Solares

74 Capítulo 74


Notas iniciais
Meus amoresss que maratonaaa. Sorry pela demora torturante, mas volteiiii para vocês. Obrigado pelo carinho, pela paciência, pois, devo muito a vocês. Agora é pra valer. vamos lá, espero que gostem. Está acabando e está acabando. rsrsrs

BELLA......

Final do capítulo anterior.

Aos poucos o sol foi se pondo e veio à noite, Marie estava com a avó na espreguiçadeira e saí finalmente da água. Conversamos mais um pouco e bebi mais um pouco de água, por incrível que pareça eu já estava novamente com fome.

—Vamos sair? Já está caindo à temperatura filha.

—Vamos sim, já me sinto faminta.

—Isso é bom.

—Pois é eu preciso engordar um pouco mais.

—Logo, logo ficará ainda mais bonita, não se preocupe.

—Tomara mesmo.

Caminhamos pelo quintal e entramos, o cheirinho na cozinha estava bom e peguei uma banana para eu comer. Coloquei um pedacinho na boca da Marie e subimos. Esme a deixou em seu berço e fui preparar o banho dela.

Estando Marie de banho tomado e vestida, Mary desceu com ela para alimentá-la a pedido de Esme. Arrumei o banheiro e saí do quarto da Marie, fui para o meu e entrei no closet. Escolhi o que vestir e fui para o banheiro já me despindo da parte de cima do biquíni. Fiquei de frente para o espelho e terminei de me despir, estando distraída eu entrei no Box e liguei o chuveiro. Comecei a lavar o meu cabelo e o ensaboei bastante, eu esfregava o meu couro cabeludo e o enxaguei. Após aplicar o condicionador, eu ensaboei o meu corpo e comecei a cantarolar. Havia tanto tempo que eu não fazia isso, mas eu me sentia leve nesse momento para cantar. Lavei-me bem e me enxaguei por inteiro estando sob a água. De olhos fechado eu cantarolava e sorria, pois o mundo lá fora nesse momento não existia e continuei cantando how deep is your Love. Lembrava o meu aniversário de 18 anos na praia. Eu não estava cem por cento perfeita na letra, mas cantarolava assim mesmo e me requebrava de leve. Fiquei enrolando sob a água estando de olhos fechado ainda e senti braços me envolvendo, me assustei de leve e suspirei ao reconhecer o cheiro do Edward.

—Está tão linda cantando. Disse ele em meu ouvido e beijou minha orelha.

—Como entrou sem eu perceber? Perguntei o sentindo beijar o meu pescoço e o notando já nu.

—Estava tão distraída, que quis fazer uma surpresa. Disse ele correndo as duas mãos pela lateral do meu corpo e me arrepiei por inteira.

—Sim. Falei de olhos fechado e gemi de leve ao senti-lo acariciar o meu seio direito suavemente.

Edward continuou me acariciando e delirei com isso, era bom demais e ele me virou para beijá-lo.

—Boa noite amor. Disse ele me olhando intensamente com seus lindos olhos verde.

—Boa noite. Falei o abraçando estando nossos lábios um grudado no outro já.

Ficamos nos beijando e me afastei para pegar a bucha, coloquei sabonete líquido e o olhei intensamente. Comecei a lavar o corpo dele, depois ensaboei o cabelo e lhe fiz uma deliciosa massagem enquanto lavava seus fios. Edward enquanto isso massageava a minha barriga e sorri, logo o coloquei sob a água e o enxaguei por completo. Estando limpo ele tornou a me beijar.

—Senti saudades.

—Estou aqui.

—Bom.

Saímos do Box após Edward desligar o chuveiro e ele me secou, fiz o mesmo com ele e tornamos a nos beijar. Eu não me cansaria nunca de beijá-lo e quando dei por mim, já estávamos na cama.

—Agora me leve até as estrelas. Falei com ele estando sobre mim e invadiu o meu corpo.

—Será um prazer.

.

.

Depois dessa noite intensa de amor que nós tivemos, onde esquecemos até de descer para jantar e que a minha sogra tomou conta da minha filha, os dias foram se passando rapidamente. A missa dos meus pais aconteceu na segunda feira seguinte deixando-me bem chorona durante o sermão que tocou a minha alma, pois Edward estava trabalhando e deve ter esquecido. Suspirei cabisbaixa no término da mesma, Sebastian era quem estava ali me confortando e para a minha surpresa ao me levantar e sair do banco, Edward estava li me esperando de braços abertos e me abraçou. Não precisava de palavras no momento e ele beijou a minha testa demoradamente. O agradeci com o meu olhar e peguei a linda rosa branca que ele me deu. Jantamos fora a pedido dele para me animar e adorei a sua atenção ao me dar a sobremesa na boca sem nos importar com quem nos olhasse. Ele estava tão bonito e eu estava toda de branco estando elegantemente vestida para a missa. Nesse dia ficamos no apartamento só nós dois e não rolou sexo, apenas carinho e companheirismo.

—Sabe que eu te amo. Dizia ele vez ou outra acariciando o meu rosto e sorri.

Tantas lembranças dali me vieram à mente ao entrar no apartamento e horas depois fechei os meus olhos para dormir estando entre os braços protetores dele. O quarto cheirava a carinho misturado com ternura nesse dia e isso era um calmante para a minha alma.

.

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Começamos com os preparativos do batizado da Marie dias depois e os convites foram entregues após eu o escolher. Convidei os meus amigos e eles ficaram bem contentes, mas Ângela e Jake estavam tensos e eu os tranquilizei. Sorrindo depois de um tempo estando nós ao telefone, ela disse um tudo bem e disse que estaria presente com o namorado. Jake confirmou presença com a noiva e a irmã pelo email e me agradeceu. Pedi que ele se comportasse, pois o meu noivo estava disposto a fazer o mesmo e o tranquilizei. Respondendo um “vou tentar”, eu sorri e sabia que ele iria se comportar, jake era um cavalheiro e gentil. Ele não faria nada para me magoar e sequei a lágrima que rolou ao fechar o meu laptop, eu estava quase completa e esperava o dia do batizado chegar estando ansiosa e receosa lá no fundo.

A mesa ficaria linda, tudo foi escolhido com muito carinho e na cor branquinho. O Buffet já estava pago e seria servida uma entrada, logo em seguida um almoço delicioso, depois salgadinhos e cortaríamos o bolo com direito a muitos doces. Não economizamos em nada e Alice pagou a metade dizendo ser a festa da afilhada dela. Foi um dilema entre ela e Edward nesse quesito, mas ela ganhou por ser simplesmente Alice.

Agora estávamos na semana do batizado e eu estava ansiosa, tanto que estava vomitando além do normal por estar grávida. Edward estava bem preocupado e prometeu se comportar, mas eu estava ansiosa no bom sentido. Eu iria rever os meus amigos e contava lá no fundo com a aprovação deles.

A semana voou.....

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(Atualmente)

Hoje era sábado, 6 de fevereiro.

11:00h da manhã.

—Bom dia amor. Falou Edward me acordando sorrindo e segurava a Marie no colo estando ela toda descabelada e sorri.

—Bom dia meus tesouros.

—A mamãe está tão linda não é filha? A resposta dela foi uma gargalhada gostosa cheia de baba e sorrimos.

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—Lindo está você meu gatão.

—Como está se sentindo hoje meu amor? Perguntou ele me olhando intensamente.

—Estou me sentindo mais que bem amor.

—Vou pedir a Mary para te preparar algo leve para o café da manhã, sabe que tem passado muito mal nesses últimos dias. Não quero que passe mal, fico sem saber como ajudar você. Vou instruir a Mary a te dar pouca comida daqui pra frente e gordura zero. Nada de fazer beicinho. Falou ele me olhando intensamente. -Lembro-me na gravidez da Marie, você abusava e pegava comida escondido na geladeira durante a madrugada. Uma vez te peguei roubando e me sujou todo de torta com malcriações. Falou ele sorrindo e eu sorri mais ainda, pois eu iria comer sim escondido não me importando de ter que vomitar tudo depois. Os desejos estavam aumentando e não tinha como frear. Eu pensava ao olhar para ele. –Não mesmo senhora Cullen. Disse ele parecendo adivinhar e balançou a cabeça que não. –Vai comer escondido, sei que sim, por ser uma mulher teimosa.

—Tudo bem. Pode ser uma vitamina de frutas e um pão com peito de peru, estará de bom tamanho. E Marie?

—Quer comer aqui ou irá descer? Perguntou ele olhando para os meus seios desnudos e tornou a me olhar.

—Irei descer, hoje é sábado e todos estão em casa. Temos que organizar tudo, amanhã é o nosso grande dia. Às 10h amanhã teremos que estar todos na igreja e preciso entrar em contato com a Ângela. Ela estará em poucas horas em Ourinhos, está voado de New work para cá. Ela vai ficar em um hotel lá no centro com o namorado e eu sei que se eu os convidasse para serem os nossos hospedes, ela por enquanto não iria aceitar. Falei negando com a cabeça o olhando e ele continuou com a mesma expressão calma.

—Tudo bem bella, eu não a morderia. E a Marie já mamou, sabe que ela não estaria quieta há essa hora e tão calma se estivesse com fome.

—Não mesmo. Após eu falar, nós sorrimos e ganhei um selinho. –Ela está muito parecida com você. Falei o olhando e tornei a olhar para a Marie.

—Está sim. Disse Edward a olhando e deu um beijinho na bochecha dela.

—Vai ficar alta igual o papai pelo visto e bonita também.

—Você acha amor? Não sou tão lindo assim.

—Pare de ser modesto, sabe que as mulheres se jogam para cima de você a doidado e não gosto disso nem um pouco. Sim, você sabe disso.

—É você está certa, mas só quero uma e é você. Só existe você para os meus olhos depois que a conheci, por isso cometi loucuras imperdoáveis com você meu amor. O ciúme me cegou tantas vezes.

—Sei disso, mas ficou no passado. As pernas dela estão longas e crescendo depressa, até Esme falou a mesma coisa. Os homens ficarão loucos quando ela for uma moça.

—Não penso nisso agora. Disse ele emburrado, Edward mudava rapidamente o seu humor. — Terão que ser aprovados por mim primeiro, do contrário colocarei todos para correr. Um por um. Com minha irmã por ser uma mocinha bonita, os aborrecentes da idade dela a paquerava. Eu não gostava nada, nada. Disse ele perdido nas lembranças e tornou a me olhar.

—Sei que não irá facilitá-los não é?

—Nem um pouco, pois eu cuido do que me pertence. Pra que pago os melhores seguranças de Miami amor? Vou querer saber até dos procedentes deles, tudo. Não posso errar outra vez e fazerem mal a quem eu amo.

—Tão protetor. Falei acariciando o cabelo dele e ganhei outro selinho.

—Não imagina o quanto em relação a minha família. Não quero homens perto de você ou da minha filha quando for uma moça formada e capaz de fabricar bebês. Sei como os homens se comportam perto de uma mulher bonita. Você é minha e será até o fim. Disse ele olhando no fundo dos meus olhos e sem piscar.

—Amor, isso é impossível e você sabe disso. Não há apenas mulheres no mundo e ela terá homens como amigos. Eu, por exemplo, tenho vários. Isso é bobagem meu amor.

—Não mudo o que penso. Disse ele emburrado ainda. –Não me agrada e pronto.

—Agora irei me levantar. Falei me levantando estando completamente nua e Edward assoviou e deu uma tapinha no meu traseiro fazendo-me sorrir e Marie sorriu também.

—É por isso que quero você longe dos homens. Disse ele me olhando com um olhar intenso e safado, tanto que passou a língua nos lábios. –Você é uma mulher doce em todos os sentidos. –Minha delícia.

—Você acha amor? Sou tudo isso para você? Perguntei negando estando sorridente.

—Sim meu amor, é por isso que estou viciado em você. Só de olhá-la estando despida, já estou com vontade novamente. Acho que você me deixou um tarado.

