Solares

73 Capítulo 73


Notas iniciais
*******Paty cullen******** Obrigado por recomendar flor, esse capítulo vai em sua homenagem! bjokas fofas no coração. ********************************************************************************* Meninas o cap está imperfeito pela posição das frase por que eu tive que desabilitar o editor HTML :( para conseguir postar o cap. Por isso tem falas que estão mais para frente e outras corretas. Quando o site melhorar, corrigirei. ok? Obrigado por tudo meninas!!!!!

Bella.....

Final do capítulo anterior.

5minutos depois.

Coloquei Marie adormecida no berço dela e apaguei a luz central. Deixei o abajur aceso, peguei a babá eletrônica e saí do quarto. Entrei no quarto de Edward estando o abajur ligado e estranhei, mas reparei a porta do closet aberta. Edward estava lá dentro e fui escovar os meus dentes. Logo após, eu penteei o meu cabelo e o vi entrar no banheiro. Fiquei o observando e Edward se despiu, depois entrou no Box ligando o chuveiro. Eu reparava seus ombros largos e suspirei, fui para o closet e vesti uma camisola vermelha sexy. Vesti o robe da mesma e fui me deitar na cama.
Quando Edward saiu do banheiro, estava vestindo apenas uma boxer preta e entrou no closet, ao sair de lá, ele estava vestido com um roupão.
—Boa noite. Falou ele vindo até a mim e beijou a minha testa, mas o agarrei e beijei sua boca. Brevemente ele se afastou me olhando e beijou minha testa.
—Irei até o escritório, durma bem.
—Ok. Falei acariciando o ombro dele e o senti arrepiar sob os meus dedos. –Não demore.
—Pode deixar. Falou ele recebendo minha carícia ousada lá e sorriu.
Edward se afastou da cama e saiu do quarto fechando a porta. Com isso me ajeitei melhor sob os edredons e fechei os meus olhos.
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20 minutos depois.
Eu não conseguia dormir e me mexia pra lá e pra cá. Eu estava sentindo falta de Edward ao meu lado e peguei o travesseiro dele o abraçando.
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Madrugada de quarta feira, 13 de janeiro.

01:17min da manhã.

Edward estava demorando e me levantei da cama, fui até o closet calçar o meu tamanquinho novamente e desci estando apenas de camisola. A casa estava num silencio absoluto e caminhei pelo corredor devagar, a porta do escritório estava levemente aberta e olhei para dentro da fresta. Edward mexia no laptop dele estando concentrado e ao seu lado havia um copo pelo meio de whisky. A garrafa do mesmo estava cheia, sinal que ele havia bebido pouco e abri a porta causando-lhe um leve susto.

—Ainda acordada amor?
—Sim, sinto a sua falta lá em cima.
—Suba, logo eu irei.
—E se eu não quiser? Perguntei indo até ele e vi seu olhar correr pelo o meu corpo.
—Eu poderia obrigá-la e algemá-la na cama ao descer estando vestida assim, ainda as tenho comigo. Disse ele sorrindo torto e eu também sorri. –Apenas descanse ok.
—Prefiro com você lá. Vai demorar?
—To quase acabando.

Após ele falar, eu fui até ele e fiquei atrás de sua cadeira. Comecei a acariciar o ombro dele fazendo-lhe uma relaxante massagem. Corri os meus dedos sob o roupão e o massageei nos pontos certos de tensão.

—Gostando? Perguntei em seu ouvido e ele balançou a cabeça que sim.

—Muito. Falou ele minimizando a planilha em seu laptop e pegou o copo o levando até a boca. –Hum isso é realmente bom.


—Gosta aqui também? Perguntei baixinho colocando minha mão no peitoral

dele. Ele balançou a cabeça que sim e beijei seu pescoço dando uma leve mordida para atiçá-lo e repeti o ato em sua orelha.


—O que está fazendo? Preciso trabalhar. Disse ele sorrindo.


—Relaxando seus músculos tensos. Falei invadindo sua boxer agora e o acariciei fazendo-o ficar completamente rígido rapidamente sob minha mão. Ele gemeu baixinho e desistiu de levar o copo até a boca para geme baixinho outra vez. –Estou conseguindo? Perguntei baixinho em seu ouvido e o lambi.


—S.sim. Falou ele no momento em que eu afastei a cadeira e a mesma deslizou. Na mesma hora me ajoelhei em frente a ele e desfiz o laço do seu roupão. Continuei o acariciando e o tirei para fora, seu sexo era cheiroso e delicioso, tanto que me deixou ainda mais excitada só de olhá-lo. Sem pensar eu o abocanhei e comecei a lhe dar prazer. Minha língua o massageava e o golpeava vez ou outra toda vez que minha boca ia ao topo e ele segurou o meu cabelo. –Que boquinha esperta e deliciosa. Disse ele movendo o quadril me estocando sem parar e relaxei minha garganta. Acariciei suas bolas o deixando ainda mais louco e ele parou para esfregá-lo em meus lábios me olhando nos olhos. Eu via um mar de luxúria e tornei a sugá-lo quando ele tornou a colocá-lo em minha boca.


—Gostoso demais. Falei ao me afastar, eu sentia o meu sexo comichar de tanto tesão.

Levantei-me e tirei a minha calcinha devagar em sua frente, a camisola era indecente e mostrava tudo mesmo. Ficando de costas para ele, eu afastei seu laptop e os papéis o sentindo acariciar o meu traseiro. Apoiei minhas mãos na mesa e inclinei o meu corpo para frente, isso lhe dava uma bela visão das minhas partes intimam. Edward se ajoelhou atrás de mim e começou a beijar o meu traseiro, em expectativa eu gemi e abri mais as minhas pernas. Ganhei uma palmada arrancando um gemido agoniado de mim e ele me fez sentar de pernas aberta na mesa. Eu estava desejosa demais e suspirei ao olhá-lo se sentar na cadeira novamente. Edward acariciou seu sexo ao olhar para mim estando ali de pernas aberta e completamente exposta. Eu me remexia por desejá-lo em mim, mas suas carícias se tornaram intensas e eu faria o mesmo em mim. Levei minha mão direita até o meu sexo e comecei a acariciá-la, mas..

—Não! Proibiu-me ele.

—Preciso....

—Não.
—Ok.

Edward continuou se dando prazer em minha frente e me fez abrir mais as minhas pernas com a mão livre, com um gemido agoniado saiu o primeiro jato, depois mais outros me deixando louca para abocanhá-lo. Meus seios imploravam para serem sugados e gemi sentindo meu sexo comichar intensamente agora, eu estava pegando fogo e o vi se limpar após pegar uma caixinha de lenços de papel na gaveta. Pela cadeira conter rodinhas, ele deslizou até a mim e ficou sentado entre minhas pernas me analisando. Senti-me tímida nesse momento, mas desencanei logo que ele correu um dedo grosso em meu ponto máximo de prazer e o levou molhado até os seus lábios.

—Humm. Disse sugando-o e suspirei ao sentir que eu acabava de molhar a mesa com os meus fluídos.

—Eu te quero. Falei o olhando intensamente.

—Me quer agora?
—Sim.


—E na sua noite de meninas você também me quer?


—O, o quê?


—Na suposta noite de meninas que você inventou. Disse ele com o olhar travesso e tornou a se acariciar, meu olhar pidão o filmava e o olhei novamente nos olhos. –Você é uma mulher muito má.


—Não sou não. Falei levando minha mão até o meu sexo teimosamente e me acariciei, mas rapidamente eu fui impedida por ele.


—Então prefere bancar a teimosa com o seu homem?


—Sim. Falei me preparando para descer e ele me prendeu fazendo-me deitar de pernas abertas na mesa e gemi várias vezes com o seu agarre. Mal ele sabia que eu gostava desse lado dele e o olhei.
Edward começou a beijar as minhas pernas, mas nunca lá onde eu implorava silenciosamente. Ele subiu os beijos e ficou com a cabeça entre as minhas pernas lambendo o meio de minhas coxas. Movi o meu quadril para cima e ele me olhou, mas tornou a beijar o meio de minhas coxas.


—Faça amor comigo. Pedi estando ofegante.


—Ainda....não. Falou ele lentamente no momento que me senti molhar, mais um pouco eu teria que me secar e suspirei.
Novamente ele tornou a beijar o meio de minhas coxas e desceu lentamente até a minha virilha, mas nunca lá para o meu total desassossego. Ele correu a língua em minha virilha como se tivesse em meu sexo e a golpeou com a língua como ele fazia em meu ponto máximo de prazer.


—OOhh Edward pare com isso!


—Com o quê?


—Está me torturando de propósito.


—Estou te dando prazer.


—Sim, está. Falei mole.

Edward começou a chupar minha virilha e fez o mesmo do outro lado, mas nunca lá e choraminguei. Coloquei a mão em sua cabeça, mas ele a tirou gentilmente. Ele foi beijar a minha barriga, subiu com os beijos e ficou lambendo o vão dos meus seios por longos minutos. Gemi por me sentir extremamente sensível e ele subiu com os beijos ficando com o corpo sobre o meu. Mas percebendo, ele saiu de cima de mim para não me machucar e me ajudou a me levantar. Abraçando-me por trás, seus beijos em meu pescoço me fez fechar os olhos e gemi cada vez mais. Ele deu uma atenção de mestre ao beijar e mordiscar a minha orelha, eu já sentia a eletricidade lá em baixo e comecei a sarrar nele com o meu traseiro. Ele estava excitado novamente e intensifiquei o que eu estava fazendo, tanto que o ouvi suspirar em meu ouvido. Não aguentando mais essa tormenta me afastei o olhando.

—Termine o que tem que fazer. Falei sentindo-me extremamente excitada, tanto que afetou a minha voz.


—Ok. Disse ele simplesmente como se estivesse me dando boa noite.

Sorri levemente, peguei a minha calcinha sob o olhar intenso dele e saí do escritório o ouvindo falar...."seja uma boa garota". Eu me sentia completamente sensível e subi a escada devagar, entrei no quarto dele e fechei a porta. Fui para o banheiro e me despi, eu tomaria um banho urgente para aplacar esse vulcão dentro de mim. Entrei no Box e liguei o chuveiro, comecei a me ensaboar e me enxaguei deixando a água cair sobre mim por longos minutos. Fechei a água e me sequei bem, penteei o meu cabelo e fui me deitar sob os edredons como eu vim ao mundo. Eu sabia que não ia conseguir dormir, mas fechei os meus olhos após apagar a luz do abajur. Eu ainda me sentia excitada e levei minha mão até o meu sexo, comecei com movimentos suaves e me senti molhar ainda mais, tanto que eu gemi repetidas vezes. Invadi o meu corpo com um dedo, mas não era a mesma coisa que ter os dedos grossos dele dentro de mim. O movi um pouco mais rápido estando de olhos fechados e com a mão livre eu acariciei o meu seio esquerdo. Apertei o bico arrancando um gemido mais alto de mim mesma e me entreguei às sensações estando envolta do prazer. Era Edward em minha mente o tempo todo e gemi novamente, mas sendo tomada pela surpresa o edredom foi afastado de mim e ofeguei.

