Solares
34 Capítulo 34
Notas iniciais
BELLA......
Final do capítulo anterior.
Nosso pedido chegou e começamos a comer. O peixe estava uma delícia, sem comentários e me deliciei. Edward comia na dele e eu também, havia muita comida e na metade dela eu fiquei satisfeita. Edward comeu bem e finalizou quando eu terminava de beber o meu suco. Recusei a sobremesa e ele também, decidimos nos levantar e fomos para a piscina de mãos dadas. Não era necessário no meu ponto de vista, mas preferi deixar quieto. Ao chegarmos na área da piscina nós pegamos uma toalha embalada e fomos nos sentar na cadeira. O sol estava começando a perder a potência e tirei a minha roupa sob o olhar de Edward, havia outros hospedes aproveitando a piscina também. Forrei a toalha na cadeira e me deitei de barriga pra cima, eu daria um tempo por ter acabado de comer. Edward fez o mesmo e ficou de sunga apenas, todo o corpo dele era bem trabalhado e evitei ficar o reparando. Observei que havia garçons servindo as pessoas de drinks e outras coisas a mais, ali era chique demais e nesse exato momento a minha filha mexeu roubando-me a atenção. Por eu estar de barriga pra cima, o ovinho se formou e Edward também viu. Acariciei aquele local e logo o ovinho se desfez novamente.
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20min depois.
Não faltava muito para começar a escurecer e decidi entrar na piscina, ao me ver levantando, Edward fez o mesmo e entramos na piscina juntos. Mergulhei para me molhar por inteira e eu ao emergir, eu vi que Edward nadava pra lá e pra cá. Fiquei encostada na parede da piscina observando tudo a minha volta e Edward emergiu a minha frente me dando um leve susto. Ele passou a mão no rosto e se aproximou de mim, sem se importar com a minha reação ele me beijou bem devagarzinho.
—Edward, há pessoas a nossa volta. Falei afastando o meu rosto do dele.
—Não são tão inocentes e beijar não há problema algum. Pior seria se eu tirasse o seu biquíni e a invadisse aqui mesmo. Disse ele se aproximando novamente de mim e as palavras dele mexeu comigo. Sem demora ele tornou a me beijar.
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Ai meu Deus, eu pensava ao beijá-lo e o beijo se tornou intenso. Ele suspirou em meio ao nosso beijo e se afastou me olhando, eu fazia o mesmo e ele me aprisionou no meio de seus braços. A mão dele estava no parapeito da piscina e eu fiquei sem jeito.
—Por que me olha dessa forma Edward?
—Até isso eu não posso fazer?
—Não é proibido, mas.....
—Não vejo problema algum.
—Não quero estragar a nossa convivência, mas eu preciso saber o que deu em você ultimamente.
—Lá vem você com isso outra vez Isabella!
—Pergunto por não o entender.
—Estamos convivendo.
—Ok. Falei o olhando.
—Você reclama de tudo.
—Não vem não, você... Ah! Deixa pra lá. Falei saindo do meio dos braços dele e ele me abraçou por trás, pude sentir o seu estado e fiquei quieta. –Parece um tarado!
—Sou novo e sexo nunca é demais.
—Percebo, por isso têm as outras.
—É melhor você parar de falar nelas! Qual é o seu problema com elas? Agora quem pergunta sou eu!
—É a mais pura verdade!
—Está com ciúmes? Perguntou ele em meu ouvido e sai do abraço dele.
—Nunca! Isso nunca e não é verdade. Só pode está delirando e não existe isso no meio de nós. Falei saindo da piscina e fui me deitar na cadeira, ele só podia estar louco!
Edward continuou aproveitando a piscina e me olhava vez ou outra. Lembrei dos pais dele, de Mary, Alice e Sebastian, eu estava com saudades deles, mas também eu estava aproveitando e não queria voltar agora. Bem ou mal eu estava curtindo.
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Edward saiu da piscina e se secou, a noite já reinava e decidimos ir para o quarto. Ao chegarmos no mesmo, eu fui para o banheiro e o que mais me chamou a atenção ali foi a hidro. Apertei o botão e a mesma começou a borbulhar, era relaxante demais e tirei o meu biquíni sorrindo. Fiquei nua e entrei na hidro, estava ótimo aquele borbulhar constante e Edward entrou no banheiro. Ele tirou a roupa e por último a sunga, quase entrei em parafusos quando ele entrou na hidro e se sentou sem vir me perturbar.
—Isso aqui é tudo de bom. Falei estando com os meus olhos fechados.
—É.
Ficamos relaxando e dei um jeito de ficar com todo o meu corpo submerso na água para molhar a minha cabeça. Minha perna se chocou na dele por eu estar com elas abertas e me sentei sob o olhar dele. Meu corpo já estava começando a ter reações e começou pelo os meus seios que ficaram com os bicos duro. Edward olhou para eles e virou o rosto, por ter como me deitar levemente na hidro, eu fiquei inclinada de barriga pra cima e os meus seios ficaram à mostra. Fechei os meus olhos novamente e me permiti relaxar.
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10min depois.
Resolvi sair e fui para o Box tomar banho, me lavei por inteira e saí para me secar. Estando já seca eu vesti um roupão do próprio local e penteei o meu cabelo sob o olhar dele, ele ainda estava aproveitando a hidro.
—Iremos ficar no quarto ou iremos andar por aí Edward?
—Você que sabe. Não está cansada?
—Um pouco.
—Quer jantar aqui ou no restaurante?
—Pode ser no restaurante e algo leve. Ver pessoas é sempre bom.
—Por mim tudo bem.
—Não estou com muita fome agora. Podemos ir por volta das 21h?
—Ok
Fui para o quarto e me deitei na cama, liguei a televisão e fiquei assistindo.
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30min depois.
O sono estava querendo me atacar quando Edward saiu do banheiro estando de banho já tomado e foi até a mala dele. Edward tirou a toalha bem dizer na minha frente pela posição da mala e vestiu uma boxer preta somente. Ele se deitou ao meu lado e fechou os olhos, ele parecia cansado também e ficamos descansando.
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Às 20:30min.
—bella. Chamou-me Edward e abri os meus olhos. –Isabella.
—Hum?
—Vamos jantar.
—Vamos. Falei sentindo a minha filha mexendo e coloquei a minha mão sobre a minha barriga.
Levantei um pouco tonta por causa do sono excessivo e me apoiei na cama. Vendo a cena.
—Está tonta?
—É o sono.
—Tem certeza?
—Absolta.
Fui até a mala ver o que vestir e coloquei um vestidinho azul escuro com tiras nas costas, era sexy e ia até o meio da minha coxa estando coladinho em meu corpo. Calcei uma sandália baixinha até bonita e fui para o banheiro pentear o meu cabelo. Passei um pouco de gloss em meus lábios e me perfumei, já estava muito bom. Saí do banheiro encontrando Edward já vestido, fui até a minha mala pegar a minha vitamina e saímos do quarto. Fomos andando pelos corredores e Edward segurou em minha mão, algumas pessoas transitavam pelo lugar e saímos ao ar livre, o restaurante ficava em outro local.
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Logo chegamos e fomos nos acomodar, desisti de comer algo leve e pedi um tortellini de ricota com creme de brócolis. Era massa, mas de vez em quando não fazia mal. Edward também me acompanhou no pedido e quando a nossa comida chegou junto de nossas bebidas, nós comemos. Sendo que eu antes de comer ingeri a minha vitamina.
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Minha sobremesa foi um mousse de manga e Edward preferiu um vulcão de chocolate com uma bola de sorvete de coco, parecia estar muito bom eu observei quando garçom o trouxe. Aguei ao olhá-lo comer e por uma vez quase que o sorvete dele caiu na mesa.
—Está olhando muito, parece que quer. Falou Edward do nada.
—Está enganado. Falei continuando a comer o meu mousse de manga.
Edward pediu mais uma sobremesa daquela e quando o garçom a trouxe, Edward colocou o pratinho na minha frente.
—Coma.
—Eu não.....
—Sei que quer, então pare de frescuras.
Peguei a colher e parti um pedaço, na mesma hora o recheio de chocolate transbordou e com a mesma colher eu peguei um pouco do sorvete. A minha boca estava cheia d’água e comi aquela delicia rezando, Edward me olhava comendo a sobremesa dele e momentos depois nós acabamos de comer, eu fui rápida por estar desejosa demais. Ficamos ali sentados olhando a moda e um grupo de moças entrou para jantar, sem disfarçar uma delas olhou para Edward o admirando e sei que ele chamava mesmo a atenção feminina. Olhei para a cara dele e ele me olhou, mas ficou na dele e eu na minha. Continuei olhando tudo em volta, principalmente para as pessoas e a mulher morena que entrou no restaurante ainda pouco vira e mexe olhava para o Edward. Teve uma hora que ele também a olhou e quando o garçom passou pela a nossa mesa, Edward resolveu pedir um drink alcoólico para ele.
—Quer alguma coisa? Perguntou-me ele.
—Uma garrafa de água, somente isso.
—Uma garrafa de água, por favor. Pediu Edward ao garçom.
—Sim senhor. Disse o homem anotando o nosso pedido e se foi.
Aquela mulher ainda olhava para o meu marido e ao notar eu olhando para ela, ela disfarçou sorrindo para as amigas dela.
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Edward bebeu o drink dele quando o mesmo chegou e eu bebi a minha água. Deu-me vontade de ir ao banheiro, perguntei o garçom onde ele ficava e sendo muito gentil o homem me informou onde era. Edward ficou sentado e eu fui até o banheiro do restaurante, chegando lá eu me aliviei com vontade. Após me assear eu fui lavar as minhas mãos e me olhei no espelho, eu estava bem e resolvi voltar. Ao chegar no salão eu olhei para Edward e a mulher acenou de leve com um tchau para ele sem me ver ao longe. Edward bebeu a bebida dele e ao levantar o rosto ele me viu se aproximar, mas faltava um pouco para eu chegar até a nossa mesa. Olhei bem para ele e me sentei o olhando ainda.
—Podemos ir agora?
—Para onde?
—Para o quarto é claro! Falei me levantando novamente.
—Mais já?
—Quer ficar aqui?
—Está bom aqui. Disse ele me olhando.
—Fique aqui então, mas eu irei voltar! Falei pegando o cartão do nosso quarto sobre a mesa de uma maneira desnecessária.
Fui na direção da saída e andei apressada pelos corredores, mas Edward logo me alcançou no momento que eu saí ao ar livre. Ele segurou em meu braço e me fez olhar para ele.
—Estávamos tranquilos. Por que dessa loucura de repente Isabella?
—Estou cansada, só isso! Falei olhando para o lado e não para ele.
—Isso é motivo de sair desembestada do restaurante? Não entendo você.
—Não precisa me acompanhar, fica lá se quiser.
—Vamos para o quarto de uma vez e pronto!
Fomos andando devagar e fui calada na minha. Edward segurava na minha mão e entramos na ala dos dormitórios. Andamos pelos corredores e logo chegamos no nosso quarto, Edward inseriu o cartão e a porta foi aberta dando um clique indicando o destrave. Fui para o banheiro e fechei a porta do mesmo com um baque desnecessário. Ele só podia estar dando mole para aquela biscate. E mesmo que não houvesse sentimentos entre nós, que ele desse bandeira quando eu não estivesse presente. Fiquei com uma raiva tremenda dele e lavei o meu rosto, depois escovei os meus dentes e resolvi entrar na hidro para relaxar.
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10min depois.
—Isabella. Chamou-me Edward batendo na porta de leve e não respondi. –Isabella! Não o respondi e ele desistiu de continuar me chamando.
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15min depois.
Saí da hidro e a esvaziei. Sequei-me e vesti o roupão, penteei o meu cabelo com a escova e fui abrir a porta do banheiro. Ao sair no quarto eu vi Edward admirando a vista do imenso Resort da janela e ao olhar para trás, ele me viu mexendo em minha mala.
—Por que não me respondeu? Perguntou ele me olhando e eu continuei mexendo em minha mala como se não tivesse o escutado. –Então é assim?
—Como devia ser? Perguntei olhando para ele nada satisfeita e ele balançou a cabeça que não.
—É melhor você ir dormir.
Não o respondi e ele pegou o cartão do quarto, depois foi na direção da porta e a abriu. Sem falar nada após sair, ele fechou a porta e eu desisti do que eu iria pegar para vestir. Sentei na cama e fiquei pensativa, decidi ir olhar da janela e a noite estava mesmo linda. Eu perguntava-me onde ele foi e decidi ir me deitar, mas apaguei a luz do quarto primeiro e quando me deitei apaguei a luz do abajur. Eram dois ao total e só havia um aceso.
Senti o meu rosto esquentar pela a minha imensa vontade de chorar, mas me mantive firme com muito custo.
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Momentos depois.
O meu sono não estava querendo vir e odiei isso.
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Deu 00:00.
Nada dele voltar.
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Madrugada de quarta feira, 12 de março.
1h da manhã.
Edward ainda não havia chegado e decidi ir ver por onde ele andava. Coloquei a mesma roupa de antes e calcei a minha sandália. Fui para o banheiro dar um jeito em meu rosto e lembrei que havia um bar com músicas ao vivo. Eu estava bem vestida e fiz uma leve maquiagem, não me demorei muito e fui até o quarto pegar o outro cartão que abriria a porta em cima do criado mudo. Sem haver problemas eu abri a porta e a fechei, fui caminhando pelo corredor olhando tudo e quando passou uma camareira por mim, eu perguntei para que lado ficava o bar e ela disse ficava ao sul perto da praia. A agradeci e fui andando a passos largos.