—Estamos quites nessa parte então meu gatão.

— Alice logo estará aqui com suas exigências e vontades. Deus!

—Tudo bem. Falei entrando no Box sorrindo e liguei o chuveiro. –Tomarei um banho rápido, tenho muito que fazer e com minha comadre também.

—Irei descer. Disse Edward e depois deu um beijinho na bochecha da Marie. –Irei penteá-la também, pois tentei antes e ela arrumou um escândalo.

—Marie não gosta de limpar o nariz, o ouvido e não gosta que a penteie. Ela não gosta dessas coisas. Está crescendo e ficando malcriada, não sei o que faço quando resolve chorar a todos os pulmões pra não ficar no carrinho.

—Puxou a mamãe não é filha na malcriação?

—Olha quem está falando! Você é o homem mais teimoso que conheço Edward Cullen.

—Somos então, e eu vou sair agora. Disse ele piscando um olho. –Eu te amo mesmo assim senhora teimosa Cullen.

—Eu te amo mais senhor teimoso. E não estamos casados, ainda não sou uma Cullen oficial. Falei para provocá-lo.

—Mas não iremos demorar e, para mim você já é. Minha mulher!

—Se você diz.

—Eu afirmo. Disse ele convicto e piscou um olho sorrindo da forma que eu achava que o deixava ainda mais lindo.

Edward saiu do quarto sorrindo e eu me lavei rápido, eu precisava organizar a vinda dos meus amigos. Saí para me secar, hidratei todo o meu corpo e vesti um vestido soltinho rosa.

Passei um gloss rosa e fiz um rabo de cavalo, meu cabelo estava tão bonito e enorme. Coloquei um pouco de colônia e escolhi uma sombra clarinha, eu queria estar bem e organizei o quarto por último. Coloquei os edredons no closet e saí do quarto, desci a escada devagar e Alice acabava de chegar. Reparei que a cozinha estava cheia de bolsas no chão e o segurança ainda estava trazendo mais. Ela fez compras, mas pelo que sei já havíamos comprado tudo, vai entender Alice.

—Mary nós temos muito que fazer hoje. Falou Alice estando lindamente vestida e com as mãos na cintura.

—Tudo bem senhorita Alice. Falou Mary a olhando. –O que será feito?

—Preciso fazer os cupcakes uns terão o sabor de limão siciliano e ganache de chocolate branco para o recheio. Farei outros de Red velvet e recheio de mirtilo. Terei que modelar os enfeites com a pasta americana logo para que eles sequem, mas o tempo está quente e logo secarão. Trocarei de roupa e descerei. Faremos aquelas quiches também de alho poro com provolone, umas de bacalhau, outras de peito de peru como combinei com você.

—Tudo bem. Irei terminar o almoço e o pato está quase no ponto. O bacalhau já está dessalgado senhorita Alice para as quiches como me pediu ontem.

—To vendo que teremos um almoço delicioso, pois, o cheirinho do pato está divino.

—Sim. Assim espero senhorita.

—Mary, você é brilhante na cozinha e sabe disso. Agora eu preciso me apressar.

—Tudo bem senhorita.

Alice saiu da cozinha e veio caminhando pelo corredor estando toda serelepe, bem o seu jeito mesmo.

—Bom dia bellinha. Falou ela acariciando a minha barriga sorrindo. –Como vocês estão?

—Estamos bem Alice. Estou enjoando muito, mas isso não é novidade porque a gravidez arrasa comigo literalmente.

—Imagino. Farei os cupcakes daqui a pouco e as quiches pré-assarei apenas.

—Ouvi você falando.

—Irei trocar de roupa agora. Cadê todo mundo?

—Estamos aqui filha. Falou Esme da sala e Alice foi até a porta da mesma.

—Titia! Falou ela contente. –Bom dia titio, titia e Edward. Falou ela e foi cumprimentá-los.

—Bom dia Alice. Edward a cumprimentou e revirou os olhos, pois Alice o perturbou além do limite com os preparativos do batizado durante a semana inteira.

—Nossa bellinha o que houve com o bom humor do meu primo nesses últimos dias? Perguntou ela sorrindo me olhando...

—Não notei nada diferente Alice. Menti com vontade de sorrir.

—Estão em greve por acaso?......Vocês não estão fazendo amo....?

—Alice! Falei tampando a boca dela e estando vermelha. –Me mata de vergonha. Falei baixinho só para ela me ouvir. –Meus sogros!

—É verdade bellinha. O meu primo anda muito mal humorado comigo, poxa. Disse ela debochada e eu morta de vergonha olhando para a cara dos meus sogros. –Não é justo! Eu só desejo que tudo saia perfeito e bonito para a minha afilhadinha. Teremos visitas e desejo que esteja tudo perfeito.

—A resposta Alice é não, para estamos sim.... Falei atrapalhada e Edward me salvou.

—Tome conta da sua vida Alice... e não estamos em greve coisa nenhuma, o contrário. Satisfeita?

—Bem, bem. Disse ela sorridente e gargalhou arrancando risos de Carlisle. –Bem menos mal então e....

—Cadê o seu namorado Dimitri? Perguntou Edward a interrompendo.

—Para o seu governo, acabamos de nos despedir e estou com saudades dele já. Disse orgulhosa e ajeitando a roupa que estava impecável. Vai entender as loucuras da Alice, sinceramente. Eu a olhava estando passada pela sua ousadia e me matando de vergonha.

—Pobre homem, terá que aturar todas as suas loucuras e extravagâncias. Disse Edward a olhando. –Espero que o coração dele seja saudável.

—Bella você me acha louca e extravagante? Perguntou ela me olhando.

—Não, não acho não.

—Sabe que está mentindo amor. Falou Edward me olhando estando emburrado. Eu já estava acostumada com esse comportamento tosco dele e fiquei sem jeito.

—Ela é mulher, me entende. Disse Alice sorrindo e me abraçou. –Meu bebezinho. Falou ela acariciando a minha barriga novamente e se abaixou para falar com o bebê. –Eu te amo muito e muito também. Seu pai é um chato viu, saiba disso desde já e se prepare. Tão quadrado e velho estando tão novo. Isso é um absurdo bebê e não o obedeça caso seja um chato com você!

—Não o provoque Alice. Eu a reprovei.

—Preciso que Edward vá ao mercado. Disse ela se levantando e colocou as mãos na cintura. — Está faltando coisas para os cupcakes e me esqueci de comprar na correria. Disse ela piscando para mim e prendi o riso.

—Seria um prazer, mas sei que tudo está comprado, agora pare de inventar. Falou Edward a olhando. –Estou de cabeça quente por sua causa.

—Você me pentelhava antigamente todos os dias com reclamações infundadas da bella, é uma revanche priminho. Muitas vezes você me ligava cedo e me acordava dizendo, “Isabella isso, Isabella aquilo, Estou a ponto de enlouquecer e blá,blá”. Disse Alice imitando a voz dele. –Agora sim irei me trocar. Falou ela contente e meus sogros sorriram pra valer.

—Pobre Dimitri, terá que tomar calmantes ao longo da vida se ficar e casar com você. Disse Edward ajeitando a Marie no colo e a mesma sorria para Alice. Caso o contrário...

—Pois ele seria um idiota se a abandonasse. Falei o interrompendo e a olhando. –Alice é amável, bondosa e uma excelente companhia. Não é mesmo? Perguntei o olhando séria.

—Sim tem razão. Ele falou olhando para ela. –Mas o coitado terá que tomar calmantes de qualquer forma bella para acompanhar o ritmo da minha prima. Você ta de prova, nos alugou toda a semana pra falar a mesma coisa.

—Posso acalmá-lo de várias formas. Disse ela risonha.

—Por favor, mude de assunto por que é desagradável imaginar um homem fazendo uma coisa dessas com a minha prima. Tem uma criança na sala, pelo amor de Deus Alice.

—Me poupe Edward, a única inocente nessa sala é a minha afilhada mesmo. Ela não entende nada ainda. ...Mas quando ela for maior e tiver um namorado que a ame, eles vão....

—Alice, eu não imagino e nem vou permitir uma coisa dessas. Disse Edward olhando para a neném e negando com a cabeça. –Minha filha só irá fazer esse tipo de coisa depois de formada, muito bem casada e com alguém que eu aprove! Terão seguranças a vigiando o tempo todo, isso eu garanto! Ela não vai andar sozinha e ficarei sabendo de tudo! Está fora da lista homens até ela for....

—Então se prepare bella. Disse ela o interrompendo e gargalhou alto. –Que quadrado e antiquado primo. –Ta tão enganado.

—Alice filha, deixe o seu primo em paz. Falou Esme prendendo o riso e eu também queria sorrir.

—Ta bom titia, ta bom. Agora irei me trocar e não toco mais no assunto. Disse ela levantando as mãos e eu acabei gargalhando também.

—O que há de engraçado nisso? Perguntou Edward chateado me olhando sério.

—Amor, se a nossa filha continuar teimosa assim, ela não irá aceitar esse domínio que você quer impor. É um absurdo e quando chegar a hora especial dela, eu irei apoiá-la. Lembro-me que minha mãe falou que é um momento especial para toda mulher a sua primeira vez, mas temos que ser responsáveis e com quem amamos. Se acostume com a ideia gatão.

—Bella, por favor, por favor, não quero falar sobre um homem tocando minha filha! Ainda falta muito para essa desgraça acontecer e encerramos o maldito assunto!

—Tudo bem, tudo bem. Falei sorrindo e Carlisle o olhava risonho.

—Filho isso é inevitável, sabe disso. Disse Carlisle. –Você já fez o mesmo com as filhas dos outros e não se casou com elas primeiro para isso acontecer. Após o Carlisle falar, foi o meu rosto que mudou, eu era ciumenta demais e não gostei. Fiquei emburrada e Esme percebeu.

—Acho melhor eu dar uma voltinha no jardim com minha filha para esfriar a cabeça Carlisle. Disse Edward de pirraça. Ele chamava o pai de Carlisle quando as palavras dele o incomodavam. –Vamos filha, vamos. Falou ele colocando a neném no carrinho e começou a empurrá-lo. –Esse papo já deu.

—Melhor filho. Falou Carlisle sorridente. –Tão novo meu filho e se comporta como velho as vezes.

—Quando é preciso e é minha filha, meu tesourinho. Imagina rapazes a tocando.

Fiquei olhando risonha para o meu noivo tão quadrado e Edward ao passar por mim, eu o agarrei no braço.

—Amor, sabe que teremos que aceitar todas as etapas e descobertas dos nossos filhos não sabe? Sabe que teremos que ser compreensivos e ensiná-los tudo a respeito da vida. não sabe?

—Sei sim. Disse ele me olhando intensamente. –Mas não me sinto contente com isso no momento bella. Não sei fingir. Onde já se viu um bando de rapazinhos fedendo a leite paquerando a nossa filha. Sei como se comportam nessa idade.

—Você já paquerou também. Falei séria pelo ciúme bobo, mas sorri e ele me olhou.

—Sei disso. Admitiu ele.

—Então não faça malcriações com o seu bondoso pai.

—Não estou amor, não estou.

—Ok. Amanhã nós teremos que está com bom astral. Desemburra essa cara. Falei acariciando o rosto dele.

—Estaremos. Falou ele se aproximando e me deu um selinho demorado. –Te amo.

—Assim está melhor. Alice já foi se trocar e irei fazer umas ligações agora.

—Para quem?

—Tenho que ligar para os meus amigos esqueceu? Aqui é longe de Solares, três horas e meia quase. Desejo todos pertinho de mim na hora da cerimônia do batizado. Jake virá com o Gps, a Ângela vai vir do aeroporto e já alugou um carro com o namorado para amanhã virem confortáveis. Os outros virão seguindo o Jake. Por favor, sem ciúmes com os meus amigos porque eles são grudentos assim mesmo. Sei que ficarão um pouco inibidos por sua causa, mas quero que se sintam a vontade aqui com a nossa família. Lembre-se, eles são minha família também.

