–Me desculpe por todos esse anos. Siga em frente não olhe para trás, só fica aqui comigo, não a mais nada o que possamos fazer, só esperar. — Sua dor era nitida, ele não tinha nem cinco minutos mais.

–Tem que dá tempo de te salvarem. — Ela tentou se levantar mais ele a segurou, lágrimas caíram sobre a mão de James, sangue escorria de sua boca, ela se ajoelhou. — Eu te amo. — Ele a segurou com toda a força que lhe restava.

–Eu te amo maninha... — Não havia mais aperto, então ela viu a mão dele caindo, ela puou seu pulso e viu não havia mais pulsação das veias ele estava morto, ela se desesperou, começou a chorar que nem louca, ela não conseguia respirar direito, tudo o que ela queria era poder trocar de lugar com ele.

Alguém entrou no quarto desesperado, mais seus joelhos fraquejaram levando ele para o chão, e ele foi chorando até a cama onde seu sobrinho estava to ensanguentado, ele começou a se culpar por tudo que havia acontecido. Ele levantou a cabeça e viu que havia uma garota ali, com seus cabelos quase pretos, pele morena estava largada na cama. Ele encostou na menina ela estava perdendo o calor, ele pegou com cuidado e levantou seu rosto foi então que percebeu que ela a única sobrevivente do massacre havia desmaiado. Ele sentiu se pulso vi que estava certo, mesmo sabendo que a culpa de todos estarem mortos era por causa daquele caçador metido que coincidentemente era o pai dela, mesmo sentindo ódio dele e até dela, e ele lutou pra ficar de pé, depois andou até ela e a pegou, desceu as escadas, e a colocou no carro, e deu a partida em direção ao hospital.

Lá estava ele sentando no lado da cama onde a menina se encontrava imóvel, alguém entrou na sala era um policial, então ele contou a historia de que o velho morto estava os atacando, e quando lhe atacou ele se defendeu empunhando a faca em seu estômago, o idiota caiu sem questionar.

Três dias depois quando Lina acordou ele não falou com ela, e nem a deixou o ver, tudo o que ela sabia era que um amigo de seu "pai" havia os salvado, ela perguntou o nome mais ninguém a ouviu.

Ela estava na porta de um orfanato, junto do Cherife, ela olhava a casa velha sem muita emoção ela se sentia morta por dentro tudo o que ela queria era poder voltar atrás toda noite ela se lembrava daquela noite com medo, e só dormia quando um enfermeira aplicava um calmante em seu soro.

–Aqui será onde você irá ficar, vá pode entrar estão todos a sua espera. — Ela andou a até a casa, ao abrir a porta viu que havia uma moça loira sorridente, junto com um monte de crianças alinhadas.

–Seja bem-vinda querida, esses são os outros. Digam oi para a C... — Lina a interrompeu deixando com olhos arregalados.

–Lina, e se puderem me dizer onde ficarei agradeço. — Sua voz soava fria como um ice berg.

–Ah sim a primeira porta a direita. — Ela subiu antes que inventasse de lhe pergunta ao alguma coisa e antes de desaparecer da escada poder ouvir cochichos de que ela era estranha.

Entrou na porta designada, foi então que percebeu que dividiria o quarto pelo que pode ver com cinco garotos e nenhuma menina, ela jogou suas coisas em uma cama vazia, a ultima perto da janela, olhou para a vizinhança mais logo virou sua cara, então ela deu de cara com uma gilete, ela havia ouvido que se corta aliviava a dor emocional, então decidiu tentar, afinal já não aguentava mais suporta a dor. Quando ela passou a lamina de primeira a dor foi grande, ela olhou pra pele e viu que só havia passado de leve e um corte pequeno, então tomou coragem e fez um maior e mais profundo, viu sangue aparecer, onde estava se curando os cortes que havia levado naquela noite , então ninguém perceberia nada, fez vários mais quando a dor deles passavam a dor voltava, era pior que a física.

Havia se passado 3 semanas que estava naquele lugar, ele estava frequentando uma escola, mais ela não fazia nada a não ser olhar para um ponto fixo do quatro quase sem piscar, todos relevavam pois sabiam o que havia acontecido, o que a deixava mais brava ainda odiava que os outros sentisse pena de si. Naquele dia ela havia decidido ela iria usar o plano de emergência, ou como mais conhecido como corta os pulsos, havia decidido fazer aquilo a noite pois sua dor era grande demais e ela não aguentava mais.

Lina saiu mais cedo mentindo que não estava se sentindo bem, ela andava pela rua olhando para baixo para que ninguém visse as lágrimas que ela tanto escondia. Foi quando viu um panfleto no chão se abaixou e o pegou, nele dizia: A melhor vidente da cidade. Ela leu o endereço, saiu correndo até o local, era duas ruas antes da antiga escola, quando chegou lá viu a placa, entrou sem mais de longas mesmo não acreditando muito naquilo por ser Cristã ela foi não custava tentar. O lugar parecia um lugar normal, logo apareceu uma mulher gorducha e negra pra lhe atender, a mulher mexeu os óculos, e murmurou algo baixinho.

–Olá o que deseja? — Disse de forma rabugenta.

–Respostas. — Então quando a mulher ouviu a resposta teve certeza de que a garota ali presente em sua frente era filha dele.

–Entre. — Sua voz soou ríspida. Lina entrou sem questionar, a sala tinha uma pequena mesa que jazia um bola de cristal cortinas tampando a luz do dia, ela sentou em uma das duas cadeiras e logo a mulher estava a sua frente. — Vejo que você e igual a seu pai, e com seu avó. Você quer saber o que matou sua família. — Lina se assustou afinal não tinha dito nada — Você esperava o que sou uma vidente, eu sei o que matou eles, e também sei sobre o passado de seu pai e família. Anos atrás um homem veio atrás de mim com um pergunta parecida com a sua, mais a única pessoa a ser morta foi sua mulher, então eu lhe dei as respostas e ele foi arás de vingança e morreu sem a cumprir, então seu pai os vingou, ele depois disso se dedicou ao irmão, ele vendeu sua alma para salvar seu irmão, já que era a única coisa que o mantinha em pé era ele, sua família, ele está até hoje nessa vida, tentando salvar o máximo de pessoas. E se você seguir esse caminho de vingança você será a mais prejudicada. Você tem certeza de que quer ir em frente?

–Sim, me de as respostas e o nome de quem fez isso e do meu pai! — Ela estava fria, ela não se importava com o resto ela queria vingança.

–Foi um garota da sua idade quase que mandou fazerem isso, ele estava a alguns dias em Colorado. Bem ele pode fazer tudo se torna realidade tome cuidado essa e uma estrada perigosa, e ele não e o único monstro a lobisomens, vampiros, fantasmas, dêmonios, metamorfos, entre muitos outros, e além do mais os que estão prestes a existir. E eu só vou te dar um nome Winchester.

–Obrigada. — Ela se levantou e saiu indo para o orfanato, preparar as coisas ela iria fujir essa noite de vez de dar fim a sua vida.