Na ala dos dormitórios estava tudo silencioso, mas do lado de fora algumas pessoas bebiam sentadas na cadeira da piscina e conversavam de forma descontraída. Na outra ala algumas pessoas conversavam andando pra lá e pra cá e fui caminhando na direção do bar. Estava animado ali.
O lugar estava cheio e muitos casais dançavam ao som latino cantado por um homem. A voz do homem era muito bonita e a canção tinha um molejo suave. Reparei os casais que dançavam cheios de paixão e alguns até se beijavam. Vi que as pessoas bebiam e se divertiam em meio à conversa, mas o meu propósito ali era ver se eu achava Edward e parei em um ponto que julguei bom para olhar em volta. Não o vi por haver muita gente e fui andando pelo salão o procurando e onde havia mulheres reunidas eu o procurava, mas não o achava.
—Aceita dançar? Perguntou um rapaz parando a minha frente e era até muito bonito.
—Não obrigado. Falei sorrindo levemente.
—Está sozinha aqui?
—Não. Falei mostrando a minha aliança de casamento.
—Ah! Tudo bem. Falou ele sorrindo um pouco sem jeito.
—Não se acanhe e tenha uma boa noite. Falei me afastando dele.
Fui até o bar e Edward não estava ali, cansada de procurá-lo eu me sentei de frente para o bar e cruzei as minhas pernas.
—Boa noite senhora. Saudou-me o bar mam ao olhar a minha aliança de casamento.
—Boa. Falei o olhando.
—Deseja algo?
—Vocês servem drink sem álcool aí? Falei me afastando e ele viu a minha barriga.
—De tudo um pouco. Falou ele sorrindo de forma simpática.
—Me dê o seu melhor drink.
—Qual o número de seu quarto? Preciso para pôr na conta de vocês.
—É o 303.
—Ok e é pra já.
O meu drink ficou pronto e ao prová-lo, ele era à base de frutas tropicais, uma delícia. Assinei a notinha que comprovaria que o pedido foi feito por mim e o rapaz foi atender outra pessoa. Movi o meu corpo de acordo com a batida envolvente segurando a minha taça e senti uma presença atrás de mim. Meu corpo se arrepiou todinho e olhei para trás na direção da pista de dança, era Edward ali me olhando e segurava um copo de bebida me olhando intensamente.
—Então achou o que estava procurando? Perguntou ele e bebi mais um pouco da minha bebida o olhando.
—Vim me divertir, parece que você estava fazendo o mesmo.
—É eu estava bebendo e olhando a moda.
—Bom pra você. Não achou ninguém que o agradasse? Perguntei e bebi mais um golinho da minha bebida.
—Vim beber um pouco, melhor do que ficar naquele quarto com você emburrada.
—Somos casados no papel, mas faça o que quiser Edward. Não deve me dar satisfação.
—Então porque me procurava?
—Ficou doido?
—Você chegou, passou por mim e não me viu.
—Eu estava apreciando o local.
—Faz bem. Disse ele envolvendo a minha cintura com a mão livre e tentei me afastar sem ser mal-educada a vista dos outros a nossa volta, mas ele não me deixou. Então continuei sentada e ele envolvia a minha cintura com apenas uma mão.
Edward terminou de beber o drink dele e eu o meu, nos olhávamos muito e colocamos o nosso copo sobre o bar.
—Vou para o quarto agora. Fique se quiser.
—Não iremos para o quarto, podemos ficar aqui e encenar.
—Não gosto de fazer isso!
—Vamos. Falou ele sério e me levantei da cadeira na hora.
Pensei que iríamos subir, mas Edward colocou as minhas mãos no pescoço dele e eu as ajeitei melhor. Estávamos no meio do salão, Edward envolveu a minha cintura e começamos a dançar no ritmo da música como as outras pessoas.
Eu movia o meu quadril de forma suave e fomos dançando de forma sensual. Não na conotação sexual, a batida da música que fazia nós nos movermos devagar e Edward de graça beijou o meu pescoço. Fechei os meus olhos por causa das sensações e tornei a abri-los. Continuamos a dançar e corri a minha mão pela cabeça dele sentindo os fios de seus cabelos correrem pela ponta dos meus dedos, quando me dei conta do que eu estava fazendo, eu parei.
—Vou para o quarto, minhas pernas estão protestando. Menti.
—E eu estou cansado. Vamos.
—Ok.
Fomos andando devagar desviando das pessoas e saímos do imenso bar. Andamos pela extensa área notando estar menos movimentada agora e a maioria já devia estar em seus quartos descansando ou se preparando para descansarem. Chegamos na ala dos quartos e fomos andando devagar pelos corredores, por fim chegamos e paramos em frente à porta do nosso quarto. Edward abriu a mesma e entrei primeiro, segundos depois ele fechou a porta. Fui até a cama e coloquei o cartão que abria a porta sobre o criado mudo, depois fui até a mala escolher o que vestir para eu dormir. A camisola era muito bonita na cor prata bem transparente, era tão fina que em mim ficaria quase no tom de pele por eu ser branca demais. O bojo continha rendas do mesmo tecido, mas os bicos do meu seio ficariam visíveis. Eu reparei que Edward tirava a blusa dele nesse exato momento. Depois ele foi para o banheiro tomar banho e fiquei aguardando a minha vez.
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13min depois.
Edward saiu estando vestido com o roupão e eu fui para o banheiro, sem hesitar eu tirei toda a minha roupa, escovei os meus dentes e fui para o Box tomar uma ducha rápida para tirar a maquiagem do meu rosto. Quando eu acabei, saí para me secar e me vesti. Dando por satisfeita com o que eu estava vendo no espelho, eu fui apagar a luz do banheiro. Saí no quarto e Edward estava deitado apenas de boxer vendo televisão, sem disfarçar ele ficou me olhando e seu olhar filmava cada ação minha ao andar pelo quarto. Primeiro tirei o robe da camisola devagar e o deixei sobre a mala que estava sobre o sofá. Fui até a janela e a abri, a vista era mesmo incrível e estava fresquinho com leves ventinhos. Fui na direção da cama, afastei as cobertas e me deitei devagar ao lado dele. Fiquei descoberta pela noite estar com uma temperatura boa e Edward estava da mesma forma.
—Boa noite Edward.
—Pra você também. Vai querer ficar assistindo?
—Não, eu prefiro dormir.
—Ok.
Ele desligou a televisão e apagou a luz do abajur ao seu lado. Fiz o mesmo e o quarto ficou sendo iluminado com a claridade que vinha de fora. O som do mar ao longe era delicioso e me movi na cama, pela camisola não ser cumprida, eu sabia que toda a minha parte de baixo estava descoberta por causa da minha gravidez e nem liguei. Eu estava deitada de barriga pra cima, dava para enxergar muito bem pela claridade ser boa e a luz da lua ajudava dando um ar paradisíaco. Pela transparência o meu corpo estava exposto. Meus seios subiam e desciam por causa da minha respiração e estavam imprensados no tecido da camisola por estarem enormes. Edward se moveu na cama e se aproximou um pouco mais fazendo com que eu sentisse a sua respiração em meu pescoço. Sua aproximação era perigosa demais e ele levantou o rosto para me olhar, eu também o olhei e ele veio me beijar.
—Edward. Falei baixinho tentando me afastar dele sem ter muita força.
—Não fale nada. Disse ele beijando o meu ouvido e acariciou a minha cintura ao mesmo tempo.
Rendi-me com um gemido baixo e nos beijamos pra valer. Depois Edward foi beijar o vão dos meus seios e se demorou ali, tanto ele beijava como sugava a minha pele. Ele fez o mesmo em meus seios, mas sem ser no bico e sim na parte descoberta da camisola. Eu já o desejava loucamente e já estava mais que molhada para a minha total perdição. Acho que eu já havia perdido a decência mesmo. Edward tornou a me beijar e corri a minha mão direita em toda as costas dele, sem haver a penetração já gemíamos um na boca do outro pelas sensações sentidas em nossos corpos e Edward tirou a minha camisola. Tornei a me deitar de barriga pra cima estando apenas de calcinha e ele se acomodou ao meu lado vindo me beijar logo a seguir. Ele abriu um pouco as minhas pernas e passou o dedo de leve sobre o tecido em cima do meu ponto máximo de prazer, remexi-me inquieta na cama e uma pontada de desejo dentro do meu útero me fez estremecer de leve. Afastei-me implorando por ar e os meus seios subiam e desciam constantemente. Edward foi beijá-los e os sugou com vontade de forma a não me machucar, sem ter muita paciência eu o afastei e fiz com que ele se deitasse de barriga pra cima. Fui beijar o pescoço dele, desci com os meus beijos para o peito e depois fiquei chupando de leve a barriga dele. Eu corria a minha língua em torno de seu umbigo e vi o quanto ele estava excitado. Na mesma hora eu tirei a boxer dele e ele tirou a minha calcinha logo a seguir após se sentar e me fazer ficar em pé na cama. Ele se encostou na cabeceira e me fez andar na cama indo de encontro a ele. Sem esperar ele afastou as minhas pernas e tive que espalmar as minhas mãos na parede para me apoiar quando ele começou a me dar prazer com a boca. Estando nessa posição eu comecei a me mover lentamente, aquilo estava delicioso demais e minha vontade era de aumentar os meus movimentos ao sentir que eu estava quase gozando já. Eu gemia baixinho constantemente e me afastei dele com as minhas pernas bambas.
—Deite-se. Falei estando em pé ainda e ele me obedeceu na mesma hora. Coloquei a minha perna esquerda do outro lado do corpo dele e de baixo para cima era possível ele ver todo o meu sexo destampado. Sentei-me sobre ele e seu olhar me comia por inteira, fui beijá-lo e ele me retribuiu de forma calma. Parecendo não se aguentar mais, Edward se moveu sob mim tentando conectar o nosso sexo, mas eu não deixei ao levantar o meu quadril. Sua pegada estava intensa e eu sabia que isso era indicio que o desejo dele estava mais que elevado, assim como estava o meu. Edward gemia ao beijar os meus seios e mais uma vez tentou conectar o nosso sexo, mas eu não deixei novamente e sorri levemente. Comecei a sarrar de leve nele e eu dando um vacilo, ele se moveu e me penetrou numa estocada só. Gritei com a sensação deliciosa que eu senti e Edward fez o mesmo, mas maldosamente eu fingi que iria começar a me mover e desconectei o nosso sexo. –Vai ser quando eu quiser. Falei baixinho no ouvido dele e ele balançou a cabeça que sim.
—Sei que quer, está me molhando como louca.
—Hum. Gemi por ele ter falado isso baixinho em meu ouvido e acariciou o meu sexo estando com a mão entre os nossos corpos. – hummm! Gemi novamente e fui beijá-lo quase o devorando, era o momento por eu mesma não estar aguentando mais.
Comecei a sarrar de leve e quando o senti em minha entrada, Edward moveu o quadril me penetrando devagarzinho. Gemi feito uma louca na boca dele e comecei a me movimentar. Fechei os meus olhos para sentir todas as sensações e rebolamos um contra o outro feito dois loucos, acabamos gozando ao som dos meus gritos de prazer e Edward apertava a minha cintura por estar sendo bom para ele também. A intensidade do prazer era tanta, que decidimos nos mover com intensidade e gememos alto entre o nosso beijo. Estávamos exaustos e fomos parando com os movimentos sentindo o nosso sexo se contraindo. Estávamos ofegantes e ele veio me beijar novamente.
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3min depois.
Afastei o meu rosto do dele e desconectei o nosso sexo devagar, deitei-me de barriga pra cima e ficamos recuperando o nosso fôlego.
—Por mais que você diga que o meu sexo é meia boca, saiba que para mim não foi. Falei ao me deitar de lado para poder olhá-lo.
—Tem razão. Disse ele olhando para os meus lábios e veio me beijar. O beijo foi vagaroso, mas intenso e com um gosto de quero mais, meu corpo já estava se acendendo novamente e.... –É melhor descansar.
—Preciso mesmo. Falei me cobrindo e ele fez o mesmo, pois a temperatura já estava começando a cair.
Ajeitei-me no travesseiro e ficamos frente a frente, não demorou muito o sono nos pegou.
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Às 09:55min da manhã.
—Hei, acorde. Chamou-me Edward me sacudindo de leve e abri os meus olhos. –Pedi o café da manhã e ele já chegou. A barca sai às 11h da manhã.
—Ok. Falei me sentando na cama e meus seios ficaram a mostra, na mesma hora eu os tampei com o lençol e Edward pareceu não ligar.
Ele colocou a bandeja de café na minha frente e reparei que ela estava sortida e muito farta. Começamos a comer, senti que o meu cabelo estava um pouco revolto, mas não me importei. O sono estava me matando e peguei um brioche, passei um pouco de geléia de morango nele e era possível ver os pedaços da fruta. Comi me deliciando e o olhei, eu não estava sabendo lidar com esse Edward de agora, literalmente não e continuei comendo na minha. Já havia café com leite na xícara e eu só o adocei, bebi com gosto por estar me sentindo bem faminta. O celular de Edward tocou e ele se levantou da cama para ir pegá-lo, só aí é que eu fui reparar, ele vestia apenas a boxer que ele colocou essa madrugada após o banho. Fiquei prestando atenção para ver se era alguma mulher atrás dele e ele o atendeu ali no quarto mesmo.