—O que eu disse para você?

—Nada. Falei malcriada por ter sido pega e não o senti entrar no quarto.

—Sim, eu falei. Seja uma boa garota.


—Quero ser comida! Muito bem comida! Falei grosseira. –Você me negou, não sei por que Edward.


—Depois quem é o chulo sou eu. Disse ele sorrindo.


—Não é engraçado.


—Pode apostar que sim, você gosta de me provocar.


—Sim eu adoro te provocar. Confessei.


—Me matar de ciúme é isso? Perguntou ele acendendo o abajur, pois o quarto estava escuro.


—De onde tirou isso? Perguntei no momento que ele me puxou pelas pernas me fazendo ficar toda aberta na cama e suspirei arrepiando-me todinha.


—Pra que serve o telefone? Perguntou ele vindo até a mim e abocanhou o meu seio fazendo-me gritar. –Só terá o meu pau em você quando admitir. Disse ele mordiscando o bico do meu seio direito fazendo-me molhar ainda mais e senti as contrações em meu sexo me levando quase ao orgasmo.


—Ohh Deus. Falei desesperada.


—Deus não irá te ajudar. Disse ele me penetrando com dois dedos e ofeguei movendo-me.


—Ok,ok.


—Ok o quê?


—Eu ment... Fui interrompida porque ele me penetrou ficando rapidamente todo dentro de mim. Eu estava completamente alargada. –Aaahhhh!!!


—Repete. Pediu ele me estocando intensamente e duramente da forma que eu gostava.


—Eu menti. Falei mole e ele segurou minhas mãos, mas entrelaçou os nossos dedos começando a me invadir com vontade. –Oohh.


—É isso que queria?


—S, s.....


Meus gemidos eram agoniados estando a minha boca a centímetros da dele e gritei ao gozar intensamente o apertando com o meu sexo. Eu estava ofegante e senti os fluidos dele abandonar o meu corpo conforme ele me estocava nunca que parando. Aos poucos ele foi parando e o prendi com minhas pernas estando às mesmas sobre o seu traseiro.


—Por que mentiu falando que iria sair com a Alice para uma noite de meninas?


—Não será sábado, mas pode ser outro dia. Falei o olhando. –Estarei com minha comadre e não um homem amor.


—Ok. Disse ele correndo o dedo em meu rosto.


—Ok?


—Sim. Mas não é justo me provocar assim.


Ficamos nos olhando e achei que eu deveria falar com ele a respeito dos meus amigos virem para o batizado da Marie.


—Edward.
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—Oi amor. Falou ele saindo de mim e afastei minhas pernas.

—Eu gostaria de falar a respeito do batizado da Marie.

—Diga. Incentivou-me ele.

—Primeiro irei me limpar, depois conversamos.
—Tudo bem. Disse ele me olhando ao me levantar.
Saí apressada da cama e fui até o banheiro me lavar rapidamente. Saí para me secar e vesti o meu roupão. Voltei para cama e Edward me cobriu estando cheio de cuidado transbordando amor.
—Quando iremos até a igreja marcar o batizado da neném?
—Podemos ir quinta de manhã e nos informar como devemos proceder.
—Ótimo! Mas quero falar a respeito dos convidados.
—O que têm eles? Alice convidará a nossa família e os amigos mais íntimos. O suficiente para lotar o jardim. Disse ele sorrindo e selou os nossos lábios.
—Então, é sobre isso que eu quero falar com você. É........amigos. Falei o olhando nos olhos e ele fazia o mesmo intensamente. Eu me perdia nesse mar verde tão intenso e....
—E? Instigou-me ele.
—Convidei os meus........amigos também.
—Seus amigos? Perguntou ele franzindo levemente o cenho estando bem surpreso.
—Sim, para o batizado da minha filha. Todos, todos.......eles. O que q....?
—Qual deles? Ele me interrompeu.
—Todos eles como eu disse. Falei temerosa e ele suspirou.
—Até aquele que é loucamente apaixonado por você?.....Você o convidou?
—Não há ninguém apaixonado por mim. Todos têm a sua paquera e o Jacob...
—O que tem ele? Perguntou ele me interrompendo novamente, sei que eu havia mexido em um assunto proibido.
—Ele está noivo e irá se casar Edward.
—Não mudo a minha opinião! Disse ele chateado. -Se você quisesse e me largasse, ele a deixaria por você. Acredite em mim. Você sabe disso muito bem Isabella! Ele a deixaria por você e, falo porque eu faria o mesmo. Disse ele segurando o meu queixo me olhando sem piscar e suspirei por causa disso. Edward tinha seus momentos de conflito e eu continuava o olhando nos olhos.
—Isso é um absurdo da sua mente, sabe disso! Não sou a única mulher no mundo Edward! Quanta teimosia, você cismou com isso! Falei chateada. –Não o amo mais, somos amigos e nada mais! Ele nunca mais deu em cima de mim, ele respeita a sua dama. Falo porque a todo o momento ele soube me respeitar quando estávamos juntos. Jake é leal.
—Eu não quero saber, ele te ama. Eu tenho certeza e não irei mudar minha opinião! Mas para o bem dele que não se faça de bobo para o seu lado nunca mais! Você é minha! Está me entendendo?
—Você é insano!
—Já estamos discutindo por causa dele? Perguntou ele segurando o meu rosto novamente e me olhava intensamente. -Reafirmo, ele a ama sim Isabella! Nada irá mudar a minha opinião! No fundo, no fundo você sabe disso também.
—Não sei dessa loucura em sua mente, mas não irei afastar os meus amigos. Falei negando e afastei a sua mão do meu rosto. –Não irei privá-los da minha vida, da minha companhia e é só uma celebração, pelo amor de Deus! Jacob não queria vir, mas a Juana a irmã dele se animou na mesma hora quando eu os convidei. Ela é um doce e tão legal, somos amigas de verdade.
—Sei quem ela é. Sei quem são todos os seus amigos, todos eles. Disse ele me fazendo olhá-lo novamente e avaliou a minha expressão. –Se representassem algum perigo, não teria chances de aproximação. Não teria conversa e você sabe disso. Não sabe?
—Claro, eu sei disso. Eles não sabem de nada e querem conhecer a minha filha. Sei que querem conhecer onde eu estou vivendo, saber mais de mim, da minha vida hoje em dia. Éramos tão ligados lá em solares e do nada eu desapareci e..... Parei de falar e uma lágrima rolou, mas Edward a secou.
—Sabe que será uma situação embaraçosa. Eles não me querem como o seu parceiro e você sabe disso. Você é minha, minha mulher. Sou o pai dos seus filhos e eles vão ter que aceitar isso de uma vez por todas! Não vou ficar quieto com eles colocando caraminholas em sua cabeça contra mim Isabella. Você já está ciente disso, fique sabendo que se me provocarem a esse respeito, não vou ficar quieto!
—Apenas entenda o lado deles, você faria o mesmo no lugar deles. Somente dois deles pensa isso. Será boa essa aproximação, verão que eu estou bem e vivendo com pessoas maravilhosas. Ficarão mais tranquilos e menos ariscos sabendo que estou sendo bem tratada.
—Mas eu mudei por você, por amá-la, por querê-la para mim e não faço nada para maltratá-la faz tempo! Eu a amo muito e nunca mais irei fazer o que eu fazia para magoá-la.
—Eu sei disso. Então, então isso é um não da sua parte? Perguntei estando visivelmente chateada. –Você nem os conhece direito.
—Também não conhecia os seus pais e olha...
—Não, eu não os conhecia! Apesar de conviver com eles. Falei sentindo outra lágrima rolar. –Tirou suas próprias conclusões a respeito dos meus amigos. Eles não são ruins, só querem o meu bem, me ver bem. Saiba que fico feliz por se preocuparem comigo e saber que tenho uma segunda opção caso tudo desmorone. Quero você longe daquela imundice toda!
—Amor eu não disse que não, apenas que será embaraçosa essa aproximação.
—Você que colocou caraminholas na cabeça! Jacob foi o meu primeiro amigo lá em solares, pois, eu sempre fui uma criança privada pelos os meus pais de ter amigos e sair. Sempre aprisionada! Eu não tinha liberdade como os meus outros amigos têm. Ele foi o meu primeiro tudo. Não posso apagar isso só porque você sente ciúmes dele Edward. Eles fizeram tanto por mim quando eu precisei, digo, o jake e a Ângela. Ela mal dormia pensando em mim, de como eu estava sendo tratada estando eu aqui em um ambiente hostil por sua parte. Ela e eu somos como irmãs e irmãs se importam uma com a outra. Não quero ser injusta já que se preocupam tanto comigo. Saiba e que fique claro que eu não estou escolhendo você e os afastando da minha vida, eu quero você e todos eles também.
—Tudo bem bella, convide-os. Aliás, você já os convidou mesmo. Está feito. Disse ele levantando as duas mãos e passou à mão no cabelo, esse era um gesto de quando ele ficava nervoso.
—Irá destratá-los? Perguntei desconfiada fazendo-o me olhar. –Não vou permitir isso, da mesma forma evitarei que ajam constrangimentos por parte deles. Será o batizado da nossa filha.
—Sua amiga Ângela não vai com a minha cara e eu não me dou com o seu ex-namorado. Brigamos por sua ousadia com o meu carro ou você já esqueceu? Falou ele a palavra ex-namorado como se tivesse provado algo azedo.
—Não foi por causa do carro, tudo faz sentido hoje. Você já sentia ciúmes dele e se vingou! Sei que eu estraguei o seu carro e você descontou no jake.
—Ele não devia ter tocado no que é meu!
—Fui eu quem pediu para ele dirigir o carro, sabe disso.
—Não quero brigar com você, isso ficou lá trás bella. Seus amigos, digo, os outros não fedem e nem cheiram para mim.
—Eles são gentis.
—Não vê que será embaraçoso para eles também?
—Eles não queriam vir de jeito nenhum. Falei negando.
—Por que mudaram de ideia?
—Eu os convenci.
—Você é boa nisso.
—Expliquei que não seriam mal tratados aqui e que era o batizado da minha filha. Somos inseparáveis agora Edward, eles são o que me restou. Só por isso o jake e a Ângela custosamente aceitaram, somos uma família. Os outros se empolgaram na mesma hora pela curiosidade e por me amarem. Acredito que querem conhecê-lo também, na mente deles não se passa nada de ruim a seu respeito. Se for demais a festa sendo aqui com a vinda deles, farei na casa da colina ou alugarei um salão. Resolvido.
—A festa será aqui, Alice só está esperando a data. Tem espaço, seguranças e tudo que precisamos.
—Tudo bem. Falei apagando a luz do abajur e me deitei no travesseiro ajeitando o edredom sobre mim. –Dorme bem. Falei fechando os meus olhos e o sentindo afastar, eu sabia que não seria fácil. Edward tinha um problema sério com o Jacob.
Ficamos cada um em seu travesseiro e em seu lugar na cama. Talvez ele matutando a novidade e a digerindo aos poucos. Eu entendia o quanto frágil era essa situação. Eu seria aquela que quebraria esse tabu dele com os meus amigos. Vice e versa.
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Uma hora e meia depois...
Estando eu sonolenta e mais pra lá que pra cá, o senti se aproximar e me abraçou cheirando o meu pescoço. O deixei me abraçar entrelaçando os nossos dedos e acabei dormindo rapidamente.
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07:00h da manhã.