—Prometi me comportar. Gostei que você falou “a nossa família” com tanto carinho.

—É isso que veremos. Falei me afastando dele e saí da sala junto com ele, caminhamos pelo corredor e peguei o telefone. –Irei subir.

—Ta bom.

Edward me abraçou e me beijou de forma apaixonada, tanto que perdi meu fôlego e sorri.

—Uauu. Falei sorrindo e me afastando dele.

Fiquei o observando empurrar o caminho na direção da cozinha e Alice vinha descendo a escada estando de shortinho jeans e blusa.

—Alice você não é mole.

—Gosto de tirá-lo do sério, fica tão protetor.

—Não é justo, sabe disso.

—Desencana bella, seu noivo é um quadrado. Estou me vingando agora.

—O deixe tranquilo, sei que amanhã exigirá muita calma da parte dele.

—Os seus amigos né?

—Sim.

—Sei que uns não se dão com ele.

—Pois é Alice, mas eles prometeram se comportar. Sei que irão, mas Edward muda da água para o vinho pelo ciúme extremo que sente. Lembro-me das crises dele e você também sabe.

—Prometo me comportar. Após ela falar, nós sorrimos.

—Irei subir, logo desço para te ajudar.

—Tudo bem.

Subi a escada devagar e entrei no nosso quarto, deitei na cama e a primeira para quem eu liguei foi a Ângela. Chamou duas vezes e ela atendeu.

—Bom dia amiga! Falei contente.

—Bom dia bella. Acabei de chegar em Miami.

—Bem vinda ao lar. Estou feliz por esse grande esforço que está fazendo por mim depois de tudo.

—Não seria o contrário. Disse ela carinhosa. –Por você e pela Marie, sabe disso.

—É eu sei. Vai para a sua casa?

—Para ter privacidade ficarei no hotel em Ourinhos com o Thiago como te falei. Passearemos um pouco por essas bandas daí com o carro alugado. Lugar bonito também.

—Aqui é sim. Quer vir tomar o café da tarde e jantar aqui conosco hoje? Será bem vinda e só assim você ficará mais a vontade com a minha família amanhã. Alice está aqui e sei que irá gostar dela. São pessoas simples apesar do poder aquisitivo que eles têm.

—Amanhã bella, amanhã. Desculpa amiga, mas não é fácil para mim também depois de tudo que aconteceu com você. Eu te vi despedaçada, te via arrasada e com marcas, entenda.

—Tudo tem seu tempo Ângela, eu sei.

—Sim. Disse ela normalmente. –E você como está? O bebê ou a bebê está também?

—Estamos bem. Estou enjoando, vomitando, nauseada vez ou outra, normal. Se prepare para quando for a sua vez. Após eu falar, sorrimos.

—Ainda falta muito. Disse ela sorrindo ainda.

—Sexo é igual a bebês, lembre-se disso.

—Tomo remédio e não me esqueço nunca de nenhum bella. Eu surtaria literalmente se minha regra atrasasse. Nem pensar por enquanto.

—Eu sei. Após eu falar, gargalhamos.

—E ele? Perguntou ela do nada.

—Está contente, é outro homem hoje. Ele me ama de verdade Ângela e estou feliz por estarmos superando tantas coisas juntos.

—Você realmente o escolheu.

—É eu não posso negar. Ele me mima, me idolatra como uma princesa, mas o seu lado ciumento é o mesmo. Sei que ele tenta se controlar, esconder até, mas eu o conheço bem melhor hoje. Não quero que amanhã você fique se lembrando das coisas ruins que ele me fez, não estou fazendo isso mais. Pode me entender?......Estamos superando e faça o mesmo por.....mim. Sei que é difícil por hora, mas não impossível.

—Não posso me esquecer da noite para o dia bella, mas prometo que vou tentar se você está feliz e ele te tratando da forma que você realmente merece. Não me agrada nada, nada irmãzinha ele te maltratar..... e você sabe muito bem disso. Você é cabeça dura e nada que eu falar vai entrar na sua cachola por estar completamente apaixonada pelo cara durão. Prometi me controlar e sou educada com as pessoas, mas que ele se comporte ou não responderei por mim.

—Obrigado por ser minha irmã do coração, não sei o que seria de mim sem você. Falei chorona e sequei as lágrimas que rolaram.

—Não chore, eu não quero isso. Estou tentando por você já que diz estar feliz. Quero ver de perto se é verdade.

—Estou feliz. Finalmente estou me sentindo completa. Quase completa, falta pouco para isso acontecer. Falei me lembrando dos tramites de Carlisle e Edward sob os panos.

—Pode contar comigo então.

—Está dirigindo? Perguntei estando preocupada agora.

—Estou sim, mas estou no fone.

—Quando chegar no hotel me ligue para eu saber que chegaram bem. Um beijo no Thiago.

—Pode deixar bella e um beijo. Obrigado!

—Outro.

Encerrei a ligação e Mary trouxe o meu café da manhã, comecei a devorar o pão e tomei o café com leite. Por último eu comi os quadradinhos de mamão com mel que estava ali para mim. Após eu terminar de comer, eu liguei para o jake. Chamou quatro vezes e ele atendeu.

—Bom dia linda.

—Bom dia jake. Como você está?

—Eu estou bem e você?

—Feliz. Eu estou muito feliz Jake e espero vocês amanhã. Consegue chegar no endereço sem problemas? Sei que é longe daí.

—Gps baby. Falou ele e sorri ao lembrar de todos os momentos de companheirismo que tivemos.

—E a galera está animada?

—Animados é pouco, estão ansiosos. Falaram nisso a semana toda vê se pode. Falou jake risonho.

—Que bom.

—Não se preocupe, chegaremos bem aí. Olhei no Google através do nome da igreja. Aliás, parece ser bem aconchegante.

—Que bom e é sim. Qualquer coisa me ligue.

—Pode deixar.

—Até amanhã jake e tenha um ótimo dia.

—Até bella e você também gata.

Encerrei a ligação e sorri. Meus amigos eram o meu maior tesouro e briguei tanto com o Edward por causa deles. Sorri mais ainda e fui para o closet escolher minha roupa de amanhã. Eu colocaria algo claro, a cor da paz e era a cara do dia de amanhã. Sorri ali sozinha que finalmente eu estava unindo o útil ao agradável.

Um tempo depois eu já havia deixado tudo arrumado e desci com a bandeja do café da manhã. Fui para a cozinha vendo Alice fazendo os enfeites dos cupcakes tendo a ajuda de Esme e caminhei até a pia. Lavei o que eu sujei e coloquei a louça para secar, peguei uma maçã na fruteira e fui até elas.

—O que posso fazer para ajudá-las? Ofereci-me acariciando a minha barriga com a mão livre.

—Apenas relaxe, eu logo farei a massa dos cupcakes e das quiches.

—Ficar parada nem pensar Alice!

—Relaxa bellinha.

—Mary o que tem aí para fazer? Posso terminar de fazer o almoço e você ajuda a Alice se quiser.

—Está vendo titia quem a minha afilhada puxou na teimosia? Precisa descansar e sabe disso. Bella, bella, se prepare com a Marie na teimosia. Você e Edward estão roubados. Disse ela risonha.

—A deixe ajudar filha, sabe que ela gosta. Falou Esme a olhando risonha.

—Quero e gosto de ajudar. Afirmei as olhando. –Não quero ficar parada vendo vocês trabalhar.

—Patroinha eu vou fazer duas saladas. Falou Mary prendendo o riso e eu sorri, eu reconhecia esse meu lado teimoso. Isso deixava o meu noivo doente comigo e sorri ainda mais.

—Eu faço. Só me diz o que vou precisar.

—Ta bom.

Comecei a preparar a salada de legumes ao dente e cortei vários deles. Para a outra salada peguei os vegetais e os brotos na geladeira, ficaria bom com o molho que eu estava fazendo. Mary tinha dado início na massa dos cupcakes e tendo um tempinho livre, Victória começou a abrir as forminhas a ajudando. Logo a seguir a massa das quiches também foi feita e colocada nas formas de alumínio para pré-assarem com seus devidos recheios.

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Um tempo depois o almoço estava pronto e preparei o suco de fruta. Bati os pedaços de abacaxi com folhas de hortelã e o adocei, ficou bom demais. Edward entrou com a Marie e foi encher a chuquinha dela com água, a mesma estava quietinha no carrinho.

—A bebê da mamãe está com sede é? Perguntei a acariciando e ela sorriu movendo as perninhas.

—Marie está uma sapeca. Falou Esme.

—Minha afilhada está sim. Disse Alice abrindo a pasta americana com o rolo.

Elas continuaram nos preparativos e mais tarde eu teria que ir ao salão. Acho que Esme e a Alice também iriam, já que amanhã era o grande dia.

Na hora do almoço elas deram uma parada nos preparativos e estava lindo, Alice e Esme eram caprichosas e criativas. Mary e Victória serviram a mesa, os seguranças já estavam comendo também e com isso me lembrei da minha vitamina. Fui até a cozinha pegá-la e a ingeri com um pouquinho de água, eu já me sentia um pouco cansada sem mesmo ter acordado cedo ou trabalhado muito na cozinha. Voltei para a sala e me sentei ao lado de Edward sob o seu olhar, a conversa entre eles fluía e estavam realmente contentes.

—Irei ao salão daqui a pouco. Falei olhando para o Edward.

—Te levo lá, sem problemas.

—Ok amor.

Ele continuou almoçando e dava a papinha para a Marie, ela estava impossível ao querer pegar a colher de toda a maneira da mão do pai.

—Não filha. Falou ele e ela fez cara de choro. –Não pode fazer isso, é feio.

Continuei comendo e prestava atenção no desempenho dele como pai a alimentando. Edward tirava de letra e cuidava dela muito bem, quanto a isso eu não tinha do que me queixar. Quando terminamos de comer, a sobremesa que era a base de sorvete foi servida. Deliciei-me no sorvete de chocolate e creme tendo como base uma torta deliciosa de amêndoas. A mesma era montada na hora na taça e abusei na divina calda de amêndoas que a Mary fez, cheguei a repetir.

—Que coisa mais deliciosa Mary. Falei toda desejosa. -Se eu não me controlar, quero comer uma terceira vez ou quarta. Isso aqui está dos Deuses amiga.

—Invenção minha.

—Hummm. Fiz pegando a terceira taça disponível sobre a mesa e os outros continuavam a conversar. –Delicioso e delicioso e delicioso. Estou com minha boca cheia d’água.

—Está se sentindo bem amor? Perguntou Edward olhando para a taça em minha mão visivelmente preocupado.

—Claro que sim. Falei sorrindo e ele me deu um selinho. –Me sentiria mal....é se eu não comesse mais um pouco e preciso engordar só mais um pouquinho.

—Está linda para mim.

—Fala isso porque me ama. Falei risonha. –Preciso engordar sim mais uns quilinhos.

—Amo muito e sabe disso.

—É, eu sei. Após eu falar, dei um selinho nele demorado perdendo a noção do tempo e Alice nos olhava sem piscar.

—Perdeu alguma coisa aqui? Perguntou Edward a olhando e piscou discretamente para mim.

—Demonstrações públicas de afeto, são vocês quem está fazendo e não eu priminho. Quem diria. Ontem o leão e o inocente cordeiro, para um completo bobão agora.

—A deixe em paz Edward. Falei o olhando quando fez menção de falar.

—Valeu por me defender bella. Disse ela. –Amigas e comadres para sempre. Afirmou risonha.

—Sabe que sim. Após eu falar, Edward revirou os olhos.

—Estão de complô contra mim agora é?

—Não mesmo. Falei sorrindo.

—Ficaria sem mim. Disse ele em meu ouvido baixinho e Alice revirou os olhos.

—Não mesmo.

—Então duvida?

—Tenho minhas armas querido. Falei me lembrando da sua paixão por lingeries.

—Sabe que sou bem duro na queda. Disse ele novamente bem baixinho em meu ouvido e sorri.