—O que é nanica? Uma hora dessas? Perguntou ele sorrindo e veio se sentar à minha frente como estava antes.
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—Tudo bem, eu irei passar para ela. Tchau.
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—Alice quer falar com você. Disse Edward me entregando o celular dele e o peguei.
—Alô Alice.
—Bella! Disse ela apreensiva e contendo a ansiedade ao mesmo tempo. –Fico feliz que ainda estão vivos e não se mataram.
—Não Alice, claro que não. Falei sorrindo levemente.
—Como vão as coisas, estão se tolerando?
—Sim.
—Só sim, não está aproveitando? Perguntou ela com voz de decepcionada.
—Estou sim Alice, tenho que admitir.
—Gostou da casa? Perguntou ela empolgada.
—A casa é muito bonita, os pais de Edward têm bom gosto se tratando de lar.
—Gostou mesmo?
—Sim, muito. Por que a curiosidade e a preocupação?
—Não, não é por nada. Já estão no Resort?
—Sim, aqui é um lugar muito bonito. Comida excelente e os funcionários são bem gentis. É incrível aqui Alice.
—Edward está se comportando?
—Pra falar a verdade está sim, estou estranhando até Alice.
—Como assim? Explica já, já mocinha!
—Não posso falar muito.
—Não quer falar na frente dele?
—Não por conhecê-lo bem.
—Pois bem. Estão convivendo numa boa aparentemente?
—Sim.
—Estão se beijando?
—Por que isso Alice?
—Apenas diga sim ou não.
—Tudo bem. A resposta é sim.
—Estão se beijando mesmo?
—É, mas não se empolgue.
—Menos mal! Estão fazendo amor pelo menos?
—Nossa Alice!
—Apenas me responda, não é inocente Isabella!
—Sei que não, mas eu não perguntaria uma coisa dessas para alguém.
—Faço o tipo cara de pau, mas apenas com vocês e com algumas amigas minha. É sim ou não?
—Não vou falar. Falei sorrindo.
—Não precisa, sei que estão. Meu primo é mesmo irresistível, mas ele não me abala, Deus! Claro que não por ser praticamente o meu irmão. O considero assim.
—Quero fazer uma observação seriíssima Alice!
—Qual é?
—Que camisolas são essas? Elas não tampam nada em meu corpo!
—A intenção é essa.
—Você é bem cara de pau mesmo Alice.
—Sei que sim. Elas são lindas bella e deixa um homem maluquinho. Toda a criatividade foi minha.
—Esqueceu que eu estou grávida?
—O quê que tem isso?
—Graça nenhuma Alice!
—Já está pirando. Sei que está grávida, mas não perdeu as formas. Com o novo visual, as camisolas e tudo mais, eu sei que está arrasando!
—Mesmo assim obrigado pelas roupas para eu não parecer injusta.
—O dinheiro não foi meu, mas tudo bem pela escolha ter sido minha.
—E Esme e Carlisle, como eles estão?
—Bem e muito preocupados com os dois sozinhos. Minha tia pior ainda.
—Diga a eles que não é para se preocuparem, fala que eu sei me defender. Falei sorrindo levemente e Edward rolou os olhos.
—Ele não está a forçando a nada né?
—Não, juro que não.
—Então menos mal. E a minha afilhada?
—Está calminha, mexe vez ou outra e acho que ela está preguiçosa. Após eu falar, nós sorrimos.
—Mesmo sendo transparentes, retornando ao assunto, você está colocando-as mesmo assim?
—Sim.
—Jura?
—Pela a minha filha. Não sou fã de dormir com roupas normais.
—Então ta! Disse ela demonstrando empolgação.
—Você é mesmo maldosa Alice.
—Não sou não. Disse ela sorrindo. –Agora vou deixá-los em paz e dizer aos meus tios que estão vivos, graças a Deus!
—Fale para eles não se preocuparem e mande um beijo para eles e diga a Mary que tenho saudades dela.
—Pode deixar e obrigado.
—Quer falar com o seu primo?
—Não quero atrapalhar. Um beijo bella.
—Pra você também Alice. Tchau.
—Tchau.
Encerrei a ligação e devolvi o celular para o Edward. Continuamos a comer e fui comendo de tudo um pouco, me deliciei com o queijo com goiabada e estávamos quase terminando de comer. A hora estava passando rápido e Edward ao se sentir satisfeito parou de comer. Eu também já estava satisfeita e olhando bem a bandeja não sobrou quase nada.
—Preciso de um banho rápido Edward, eu sei que iremos para o mar, mas estou toda........ Interrompi a minha fala ao me dar conta do que eu iria falar.
—Ok. Disse ele me olhando.
Edward afastou a bandeja e me levantei devagar, peguei o robe da camisola e o vesti rápido por causa a minha nudez. Fui para o banheiro levando o presto barba comigo para me assear e tomei um banho rápido depois de me livrar dos pelos indesejáveis, pois iríamos para a praia. Após me secar eu fui para o quarto e vesti um biquíni verde musgo com detalhes em dourado. Eu adorei o biquíni, era bonito e cabia o meu seio perfeitamente. Já o outro que eu usei na piscina ontem secava estando pendurado no Box.
Peguei uma saída de praia para eu vestir, calcei uma rasteirinha e prendi o meu cabelo fazendo um rabo de cavalo. Já estava muito bom e Edward saiu do banheiro estando vestido com uma bermuda e uma camiseta, ele estava calçado com chinelo e parecia bem à vontade estando assim.
—Edward.
—O quê?
—Esqueci a minha bolsa de praia lá na casa e não tenho onde colocar o protetor solar, a canga e outros pertences.
—Podemos passar na loja lá em baixo, deve haver algo desse tipo.
—Não precisa, posso levar apenas a canga e o protetor solar.
—Já está pronta?
—Sim.
—Temos vinte minutos só.
—Vamos logo.
Edward colocou as minhas coisas dentro da canga, inclusive duas toalhas formando uma trouxinha e saímos do quarto. Por mim eu não iria levar tudo por não ter uma bolsa, mas ao vê-lo pegando as coisas que seriam necessárias eu não falei nada.
Andamos a passos largos sem ser prejudicial a mim e saímos da ala dos dormitórios, fomos para a outra ala e havia várias lojas, era cada coisa lindinha e bem praia mesmo. Entre outras coisas a mais, até roupa de sair havia e fomos na que vendia biquínis, roupas para se ir à praia, óculos de marca e etc...
Na loja havia o que eu precisava e adorei as bolsas de palhas, era cada uma linda com bordados de flores e adorei a que tinha umas rosas laranja bordadas. Vendo que eu fiquei olhando a bolsa....
—Quer essa?
—As coisas são bem caras aqui Edward. Falei reparando o preço na etiqueta, uma bolsa daquela em Solares custava à metade do preço. -Não precisa comprar, posso me virar com essa trouxinha que você fez.
—A hora está passando. Quer essa?
—Mas......
—Coloque essa bolsa na conta do quarto 303. Pediu ele a vendedora.
—É pra já senhor. Falou a moça indo até o computador.
Quando a notinha saiu, ela veio até nós para Edward assiná-la, depois de assinado ela nos agradeceu e Edward arrancou a etiqueta fora. Coloquei os nossos pertences dentro e Saímos da loja um pouco rápido, faltava nove minutos para a barca sair e nos apressamos.
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Chegamos nas barcas e havia três ao total, elas eram grandes e tinha um pequeno bar na parte de baixo. Elas eram de dois andares e olhei para Edward, pensei na grana que eles gastaram e eu estava no paraíso para falar a verdade. Eu estava encantada.
Entramos na fila e logo chegou a nossa vez, colocamos o colete salva vida oferecido pela funcionária do clube e embarcamos.
Eu e Edward preferimos ir nos sentar na parte de cima e nos acomodamos perto da janela, depois de todos embarcarem e ter dado a hora da saída, ela começou a navegar. O ventinho que se chocava em nosso rosto era ótimo e fui observando tudo em volta. A água era bem clarinha e ao olhar da janela era possível ver alguns peixes nadando. Olhei para o Edward e ele havia colocado o óculo escuro dele, desviei o meu olhar e fiquei observando a paisagem novamente. O guia ia explicando e falava os nomes das praias as quais passávamos, informando-nos ele, nós desembarcaríamos na próxima e aproveitaríamos até à tarde. Dizendo ele éramos para estar de volta às 16h. Lá poderíamos desfrutar dos restaurantes, trailer e outras coisas a mais do local, sendo que esse era por nossa conta, apenas o restaurante do Resort era incluso no pacote pago pelos hospedes. Fiquei pensando por não ter trazido dinheiro e olhei para o Edward após o homem nos comunicar esse pequeno detalhe.
—Eu não trouxe dinheiro.
—Não tem com que se preocupar.
—Você trouxe?
—Minha carteira está em meu bolso.
—Hum! Será que todos trouxeram dinheiro?
—Claro que sim. Tudo vem muito bem detalhado na hora da reserva.
—Entendi.
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Chegamos no local do desembarque e descemos. O local não era enorme e a paisagem era linda ao fundo com colinas. A água verdinha clara dava o ar da graça e fomos caminhando pela areia. Alugamos duas cadeiras e um guarda sol, forrei a canga na areia e me despi. Abri a bolsa e peguei o protetor solar, o passei em todo o meu corpo e me deitei sobre a canga de barriga pra cima. Minha filha começou a se mexer e vez ou outra o ovinho se fazia presente em minha barriga. Edward já estava apenas de sunga e sentado na cadeira ao meu lado, ele olhava a moda e eu fechei os meus olhos.
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25min depois.
O calor estava abrasador e Edward se levantou da cadeira, fiquei o observando e ele foi até o trailer. Quando ele voltou de lá, ele trazia dois sanduíches naturais, duas cocas-colas e uma garrafa de água. O agradeci por me sentir um pouco faminta e comemos. Bebi um pouco de água quando terminei de comer e fui me sentar na cadeira, ao passar um vendedor ambulante Edward comprou uma cerveja para ele beber, o calor ajudava e se eu não estivesse grávida, eu também beberia uma. Pensando bem, se eu não estivesse grávida eu não estaria casada e muito menos aqui nesse momento desfrutando do bom e do melhor, eu nem sabia o que pensar mais. Talvez eu estaria como uma escrava ainda ou até mesmo morta se não fosse Carlisle e Esme. Tudo indicava que eu cedo ou mais tarde acabaria engravidando, Edward não se protegia e transávamos bastante. Resolvi parar de pensar nessas coisas.
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Depois de um tempinho eu quis entrar na água. Fiquei com medo do choque de temperatura por estar muito calor e Edward me acompanhou deixando a minha bolsa sob a cadeira de praia e as coisas dele estando dentro dela também. Nossas coisas não estavam distantes e sim perto da beira da água, então relaxamos e entramos no mar para aproveitar. Para a minha total surpresa a água estava quentinha e me baixei quando veio uma onda, a mesma me molhou por completo me refrescando por inteira. Edward mergulhou e veio ficar ao meu lado, ele me abraçou por trás e beijou o meu pescoço. Fiquei tão pensativa que me desprendi da realidade, só senti quando uma onda se chocou em minha coxa de leve e me trouxe a realidade outra vez. Sem ter como fugir ou até mesmo me esquivar, Edward me beijou. Nosso beijo era calmo e ele se afastou cedo demais, ficamos aproveitando um pouco a água e nisso foi se passando tempo.
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45min depois.
Edward por ter se esquecido de pôr o protetor solar, ele já estava bem vermelho ao invés de queimado. Seus olhos verdes davam o ar da graça e imaginei que os meus estivessem bem expressivos também. Aquele sol todo e a claridade colaboravam e muito para que isso acontecesse. Decidimos sair da água e me deitei na canga estando exausta, Edward se deitou ao meu lado e veio me beijar, era um beijo intenso e juro que eu já não estava entendendo mais nada. Senti a minha filha mexer novamente e coloquei a minha mão em minha barriga, Edward olhou para o que eu estava fazendo e viu o ovinho ali, um pouco sem jeito ele levou a mão dele até a minha barriga e sentiu a pressão que o bebê estava fazendo. Imaginei ser a mão ou o pezinho, mas logo o ovinho se desfez sob a mão dele e ele me olhou.
—Acho que ela acordou. Falei sem ter nada em mente e me sentando na canga, eu fugia dele na verdade.
—Acredito que sim. Disse ele se deitando de bruços e fechou os olhos.
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Um tempinho depois nós devolvemos o guarda sol e a cadeira, fomos até o chuveirinho de água doce que era pago por cada minuto usado e tomamos um banho rápido. Nos secamos com a toalha que trouxemos e fomos almoçar em um dos três restaurantes que havia ali. A comida era ótima e muito bem temperada, Edward se esbaldou na cerveja e eu o olhei. Deixei ele beber na dele sem reclamar e quando terminamos de comer a conta foi paga. Faltava pouco para às 16h.