Acordei com o despertador e o desliguei, com isso Edward acordou.

—Bom dia. Disse ele me abraçando por trás e beijou o meu pescoço, ele adorava fazer isso.
—Bom dia amor. Falei o olhando intensamente e me levantei da cama.
Fui até o banheiro o deixando deitado e me aliviei, asseei-me bem e lavei as minhas mãos. Escovei os meus dentes, depois penteei o meu cabelo e fiz um coque nele. Fui para o closet me vestir, mas o senti me abraçar por trás e ganhei um beijo em minha bochecha.
—Está chateada comigo ainda não é? Perguntou ele me virando para eu olhá-lo.
—Não estou chateada, afinal é a sua casa e..
—Pare com isso, sabe que é a nossa casa e tudo que me pertence é seu também. Falou ele aborrecido e fazendo-me olhá-lo. –Entenda o meu lado, seria a mesma situação entre você e a Michele se eu a convidasse amor.
—É eu não me sentiria a vontade, mas o jake tem a noiva dele. O Fred tem a namorada dele e o Roger tem um namorico de longa data com a irmã de jake. Sei que acabarão se casando um dia. Caius é um ricaço bobão que só tem tamanho, pouco cérebro e nunca flertou comigo. Somos como irmãos em relação a sentimentos. Já a Michele ela é linda, rica, solteira e ela o quer. Ângela tem o amor da vida dela e...
—Eu tenho o amor da minha vida que é você, não quero perdê-la. Disse ele acariciando o meu rosto e me deu um selinho. — Se para evitar isso eu preciso ceder, tudo bem. Mas não irei ficar de sorrisinhos, não os conheço e não fazem parte do meu circulo de amizade.
—Apenas seja agradável, mais nada.
—Farei a minha parte.
—Isso é tudo que eu estou pedindo.
—Como eu posso negar algo a você?
Eu o abracei e o beijei com paixão. Puxei Edward até a cama e o fiz se deitar ficando por cima dele estando nós de roupão ainda. Edward me virou ficando por cima de mim e beijou o meu pescoço, com isso suspirei. Ele abriu o meu roupão e deu beijos em minha barriga, mas o seu foco mudou e ele começou a me beijar lá. Eu gemia baixinho com sua boca e língua correndo em meu sexo de forma perfeita a me excitar. Ele colocou minhas pernas em seu ombro e me movi estando deliciada. Eu estava a ponto de gozar e gozei gemendo baixinho estando à língua ele invadindo o meu sexo e a movendo dentro de mim. Não se contentando, Edward ficou sobre mim e me invadiu dessa vez lentamente. Fazíamos amor e nunca que desgrudávamos os nossos lábios.
Ele gemia em minha boca e eu o sentia duro feito uma rocha ao invadir cada vez mais o meu corpo.
—Isso amor não pare. Falei baixinho em seu ouvido e o mordi de leve ao sentir indo em meu limite com pouco movimento. Suspirei com a intensidade.
—Seria impossível parar. Disse ele sugando o me lábio inferior e gemi em sua boca.
Eu o empurrei, fiquei sobre ele e conectei o nosso sexo o ouvindo gemer. Movi-me com loucura de jeito a trazê-lo a borda e Edward gozou gemendo sob mim. Abaixei-me devagar e o beijei estando ofegante, mas tornei a me afastar para olhá-lo.
—Eu amo você e não o trocaria por ninguém nesse mundo. Não olho para trás, só o futuro que nos pertence.
—Amo você. Disse ele ofegante e me beijando com paixão. –Eu a amo insanamente e jamais existirá um remédio que irá me curar disso.
—Não quero que tenha. Falei entre os lábios dele.
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Saímos do quarto momentos depois estando nós de banho tomado e ele elegantemente arrumado. Fomos até o quarto da Marie e ela dormia ainda, estava ferrada no sono e sorri ao olhá-la. Ela cada dia mais estava parecida com o pai e Edward acariciou o bracinho dela.
Saímos do quarto e descemos a escada de mãos dadas, ao entrarmos na sala os pais dele estavam ali tomando café juntinho lado a lado.
—Bom dia. Os saudamos.
—Bom dia. Responderam eles segurando sua xícara de café com leite.
Sentei-me na cadeira após Edward puxá-la para mim, com isso sorri o olhando. Edward se sentou ao meu lado e começamos a sermos servidos pela Victória. Aceitei o mamão e ela o colocou no pratinho, reguei de aveia e mel. Comecei a comer, mas...
—Que cordão bonito filho, nunca o vi antes com você.
—Isabella foi quem me deu de presente.
—Eu já tinha visto. Falou Carlisle e eu sorri olhando para o meu mamão.
—Tem muito bom gosto.
—Ela disse que o crucifixo é para me livrar do mal.
—Muito bem dito filha.
—Que bom que gostou. Falei a olhando. –Edward me deu tudo, eu queria agradá-lo também.
—Sei que sim.
Sorrimos e continuamos a comer, Edward segurou a minha mão e a acariciou.
—Iremos na igrejinha aqui perto amanhã resolver o batizado da Marie.
—Fazem bem filho.
—Falei para o Edward que eu convidei os meus amigos para o batizado. Falei os olhando e Edward continuou acariciando a minha mão, isso não passou despercebido.
—Serão muito bem recebidos, querida. Disse Carlisle sempre tão gentil. –Se a faz feliz, traga-os então.
—São pessoas decentes e não tem nada a ver com o passado dos meus pais.
—Sei que não filha. Disse ele me olhando e olhou para o filho.
—Estamos de acordo. Disse Edward me olhando e o olhou de volta.
—Que bom, que bom.
—Se for algum transtorno, nós podemos fazer a celebração em nossa casa na colina ou no salão de festa mesmo. Não quero que se sintam incomodados com a vinda deles.
—Será aqui. Disse Edward me olhando e eu concordei.
—Pode ser no salão mesmo e..
—Bella amor, nós já conversamos.
—Está tudo bem então.
—Serão tratados com respeito filha, não se preocupe porque eu ensinei o meu filho a ser educado com as pessoas. Disse ela olhando para o Edward. Seu olhar era de uma mãe que repreende o seu filho mal criado e sorri com isso.
—Ok. Falei sorrindo e Edward me olhou.
—Ajude a Alice a escolher tudo. Disse ele me olhando intensamente. –É o batizado da nossa filha.
—Pode deixar, farei com prazer. Após eu falar, Edward selou os nossos lábios como um sinal de paz entre nós.
—Assim que somos. Disse Esme me olhando e olhou para o filho. –Unidos.
—É. Falamos a olhando.
Terminamos o café da manhã e nos levantamos da cadeira, Edward foi até o quarto escovar os dentes e quando desceu.
—Tenha um bom dia amor. Disse ele me abraçando e eu o retribuí toda apaixonada acariciando o rosto dele.
—Você também.
—Até mais tarde.
—Até.

acompanhei até a garagem e cumprimentei os seguranças, vi Edward entrar no volvo e encostei-me à parede. Olhei para o meu carro que estava estacionado ao lado do dele e Edward buzinou chamando a minha atenção. Carlisle entrou na garagem e me cumprimentou com um beijo na testa.

—Bom trabalho.
—Obrigado filha.

Acenei para Edward e ele se foi tendo uma pirua blazer em seu encalço com os seguranças. Acenei para o Carlisle quando ele se foi e saí dali, caminhei devagar pelo jardim e me sentei no banquinho para pegar um pouco de sol. O mesmo me aquecia fazendo-me recordar da minha querida solares e sorri estando com meu pensamento longe.
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—Amiga a Marie acabou de acordar.
—Oi,oi. Falei voltando ao presente. –É o quê?
—Iiii estava longe bella.
—Me recordando Mary, apenas isso.
—Bom dia. Falou Sebastian acabando de chegar para trabalhar.
—Bom dia. Respondi o olhando.
—Bom dia. Falou Mary sorridente e tornou a me olhar. –Marie acordou.
—Irei até ela.
—Esqueceu a babá eletrônica na sala.
—Verdade. Falei me levantando. –Como vai você Sebastian?
—Estou bem senhora.
—Que bom! Falei o olhando.
Sai dali a passos apressados e entrei na cozinha, passei pelo corredor e subi a escada. Caminhei apressada pelo corredor de cima e abri a porta, ela estava quietinha no berço, mas continha lágrimas em seus olhinhos verdes tão expressivos.
—Mamãe ta aqui filha. Falei a pegando no colo e ela começou a chorar. Vi o motivo do choro dengoso. –Vou trocar você, vamos.
Fui para o banheiro e tirei a fralda dela, asseei bem suas dobrinhas e joguei a fralda fora. A danadinha ficou quietinha e começou a conversar comigo. Ela babava bastante ao mordiscar sua mãozinha e a tirei da boca dela para secá-la com a fralda. Reparei um pontinho branco bem pequenininho e abri a boquinha dela, pra que eu fui fazer isso, a danadinha começou a chorar.
—Calma filha. Falei sorrindo, só podia ser um dentinho. –Meu bebê ta crescendooo. Falei brincando com ela e ela chorou mais ainda e tornou a colocar a mãozinha na boca para mordiscar. Sua carinha era impagável e chorou novamente. –Está enjoadinha hoje minha neném?
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Estando ela sem roupa agora em meu colo e chorando a todos os pulmões, eu enchi a banheira dela com água morna e a banhei com paciência. Coloquei seu patinho amarelo em sua mãozinha e ela o levou até a boca para mordiscá-lo. Lavei bem seu corpinho e a tirei da água para secá-la, minha filha não seria uma criança fácil por ter com toda certeza o gênio do pai. Limpei sua orelha e seu nariz a ouvindo chorar novamente.

