Sol Do Anoitecer
3 Descobrindo
Notas iniciais
Oiii minhas vampires.
Caramba, minha aulas começaram com tudo ¬¬ No primeiro dia de aula fiquei sabendo que havia aberto as incrições para monitoria e eu tive que fazer, ou seja, quando pretendia escrever o capitulo tive que estudar estudar e estudar.
É... A minha vida é essa kkkkkk
MEREÇO '-'
vcs me entendem neh gente, pleasinho. shauhsuahs
Entãoo...
A historia vai dar uma reviravoltaa agora. Vcs estão prontaas?
AAAAAAAA
Boa leituraa.

Tentei me afastar de James mas, o meu instinto era mais forte me puxando mais e mais para aquele liquido escarlate. Senti o corpo dele estremecer, e estava quase parando de sugar seu sangue.
– Não Lua, não está me machucando... Continua. – A voz dele estava em tom de rogação. James suplicava para que eu bebesse seu sangue.
Fechei meus olhos e meu cérebro foi invadido por flashes. Imagens. Imagens da vida daquele vampiro.
E ali, perdida naquelas lembranças, eu era apenas uma espectadora.
“ James estava andando, com a mesma aparência que tinha hoje, parecendo perturbado ele saiu da fortaleza onde Caos foi morto. Com dificuldade o acompanhava, parecia que eu havia sido transportada para algum tempo atrás.
Meu coração sentiu uma pontada quando eu vi onde era o destino, ele pulou sobre uma pedra grande e dali dava pra ver uma mão... Um pé... E mais adiante um corpo.
Um som gutural escapou da garganta dele, seu corpo se moveu tão rapidamente que meus olhos sequer conseguiram ver-lo. James agarrou o cadáver e chorou, chamando um único nome: “Mãe”. ”
A respiração dele estava acelerada e agora eu relutava em largar-lo, não por causa do sangue, mas dessa vez por causa das memórias. Algo me dizia que eu precisava ver mais.
Sabia que iria me arrepender.
“Dessa vez, James tinha uma aparência de criança, cabelos quase cobrindo os olhos, e parecia tão indefeso. Estava ao lado de Caos, que uma vez ou outra lançava um olhar de desprezo para ele.
Uma mulher, coberta por um capuz vermelho entrou na sala, trazia uma criança consigo. Quando ela revelou o seu rosto, senti o chão desaparecer sob os meus pés.
A minha mãe. E como não pude perceber? A criança era eu.
James me fitou e correu para o meu lado – a garotinha- tão rápido como qualquer vampiro, mas para minha surpresa, corri mais rápido que ele, impossibilitando que ele me tocasse.
– Caos, não posso mais ficar com ela. Aili está desenvolvendo suas habilidades muito rápido.
– Você deve agüentar. Não vou conseguir colocar todo o plano em prática.
James escutava a conversa, mas, tentava disfarçar, ainda insistindo em mexer no cabelo com pequenas ondas da minha miniatura.
– Mas, ela é sua filha!
Não – Sussurrei. – Não, eu não... Não!
– Eu sei, Marie — Caos pronunciou o nome da minha mãe amorosamente, me fez ter nojo – diferentemente dele, — se referiu a James – Ela é a herdeira do meu poder. Você quem devia estar ao meu lado, não a traidora. Que produziu um filho de um miserável qualquer.
Cada palavra pronunciada era uma facada em meu coração.
– Preciso que cuida da nossa filha, por enquanto. Tudo vai se encaixar e você então poderá viver eternamente. Governar comigo, minha lobo.
Minha mãe era uma... O que?!
Olhei para James, ela havia conseguido me agarrar e cochichava no meu ouvido. Eu só entendi a parte do “queria te ver novamente”.
– James, Luanne venham aqui. – Caos se abaixou um pouco, ficando na mesma altura das crianças – Vocês irão se esquecer do que escutaram.
De repente os olhos deles ficaram vazios. Ele estava usando o seu poder para hipnotizar-las. Me hipnotizar.
– Luanne, minha filha – Ele tocou meu rosto, foi quando eu tentei me desfazer da lembrança do James, aquilo era demais – Você vai esquecer do que é, seus poderes e habilidades ficaram escondidos, até o momento certo.
Eu apenas assenti.
– James, saia. Não quero ver você mais por hoje.
