Notas iniciais
Oi :B Eu gostei muito dessa lemon, não sei se vcs vão gostar,MAAAAS q Enfim, aproveitem!

“-MAS O QUE É ISSO? UMA CUECA ME SEPARA DA FELICIDADE, DEIXA EU TIRAR ISSO DE VOCÊ AGORA. Disse Frank, vindo em minha direção pra tirar a minha cueca.”

-Frank, você é um marido muito safado. – Eu disse depois que ele pôs a mão na borda da minha cueca.

-Se quiser que eu pare é só fala, amor. – Frank disse e foi afastando a mão da minha cueca bem devagar.

-Não disse pra parar. – Eu disse, pegando a mão dele e a pondo novamente na borda da minha cueca.

-Então agora se o senhor Gerard Way permitir, vou terminar o que eu comecei. – Frank disse e se ajoelhou e tirou minha cueca devagar... Depois de tira-las ele se levantou e ficou me encarando com um sorriso.

- O que foi? – Eu disse sorrindo junto a ele.

- Estava aqui pensando... Acho que aquelas putas gostariam de estar no meu lugar. – Ele disse, enquanto ria, deveria estar lembrando-se de alguma coisa que eu falei, ou algo que elas fizeram. Mas pra mim, a melhor coisa da boate foi a cara da Raquel quando eu falei do macaco e do acido sulfúrico.

-Pare de pensar em putas homem! Agora se o senhor me der licença, eu vou tomar meu banho pra ficar cheiroso e limpo. – Eu disse, entrando no box e ligando o chuveiro.

-Tem espaço pra mais um? – Frank disse sorrindo.

-Claro, se não couber à gente fica grudadinho que também é bom. –Eu disse e depois dei um sorriso malicioso.

Frank empurrou a porta de vidro e entrou no box, logo depois a fechou.

Apoiei meus braços nos ombros de Frank e ele segurou minha cintura, nos encaramos por alguns segundos e depois nos beijamos, nossos rostos se tocaram em baixo do chuveiro, o que fez a água entrar na nossa boca durante o beijo, atrapalhou um pouco, mas não foi nada de mais; Depois do beijo, talvez pelo fato da água que não me deixava respirar direito, Frank me encarava e eu estava ofegante. Frank soltou uma risada.

- Já está cansado? Nem começamos nada ainda... – Frank disse sorrindo, como sempre.

- Claro que não... É que a água... Quase me deixou sem ar... – Eu dizia ainda ofegante.

- Okay então, sem beijos que quase matam meu marido afogado. – Disse Frank, que ainda estava com a mão na minha cintura e me deu um puxão, o que me fez nossos corpos grudarem. Frank começou a arranhar minhas costas e eu comecei a gemer baixo. Depois de um tempo que eu e ele já estávamos quase nos comendo dentro do box, eu parei e empurrei-o.

-Agora chega seu pervertido, me deixa tomar meu banho em paz, você esta me machucando e esse tipo de coisa só pode se fazer na cama, Jesus não gosta de sacanagem. – Eu disse e fiz um bico de quem está certo, Frank riu.

-Nossa, falou A Freira. –Frank revirou os olhos e continuou. -Posso pelo menos te ajudar no banho? –E completou com seu lindo sorriso inocente e bobo.

-Ajudar pode, ficar me tarando não. Hunf. – Eu disse e fiz uma cara de quem estava certo.

Frank jogou água na minha cara, COM FORÇA! Quase entrou nos meus olhos, eu revidei. Logo estávamos brincando de guerrinha d’água. Depois de muita enrolação, começamos a tomar banho de verdade. Minhas costas estavam ardendo pelos arranhões de Frank, que foram fortes.

Quando já estávamos no quarto, Frank estava seco e enrolado em uma toalha minha, eu estava molhado, e todo o percurso do banheiro pro quarto estava molhado. Eu estava deitado na cama e Frank estava procurando alguma coisa.

-Hey Frank, tá procurando o que? – Eu disse, enquanto sentava para esperar Frank.

-O presente que Ray deu pra gente. – Ele disse alto, depois falou baixo para ele mesmo. – Tenho certeza que está em uma das gavetas, eu me lembro de ter guardado.

-Ah esquece isso, não precisa! Somos homens, não tem como pegar doença ou engravidar! – Eu disse, dando de ombros a preocupação de Frank com isso.

- Gerard, você não é criança e sabe tão bem quanto eu que precisamos sim disso, se formos fazer, que seja direito. – Frank disse abrindo uma das gavetas. – Achei, sabia que estava por aqui! – Ele pegou uma e jogou em cima de mim.