—Está com fome bebê? Isso tudo é fome ou seu dentinho? Perguntei sem saber.
Ela ficou me olhando e sorri para ela. A enrolei na toalha e fomos para o closet dela, escolhi um macacão rosa de manga curta e estava bom. Depois de pegar tudo que eu precisaria ali no closet, voltei para o banheiro e a arrumei ouvindo seu choro dengoso.
—Prontinho, agora vamos descer pra fazer seu mamá.
Arrumei o banheiro dela rapidinho e estando tudo organizado, eu desci com ela. A coloquei no carrinho e ela começou a chorar, mas a enganei com o chocalho e o empurrei até a cozinha.
—Bella, eu já preparei o mingau dela.
—Valeu Mary, eu ia prepará-lo agora. Tem um dentinho nascendo, por isso essa babação toda.
—Que graça amiga! Cadê?
—Na frente, veja.
—Olha é mesmo. Disse ela sorrindo e Marie fez cara de choro.
—Ela não gosta que futuquem ela.
—Isso é normal, as crianças são assim mesmo.

Peguei a mamadeira e fui até a sala empurrando o carrinho, Esme devia estar para o quarto dela e peguei a Marie no colo. Sentei no sofá e comecei a amamentá-la, Marie sugava a mamadeira constantemente, estava com fome e por isso chorou tanto. As mamães tinham que ter muita paciência com seus bebês, eu estava sentindo isso na pele. Logo eu teria mais um e dobraria a atenção, eu estava apavorada em ter mais um bumbum para limpar assim tão precocemente. Marie era tão novinha ainda, mas estava feito. Eu só sei que quando as crianças estivessem maiores, eu voltaria a estudar. Com certeza eu faria uma faculdade e seria alguém, não para provar para alguém, mas, para mim mesma que mesmo com filhos eu seria capaz. Não sei se Edward iria se incomodar agora em relação a eu querer trabalhar tendo dois bebês para cuidar. Olho para trás e vejo que guinada deu a minha vida, de adolescente aventureira para dona de casa com filhos num piscar de olhos. Eu olhava para Marie agora em meus braços e via que o amor que eu sentia por ela jamais diminuiria, só aumentaria cada vez mais.
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Passei a manhã toda dando atenção para a minha filha, contei a novidade para a vovó coruja e ela sorriu contente. Já a parte da tarde eu tomei café com Esme na varanda de seu quarto e nos fartamos com a deliciosa broa que a Mary fez. Eu comi com tanto entusiasmo, eu adorava as coisas deliciosas que ela preparava e Marie caiu dentro também.
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Às 19:20min.

Eu estava na cozinha ajudando a Mary fazer a janta, já a Victória estava passando roupa na área de serviço. Fazíamos batata recheada e me lembrei da vez que Alice com sua equipe foi lá em minha casa em Diamantina arrumar o quarto da Marie. Eu havia feito batata recheada para a janta e como eu estava chorona naquela época. Já hoje em dia era o contrário.
As batatas eram grandes e Mary estava concentrada as preparando enquanto eu preparava o arroz. Fiz um drink não alcoólico de cerejas com mirtilo e estava muito bom. Marie estava no carrinho quietinha e conversava ao sacudir a boneca pra lá e pra cá. Eu já estava me sentindo cansada quando finalizei a sobremesa junto de Mary e nada de Edward chegar. O relógio marcava 21:12min.
—Edward está demorando. Falei a olhando.
—Deve ter ido à academia. Esqueceu?
—Isso é. Deve haver um monte de mulheres lá que devem babar no meu homem.
—Provavelmente e digo com todo respeito. Disse Mary risonha e eu sorri.
—E o Sebastian tem namorada Mary?
—Como irei saber disso amiga?
—Não sei, já que vocês são tão amigos.
—Não abordamos esse tipo de assunto, é pessoal demais.
—Sei. Falei a olhando e ela sorriu. –Pessoal demais e vocês já até....
—Sei o que se passa nessa sua cabecinha fértil amiga. Disse ela sorrindo.
—Tipo? Perguntei sorrindo.
—Você sabe e não irei alimentar, somos amigos e nada mais.
—Sebastian é um homem muito bonito, atraente e muito gentil com as mulheres.
—Você acha? Perguntou Edward estando eu de costas para a porta e fechei os meus olhos na hora. Aii!!!
—Oi amor. Falei me virando e sorri.
—O que foi que você disse?
—Depois conversamos. Falei o olhando, ele estava vindo da academia por estar com outra roupa e tênis.
—A comida está pronta. Falou Mary sem jeito e eu sorri.
—Irei subir para banhar a Marie e tomarei o meu banho também.
—Oi linda do papai. Disse Edward a pegando e deu muitos beijos em sua bochechinha, mas a reação da neném foi chorar. –Que foi filha?
—Ela está enjoadinha hoje, amanheceu assim. Eu disse com ele me olhando intensamente, eu sabia que ao me ouvir elogiar o meu amigo, isso o deixou enciumado.
—O que ela tem Isabella?
—Veja. Falei abrindo a boquinha dela e o mostrei.
—Então nasceu um dentinho. Disse ele sorrindo.
—Deve estar incomodado, é novidade para ela.
—Provavelmente. Disse ele me avaliando. –Por que acha o segurança bonito?
—Por que ele é, e gentil também.
—Não é agradável ouvir a minha mulher elogiando outro cara Isabella.
—Besteira, besteira, eu amo você. Não vai me dar um beijo?
—Não sei.
—Vem aqui meu gatão ciumento. Falei o puxando até mim e tasquei-lhe um beijo apaixonado. –Boa noite.
—Boa noite. Disse ele sorrindo.
—Mary, já, já desceremos.
—Tudo bem patroinha.
Saímos da cozinha com Edward segurando a neném e eu empurrando o carrinho. O deixei no corredor ali embaixo e subimos a escada com Marie movendo as perninhas fazendo graça para o pai.
—Irei dar um banho na neném.
—Ok.

Peguei a minha filha no colo e fui para o quarto dela. Preparei a água após colocá-la no berço e ela chorou. A todo o momento eu a ouvia chorar e fui para o closet escolher um pijama quentinho, a temperatura havia caído e muito. Peguei meias e um conjuntinho de blusa de manga e calça cumprida. Peguei seu talquinho e sua colônia infantil. Estando tudo pronto, eu a peguei no berço aos prantos e a despi no banheiro. Ela parou de chorar quando entreguei seu patinho amarelo e a banhei, como minha filha era chorona. Não sei se a minha gravidez conturbada a influenciou, não sei dizer.
Estando eu agora colocando a calça descartável, ela conversava comigo. Passei talquinho e desisti da colônia infantil, ela já estava pra lá de cheirosa e terminei de vesti-la.
Arrumei o banheiro com ela em meu colo e deixei tudo organizado, desci e fui até a cozinha pegar a mamadeira dela no aquecedor de mamadeiras. A mesma já estava na temperatura ideal e comecei a alimentá-la. Marie mamava devagar e a deitei em meu colo, seus olhinhos já estavam começando a abrir e fechar lentamente. Sentei-me com ela na cadeira ali na cozinha mesmo e esperei ela terminar.

—Amor, me dê ela e vá tomar o seu banho tranquila.
—Ok. Não está cansado?
—Um pouco, mas quero curtir um pouco a nossa filha.
—Tudo bem. Falei me levantando e entreguei a Marie a ele.

Saí da cozinha estando ele vindo atrás de mim e entrou na sala. Subi as escadas devagar e entrei no quarto, fui direto para o banheiro estando tuquinha latindo ali ao meu lado.

—Que foi bolinha, quer brincar? Após eu perguntar ela ficou abanando o rabinho e a peguei no colo. –Quer atenção não é coisinha peluda?

Sorri para ela e a coloquei no chão, comecei a me despir e lavei as minhas mãos. Fui para o Box e me molhei da cabeça aos pés, eu estava exausta. Acariciei a minha barriguinha e sorri ao ensaboá-la. Peguei o meu xampu de morango e comecei a lavar a minha cabeça, logo a enxaguei. Hidratei os meus fios e esperei uns minutinhos, um tempo depois eu me enxaguei de corpo inteiro por me sentir cansada e saí do Box. Sequei-me e passei um pouco de colônia, hidratei minha pele e fui até o closet vestir um macacãozinho justinho. O mesmo era vermelho e muito bonito, calcei uma rasteirinha de pedras muito bonita. A mesma imitava joias e voltei para o banheiro, lá penteei o meu cabelo e passei um gloss transparente.
Saí do quarto e desci, entrei na sala e vi que todos estavam sentados no sofá. Carlisle segurava a Marie e minha filha já estava adormecida.

—Podemos jantar. Falei me sentando no sofá e Edward colocou a mão sobre a minha coxa.
—Podemos sim filha. Disse Esme.
—Então nasceu um dentinho? Perguntou Carlisle risonho.
—Sim, por isso essa babação toda. Estão começando a nascer pelo visto.
—Está pequenino e só um.
—Ela estava bem chorona hoje, deve incomodar, não sei.
—Os bebês ficam enjoadinhos, é normal filha. Qualquer coisa anormal pode marcar uma consulta com a pediatra dela.
—Vou me lembrar disso.

Sorrimos e Esme pegou a neném do marido, depois ela levou a Marie para o quarto e fomos nos sentar a mesa.
Esperamos Esme descer e fomos servidos quando Esme retornou, Mary me deu a vitamina diária e eu a ingeri. A batata recheada estava divina e comi devagar, eram duas que havia em meu prato. Meu noivo comeu bem e tuquinha ficou latindo pedindo por comida. Edward a agradou dando um pouco de batata e ela comeu na hora, logo ficou abanando o rabinho pedindo por mais.
—Brenda a costumou muito mal. Disse Edward me olhando e eu sorri surpresa, ele não falava dela comigo presente.