—Como sei. Falei o olhando intensamente e lembrei-me de suas idas no porão para me atacar estando chapado.

Terminei de comer minha sobremesa o olhando intensamente, depois disfarcei por não estarmos sozinhos a mesa. Eu já o desejava loucamente somente com suas palavras sussurradas em meu ouvido, éramos como o fogo e a pólvora juntos. Explosão na certa. Acho que era a química, mesmo com tantos contratempos entre nós. Eu me derretia literalmente por ele e eu não conseguia negar as vontades do meu corpo.

Marie começou a ficar enjoadinha depois que acabou de comer e Edward a pegou no colo. Ele a ninou e seus olhinhos foram ficando semi serrados, vez ou outra ela os abria e resmungava.

—Terei que trocá-la. Disse após olhar a fralda dela.

—Eu te ajudo. Falei o olhando intensamente ainda.

—Ok. Mas se quiser, eu a trocarei rápido e...

—Eu irei com você. Falei decidida.

—Se você quer.

—Sim, eu quero... agora.

Edward se levantou segurando a Marie com cuidado e me olhou ao reparar o meu olhar que não se desprendia dele.

—Acho que logo ela dormirá.

—É sim.

Saímos da mesa após pedirmos licença e deixamos a sala tendo o olhar do pai de Edward em nós. Subimos a escada devagar e fomos para o quarto da Marie, Edward a colocou no berço e ela chorou.

—Volto logo filha.

—Pode deixar, eu pego as coisas dela. Ofereci-me.

—Ok.

Fui até o closet dela e peguei tudo que precisaria para trocá-la, depois voltei para o quarto novamente.

—Irá trocá-la no berço mesmo ou no banheiro?

—No banheiro amor, é melhor.

—Está bem.

Fomos para o banheiro e Edward trocou a Marie, ela tinha feito o número dois e ele a deixou limpinha.

—Prontinho filha. Disse ele sorrindo lindamente para a filha e a neném o olhava estando sonolenta.

—Pode deixar amor, eu irei vesti-la e a coloco para dormir.

—Ok. Disse ele sorrindo para a neném.

Coloquei a roupa da Marie novamente, abotoei os botões do macacão e a peguei no colo. Fiquei ninando ela por um bom tempo e Edward quis pegá-la novamente. Ele a acomodou carinhosamente em seus braços e não demorou nada a Marie dormiu. Fiquei impressionada e carinhosamente ele a beijou na testa, Marie foi posta no berço e eu o agarrei por trás.

—Minha vez. Falei beijando as costas dele sobre a blusa.

Continuei a beijar suas costas após levantar sua blusa e inspirei o cheiro bom que exalava de sua pele. Edward era um afrodisíaco ambulante e suspirei. Ele segurou minhas mãos sorrindo e me agarrou, nos beijamos sentindo o gosto do sorvete de chocolate e me afastei sorrindo para respirar.

—Fiquei sem fôlego.

—Ainda não viu nada, mas irei descer agora minha querida noiva.

—Não, não quero que vá.

—E por que não?

—Eu quero você. Falei o acariciando nas costas, depois acariciei sua barriga sarada e desci com minha mão o olhando.

—Passamos a madrugada quase inteira juntos fazendo amor e...

—E nada seu bobinho, eu quero você. Falei o interrompendo.

—Se me quer, pare de defender a pentelha da Alice. Você sabe que ela exagera Isabela.

—Cadê o amor? Prefiro assim. Após eu falar, o puxei para me beijar.

—Irei levá-la ao salão, se ajeite. Disse se afastando de mim.

—Ta bom. Falei raivosa cruzando os meus braços e ele sorriu lindamente para mim.

—Desmancha esse biquinho. Disse ele saindo do quarto da neném ainda sorrindo lindamente. –Temos que ser delicados. Somos loucos e estando você se recuperando ainda.

Fui até a minha filha e a acariciei, depois saí do quarto dela e fui me arrumar. Ahh eu iria matá-lo do coração onde mais dói por me deixar na mão. Escolhi um vestido vermelho casual, porém muito bonito e justinho no corpo. Minha barriga estava grandinha, mas não me atrapalhava em nada em quesito beleza. Passei um batom vermelho e sorri imaginando a cara do Edward ao me vê arrumada assim. Penteei o meu cabelo o deixando solto, retoquei a maquiagem leve e calcei uma sandália baixa vermelha. A mesma não me atrapalharia após a esmaltação e eu estava um arraso. Saí do quarto após pegar minha bolsa e Edward vinha subindo calmamente a escada.

—Amor voc... Falou ele juntando as sobrancelhas e o interrompi.

—Estou indo ao salão, olhe a nossa filha.

—Eu irei te levar. Disse determinado.

—Você está cansado, nocauteado melhor dizendo. Após eu dizer, ele sorriu.

-Não estou cansado ou nocauteado coisa nenhuma.

—Apenas fique ok...... O Sebastian deve estar por aí, ele irá me levar.

—Tem certeza?

—Absoluta.....Esqueci de pegar o meu celular, droga. Falei dando meia volta e subi na frente dele.

Andei levemente requebrando os meus quadris para provocá-lo e abri a porta do quarto muito devagar, fiz de propósito. Edward após entrar, ele a fechou e passou a chave sem ter necessidade.

—Tire o vestido agora. Pediu ele me olhando intensamente, mas balancei minha cabeça que não e joguei o meu cabelo.

—Não. Falei manhosa. –Eu não posso, estou atrasada já e me sentindo muito bonita com ele.

—Tire.a.roupa.agora.Pediu ele me comendo com o olhar e vibrei internamente, eu já me sentia molhar. Minha nossa, o que me tornei com esse homem, pensei.

—Não. Falei me afastando, eu já estava louca e gemi baixinho sem o deixar escutar.

—Então eu tiro. Disse ele vindo até a mim e me imobilizou. Minhas mãos estavam presas pelas dele e sorri. –Não fico feliz quando me provoca e me deixa com ciúmes.

—Está enganado meu amor. Preciso fazer as unhas ou amanhã não estarei bonita. Tenho que estar apresentável.

—De qualquer maneira você está sempre bonita para mim. Disse ele tirando o meu vestido na marra rapidamente e me deitou na cama não me dando escolha, ele era mais forte que eu. –Agora deixa eu te mostrar se estou nocauteado. Tem sorte que está grávida, do contrário teriam que vir ver se eu a estava matando no quarto de tanto levar.... Ele interrompeu deixando no ar o que faria comigo.

—Eu ficaria...

—Isabella. Falou Alice batendo na porta e suspirei com a interrupção. –Isabella.

—Deixe-a chamar. Falou ele abocanhando um de meus seios e invadindo minha calcinha com os dedos para me tocar.

—Isabella, nós temos que ir ao salão, titia me lembrou e quase me esqueci. Tanta coisa na cabeça. EDWARD! Chamou ela zangada.

—Não atenda. Disse ele arrancando a minha calcinha fora e começou a me fazer um delicioso sexo oral, cheguei a gemer baixinho e revirar os meus olhos com sua intensidade. Abri bem mais as minhas pernas e gemi baixinho novamente, eu adorava isso. Ele era realmente bom com a boca e suspirei.

—Caramba ai que delícia. Falei baixinho e entreabri os meus lábios.

—Isabella, diga ao Edward para dar um tempo. Sou crescida e sei o que está rolando, mas não temos tempo para isso.

—Estou, estou terminando de me arrumar A, Alice. Falei sentindo ele me sugar.

—Irei te esperar, seja rápida e Edward dê o fora. Sei que está aí dentro e vocês tem a noite inteira para fazer isso. Francamente!

—Amor, eu preciso ir. Falei sorrindo tentando o afastar.

—Eu é que preciso de você agora. Disse ele tirando a bermuda rapidamente no calor do desejo e me fez ficar por cima, dei um grito de prazer com seu impulso e fechei os meus olhos ao começar a me mover.

—Alice pode esperar. Falei mole estando envolvida e ele acariciava os meus seios.

Não se contentando, Edward me deitou de barriga pra cima e ficou sobre mim. Seu impulso me tirou o fôlego, mas não me machucou. Começamos a nos beijar e ele nunca que parava de invadir o meu corpo. Minhas mãos corriam pelo os seus braços, costas, cabeça e gemi quando ele começou a lamber minha orelha.

—Estou nocauteado para você? Perguntou baixinho. –Pareço nocauteado? Me diz!

—Não, não. Falei sentindo o orgasmo começando a me invadir e circulei minha perna esquerda sobre o traseiro dele.

—Não escutei. Disse ele mordendo a minha orelho ao mesmo tempo em que deu um impulso e gemi bem alto.

—Não, eu sei que não está. Oh Deus! Falei mole.

—Lembre-se disso então.

Edward começou a invadir o meu corpo um pouco mais rápido e gozei deliciosamente o beijando. Senti quando ele gozou e sei que foi bom para ele também essa rapidinha que demos. Não tinha como me enjoar de fazer isso com ele.

Aos poucos fomos nos acalmando e ficamos nos beijando por longos minutos. Lembrei da Alice e me levantei rápido da cama o deixando confuso.

—Preciso me limpar e sair amor.

—Irei levá-las.

—E a Marie?

—Meu pai a olha.

—E se ela acordar?

—Ele sabe se virar porque criou dois. Tem a Mary e a Victória que sabem trocá-la e alimentá-la.

—Tudo bem.

Fui até o banheiro e me lavei rápido, depois me sequei e retoquei a maquiagem. Fui até a cama pegar o meu vestido, mas o mesmo estava na mão de Edward.

—Você foi rápida.

—Preciso do vestido.

—Nem pensar bella, sabe disso amor.

—Edward. Falei o olhando indignada, mas deixei pra lá.

—Está curto e você sabe disso.

—Ok. Falei dando meia volta e fui para o closet.

Olhei, olhei e escolhi um vestidinho de alça estilo o outro na cor vinho. Estando tudo ok, eu saí do closet e vi que Edward já estava vestido.

—Bella. Falou ele olhando para a minha roupa.

—Vamos logo Edward, ou Alice irá subir novamente. Falei o interrompendo.

—Por que insiste em me desafiar?

—Você que cisma com minhas roupas, agora vamos.

Edward pegou a carteira dele, a chave do carro, a arma e o celular. Saímos do quarto e descemos a escada vendo Alice emburrada de braços cruzados andando de um lado para o outro.

—Temos que ir e por pouco deixo vocês para trás. Tenho mil e uma coisas para fazer e vocês nessa.

—Calma Alice, eu já estou aqui.

—Pensei que levariam mais tempo no quarto. Quanta roupa para vestir.

—Alice tome conta da sua vida, agora vamos. Disse Edward envolvendo a minha cintura.

—Titia nós podemos ir, finalmente a bella desceu. Falou Alice alto e a Esme apareceu.

—Que bom, estávamos lhe aguardando filha. Estava descansando um pouco?

—Estava sim. Falei olhando para a minha sogra e Alice revirou os olhos sem a tia ver. –Essa gravidez me deixa mole, mole.

—Percebe-se. Falou Alice. –Agora vamos.

Saímos do corredor e entramos na cozinha, Edward pediu a Mary para dar uma olhada na Marie enquanto estávamos fora. Dizendo um tudo bem, ela subiu e foi pegar a babá eletrônica no quarto dela. Carlisle apareceu na cozinha e Edward o informou que a Marie ficaria, dizendo que tomaria conta da neta, logo a seguir nós fomos para a garagem.

—Iremos no meu carro. Falou Alice chateada, estávamos em cima da hora.

—Tudo bem priminha se isso a deixa mais feliz. Falou Edward e sorri.

—Vamos logo filha. Disse Esme como sempre gentil.

Entramos no carro e Esme foi na frente com a sobrinha, já eu e Edward fomos atrás e ele me abraçou. vindo sussurrar em meu ouvido.

—Adorei a nossa rapidinha.

—Eu mais ainda. Estou desejosa demais por você.