Fomos para o local de embarque e embarcamos. Fomos para o segundo andar de novo e nos acomodamos. Após almoçar e o navegar da barca me deu sono, encostei-me no banco e acabei cochilando minutos depois da barca ter saído do lugar.
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Um tempo depois.
—Isabella. Chamava-me Edward sacudindo o meu ombro.
—Oi? Respondi de olhos fechados.
—Está na hora de descer, já chegamos no Resort.
—Já? Perguntei abrindo os meus olhos e me ajeitei no banco ao notar que eu estava encostada no ombro dele.
—Sim. Você dormiu durante o trajeto da volta quase inteiro.
—Estou exausta. Falei passando a mão em meus olhos.
Nos levantamos e descemos, saímos da barca e caminhados um pouco devagar por eu estar com muito sono. O Resort estava bem movimentado com o retorno do pessoal e das pessoas que preferiram ficarem no local. Fomos direto para o quarto e Edward abriu a porta, não pensei duas vezes e fui direto para o banheiro. Não me preocupei de fechar a porta e me despi por completo, levei o biquíni para o Box e o lavei antes de eu tomar banho. O estendi no Box mesmo ao lado do outro que já estava seco e comecei a tomar o meu banho. Lavei bem a minha cabeça e me ensaboei, após me enxaguar eu saí para me secar e vesti o roupão somente. Estando em frente ao espelho, eu passei creme hidratante em meu corpo e depois passei creme capilar em meu cabelo. O penteei e saí do banheiro, Edward estava em pé olhando a vista da janela estando a televisão ligada e o chamei.
—Edward.
—Oi.
—Pode ir, eu já acabei.
—Tudo bem. Disse ele pegando a boxer dele sobre a cama e foi para o banheiro.
Edward não ligou de fechar a porta também e me lembrei de escovar os meus dentes, sem me importar eu entrei no banheiro e ele acabava de entrar nu no Box. Coloquei pasta de dente em minha escova e comecei a escovar os meus dentes, corri a escova pra lá e pra cá e ao me dar por satisfeita eu a enxaguei. Sequei o meu rosto e voltei para o quarto o deixando lá se ensaboando.
Parei ao lado da cama e afastei a coberta, minhas energias estavam gastas e me deitei de lado sentindo o torpor em meu corpo. Fiquei vendo televisão e não demorou muito, Edward saiu do banheiro estando vestido apenas com a boxer. Ele foi até a mala dele e pegou o short do pijama para poder o vestir, depois veio se deitar ao meu lado e ficou assistindo televisão.
Bocejei por eu estar com muito sono e me cobri com o lençol somente.
—Não está frio. Quer que eu ligue o ar? Perguntou ele estando com o controle na mão.
—Por mim tudo bem, mas a janela está aberta.
—Vou fechá-la. Após ele falar, eu afirmei com a minha cabeça.
Edward se levantou e fechou a janela, ele ligou o ar, acendeu o abajur por já estar escuro e veio se deitar. Desisti de ficar coberta apenas com o lençol e puxei as cobertas mais grossas, acomodei-me melhor no travesseiro e Edward fez o mesmo. Ele se aproximou de mim e colou o corpo dele em minhas costas, mas não insinuou que queria sexo e ficamos deitados assim. A todo o momento eu sentia a respiração dele em meu pescoço e me movi de leve, se dando conta que eu não estava assistindo e sim começando a ser levada pelo sono, Edward desligou a televisão.
Deu-me vontade de me virar e me virei, fiquei de frente para ele e fechei os meus olhos.
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1min e ½ depois.
Senti o roçar dos lábios dele nos meus e levei um leve susto abrindo os meus olhos na hora, mas não me importei e fui beijada de leve mais uma vez. Gostei do beijo e o aprofundei, sem me dar conta eu já tinha envolvido o pescoço dele com o meu braço e os meus dedos corriam pelos fios de cabelo dele sem parar. O beijo era mesmo sensacional e eu não podia negar ou parar, mas ao notar que eu já estava me empolgando para aprofundar mais as coisas, ele se afastou.
—O que foi? Perguntei abrindo os meus olhos, mas não o larguei.
—É melhor dormir.
—Não estava bom?
—Não é isso, apenas vá descansar.
—Se não quisesse não viria me beijar.
—Mas só se beija também.
—Entre nós é diferente.
—Acha que é só sexo? Agora quem pergunta sou eu.
—Sim.
—Então fiquei aí pensando assim. Disse ele tirando o meu braço em torno do pescoço dele e apagou a luz do abajur, o quarto ficou no escuro e me ajeitei no travesseiro.
—Não me importo! Falei baixo.
Sentindo-me uma idiota, eu deixei as minhas lágrimas rolarem e pelo o meu leve soluçar, ele acendeu a luz para poder me olhar. Tampei o meu rosto com a coberta na mesma hora e virei para o outro lado sem deixar ele ver o meu rosto.
—Está chorando por quê?
—Por nada! Falei um pouco rude, mas por estar com raiva de mim mesma.
—Não se chora à toa Isabella! Qual é o seu problema agora?
—Mas eu sim por não ser perfeita aos seus olhos! Represento a categoria dos que não prestam ou já se esqueceu?
—Se vai começar, é melhor parar desde já! Descanse que é bem melhor.
—Perdi a minha vontade de dormir!
—Devia tentar, você veio apagada.
—Não estou a fim!
O deixei pra lá e sequei o meu rosto estando soluçando de leve, mas ele não se contentou em ficar calado...
—Está raivosa porque eu não quis beijá-la mais? Perguntou ele se aproximando de mim e colou o corpo dele em minhas costas novamente.
—Está enganado! Falei me afastando dele, mas ele me segurou na cintura de forma precisa e me trouxe com facilidade para perto dele novamente.
—Não estou enganado, mas eu sugeri que descansasse apenas.
—Farei isso, você não está mandando? Há meses que isso não é mais novidade.
—Você faz questão de estragar tudo. Disse ele se afastando de mim e foi apagar a luz.
—Ah!
Com raiva eu peguei o travesseiro e me deitei o contrário de pés para a cabeceira, cobri-me e Edward nada falou. Só aí eu me lembrei que eu não havia tomado a minha vitamina, mas eu deixaria para tomá-la depois.
—Não ligo para o seu jeito malcriada, sabe que não pode comigo, pois sei domar as piores das feras. Sabe disso!
—Não pode comigo.
—Oh é mesmo? Perguntou ele vindo até a mim e não me deixou escapar ao beijar o meu pescoço.
—Sabe que não pode e nunca poderá comigo!
—Então estamos quites. Disse ele antes de me beijar.......(2min depois)..................-Sei o que quer, mas é do tipo que não gosta de ser rejeitada quando quer algo de alguém. Após sussurrar essas palavras em meu ouvido causando-me arrepios, ele foi beijar o vão dos meus seios e desfez o laço do meu roupão. –Sei que me quer dentro de você agora. Quer sentir prazer.
—Está enganado! Falei tentando me afastar, mas ele não me deixou e abocanhou um de meus seios me levando a loucura imediata.
—Não mesmo. Falou ele descendo com os beijos.
Ele me sugou com vontade ao se posicionar no meio de minhas pernas, tanto que eu gemi sem consegui me controlar. Abri mais as minhas pernas e ele apertou de leve o bico do meu seio ao me dar prazer de forma tão deliciosa. Segundos depois ele subiu com os beijos deixando o meu sexo comichando e querendo por muito mais.
A seu pedido eu ajeitei o travesseiro e me deitei sobre as cobertas que foram emboladas propositalmente, iríamos tentar o tradicional. Com cuidado ele se posicionou no meio de minhas pernas e suspendeu o corpo, as luzes de fora iluminavam o quarto e era possível nos ver. Nos beijamos vagarosamente e eu sentia a cabeça do sexo dele no meu, isso me encheu de prazer e me fez gemer baixinho entre o nosso beijo. Edward não colocou o peso dele sobre mim e beijou o meu pescoço, depois subiu com os beijos e ficou passando a língua de forma erótica em minha orelha. Foi impossível não gemer com isso que ele estava fazendo e senti que mais úmida eu fiquei. Nesse mesmo momento ele se moveu de leve e com sua mão esquerda, ele encaixou o sexo dele no meu. Novamente ele veio beijar os meus lábios e pressionou o quadril dele contra o meu me penetrando. Isso me fez mover de leve na cama e entreabri os meus lábios ao senti-lo todo em mim, Edward ficou parado e me olhou. Ficamos em silêncio nos olhando e ele começou a se mover com calma, eu entreabria a minha boca sempre que ele chegava no meu limite e gemidos baixos escapavam. Nos olhávamos e víamos a reações um do outro ao transarmos tão lentamente. Ele deslizava com facilidade por causa da nossa lubrificação e com o desejo já estando à flor da pele, ele veio me beijar e intensifico um pouquinho só os movimentos dele. Abri bem mais as minhas pernas e comecei a gemer um pouco mais alto na medida que o prazer ia aumentado, mas Edward abafou o nosso gemidos aos nos beijarmos intensamente.
Eu já o sentia rígido demais dentro de mim e eu já estava a ponto de explodir, então comecei a me mover junto dele e gozamos de forma mais que deliciosa. Agora sim eu estava mais que exausta ao gozar dessa forma, foi maravilhoso meu Deus.
Edward desconectou os nossos sexos e se deitou ao meu lado, ficamos nos recuperando.
.
.
3min depois.
—Preciso me limpar. Falei me levantando.
Acendi a luz do abajur, a mesma incomodou os nossos olhos, mas depois nos acostumamos. Fui para o banheiro e tomei um banho rápido, sei que eu não teria pique para mais uma e dormiria com certeza.
Após me secar, eu vesti o roupão novamente e fui me deitar. Edward já estava deitado de forma correta na cama e coberto, afinal o ar estava ligado. Deitei-me ao lado dele e ele veio até mim.
—Quer jantar? Perguntou ele.
—Não estou com muita fome. Você está?
—Não estou com muita fome de comida.
—Podemos pedir um lanche caso acordemos bem mais tarde?
—O serviço de quarto é a todo o momento, há troca de turnos aqui.
—Entendi. Então poderemos fazer um lanche depois aqui mesmo no quarto. Almoçamos tarde hoje.
—É.
—Ótimo. Falei bocejando.
Apaguei a luz do abajur novamente e me virei de lado. Edward veio ficar colado em mim e beijou o meu pescoço, pude sentir o desejo dele novamente através de sua respiração. Sentindo o meu sexo correspondendo com a vontade dele, eu me ajeitei melhor e apoiei a minha perna esquerda na dele.
—Tem certeza? Perguntou ele baixinho acariciando o meu braço esquerdo.
—Sim.
Edward me penetrou lentamente e pude sentir a sensibilidade em meu sexo através de suas investidas, estávamos praticando muito ultimamente e ele não era tão proporcional para mim. Ele se movia bem lentamente, parecia que tinha adivinhado que eu estava me sentindo um pouco dolorida e ele pouco se mexia.
—Podemos continuar amanhã.
—Por que diz isso?
—Cada vez que vou de encontro o seu corpo, eu a sinto um pouco desconfortável e antes você não estava assim.
—Estou um pouco sensível, mas vai passar. Continua.
—Hoje não. Disse ele saindo de dentro de mim e acendi a luz do abajur para olhá-lo.
—Podemos terminar essa numa boa.
—Sei que está cansada.
—Shhh Edward. Após eu falar, eu fui apagar a luz.
Fui até ele e o beijei, nosso beijo era calmo e o toquei lá com a minha mão, com as sensações aflorando, Edward passou a me beijar de forma intensa. Meu corpo apesar de dolorido o desejava loucamente e não pensei muito para me sentar sobre ele.
—b, Isabella, é melhor nã......
—Fica quieto. Falei sentindo ele me invadir conforme eu pressionava o meu corpo contra o dele.
Movi-me com vontade e de forma a não me machucar enquanto que ele beijava os meus seios. O senti me pressionar contra ele e tudo em mim explodiu no momento que ele também gozava dentro de mim. Foi rápido e continuamos a nos mover enquanto sentíamos as sensações e fomos parando aos pouquinhos, eu estava um bagaço de mulher e desconectei o nosso sexo. Deitamos na cama exaustos, mas minutos depois nós nos levantamos e fomos para o Box nos lavar.
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Não houve sexo durante o banho e nesse momento retornávamos para a cama, nos deitamos sentindo o torpor em nossos corpos e ficamos deitados um bem pertinho do outro. Cobri-me melhor e Edward fez o mesmo.
Aos poucos o sono estava me levando e senti Edward rodear a minha cintura com o braço esquerdo, com esse gesto eu abri um pouco mais os meus olhos. Depois de um tempinho eu senti a respiração dele suavizar e ele dormia no momento. Eu estava um pouco bolada com o comportamento dele e um pouco apreensiva também por ele ser uma caixinha de surpresa. Eu estava me sentindo bem carente de palavras carinhosas, assim como o jake e o Max me falavam. Eu e Edward seríamos apenas sexo dos melhores, dinheiro à vontade, luxo, mas o mais importante nós não teríamos por causa de tudo que passamos. Eu tinha plena consciência que judiaram da família dele em consequência ao roubo dos meus pais, mas eu no fundo, no fundo, eu sentia que eles queriam só roubar e não imaginaram as consequências que isso poderia trazer. Era compreensível o ódio de Edward em relação aos meus pais e a mim por ser filha deles. Ao me lembrar deles e de tudo, me deu vontade de chorar, acabei chorando mesmo para poder desabafar e seria melhor assim. Acho que o trem estava correndo fora dos trilhos literalmente na minha vida e eu tinha medo disso. Eu já não me sentia tão forte mais.