—Eu nunca tive um cachorro na minha vida, acho que o mimaria também se tivesse um. Após eu falar, sorrimos e Esme me olhou.
—Nunca? Perguntou Edward.
—Não por eu ter sido uma adolescente solitária. Minha vida ganhou muito mais cor ao ir viver em solares. Falei sorrindo. -Quando eu te conheci, fazia dois anos morando lá naquele apartamento. Fiz amizades maravilhosas na escola dias depois de meu pai me matricular. Eu os ignorei de início por achá-los playboyzinhos demais, Não faziam parte da minha realidade por ser uma adolescente simples. Eu os evitava duramente e me enturmei com uns mais recatados iguais a mim. Digo serem na deles e não arruaceiros. Mas um em especial fez de tudo para chamar a minha atenção durante os intervalos, enchia-me o saco me cantando. Depois me enturmei com eles após conhecê-los um pouco melhor e foi muito gratificante tê-los perto de mim. Eu me rebelei, fiquei mais......,eu diria que eu saí do casulo em que eu vivia na solidão. Quando não dava para o jake ir me pegar de manhã, era o meu pai quem me levava. Isso me matava de vergonha por ter me tornado rebelde e todos os meus amigos terem seus próprios carros. Eles eram independentes até certo ponto. Dizendo meu pai, uma moça bonita não podia andar sozinha......pura besteira. Falei sorrindo sentindo os meus olhos se encherem de lágrima.
—Acho que ele tinha razão nessa parte, uma moça bonita não pode andar só, muitos querem tirá-la de mim. Disse Edward me olhando e eu o olhava deixando uma lágrima rolar.
—Eu falaria que essa moça já tem dono. Após eu falar, ele sorriu e me deu um selinho demorado. –Eu te amo. Falei com ele secando meu rosto e sorri quando ganhei um beijinho de esquimó.
—Então amanhã irão resolver o batizado?
—Esperamos que sim Carlisle.
—Irei chegar um pouco tarde pai, segure as pontas na empresa.
—Pode deixar filho, a secretária já adiantou bastante as papeladas e logo cedo à carga dos tizzianes estará deixando o porto. Essas encomendas estarão desembarcando em três dias.
—Ótimo.

Eles continuaram conversando a respeito de trabalho e eu fui ficando sonolenta, mas comi um pouco da sobremesa. Quando terminamos de comer, voltamos para o sofá e os pais de Edward começaram a beber vinho branco. Edward bebeu uma taça somente e ficou assistindo televisão. Eu o abracei e dei um selinho nele.

—Está cansado amor?
—Sim, bastante. Malhar é bom, mas cansa.
—Então vamos dormir.
—Vamos sim.
—Boa noite, mãe, pai.
—Boa noite. Os cumprimentei também.
—Boa noite meus amores. Falou Esme sorridente.
—Boa noite. Falou Carlisle. –Acho que subiremos também.
—Estou exausta hoje.
—Está se sentindo bem filha?
—Estou ótima, só cansada mesmo.

As proteções foram arriadas e a televisão desligada, eu senti Edward envolver minha cintura e subimos. Entramos no quarto da Marie e peguei a babá eletrônica, ajeitei a coberta sobre ela e nos retiramos do quarto.
Após passarmos pela porta do nosso quarto, Edward a trancou e foi para o banheiro escovar os dentes. Eu fui direto para o closet e peguei uma camisola branca para vestir.
Despi-me li no closet mesmo, tirei toda a minha roupa e fiquei somente de camisola. Fui para o banheiro e escovei os meus dentes, quando terminei de escová-los eu me aliviei.
Edward voltava do closet com os edredons e ligou o ar deixando na temperatura amena, a seguir ele arrumou a cama para deitarmos. Ele estava só de boxer cinza e saí do banheiro após lavar as minhas mãos.

—Boa noite.
—Boa noite amor. Falou ele vindo me dar um beijo e me abraçou.
—Boa noite meu gatão, te amo.
—Eu te amo muito mais.

Nos deitamos e Edward nos cobriu, eu o abracei e nos beijamos após ele envolver a minha cintura. O beijo era calmo e nos afastamos sorrindo, ganhei beijinhos de esquimó e permanecemos abraçados estando nós deitados um de frente para o outro. Aos poucos o sono foi nos dominando e dormimos estando coladinhos.
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Quinta feira, 14 de janeiro.

07:00h da manhã.

Acordei com o despertador berrando e tateei o criado mudo estando de olhos fechados, eu estava morta de sono.

—Hunnn que preguiça. Falei após desligar o despertador e voltei a me deitar direito na cama.
—Ta com preguiça é? Perguntou Edward me abraçando por trás e beijou o meu pescoço.
—Sim amor. Falei sorrindo estando de olhos fechados ainda.
—Descanse então.
—Ok. Após eu falar, Edward começou a mordiscar o meu pescoço e sugou a pontinha da minha orelha, fazendo-me arrepiar. –Ahh. Gemi baixinho. –O que está fazendo? Perguntei sorrindo.
—Nada. Disse colando ainda mais o corpo dele no meu e pude perceber o seu estado.
—Mentiroso. Falei me movendo para provocá-lo.
—Apenas durma meu amor, depois te acordo para irmos à igreja.
—Ok.
Voltei a dormir estando envolvida pelos braços dele, eu me sentia tão bem assim.
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Às 09:45min.

—Amor, acorde.
Hum?
—Ta na hora de levantar dorminhoca. Falou Edward beijando minha bochecha.
—Estou com preguiça. Falei sorrindo por ele estar distribuindo beijos pela a minha bochecha. –Aiiii amor.
—Vamos, ta na hora. Após falar, Edward se afastou e pude observar o quanto ele estava bonito. Ele vestia uma calça social preta e uma blusa branquíssima. O sapato de couro era italiano e o olhei nos olhos.
—Por acaso a sua secretária já o paquerou?
—Da onde veio isso agora? Perguntou ele surpreso.
—Estou curiosa. Falei me levantando da cama e fui para o banheiro a passos largos.
—Não misturo as coisas na empresa amor e eu só tenho olhos para você.
—Bem melhor assim. Falei o olhando e tirei a camisola.
—Por que da pergunta?
—Só curiosidade mesmo.
—Ahh não! Conte-me. Pediu vindo até mim e me impediu de entrar no box fazendo-me olhá-lo.
—Está muito bonito.... Sempre sai muito bonito. Falei baixinho o olhando nos olhos.
—Então é isso?
—Sim. Falei desviando o olhar, eu estava chateada e o ciúme me deixava assim.
—Sou o chefe, tenho que estar bem amor.
—Sei disso, é só infantilidade.
—Olha pra mim, por favor.
—Pronto. Falei o olhando nos olhos.
—Não dou motivos para as funcionárias confundirem as coisas.
—Tudo bem.
—Não confia no seu noivo?
—Sim, eu confio. Da mesma forma quero que confie em mim.
—Eu confio em você, é nos homens a sua volta que não bella. Sabe que você gosta de me provocar, se veste para me deixar enciumado. Não gosto que fiquem quase comendo a minha mulher com os olhos. Já saímos juntos e sei que a olham! Lembro-me daquela vez que fomos ao restaurante estando minha avó conosco, quando você foi ao banheiro e os homens ficaram te olhando, eu não gostei.
—É tão tolo. Falei sorrindo e o abracei com cuidado. –Amo você, sabe disso.
—Te amo mais. Após falar, Edward me deu um selinho. –Agora se apresse, temos que sair logo. Disse ele acariciando o meu traseiro nu.
—Ta bom. Falei sorrindo. –Se continuar com isso, eu não vou deixá-lo sair. Terá que fazer a massagem completa.
—Gosto disso. Disse ele aprofundando o beijo e o empurrei. -Humm. Gemeu acariciando o meu seio e sorri.
—Pare!
—Ok, ok. Disse ele sorrindo torto. –Mas tarde me aguarde.

Sorri ao olhá-lo sair do banheiro e depois do quarto. Tomei um banho relaxante da cabeça aos pés e saí para me secar. Passei creme em meu cabelo e o sequei bem com o secador, até que ficou bem lisinho. Estando enrolada na toalha, eu fui para o closet e peguei um vestido vinho. O mesmo era levemente soltinho e gracioso, dava ao meu corpo um ar sexy e sofisticado. Peguei uma sandália nude de tiras e a mesma era linda, seu salto não era tão alto e combinou. Fiz uma maquiagem leve, passei um gloss vermelho e me olhando no espelho acho que fiquei charmosa demais. Passei um pouco de perfume e me adornei. Peguei uma bolsa de cor nude e coloquei meus documentos ali, peguei meu celular e havia uma mensagem de bom dia da minha amiga Ângela. Mandei uma mensagem carinhosa de volta e a deixei ciente que logo eu teria uma data do batizado da neném. Ângela respondeu um simples tudo bem e sorri, eram um bom começo essas palavras dela e saí do quarto. Fui até o quarto da Marie e ela não estava, devia estar com o pai e desci. Entrei na sala e Edward estava sentado no sofá dando mamadeira para a nossa filha, ela estava arrumada e sorriu ao me ver. Edward ficou me olhando abobalhado e olhou para a Marie.

—A mamãe está mesmo uma gata não é filha? Após perguntar, a Marie sorriu para ele e eu sorri. –Amor você está incrível!
—Obrigado. Você já tomou café?
—Não, eu estava te esperando. Arrumei a Marie após trocar a fralda dela e a Mary já havia preparado a mamadeira. Agora eu a estou alimentando.
—Que bom! Após eu falar, fui até ele e lhe dei um selinho. -Irei pedir ela para nos servir.
—Ok.

Fui para a cozinha e Mary cortava algumas frutas, já Victória tirava um pão do forno.

—Bom dia patroinha.
—Bom dia Mary.
—Bom dia senhora.
—Bom dia Victória. Desejo que nos sirva o café da manhã.
—É pra já. Em cinco minutos estarei servindo senhora.
—Ok, obrigado.
—Não esqueça a sua vitamina. Lembrou-me Mary.
—Não esquecerei.
Fui até o armário e peguei a vitamina, ingeri com um pouco de água e vi Edward entrando na cozinha com a Marie.
—Ela acabou de mamar.
—Que bom! Vamos, elas irão nos servir. Falei pegando a mamadeira vazia. –Irei só lavá-la.
—Ok amor. Falou Edward me olhando de cima a baixo.