-Pega logo a cartela toda. – Eu disse enquanto abria o lacre da camisinha. Frank jogou outra em cima de mim.

–Só pra garantir. –Ele disse e riu. –Agora seja um bom garoto e me ajude a por a camisinha! –Ele disse e pôs as mãos na cintura.

-Então vem aqui, já estou com ela em mãos. –Eu disse enquanto balançava a camisinha para Frank ver.

Frank ficou em pé na minha frente e riu.

-Rawr, que grande! –Eu disse, com uma voz feminina.

-Só pra você. – Frank disse e eu ri.

-Eu sei disso. – Dei uma pausa para rir e continuei. –Calmo ai, precisa de todo um clima, isso tá muito frio. – Eu disse pegando a cintura de Frank e me jogando para trás, o que nos fez cair, ele em cima de mim. Começamos a nos beijar agressivamente.

Paramos de nos beijar, Frank ficou me encarando daquele jeito infantil. Ficamos minutos ali, sem falar nada, só olhando um para o outro. Depois, (como já é de costume) inverti as posições, fiquei em cima de Frank.

-Quer bancar o ativo de novo? Não está com trauma não é? –Frank disse e riu, que trauma cair do sofá pode trazer?

-Não fiquei com trauma. –Eu disse e comecei a beijar o pescoço de Frank, e fui descendo para seu corpo.

Quando cheguei a seu membro, Frank agarrou meu cabelo e pressionou contra ele, comecei a suga-lo e Frank a puxar meu cabelo em movimentos de vaivém, só que às vezes ele puxava muito pra trás, o que fazia o membro dele sair da minha boca, e às vezes ele empurrava muito pra frente, o que quase me fazia o engolir e machucava um pouco, talvez pelo tamanho, às vezes dava ânsia de vômito, Frank gemia a cada movimento que eu fazia, ou com a língua ou com a boca.

Não demoramos muito nisso, não queria que acabasse cedo. Peguei a camisinha que eu tinha deixado do nosso lado e assim que terminei de por ela em Frank, o mesmo se sentou na cama, o que me fez sentar também, Frank se aproximou de mim e começamos a nos beijar. No meio de um desses beijos, Frank me empurrou para trás, o que me fez deitar de barriga para cima, Frank apoiou minhas pernas em seus ombros, ajeitando seu membro em minha entrada, assim que o senti, gemi. Frank começou a penetrar lentamente seu membro, o que me fez gemer também lentamente, e cada vez mais alto, Frank também estava gemendo, mas era quase impossível escutar.

-Frank... Oh...Mais rápido..Uh –Eu disse entre gemidos.

-Gerard... –Ele gemeu em aprovação.

Frank pôs todo seu membro em mim, e ficou fazendo movimentos de vai-vem muito rápido.

-OOOOOOOOOOOOOOOOOWN! –Eu gemi e gritei ao mesmo tempo, minha voz saiu rouca.

Depois de alguns minutos nessa super-velocidade Frank começou a diminuir a velocidade e meus gemidos foram ficando mais baixos. Frank tinha parado de se mexer, mais ainda estava dentro de mim.

-Frank? Já Cansou? –Eu disse e ri, é meio idiota perguntar isso.

-Não. –Ele disse e tirou minhas pernas de seus ombros, meio que jogou cada uma para um lado, depois aproximou sua boca de meu membro e começou a suga-lo, assim que senti a língua de Frank, comecei a gemer em um tom médio, com uma mão, agarrei o cabelo de Frank e o puxava levemente para frente e para trás, Frank tinha largado meu membro, ele estava subindo meu corpo entre beijos, até chegar em meu pescoço, Frank me dois chupões praticamente no mesmo lugar, os dois bem fortes, e depois subiu até minha boca. Voltamos a nos beijar. Fui deslizando minha mão até o membro de Frank, que ainda estava com a camisinha, tirei aquela porra e joguei pra trás, foda-se aonde tenha caído, e comecei a masturbar Frank, quanto mais rápido eu movimentava a mão, mais alto Frank gemia, ele pôs uma das mãos na minha nuca, e quando ele gemia mais alto que as outras vezes, ele a apertava.

-Own... Gerard... Eu... Quero você... –Ele disse entre gemidos, depois dessas falas ele pegou a outra camisinha que ele tinha jogado em cima de mim, e a abriu. Será que ele quer que eu coma ele?

-Você já me tem Frank! –Eu disse enquanto esperava para ver o que ele iria fazer com aquela camisinha.

