vermelho e saí do quarto deixando Edward arrumando a cama ainda. Ele não era muito bom com coisas do lar, também ele sempre teve tudo na mão.
Caminhei pelo corredor e desci a escada, as barreiras estavam protegendo os vidros ainda e fui para a cozinha. Fiz café, aqueci leite, peguei alguns pães e coloquei queijo, presunto e outros frios na bandeja. Coloquei quatro fatias de bolo no pratinho e parti dois mamões papaia. Estava balanceado e peguei as xícaras. Fui para a sala e arrumei o café na mesa, ficou perfeito e Edward desceu. Nos servimos e comemos devagar, ele mesmo se serviu.
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Terminamos de comer e só aí eu reparei que ao lado do sofá havia duas malas grandes de rodinhas e olhei para o Edward.
—Por que há duas malas enormes ali perto do sofá Edward?
—Iremos sair lembra?
—Pra que por biquíni então?
—Irá ver.
—Ok.
Levantei da cadeira e levamos a louça suja para a cozinha, lavei tudo e depois as coloquei em seus devidos lugares. Fui para o banheiro do quarto e escovei os meus dentes, pelo visto não iríamos para a praia diretamente e decidi trocar de roupa.
Coloquei uma saia de pano molinho preta e uma blusa branca de amarrar na cintura, ficou até bonitinho por causa da minha barriga e troquei o meu calçado, preferi por uma sandália preta baixinha. Fiquei bem com o que eu escolhi e desci.
—Trocou de roupa? Perguntou Edward me esperando na porta da sala.
—Preferi.
—A outra roupa tampava mais.
—Qual o seu problema com as minhas roupas? Perguntei normalmente ao me aproximar.
—A outra estava melhor.
—Essa ficou mais ainda. Vamos?
Passei por ele e trancou a porta. Fomos para a garagem e o segurança abriu a porta do carro para eu entrar, após me acomodar eu o agradeci. Edward entrou no carro e olhou as minhas pernas que estavam a mostra, mas não havia conotação sexual e pelo visto ele estava era implicando. Olhei para o lado de fora através da janela e o ignorei, o problema era que aparecia um pouco da minha barriga e a roupa ficou um pouco sexy. Edward ligou o carro e saímos da mansão tendo a companhia dos seguranças. Logo chegamos na rua principal e fui observando a rua movimentada. O lugar ali era bem bonito e a localização da casa onde estávamos não era tão distante assim da mansão de Esme.
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Já estávamos na estrada a um bom tempo agora, duas horas e meia por aí e antes de pegarmos o caminho que nos levaria a Solares, entramos a direita. O lugar era bem bonito e fui observando tudo por nunca ter passado antes por ali, estávamos perto do mar por passarmos em uma colina e o avistei.
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25min depois.
Chegamos em um lugar incrível. Ali era um Resort e estacionamos no estacionamento de hospedes. Um dos seguranças veio abrir a porta para mim e Edward retirou as malas do banco de trás do carro, depois o trancou com o alarme.
—Iremos voltar na sexta a tarde Lima. Estejam aqui às 13h.
—Ok patrão.
—Fiquem onde estávamos e olhem tudo lá.
—Pode deixar.
—Aqui estamos seguros.
—Então se divirtam.
—Valeu. Falou Edward apertando a mão do homem.
—Ok. Falei o olhando e ele se retirou.
Fomos para a recepção e fomos mais que bem atendidos. Um funcionário levou as nossas malas para o quarto o qual ocuparíamos e nós o seguimos.
O quarto era bem confortável, reparei, mas tornamos a sair do mesmo e fomos conhecer o lugar com o mesmo rapaz. A piscina era incrível, o verde da paisagem era acolhedor e o lugar para falar a verdade era lindíssimo. Teríamos direito ao spar, a escolher o que quiséssemos no restaurante, andar de barca em torno das praias próximas e a mesma saia todos os dias às 11h da manhã. Havia campo de golfe, bar com música ao vivo todas as noites, sala de jogos e entre outras atividades oferecidas. Havia lojas no local e se gostássemos de algo seria apenas colocar na conta do quarto. O café da manhã era servido no quarto ou ao ar livre se quiséssemos, era só informar à recepcionista que ela passaria o recado ao garçom. Um tempo depois nós retornamos para o quarto e o homem nos desejou uma boa estadia entregando os dois cartões magnéticos que funcionava como a chave da porta. Reparei que o lugar estava cheio de turistas e lotado, com certeza ali era uma boa pedida por ser lindo.