Ele saiu da cozinha e eu lavei a mamadeira da neném com cuidado para não me molhar. Após secar as minhas mãos, eu fui para a sala e me sentei à mesa ao lado de Edward. Marie estava quietinha no carrinho e não demorou muito começamos a ser servidos. O pão fresco estava divino e como o cheiro do leite hoje estava me causando enjoo, eu preferi beber suco de laranja. Comi pouco, mas por Edward insistir, dividimos uma taça generosa de salada de fruta. Após comer eu me senti satisfeita.

—Irei escovar rapidamente os meus dentes.
—Irei também. Falou ele me olhando e eu já conhecia esse olhar de luxúria.
Subimos e fomos para o quarto com Edward trazendo a neném. Ele a colocou na cama e ela permaneceu quieta, eu estava vendo que não demoraria e ela voltaria a dormir. Entrei no banheiro e peguei o fio dental, logo após comecei a escovar os meus dentes. Senti Edward se aproximando e me abraçou por trás, estando ele me envolvendo eu continuei escovando os meus dentes e sorri o olhando através do espelho. Ao terminar.
—Está tão cheirosa.
—Estou?
—Sim. Após falar, ele beijou o meu pescoço e sorri por ele ter me virado para me olhar nos olhos.
—Amor se adianta, ou iremos nos atrasar. O alertei. –Sabe que ainda tem que ir trabalhar.
—Ahh eu quero você. Disse ele beijando a minha boca e a mão correndo sob o meu vestido. Isso me causou arrepios e suspirei.
—Agora não. Falei me afastando com muito custo, pois ele me prendia em seus braços e pisquei para ele. –Irei pegar as coisas da neném e te encontro lá embaixo.
—Não......
—Sim, sim. Falei sorrindo.
.
.
Nos despedimos das meninas na cozinha e fomos para a garagem. Sebastian sorriu para mim e retribui. Ele abriu a porta do carro para eu entrar e sorri.

—Obrigado.
—De nada senhora. Como está?
—Bem.
Edward me deu a neném após cumprimentar o segurança e fechou a porta rapidamente. Ele entrou no carro e o ligou, iríamos com o carro dele.
—Amor, a igreja não é muito longe daqui.
—Ok.
—Iremos marcar para fevereiro.
—Tudo bem.
—Quando mais rápido, melhor. Logo iremos nos casar também.
Edward saiu da garagem e logo saímos pelo portão, nisso Marie começou a chorar.
—Ta enjoadinha é? Brinquei com ela e uma carreirinha de baba caiu em seu lindo macacão. -Mamãe está aqui amor. Falei a abraçando e Edward sorriu me olhando através do retrovisor. Eu não me cansava de admirar os olhos dele e suspirei.
Comecei a ninar a Marie e ela foi fechando aos poucos os olhinhos. Beijei seu rostinho com carinho na bochecha e olhei através da janela. Olhei para trás minutos depois, os seguranças nos seguiam e tornei a olhar para a minha filha. Marie acabou dormindo, sequei com a fralda sua boquinha e ela se mexeu reclamando. Ela ameaçou chorar e a ninei com toda paciência, após a pirraça ela dormiu pra valer.
—Não vejo à hora de chegar o dia do batizado da neném. Falei o olhando.
—Também, será interessante.
—Só peço que se comporte e nada de ciúme sem sentido.
—Você que está falando isso amor.
—Ok, mas te conheço bem e o suficiente.
—Desencana. O que posso fazer se te amo tanto?
—Sei.
Edward dirigia tranquilamente e relaxei, acabei fechando os meus olhos.
.
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40 minutos depois.

Edward acabava de estacionar o carro em frente à igreja e rapidamente Fausto veio abrir a porta para eu descer e o agradeci. Edward veio ficar ao meu lado e pegou a neném de mim.
—Iremos até a igreja, lá podemos nos informar.
—Ok. Falei o olhando.

Caminhamos devagar, abrimos o portão de correr que estava destrancado com o cadeado e sorri. A igreja não era muito grande e o jardim em volta era lindo, eu o admirei parada estando abobalhada e Edward me olhou. O mesmo estava cheio de margaridas no pequeno jardim e caminhamos até entrarmos na igreja. Fizemos o sinal da cruz e me senti bem, tudo ali me fazia sentir leve e me lembrei dos meus pais. Meus olhos marejaram por não poder fazer uma missa para eles e suspirei secando os meus olhos com a fralda da neném. Eram dois pecadores, mas eu acreditava que teriam o perdão de Deus.

—Algo errado amor? Perguntou Edward vindo até a mim estando todo preocupado.
—Nada para se preocupar. Falei fungando e mais uma cascata de lagrimas escorreu.
—Por que não me fala o que está havendo? Não gostou daqui?
—Ela é linda e choro de emoção, coisa de grávida. Ele sorriu e tentei sorrir, mas não funcionou e me controlei com muito custo.
—Bom dia, bem vindos à casa do senhor. Falou uma jovem freira.
—Obrigado. Agradeci sorrindo levemente. –Queremos uma informação.
—De nada. Em que posso ajudá-los?
—Viemos saber a respeito de batizado, pois queremos batizar a nossa princesa. Falou Edward sorrindo e mostrou a Marie a ela.
—É muito bonita a filha de vocês, nada melhor que batizá-la aos olhos de senhor.
—Estamos ansiosos para isso.
—Temos a secretaria que funciona de segunda a sexta das 9 às 16 horas. Fica do lado de fora a direita.
—Obrigado.
—Tenham um bom dia e que Deus abençoe a todos vocês.
—Amém. Falei apertando a mão dela e ela sorriu para mim.
—Obrigado pela gentileza. Falou ele ajeitando a neném no colo que se mexia estando adormecida.
Saímos da igreja, fomos para a direção que a freira falou e vimos uma portinha aberta. Havia uma senhora ali e nos cumprimentou.
—Bom dia.
—Bom dia, eu sou Edward Cullen e essa é Isabella, minha mulher. Falou Edward apertando a mão dela. –Queremos batizar a nossa filha aqui e como conseguimos agendar uma data?
—Bem, temos um calendário aqui com datas disponíveis e precisaremos dos nomes dos padrinhos.
—Tenho tudo comigo, minha mãe me deu uma dica do que seria preciso para marcar o batizado.
—Ótimo, então vamos agendar. Tem os nomes de padrinho e madrinha de consagração também?
—Isso é com minha mulher. Disse ele olhando para ela e depois ele olhou para mim. -Isabella amor, nós temos que ter mais um casal.
—Ótimo. Falei secando minhas lágrimas e Fausto me olhou, mas não falou nada. Sebastian que estava ao lado dele ficou me olhando e perguntou o que estava havendo sem pronunciar uma palavra, apenas li os lábios dele. –Não é nada. Falei o olhando e Edward me olhou.
—Sente-se bem querida? Perguntou- me a senhora.
—É apenas emoção, acho o batizado tão sagrado e desejo tudo do melhor para a minha filha.
—Amor, calma. Sabe que está grávida e precisa ficar tranquila.
—Ok, mas é difícil.

Edward beijou minha testa e a senhora nos convidou a nos sentar após pegar um copo de água para mim, nisso começamos a preencher a ficha. Eu estava bem sentimental e sequei a teimosa lágrima que tentei bravamente conter. Eu já tinha os dois nomes e sorri levemente quando Edward me olhou surpreso.

—Tem certeza amor?
—Nunca teria dúvidas em relação a eles.
—Isso é para sempre.
—Da mesma forma tenho certeza de você.
.
.
Após estar tudo acertado, o batizado da Marie foi marcado para o primeiro domingo de fevereiro. Seria no dia 7 e fiquei agitada desde já.

—Muito obrigado. Agradeci à senhora de nome Antonieta.
—Nós que agradecemos pela escolha. Gostaria que se juntassem a nós nas missas aos domingos, é bem familiar. Digo, é uma missa para a família.
—Adoraria. Falei a olhando.
—Sinta-se bem vinda, o senhor sempre conforta o coração daqueles que vêm até a igreja em busca de consolo. Tudo com um tempo se resolvem na vida das pessoas. Disse ela sorrindo e me abraçou de forma carinhosa, lembrou-me dona Ana avó postiça de Edward.
—Obrigado.
—Não há de quê e saúde para o neném de vocês.

Sorri para ela e deixamos o local, mas me lembrando do meu pranto pelo os meus pais estando no portão da igreja ainda.

—Amor me espera no carro com a neném, eu volto em um minuto.
—Ok. Disse Edward me olhando nos olhos tentando me desvendar.
Afastei-me tendo Sebastian me acompanhando e o olhei, mas não falei nada e voltei na salinha em que estávamos minutos atrás.
—Senhora Antonieta, eu gostaria de saber como eu faço para celebrar uma missa para os meus pais falecidos?
—Pode marcá-la comigo.
—Ok.

Paguei com meu dinheiro e marquei a missa para a próxima segunda feira, dizendo a senhora, era o dia da missa dos entes querido. Não era caro. O valor era de menos e agradeci mais uma vez. Saí da sala tendo Sebastian comigo e o olhei.

—Eu não queria chatear o Edward com essa coisa de missa para os meus pais. Sei o quanto é delicada essa situação ainda e temos que ir devagar para não nos magoar. Não quero dizer coisas que vá o chatear e, não quero que ele fale coisas que irá me ferir. Ruins ou bons eram os meus pais Sebastian.
—Não sei o que dizer senhora.
—Eu o entendo, mas para mim também é difícil ignorar por serem os meus pais. Não posso fingir esquecê-los só porque estou nessa família, isso só me machucaria ainda mais. Me faria perguntar por que estou aqui, mas não tenho forças para ir. Não tive forças para abandoná-lo. Não posso por mais que tudo soe uma loucura.
—Olha, apenas siga o seu coração. Se a senhora quer uma missa, faça a missa. Não há nada de mal nisso.
—Obrigado Sebastian, você é um amigão.
—Agora relaxe ou irá passar mal, está emocionada desde a hora em que chegamos.
—Estou uma manteiga derretida. Após eu falar, nós sorrimos comigo secando as lágrimas.
.
Chegamos no carro e Edward segurava a Marie estando em pé do lado de fora ainda, seu olhar não abandonava o meu desde que surgi no seu campo de visão.

—Podemos ir. Falei evitando o olhar dele agora e peguei a Marie.
—Sebastian dirija o meu carro, por favor. Eu irei atrás com minha mulher.
—Tudo bem senhor. Disse Sebastian pegando a chave do carro e abriu a porta para eu entrar.
—Obrigado.