O pequeno vampiro, fitou o nada e se dirigiu para a porta mas, antes de sair escutou a voz de seu ‘pai’:
– Ainda nos veremos, minha querida Aili. ”
Abri meus olhos e interrompi o contato que minha boca fazia ao pescoço dele. Saltei de seu colo o mais rápido que pude e acabei batendo minhas costas contra uma árvore, arfei.
– Lua, você está bem?
Meus olhos se encheram de lágrimas. Isso não podia ser verdade. James se levantou, pronto para me amparar em seus braços, onde sabia que eu me encaixava perfeitamente. Mas, eu não queria que ele me tocasse.
– Fique longe de mim!
– O que você viu nas minhas lembranças? – Fiquei olhando-o nos olhos, não falei nada – O QUE VOCÊ VIU, LUANNE?
– Apenas, fique longe. Fique longe.
– Não.
– James, por favor, o que eu vi não é com você e sim, comigo. Uma parte da minha história. Do que realmente eu sou e de como me tornei isso.
– Nas minhas lembranças? – Assenti – Eu quis te entregar meu sangue para que você soubesse o que sinto. E, você me vem dizer que viu parte de sua história. – James jogou os braços para o alto- Isso não é possível.
– JAMES! – Uma voz angelical soou aos meus ouvidos. Era só o que faltava... MERDA! – O que está acontecendo aqui?! Por que esse cheiro de sangue? – Angelique então olhou para mim, e cercou meu pescoço com as mãos – O QUE VOCÊ FEZ COM ELE?
– Angelique! Não aconteceu nada. Apenas, dei meu sangue para ela.
Segurei sua mão e a torci.
– Não toque em mim. Estamos entendidas?
Sem esperar mais nenhuma resposta, caminhei até onde passaríamos a noite e fiquei ao lado do Kendall, pedindo para que ele não falasse nada, eu sabia que a Angelique iria ficar bajulando o James. Eu tinha muita coisa em que pensar.
(.)
Finalmente, o sol havia rompido no céu.
Passei a noite e madrugada inteira tentando raciocinar, tentando buscar algum sentido naquilo que eu vi. Só consegui que a escuridão me levasse por alguns minutos, embarcando em um sono leve, mas o Kendall me acordou, sem perceber, colocando o braço em volta da minha cintura. Abri meus olhos assustada até que percebi que era ele, só outra coisa me chamou atenção.
James.
Sentado em um galho, numa árvore antiga me encarando tão profundamente que parecia estar minha alma.
Caminhamos debaixo do sol quente, Angelique ficava me enviando olhares de raiva à cada passo. Mas, sinceramente, eu não me importava. Ela era um animal indefeso perto de mim.
Se tudo o que eu havia revivido nas memórias de James fosse verdade, eu era filha do Caos, não ele. Eu nasci uma hibrida, filha de uma mulher que carregava a maldição da lua e do primeiro vampiro. Nunca fui uma humana.
Tudo o que eu acreditava era uma mentira.
Por isso me senti tão conectada ao James, desde a primeira vez que eu o vi. Por isso não consegui matar-lo.
E... Eu matei meu próprio pai.
Respirei fundo, assim que vi o castelo, mais um. Ao nos aproximarmos mais, Carlos veio para o meu lado, diferentemente dos outros lugares que eu havia visto, esse não era fechado ou cheio de muros.
Entendi prontamente. Os filhos da lua não precisavam de proteção.
Um vilarejo cercava o castelo, mas estava não havia nenhum ser por ali.
– O que será que significa isso? – Carlos sussurrou perto do meu ouvido.
Continuamos andando, eu tomei a liderança, se alguma coisa atacasse meu grupo, iria ter que passar por mim primeiro. Chegamos à uma espécie de praça central, e para minha surpresa me deparei com vários humanos, isso mesmo. HUMANOS. Inúmeros.
Eles me olharam como se estivessem esperando-me a muito tempo.
Percebi que todos os meus aliados prendiam a respiração.
Por fim, de um em um, os humanos se ajoelharam. Ajoelharam-se diante de mim.
Notas finais
Já estava morrendo de saudades de escrever para vcs,
Vcs gostaraam ?? ficou legaal?? Ruim? Chato? Uma merdaa.
Me digaaam o/
Vejo vcs nos reviews minhas lindonaas.
Love vcs ♥
Sweet Kisses ;**
Fale com o autor