Assim que o rapaz se foi Edward fechou a porta.
—Podemos almoçar agora. Sugeriu-me ele indo colocar o segundo cartão sobre o criado mudo e ficou segurando o outro.
—É uma boa ideia. São 16:26min nesse exato momento e eu estou faminta.
—Eu também. Pode trocar de roupa se quiser.
—Quem fez a mala?
—Eu.
—A minha também? Perguntei surpresa.
—Sim.
—Ok. Essa roupa está boa.
—Podemos ir para a praia ou para a piscina.
—Vamos para a piscina.
—Tudo bem.
Fui abrir a minha mala e havia roupas bonitas desconhecida por mim, igualmente havia lá no closet da mansão em que estávamos. Reparei que não havia saias, shortinho jeans os quais eu estava acostumada a usar. Na mala havia vestidinhos, macacãozinho, calça legging e saídas de praia. Nada muito curto e olhei para ele, mas não falei nada. Havia camisolas as quais eu reprovei por serem apelativas demais e lingeries. Sem contar que havia produtos de uso pessoais e calçados também, a minha vitamina também estava ali e ele não se esqueceu de nada.
—Cadê os shorts? Perguntei sem ser grosseira.
—Preferi por vestidos e saída de praia no lugar dele.
—Por quê?
—Por que sim.
—Ta.
Tirei uma saída de praia e a vesti sem me preocupar dele estar me olhando. Edward colocou uma bermuda e uma blusa sem manga, ficamos à vontade e saímos do quarto. Fomos para o restaurante levando um comprimido da minha vitamina e quando chegamos lá, nós pedimos posta de peixe frito com molho de camarão, arroz com açafrão e salada. Para beber Edward pediu uma cerveja e eu um suco de abacaxi com hortelã.
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Nosso pedido chegou e começamos a comer. O peixe estava uma delícia, sem comentários e me deliciei. Edward comia na dele e eu também, havia muita comida e na metade dela eu fiquei satisfeita. Edward comeu bem e finalizou quando eu terminava de beber o meu suco. Recusei a sobremesa e ele também, decidimos nos levantar e fomos para a piscina de mãos dadas. Não era necessário no meu ponto de vista, mas preferi deixar quieto. Ao chegarmos na área da piscina nós pegamos uma toalha embalada e fomos nos sentar na cadeira. O sol estava começando a perder a potência e tirei a minha roupa sob o olhar de Edward, havia outros hospedes aproveitando a piscina também. Forrei a toalha na cadeira e me deitei de barriga pra cima, eu daria um tempo por ter acabado de comer. Edward fez o mesmo e ficou de sunga apenas, todo o corpo dele era bem trabalhado e evitei ficar o reparando. Observei que havia garçons servindo as pessoas de drinks e outras coisas a mais, ali era chique demais e nesse exato momento a minha filha mexeu roubando-me a atenção. Por eu estar de barriga pra cima, o ovinho se formou e Edward também viu. Acariciei aquele local e logo o ovinho se desfez novamente.
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20min depois.
Não faltava muito para começar a escurecer e decidi entrar na piscina, ao me ver levantando, Edward fez o mesmo e entramos na piscina juntos. Mergulhei para me molhar por inteira e eu ao emergir, eu vi que Edward nadava pra lá e pra cá. Fiquei encostada na parede da piscina observando tudo a minha volta e Edward emergiu a minha frente me dando um leve susto. Ele passou a mão no rosto e se aproximou de mim, sem se importar com a minha reação ele me beijou bem devagarzinho.
—Edward, há pessoas a nossa volta. Falei afastando o meu rosto do dele.
—Não são tão inocentes e beijar não há problema algum. Pior seria se eu tirasse o seu biquíni e a invadisse aqui mesmo. Disse ele se aproximando novamente de mim e as palavras dele mexeu comigo. Sem demora ele tornou a me beijar.
CONTINUA............
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