Entrei no carro com cuidado por causa da Marie e me acomodei logo a seguir. Edward se sentou ao meu lado e me fez olhá-lo assim que a porta foi fechada pelo segurança.

—Há algo errado amor?
—Tudo está certo querido, tudo está certo.
Ninei levemente a Marie evitando olhá-lo e tentei ignorá-lo por uns minutos, Edward era esperto e lembro-me que em meus planos de escapar eu não era bem sucedida.
—Irei perguntá-la mais uma vez. O que há de errado bella? Está sentindo alguma dor e está me escondendo?
—Estou apenas emocionada e é normal isso.
—Por favor, não devemos mentir um para o outro. Falou ele segurando o meu rosto cheio de carinho e me fez olhá-lo. –Não me lembro de ter feito algo errado e que a magoasse.
—Desencana Edward, estamos mais que bem. Por que disso agora?
—A sinto triste bella, isso parte o meu coração. Sinto-me impotente com suas lágrimas amor. Principalmente quando não tenho ideia do motivo.
—Esquece amor. Falei segurando o rosto dele e ele me deu um selinho demorado.
—Diga, por favor, que estamos bem. Pediu ele me olhando apavorado.
—Sou de palavra, está tudo bem entre nós amor.
—Se está tudo bem por que mente para mim?
—Só não quero chateá-lo com bobagens.
—Com o que?
—Se quer a verdade.
—Sempre. Após falar, ele me deu um beijo apaixonado que me tirou o fôlego. –Amo você.
—Eu te amo. Eu disse o olhando nos olhos. –Marquei uma missa para os meus pais.......é isso.
—Marcou?
—Sim. Por mais pecadores que foram em vida, acho que eu deveria.
—Está tudo certo amor, se era isso que você queria ok. Não irei tocar em assuntos que os envolva, fique tranquila.
—Era sim.
—Eu quero que se sinta feliz ao meu lado e não se prive dos seus desejos por causa de mim.
—Obrigado.
Edward beijou minha testa e me abraçou estando cheio de carinho.
—Já são 12:20min amor. Quer almoçar agora?
—Agora não, estou sem fome. Você está?
—Um pouco.
—Podemos ir a um restaurante se você quiser. Eu como algo leve.
—Está enjoada? Perguntou ele acariciando a minha barriga e sorri.
—Não muito.
—Não muito é?
—Sim. Amor você não achou loucura outro bebê assim tão precocemente? A Marie está tão pequena ainda.
—Claro que não. Disse ele acariciando ainda o meu ventre. –É Perfeito assim. Os dois crescerão juntos, brincarão pela casa inteira e farão bagunça. Estou feliz.
—É, mas você queria outro, lembro-me que três bebês é o seu sonho.
—Sim, mas como já conversamos e se for da sua vontade, podemos ficar apenas com os dois.
—Eu não sei. Não irei me precipitar agora fechando a fábrica, deixa como está. Após eu falar, ele sorriu.
—Se caso após o, ou a bebê nascer, você se sentir sobrecarregada podemos contratar uma babá.
—É podemos pensar nisso até lá. Quero terminar os meus estudos e ter alguém para tomar conta deles na minha ausência será ótimo. A mansão é grande demais, tem muito trabalho para a Mary e a Victória para tomar conta de duas crianças.
—O que você achar melhor.
—Não se opõe de eu estudar, fazer uma faculdade e depois trabalhar? Ou estudar e ter um emprego?
—Não precisa trabalhar amor.
—Preciso sim, gosto de me sentir útil. Lembro-me da época em que trabalhei com o William em New York e me senti muito bem. Foi uma experiência incrível, uma pena que foi em um momento ruim da minha vida.
—Então trabalhar é o que quer?
—Sim.

O beijei por alguns segundos com carinho e Marie se mexeu, do nada ela abriu os olhinhos e ficou nos olhando estando quietinha.

—A bebê do papai acordou? Brincou Edward com ela e ela sorriu. –Sebastian nos leve a um restaurante, por favor.
—Sim senhor.
—Pode ser o que costumo ir almoçar todos os dias.
—O que fica perto da empresa senhor?
—Isso mesmo.

Olhei para o Edward e sorri, antes ele nem me deixaria chegar perto do local de trabalho e fiquei na minha.

—Que bom que está acertado o batizado da Marie, posso mandar fazer os convites já e mandá-los para os convidados.
—Isso amor, faça porque já está perto. Alice irá ajudá-la no que precisar.
—Vou providenciar tudo. Para os meus amigos mandarei por e-mail, ou irei até eles.
—Como quiser. Se quiser irei com você até Solares.
—Pode ser também, mas verei depois. Ângela mora fora, eu tenho que me apressar.
—Que seja bella, resolva.
—Ok. Falei o olhando, mas seu rosto estava sereno.

Não demorou muito e estávamos parando em frente ao restaurante. Descemos e entremos no lugar que de cara vi ser agradável. O cheiro era incrível e despertou minha fome.

—Gostou?
—O cheirinho é muito bom.
Sentamo-nos após passarmos pela recepcionista e olhamos o menu.
—Amor se quiser escolha o que desejar lá no Buffet. Gosto daqui porque a comida é leve, bem temperada e gostosa. Almoço sempre aqui com o meu pai. Disse ele pegando o celular que tocava. –Só um momento amor.
—Ok.

—Oi.
.........
—Logo chego.
.......
—Ok, tchau.

—Era o meu pai.
—Vamos comer, depois iremos embora.
—Ta bom. É só que o meu pai está sobrecarregado.
—Irei me servir.
—Me dê a bebê. Vai dar comida a ela também amor?
—Mary fez uma vitamina para ela, irei enganá-la e em casa darei a papinha dela.

Dei a Marie para o Edward e fui me servir, a macarronada foi o meu alvo porque eu precisava ganhar peso. Escolhi outras coisas um pouco mais leves e voltei para a mesa. Peguei a neném e na mesma hora ela já queria aprontar, queria a todo custo mexer no meu prato e briguei com ela. Na mesma hora ela começou a chorar e a olhei.
—Mamãe já disse que não pode amor, é feio. Falei ninando ela e pra acalmá-la parti um pouco de macarrão e coloquei na boquinha dela. Marie ficou quieta na mesma hora e foi a oportunidade para eu pegar a mamadeira e colocar na boca dela. Ela começou a mamar e dei graças a Deus.

—Tudo bem?
—Agora sim Edward, Marie ta ficando cheia de vontade. Já a imagino uma adolescente e cheia de manias, estamos fritos. Após eu falar, começamos a rir.

Começamos a comer e estava realmente bom, só não gostei de alguns olhares das funcionárias em meu noivo, mas desencanei. Edward não deu motivos de me sentir ainda mais enciumada e comi me deliciando.
Quando terminamos, recusei as sobremesas e Edward pagou a conta. Saímos do restaurante e Sebastian nos aguardava.

—Amor eu posso ir com os seguranças ou pegar um taxi, eu não tenho grana e nada irá me acontecer. Tem o Sebastian e os outros seguranças que estão na pirua blazer.
—Bella, por favor. Pediu Edward chateado.
—É verdade, deixe-me ir de taxi.
—Sebastian me deixa no trabalho e depois leve minha mulher para casa.
—Tudo bem patrão.
—Voltarei com o meu pai depois.
—Ok.
.
.
O trajeto até a empresa foi rápido e ao pararmos em frente ao portão, Edward desceu e eu o segui.
Dei um selinho nele e Edward depois beijou a testa da Marie. Ela ficou o olhando e sorriu para o pai, com isso Edward tornou a beijá-la novamente na bochecha arrancando uma gargalhada gostosa infantil.

—Descanse um pouco quando chegar, vai te fazer bem amor.
—Pode deixar.
—Até mais tarde. Disse ele em meu ouvido e sorri.
—Vou esperar ansiosa.
—Eu também. Disse ele em meus lábios para me provocar e nos beijamos rapidamente.

Entrei no carro o vendo entrar na empresa e fomos embora, eu estava me sentindo feliz e encostei-me no banco para relaxar. Eu estava me sentindo em paz após agendar uma missa para os meus pais, pois, era isso o que eu queria. As palavras de Deus após tanto pecado os faria bem, onde quer que eles estejam. Sequei a teimosa lágrima que rolou e Marie ficou me olhando.
.
.
Chegamos na mansão e fui para o quarto, mas logo alguém bateu na porta estando eu no closet trocando de roupa.

—Pode entrar. Gritei de lá, pois a Marie estava acordada e deitada em minha cama.
—Sou eu filha.
—Entre Esme.
—Já estou aqui. Disse ela aparecendo na porta do closet. –E aí, o que foi resolvido? Perguntou ela estando com o telefone sem fio na mão.
—O batizado foi marcado para o dia 7 de fevereiro.
—Irei avisar a Alice então, precisamos nos apressar.
—Faça isso Esme, por favor.
—Pode deixar. Mas, terá que ajudá-la nos preparativos e escolher as lembrancinhas, o bolo, ter a participação da mamãe.
—Sei que sim. Informe a Alice e me avisa.
—Ta bom.
—Vou descansar um pouco
—Vamos para a piscina quando o sol estiver ameno. O que acha?
—Maravilha! Me acorde se eu passar das 4 horas da tarde.
—Minha neta não está com a cara de quem vai dormir. Ela já almoçou filha?
—Eu e Edward sim, mas a neném só mamou a vitamina.
—Eu fico com ela, descanse um pouco. Irei alimentá-la e ficarei com ela no jardim.
—Obrigado. Falei a abraçando. –Eu tenho a melhor sogra do mundo. Após falar, eu a beijei na bochecha arrancando sorrisos dela.
—E eu a nora que pedi a Deus. Uma mulher digna para o meu filho.
—Que bom, que bom.
Esme beijou a minha testa e pegou a Marie no colo, a danadinha adorava a avó e foi com ela numa boa. Após ela fechar a porta do quarto ao sair, eu liguei a televisão e me deitei na cama. Eu me sentia um pouco cansada e aos poucos o sono foi me dominando, mas antes eu achei melhor desligar a televisão. Eu literalmente apaguei.
.
.
Às 16:25min.