—Nosso bebê. Falou acariciando a minha barriga sobre o vestido e sorriu.

—É sim. Afirmei colocando minha mão sobre a dele. –Daqui uns meses ele nasce.

—Ou ela. Disse ele me olhando intensamente.

—É, ou....ela novamente.

—Falou ele com tanta certeza bella. Está me escondendo algo amor?

—Só um modo de dizer, nós temos que aguardar a ultra.

—Se for ele nós ficaremos com um casal.

—Um casal lindo de filhos. Afirmei.

—Você acha?

—Claro que sim. Por que disso agora Edward?

—Por que sou eu o pai deles.

—Voltamos para a estaca zero novamente? Perguntei chateada.

—Não é isso, mas não posso evitar me punir.

—Pode e irá por mim e por nós.

—Tudo bem. Após falar, ele me beijou delicadamente fazendo uma lágrima rolar dos meus olhos.

—Amo você senhor teimoso e vida nova.

—Eu milhões de vezes mais.

Sorrimos e ficamos nos acariciando sem maldade, seu foco era em minha barriga. Se ele soubesse que o palpite de dona Ana era um menino ficaria doido.

.

Ao chegarmos no salão, aguardamos a nossa vez. Fizemos as nossas unhas, uma limpeza de pele e a minha ficou maravilhosa. Fizemos a sobrancelha, tratamos e escovamos o nosso cabelo. Pra finalizar Esme comprou uns produtos capilares para nós. Esme pagou a nossa conta a contra gosto de Edward, mas o mesmo não insistiu com a mãe. Antes ele a desobedecia, mas após ela voltar a enxergar ele era outro homem. Completamente mudado e obediente.

Fomos para o carro e o meu celular tocou, era a Ângela.

—Oi amiga.

—Desculpa ligar só agora, mas resolvi passar de última hora lá em casa. Estava com saudades dos meus pais e fui vê-los.

—Sem problemas. Você chegou bem? Perguntei com Edward segurando a minha bolsa para eu entrar no carro.

—Cheguei sim, graças a Deus. Já está escuro, são 19:30 agora e tomaremos um banho de banheira para relaxar. Esse hotel é confortável, bonito e a comida é muito boa. É o mesmo que ficamos no seu aniversário está lembrada?

—Sim, me lembro dele. Café da manhã de primeira.

—Verdade e então nos veremos amanhã.

—Com certeza. Então descanse e obrigado mais uma vez por vir. Te amo irmãzinha.

—Pode deixar e de nada irmã. Te amo e beijos.

—Outro.

Encerrei a ligação estando o carro em movimento já e Alice me olhou pelo retrovisor.

—Estou com ciúmes da sua irmã bella. Aliás, sua amiga.

—Que bobagem! Isso de ciúmes é de família. Afirmei a olhando dirigir.

—Então você está na família certa. Afirmou ela sorrindo e olhei para o Edward.

—Ficou ainda mais linda. Disse Edward me olhando.

—Você gostou?

—Adorei. Disse acariciando o meu rosto.

—Sou bem vaidosa, gosto dessas coisas.

—Minha mãe e Alice também como você já percebeu. Bem vinda ao clube, mas eu já sabia o quão vaidosa você é. Desde que eu te vi pela primeira vez na foto em meu celular, eu percebi. Sobrancelha bem feita, cabelo muito bem pintado de loiro, linda ainda mais com esses olhos intensos. Quando te vi naquela boate vestida com um vestido lindo preto e dançando daquela forma sensual com a bebida na mão, eu pensei, meu Deus. Percebi desde ali como você chamava a atenção masculina. Você também já sabia disso né?

—Sim. Afirmei o olhando.

—Era um desperdício com tantos planos ruins em minha mente. Desculpe ser sincero, mas me puno por isso hoje.

—Bobo. Falei sorrindo. –Saiba que sua noiva é bem vaidosa, prepare o seu bolso senhor teimoso.

—Então agora serei o senhor teimoso?

—E o meu amor também.

—Titia, vai começar a pousar abelhas em nós. Falou Alice e gargalhou.

—Por que filha?

—Esse casal meloso aí atrás. Falou ela sorridente. –Não está escutando o papo?

—Ai filha, só você mesmo e deixe-os na bolha do amor. Estamos precisando disso.

—É nós precisamos e merecemos apesar de tudo.

Alice dirigia bem e a pirua blazer com os seguranças vinha logo atrás. Abracei o meu noivo me sentindo bem cansada e estava ansiosa para chegar em casa.

—Preciso descansar, sinto-me cansada. Estou pensando na minha filha.

—Lá do salão eu liguei para casa e a Marie já está de banho tomado e já mamou.

—Mary cuidou dela?

—Sim, mas foi o meu pai quem deu a mamadeira a ela e já está até dormindo.

—Seus pais a amam.

—Sim e não imagina o quanto. Até você está incluída, não se lembra o quanto eles já brigaram comigo por sua causa? Meu pai que o diga. Disse risonho e eu sorri lembrando das malcriações de Edward.

—Me lembro sim. Falei sorrindo. –Eu o detestava naquele tempo.

—Não brinca. Falou ele risonho, mas ficou sério.

—Agora eu o amo.

—Muito ou muito pouco?

—Muito ainda é pouco para o que eu sinto por você.

Edward sorriu e me deu um selinho. Fiquei deitada em seu ombro e fui ficando sonolenta, cheguei a cochilar.

.

.

Um tempo depois.

—Chegamos amor. Você dormiu feito um anjo.

—Estou dorminhoca.

—Vamos.

Saí do carro e Edward segurou em minha mão.

—Está com fome filha? Perguntou-me Esme.

—Um pouco, mas comerei algo leve.

—Ta bom e cuidado com o cabelo. Disse Esme de forma carinhosa.

—Pode deixar.

—Isso se Edward não estragar. Disse Alice ativando o alarme do carro e revirou os olhos para nós. –Quem diria. Disse ela passando por nós prendendo o riso. –Prepare-se titia, em breve terás uma creche nessa casa.

—Não seja dramática Alice. A reprovei sorrindo. –No máximo três. Falei me lembrando de Edward, ele queria três filhos.

—Serão todos bem vindos, inclusive os seus filhos. Disse Esme a olhando.

—Vida corrida titia. Um ou dois no máximo, mas obrigado.

—De nada filha.

Sorrimos e saímos da garagem, Edward nunca que deixava de segurar a minha mão e cumprimentou o segurança Tomaz ao passarmos por ele. Entramos na cozinha já passava das 20:40 da noite.

—Oi Mary.

—Olá patroinha. Vai querer comer? Tem uma surpresa na sala.

—Aé? Perguntei sorrindo.

—Sim. Logo servirei a janta para todos.

—Iremos aguardar na sala então. Falou Esme de forma gentil.

—Ta bom patroa.

Saímos da cozinha e fomos caminhando pelo corredor ouvindo uma voz familiar e sorri. Carlisle conversava com dona Ana e a mesma segurava Marie adormecida no colo. Tuquinha dormia no tapete e abriu os olhinhos, meu sorriso veio fácil e fui até ela após Edward soltar a minha mão.

—Boa noite broto. Cumprimentou-me ela. –Saudades.

—Eu também senti. Falei lhe dando dois beijos na bochecha e a abracei com cuidado por causa da Marie. –Ahh dona Ana, estava com saudades já.

—Oi meu gatão. Disse ela quando Edward a cumprimentou. –Está tratando a minha neta bem? Falou ela me olhando e tornou a olhá-lo.

—Claro que sim vó.

—Isso mesmo. Afirmou ela contente. –Se amam. São perfeitos um para o outro. Agora essa belezura da bisa aqui, que joia da vovó.

—É sim. Afirmei contente.

—Boa noite aninha. Falou a Alice a cumprimentando.

—Eu não perderia esse batizado por nada.

—Sei que não. Falou Carlisle segurando uma taça de vinho branco. –É muito gentil.

—Quer que eu coloque minha afilhada no berço?

—Por favor, filha. Disse dona Ana risonha babando na neném. –Ela brincou até se cansar. Tem uma filha muito simpática filho e isso a deixará ainda mais linda quando for uma mocinha. Falou olhando para o Edward.

—Que bom que sim. Falei sorrindo e Edward se emburrou. –Que foi amor? Perguntei risonha.

—Isso é um problema com o sexo oposto e você sabe disso.

—Aff Edward, não iremos começar com isso novamente.

—Tudo bem. Disse ele me abraçando de lado.

—Bem vamos nos sentar a mesa. Falou Esme após ganhar um selinho de Carlisle. –Mary irá nos servir.

Alice subiu com a Marie e fomos nos sentar a mesa, não demorou muito ela desceu e se juntou a nós. Fomos servidos pela Victória e me deliciei só de olhar aquela comida fresquinha e cheirosa que a Mary preparava com tanto capricho. Comemos conversando alegremente, Edward estava bem contente com a avó postiça ali. Ela o paparicava e Alice não ficava atrás. Tuquinha latia pedindo por comida e Edward a agradava vez ou outra.

—E você filho está feliz? Perguntou dona Ana do nada.

—Muito vó. Respondeu ele.

—Bem, eu também. Disse ela me olhando e o olhou.

A sobremesa que foi servida no almoço, foi servida novamente e sorri.

—Já que gostou tanto, o patrãozinho pediu por telefone que eu a servisse novamente. Disse Mary baixinho só para eu escutar e sorri.

—Obrigado. Eu adorei de verdade e está de parabéns como sempre Mary.

Sorrindo Mary serviu as outras pessoas e olhei para Edward, peguei uma colher do doce e o dei na boca.

—Obrigado. Falou ele me olhando.

—Merece muito mais. Ele sorriu e continuamos a conversa com os outros.

Quando terminamos, já passava das 22:30 da noite. Conversamos e nos entretemos após Mary e Victória terem cansado de retirar a mesa do jantar. Nós nem percebemos a hora passar. Nos sentamos no sofá e continuamos a conversar, mas me lembrei da minha vitamina e pedi licença ao me levantar ganhando o olhar dos demais. Fui caminhando devagar pelo corredor e entrei na cozinha. A mesma estava vazia, as meninas já haviam ido dormir e peguei a minha vitamina. Abri o armário e peguei um copo, o enchi de água filtrada e tomei o remédio estando pensativa. Acho que eu estava mais relaxada, pois não vomitei durante o dia inteiro e sorri. Lembrei de Edward e lavei o copo, o sequei com o pano e o guardei novamente. Saí da cozinha e fui caminhando, passei em frente à escada que levava até o porão e olhei curiosa lá para baixo. Fazia um tempo que eu não descia até lá e resolvi ir olhar. Desci a escada e abri a porta, acendi a luz e olhei para a cama tendo muitas recordações dali. O porão inteiro me fazia recordar. Edward e suas malcriações, fora a forma louca como queria me dominar e mostrar que era o meu dono. Sorri ao lembrar o dia que eu aprontei e o bati durante o sexo estando nós no escuro. Com desculpa ser um mosquito, essas lembranças não me causava mais dor porque o carinho dele conseguiu cobrir toda maldade. Era isso que eu queria que os meus amigos enxergassem amanhã, o quanto que eu estava feliz. Por mais que fosse difícil para eles aceitarem o meu noivo. Acho que estava na hora de subir e descansar, eu pensei depois de uns minutos ali. Apaguei a luz e puxei a porta, subi a escada e vi Edward no bar com um copo na mão estando pensativo.

—Hora de dormir gatão. Falei o olhando sem piscar.

—Tudo bem? Perguntou ele me avaliando.

—Mais que bem. Agora vamos descansar? Amanhã tem mais. Após eu falar, me aproximei e o beijei de forma carinhosa. Edward me beijou de voltar, mas estando bem controlado sem insinuar segundas intenções. Nossos lábios se acariciavam suavemente, nossas línguas se tocavam com toques suaves e seu beijo era viciante. Suspirei em seus lábios e...

—Deve descansar mesmo amor. Disse ele após se afastar minimamente.

