So Heres Your Holiday
26 Capítulo 26
Notas iniciais
-Vocês tem certeza de que vão a essa festa? Natal é pra se passar em família. Aposto que nem metade dos pais deixaram os filhos ir! –Minha mãe disse, e eu até acharia estranho ela se importar com essas coisas, até por que eu só fico em casa no Natal por que não tem nada melhor pra fazer. Mikey também não é de sair, mas ás vezes ele passava as festas de fim de ano em boates e coisas assim. Depois da noite em que meu pai ganhou meu respeito, no outro dia minha mãe veio me pedir desculpas e eu aceitei, ela é minha mãe e a casa ainda é dela... Mas eu acho que Frank foi a melhor coisa que aconteceu não só pra mim, minha mãe nunca ligou pra Natal direito, e eu odiava meu pai até algumas semanas atrás. É, ele foi feito pra mim mesmo... E eu continuo a ficar mais viado que nunca.
-Temos mãe, afinal de contas, não foi você mesma quem disse que eu precisava sair mais? Então... –Eu disse com um sorrisinho.
-Vocês voltam ainda hoje? –Meu pai, que estava do lado da minha mãe, perguntou. Hm, hoje tem.
-Eu acho que não. E não se preocupem se não voltarmos até depois do ano novo. Só mandem os policiais depois do dia dois de Janeiro. –Eu disse brincando. Mas quem sabe, né.
Meus pais riram e depois foram pra cozinha arrumar a “ceia de um casal sem filho” que eles terão. Hm, depois dessa ceia não sei não hein...
-GENTE VAMOS?! –Uma voz feminina gritou do lado de fora de casa, Jessica.
-Boa festa pra vocês. –Meu pai disse.
-Frank, Gerard. –Minha mãe chamou. E nós quatro olhamos, ela só movimentou a boca sem som “Juízo hein!” eu e Frank rimos. –Ray e Mikey vocês também! –Minha mãe falou agora com som, provavelmente ela não sabe, mas a mesma preocupação dela comigo e com Frank também vale pra eles.
Assim que Frank viu Jéssica ele segurou minha mão e me olhou como quem diz “Tudo o que você disser pode ser usado contra você” e eu mandei um beijo irônico, o que o fez sorrir.
Ray e Mikey saíram primeiro então ganharam um abraço da Jessica antes de eu e Frank, quando ela veio na nossa direção e nos viu de mãos dadas ela fez uma cara de confusa.
-Isso é meio gay, vocês sabem né? –Ela disse com a sobrancelha franzida.
-É eu sei Jéssica, isso é muito, muito gay... –Eu disse e Frank ficou com um ar de deboche, Jessica não entendeu direito, mesmo assim nos abraçou.
A gente demorou mais ou menos uns quinze minutos só pra convencer Jéssica a ir de carro, mas ela ficava insistindo que a casa da Amanda não era muito longe e etc.
Como de costume, Frank pegou meu porta CD’s e botou o American Idiot, como essa álbum é famoso... Enfim, ele botou Holiday e disse que era pra entrarmos em um clima festeiro... Deu um certo orgulho quando todo mundo começou a cantar o refrão da música, me senti o próprio Billie Joe dirigindo no clipe da música.
-É aqui? –Eu disse, de tanto que Jéssica falou da casa da Amanda eu poderia desenha-la e ia ficar idêntico.
-Exatamente. –Ela disse e depois olhou para o relógio dourado no seu pulso. –Nove e quinze, acho que chegamos em um bom horário.
-Espero que seja boa. –Ray disse, ele também nunca foi de festas, lembro quando nós tínhamos 14 anos e virávamos as noites jogando RPG...Coisa de nerd.
-Vai ser. –Mikey disse, ele gostava de festas, ia em poucas, mas pelo menos ia.
Saimos do carro e logo do portão da casa de Amanda já dava pra escutar o som, estava tocando “Poker Face”
-Ai Mikey, sua música. –Eu disse, afinal, é tão raro Mikey sorrir...
-Te fode Gerard! –Ele disse, mas estava rindo, todos estavam.
Jessica tinha tocado a campainha e estávamos esperando Amanda abrir a porta.
-Jess, minha linda! –Amanda disse e deu um abraço nela.
-Mandy! E ai como está a festa? –Jessica disse depois que Amanda largou ela.
-Não tem muita gente ainda, a festa começou faz quinze minutos! –Ela disse e riu. –Mas já tem umas 10 pessoas contando com vocês.
-Oi rapazes! –Ela disse feliz.
-Oi... –Todos nos, os “rapazes” dissemos juntos.
-Olha, entrem e se divirtam, a casa é de vocês.
Sorrimos e fomos até a sala, que era até bem grande, tinha um lugar com duas mesas, uma de comida e outra de bebidas, um lugar pras pessoas dançarem e um outro aonde tinha umas pessoas sentadas em uns pufs coloridos.
