Notas iniciais
Escrevi esse capítulo tão fluentemente que quase coloquei a parte polêmica,maaaaaaaaaaas eu vou deixar para o próximo que só virá depois de amanhã, pois amanhã não vai dar. Porém o cao. 11 provavelmente será o maior de todos.
Sem mais delongas, boa leitura!

[...]

Descemos de elevador até o térreo do hotel. Ele me levou até o lado de fora e me mostrou sua máquina. Uma Ducatti, que é só a melhor motocicleta que existe no mundo. Meu sonho de consumo.

– Essa máquina é sua?! – estava meio embasbacada com aquela perfeição em forma de veículo.

– Sim, é. – ele riu. – É tão impressionante ver alguém com uma Ducatti. Não achei que fosse pra alguém que se hospeda no Copacabana Palace. Não acha?!

– Há, há. – também ri. – É por que uma moto dessas é meu sonho de consumo e não é muito comum uma dela no Canadá. – disse enquanto subia na moto. Ele me entregou o capacete e eu coloquei-o na cabeça. Me agarrei em seu abdômen e pude sentir o quão definido era.

– Se segura que a arrancada é forte. – ao dizer isso, ele mal me deixou falar alguma coisa e partiu com a moto em alta velocidade. Quase cai com o solavanco, mas me segurei ainda mais forte e prendi minhas pernas contra as dele. Depois que me senti mais segura, soltei minhas pernas das dele, e ele passou a mão na minha coxa, o que me fez arrepiar instantaneamente.

[...]

– Querido você não acha que está na hora de contar pra ela a verdade, o verdadeiro motivo de nós estarmos no Brasil?

– Não, amor. Quero dizer, na hora está, mas eu não tenho coragem... sabe, talvez não dê certo e ela... não sei... não nos aceite de volta...

– Não querido, isso não vai acontecer. Você não vê que ela nos ama?! Não vê como os olhos dela brilham quanto nós três estamos junto, o quanto ela fica feliz quando a família tá reunida?! Eu não acho que ela vá fazer isso conosco...

– Tudo bem, você tá certa... ela não faria isso...

[...]

Depois de 20 minutos de passeio e corrida em alta velocidade (me deixou com adrenalina à mil) nós paramos em frente à uma fachada cheia de luzes e cheia de brilho. Fora que tava cheio de gatinhos o garotas bebendo do lado de fora. Do lado de dentro não era muito diferente, tinha ainda mais gente bebendo, fumando (e tinha um cheiro de maconha muito forte), se beijando, se pegando, dançando... e a música tava muito alta. Daniel me puxou até Lucas e Isabel que estavam em um canto da boate bebendo o que julguei ser vodca. Eles me ofereceram e eu aceitei. Não era muito de beber, mas não queria fazer feio na frente deles, afinal acabei de conhece-los.

Algum tempo depois me empolguei demais e fui junto de Lucas até o bar. Daniel e Isabel se juntaram a outros amigos em outro canto da balada. Ficamos eu e Lucas nos banquinhos do bar e permanecemos bebendo os drinks que ele pedia. Um após o outro. Que por sinal me faziam querer mais e mais.

[...]

– Olha cara, eu quero parar com essa aposta. Não acho que isso seja certo... – afirmou o moreno ao amigo.

– Que se foda! – o de cabelos castanhos exclamou com desdém. – você aceitou logo no começo. Se desistir vai ter que me dar os 200.

– Cê tá louco?! Eu não tenho 200 pratas pra te dar agora!

– Ah, então se vira! Ou me paga ou continua com a aposta.

– Foi muita burrice eu ter feito essa aposta, cara. Não tem como reconsiderar?

– Não. Entrou na aposta por que quis. Agora não arrega.

– Falou... entendi...

– Mas fiquei sabendo que você pegou a loirinha também? Ela é muito gostosa também... se a amiguinha dela saber... vish! Não quero nem pensar...

– Cala a boca, cara! Nem pensa em dizer isso pra ela. Isso foi só... foi só... uma recaída.

– Aham, sei... recaída. Você não aguentou ver a bunda grande da loira, né safado. – o amigo disse com um sorriso malicioso no rosto. – Você realmente é muito sortudo, já deu uns pega na morena peituda e agora comeu a loira da bunda grande. Há, há. Que dupla dinâmica. Você devia deixar uma pro seu amigou aqui. – o de cabelos castanhos falou enquanto dava tapinhas nas costas do moreno.

[...]

– Vamos pra pista de dança, gata. – Lucas me chamou para dançar. Minha visão estava ficando meio turva mas acabei aceitando.

– Ah, vamos sim.

Dançamos por um bom tempo até...

[...]

Notas finais
parei na melhor parte hehe Ç.ç
vão ter que esperar um pouquinho até o próximo, e (na maior cara de pau peço isso) se vocês, minhas queridas leitoras, divulguem essa fic. Pois quanto mais reviews eu recebo, capítulos maiores eu farei ;)
ah, deem uma passada na minha nova fic: The Darkness. Espero reviews por lá tbm!
xoxo,
thesexycrazy.