Eu estava feliz por ter os pais de Edward ao meu lado, eles se tornaram a minha fortaleza por eu enxergar o mesmo carinho que os meus pais tinham para comigo e eles se tornaram muito importantes para mim. Acho que por ficar sozinha no mundo, eu me apeguei demais aos pais dele, sendo que agora Edward não implicava mais comigo por causa deles. Não era por causa de dinheiro, luxo e nem nada, até porque eu tive oportunidades de mexer nas coisas deles e essa nunca foi a minha índole, eu precisava mesmo era de carinho. Eu estava era carente disso. Agora estando atada ao Edward, eu não sabia o que esperar quando voltássemos, mas uma coisa eu tinha certeza, ele não iria me sacanear com as outras.
—Droga! Recriminei-me baixinho, eu não devia me importar, eu não devia me importar e senti Edward se mexendo estando inconsciente.
Sequei o meu rosto por causa das lágrimas e ao me mover, Edward mais uma vez se moveu, mas não tirou o braço da minha cintura. Tentei relaxar e aos poucos o sono foi chegando com força total.
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Quinta feira, 13 de março.
09:03min da manhã.
Acordei bem indisposta e tive que me levantar apressada estando o braço de Edward rodeando a minha cintura. Entrei no banheiro e só deu tempo de eu levantar a tampa do vaso sanitário mesmo, mais um pouco eu colocaria o líquido amargo para fora e cairia no chão. À vontade de pôr para fora era imensa, mas só líquido amargo saía e mesmo assim bem pouquinho. Tomei um susto com Edward se aproximando, mas não tornei a olhá-lo e o ignorei.
—Não é necessário ficar aqui. Deixe-me sozinha!
—Não vou sair.
—Já está passando. Falei dando descarga e me sentei sobre a tampa do vaso sanitário dando as costas para ele.
—O que você tem?
—Enjoo, coisa de mulher grávida.
—Está com alguma dor?
—Não precisa se preocupa e preciso ficar sozinha, por favor.
—Ok. Falou ele saindo do banheiro e deixei uma lágrima rolar.
Escutei a porta ser fechada e me virei para olhar a mesma, eu estava me sentindo bem confusa. Fui até a pia e escovei os meus dentes, depois penteei o meu cabelo e resolvi sair do banheiro. Fui caminhando até a porta e a abri, encontrei Edward deitado na cama de barriga pra cima e me olhou.
—Você que passa mal e eu que tenho culpa? Perguntou ele se sentando na cama e cruzou os braços.
—Não estou a fim de brigar agora, então, é melhor não prosseguimos com o assunto.
—Melhor não? Quando eu a trato de forma conveniente você fica de graça!
—Quer que eu finja que nada aconteceu?
—Não estou pedindo isso!
—É o que parece! Não vai se divertir as minhas custas, mas não irá mesmo Edward!
—Não estou a entendendo.
—Está sim, mas não cairei no seu maldito jogo!
—Está grávida ou maluca Isabella? Diga-me porque eu não sei!
—Pouco me importo para o que você acha! Fui um pouco rude ao falar, mas na verdade eu estava era muito zangada com ele.
—Vou fingir que não houve essa conversa. Você é uma mulher complicada demais.
—Você que é um homem complicado! Falei apontando para ele. –Não precisa fingir que está me tratando “bem” entre aspas. Essa encenação me cansa e estamos sozinhos! Pare com a droga do disfarce!
—Pense o que você quiser! Acha que só o seu querido engomadinho é capaz de tratar uma mulher bem? Mas saiba que eu só trato quando eu, eu Isabella quando eu quero ou ela realmente merece!
—Já percebi isso e não é novidade nenhuma para mim. Acreditando você ou não, o jake é o meu melhor amigo e nunca deixarei de falar com ele por causa de você, não vale a pena! Saiba que nunca Edward eu irei me desfazer das minhas amizades por causa de um capricho seu, mas já saquei que irei ficar presa. Nós já estamos casados e se dê por satisfeito ......................... Fique tranquilo que você vai ter sempre o que tanto lhe convém em mim.
—Acha que o sexo, sexo e sexo apenas me convêm? Você já se esqueceu que há várias mulheres por aí dispostas a isso ou até mais do que isso comigo? É só eu ligar e pronto!
—Sei bem o meu lugar e o que eu represento para você. Vá atrás delas se quiser, mas chega com esse teatro para o meu lado porque eu não cairei mais!
—Não vou dar mais ouvido a você, fale sozinha se quiser! Estou de saco cheio!
—Quem está sou eu!
—Ótimo! Estamos quites então.
—Não vai tirar sarro da minha cara está me escutando? Perguntei me aproximando da cama e depois dele. –Não ache que vai me fazer de boba porque você não vai conseguir! Está me entendendo? Não vou permitir que se divirta as minhas custas ou zombe de mim depois! Que se gabe ao me ridicularizar para os outros a minhas custas!
—Do que você está falando afinal?
—Da sua encenação! Volte a ser o que era porque esse não é você!
—Então é isso o motivo desse show todo?
—Não há show nenhum! Falei zangada.
—Não estou encenando.
—É mentira sua! Não me faça de palhaça ou me tire como otária porque eu não acredito em você!
—Não estou pedindo que acredite e o problema é seu! Agora dê um tempo Isabella e aproveite! Está reclamando do quê? Você está vivendo bem e outra no seu lugar estaria aproveitando.
—Que se dane o seu dinheiro! Pra mim ele não é tudo e nunca irá ser! Sei muito bem qual é a minha atual situação financeira no momento e não é das melhores. Mesmo que você não acredite, grana não é tudo para mim! Eu tentei fugir em dezembro de tudo isso! Até do seu querido dinheiro, carros, casas, luxo, mas você foi me buscar.
—Agora daremos um basta nesse maldito assunto! Falou ele irritado e me assustei. –ENCERROU O ASSUNTO! OUVIU? VOCÊ NÃO SABE DE NADA!
Deixei as minhas lágrimas rolarem e me sentei na cama, preferi encerrar o assunto mesmo e fiquei na minha deixando as minhas lágrimas rolarem sem me sentir mal por causa disso. De forma bruta Edward ajeitou o travesseiro e se deitou novamente, fiquei o olhando, mas nada falei. Mil e uma coisas se passavam em minha cabeça.
.
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30min depois.
Meu estômago começou a roncar alto e sequei a lágrima que rolou pelo o meu rosto.
—Vou pedir o café da manhã. Disse Edward se sentando na cama novamente. –Podemos tomá-lo ao ar livre, vai ser bom saímos do quarto um pouco.
—Por mim, não estou com fome mesmo. Menti.
—Vamos tomá-lo ao ar livre e pronto. Disse ele me olhando. –Põe o biquíni, depois iremos para a piscina e mais tarde para o spar.
—Farei o que você achar melhor. É assim que funciona, não é?
Edward me ignorou e pediu que o nosso café fosse servido ao ar livre. Teríamos meia hora para estarmos no jardim próximo ao restaurante e a nossa mesa seria a de número trinta, por haver bastante gente tomando o café da manhã já.
Edward levantou da cama e pegou outra sunga na mala, sem se importar ele tirou a roupa e a vestiu na minha frente. Levantei da cama e fui para o banheiro, peguei o biquíni que já estava seco e o vesti. Penteei o meu cabelo e o deixei solto, passei um pouco de batom vermelho para não ficar com a cara limpa de tudo e sai do banheiro estando vestida apenas com o biquíni.
Peguei uma saída de praia para eu colocar e nesse exato momento Edward estava no banheiro escovando os dentes dele. Calcei a minha rasteirinha e arrumei a cama por não ter mais nada para fazer.
Após arrumá-la, eu me lembrei de pegar o protetor solar e na hora que eu mexi na bolsa que Edward havia comprado para mim, ele saiu do banheiro. Seu cabelo estava penteado e ele foi até a mala, ele pegou uma bermuda e a vestiu, depois pegou uma blusa e fez o mesmo.
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Saímos do quarto e não deixei que ele segurasse a minha mão, ele não ligando, nós fomos para o jardim estando um separado do outro. Ao chegarmos lá o ventinho fresco da manhã corria a solto, o sol já estava começando a querer ficar quente e nos sentamos à mesa reservada. Começamos a ser muito bem servido e bebi o meu suco de melão na minha, eu fugia do olhar dele e ele percebeu, mas nada falou e ficou na dele. Comi o meu pãozinho com doce de leite e coco estando chateada comigo mesma e o olhei pela primeira vez após sentarmos. Ele comia estando bem distraído e olhava tudo em volta, resolvi olhar em volta também, mas a maioria que tomava o café da manhã eram casais e famílias com um ou dois filhos. Fiquei observando uma moça colocar com paciência o pão na boca da menininha e me vi em pensamentos fazer o mesmo com a minha filha futuramente, sorri de leve e bebi mais um pouco de suco as observando.
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Resolvi parar de ficar olhando e continuei comendo.
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15min depois.
—Podemos ir embora hoje mesmo. Falou ele do nada enquanto eu comia e o olhei surpresa. –Podemos ir.
—Hoje? Perguntei sem saber o que responder.
—Não ficaremos aqui se não quiser.
—Pra falar a verdade o lugar é incrível e não falei que eu queria ir embora em momento algum.
—Então não que ir embora?
—Pra falar a verdade não.
—Ok.
Terminamos de comer e nos levantamos da cadeira, fui andando na frente dele por já saber o caminho e prosseguimos assim. Ao chegarmos na área da piscina eu peguei duas toalhas embaladas e fui me sentar na cadeira, Edward se sentou na outra ao meu lado e ficou na dele. Estávamos a sombra do guarda sol e tirei a minha saída de praia após colocar o protetor solar ao meu lado na cadeira. Ajeitei o meu biquíni da parte de cima e peguei o protetor solar, o passei em mim por inteira e me deitei na cadeira.
O clima não estava dos melhores mesmo nós tendo ficado juntos ontem, havia vários fatores que me fazia e o fazia se queixar por qualquer motivo. Edward me maltratou muito ao longo desses meses e me entregar a ele da forma que eu vinha me entregando, não era certo. Não era certo por eu me lembrar dos meus pais, ele da irmã e mãe dele, acho que isso seria um peso em nossas costas por muito tempo. Ainda me lembro que ele me chamava de vadia por eu gozar de forma intensa e esses fantasmas ficavam me assombrando a todo o momento. Principalmente ultimamente que eu me rebelei completamente, mas eu não podia evitar porque na hora com o prazer estando aflorado em meu corpo por causa dele, eu esquecia até o meu nome.
Eu não sei o que deu nele ao me tratar um pouco melhor ultimamente, me beijar da forma que vinha me beijando e tomar o meu corpo da forma que ele vinha o possuindo. Era calmo, às vezes com um toque selvagem e transávamos de uma forma deliciosa pra falar a verdade. Em outras palavras na arte do sexo eu diria que ele me completava por ter esse jeitão dominador na cama e pegada. Lembro-me que um dia durante a nossa estadia lá na fazenda, ele me falou que se envolver sentimentalmente comigo seria o mesmo que trair a memória da irmã dele, mas eu sabia que ele me odiava e só estava tentando conviver comigo por causa da nossa filha. Estava mesmo na cara por ele se entrosar e conversar bem com as outras mulheres e comigo não era assim mesmo durante o sexo. Não tínhamos um diálogo amoroso e era só sexo, apenas sexo e isso estava me fazendo mal por sermos incompatíveis. Digo incompatíveis só por causa de tudo que aconteceu. Por estar casada com ele, eu sei que outro no lugar dele me daria muito mais e eu merecia muito mais, principalmente ser feliz.
Aos poucos o local foi lotando e Edward se levantou, ele tirou a roupa permanecendo de sunga e deu um mergulho na piscina. Havia muitas moças se refrescando e o acompanhei com o olhar durante o mergulho. Ele emergiu e passou a mão no rosto, em seguida passou a mão na cabeça e encostou-se na parede da piscina estando lá do outro lado. Edward ficou olhando a moda e eu não duvidava que ele estivesse avaliando a mulherada, a maioria tinha o corpo bem feito e estavam livres de uma barriga imensa como a minha.
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10min depois.
Estando numa piscina lotada de gente, era possível se fazer amizade e nesse momento ele conversava com um rapaz, depois chegou uma moça e ficaram os três conversando.
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38min depois.
Edward ainda conversava com os outros hospedes na piscina e o rapaz decidiu sair da água. Olhei bem as suas mãos e nem sinal de aliança, já a moça permaneceu conversando com o meu marido e sorriam bastante. Nem ela portava aliança no dedo, reparei.
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20min depois.
Eles ainda conversavam entrosados quando eu decidi me levantar, peguei a minha saída de praia e a vesti novamente o olhando. Por ele não ter trago à carteira de dinheiro e o celular, eu juntei a roupa dele no canto da cadeira e peguei o cartão do nosso quarto somente, não pensei duas vezes e saí da área da piscina.