-Eric! Taylor! Brad! Suzi! Jean! Isa! Scarllet! –Jessica foi falando com todos que estavam sentados nos pufs e pareciam se conhecer a muito tempo.
Depois de falar com todo mundo, Jessica voltou pro meu lado.
-Gente, deixa eu apresentar esses meninos aqui: Esse de cabelo preto cumprido e o Gerard, o alto de cabelo enrolado é o Ray, o moreno sério de óculos é o Mikey e o baixinho com cara de bebe é o Frank. –Ela disse pra todos da sala, eu fiquei sem graça, eu conhecia todas aquelas pessoas, mas elas não me conheciam.
Todos comprimentaram com um “Ah eu já conheço!” “Fala ae” “Iae” “É nois”.
-O Gerard e o Ray são da nossa sala, e o Mikey eu já conhecia também, nunca vi o Frank lá na escola... –Scarllet, uma loira linda de olhos verdes, disse, ela era tipo a puta-pop da minha sala, todas as salas tem uma puta mais famosa que as outras...
-É que ele não estuda lá, ele é só um amigo dos meninos. –Jessica respondeu.
Antes de Scarllet responder Amanda chegou com uma bacia gigante cheia de Doritos, eu quase pulei de alegria quando vi, alegria de gordo.
-Gente, trouxe um aperitivo pra gente passar o tempo, quando chegar mais gente eu abro as bebidas. –Amanda disse, pondo a bacia com Doritos no meio dos pufs.
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Tinha gente em todo o canto da casa, minha mãe estava errada sobre não ir muita gente, todos estavam dançando e se pegando, Mikey e Ray estavam muito bêbados e eu estava começando a beber agora, Frank estava bebendo mais não chegou a estar bêbado.
Toda hora vinha alguém com uma garrafa, ou de Vodka ou de Tequila ou de qualquer bebida, parecia que Amanda tinha um estoque infinito.
Jéssica estava tão bêbada que se não fosse Amanda ela estava sem roupa.
-Gerard, que foi? Quer bancar o responsável? Bebe um pouco... –Eric, um ruivo alto e com alguns músculos, que estava com a gente antes da casa virar um formigueiro, me ofereceu um copo.
-O que tem ai? –Eu disse, o som estava muito alto e eu quase não escutava nada.
-Eu sei que tem Tequila, Cerveja e uns energéticos, mas acho que tem mais alguma coisa. –Ele disse dando uma mexida rápida no copo com a mistura porre-automático antes de estender pra mim de novo.
-Me dá essa porra. –Eu disse pegando da mão dele e dando uma golada. Era horrível, e ao mesmo tempo viciante. –Você viu o Frank por ai? –Eu perguntei, eu tinha perdido o baixinho de vista depois que as pessoas começaram a dançar.
-Eu o vi no banheiro quase agora, tenta lá.
-Okay, valeu cara.
Eu disse e fui procurar o banheiro. No caminho achei Mikey e Ray se pegando.
-Ray? Mikey? Que isso cara, tão se pegando agora é? –Como se eu não soubesse.
Eles pararam de se beijar e ficaram me encarando. –Hã? Sim, ele é meu... meu... namorado... é... namorado... –Ray estava tão bêbado que não estava prestando atenção nas palavras, nem falando direito.
-Não sou seu namorado, sou seu amante, você tem namorada esqueceu? –Mikey respondeu. Puta merda eles estão muito bêbados.
-Okay então, podem se pegar bastante ai mesmo. –Eu disse e dei um tapinha nas costas de Mikey antes de continuar o caminho até o banheiro.
Cheguei no banheiro rindo de Ray e Mikey, e vi Frank fumando sentado no chão.
-Amor... –Ele disse, ainda não estava bêbado, mas estava começado...
-Frank, que isso! Por que você esta sentado no chão? –Eu disse e ele levantou.
-Por que se eu fumar lá fora as pessoas vão pedir. –Ele respondeu.
-Não vão não, eles só bebem, até hoje os fumantes da minha sala não passam de dois ou três, contando comigo. –Eu disse e estendi a mão.
-Okay... –Ele disse me passando o isqueiro e um cigarro.
-Você não vai acreditar no que eu vi. –Eu disse indo pra fora do banheiro.
-O que? –Ele disse.
-Mikey e Ray se pegando...
Eu e Frank decidimos aproveitar mais a festa, e as quatro e meia da manhã eu tinha batido meu recorde de cachaceiro.
Eu e Frank já tínhamos nos beijado na frente das pessoas, ele deu um tapa na cara de Jessica e passaram a mão na minha bunda umas seis vezes, e eu já estava quase dormindo.
-Hey Gerard... Posso te pedir uma coisa? –Ele disse no meu ouvido.
-Hã? O que? Fala meu amor. –Eu respondi, pegando ele pela cintura.
Ele deu uma risada maliciosa. –Vamos lá pro quarto da Amanda? –Ele disse e depois ficou me encarando como quem diz “Viva perigosamente”.
-Claro, mas antes tenho que fazer uma coisa. –Eu disse e fui procurar Amanda.