—Devemos. Após eu falar, ele me olhou risonho.

—Não mesmo, no meu caso eu quero dizer.

—Ah me esqueci, você não está nocauteado. Aliás, sei do que é capaz mesmo estando com umas bebidas na mente. “O cara pronto para todas”. Falei com deboche. -Esse porão me trás recordações.

—Fico melhor ainda com umas bebidas nas ideias. Disse ele me olhando de forma intensa sem piscar e sorri de leve com recordações do porão. A maioria das vezes que ele me pegava estava com bebida nas ideias.

—Não tenho dúvidas. Após eu falar, tornei a beijá-lo.

—Sério bella, é melhor pararmos. Disse ele tentando se afastar e não deixei.

—Por quê? Perguntei envolvendo os meus braços em seu pescoço e aprofundei o meu beijo arrancando um suspiro de sua boca. Continuamos a nos beijar por longos minutos e eu não estava a fim de parar tão cedo. –Eu te amo. Falei o olhando sem piscar. –Te amo, te amo e te amo meu gatão. Só meu e apenas meu. Afirmei o olhando.

—Eu posso sentir. Disse sorrindo e tornou me beijar, dessa vez com muito mais entusiasmo.

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—Uau! Disse a plateia de três pessoas e tuquinha latiu arrancando nossos sorrisos.

—É isso aí o tempo todo pelo visto. Falou Alice. –Não que eu ache ruim, claro.

—Ah filha não implique. Disse Esme. –Vamos subir filho, está tarde e precisamos estar na igreja cedo.

—Iremos também. Falei me afastando de Edward ao sentir o familiar cheiro doce e tuquinha latiu indo correndo para a sala. –É, acho que está na hora. Falei surpresa, afinal fazia um tempo que o cheiro havia sumido. Lembro-me que Esme pediu para avisá-la sempre que o cheiro aparecesse, mas naquele momento eu preferi o silêncio. –Amanhã precisamos estar descansados.

Nos cumprimentamos com boa noite e Edward apagou as luzes deixando somente a do corredor acesa. Subi a escada e fui olhar a Marie em seu quarto, a mesma dormia e sorri. Ajeitei a coberta dela e saí do quarto, entrei no quarto de Edward e ele se despia no banheiro de forma distraída. Peguei uns grampos e ajeitei o meu cabelo, amanhã eles estariam impecáveis. Fui para o closet e me despi ouvindo o som do chuveiro, eu escolhi uma camisola branca e fui para o banheiro. Edward estava distraído e o observei tomar banho estando de costas para mim. Seu corpo definido, sua altura, tudo era convidativo a agarrá-lo, mas confesso que eu precisava descansar minhas partes escondidas. Pensando assim eu fui fazer xixi, eu sorria e Edward me olhou.

—Não vai se juntar a mim?

—Meu cabelo. Falei apontando para a minha cabeça.

—Tudo bem.

Escovei os meus dentes e Edward terminou de tomar banho. Eu entrei após ele sair, me lavei rapidamente e saí para me secar. Vesti minha camisola somente, passei o creme hidratante em minha barriguinha e já estava bom. Evitei passar a colônia, eu não queria enjoar. Amanhã eu precisava estar cem por cento bem, assim eu esperava.

Apaguei a luz do banheiro e fui me deitar, Edward já havia arrumado a cama e estava deitado de barriga para cima. Ao levantar a coberta, ele estava vestido somente com a boxer. Deitei-me com cuidado e ele veio me abraçar.

—Boa noite amor. Falou ele e selou rapidamente os nossos lábios. –Descanse bem.

—Faça o mesmo.

Edward apagou a luz do abajur e fechei os meus olhos sentindo seu carinho em minhas costas, não demorou muito eu dormi. Eu estava cansada hoje.

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Madrugada de domingo, 7 de fevereiro.

3h da manhã.

Eu abri os meus olhos estando bem risonha, alguém me fazia coscas e sob minhas costas eu notava estar deitada sobre a grama de um jardim familiar. Pude perceber ao olhar em volta, mas minha avaliação foi interrompida ao sentir novamente coscas sendo feitas em minha barriga. Alguém brincava comigo, mas eu não via ninguém a minha volta e aquele cheiro em volta de mim não me era estranho. Eram sensações reais e gargalhei novamente ao senti-las outra vez. Eu me sentia feliz, mas as coscas não vieram mais e uma lágrima solitária rolou pelo meu rosto. Eu a sequei sentindo que a mesma era de felicidade. Depois de um tempo estando ali, eu me sentei na grama notando finalmente estar no jardim dos Cullens e vi tuquinha passar correndo latindo. Deu-me vontade de sorri ao sentir a sensação de felicidade em volta de mim novamente. Eu podia ouvir risadas em minha mente e me deu vontade de sorrir ainda mais também, mas me bateu uma estranha sensação de saudade e senti as lágrimas começando a rolar em meu rosto pra valer. Era como se eu sentisse a estranha sensação vinda de outra pessoa. As emoções não eram minhas, mas parecia que sim ao mesmo tempo.

—Por que chora? A voz feminina em minha mente novamente e eu olhei em volta no jardim procurando a dona dela, mas eu não vi nada e nem ninguém. –Não vai me achar. Falou novamente a voz e sorriu de uma forma encantadora.

—Como pode? Perguntei em voz alta para mim mesma tocando o meu rosto e me levantei. Só ai eu notei estar grávida e acariciei minha barriga. Não havia ninguém no quintal e a casa notando eu ela agora, estava silenciosa. –Quem está aí? Perguntei indo olhar mais a frente ao notar um movimento claro e repentino, mas o mesmo foi ligeiro desaparecendo logo a seguir. Deixando-me mais curiosa do que medrosa, resolvi ir até a frente da casa.

—Não precisa ter medo, eu sou uma boa garota.

—Você é uma boa garota? Repeti estando abobalhada.

— Eu era na verdade. Disse a voz em minha cabeça, mas sentindo uma presença bem perto de mim agora, a lágrima rolou em meu rosto novamente. –É incrível como sentimos o amor, ele é à base de tudo Isabela. Isso não se apaga nunca mais.

—Como sabe o meu nome? Perguntei para o nada.

—Isso não é novidade. Disse a voz feminina risonha. –A chamam assim.

—Estou louca falando sozinha com alguém que não existe?

—Não, mas está finalmente na minha hora ir. Não faz bem eu ficar aqui.

—Por que sinto essa sensação de saudade em meu coração? Perguntei tocando o meu peito.

—Porque eu sinto saudades também. Mas todos estão tão felizes, então eu também estou. Falou a pessoa com a voz embargada, talvez pelo choro preso, mas do nada começou a sorrir novamente. -Eu só queria agradecê-la. Falou a voz se distanciando e perplexa vi o portão que dava para o mar abrir sozinho.

—Por que eu? Perguntei olhando em volta e tornei olhar na direção do portão.

—Você é pura de coração, eu a escolhi simplesmente....Não posso ficar mais, preciso seguir e cuide deles.

—Cuidar deles quem?

—Você sabe de quem, apenas sinta.

—Sua família? Falei sentindo a sensação de amor em meu peito, meu coração estava disparado em meu peito, eu podia sentir.

—Sim e obrigado, eu os amos e sempre os amarei. Falou a voz atrás de mim e olhei na mesma hora, mas não havia nada. Um nome me veio à mente e o falei na mesma hora ao cair à ficha finalmente.

—Brenda? É você não é? É você mesmo ou estou louca?

—Demorou até demais. Falou risonha e sorri. –Você o perdoou e eu também os perdoei finalmente. Posso sentir a paz.

—Sim eu o perdoei e..... Mas por que você me escolheu?

—Porque ele também a escolheu, mas com o coração. Eu disse, o amor liga as pessoas até a eternidade. Posso entender tudo melhor agora.

—Então foi você todo esse tempo aqui hoje? Perguntei com lembranças distantes e vindo sozinhas em minha mente. Eu me recordava de tudo que aconteceu perfeitamente agora. Era estranho eu não ter reconhecido logo de cara o que estava acontecendo ali. –O perfume doce? Perguntei o sentindo na brisa do vento passando por mim.

—Sim, incrível não é? Ele quem o escolheu e disse que combinava comigo, ele acertou. É um bom rapaz. Após ela dizer, me veio um par de olhos verdes em minha mente.

—Tudo isso é incrível. O perfume foi ele quem o escolheu dizendo combinar com você?

— Sim.

—Incrível.

—Tenho que ir agora, mas não é um adeus. Disse ela em minha mente e pude ver rapidamente a leve silhueta de seu cabelo voando levemente ao vento.

—Quando irei vê-la novamente? Perguntei com as lágrimas rolando pra valer, eram tão reais as sensações. A voz em meus pensamentos.

—Um dia, quando for à hora certa. Todos nós, esse é o destino pude compreender.

Senti uma brisa em minha mão direita ao me aproximar do portão aberto. Parecia um suave carinho na verdade.

—Eu lamento. Falei do nada.

—Não tem porque, lembre-se para sempre disso. Disse a voz estando bem distante agora e o vento começou a ficar mais intenso, porém suave ao se chocar em minha pele.

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Fiquei olhando para o mar perdida em pensamentos. Fechei os meus olhos e me veio o rosto familiar de uma mocinha tão bonita em minha mente, ela sorria acenando ao longe para mim. Engraçado que estando de olhos fechados eu a via perfeitamente.

—Tudo ficará bem. Falei abrindo os meus olhos e eu sentia que eu estava finalmente sozinha ali.

A sensação do vazio era grande e me abracei, mas ao mesmo tempo eu me sentia confortada e fechei o portão. Com isso caminhei de volta para o jardim, parecia tão convidativa aquela grama aparadinha e me deitei novamente ali olhando para o céu. Sorri sozinha ali lembrando o rostinho angelical e acenando para mim, com isso fechei os meus olhos estando bem chorosa agora. As lágrimas rolavam, mas de felicidade e eu não entendia isso e......

—Bella, bella amor..acorde. Falou Edward de forma carinhosa me sacudindo e abri os meus olhos estando com as lágrimas rolando. Eu o encarei assustada.

—O que houve? Perguntei sentindo minha testa toda suada e meu pescoço também.

—Você estava sonhando e não consegui dormir com você falando o tempo todo. Disse ele estando surpreso e me olhando intensamente com um pouco de preocupação. Eu não conseguia decifrar bem suas reações por eu estar um pouco atordoada. -Está pingando de suor, mas o quarto está frio bella. Como pode?

—O que você ouviu? Perguntei me sentando estando temerosa, eu me sentia incrivelmente cansada. Eu me lembrava de tudo que aconteceu no sonho.

—Você estava sonhando com a.....?

—Com ela. Falei o interrompendo e não o encarando, eu estava com receio. –Eu, eu...

—Com a Brenda não é? Eu ouvi você falando perfeitamente o nome dela bella.

—É sim. Afirmei ainda mais temerosa, era delicado falar dela mesmo ele tendo mudado tanto comigo.

—Estou surpreso. O perfume...isso é surreal bella. Eu não acredito muito, mas foi real demais para mim ao escutar tudo. Não tem como duvidar.

—Desculpe Edward, desculpe...

—De que meu amor? Perguntou ele estando com os olhos cheios de lágrimas agora e acariciou o meu rosto. –Uma vez eu pensei ter sentido o cheiro dela. Daquela vez que você estava limpando o quarto dela e briguei com você por estar bisbilhotando as coisas dela. Mas agora eu penso que sim. O mais incrível é que eu a ouvi perguntando por que ela havia lhe escolhido. O que aconteceu depois?

—Estou surpresa também, mas a resposta dela foi porque você também me escolheu, mas com o coração.

—Então ela acertou. Afirmou ele e suas lágrimas rolaram ainda mais.