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Estando já na ala dos dormitórios, eu caminhei pelos corredores e abri a porta do quarto, a fechei logo a seguir e fui para o banheiro tomar banho para retirar todo protetor sola do meu corpo. Eu não gostava das atitudes dele, no descaramento ele conversava com outra mulher bem na minha frente e preferi vir para o quarto a assistir a cena.
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10min depois.
Saí para me secar e escudei Edward batendo na porta constantemente, enrolei-me na toalha e fui abri-la.
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!—O que deu em você para sair de lá desse jeito? Que atitude mais estúpida Isabella!
—Eu estava me sentindo enjoada e não quis atrapalhar a sua conversa por causa dessa bobagem minha. Podia ter ficado lá e volte se quiser.
—Estou aqui e não lá! Falou ele apontando para a porta.
—Seja como for, não estou a fim de sair desse quarto tão cedo mais. Volte para a piscina e se divirta Edward. Lembre-se que somos casados apenas no papel e tem o livre arbítrio de fazer o que bem quiser da sua vida. Sabe disso.
—Que bom que me lembrou mais uma vez disso! Falou ele abrindo a porta do quarto e levava consigo um dos cartões de abrir a mesma. Ele bateu a porta com um pouco de força ao se retirar e foi desnecessária essa atitude.
Prometi não chorar mesmo estando muito difícil para evitar e fui vestir um vestidinho, passei desodorante e fui abrir as janelas do quarto para entrar um ar. Depois me deitei e fiquei pensando, pensando e pensando sem ter nada para fazer. Fiquei pensando em Edward e no que ele estava fazendo nesse exato momento, mas provavelmente ele estaria na piscina.
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Às 14h da tarde.
Eu já estava com fome e nada de Edward vir, decidi me levantar e fui até o banheiro pentear o meu cabelo. O deixei solto e passei lápis de olho, depois passei um pouquinho de gloss e fui calçar uma rasteirinha. O vestidinho que eu havia colocado me deixou super bem e fui até o criado mudo pegar o outro cartão de abrir a porta.
Saí do quarto, fechei a porta e fui andando olhando tudo ao meu redor, para mim ele poderia estar na piscina ou em qualquer outro lugar. Resolvi parar de pensar nele e agiria. Fui até a ala da piscina e olhei tudo em volta, nada de achá-lo e fui até a borda da piscina, mas ele também não estava nadando ali e me perguntei onde ele estaria. Eu não queria ficar procurando ele e parecer uma tola sem ter necessidade, então eu resolvi deixar pra lá e fui para o restaurante almoçar sozinha.
Cheguei lá e me sentei, fui bem atendida e esperei a minha comida chegar. Pedi dois tipos de salada e frango grelhado, eu precisava comer algo leve por ter acordado bem enjoada hoje. Para ser sincera, esse meu mau star estava me enchendo o saco, mas na verdade eu estava era me sentindo estressada no momento. Minha comida chegou e comecei a comer, mas o engraçado foi não ter muita fome agora e antes eu estava sentindo falta da comida. Eu não deixaria de comer e fui comendo devagar, vez ou outra eu olhava em volta e me pegava pensando no paradeiro de Edward.
—Onde ele se meteu? Eu me perguntava.
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25min depois.
Já fazia alguns minutos que eu havia acabado de almoçar e recusei a sobremesa. Levantei da cadeira e fui andar à toa pelo Resort, eu não iria para o spar e pude me distrair mais um pouco andando pra lá e pra cá vendo a moda.
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27min depois.
Resolvi voltar para o quarto, o mesmo estava vazio e fui relaxar na hidro após enchê-la.
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Às 16:15min.
Resolvi sair da água e fui até a pia lavar o meu rosto, depois me sequei por inteira e fui me deitar estando apenas de roupão. Olhei para a aliança em meu dedo e resolvi tirá-la estando me sentindo bem chateada, a coloquei sobre o criado mudo e liguei a televisão. Fiquei a assistindo e aos pouco eu fui sentindo o sono me dominando, acabei dormindo e deixando a televisão ligada.
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Às 19:20min da noite.
Fui despertando aos poucos e o quarto estava na escuridão total. A televisão estava desligada e acendi a luz do abajur que ficava ao meu lado, ao olhar para o lado oposto eu vi que Edward dormia todo esparramado na cama estando apenas de boxer. Fiquei imaginando onde é que ele estava e resolvi me levantar da cama devagar, fui para o banheiro e me aliviei, eu estava mesmo apertada. Em seguida eu fui lavar a minha mão e o meu rosto, sequei ambos e fiquei olhando para a minha barriga que já estava um pouco maior. A alisei sobre o roupão por uns segundos e fui me olhar no espelho, eu era uma jovem bonita e...
—Por que comigo meu Deus? Eu me perguntei.
Eu iria sair do quarto um pouco por haver um bar com música ao vivo e fui até a mala pegar o que vestir. Evitei fazer muito barulho para não o acordar e fui para o banheiro levando a minha roupa e a maquiagem, não seria nada exagerado, mas eu queria estar bem. Notei que no bar as pessoas iam bem vestidas para se descontraírem e quem sabe tentar a sorte, nunca se sabe.
Eu já estava de banho tomado e hidratei a minha pele, eu fiz a minha maquiagem e me vesti. Passei um pouquinho só de perfume e vi que eu já estava bem. Saí do banheiro e fui até o criado mudo pegar o cartão de abrir a porta, avistei a minha aliança ali e a deixei no mesmo lugar. Eu fui em direção da porta andando bem devagar e saí, fechei a mesma sem fazer barulho algum e fui andando devagar, eu estava sem fome para poder jantar no momento e saí da ala dos dormitórios uns minutos depois.
Havia muita gente circulando pelo local e fui na direção do barzinho, ao longe eu via o movimento e algumas pessoas dançavam. Ali pelo visto era sempre animado e eu ao chegar no local fui para o bar. Sentei-me no banquinho e fiquei observando algumas pessoas dançando ao som da música suave sendo cantada por uma mulher. A voz dela era perfeita.
—Boa noite. Saudou-me o bar mam e olhei para trás que era na direção do balcão.
—Boa noite.
—Já foi atendida?
—Pra falar a verdade não, mas põe na conta do quarto 303 um........ Parei de falar sem saber o que eu iria pedir.
—Pode escolher. Falou ele sorrindo e me entregou o menu do lugar.
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—Quero um cocktail sem uma graminha de álcool e põe na conta do quarto 303.
—É pra já. Falou o rapaz e foi registrar o meu pedido, quando ele tornou a se aproximar eu assinei a notinha e ele me agradeceu.
O rapaz se afastou e eu tornei a ficar observando o lugar. Amigos e amigas conversavam entre si e olhei para o meu dedo anelar esquerdo, a marca da aliança estava ali por eu ter pegado muito sol ultimamente e sem querer eu fiquei pensando em Edward. As imagens das nossas últimas noites juntos iam e vinham em meus pensamentos, isso me incomodava um pouco.
Meu cocktail ficou pronto um tempinho depois e o bebi saboreando, eu o bebia estando completamente distraída.
—Iremos dar um intervalo pessoal, mas logo voltaremos com força total. Falou à moça que estava cantando no microfone. –O Dj animará um pouco agora e aproveitem.
O Dj começou a comandar o barzinho e eu remexia de leve o meu corpo no banquinho. A batida era envolvente e terminei de beber o meu cocktail, resolvi pedir mais um por ser delicioso.
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Quando o mesmo chegou, eu me levantei do banquinho e fiquei dançando tranquilamente. A galera ali estava animada bebendo e resolvi me soltar também no ritmo da batida sensual. Tentei esquecer todos os meus problemas momentaneamente e estava funcionando eu acho. Remexi o meu quadril levemente e levantei o meu braço estando segurando a taça, isso não me impediu de me divertir. Dancei de forma solta e me lembrei de Solares, continuei a me requebrar de leve. Recordei da forma que eu me divertia com o jake e com os meus amigos. Requebrei de leve o meu quadril mais uma vez. Continuei me movendo e levantei meus braços mais uma vez, girei levemente e me movi devagar. Eu não para de me mover ao som da música e fechei os meus olhos ao dançar, recordei dos nossos momentos e do beijo de Edward. O mesmo me deixava nas nuvens e me reprovei por isso. Sorri levemente ao sentir o meu bebê mexendo e decidi me sentar novamente. Ao me sentar eu decidi olhar para o lado e vi Edward se aproximando estando de bermuda amarrotada, camiseta idem, cabelo um pouco bagunçado, rosto amassado de sono e de chinelo. Resumindo, ele não estava vestido de forma apropriada para o local naquele momento e fiquei o olhando se aproximar todo desarrumado. Ele parecia nem se importar ao passar pelas pessoas e parou bem a minha frente, afinal ele costumava ser bem cara de pau.
—Já se olhou no espelho? Perguntei o reprovando e bebi um pouco do meu cocktail e me movi ao som da música.
—Bem vestido ou não, eu estou aqui. Disse ele se sentando ao meu lado.
—Poderia ter se vestido melhor.
—Quem está ligando para isso? Eu não estou.
—Já percebi, mas não faz sentindo você está aqui dessa forma.
—Estou vendo que já veio pôr-me chifres, mas não se esqueça que somos casados!
—Que eu saiba eu vim dar uma voltinha, dançar e curtir, mas um belo par de chifres você bem que merecia! Falei as últimas palavras meio que entre os dentes. –Não me confunda com você seu descarado!
—O que eu fiz demais agora?
—O problema é todo seu Edward! Apenas me deixe em paz ou finja que não me conhece na frente dessas pessoas!
—Quem decide isso sou eu, não você.
—Ótimo! Fica aí então! Falei colocando a taça sobre o balcão e o deixei ali sentado. Fui andando e me desviava das pessoas protegendo a minha barriga, mas eu sabia que ele me seguia e segurou em meu braço sem por violência fazendo-me parar.
—Nós iremos até o restaurante agora e quero que você pare de show!
—Por mim! Falei puxando o meu braço e ele o soltou me olhando sem piscar. –Não irei ser a sua cadelinha que abana o rabo quando você mandar! Vá você para o restaurante sozinho e eu irei para o quarto, pois o meu contentamento se foi quando você chegou! Tenha uma boa noite Edward!
Afastei-me dele o deixando parado no mesmo lugar, mas eu ao olhar para trás, vi que ele me seguia andando rápido e eu continuei a passos largos apenas, eu não poderia correr por causa do problema que eu tive.
—Iremos os dois para o quarto, você é a minha mulher! O ignorei e ele me alcançou.
—Agora você se lembra que tem uma mulher?
—Não iremos conversar aqui! Disse ele olhando em volta e realmente havia pessoas ao nosso redor. –Somos adultos e não crianças Isabella, não iremos para o quarto. Preciso comer e não sei se você já jantou.
—Estou sem fome!
—Isso é impossível, você parece uma traça ultimamente.
—Oh! Eu devo isso graças a você!
—Que seja, não vou discutir isso agora. Disse ele segurando na minha mão e não permitiu que eu me soltasse. –Iremos até o restaurante e fim de papo!
Fomos andando de forma calma pelo Resort e chegamos no nosso destino, nos acomodamos e olhamos o menu. Havia várias coisas ali como opção e cheguei na parte das pizzas, me deu água na boca olhar para as fotos delas e olhei para o Edward.
—Estou a fim de comer uma pizza. Falei cruzando os meus braços e apoiando-os sobre a mesa.
—É um pouco gorduroso não acha?
—Estou a fim de comer uma pizza. Falei decidida.
—Por mim tudo bem, pede o que você quiser comer. Acho que irei comer uma pizza também. Disse ele me olhando e tornou a olhar para as opções. –Devem ser boas.
—Só vou saber quando eu comer né. Falei olhando nos olhos dele e Edward nada falou, eu estava com muita raiva dele.
Após eu escolher o sabor, Edward pediu uma no tamanho família. Para beber eu preferi uma coca-cola e ele preferiu uma soda. Ele chamou o garçom e ficamos aguardando o nosso pedido.
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Quando a nossa pizza chegou junto de nossas bebidas, o garçom cortou a pizza à francesa a pedido de Edward. Ele se retirou desejando-nos um bom apetite e começamos a comer com garfos separados. Ela estava deliciosa e bebi um pouco de coca-cola, Edward comia na dele e era perceptível que ele também gostou da pizza, nem tanto que ele pediu uma outra média, sendo que de outro sabor. Enquanto a outra estava sendo preparada, nós íamos comendo aquela. Edward parecia uma frieira para comer e por comer bem, com certeza aquela pizza família não daria conta da fome dele.
Ao terminarmos de comer, Edward pediu um milk shake de morango e eu resolvi pedir o mesmo sabor para mim. Chocolate ou baunilha poderia me enjoar e eu preferi evitar. Mesmo estando com a roupa amassada, ele parecia nem ligar e deixei pra lá. Pelo menos eu reparei que ninguém ficou o olhando e se o fizesse, Edward não ligaria.
Nosso pedido chegou e começamos a comer a outra pizza, o milk shake estava ótimo e aos poucos eu fui me sentindo satisfeita, nem tanto que eu deixei Edward comer o restante da pizza sozinho e senti a minha filha mexendo outra vez.
Comemos na paz, mas eu ainda me lembrava do que ele fez mais cedo na piscina.
—Estou saciada e isso me deixou lenta, irei dormir agora. Falei começando a me levantar da cadeira.