Quando a vi, ela estava conversando com umas meninas, todas elas bêbadas.
-Hey Amanda... –Eu disse segurando ela pelo ombro.
-Gerard... –Ela disse, estava bêbada e falando com a boca torta.
-Me faz um favor? –Eu disse.
-Diga...
-Olha, meu irmão e o Ray meio que se pegam quando estão bêbados, e eu queria que você tirasse umas fotos pra mim, por que sempre que eu falo pra eles que eles são gays, não acreditam... Faz esse favor pra mim? –Eu disse, quero só ver a cara de Mikey e Ray quando virem isso...
-Okay chuchu, se você quiser eu até arranjo um lugar pra eles ficarem a sós se é que você me entende. –Ela disse e sorriu maliciosa.
-Isso faz se você quiser, mas eu fico agradecido se você tirar essas fotos, obrigado.
-Nada meu querido.
Pronto, agora que já vou poder esfregar na cara daqueles enrustidos o que eles fazem quando ninguém tá olhando, já posso voltar pro meu pequeno.
Assim que o avistei, ele estava com chantilly. Que garotinho rápido. Hm.
-Frank, podemos ir agora... –Eu disse e olhei malicioso.
Ele pegou minha mão e subimos as escadas.
Assim que chegamos no quarto dela trancamos a porta, a chave já estava na fechadura.
Frank deu uma risada maliciosa. –Podemos começar.
Ele chegou perto de mim e começou a dar chupões no meu pescoço.
-Ah, Frank, mas o que houve com você? Tá com fogo? –Eu disse, pela velocidade que ele estava tendo.
-Você me deixa assim. –Ele sussurrou no meu ouvido, eu já estava excitado.
Joguei Frank na cama e comecei a tirar suas roupas.
Quando já estávamos completamente sem roupas, Frank se levantou e pegou o chantilly.
-Hm, gosto do jeito como você pensa nas coisas. –Eu disse e ele deu uma risada maliciosa.
Frank ficou em cima de mim e começou a por chantilly no meu corpo, pescoço, mamilos, barriga, membro... e depois foi lambendo devagar, eu estava quase tendo orgasmos só com a língua de Frank passando por mim. Quando chegou em meu membro começou a chupar e lamber de um jeito agressivo, e eu gemia alto.
Depois que Frank subiu novamente seu rosto pra perto do meu, inverti nossas posições, agora eu estava em cima dele, nos ajeitamos e comecei a cavalgar nele, Gemiamos quase que em sinfonia.
-Ah... Gerard... Uh... Gerard eu vou... Ah... Gerard... –Frank disse, mas eu não queria parar, continuei a cavalgar mais forte e mais rápido.
Frank estava tentando segurar, mas não deu muito tempo e ele gozou.
-Gerard... ah... –Frank gemia cansado, nós estávamos soados e cansados.
Sai de cima de Frank, fiquei ao seu lado, e ele desceu a mão até meu membro e começou a me masturbar.
-Ah... Frank... Own... Mais rápido… Uh... –Eu dizia entre gemidos.
-Porra, não consigo mais rápido que isso. –Ele disse e continou na mesma velocidade.
-Ah... Frank... –Gozei.
Ficamos um tempo deitados, recuperando a energia.
-Frank...
-O que foi meu anjo?
-Eu quero mais. –Eu disse e depois sentei na cama.
-Eu também quero mais. –Ele disse sorrindo malicioso e levantando também.
Começamos a nos beijar e eu arranhava forte as costas de Frank. Fui descendo minha mão até o membro de Frank e o apertei, Frank gemeu de dor.
Depois de mais um tempo nos beijando Frank me deixou de quatro.
-Pronto? –Ele perguntou e segurou minha cintura.
-Claro que sim,Frank. –Eu disse e Frank começou a por seu membro em mim devagar, e eu ia gemendo baixo.
Quanto mais rápido Frank penetrava mais alto eu gemia, até que ele pôs seu membro todo e uma vez só.
-AAAAAH –Eu gritei e gemi, Frank voltou a penetrar devagar.
-Gerard eu vou... De novo... –Ele disse e gozou dentro de mim, de novo.
Frank caiu pro lado e ofegante, mesmo assim quando eu olhei, ele sorriu.
Subi em cima de Frank e comecei a lamber seu pescoço, e logo fui descendo até seu membro. Eu o chupava devagar e Frank gemia alto enquanto puxava meu cabelo.
Logo ele puxou meu cabelo para cima me obrigando a ter o rosto perto do dele.
Nos encarávamos ofegantes.
-Gerard, eu te amo. –Ele disse, ainda com a mão agarrada ao meu cabelo.
-Frank, eu não sei o que faria sem você. –Eu disse e comecei a beija-lo.
Não foi um beijo agressivo. Acho que foi até um dos mais doces que já dei nele, depois que paramos de nos beijar, apoiei minha cabeça no peito de Frank e acabei pegando no sono com o cafuné que ele estava fazendo em mim.
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