Notas iniciais
OIii minhas vampiras. Desculpa a demora pra postar, estava sem criatividade :/ o capitulo não ficou tão bom :/ eu terminei de escrever ele chorando, acabei de me desentender com o meu namorado e eu n sei onde vamos parar. Espero q vcs gostem. Boa leitura.

– Lua! – Kendall se ajoelhou ao meu lado.

– Preciso matar-lo.

Meus lábios pronunciaram. Mas, não era eu que havia falado.

Ele novamente, mais forte.

Caos.

Entrei em completo desespero, tentando com todas as forças recuperar o movimento dos meus braços e pernas, mas, só estava viva dentro de minha própria mente, quando eu falava as palavras não eram minhas, tão pouco os gestos. Era uma telespectadora do meu próprio corpo.

– Lua? Olhe pra mim! – Kendall apertou meu rosto com as mãos.

“Fuja”- Tentei gritar mas, meus lábios não se moviam.

– Traidor. – Meu corpo levantou-se e jogou o vampiro contra a parede. Caminhei até ele e quebrei suas costelas com um chute, fazendo com que tivesse fraturas expostas. – Terminarei com você mais tarde.

Havia sangue em sua testa, meus olhos queriam chorar mas não saiam lágrimas, parecia que eu estava dentro de uma cela em minha mente, meu corpo se abaixou passando dois dedos e melando de sangue do Kendall, levando a minha boca. O alívio foi instantâneo, entretanto, um minuto após a queimação voltou a garganta.

Caos estava no total domínio, tentei até mesmo gritar e nenhum som havia saído. Meu corpo desceu as escadas por onde havia chegado ao telhado, continuando até sair do castelo, indo direto para onde os uivos dos filhos da lua se concentravam.

Um lobisomem passou correndo, parando a minha frente, mostrando todos os dentes e rangendo, senti meu pescoço virando calmamente para olhar-lo de lado, típico do meu pai, então o lobo pulou em cima de mim. Meus pés deram um impulso, pulando também, e antes que ele fizesse alguma coisa, seu coração foi arrancado por minhas mãos, em um baque surdo a carcaça caiu no chão. Continuei caminhando até me deparar com outro lobisomem, completamente cinza, onde exalava certo brilho de seus pêlos, por um instante uma nuvem escondeu a lua.

– Volte a sua forma humana, Alyana. Preciso falar com você irmã.

Minha tia, em sua outra forma, andou até atrás de uma árvore e quando voltou a aparecer, estava em volta de um vestido de tecido fino cinza.

– Como você consegue tudo o que quer, Caos? Até possuir sua própria filha. Eu deveria fazer uma reverência agora.

– Claro. Não iria deixar com que acabasse com a minha morte. – Eu não conseguia controlar meus lábios que moviam-se sem a minha vontade- Luanne é forte mas, é uma completa idiota. Caindo pelo bastardo e por outros...

– Se apaixonando? – Minha cabeça assentiu. – Típico de um coração bom e puro. – Alyana levantou uma sobrancelha, pensativa.

– Tão estúpida... Mas, ela vai me trazer de volta, tenho certeza. Só peço que você não a mate antes disso.

ME MATAR?

Não se preocupe, o coração de Luanne só será meu quando você estiver ao meu lado, irmão.

Então era por isso que ela chamava-me de “sweetheart”, ela queria arrancar meu coração. Por certo desejava aumentar o próprio poder, ser a criatura mais forte da terra. Mal sabia que Caos também queria isso, e outra vez vivo, não hesitaria em matar-la.

– A lua já está aparecendo...

– Talvez nos vemos mais tarde. Vou matar o bastardo e fazer com que meu corpo reviva.

Bastardo não. James.

– Até breve, Caos. – Percebi um lampejo sombrio nos olhos de Alyana que se eu tivesse domínio sobre meu corpo, estremeceria.

Meus pés giraram sob os calcanhares e começaram a se mover rapidamente, a uma velocidade inumana.

Precisava mais do que nunca dar um jeito de expulsar Caos do meu corpo, a cada segundo que passava meu corpo se aproximava de James. Sim, sabia que se ele não morresse, meu coração pararia e eu morreria. E, era exatamente isso que pretendia. Mas, antes daria um jeito do Logan estar vivo. Antes de me entregar a escuridão tudo estaria consertado.

Caos parou em frente a uma porta, que se abriu com um ruído, revelando um quarto e James encostado a uma parede enquanto fitava o nada. Percebendo minha presença, ele deu um mínimo sorriso, com seus olhos brilhando.

– James – Minha boca pronunciou.

– Eu estava procurando por você, Lua.

Ele dissipou a distância que nos separava em questão de milésimos e segurando meu rosto entre as mãos, depositou um beijo em meus lábios.

Senti meu braço levantando, pronto para ar um golpe final e arrancar o coração dele de uma vez, mas, comecei a responder por mim. Ao invés de matar-lo, minha mão alisou seu cabelo e o puxei com força, fazendo com que nos separássemos.

Meu corpo era meu novamente.

– Oh! – Minha respiração estava acelerada. – James. – O Abracei afundando meu rosto em seu ombro.

Algo havia feito com que Caos me possuísse, mas, fora ele que havia me libertado.

Então, de súbito, lembrei-me que havia deixado Kendall semi-morto no telhado.

– Merda. – Saí correndo subindo as escadas, ciente de que James estava bem atrás de mim, sem entender absolutamente nada.

Kendall jazia no chão, seu corpo em volta de uma poça do próprio sangue. Seus batimentos cardíacos estavam cada vez mais fracos. Ajoelhei-me ao seu lado, sentindo o cheiro daquele maldito líquido escarlate, tentando ao máximo me controlar.

– O que aconteceu, Lua?

Ignorei a pergunta de James e fiz um corte profundo no meu braço, encostando em seguida na boca de Kendall.

– Vamos beba, seu idiota. Beba. – Resmunguei.

– Lua, olhe pra mim! – Levantei o olhar para encontrar com o dele. – Que porra aconteceu?

– Isso não importa agora.

Escutei o coração dele voltando a bater normalmente, enquanto seus olhos se abriam e ele agarrava meu braço cravando suas presas nele.

Eu não sabia identificar a expressão que o rosto de James carregava, enquanto ajudávamos Kendall, se era raiva, ciúme, tristeza. Depois que tudo voltou ao normal, ele agarrou meu braço e me levou para o quarto, trancando a porta atrás de si.

– Agora você vai me explicar o que está acontecendo?

– Será que você não percebeu, James? Está claro para todos! – Levantei o tom de voz.

– Não. Não percebi. Eu só consigo enxergar você.

– Você é um imbecil! – Joguei as mãos para o alto, enquanto a raiva crescia dentro de mim.

Ele aproximou-se de mim.

– Sou um imbecil porque amo você.

James me prendeu contra a parede e beijou-me com ferocidade, sugando meu lábio inferior, seu canino fez um pequeno furo formando uma bolhinha de sangue, que ele logo passou a língua. De repente, a raiva sumiu.

O empurrei com força, jogando-o na cama, e ficando por cima dele, distribuindo beijos pelo seu pescoço. Meu desejo de sangue aumentava a cada segundo e se eu não tivesse parado, mataria James com o meu veneno.

– Precisamos sair daqui.

– O que? Mas, agora? – Ele apertou minha cintura.

– James,estamos correndo perigo. Alyana quer nos matar.

Notas finais
Desculpm qlq erro, serio amouras, eu n estou bem :/ Entãoo, torçam por mim. Em breve responderei os comentários do capitulo anterior. Obrigada pelo carinhoo de sempree, love vcs. Bjs.