—Você já dormiu bem, está arranjando uma desculpa Isabella. Amanhã iremos ir embora.
—Sei disso. Falei tornando a me sentar.
—Por que tirou a aliança?
—Fiz questão de me esquecer que estou casada por umas horinhas, fiz da mesma forma que você ao ficar de bate papo com aquela mulher na piscina! Não se preocupe, eu quis retribuir com esse pequeno gesto.
—Tem razão. Nós somos casados no papel, na cama e você espera uma filha que também é minha! Não podemos mudar os fatos e nunca iremos conseguir fingir que nada aconteceu Isabella, então aceite isso! Já deixei bem claro que não se livrará de mim e isso é que nunca porque eu não aceito!
—Por que me fala esse tipo de coisa com tanta certeza Edward?
—Por que é a mais pura verdade.
—Então você pode vadiar à vontade e eu não? Na verdade, eu não vadio, sou mais focada em apenas uma pessoa o que é bem diferente de você!
—Não fiz nada demais.
—Isso é o que você diz! Falei apontando o dedo para ele. — Mas se acha que vai me sacanear está muitíssimo enganado! Lembre-se que eu não irei ficar grávida para sempre e logo, logo eu terei o meu corpo de volta. Se bem que isso não é empecilho para mim, consigo uma companhia num estalar de dedos e você bem sabe disso!
—Está me ameaçando?
—Pense o que quiser!
—É um direito seu falar o que tem em mente, mas não se arrependa depois! Não acredite em mim não, pois esse é o seu erro!
—Irá me matar ou o quê? Não tenho medo de você! Talvez a morte seja a minha libertação!
—Pague pra ver! Disse ele me olhando fixamente.
—Não seria capaz de me matar............. Se você não fez antes e não será agora a fazer.
—Pense o que quiser!
—Eu distraio você quando estou com as minhas pernas aber.........
—Fim de papo, não quero continuar com essa conversa estúpida com você Isabella! Falou ele me interrompendo.
Ele se levantou da cadeira e me fez levantar também, nos retiramos do restaurante e Edward segurava em minha mão. Ao entrarmos na ala dos dormitórios, ele abriu a porta do quarto e entramos. Coloquei o cartão da porta que estava comigo sobre o criado mudo e o mesmo ficou no lugar da minha aliança que não estava mais ali. A procurei somente com o meu olhar e Edward percebeu.
—Vou tomar um banho. Falei tentando me esquivar dele.
—Está procurando por isso? Perguntou ele tirando a minha aliança do bolso e a mostrou para mim impedindo a minha passagem.
—É eu estava mesmo.
—Aqui é o lugar dela! Disse ele segurando a minha mão esquerda com posse e empurrou a aliança devagar em meu dedo anelar.
—Ótimo! Agora que já a colocou de volta, eu irei tomar um banho e dormir.
—Quem disse que iremos dormir? Falou ele suspendendo a barra do meu vestido de ambos os lados e me afastei dele sem ter muito sucesso.
—Vá ficar com a sua amiga da piscina, não estou interessada!
—Não coloque minhocas na cabeça à toa! Disse ele beijando o meu pescoço.
—Onde esteve durante à tarde? Perguntei bem séria e o encarei quando ele fez o mesmo após parar de beijar o meu pescoço.
—Fiquei na sala de jogos uma boa parte do tempo e depois eu fiquei no bar bebendo um pouco.
—Mentira sua!
—É a mais pura verdade! Falou ele sério. –Desabei na cama após tomar um banho porque eu estava de porre!
—Não tem vergonha de falar isso? “ Eu estava de porre ” e blá, blá, bla´! Estava com outra mulher e provavelmente aquelazinha da piscina!
—Aquela moça estava acompanhada Isabella! Existem casais que entre eles há confiança e conversar com alguém não é pecado. Eu não a beijei e nem fiz nada, além disso.
—Bem o oposto de nós dois. Que engraçado, eu tenho um marido infiel e sem um pingo de sentimentos! E mais o quê?
—E você? Quem é que estava de agarramento lá naquela boate outro dia hein?
—Foi uma doideira momentânea e jake é apenas o meu amigo agora. Bem ou mal, nós estamos mais que quites Edward! Não vai poder jogar isso sempre na minha cara!
—Não quero continuar com esse papo estúpido e idiota com você!
—Pra falar a verdade nem eu! Agora me dê licença, quero passar.
Edward se afastou de mim me olhando e fui para o banheiro, encostei a porta apenas e tirei a minha roupa. A hidro estava cheia e não demorei para apertar o botão do borbulhar e entrei.
Sentei-me devagar para eu não correr o risco de escorregar e lavei o meu rosto, fiquei levemente deitada aproveitando quando a porta se abriu e Edward entrou. Ele foi escovar os dentes e depois tomou um banho rápido, acho que era apenas pra se refrescar por já ter tomado banho antes. Após se secar ali mesmo no banheiro, ele saiu do mesmo e não voltou mais, já eu fiquei relaxando.
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Às 23:41min.
Saí da hidro e fui tomar um banho rápido.
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Quando eu terminei de me secar, eu vesti o roupão e penteei o meu cabelo que estava úmido. Depois o sequei mais um pouco com a toalha e tornei a penteá-lo. Passei um pouco de creme em minha barriga, a seguir me perfumei de leve com uma colônia refrescante feminina e saí do banheiro. Ao entrar no quarto, o mesmo estava com a temperatura bem baixa por causa do ar e Edward já dormia estando como veio ao mundo. O lençol que estava sobre o corpo dele era fino e por conhecê-lo bem, eu pude deduzir.
Fui até a mala e tirei dali uma camisola preta transparente, eu peguei uma calcinha da mesma cor e em seguida me vesti com as peças ficando com todas as partes do meu corpo a mostra. Pendurei o roupão no banheiro e retornei ao quarto, lembrando da minha vitamina eu fui até a mala e tirei o frasco. Caminhei até o telefone e pedi uma garrafa de água a recepcionista, logo o garçom iria trazê-la para mim.
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5min e ½ depois.
A campainha do quarto tocou e eu fui até o banheiro rápido vestir o roupão, ao retornar para o quarto eu peguei o cartão de abrir a porta e fui atender o garçom. Na mesinha com rodinhas tinha uma bandeja contendo uma garrafinha de água e um copo, ele me deu a notinha para eu assiná-la e após eu ter feito ele me desejou uma boa noite e foi embora.
Fechei a porta e ao olhar para trás, Edward me olhava.
—Pedi uma água para tomar a vitamina.
—Ok. Disse ele deitando de barriga pra cima e fechou os olhos.
Abri a garrafinha e enchi o copo de água, ingeri a minha vitamina e bebi todo o líquido do copo. Retornei ao banheiro para poder tirar o roupão e pendurá-lo novamente. Voltei para o quarto e apaguei a luz central, ficou apenas o abajur do lado dele aceso e me aproximei da cama. Como a temperatura estava baixa, eu peguei a coberta no pé da cama e a coloquei sobre o lençol. Por fazer muito movimento Edward tornou a abri os olhos e me olhou no momento que eu me preparava para deitar. Deitei-me devagar e me cobri, ao levantar a coberta eu vi que ele estava mesmo nu, mas ele gostava de dormir assim às vezes quando fazia muito calor. Tornei a baixar a coberta e fiquei de barriga pra cima também.
—Amanhã nós iremos voltar, mas para onde? Iremos retornar para aquela mansão em que nós estávamos ou para a dos seus pais e sua também?
—Iremos voltar para a que nós estávamos. Algum problema nisso? Perguntou ele de forma simples e se deitou de frente para mim.
—Não nenhuma. A propósito você perdeu muitos dias de trabalho e o seu pai precisa de você.
—Há muitos funcionários lá e tem a nossa secretária.
—Sei, uma secretária. Falei o olhando, mas fugi do olhar dele.
—Sim, Priscila é muito eficiente mesmo sendo tão jovem. Ela é inteligente, uma ótima profissional e me ajuda bastante.
—Imagino até como! Tenha uma boa noite Edward. Falei me virando de lado dando as costas para ele.
—Não entendi esse seu “ imagino até como” Isabella.
—É melhor não entender mesmo. Falei pensativa. –Fico feliz que ela seja estudada e provavelmente é jovem.
—Ela tem vinte três anos.
—Provavelmente não tem filhos também.
—Não, ela não tem.
—Está explicado. A maioria das mulheres espera o momento certo para tê-los e muitas almejam se formar e seguir carreira primeiro. Isso é ser inteligente para mim e um dia eu cheguei a pensar desta forma. Falei secando uma lágrima que rolou e escondi isso dele.
—Muitas mulheres obtêm o sucesso na vida com a presença dos filhos, isso é relativo.
—Isso quando o parceiro a apoia, ou a própria família chega junto.
—Minha mãe já adora a garotinha Isabella, meu pai nem se fala porque vai ser avô. Não tem o porquê se queixar e está mais do que claro que nada irá faltar para ela.
—Sei que é verdade, seus pais são pessoas nobres demais. Uma prova é me aceitarem depois do incidente o qual eu não tive um pingo de culpa, mas deixa pra lá. Dizem que pai e mãe verdadeiro é quem cria.
—Por que está me falando isso? Perguntou ele me virando para olhá-lo. –Saiba que nenhum outro homem irá cuidar da minha filha!
—Somos incompatíveis Edward. É tão evidente o seu ódio para comigo, apenas feche os olhos e volte alguns meses atrás. Eu ainda me lembro.
—Isso é uma coisa que eu não faço questão de me lembrar!
—Está tarde, é melhor dormimos a invés de brigarmos.
—Estamos casados. Disse ele me olhando e se aproximou de mim.
—É melhor n......
—Não iremos falar mais nada. Disse ele me beijando e me afastei um pouquinho só dele.
—Edward......
—Não. Disse ele baixinho vindo até a mim e tornou a me beijar. O nosso beijo era bem calmo e Edward envolveu a minha cintura com o seu braço esquerdo. Ficamos apenas nos beijando e nossas línguas não se cansavam nunca de se acariciarem lentamente. O meu corpo reagia de uma forma louca ao beijá-lo somente e por ele estar nu, eu o sentia excitado. Isso não me facilitavam muito e aos poucos ele foi parando o beijo e finalizou com um selinho me olhando nos olhos. Eu fazia o mesmo e senti a mão dele correr pelas as minhas costas me fazendo arrepiar de imediato. –É melhor descansar. Disse ele parando com a mão em minha cintura.
—Não vai querer....??? Perguntei afastando a coberta e ele viu o quanto a minha calcinha era transparente.
—Apenas durma. Disse ele puxando a coberta de volta para tampar o meu corpo.
—Você não é de recusar sexo.
—Então fique sabendo que hoje eu estou sem vontade. Disse ele sem ser grosseiro.
—Mentiroso, sei que quer. Falei me aproximando dele e o toquei intimamente, Edward gemeu baixinho brevemente e pude sentir um pinguinho de sua lubrificação em meu dedo. –Está vendo?
—Sim, mas vá dormir.
—Ok Edward. Falei dando as costas para ele e ele colou o seu corpo no meu.
Seu sexo ficou em meu traseiro e pela camisola ser curta, a mesma subiu um pouco. Eu podia sentir o efeito de sua excitação em minha pele e me mexi.
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.................................................................. ( No mesmo instante)
Madrugada de Sexta feira, 14 de março.
1h da manhã.
Eu estava sentindo calor e afastei a coberta, o abajur do lado dele ainda estava aceso e me deitei novamente de barriga pra cima. Edward se ajeitou na cama e ficou deitado de lado estando bem próximo de mim.
Pro meu total desassossego o meu sexo e o meu corpo desejavam o dele, eu sentia a rigidez do bico dos meus seios e o quanto a minha calcinha transparente ia ficando úmida por desejá-lo tanto mesmo eu achando que não era o certo. Resolvi me levantar da cama e fui para o banheiro, eu precisava aplacar aquele calor sexual do meu corpo e não pensei muito para começar a tirar a minha camisola e depois eu fiz o mesmo com a minha calcinha a deixando no chão do banheiro. Liguei o motor que fazia a hidro borbulhar e entrei com cuidado, eu não molharia o meu cabelo.
Deitei-me de barriga pra cima e comecei a relaxar, mas Edward entrou no banheiro e veio até a banheira, sem se preocupar ele veio até a mim e me beijou. Eu estava mesmo perdida em relação ao meu querer e o beijei também.
Mesmo não havendo penetração ou outras insinuações sexuais, eu e ele já gemíamos entre o nosso beijo. As sensações prazerosas já corriam em nossos corpos com apenas um beijo mais que quente e Edward passou os beijos para o meu pescoço, mais que depressa eu inclinei a minha cabeça para trás e ele beijou todo o espaço disponível. Eu estava me sentindo perdida no momento e me afastei o olhando, mas não me dando chances de pensar muito, Edward tornou a me beijar.
Ele começou a me acariciar intimamente e estava tão bom que comecei a fazer o mesmo nele. Preferi ser um pouco mais intensa e nos movíamos apreciando um a caricia do outro, mas Edward impediu que eu continuasse e fechou os olhos por uns segundos estando um pouco ofegante. Para provocá-lo eu passei o meu dedo na cabeça de seu sexo e ele se moveu.