—Por eu ser pura de coração também. Eu sei que é uma loucura tudo isso, mas não é a primeira vez e nem a minha culpa. Na verdade desde que eu vim para essa casa, esse tipo de coisa vem acontecendo comigo. Sinto o cheiro dela às vezes aqui. Quero dizer, do perfume adocicado que ela tinha. Não falei nada com você porque eu sabia ser um assunto proibido nessa casa e eu seria mal tratada. Zombaria de mim naquela época caso eu falasse isso.

—Isso é verdade?

—Sim. Com certeza sim Edward e não estou mentindo.

—Você tem medo?

—Agora não mais, mas assim que você me trouxe para cá sim. Lá no porão na hora de dormir. Eu tinha medo de dormir e sonhar com toda dor infligida, mas isso é passado. Está no passado e assim permanecerá para sempre.

—Ela não era má, muito pelo contrário. Disse ele de olhos fechados e cascatas de lágrimas rolaram. –Era um doce de menina e muito alegre.

—Pude perceber melhor hoje.

—Por que sorria às vezes?

—Coscas. Eu sentia que ela fazia em mim e acredite se quiser. Eu apenas sentia, mas não a via na verdade. Apenas sentimentos e vozes em minha mente. Não estou louca.

—Ela gostava de fazer em mim, era sua forma de brincar comigo. Às vezes ela me acordava assim só para me ver resmungar.

—Eu entendo.

—Eu a amo. Disse ele me abraçando e começou a chorar ainda mais em meus braços. –Que coisa louca. Disse ele soluçando.

—Ela se foi meu amor, pude sentir a paz em meu coração.

—Infelizmente. Como posso esquecê-la? Como posso esquecer o que eu vi ao encontrá-las?

—Guarde-a em seu coração e todos os momentos bons vividos. Somente isso. Ela disse que os ama e disse também que todos estavam felizes, então ela também estava. Acho e tenho certeza que ela finalmente está em paz. Ela parecia se despedir de mim, foi o que entendi.

—Isso é verdade?

—Juro pelo os nossos filhos.

—O que significa “eu o perdoei”? Perguntou ele me olhando e pude perceber o quão afetado ele estava.

—Eu quis dizer que eu o perdoei e ela também disse isso, mas se referindo a vocês. Acho que você e o seu pai, Esme não tem nada a ver.

—Então eu acredito. Disse ele chorando desconsolado ainda mais. –Sinto-me tão culpa...

—Shiiii. O interrompi carinhosamente. -Temos lições a ser aprendida nessa vida meu amor. Falei o acariciando na cabeça. –Apenas viva um dia de cada vez sem cobranças em relação a mim e a sua irmã.

—Você me mostrou isso. De um jeito nunca esperado por mim...Ah como eu te amo bella.

.

.

30 minutos depois o consolando.

Ficamos um bom tempo abraçados e de forma carinhosa Edward me deitou na cama. Ele apagou a luz do abajur e se cobriu também. Vindo me abraçar, eu o confortava da forma que eu podia, eu estava com pena dele. Essa era a realidade, pela forma que se lamentava ali em meus braços. Voltamos a dormir um bom tempo depois estando uma incrível sensação de pesar, mas também de paz ali no quarto. Eu podia sentir a tranquilidade ali vinda de Edward após o seu pranto. Hoje eu pude sentir melhor sem o rancor junto, o quão despedaçado ele estava em relação à irmã. Estávamos no meio do caminho ainda para a total superação e recuperação do nosso coração. Seriamos forte.

.

.

Às 06:30 da manhã.

Despertei com um selinho sendo dado em minha boca e abri os meus olhos.

—Bom dia. Disse Edward me olhando.

—Bom dia. Falei me sentando e acariciei o rosto dele. –Como está se sentindo Edward?

—Bem melhor, aliás, muito melhor. Tudo graças a você. Não tenho dúvidas porque você só fez o bem para a minha família. Hoje você entende o porquê eu não podia perdê-la ou deixá-la ir. Nem minha amiga companheira de infância, a Tânia, teve a paciência que você teve na época com todos nós. Uma completa estranha na época para nós. Você Isabella.

—Que bom! Falei sorrindo, eu queria passar conforto para ele. – Estou aqui nesse momento porque eu também quis ficar.

—Graças a Deus. Falou ele acariciando o meu rosto. –Não sei o que seria de nós sem você aqui. Acho que mesmo errando, Deus me presenteou você. Pena que eu demorei a perceber e aceitar.

—É sim.

—Me ajude a superar, sou tão defeituoso. Entenda-me apenas e vou te entender também.

—Estou aqui para tudo que precisar meu amor.

—Que bom!

Edward me abraçou e acariciou minha barriga, ele estava perdido em pensamento e o despertei minutos depois com uma cosquinha que o fez pular.

—É hoje o batizado. Falei sorrindo para animá-lo.

—Temos que começar a nos arrumar logo, logo. Disse ele risonho e acariciando a parte que eu lhe havia feito a cosquinha.

—Tudo bem. Lembre-se, 0 % de ciúmes.

—Bella eu não sou de ferro, mas vou me comportar. Você é minha mesmo.

Sorri me levantando da cama e a babá eletrônica estava quieta, Marie devia estar dormindo ainda. Era uma pena, mas eu teria que acordá-la para pode lhe arrumar. Edward foi para o banheiro escovar os dentes e eu arrumei a cama rapidamente. Guardei tudo no closet e olhei para a roupa que eu iria vestir, eu ficaria bonita. Peguei a sandália de salto branca com pedrarias, as joias que eu colocaria e saí do closet deixando tudo em ordem.

Entrei no banheiro para escovar os meus dentes e os escovei bem. Depois me despi, eu estava limpa, mas tiraria só cansaço do corpo. Vi Edward tirando a boxer e vindo até a mim, ele me abraçou por trás e beijou o meu pescoço. Sorri o olhando através do espelho e o avaliei bem, aparentemente ele estava com o rosto sereno em relação à madrugada chorosa.

—Temos que nos apressar.

—Seremos rápido. Após eu falar, me virei para lhe beijar.

.

1min depois.

—Isso que é um beijo de bom dia. Disse ele me olhando e sua respiração já estava afetada.

—Concordo, mas agora irei tomar banho. Falei me afastando dele sorrindo levemente.

Edward ficou me olhando e tomei meu banho rapidamente sob o seu olhar. Saí para me secar e ele passou por mim. Estando enrolada na toalha eu me maquiei valorizando a sombra dourada e esfumacei levemente com o preto. Eu estava muito bem. Passei um gloss cor de boca clarinho, afinal era um batizado em plena luz do dia. Eu estava muito bonita e hidratei todo o meu corpo. Passei perfume e fui para o closet estando sob o olhar de Edward. Adornei-me com as joias compradas por Alice de ouro com esmeraldas, a mesma era da cor dos olhos do meu noivo. Após colocar o meu vestido branco chique de manga curta, calcei minha sandália muito da bonita e conclui o meu look.

Edward entrou no closet no momento que eu soltava o meu cabelo e o mesmo caiu em minhas costas em camadas extremamente lisa. Ele estava brilhando.

—Como está linda meu amor.

—Gostou mesmo? Perguntei dando uma voltinha.

—Sim, está perfeita.

—Que bom! Irei olhar a Marie agora.

—Ta bom.

Saí do quarto o deixando ali se arrumando. Fui até o quarto da Marie e Alice estava ali com ela. Marie estava linda com seu vestidinho branco com três camadas na saia. A meia calça branca, o sapatinho da mesma cor e a tiara com pequeninas flores branca davam o ar da graça.

—Bom dia Alice. Falei a reparando, Alice estava muito bonita em um vestido branco que ia até o joelho com detalhes em verde. -Estão lindas!

—Gostou bella? Perguntou ela atando a pulseirinha de ouro na Marie e me olhou finalmente sorrindo ao me reparar.

—Eu amei!

—Você está muito elegante, se prepare para aturar o meu primo, podes crer. Mary está arrumada já. Titia a presenteou com uma roupa tão linda e ela tão humilde, quase chorou bella de tanta alegria. Deu a Victória também para não gerar ciúmes, mas Victória ficará aqui junto com as garçonetes do Buffett. Está tudo tão lindo e pronto! Disse empolgada. –Valeu a pena pentelhar o meu primo.

—Imagino. Falei sorrindo. –Meus amigos já devem estar a caminho.

—Edward irá cooperar, pois já o alertei sobre a chatura dele. Disse ela sorrindo lindamente com seu batom vermelho.

—Tomara.

—Marie já mamou. Titia já está arrumada, falta o meu tio terminar de se arrumar. Meu amor irá me esperar lá na igreja.

—Não vejo à hora de você se casar também.

—Eu também. Disse sorrindo e Marie sorria para a madrinha, era incrível como ela adorava a Alice.

—Vamos descer, ou logo iremos ficar atrasados.

—Irei pegar minha bolsa no quarto e obrigado Alice por me ajudar com tudo isso.

—Disponha bella. Ela se levantou do sofá e nos abraçamos com cuidado. –Edward tem sorte de tê-la. De verdade.

—É sim. E eu tenho de ter todos vocês como a minha família. Vocês são muito importantes para mim.

—Eu sei disso bella.

Saímos do quarto com Alice segurando a bolsa da Marie e entrei no quarto de Edward o vendo tão lindo no banheiro. Ele estava ajeitando a manga da blusa social branca. Sua calça jeans escuro o deixava incrivelmente sexy, o sapato social nem se fala. O relógio dava um charme e vi que ele estava com o cordão que eu o dei de presente. O crucifixo brilhava e o seu cabelo muito bem penteado estava molhado e provavelmente com gel, ele gostava assim. O perfume estava em todo o quarto e ele me pegou babando, acho que quem ficaria ciumenta hoje seria eu. Os Cullens conheciam muita gente bonita, inclusive as mulheres solteiras que eu percebia olharem além da conta para o meu noivo.

—Está muito bonito amor.

—Obrigado. Disse sorrindo. –Temos que nos apressar ou daqui a pouco Alice vem nos buscar.

—Dizendo Alice, tudo está lindo.

—Não seria diferente para a nossa princesa.

—É. Irei pegar minha bolsa e o meu celular.

—Já estou pronto, irei só pegar a chave do Volvo.

—Vamos com o meu.

—Ok. Se você quer, tudo bem.

Fui para o closet e peguei tudo que eu precisava, saí do mesmo e Edward já me aguardava na porta. Segurando a minha mão, nós descemos a escada e entramos na sala.

—Bom dia. Falei estando sorridente.

—Bom dia filha. Respondeu Esme. –Está linda!

—Você também está e obrigado. Esme estava com um vestido azul turquesa muito bonito, o mesmo era até o joelho. A sandália era branca e linda, essa eu nunca tinha visto antes, talvez nova.

—Bom dia broto. Falou dona Ana estando elegante com um conjunto de saia e blusa branco. O tecido da roupa era fino, o sapato fechado e baixinho a deixava muito chique. Ela era uma senhora elegante. –descansaram bem?

—Sim vó. Falou Edward e deu um beijo na avó postiça, depois fez o mesmo com a mãe e a Alice. –Não vamos demorar.

—Bom dia Carlisle. O saudei, ele estava elegante demais com uma blusa social azul clarinho. Seu relógio chique brilhava.

—Bom dia querida.

Nos sentamos a mesa e Victória junto da empregada que conheci ser da Alice nos serviu. Eu a cumprimentei e fui servida de um croissant de ricota, uma vitamina de frutas e uma fatia de mamão. Minha vitamina diária estava ali e a ingeri, tudo estava gostoso e comi com vontade.

—Estou faminta. Falei olhando para o Edward e ele sorriu. Nesse momento a Marie fazia pirraça, ela queria que queria mexer no pratinho da Alice que continha biscoito de nata.

—Não pode filha. Disse Edward e Alice o olhou.

—É sim pequena, ou irá estragar minha obra de arte. Disse Alice de forma gentil afastando a mão dela agora da xícara de café com leite. –A dinda vai dar para você.