—Bella, filha. Despertei com alguém me chamando.
—Humm?
—Você pediu para acordá-la às 16, mas dormia tão tranquila que deixei mais um pouquinho.
—Obrigado. Sinto-me bem melhor Esme.
—Que bom. Disse ela acariciando o meu ventre e sorri. –O que deseja comer no lanche da tarde?
—Adoraria comer um misto quente, estou com água na boca até e lembrou-me de Solares.
—Esse lugar a tem. Disse ela sorrindo.
—Amo aquele lugar, mas adoro aqui também. Tenho um lar de verdade aqui.
—Sempre terá filha.
—Obrigado por tudo Esme, eu nunca me cansarei de agradecê-la. Principalmente por me mimar de todas as formas, cuidar de mim como uma mãe atenciosa e olhar a neném para mim.
—Sabe que faço de coração filha. Perdi uma e ganhei duas filhas. Deus olhou por mim e o agradeço tanto por isso.
—Claro que sim. Falei a abraçando e ficamos assim por uns segundos.
—Vamos para a piscina, a água está morninha.
—Irei colocar o biquíni
—Vou aguardar lá em baixo.
—Tudo bem. E a minha filha?
—Está no carrinho lá na cozinha.
—Eu tenho a Mary como uma irmã e amiga.
—Sim, eu sei que são amigas. Mas o que tem isso filha?
—Logo saberá.
—Tudo bem. Disse ela sorrindo e se levantou. –To lá em baixo.
—Irei ser rápida.

Esme saiu do quarto e eu me levantei, espreguicei-me com vontade e fui colocar um biquíni. Olhei-me no espelho e limpei minha sobrancelha de leve, fiz um coque em meu cabelo e passei protetor, o sol estava ameno, mas estava calor.
Saí do quarto após arrumar a cama e desci devagar, fui para a cozinha e me sentei a mesa.

—Bella, seu misto está pronto e fiz um suco de manga. Quer café com leite ou o suco?
—O suco está bom para mim Mary, obrigado.
—De nada.
Fui servida e Esme entrou estando de biquíni na cozinha com a Marie no colo. Sorri para a minha filha e ela esticou a mãozinha, seu foco era no meu misto quente e dei um pedacinho a ela.
—Bebê da mamãe.

Marie ficou fazendo festa movendo as perninhas e continuei comendo, mas logo me senti satisfeita e lavei a louça que sujei. Fomos para o quintal e vi os seguranças conversando, mas me desliguei disso e fui me sentar na espreguiçadeira. Peguei a Marie no colo e Esme deu um mergulho na piscina, com isso fiquei dando atenção a minha filha.
Fiquei observando minha sogra aproveitar a piscina e sorri para ela. Um tempo depois Mary trouxe uma jarra com água gelada para nós e dois copos. Hidratei o meu corpo e me deu vontade de entrar na água. Tirei a fralda da neném e a deixei com a calcinha.

—É a nossa vez, só não faça xixi bebê da mamãe. Falei sorrindo e ela sorriu de volta fazendo sons de bebê.

Entrei na água devagar e Esme veio até nós sorrindo. Ficamos curtindo a água um pouco e dei a neném para a avó, eu queria mergulhar um pouco e aproveitamos bastante. A água estava mesmo morna e Marie começou a bater os bracinhos, ela estava adorando. Lembrei-me da vez em que entrei na piscina estando aqui obrigada pelo Edward e com o meu micro biquíni para provocá-lo, ele me obrigou a beijá-lo na frente da família e amigos. Isso hoje me fazia sorrir pela cara da Alice ao nos desaprovar com o olhar, era um louco mesmo e acariciei minha barriga. Nossa, passei por tanta coisa e aprontei tanto com ele também. As roupas queimadas de ferro por me diminuir, o carro, as garrafas de bebida cara que esvaziei na pia do banheiro social o levando a loucura. Mesmo com tudo isso ele foi capaz de me amar, eu tinha que reconhecer. Eu dei um baita prejuízo nele também.
Aos poucos o sol foi se pondo e veio à noite, Marie estava com a avó na espreguiçadeira e saí finalmente da água. Conversamos mais um pouco e bebi mais um pouco de água, por incrível que pareça eu já estava novamente com fome.

—Vamos sair? Já está caindo à temperatura filha.
—Vamos sim, já me sinto faminta.
—Isso é bom.
—Pois é eu preciso engordar um pouco mais.
—Logo, logo ficará ainda mais bonita, não se preocupe.
—Tomara mesmo.

Caminhamos pelo quintal e entramos, o cheirinho na cozinha estava bom e peguei uma banana para eu comer. Coloquei um pedacinho na boca da Marie e subimos. Esme a deixou em seu berço e fui preparar o banho dela.
Estando Marie de banho tomado e vestida, Mary desceu com ela para alimentá-la a pedido de Esme. Arrumei o banheiro e saí do quarto da Marie, fui para o meu e entrei no closet. Escolhi o que vestir e fui para o banheiro já me despindo da parte de cima do biquíni. Fiquei de frente para o espelho e terminei de me despir, estando distraída eu entrei no Box e liguei o chuveiro. Comecei a lavar o meu cabelo e o ensaboei bastante, eu esfregava o meu couro cabeludo e o enxaguei. Após aplicar o condicionador, eu ensaboei o meu corpo e comecei a cantarolar. Havia tanto tempo que eu não fazia isso, mas eu me sentia leve nesse momento para cantar. Lavei-me bem e me enxaguei por inteiro estando sob a água. De olhos fechado eu cantarolava e sorria, pois o mundo lá fora nesse momento não existia e continuei cantando how deep is your Love. Lembrava o meu aniversário de 18 anos na praia. Eu não estava cem por cento perfeita na letra, mas cantarolava assim mesmo e me requebrava de leve. Fiquei enrolando sob a água estando de olhos fechado ainda e senti braços me envolvendo, me assustei de leve e suspirei ao reconhecer o cheiro do Edward.
—Está tão linda cantando. Disse ele em meu ouvido e beijou minha orelha.
—Como entrou sem eu perceber? Perguntei o sentindo beijar o meu pescoço e o notando já nu.
—Estava tão distraída, que quis fazer uma surpresa. Disse ele correndo as duas mãos pela lateral do meu corpo e me arrepiei por inteira.
—Sim. Falei de olhos fechado e gemi de leve ao senti-lo acariciar o meu seio direito suavemente. Edward continuou me acariciando e delirei com isso, era bom demais e ele me virou para beijá-lo.
—Boa noite amor. Disse ele me olhando intensamente com seus lindos olhos verde.
—Boa noite. Falei o abraçando estando nossos lábios um grudado no outro já.
Ficamos nos beijando e me afastei para pegar a bucha, coloquei sabonete líquido e olhei intensamente. Comecei a lavar o corpo dele, depois ensaboei o cabelo e lhe fiz uma deliciosa massagem enquanto lavava seus fios. Edward enquanto isso massageava a minha barriga e sorri, logo o coloquei sob a água e o enxaguei por completo. Estando limpo ele tornou a me beijar.
—Senti saudades.
—Estou aqui.
—Bom.

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Saímos do Box após Edward desligar o chuveiro e ele me secou, fiz o mesmo com ele e tornamos a nos beijar. Eu não me cansaria nunca de beijá-lo e quando dei por mim, já estávamos na cama.
—Agora me leve até as estrelas. Falei com ele estando sobre mim e invadiu o meu corpo.
—Será u prazer.
.
.
Depois dessa noite intensa de amor que nós tivemos, onde esquecemos até de descer para jantar e que a minha sogra tomou conta da minha filha, os dias foram se passando rapidamente. A missa dos meus pais aconteceu na segunda feira seguinte deixando-me bem chorona durante o sermão que tocou a minha alma, pois Edward estava trabalhando e deve ter esquecido. Suspirei cabisbaixa no término da mesma, Sebastian era quem estava ali me confortando e para a minha surpresa ao me levantar e sair do banco, Edward estava li me esperando de braços abertos e me abraçou. Não precisava de palavras no momento e ele beijou a minha testa demoradamente. O agradeci com o meu olhar e peguei a linda rosa branca que ele me deu. Jantamos fora a pedido dele para me animar e adorei a sua atenção ao me dar a sobremesa na boca sem nos importar com quem nos olhasse. Ele estava tão bonito e eu estava toda de branco estando elegantemente vestida para a missa. Nesse dia ficamos no apartamento só nós dois e não rolou sexo, apenas carinho e companheirismo.
—Sabe que eu te amo. Dizia ele vez ou outra acariciando o meu rosto e sorri.
Tantas lembranças dali me vieram à mente ao entrar no apartamento e horas depois fechei os meus olhos para dormir estando entre os braços protetores dele. O quarto cheirava a carinho misturado com ternura nesse dia e isso era um calmante para a minha alma.
.
.
Começamos com os preparativos do batizado da Marie dias depois e os convites foram entregues após eu o escolher. Convidei os meus amigos e eles ficaram bem contentes, mas Ângela e Jake estavam tensos e eu os tranquilizei. Sorrindo depois de um tempo estando nós ao telefone, ela disse um tudo bem e disse que estaria presente com o namorado. Jake confirmou presença com a noiva e a irmã pelo e-mail e me agradeceu. Pedi que ele se comportasse, pois o meu noivo estava disposto a fazer o mesmo e o tranquilizei. Respondendo um “vou tentar”, eu sorri e sabia que ele iria se comportar, jake era um cavalheiro e gentil. Ele não faria nada para me magoar e sequei a lágrima que rolou ao fechar o meu laptop, eu estava quase completa e esperava o dia do batizado chegar estando ansiosa e receosa lá no fundo.
A mesa ficaria linda, tudo foi escolhido com muito carinho e na cor branquinho. O Buffet já estava pago e seria servida uma entrada, logo em seguida um almoço delicioso, depois salgadinhos e cortaríamos o bolo com direito a muitos doces. Não economizamos em nada e Alice pagou a metade dizendo ser a festa da afilhada dela. Foi um dilema entre ela e Edward nesse quesito, mas ela ganhou por ser simplesmente Alice.
Agora estávamos na semana do batizado e eu estava ansiosa, tanto que estava vomitando além do normal por estar grávida. Edward estava bem preocupado e prometeu se comportar, mas eu estava ansiosa no bom sentido. Eu iria rever os meus amigos e contava lá no fundo com a aprovação deles.
A semana voou.....
.
.
.............//......................
(Atualmente)

Hoje era sábado, 6 de fevereiro.
11:00 da manhã.

—Bom dia amor. Falou Edward me acordando sorrindo e segurava a Marie no colo estando ela toda descabelada e sorri.
—Bom dia meus tesouros.
—A mamãe está tão linda não é filha? A resposta dela foi uma gargalhada gostosa cheia de baba e sorrimos.

CONTINUA......