—Espere só um pouco. Falou ele abrindo os olhos e eu não o obedeci, meu tesão estava à flor da pele também e o fiz se sentar direito.
O olhando eu me sentei em cima dele e provoquei o encaixe do nosso sexo, com o impulso que eu dei contra o corpo dele, isso foi o suficiente para ele ficar todo em mim e gemi alto com tanta vontade, que Edward de uma forma selvagem moveu o quadril dele de encontro o meu corpo me roubando outro gemido entregue. Comecei a me mover devagar e Edward acariciava o meu traseiro sob a água, já eu o beijava no pescoço e o mordia de leve por saber que ele apreciava isso. O escutei gemer baixinho e ele pressionou intensamente o meu quadril de encontro a ele, sendo que agora foi a minha vez de gemer por ele ser bem dotado e na mesma hora ele parou de fazer o que estava fazendo e me olhou.
—Estou bem. Falei me ajeitando de forma a ficar confortável sobre ele.
—Depois de tanto tempo, ela ainda não se acostumou com o meu tamanho?
—Não tenho culpa por causa disso também.
—Eu não quis dizer isso.
—Tudo bem. Falei começando a mover o meu corpo novamente e nos beijamos de uma forma entregue.
Por causa dos meus movimentos a água chacoalhava em torno de nossos corpos, Edward deixou por minha conta após o incidente e estava mesmo bom demais.
—Vamos para a cama? Sugeriu-me ele.
—Vamos.
Desconectei o nosso sexo devagar e Saímos da hidro, peguei a toalha pra envolver o meu corpo, mas....
—Pra que a toalha se eu irei tirá-la? Perguntou ele me olhando de uma forma sensual desconcertante e fugi do olhar dele. –Olha para mim. Pediu ele segurando em meu queixo e me fez olhar para ele.
—Não consigo entendê-lo Edward, mas acho que é melhor assim.
—Talvez. Disse ele vindo me dar um selinho.
Fomos para o quarto e me deitei na cama o olhando, meus seios estavam com o bico rígido e Edward se deitou ao meu lado de frente para mim. Voltamos a nos beijar, sendo que de forma tranquila. Ele correu a sua mão pelo o meu corpo bem dizer inteiro, inclusive pela a minha barriga de forma calma. Começou a beijar os meus seios e sugou o bico de uma forma deliciosa, nisso eu comecei a correr a minha mão pelo braço dele, depois foi à vez do ombro, do pescoço e fiz várias carícias ali. Edward não merecia, mas na hora “h” parecia que o meu corpo tinha vontade própria e as minhas mãos tinham vontade própria. Voltamos a nos beijar e corri os meus dedos pelos fios de cabelos dele, os puxei um pouco e movi o meu corpo sem querer quando ele me penetrou com um dedo. De início ele foi bem lento para despertar as sensações prazerosas que na verdade já estavam a mil, aí eu o incentivei a ir mais rápido ao colocar a minha mão sobre a dele.
Eu já estava quase gozando quando ele retirou o dedo e me fez deitar de lado dando as costas para ele. De uma forma gostosa, ele começou a beijar a minha nuca ao mesmo tempo em que me acariciava intimamente e eu já me sentia ensopada outra vez. Não aguentando mais, eu levantei a minha perna, mas ele a abaixou.
—Eu quero agora. Falei sentindo os beijos dele em minha orelha e gemi baixinho.
—Ainda não. Disse ele em meu ouvido e senti que ele sorria de leve.
—Por acaso está zombando de mim? Perguntei me sentindo chateada e ele me virou de frente para ele na mesma hora.
—Estou com cara de estar zombando de você? Perguntou ele sério me olhando e eu o encarava vendo todas as reações do rosto dele.
—Você é.......
—Estamos aproveitando a nossa lua de mel. Por acaso eu a ofendi com palavras que a magoasse pra valer ou lhe bati?
—Não. Falei o olhando.
—Eu não estava com outra mulher como você pensa Isabella, falo a verdade.
—Por que você está agindo dessa forma comigo? Perguntei no momento que ele vinha me dar um selinho, mas ele parou no meio do caminho.
—Alice, minha mãe e o meu pai me deram um chamado federal e disse que era para eu tratá-la bem.
—Seu pai ameaçou lhe tirar algo para que isso acontecesse?
—Dessa vez não.
—Sei que me odeia Edward.
—Por que iremos tocar nesse assunto logo agora?
—Nem eu sei, mas....
—É melhor irmos dormir. Disse ele indo se deitar no travesseiro dele.
—Me odeia tanto, que é só eu tocar no assunto que você desiste! Está fingindo todo esse tempo, sendo que há poucos dias atrás você não era assim!
—Às vezes você fala demais, na verdade a maioria das vezes! Não consegue manter um momento de paz quando eu também estou tentando! Vive falando de coisas que já passou, sendo que o mais afetado aqui fui eu! A minha família e nem por isso eu fiquei tocando no maldito assunto durante essa semana! Será que eu vou ter que ficar tentando sozinho o tempo inteiro? Responde-me porque eu quero ouvir! Falou ele um pouco alterado e isso fez com que as lágrimas rolassem dos meus olhos. Eu estava uma chorona nata.
—Eu só estou confusa. Falei secando as minhas lágrimas, mas outras rolaram.
—A sua confusão me perturba muitas das vezes.
Tornei a me cobrir e ele veio até a mim, ele não se importou com as minhas lágrimas e me beijou. Afastei-me dele e o olhei.
—Não posso evitar se o pesadelo em que vivi o envolve, eu não posso evitar que eu sinto a falta dos meus pais, eu não posso evitar ou mesmo voltar atrás. Eu não posso estalar os meus dedos ou fechar os meus olhos fingindo que nada aconteceu Edward! A prova disso tudo está aqui dentro de mim, mas mesmo assim eu não tive coragem ou a oportunidade de eliminar esse pequeno detalhe. Tudo aconteceu rápido demais e quando dei por mim, eu me descobri grávida. Sendo que eu não odeio a nossa filha porque eu fui...... Sabe muito bem como tudo aconteceu. Sinto muito se eu estraguei o momento agora.
—Acho melhor você ir dormir.
—Está zangado comigo? Perguntei o olhando. –Que pergunta mais idiota! Falei para mim mesma. –Na verdade a sua tia tem razão, a menina é mais sua que minha. Falei com pesar e sequei a lágrima que rolou.
—Não fique colocando coisas na cabeça, a minha tia não sabe de nada. É você quem a carrega e não ela.
—É isso é verdade......... você vai me deixar presa outra vez?
—Não precisa ficar andando pra lá e pra cá, você tem de tudo!
—Não seja egoísta Edward.
—Não permito que vá atrás dele!
—Sabe que não é justo! Eu ter a minha liberdade não significa que eu irei corres atrás de outro homem e eu já cansei de dizer que o jake é meu amigo!
—Não é justo você me enganar!
—Você tem as suas mulheres ricas, sai com elas quando quer e bem entende!
—Está vendo eu sair com elas agora?
—Estamos um pouco longe para isso acontecer e sei o quanto eu estou longe do seu padrão base feminino, mas isso não me importa por eu já ter me conformado com tudo que está acontecendo.
—Ainda me lembro o que você fez em meu carro, mas isso são águas passadas. Não tem jeito de apagar o passado!
—Sei disso. Você vai me tirar mesmo o Sebastian?
—Estou pensando no assunto ainda. Já temos os seguranças certos e o Sebastian ficará lá na outra mansão com os meus pais.
—Quer dizer então que moraremos lá naquela casa sozinhos?
—Estamos casados.
—Não, eu não quero ficar lá sozinha Edward!
—Não vai ficar sozinha, Victória irá trabalhar lá.
—Victória?
—Sim. O que tem demais? Outra a substituirá lá na casa da minha mãe.
—Eu não a quero lá! Eu não a quero lá Edward! Não quero morar lá porque eu sei que irei ficar a maior parte do tempo sozinha! Falei começando a chorar.
—Deixa de ser infantil! Já somos adultos Isabella!
—Vamos ficar na casa dos seus pais até eu dar à luz? Vou me sentir só lá naquela casa enorme Edward.
—Qual é a sua implicância com a nova arrumadeira?
—Nenhuma. Falei o olhando e desviei o meu olhar.
—Mentirosa! Está mentindo para mim. Iremos ficar esse final de semana lá e na segunda podemos ir para a casa dos meus pais. Ficaremos lá e cá!
—Por mim tudo bem. Não é por nada Edward, mas lá na outra mansão eu tenho a sua mãe para conversar e a Mary.
—Eu sei disso, mas logo virá a menina.
—Sua mãe não pode ficar sozinha.
—Você a deixava quando ia pra Solares, isso é mentira sua!
—Tem razão, mas eu não a deixava por maldade e sim para eu poder respirar um pouco por causa das confusões.
—Vamos dormir que é bem melhor.
—É vamos. Falei tentando prender as lágrimas.
Edward apagou a luz do abajur e o quarto ficou todo no escuro, foi muito difícil eu conseguir prender os meus soluços e os mesmos vieram com força total. As minhas lágrimas rolaram incontrolavelmente e o meu choro era constante sem fazer muito ruído. Eu sentia o mover da cama e sabia que Edward estava incomodado com o meu choro que não o deixava dormir, nesse momento eu queria tanto os meus pais. Era meio infantil, mas por me sentir fragilizada eles sempre foram o meu porto seguro.
.
.
1h e ½ depois.
Sequei a lágrima que rolou e me levantei com cuidado estando o quarto meio iluminado com a luz que vinha de fora. Fui caminhando nua até a porta do banheiro e acendi a luz, coloquei a mão em meu estômago e fui rápido até o vaso sanitário. Minha vontade de vomitar era imensa, mas só saia água e mais nada.
—Outra vez? Perguntou Edward para a minha surpresa se aproximando de mim estando completamente nu.
—Estou tensa e graças a você!
—Só porque eu falei que iríamos morar sozinhos? Dá um tempo! Devia se sentir honrada!
—Por eu ser a pior coisa em sua vida e estar sendo tratada a pão-de-ló. É isso?
—Não falei isso!
—É o que me dá a entender! Falei me levantando devagar e dei a descarga.
—Você exagera!
—Eu não exagero Edward, apenas vivo com essa verdade.
—Não vou perder o meu tempo a convencendo! Você estraga tudo! Tudo! Disse ele saindo do banheiro.
Fui lavar o meu rosto e o sequei, retornei para o quarto vendo o abajur do lado dele aceso. Edward estava deitado de barriga pra cima e evitou me olhar.
—Edward...... O chamei ao me deitar ao lado dele.
—Não começa!
—Não me maltrate, eu, eu. Falei começando a soluçar.
—Eu bem que tentei, mas você parece que gosta! Fica difícil! Eu já disse que nós ficaremos lá.
Acomodei-me no travesseiro e sequei as lágrimas que ia rolando, eu não queria que ele me privasse de sair. O teto já havia desabado sobre mim mesmo e eu o convenceria.
Eu olhei para o lado e ele estava de olhos fechados. Aproximei-me mais dele não me importando que as lágrimas estivessem rolando por eu estar me sentindo sensível demais e ele abriu os olhos.
—Edward..... Interrompi a minha fala e o beijei em meio ao meu choro. ..................1min ½ depois.— Nós estamos casados e já está mais que provado que eu não irei fugir. Falei o olhando.
—O que tem isso? Perguntou ele me olhando intensamente, o verde dos olhos dele era mesmo incrível, eu reparava.
—Não me deixe presa. Pedi o beijando novamente e me afastei para poder me sentar sobre ele sem haver a penetração.
—Bella é melhor não. Disse ele me segurando, mas não o obedeci.
O fiz se sentar estando eu sobre ele e beijei o pescoço dele todinho. Edward era mesmo fraco e ele já estava mais que excitado, do nada ele levantou o meu quadril e me penetrou vagarosamente me roubando um gemido longo de puro contentamento. Comecei a me mover bem devagar sentindo a mão dele correndo pelas as minhas costas e gemi entre os nossos lábios. Afastei-me dele e o fiz se deitar novamente, eu comecei a me mover com mais sensualidade e acariciei toda a extensão do peito dele sem parar com os movimentos. Em contentamento ele fechou os olhos e tornou a abri-los segundos depois. O prazer já estava me consumindo em doses elevadas e aumentei os meus movimentos acompanhados de gemidos baixinhos.
Edward me fez deitar de lado e conectou o nosso sexo novamente, ele me fez inclinar o meu rosto para trás e me beijou sem parar com as investidas. O senti apertar de leve a minha cintura e através de seus movimentos e linguagem corporal, eu notei que ele já estava em seu limite assim como eu. Comecei a rebolar de leve e ele segurou em minha perna que estava apoiada na dele, sem se conter ele investiu um pouco mais rápido e gozamos juntos gemendo feito dois loucos. Foi maravilhoso e o meu coração parecia que iria sair do meu peito. Edward continuou investido agora bem lentamente e foi parando.
.
Momentos depois.
Ele soltou a minha perna e desconectou o nosso sexo devagar ao afastar o quadril, de imediato eu senti falta dele dentro de mim e ganhei um selinho. Eu não podia negar que foi mesmo maravilhoso e só aí que a minha ficha caiu.
—Do que você me chamou? Perguntei me virando para ele e ele antes de responder nos cobriu.
CONTINUA...........
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