Frank me deu um selinho de uns cinco segundos e voltou a beijar meu pescoço, e novamente foi descendo (e beijando) até meu membro, e pôs a camisinha em mim, depois subiu para meu rosto de novo, dessa vez sem beijos.

-Eu te amo. –Ele disse e ficou me encarando.

-Eu te amo. –Eu disse e sorri.

Depois do meu sorriso, Frank se sentou (não preciso lembrar que ele estava já em cima de mim) e nos ajeitamos para essa nossa “revezada”. Não precisei fazer muita coisa, Frank estava praticamente cavalgando em mim. Frank gemia alto e eu também.

Depois de um tempo naqueles movimentos, Frank parou de “cavalgar” em mim e ficou me encarando.

-Oi. –Eu disse descontraído, depois ri, Frank também.

Frank saiu de cima de mim, deitou do meu lado.

-Mas já acabou? Ah não, hoje estou com disposição. – Eu disse e Frank me olhou meio confuso.

-Eu não falei que acabou. –Frank disse e ficou me encarando com um olhar malicioso.

Eu sorri. –Então o que tem agora? –Eu disse sorrindo.

-Não sei. –Frank disse e sorriu. –O que você quer?

Falei a primeira coisa que me veio a cabeça. –... 69! –Tá, sou um babaca, não sabia mais o que fazer.

Frank soltou uma gargalhada. –Então o senhor Gerard gosta de posições do Kama Sutra? Não sabia desse seu lado... –Ele disse com uma voz idiota.

-Só sei essa posição. –Eu disse e ri, acho que só sei essa mesmo...

-Eu sei um monte... –Frank disse com uma voz sedutora. Depois disso ele voltou a me beijar.

Depois de mais vários beijos, Frank fez o que eu não esperava.

-Okay, então vai ser 69 mesmo. –Ele disse e virou seu corpo, ao contrário do meu.

-Realizar meus sonhos agora. –Eu disse com uma voz debochada. Frank riu.

Frank subiu em cima de mim, e como ele é pequeno, não precisamos nos ajeitar muito para abocanhar um o membro do outro.

Ficamos ali bastante tempo. (CARALHO, ISSO É MUITO BOM, TENHO QUE COMPRAR UM LIVRO DO KAMA SUTRA O MAIS RÁPIDO POSSIVEL POR QUE É MUITO BOM.) Mas como eu sou uma pessoa com pouco fôlego toda hora eu ficava sem ar e parava de sugar o membro de Frank.

Frank estava movimentando a boca e a língua bem rápido, e de um jeito muito bom, e eu o imitava em cada movimento, ainda não era muito experiente em sexo gay. Aquilo foi tão bom que eu e Frank gozamos quase que na mesma hora, nós dois engolimos. Depois que Frank saiu de cima de mim, eu me virei para o mesmo lado que ele.

-E ai gostou? –Frank disse rindo, ele (e eu também) estávamos ofegantes.

-Esse foi o melhor sexo da minha vida! –Eu disse alto, quase gritando.

-Calma! Eu estava perguntando do 69! –Frank disse rindo.

-Tudo foi ótimo, mas o 69 foi... EXPETACULAR! –Eu disse dessa vez mais baixo.

-Que bom que gostou, por que essa foi a melhor noite da minha vida! –Frank disse, sorrindo.

-Eu te amo muito, senhor Frank Anthony. –Eu disse, sorrindo bem infantil.

-Eu te amo muito, senhor Gerard Arthur. –Frank disse sorrindo bem infantil também, não sabia que ele sabia do meu nome todo, nunca o falei pra ele.

-Quem te falou da merda do “Arthur” no meu nome?

-Vi no seu celular, uma mensagem de uma menina que dizia “Hey senhor Gerard Arthur! Estou com saudades e preciso falar com você urgente, é sério, uma coisa que notei quando você foi viajar, assim que puder me retorne, beijos.” Vi isso no dia em que fomos buscar Mikey e Ray no hospital. –Quem mandou essa porra pra mim? QUANDO eu recebo mensagem?

-Quem mandou isso? Tenho acho que umas duas ou três amigas meninas só, na verdade... Acho que meus amigos não passam de Ray e Mikey! –Eu perguntei, será que foi... Não, meio impossível.

-Isso me leva a outra pergunta... Quem é Jéssica? –Frank fez uma cara de confuso. É AGORA FODEU DE VEZ, COMO VOU CONTAR PARA FRANK QUEM É JÉSSICA? PUTA QUE PARIU!

Notas finais
TANANANAAAAAAAAAAAAAAAAM -qn Até o proximo capitulo lindas *-*