Com cuidado Alice deu o biscoito para ela, depois Edward colocou a mamadeira na boca dela outra vez. De bom grado ela aceitou, mas seu olhinho não saia da mesa. Tomamos o café da manhã que estava divino rapidamente, logo me levantei e subi com Edward para escovarmos nossos dentes rapidamente.

.

Minutos depois.

Descemos novamente e peguei a Marie no colo, ela sorria para mim de uma forma tão linda. Nesse momento eu tive a certeza que foi a melhor coisa não ter pensado em abortá-la naquela época em que fugi da mansão. Ela era a minha alegria e olhei para o Edward que vinha na minha direção segurando a bolsa rosa dela.

—Vamos?

—Ok.

Caminhamos pelo corredor e entramos na cozinha, as moças ajeitavam todas aquelas caixas e o cheirinho de coisa sendo preparada me deixou desejosa. Cumprimentamos todos e Mary veio até a mim sorridente estando estonteante. Ela era uma moça morena muito bonita.

—Olha que roupa linda bella! Disse ela estando em um lindo vestido branco com detalhes em champanhe clarinho. O tecido era suave e aparente muito caro, o mesmo ia até acima do joelho. –Estou chique com essa sandália de tão bom gosto e alta! Dona Esme foi quem me deu tudo de presente, mas não é o meu aniversário.

—Ah Mary você merece! Hoje é o batizado da sua afilhada de consagração.

—E, e, eu? Perguntou ela gaguejando juntando as sobrancelhas e sorri. –O que?

—Quem mais seria?

—Mas sou apenas uma empregada bella. Disse espantada e olhou para o Edward sem jeito. Muito desconfortável ela tornou a me olhar com lágrimas nos olhos. –O que irão falar sendo eu a serviçal aqui bella? Todos me conhecem e...

—Pare de bobeira, você é minha amiga e para sempre iremos ser. A quero para sempre em nossas vidas independente de você estar aqui ou não daqui a trinta anos. Somos iguais e unidas. Devo-lhe tanto amiga. Mesmo que um dia siga sua vida, será como a Ângela para mim. Não pode me abandonar.

—Bem, isso é verdade. Ela disse vindo me abraçar e Marie sorriu. –Coisinha linda da dinda número dois. Obrigado. Ela agradeceu me olhando e depois olhou para o Edward estando com um sorriso tímido. –É um prazer. Não se preocupem isso não mudará em nada o jeito de eu lidar com tudo aqui. Estou surpresa.

—Seja apenas você Mary como sempre foi. Não poderia ser outra pessoa e sou eu quem agradece por ter sempre sido tão bacana comigo. Mesmo que não pareça, eu lhe devo muito desde que cheguei aqui. Os pequenos gestos nos dizem quem são nossos verdadeiros amigos.

—Então ta. Disse ela sorrindo abertamente e tornou a me abraçar. –Sempre. Afirmou.

—Agora precisamos ir. Falou Edward a olhando. –Vem conosco no carro da bella.

—Ta bom. Disse ela sorrindo me olhando.

—Vamos. Falei vendo os demais vindo também.

Esme sorriu ao vê-la vestida com os seus presentes e caminhamos todos para a garagem. A mesa do bolo estava numa espécie de tenda e a mesma estava tampada. Isso era coisa de Alice, ela gostava de surpresas. O jardim estava lindo todo florido. As rosas brancas e champanhe davam o ar da graça por todo o local, sem contar as mesas todas protegidas com um guarda sol enorme e muito do chique. A cor da toalha da mesa dos convidados era branca com rosa clarinho, estava tudo tão delicado e infantil. No centro da mesa havia anjos na cor branca de tamanho mediano, os mesmos seguravam um porta retrato com a foto da Marie sorrindo. Esses eram as lembranças e estava tudo tão lindo e sorri olhando para Alice. Havia o espaço para as pessoas dançarem e a piscina estava toda enfeitada com bolas na com rosa e branco formando flores. As pessoas que trabalhariam na festa estavam ali dando os últimos retoques e nos cumprimentaram estando bem sorridentes.

—Perfeito! Afirmei a olhando.

—Eu amei! Disse ela empolgada olhando em volta.

—As pessoas irão aprovar porque está tudo lindo.

Entramos na garagem e Mary pegou a Marie no colo, ela iria no banco de trás com a minha filha. Alice iria no carro dela e o meu sogro no dele levando dona Ana junto com eles. Os seguranças ocuparam quatro piruas blazer para nos acompanhar e saímos da mansão.

—Logo chegaremos, não é muito longe. Disse Edward me olhando rapidamente.

—Ok.

—Finalmente irei conhecer os seus amigos. Disse Mary sorrindo. –Os famosos Solarenses.

—É. Afirmei a olhando e tornei olhar para frente. –Estão doidos para conhecer a Marie.

—Posso imaginar patroinha.

—Espero que eles se sintam a vontade aqui conosco.

—Dona Esme é muito receptiva, tenho certeza que serão todos muito bem tratados.

—Alguns são marmanjões, mas só na idade mesmo porque são bobinhos e moleques no bom sentido.

—Então nunca irão envelhecer, pois, o bom humor faz bem.

—Eles são demais, por isso os amo.

.

Saímos na rua principal e ajeitei o cinto de segurança, Edward estava na dele e dirigia tranquilamente. Coloquei minha mão esquerda sobre a perna dele e a acariciei sem maldade.

—Está concentrado amor.

—Normal. Disse ele sorrindo. –Hoje é um dia especial para nós.

—Então iremos aproveitar da melhor forma possível.

—Vamos sim.

.

.

Um tempo depois.

Edward estacionou o carro no estacionamento da igreja e desci com a gentileza do segurança Lima. O local estava lotado e muitos rostos conhecido estavam ali a nossa espera. Havia seguranças por toda parte e olhei para o Edward achando um pouco de exagero, ele acabava de ativar o alarme do carro. Sua postura estava um pouco mais rígida agora, pude reparar. Talvez nervoso, eu não sei e me aproximei segurando sua mão. Ele acariciou meus dedos com os dele e Alice veio sorridente até nós .

—Está lotado. Falou Alice empolgada e gentilmente pegou a Marie no colo. –Mas ainda falta gente pelo visto. Disse olhando em volta e fiz o mesmo vendo Ângela acabando de sair de um carro esporte cinza muito elegante. Sorri e fiquei a olhando falar algo com o Thiago que acabava de sair do carro, era ele quem dirigia. –Quem é ela? Perguntou Alice olhando na mesma direção do meu olhar.

—A amiga de bella, melhor amiga pelo visto sei lá. Disse Edward me olhando nos olhos sem piscar. –São unha e carne saiba disso Alice. É ela que me detesta.

—Minha amiga e irmã Ângela. Falei já querendo chorar os olhando, mas me segurei. –Ela veio mesmo, nem acredito.

—Ela é muito bonita bella. Observou Alice.

—É sim.

—Quem é o lindo rapaz ao lado dela?

—Seu companheiro.

—Casal?

—Sim Alice. Ele é um rapaz educado e de família nobre em New york.

—Hum. Formam um lindo casal com certeza. Falar em casal, ali vem o meu amor.

Olhei para o lado e ali estava Dimitri, estava muito elegante e sorriu ao dar um selinho em Alice. Depois ele beijou a testa da neném.

—Bom dia amor. Ele a cumprimentou.

—Bom dia meu amor.

—Bom dia senhora Cullen.

—Bom dia. O saudei ganhando dois beijos na bochecha.

—Olá Edward, bom dia. Falou apertando a mão de Edward.

—Bom dia Dimitri.

—Bom dia jovem dama. Ele saudou a Mary e a mesma sorriu tímida.

—Bom dia senhor.

—Nada de senhor, sou jovem ainda. Disse simpático.

Olhei para frente quando um veículo familiar entrou no estacionamento chamando um pouco de atenção, Jake acabava de chegar em seu lindo carro e sorri abertamente. Edward me olhou e eu o olhei também. Tornei a olhar para o portão e em carreirinha vi outros carros estacionando e eram outros convidados, incluindo meus amigos de Solares que provavelmente seguiram o jake. O carro deles chamava atenção e a família de Edward sabia que eram todos bem de vida. Afinal eu estudava em um colégio para bacanas e ricaços.

—Estamos quase na hora. Falou Edward segurando minha mão, ele não a soltava e eu sabia o motivo.

—Eu sei amor. Falei o olhando, mas resolvi selar nossos lábios rapidamente para acalmá-lo.

—Ok.

Tornei a olhar na direção dos meus amigos e Ângela me achou com o olhar, ela acenou sorrindo e retribui o aceno. Esme se aproximou com Carlisle e dona Ana, eles estavam entretidos com Charlotte e sua família. Eles nos cumprimentaram, assim fizeram os outros convidados que vieram até nós. Falei com todos, mas nunca deixando de olhar para os meus amigos após cumprimentar um por um. Juana irmã de jake após uma breve conversa com o irmão, veio correndo até a mim. Jake a chamou, mas ela não ligou e veio me abraçar estando bem sorridente.

—Bella! Que saudades de você amiga. Está uma gata! Disse empolgada.

—Eu também estou com saudades de todos vocês. Está muito gata também Juana.

—Obrigado. Disse ela ajeitando o conjunto social vermelho de calça cumprida. Suas joias continham rubis e diamantes deixando-a com um ar elegante e caro. Fez lembrar-me Esme que adorava a cor vermelha. –Então essa bebê linda é a sua Marie?

—Sim e esse aqui é o meu noivo Edward. Pai dos meus filhos.

—Prazer em conhecê-lo Edward. Disse sorridente o reparando de forma discreta apertando a mão de Edward. –Tem uma filha muito linda e minha amiga tem sorte.

—Obrigado. Disse Edward visivelmente sem jeito, porém simpático. –Tenho sorte sim.

—De nada. Disse Juana mexendo na mãozinha da Marie. A mesma sorriu deixando uma carreirinha de baba cair e Alice olhava para Juana estando sorridente pelo astral da minha amiga ser idêntico ao dela. –Parece com o papai e realmente a Ângela tem razão.

—É sim. Essa aqui é a Alice prima de Edward. Mary minha amiga e dona Ana avó do meu noivo. Carlisle e Esme são o vovô e a vovó da Marie. Minha família. Falei a apresentando um por um.

—É um prazer conhecê-los. Disse Juana sorrindo e cumprimentou um por um. Esme a olhava estando sorridente. –Aquele ali é o meu lindo irmão Jacob e a noiva dele minha cunhadinha. Minha família. Não repare, meu irmão está um pouco deslocado, é um bobão na boa. Após ela falar nós sorrimos, mas a Juana não sabia de nada. Tadinha.

—Então aquele rapaz é o seu irmão? Perguntou Esme.

—Sim. Disse ela o olhando e o chamou com a mão, ela estava sem maldade, afinal estava por fora de toda confusão. –Os demais são os nossos amigos, somos todos de Solares. A senhora conhece lá?

—Sim querida, nós conhecemos. É lindo lá. Apenas Esme pode me chamar.

—Tudo bem. Meus amigos estão sem jeito, não liguem não. São assim mesmo, mas depois que se soltam, acabou o sossego. Disse sorrindo ainda mais com seus lindos dentes branquinhos.

—Você é uma jovem muito bonita e simpática mocinha. Disse dona Ana.

—Obrigado senhora. Disse sorrindo, ela era uma moça muito bonita igualmente o irmão que estava muito elegante.

Ele estava vestindo uma blusa social creme, calça jeans muito da bonita e sapato social caro. O relógio era lindo, eu o reparava e Edward apertou meus dedos. Com isso o olhei brevemente e sorri. Meus amigos de Solares vieram até nós e Edward me abraçou de lado, era a hora da prova final e o olhei. Ele me olhou e o meu olhar já dizia tudo a ele. Se comporte e seja gentil.

CONTINUA........

Notas finais
Meninas até logo e espero que tenham gostado. Não me matemmm. Acabar justo agora? rsrsrs amooo Comentem muito que voltarei ainda nessa semana para postar. Acreditem! volto logo :)